Não Conte Nosso Segredo

Não Conte Nosso Segredo Julie Anne Peters




Resenhas - Não Conte Nosso Segredo


31 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3


Jadson 04/08/2017

Eu posso começar dizendo que esse livro foi como um "tapa na cara". Primeiro, gostaria de dizer que, apesar de ser um romance gay, não é voltado somente para o público gay. Segundo, nos incentiva a praticar a empatia, algo que está em falta na nossa sociedade. E, terceiro, é um livro que todo mundo deveria ler. Aqui, vamos entender que ninguém escolher ser gay, a pessoa nasce assim, pode não entender no inicio ou não saber, mas ser gay não te faz doente, nem possuído por entidades demoníacas. Além disso, o livro aborda questões mais universais, eu diria, como, por exemplo, respeitar o outro (e isso não diz respeito somente a orientação sexual), abraçar a causa das minorias (afinal, poderia ser você no lugar deles), ser livre e, acima de tudo, apoiar, pois o apoio é importante.

"[...] Existe ódio demais nas pessoas."

Em meio a esses assuntos que estão presentes no livro, a autora ainda pôs um pitada de realidade. Foi isso que senti ao lê-lo. Detalhe: todos os acontecimentos do livro poderiam ser facilmente - infelizmente, essa é a realidade - acontecer na vida real. Por exemplo, Holland tem um relacionamento abusivo, o cara só a procura para sexo rápido e silencioso, como se isso significasse amor, mas nunca conversa, nunca se diverte com ela e prefere não entendê-la. Como se não bastasse, ela ainda tem amigos que não são tão amigos assim, uma mãe que organizou a vida dela sem nem saber se a filha sonhava com aquilo. Já Ceci é diferente, ela é madura, bate de frente, se questiona sobre diversas coisas e faz com que Holland também se questione sobre a vida, sobre os relacionamentos. Sem falar que Ceci tem uma personalidade incrível, ela é emponderada, irônica (queria todas as camisas com frases irônicas dela), decidida e batalhadora.

Ao ler esse livro, esqueça a ideia de garotas frágeis e amor à primeira vista. O divertido do livro é observar como Holland entenderá o que sente por Ceci e lidará com a pressão das outras pessoas diante dessa descoberta. Afinal, no inicio, deve ser bem assustador descobrir isso sem querer, mas, o mais importante, foi viver assim, principalmente em meio aos problemas que essa descoberta acarretou. Posso dizer que Holland é muito corajosa, mais do que eu e você juntos. Sem dúvidas, é um livro que eu recomendo muito, principalmente por nos fazer entender e respeitar o outro e, acima de tudo, aceitar que ele é e pode diferente de nós.

site: http://www.porredelivros.com/2017/08/resenha-nao-conte-nosso-segredo.html
Nessah 05/08/2017minha estante
undefined




Queria Estar Lendo 29/09/2017

Resenha: Não Conte Nosso Segredo
Não Conte Nosso Segredo, livro de Julie Anne Peters, foi finalista do Book Award e finalmente chega ao Brasil pelas mãos da Hoo Editora, selo LGBT+ recém-adquirido pela Universo dos Livros, que nos presenteou com um exemplar durante a Bienal do Livro do Rio de Janeiro.

Holland é uma garota que está sendo pressionada de todos os lados para ser a filha perfeita, a aluna perfeita e a namorada perfeita. Sua mãe tem muitas expectativas para ela, uma vez que engravidou ainda na adolescência e teve que se virar sozinha, já que não pode contar com os pais. Ela espera que Holland tenha um currículo escolar perfeito que faça com que ela entre para uma prestigiada universidade e conquiste bolsas de estudo. Como Presidente de Classe, esperam que Holland seja capaz de coordenar todos os eventos sociais da escola, além de manter suas notas altas. E, como namorada, Seth espera que eles possam, em breve, levar seu relacionamento a um novo nível de comprometimento.

O problema é que Holland está sobrecarregada, indecisa sobre o seu futuro, suas possibilidades e sua vida no geral. Ela está cansada e segue uma rotina onde cabe a sua mãe suas grandes decisões, como a universidade que vai frequentar e o curso que deve fazer. Ela odeia isso, mas ao mesmo tempo não tem forças para lutar contra ou decepcionar a mãe.

Em meio a esse mar de caos e confusão, de incertezas e pressão, ela conhece Ceci. A nova estudante da Southglenn é linda, artística e uma lésbica assumida com orgulho -- como mostram suas camisetas. A atração é imediata e quando Holland percebe que também é possível que seja recíproca, ela precisa adicionar mais uma importante decisão para o seu futuro.

"Discutir isso. Que coisa mais Seth. Como discutir isso mudaria alguma coisa? O mundo estava entupido de ódio."

Uma das coisas que eu mais gostei em Não Conte Nosso Segredo, definitivamente, foi a Holland e a sua jornada. Muitos romances LGBT+ focam exclusivamente na descoberta da sexualidade dos protagonistas, mas a Holland não tem que lidar só com isso. A vida dela não para para que ela possa lidar com suas descobertas. Está tudo ali, apinhado em seus ombros e esperando que ela resolva todos os seus problemas. Holland é muito mais do que apenas sua orientação sexual e isso deixou a história ainda mais rica.

Outro ponto que gostei bastante foi o fato dela não surtar quando percebe que tem sentimentos em relação a Ceci, porque ela não é sua primeira "crush" feminina. Holland já teve de lidar com várias paixonites por outras garotas, mas sempre se refreou a respeito delas por nunca ter questionado sua orientação sexual. É só quando Ceci vocifera a respeito disso que ela começa a se perguntar a respeito -- e aceitar a si mesma é muito fácil para ela. Holland, apesar de bastante ingênua a respeito do universo LGBT+, tem uma mente muito aberta. E para ela, descobrir-se lésbica não é um choque, ela aceita sua orientação sexual de braços abertos, porque está apaixonada e não consegue enxergar nada de errado em amar outra garota.

A narrativa da Julie Anne Peters é um pouco diferente do que estou acostuma, mais "fria", objetiva e clara. Ela não fica embelezando seus parágrafos, apresenta a história tal como ela é. No começo, estranhei um pouco, mas é fácil se acostumar com a forma direta como ela aborda a história, sem se enrolar ou encher linguiça, desenvolvendo os personagens de forma coerente com sua apresentação inicial e mantendo-se fiel a representação do mundo.

"Estavam errados quando chamavam isso de "estar no armário". Era uma prisão. Confinamento em solitária. Eu estava trancada do lado de dentro, dentro de mim, no escuro, com medo e sozinha."

Em várias passagens me senti desconfortável com a reação dos personagens secundários a Ceci -- que é tão gay, assumida com orgulho, e faz questão de mostrar isso na forma como se apresenta aos outros. Os comentários homofóbicos, as reações homofóbicas e a falta de ação dos adultos responsáveis em parar esse tipo de comportamento dói. Mas, infelizmente, são reações ainda muito atuais. O livro, apesar de ter sido publicado lá fora em 2003, ainda é extremamente atual e relevante. Muitas das reivindicações que Ceci faz ao longo das páginas, é o que a comunidade LGBT+ ainda precisa reivindicar nos dias de hoje, e os medos que os personagens LGBT+ passam no livro, ainda é o mesmo em pleno 2017.

Foi impossível não pensar que, como sociedade, estamos caminhando de forma extremamente lenta -- e as vezes até retardatária -- em direção a um mundo mais igual e livre de ódio.

Acho que Não Conte o Nosso Segredo não é um young adult de tirar o fôlego, mas me arrancou algumas lágrimas e me deixou com a sensação de ter aprendido muito enquanto virava suas páginas. É um romance gostoso -- embora eu tenha uma pequena ressalva com a Ceci, no fim do livro, por uma atitude egoísta dela -- com uma jornada de autoconhecimento que, não necessariamente, tem a ver com orientação sexual.

"Mas o que eu perdi era insignificante em comparação ao que encontrei. Eu. A parte perdida de mim. E Ceci. Conhecer o amor. Ser amada."

Não Conte Nosso Segredo tem uma abordagem interessante, especialmente para pessoas que ainda são muito "cegas" e ingênuas a respeito das difuculdades e realidade da comunidade LGBT+. Ao dar o protagonismo e o ponto de vista a Holland, uma garota que está começando a descobrir sua orientação sexual ao mesmo tempo em que começa a solidificar sua identidade como ser humano, Julie Anne Peters faz com que essa jornada seja facilmente uma introdução ao mundo LGBT+ para os leigos. Uma aula, sem ser didática ou forçada, sobre inclusão, amor e empatia.

Sobre a edição, estou completamente apaixonada pela capa e a diagramação do miolo, o separador de texto é uma fofura e a capa com laminação brilhante não deixa marca dos dedos -- melhor coisa do mundo, porque apesar da laminação suave ser maravilhosa, as marcas de dedo me dão agonia. Minha única reclamação é a gramatura do papel pólen que usaram. Ele parece grosso demais e eu sempre tinha que ficar conferindo o número de páginas para ter certeza que estava virando apenas uma. Dificultou um pouco a abertura do livro e, no fim, deixou ele um pouco "estufado" perto da lombada. Quem gosta das suas edições "intactas" (o que não é muito o meu caso) pode se incomodar um pouco com isso.

"Tem a ver com superar aquela pergunta, o que há de errado comigo, sabendo que não há nada de errado, que você simplesmente nasceu assim. Você é uma pessoa normal, uma pessoa bonita, e deve sentir orgulho de ser quem é. Você merece viver, e viver com dignidade e mostras às pessoas o seu orgulho."

No mais, Não Conte Nosso Segredo é um livro claro, objetivo, que conquista facilmente os leitores e de uma relevância extrema para os tempos atuais -- especialmente nesse Brasil que insiste em "cura gay".

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2017/09/resenha-nao-conte-nosso-segredo.html#comments
comentários(0)comente



Pâmela 16/02/2018

Não conte nosso segredo
"Corte o final. Revise o roteiro. O cara dos sonhos dela é uma garota."

Ler um livro que tem uma história tão parecida com a sua é fortalecedor!
Em muitos momentos me vi na Holland, as mesmas dúvidas, medos, inseguranças e dores, tudo tão similar. Foi como reviver coisas que já passei e que ainda passo, um misto de sentimentos.
Acho que essa é uma leitura super válida pra ~quem sabe~ te fazer entender o outro lado, aceitar que as pessoas são e podem ser diferentes de você e que não tem nenhum problema nisso.
Achei que poderia ser melhor? Achei sim! Acredito que alguns pontos não foram muito bem desenvolvidos, mesmo assim não consegui dar menos de 5 estrelas pra esse livro, vou guardar no meu coração, como um talismã.

"Fazer isso, me esconder, é como se eu admitisse que estou errada. Como se estivesse com vergonha de mim. Não estou envergonhada. Nem de mim, nem de você, nem do que sentimos uma pela outra. Eu quero que o mundo inteiro saiba."
comentários(0)comente



Dayse 16/10/2018

4,5
MEU DEUS, QUE LIVRO FOFO!!!!! Bateu vontade de morar nele em alguns momentos e em vários momentos também me peguei sorrindo. Me deixou com muito gostinho de quero mais, um casal desses s2
comentários(0)comente



LT 20/10/2017

Um tapa na cara que todos deveriam levar (ler).
É um romance gay, sim, mas que serve de exemplo para todos os tipos de gêneros, principalmente por trazer de forma tão clara, como quem de fato assume sua posição sexual se sente e sofre. Assim como nos ajuda a entender as sensações de quem ainda não conhece o mundo LGBTQ+ e se vê envolto em um tipo de amor – normal, mas diferente – aos olhos da sociedade, principalmente dentro da nossa própria casa.

::: "A verdade vai desabar sobre você." :::

Temos, de cara, o encontro de dois mundo diferentes, porém iguais, de duas garotas, Ceci e Holland.

Holland é a filha perfeita, namorada exemplar, estudante modelo, sua vida segue por caminhos considerados normais, mas que a matam por dentro.

Ceci, é a novata, linda, artista gay, com orgulho, que muito cedo teve que batalhar para se manter no mundo, tudo o que tem ela conseguiu de forma árdua.

Nos deparamos com uma narrativa simples e carregada. Simples porque fala de forma clara e limpa, eu diria até fria sobre a vida e o relacionamento que as duas começam a viver. E carregado, justamente por tocar de maneira forte nesse tema que, não sejamos demagogos, é tabu.

Achei que a leitura foi bem esclarecedora, uma vez que fica tudo bem esclarecido, e nós podemos entender que ninguém escolhe ser gay, a pessoa nasce assim, e como ela lida com essa situação que vai contra o que aprendemos desde pequenos, é o que torna a história interessante. Acompanhar como Holland se descobre e vai se libertando aos pouco para assumir uma posição real em sua vida, é bem interessante.

Tudo acontece de forma natural e gradativa, o romance entre elas é sugestivo e delicado, é um livro jovem adulto, mas sem o exagero nas cenas de sexo, tudo fica implícito.

Um livro sobre autoconhecimento, que ajuda aos que leem a terem consciência de que a caminhada é difícil, mas quando se é o que verdadeiramente somos, é possível transpor as barreiras, o medo e o preconceito.

É palpável durante a leitura, nos depararmos com a chocante realidade de que a gente, única e exclusivamente, incomoda as pessoas por sermos diferentes, e que ainda vai demorar muito até a sociedade aceitar de bom grado que os conceitos e opções sexuais não são mais como nos era ensinado na infância.

Mesmo com a mente aberta, eu nunca tinha lido nada do gênero, travei um pouco ao decorrer da leitura, mas consegui depois de entender o sentido do livro, finaliza-lá. A autora não floreia em sua escrita, ela é direta e objetiva, muitas das situações, poderíamos classificar como possível de acontecer, se é que já não tenham acontecido, com alguém por aí nesse mundão, e isso deixa tudo mais interessante.
Não é algo fantasioso.
É a verdade nua e crua contada através de uma leitura clara e direta.
É um tapa na cara dos que fecham os olhos para a realidade da vida das pessoas que são LGBTQ+.

Eu adorei o livro! Com certeza não pensarei duas vezes para ler outro livro da Julie Anne.

::: ... Era uma prisão... Eu estava trancada do lado de dentro, dentro de mim, no escuro, com medo e sozinha. :::

Resenhista: Aricia Aguiar.

site: http://livrosetalgroup.blogspot.com.br/
comentários(0)comente



spoiler visualizar
Teka 08/07/2019minha estante
terminei de ler ele agora e foi exatamente o que eu pensei. Um livro ótimo, me identifiquei em vários momentos com a Holland, mas o final deixou a desejar infelizmente.




Lenne 04/04/2019

Maravilhoso ❤

Ao ler esse livro, esqueça a ideia de garotas frágeis e amor à primeira vista. O divertido do livro é observar como Holland entenderá o que sente por Ceci e lidará com a pressão das outras pessoas diante dessa descoberta. Afinal, no inicio, deve ser bem assustador descobrir isso sem querer, mas, o mais importante, foi viver assim, principalmente em meio aos problemas que essa descoberta acarretou. Posso dizer que Holland é muito corajosa, mais do que eu e você juntos. Sem dúvidas, é um livro que eu recomendo muito, principalmente por nos fazer entender e respeitar o outro e, acima de tudo, aceitar que ele é e pode diferente de nós.
Cacau 07/04/2019minha estante
Li a poucos dias esse livro é sinceramente eu o amei


Lenne 08/04/2019minha estante
E incrível SIIM. Gostei muito ?




Vanessa @LarLiterario 06/03/2019

Holland está aprisionada de todos os lados de sua vida, precisa ser a filha perfeita, a aluna perfeita e a namorada perfeita. Sua mãe tem muitas expectativas para ela, uma vez que engravidou na adolescência e não teve o apoio dos pais, precisou se virar sozinha. Ela espelha em Holland quem não pode ser, então espera da filha um currículo escolar perfeito para que conquiste uma bolsa de estudos em uma universidade privilegiada.

Sendo Presidente de Classe, espera-se que além de manter esse currículo perfeito, Holland seja capaz de organizar todos os eventos sociais da escola. E como namorada, Seth espera que eles possam levar esse relacionamento a um novo nível de comprometimento.

Acontece que Holland está sobrecarregada e indecisa sobre seu futuro, cansada de deixar sua mãe tomar decisões que só cabem a ela, mas sem forças para lutar contra e acabar decepcionando a mãe.

Em meio a toda essa pressão e incertezas, ela conhece Ceci. A nova estudante da Southglenn é linda, artística e lésbica assumida com orgulho — como mostram suas camisetas. A atração é imediata e quando Holland percebe que também é possível que seja recíproca, ela precisa adicionar mais uma importante decisão para o seu futuro.

"Tem a ver com superar aquela pergunta, o que há de errado comigo, sabendo que não há nada de errado, que você simplesmente nasceu assim. Você merece viver, e viver com dignidade e mostrar as pessoas o seu orgulho."

Acho que Não Conte o Nosso Segredo não é um young adult de tirar o fôlego, mas com certeza traz muito conhecimento. Os comentários e reações homofóbicas, a falta de ação dos adultos responsáveis em parar esse tipo de comportamento dói. Mas, infelizmente, são reações ainda muito atuais.

O livro, apesar de ter sido publicado em 2003, ainda é extremamente atual e relevante. Muitas das reivindicações que Ceci faz ao longo das páginas, é o que a comunidade LGBTQI+ ainda precisa reivindicar nos dias de hoje, e os medos que os personagens passam no livro, ainda é o mesmo em pleno 2019.

Senti falta de um final mais impactante, confesso, mas acredito que a mensagem foi muito bem passada.
comentários(0)comente



Isabella.Bortoleto 10/07/2019

Bom
Achei a leitura bem leve sabe, mais achei que faltou algo faltou um final ...esperei tanto por vários outros acontecimentos é como se houvesse uma continuação ainda não revelada...
comentários(0)comente



Nicole 26/12/2018

Não Conte Nosso Segredo
Holland Jaeger tem uma vida "chata e previsível" (segundo ela mesma) tendo que satisfazer a vontade de todos a sua volta sem poder se preocupar consigo mesma. Holland está indecisa se quer ou não frequentar uma faculdade, mas para agradar sua mãe, ela desgasta horas de seu dia para conseguir uma vaga em qualquer lugar que a aceite. Seu namorado, Seth, é um grande babaca que só pensa em fazer sexo o tempo inteiro sem ao menos perguntar se ela quer. Holl se vê no que parece ser um inferno, mas quando Ceci Goddard é transferida para sua escola tudo parece mudar. Juntas, elas criam uma amizade que não demora se transformar em amor. Lutando contra o preconceito dentro e fora de casa, Ceci e Holland precisam passar por muitas coisas para poderem ficar juntas. Ignorando o clichê em algumas partes, o livro tem uma descrição impressionante que faz você sentir na pele tudo o que a protagonista passa.
comentários(0)comente



Anna 26/11/2017

Shhh, não conte nosso segredo...
Que livro mais amorzinho - sofrido também, mas muito lindo! Fiquei encantada pela estória, pela escrita da autora, por tudo!
Em Não Conte Nosso Segredo, conhecemos a presidente do conselho estudantil, Holland Jaeger, com o namorado perfeito, a chance de ingressar em uma ótima faculdade, e Ceci Goddard, com seu jeito despojado, sem temer mostrar para o mundo quem ela é. E, ao longo do livro, vamos vendo o romance dessas duas tomar forma, mais da vida da Holland, suas preocupações e incertezas sobre o futuro.
Fiquei apaixonada pela Ceci e seu humor maravilhoso, pela Holland e sua força, pelas duas juntas, se apoiando, não deixando nenhuma adversidade atrapalhar o amor que nutriam uma pela outra.
Foi um livro gostoso de ler, tudo caminhando no seu tempo, e carregando uma mensagem de descobertas - sobre quem você é, quem você quer ser -, que te acerta em cheio. Foi um livro muito bom de ler, me emocionei em diversos momentos. Devorei esse livro que nem notei, superou totalmente minhas expectativas, foi maravilhoso, maravilhoso, maravilhoso! Super recomendo!
"Às vezes, eu me pegava mirando meu reflexo nas janelas e me indagando quem eu era, aonde estava indo. Então a imagem mudava e não era mais eu..."
comentários(0)comente



Maria Cristina 22/01/2018

Cativante
Holland era uma típica adolescente com a "vida perfeita". Presidente do Conselho estudantil, um namorado popular e a filha e irmã perfeita. Mas tudo que vivia no interior de Holland ganha vida quando Ceci chega a escola aparentemente trazendo o caos. Mas as vezes o caos é a chave para conhecer os segredos mais profundos do nosso coração e por consequência a felicidade.
comentários(0)comente



Maysusu 28/05/2019

Não é ótimo e nem medíocre.
Não conte o nosso segredo é relativamente agradável, fácil de ler e as vezes divertido. Não há muito ruim para dizer sobre o livro exceto pelo sentimento raso que ele carrega. As protagonistas sentem "amor" rápido demais sem nenhuma razão pra isso, uma vez que o livro não trabalha direito o desenvolvimento do relacionamento delas. Mesmo no final do livro, ainda parece que elas não se conhecem direito. É o famoso "te conheço a uma semana, mas já te amo". Não é desagradável de ler, mas não vai deixar nenhum impacto e mudar a vida de ninguém (a não ser que a pessoa seja muito facilmente impressionável).
comentários(0)comente



Notas.Literarias 05/11/2017

Tocante
Uma história cheia de luta e sofrimento, onde você observa os corações de duas meninas que se amam sendo pisoteado por todos que as cercam, por aqueles que deveriam ser seus amigos e principalmente por aqueles que deveriam zelar por suas felicidades. O contraste entre as mães de cada uma delas é gritante e nos faz, enquanto mães, refletir se o que importa mais é aquilo que queremos e a sociedade nos convencionou, ou se o que realmente vale a pena é a felicidade de nossos filhos.
A sensibilidade e crueza da história, onde não tem panos quentes nas reações mais constrangedoras, mas que nos dá um alento nas reações das pessoas que tem o fato esclarecido, me fez considerar essa uma das melhores leituras do ano sem sombra de dúvidas. O amor dessas duas meninas veio para nos mostrar os conflitos dos jovens e para nos ensinar que o amor e a conversa resolve tudo.

site: http://www.notasliterarias.com/2017/11/resenha-nao-conte-nosso-segredo.html
comentários(0)comente



Fernanda 27/09/2017

Um sopro de esperança!
Que livro Maravilhoso. Serio quase chorei de emoção ao terminar de ler esse livro. Pois é tão dificil, ler livros LGBT, que realmente sejam bem escrito, bem desenvolvidos. E que acima de tudo mostre todas as etapas de uma descoberta, aceitação, e jornada. Gente esse livro é leitura obrigatória. O que é a Holland, e Ceci? A muito tempo não leio um livro tão bom assim. E o melhor de tudo, que transmite uma sensação de esperança e amor. Podia ter mais paginas que com certeza não me importava. Vale ressaltar que é ainda mais raro livros tão bem escrito para o público LGBT, lésbico e Bi. Pois o mercado Gay tem um pouco mais de opção e variedade. Mas claramente é um livro relevante para o público literário como um todo. E com certeza se não tivesse que dormir, e trabalhar teria lido em menos tempo. Dois dias foi muito tempo, para um livro que é só amor. Espero muito que a autora continue escrevendo livros do gênero. Esse livro me deixou tão feliz como a muito tempo não ficava. Favoritado para sempre S2 :D
comentários(0)comente



31 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3