Canção de Susannah

Canção de Susannah Stephen King




Resenhas - Canção De Susannah


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Renato 24/07/2009

Commala!
Commala-vem também
Vem comigo pensar
Um livro pra ajeitar as coisas
E outras desarrumar.
Drope 06/10/2010minha estante
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
adorei sua rima!


Roberta Saback 08/01/2014minha estante
Falou tudo!




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Jow 18/11/2011

Ves’-Ka Gan
“You could take a picture of something you see
In the future where will I be?
You could climb a ladder up to the sun
Or write a song nobody had sung or do
Something that's never been done”

Coldplay - Talk

O músico procura fixar em cada verso, em cada palavra por ele eleita para constituir um conjunto e se tornar a sua canção, uma espécie de cântico disperso. Algo que seja, compreendido primeiramente por ele, algo que seja a sua situação espiritual do momento, suas angústias e mágoas, alegrias e vitórias, certezas e dúvidas, para que depois, ela possa ser compreendida e adotada por outros. A música é uma das mais fortes representações para aquilo que chamamos de sentimento, ela tem o poder de nos elevar, de traduzir os mais súbitos segredos escondidos no vento, nas águas e na luz...

“A Canção de Susannah” é um livro erguido sobre os mais finos sustentáculos da sintonia. Não existe um único ponto desse livro que seja desequilibrado naquilo que ele pretende abordar. É um livro direto, objetivo e acima de tudo esclarecedor. Temos aqui, um Stephen King maestro, que de batuta na mão vai nos guiando através de sua história rápida e ressonante, nos envolvendo com cada estrofe magnificamente pensada de sua complexa canção. Uma canção que não pode ser calada, uma canção que ressoa pelos poros do livro, e que inunda o nosso ser com uma única pergunta: “Você pode ouvir A Torre chamando?”

King nos escreve um livro potencialmente perturbador. Ele brinca com conceitos como realidade, percepção, sentidos e principalmente Tempo. “A Canção de Susannah” é um livro, que assim como a música, necessita de um tempo uniforme, de uma harmonia hercúlea para que todas as escolhas possam ser trazidas a baila de uma maneira que não deixe brechas, portas entreabertas e palavras sem sentido. E a divisão do Ka-Tet em vários tempos e mundos evidencia essa necessidade de um trabalho em equipe, que mira sempre uma harmonia nunca vista, algo que nem o Ka-Shume é capaz de separar.

Eddie e Jake e Oi, mais uma vez, são de fundamental importância para a continuação da saga. Roland por sua vez, mostra o porquê se ser o último Pistoleiro da linhagem do Eld, Susannah trava uma batalha hercúlea com uma adversária que muitas vezes se confunde com ela mesma, e com suas outras personalidades, e Padre Callahan concede o ultimo suporte de que o Ka-Tet precisa: A fé de a busca de todos não é vã. A certeza de que o fim, para o Branco ou para o Vermelho, é eminente. E como diria um King personagem: “Não há mais como fugir, isso faz parte de mim como o ar que eu respiro.”

Assim, por entre os sons da música, que é ouvida como se por uma porta que ficou entreaberta, aquilo que nos é revelado ganha sentido, e todas as canções são uma, Ves’-Ka Gan, e tudo que é sustentado por ela, aponta para ela: A Torre Negra.
Alan Ventura 18/11/2011minha estante
Sem dúvida nenhuma a melhor série da história da literatura depois de O Senhor dos Anéis. E sua resenha como sempre completando o brilho dos interessados e desinteressados nos livros. Parabéns.


Fran Kotipelto 23/11/2011minha estante
Pelo visto Coldplay tem recheado nossas vidas de momentos marcantes, assim como a Torre Negra nos marcou e sua resenha com certeza vai marcar a todos que a lerem! Parabéns dear Jow.


Alex BS 30/06/2012minha estante
Resenha muito legal. Estava já com vontade de começar a devorar a série, mas agora estou totalmente ansioso com a chegada dos livros (compras pela internet...).




Gilberto Alves 06/07/2020

Preparando o terreno pro fim
Gostei muito que esse, diferente de qualquer um outro da saga, já começou na ação.
Quando vi King na história pensei: "vish, vai ser uma tosqueira isso aí.." mas o jeito que esse desgraçado se introduziu no texto, achei fantástico. E no final, juntando aquela espécie de diário, pra mim, foi sensacional.
Quem sabe do rolo que foi pra esse cara desenrolar essa história desde o primeiro livro, que saiu lá na década de 70, que acompanhou esse perrengue todo... e o jeito que ele encaixou isso na história, como se fosse por parte da própria história da torre, achei fenomenal.
Vou dar um tempo para tomar um folego agora, e depois, mergulhar de cabeça no último.
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Analuz 11/06/2020

Um livro para respirar aliviada
Após o término do livro V "Lobos de Calla", pensei em me dar umas férias de "A Torre Negra", uma pausa que considerei necessária após histórias tão densas. Mas eis que, de posse do box com os 7 volumes, reconsiderei a decisão ao perceber que "A Canção de Susannah" possuía pouco mais de 400 páginas. Com isso, reitero o subtítulo do post, pois sim, esse livro é muito mais calmo que os outros.
Por calmo, não significa que a história seja fraca ou arrastada, nada disso. Primeiramente, devo dizer que Susannah, junto de Jake, é minha personagem favorita na série, então muito me agradou que ela tivesse tanto destaque. Não somente ela, mas também o demônio Mia, que habita seu corpo e nutre a gestação de seu chapinha.
Dando continuidade ao fim do último livro, descobrimos para onde Mia e Susannah fugiram para terem o bebê. Também descobrimos um pouco mais sobre a criatura que virá ao mundo e como esta gestação se manteve. Muito interessante, ainda, é conhecermos a história de Mia (muitas vezes me compadeci da ingenuidade dela, mesmo sabendo que ela nunca foi nenhuma "mocinha" na trama).
E claro que o livro não estaria completo se não incluísse os outros membros do ka-tet, que aqui se dividem em duas missões de resgate: salvar Susannah e concluir o salvamento da rosa. Enquanto Jake, padre Callahan e Oi vão parar na Nova York de 1999 para livrar Susannah de uma provável morte após o parto (pelo menos, é isto que o volume anterior dava a entender que aconteceria), Roland e Eddie (em outros "quando" e "onde") precisam encontrar mais uma vez o livreiro Calvin Tower para garantir a transferência do terreno baldio onde a rosa – Torre Negra se encontra em nosso mundo.
Como este livro é muito mais curto que os outros, sinto que falar muito sobre o enredo pode estragar a experiência, então decidi parar por aqui, mas não me privarei de deixar minhas impressões sobre a leitura.
Primeiramente, gostei muito do fato de o livro ser mais curto. É como se a história fosse mais sucinta e o autor não se perdesse muito. Confesso que já senti que isto aconteceu algumas vezes, principalmente no volume III – "As Terras Devastadas", que de longe, é o livro da série que menos gosto.
Uma coisa que ainda não aprecio muito, mas já me acostumei, é a presença do maldito 19 que o autor nos empurra goela abaixo. Sim, eu conheço o background que permeia o número e sei o quanto é marcante para o autor (para quem não conhece a história, em 19 de junho de 1999, Stephen King sofreu um acidente e por pouco não faleceu, sendo um sobrevivente), mas, às vezes, tanta menção a 19 e 1999 aparece sem muito contexto, só porque o autor quis, e devo dizer que fica um pouco irritante.
No todo, é uma grata leitura. Gostei de conhecer um pouco mais sobre Mia e ler um livro mais "light" (dentro dos padrões de Stephen King). Enquanto não concluo a saga, sigo com leituras mais leves, pois confesso que ler tanto King de uma vez é cansativo para mim.

site: https://www.youtube.com/channel/UC-yah4gdiiD-JuRABDr7-Og?view_as=subscriber
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fabio.orlandini 21/01/2021

Empolgante
Achei o livro bem dinâmico, daqueles que vc não quer largar até saber no que vai dar. Os personagens cada vez mais carismáticos ficarão na minha memória quando toda essa aventura terminar.
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Tato 29/03/2021

Crossover de todos os universos
Nesse livro finalmente tem aquela explosão em sua mente! Stephen King ousa e brinca com sua TORRE NEGRA de uma maneira muito inteligente!

A Torre Negra fica no centro do universo, sustenta tudo que existe e existiu e ainda irá existir. O passado, o presente e o futuro está a distancia apenas de uma porta. 12 feixes de luz sustentam a Torre de pé mantendo todo o equilíbrio do mundo, porem os feixes estão se quebrando, criaturas como O HOMEM DE PRETO e o REI RUBRO e mais uma penca de demônios, vampiros etc estão trabalhando juntos para derrubar a Torre.

Nesse ponto do livro, só restam 2 feixes segurado a Torre. Existe uma rachadura na pele do universo, mundos estão sumindo, deixando de existir, misturando tudo. Todos os universos de ficção que você conhece, existem separados graças a torre negra, mas como ela esta ficando fraca aqui você consegue encontrar o pomo de ouro do HARRY POTTER, os sabres de luz de STAR WARS, até o castelo de Dorothy do MÁGICO DE OZ.

E quando você pensa que tudo não podia ficar mais louco o próprio AUTOR, aparece na história. Stephen King se coloca na historia dos seus personagens e fica frente a frente do Roland e seu Ka-tet. Em quanto isso Jake e o Padre que fugiu do livro SALEM estão atrás de Susannah que esta gravida de um demônio, e tudo caminha para que os dois enfrentem sozinhos um covil cheio de criaturas que farão sua cabeça explodir!!!
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Dai 08/04/2020

Simplesmente incrível!!!
A cada capítulo a saga da Torre Negra fica ainda melhor! King realmente tem uma criatividade incrível, e as referências às outras histórias de King, à outros enredos (as semelhanças com O Senhor dos Anéis continuam presentes) e até mesmo à nossa realidade, misturando fantasia e realidade de um jeito que deixa o leitor questionando o que é real e o que é ficção em um final surpreendentemente instigante!
Thymoteo 08/04/2020minha estante
Uma série tão maravilhosa! Saudades!!


Deby 08/04/2020minha estante
Eu nem li e já gosto! ?


Bruno supp 17/05/2020minha estante
Pretendo ler esse em.breve
So depois de finalizar algumas leituras pendentes




André 26/12/2020

Coração apertado
Impossível parar de ler: as coisas vão acontecendo muito rápido, algumas coisas são explicadas, a história desenvolve bem, mas o gosto de despedida vem surgindo. Sinto que a corda está tão tensionada que em algum ponto vai arrebentar. Nesse livro não temos quase nenhum alívio cômico, temos uma única parte de combate, e pra mim uma cena verdadeira de terror no final. Outra coisa muito interessante é que muitas referências da história são explicadas, eu adorei e fiquei com vontade de ler esse livro pesquisando no Google. O livro é denso, com muitos diálogos, algumas explicações e o tom de tragédia se aproximando. Mas o livro tem final aberto, o King deixou a corda tensa de propósito. Estressante mas bonito, me deixou emocionado várias vezes. Tudo serve ao Ka.
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J.F.Pagotto @biblioteca.eterna 18/02/2020

A Começo do fim
A Canção de Suzannah não é o melhor livro da Série Torre Negra. É um livro necessário para que a história avance e termine satisfatoriamente. E uma trama complexa para suas 400 paginas que prendem o leitor e dão respostas a questões que fazemos desde O Pistoleiro . Mas também abre muitas outras.
A trama se passa em um espaço curto de tempo , deixa o leitor ansioso por mais e nos enraivece com seu final questionador.
O mais absurdo desse livro é a presença do próprio escritor como um personagem . Ele é o que mais brilha na história e tem um papel fundamental pra narrativa
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Ana 17/11/2020

Uau!
Todos os livros da Torre fluíram tranquilamente, mas Canção de Susannah foi um dos que eu li mais rápido até agora! Não conseguia largar a história de jeito nenhum!

Comentei na resenha de Lobos de Calla que eu não sabia o que pensar sobre algumas referências, e incluí nisso o fato do Steve ter se transformado em um dos personagens. Mas, como sempre, o mestre capricha no que faz e eu achei tranquilo e bem interessante o seu capítulo, e a interação dele com o Roland foi mágica (literalmente rsrs). Esse livro também me trouxe algumas vibes do livro 2, talvez por serem os livros que passam majoritariamente no nosso mundo.

Achei o início bem enrolado e maçante, mas no momento que os personagens chegam ao nosso mundo, a história engata. E, por gostar muito da Susannah, amei estar próxima dela por boa parte do livro. Tô empolgada pro final!

site: https://www.instagram.com/_literariana/
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vannessa 10/10/2020

Cada um tem de seguir a estrada onde o Ka plantou seus pés....
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Grazi Duarte 05/05/2020

Seguindo adiante
Acredito que um dos melhores livros da saga. O final é simplesmente surpreendente.
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Ligia.Luccas 21/03/2021

Nem acredito
Imagina quando um escritor se coloca dentro da própria história, até aí tudo bem, mas quando essa história é uma ficção atemporal, só posso dizer que o cara é um gênio.
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Wania Cris 05/04/2021

Você não sabe o quanto eu caminhei pra chegar até aqui...
Gente, que livro extenso, prolixo e... vazio.

O livro VI da série Torre Negra ainda narra resquícios da batalha contra os Lobos de Calla e eventos iniciados ali. Susannah encontra-se em poder de uma outra personalidade que toma seu corpo, Mia, a mãe. E toooodo o livro conta a estória desse sequestro.

Colocando todo o ka-tet de Roland em risco em vários quandos de Nova Iorque e adjacências, incluindo até o autor da saga na estória, Canção de Susannah deixa a saga mais confusa e acrescenta muito pouco à busca da Torre.

O que escapa nesse livro é a escrita envolvente de King e sua forma de contar até as mais enfadonhas das estórias. Foi, realmente, uma luta...
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