Estamos Bem

Estamos Bem Nina LaCour




Resenhas - Estamos Bem


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Rebeca 04/09/2020

Eu comecei a leitura sem saber nada sobre o plot e fui surpreendida com uma história mais próxima de mim do que eu imaginava. Apesar da tristeza que permeia todo o livro, a leitura foi muito rápida e gostosa de acompanhar - parece que estamos dentro da cabeça da Marin. Adorei como cada tema foi abordado de forma sensível e natural. Esse livro conquistou um espaço muito especial no meu coração.
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Bre 28/01/2020

Uma história sobre a solidão
Essa é a história de uma garota que perde seu avô, com o qual morava desde que perdeu a mãe com 3 anos de idade, e então deixa tudo para trás. Isso é tudo que você precisa saber.
Eu nunca havia lido algo tão delicado e poético, no qual cada palavra importa e se conecta para construir uma narrativa que partiu meu coração.
Os capítulos são repletos de melancolia, e a solidão e a tristeza de Marin são tão cruas, sinceras e profundas que é fácil demais sentirmos tudo junto com a protagonista, e a cada página o silêncio dentro do dormitório no inverno de Nova York me arrancavam todos os sentimentos.
Senti frio, luto, saudade, raiva e outras mil coisas junto com ela, e essa história me deu uma nova perspectiva do quanto a vida é frágil e nas palavras da Marin, ?qualquer mudança brusca pode rasgá-la?.
Me identifiquei diversas vezes com a personagem nessa história linda e sincera sobre solidão e crescimento, o que fez com que eu me conectasse ainda mais com a Marin.
Por fim, recomendo que se sentem confortavelmente e deixem que a autora conquiste-os, não vão se arrepender.
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Vivis 14/02/2020

Tenho que parabenizar a autora pela sensibilidade de como ela escreveu este livro. A leitura foi muito boa, mas as vezes bem difícil de acompanhar a solidão de Marin diante do cenário. Não esperava um final melhor!!
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Tati 19/02/2020

O momento entre os finais e os recomeços.
Marin saiu de casa para ir à faculdade em Nova York, e agora vive em um alojamento com sua colega de quarto, que está voltando para casa no Natal, mas algo não parece ir tão bem como o título do livro tenta afirmar, pois logo no início da leitura, sabemos que a protagonista ficará sozinha em uma universidade completamente vazia. Aparentemente, todos tem um lar para onde voltar nas férias, menos Marin.
O vazio exterior não acompanha a mente cheia da garota que saindo da adolescência, precisou lidar com mais mudanças do que esperava, e é este o método de desenvolvimento usado pela autora: por meio de flash backs e raciocínios, conhemos pouco a pouco quem é Marin, e o que a levou ao natal sem ter para onde ir.
As ondas da Califórnia levaram sua mãe quando ela ainda era uma criança, sendo a partir dali, criada pelo avô materno, com quem aprendeu sobre companheirismo, mas também sobre individualidade -- sem nunca conseguir diferenciar quando os dois conceitos deixavam de ser válidos pra se tornarem preocupantes.
A leitura nos guia por reflexões sobre temas pouco discutidos em nossa cultura, como a velhice, a morte, o luto, e a sexualidade, e em momento algum decepciona ao tratar temas tão amplas. Delicado, Estamos Bem é mais que um livro sobre finais: mostra o que está entre o fim e o recomeço.
"A vida é fina e frágil como papel. Qualquer mudança repentina pode rasgá-la."



site: https://www.instagram.com/p/B8wE66ZjnWL/
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Lily 01/03/2020

A leitura é muito profunda e detalhada, porém ocorre de forma mais lenta. Você absorve os sentimentos da personagem. É uma história triste e pesada focada nos sentimentos da personagem com depressão. Faltou mais detalhes sobre Marin ter seguido em frente, mas foi uma boa leitura.
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Vanessa 20/05/2020

Sobre amor e amizade
Livro gostosinho de ler, você sente que poderia ser alguém que você conhece te contando a história
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Mariana Rodrigues 03/04/2020

Com uma história muito tocante, o livro me conquistou de início por apresentar uma temática LGBTQ+. A forma e trechos em que a protagonista descreve e demonstra sua depressão e o luto, me fizeram refletir sobre muitas coisas e momentos parecidos que vivi. Acho impossível ler, por mais que seja uma leitura rápida, e não se sentir tocado e emocionado com a história. Todos nos precisamos diariamente dessas pequenas leituras que nos dão esperanças e nos mostram que não precisamos fugir, tão pouco lidar com tudo sozinhos.
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klarinhaaviliss 17/04/2020

É um livro muito bonito, começa meio sem sentido, mas a sensibilidade da autora ao lidar com o luto, respeitar o espaço e o tempo da Marin, é admirável!
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Maria 29/04/2020

Um misto de mistério com amor
Se eu pudesse ser Marin eu seria. Na verdade acho que talvez seja. Todos nós somos um pouco. O sentimento de perder alguém, de se sentir sozinha -em tantos sentidos- é comum a praticamente todos. É sobre isso que o livro fala: perdas e solidão. Num mistério que te envolve e te abraça. Boa leitura
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Lara 19/05/2020

sensível, cru, especial, emocionante. de deixar o coração quentinho
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Laura 19/10/2017

Um curto relato sobre solidão, família e primeiro amor.
É fácil se envolver no drama de Marin, em sua dor, em sua vida.
Nem todas as pessoas são como acreditamos que elas sejam, nem todos os amores duram (fora do coração) mais do que alguns meses, sobreviver não é fácil.
Uma leitura fácil, rápida e nem por isso menos contundente.
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Samuel 24/02/2018

Doce e tocante
Uma história sobre luto e solidão. As páginas fluem tão bem que você lê o livro de uma vez. É um livro relativamente pequeno, com uma capa e edição incrível, uma perfeita diagramação, escrita e construção de personagens. Os sentimentos são bem táteis e a autora trata assuntos tão pesados e difíceis de uma maneira tão leve e simples.
Amei!
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Ana 22/01/2019

?O problema da negação é que, quando a verdade chega, você não está pronta.?
Atormentada pelo luto após a morte de seu avô, Marin decide adiantar sua viagem para Nova York, deixando para trás muitas perguntas.
Sozinha no alojamento da faculdade, já que está no período de férias, ela sobrevive com sua solidão, sua dor e toda a tristeza que a consome.
Até Mabel, sua melhor amiga, decidir ir encontrá-la. Por 3 dias, Marin terá que enfrentar os medos que deixou na Califórnia e tentar dar as respostas que procuram. Ela terá que encarar a verdade de que não está bem.
O livro é intercalado entre o presente e pequenos flashbacks para nos ajudar a compreender as atitudes de Marin. A escrita realmente é bem sensível e até poética em alguns trechos, o que contribuiu para o sentimento triste que o livro transborda.

Por não ter lido nada sobre esse livro antes, eu não sabia o que esperar. Demorei para me conectar com a história e, principalmente, com a protagonista. Para mim, foi bem difícil acompanhar a solidão de Marin, acho que, para algumas pessoas, pode ser algo bem pessoal.
Porém, ainda que tenha ficado em segundo plano, o relacionamento lésbico desenvolvido foi fundamental para o enredo e trouxe a representatividade, o que me surpreendeu de uma maneira positiva.
Apesar de ser um livro curto, a leitura pode se tornar densa, cansativa e, em certos momentos, um pouco monótona.
Acho que esse é o propósito do livro: apresentar um sofrimento real, sem linguagem fantasiosa ou enredo surpreendente demais.
É uma história sobre perdas e descobertas e, mesmo que eu não tenha amado, recomendo a leitura
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Ana Lima 27/01/2019

Eu já sabia que "Estamos Bem" era um livro triste e pesado, mas eu não tinha ideia do quanto até começar. É uma história que posso resumir como curta, mas com sentimento tão complexos que é quase impossível passar batido por ela. Demorei muito na leitura porque a carga emocional do livro não me permitia considera-lo como um entretenimento. O que tem de triste tem de poético e bonito.
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Bia 08/03/2019

O que é estar bem?
Depois disso vou até visitar mais vezes meu vovozinho, lindo livro que relata muito bem os estágios da negação, do luto, da amizade e principalmente da solidão. É perceptível a mudança da personagem principal e o final deixou meu coração tão quentinho que ainda estou muito grata por ter escolhido esse livro.

"O tempo passa de formas diferentes para pessoas diferentes'

Nunca se arrependam de estar onde estão, tudo tem um motivo, tentem aproveitar de suas próprias formas o tempo que é proporcionado a vocês.
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