Tartarugas Até Lá Embaixo

Tartarugas Até Lá Embaixo John Green




Resenhas - Tartarugas até lá embaixo


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nalu 09/07/2020

Senti uma falta tremenda de aviso sobre os gatilhos do livro, fato que me deixou agoniada durante a leitura e que quase me fez desistir. O transtorno sobre o qual o livro trata é tão bem trabalhado e traduzido na escrita que faz ser real e palpável a dor e os pensamentos de espiral que a personagem principal se perde, o que é bom até certo ponto, porque deixa de ser positivo quando pessoas sensíveis a esse tipo de leitura podem se sentir mal.
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Rayanne Lira 08/07/2020

Sou suspeita, porque amo John Green
"Foi quando eu soube que me lembraria para sempre do que senti naquele momento, sob o céu fragmentado quando a máquina do destino ainda viria a aterrar nossos caminhos, quando ainda havia tantas possibilidades."

Eu amei muito "Tartarugas até lá embaixo". John consegue nos fazer entender um pouco sobre o turbilhão de emoção e sensação que se passam dentro da cabeça de alguém com TOC, e consequentemente ansiedade, até pra que possamos ter um pouco de empatia com pessoas que passam pelo mesmo. Também gostei muito do romance adolescente ter sido tão maduro.
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Milla 08/07/2020

Um livro para refletir
Foi um livro que me fez refletir muito, sobre uma realidade que não era a minha, a de pessoas que têm TOC. Em muitos momentos me senti aflita por tudo o que a Aza passava, mas achei muito linda a forma como tudo foi retratado. Por exemplo, achei o corte no dedo uma forma muito boa de explicar, e também a parte em que a Aza e a amiga tem uma conversa no esgoto foi impecável (sou suspeita para falar, pois acho incrível todas as referências e comparações que o John Green faz nos livros dele).
Enfim, é um livro muito necessário, não só para que passa por isso, mas também para as pessoas que nunca sentiram na pele.
Recomendo demais, além de ser muito interessante, tanto nas citações, quanto nas atitudes dos personagens, é um livro com um Plot twist intrigante... Está entre os meus preferidos.
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Joice @aruivalendo 08/07/2020

"Estar vivo é sentir saudade."
A história é narrada em primeira pessoa por Aza Holmes, uma estudante de 16 anos que sofre com o luto pela perda do pai e, além disso, tem de lidar com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) que lhe toma mais tempo e vida do que gostaria de admitir.

"Estar vivo é sentir saudade."

Quando uma recompensa é oferecida para quem encontrar um bilionário foragido, a melhor amiga de Aza e fanfiqueira número um do shipp Rey-Chewie de Star Wars, Dayse, quer que ambas iniciem uma jornada em busca de pistas que as levem até o homem desaparecido e, obviamente, aos 100 mil dólares por essa informação.

...

Nunca tive grande interesse pelas obras do John Green, até ver esse livro e pensar “Se for pra gostar de um, vai ser esse!” e realmente foi. Meu único arrependimento foi ter demorado tanto pra ler.

Acompanhar a trama pela narrativa da Aza foi particularmente incrível, mas muito angustiante também. Era quase palpável a agonia que ela sentia quando o transtorno se manifestava mais intensamente, com pensamentos conflitantes, e mesmo tentando não ceder a eles só de pensar em não pensar naquilo, já começava a se formar um espiral que descia e descia até tirá-la de órbita por completo.

Com personagens humanos, tão falhos quanto qualquer um deveria ser, somos facilmente levados pela história que vai muito além de uma investigação feita por duas adolescentes. Aqui encontram-se questões necessárias, onde os conceitos de família e amizade são mantidos longe da perfeição e revelando que está tudo bem errar, contanto que ainda queira estar ali por quem você se importa e quer bem.

"E ninguém nunca diz até logo a menos que queria ver a pessoa novamente."

Foi especialmente marcante pra mim a forma expositiva que o autor usou pra mostrar a doença da protagonista, e mais ainda por saber que ele sofre desse mesmo transtorno. Além, é claro, da paixão que o mesmo tem pela cultura pop e fez questão de inserir de forma não gratuita.

A única falha pra mim e que me fez diminuir a nota, foi como esse livro é vendido pela própria sinopse como uma aventura investigativa feita pelas amigas e que, no livro em si, acabou por não ter muito desenvolvimento. Além, é claro, da falta de aviso de gatilho para pessoas com a mesma vertente do transtorno abordado, porque é angustiante e pode desencadear crises.

Uma história surpreendente sobre amizades verdadeiras e autoaceitação e, sinceramente, me parte o coração quando vejo alguém simplesmente dizendo que a protagonista é irritante, pois isso revela muito do despreparo que a maioria tem para lidar com transtornos e doenças mentais de todo tipo, até mesmo a depressão que é tida por muitos como “apenas uma fase”.

“Pode ser um caminho longo e difícil, mas os transtornos mentais são tratáveis. Há esperança, mesmo que seu cérebro lhe diga que não."

Resenha feita para o ig literário @auivalendo

site: https://www.instagram.com/aruivalendo/
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Ju 07/07/2020

Ai, achei perfeito. Fiquei triste e demorei para aceitar o final, mas é necessário passar por isso para entender que o livro não deixa de ser bom porque não condiz com o que eu desejo.
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mafe 07/07/2020

eu amo não gostar de você john green, linda a história, sai com depressão!
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Mariana 05/07/2020

Tartarugas até lá embaixo
Aza é uma menina que sobre de crises de ansiedade e o livro descreve bastante como ela se sente em certos momentos e o que passa em sua cabeça. Assim como a sua resistência em ter certas atitudes prejudiciais a sua saúde mas que infelizmente ela não consegue controlar.
Pra mim o livro foi bem lendo de ler, somente mais perto do final que fiquei mais presa na leitura e comecei a gostar de alguns assuntos.
Mas acredito que o livro é muito bom para pessoas que sofrem de crises de ansiedade, pois talvez se identifiquem bastante com a história da menina.
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Milly 04/07/2020

Sou suspeita para falar do John Green
Melhor livro de junho que eu li.
Esse livro me mudou completamente em todos os requisitos, aceito recomendações de livros com a mesma temática.
Caramba eu não tenho palavras para descrever o que eu sentir lendo esse livro, eu já imaginava que ia ser bom, mas ele não foi bom e sim maravilhoso.
A história da Aza é muito intensa, eu me sentir parte dos pensamentos dela...CARAMBA, amei o final sem final, que eu posso imaginar várias coisas e ao mesmo tempo posso Simplismente achar que o final que ele fez está perfeito.
Ps: amei a parte de astronomia no livro
Ps: No fundo ainda quero uma continuação
Ps: segundo Melhor livro do John Green para mim
Obs do último ps: o primeiro é quem é vc Alasca.
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sahlongatto 04/07/2020

Sem graça
Acho o que John Green só acertou em "A Culpa é das Estrelas". Deixou a desejar em todos os outros. Leitura não me prendeu em momento algum.
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Leticia Linhares 04/07/2020

Em muitos momentos do livro eu me senti olhando para o meu reflexo. Indicaria esse livro para alguém que está tentando entender um pouco sobre o que se passa na mente de uma pessoa com ansiedade.
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Renata 03/07/2020

Tartarugas Até Lá Embaixo - John Green
O livro Tartarugas até lá embaixo é mais uma das obras de John Green capaz de surpreender os leitores. Nele o escritor conta a história de uma jovem de 16 anos chamada Aza Holmes.
Uma menina que, junto com sua melhor amiga resolve sair a procura de um bilionário procurado pela polícia, encontrá-lo significa ganhar uma recompensa de 100 mil dólares. Mas, no final das contas a recompensa deixa de ser o único motivo para a busca como você vai ver logo a seguir na continuação desta resenha.
Até parece apenas mais uma história comum, onde jovens partem em uma aventura, mas acredite, o Livro Tartarugas até lá embaixo é muito mais que apenas uma história comum. Por quê? Simples, a protagonista, Aza Holmes, sofre com um transtorno mental chamado TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo, que a atormenta durante toda a trama.

Além de retratar seu próprio problema na personagem, visto que John Green sofre do mesmo mal que Aza, e se inspirou nele próprio para descrever todas as partes do livro onde o TOC é abordado. Ele nos coloca dentro da cabeça da personagem.

O livro é narrado em primeira pessoa, pela protagonista, ou seja, passamos o livro inteiro dentro da cabeça de Aza Holmes, sofrendo todas as angústias e desesperos que ela vive, e tendo todas as crises de ansiedade que a consomem, juntamente com ela. É desesperador e elucidativo, ao mesmo tempo, estar dentro da cabeça de Aza e ver como esse problema afeta toda uma existência profundamente.

O TOC é um transtorno que faz com que a pessoa que sofra com ele tenha vários pensamentos, vislumbre de imagens e obsessões indesejáveis, capazes de deixar o paciente em pânico, e completamente desesperado para se desvencilhar dessas situações.

Por mais que esta seja mais uma obra fictícia do escritor, ela não deixa de ser também baseada em fatos verídicos. Já que John, resolveu se abrir e expor para os seus leitores como é para ele conviver com o TOC. É como se ele escrevesse uma carta aberta a todos os seus fãs, declarando sua confiança neles ao dividir seus medos, anseios e dores.

Definitivamente este é um livro que precisa ser lido por todos, especialmente por aquelas pessoas que buscam conhecer melhor o transtorno chamado de TOC, ou desejam dividir um pouco deste fardo com o escritor.

Se você ainda não leu Tartarugas até lá embaixo, precisa mudar isso rápido. Se você tem curiosidade de conhecer o trabalho de John Green, este pode ser um excelente livro para se começar.

Afinal, além de conhecer melhor este transtorno, você poderá conhecer personagens incríveis, viver uma aventura muito interessante e de quebra acompanhar um romance completamente inesperado. Certamente está é uma história que vai encantar você por completo.

Este é um livro de leitura simples e muito fluída, que lhe divertirá com momentos engraçados e lhe angustiará nos momentos de crise da personagem. Provocando quase que de imediato uma empatia imensa pela protagonista e todas as pessoas que, de verdade, sofrem com o problema chamado TOC – Transtorno obsessivo compulsivo.
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Luana Guerreiro 02/07/2020

Tartarugas até lá em baixo
Esse livro "bateu" em mim de uma forma diferente... deu um tipo de ressaca literária, mas não do tipo ruim, talvez mais para uma ressaca reflexiva.

Acredito que juntou a nostalgia de ler algo do John Green, que foi um autor que seus livros me fizeram rir e chorar numa fase difícil, até por esse motivo que a resenha demorou um pouquinho... Mas enfim, acho que pelo fato da temática geral ser entorno dos temas de amizade e família, além é claro do T.O.C (transtorno obsessivo-compulsivo) que apesar de não ser algo que eu tenha, consigo me identificar com muitas das situações e sentir a angústia da personagem.

É um livro extremamente tocante, muito rápido, fluído e profundo. Mais um livro do "João Verde" para a minha lista de favoritos.
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Sofi 02/07/2020

Melhor livro que já li do john green
Esse livro me ensinou tanta coisa que acho q terei que comprar um pra grifar.
O John sempre é lembrado só pela escrita voltada pra a área teen, todo mundo ignora toda a situação extra q existe. Esse livro, particularmente, não é voltado pra uma expectativa romântica no centro. Eu li absorvendo cada teoria q Aza explora, percebendo que as vezes precisamos pensar no próximo pra entender a nós mesmos.
Recomendo pra qualquer pessoa, verei as coisas diferentes depois dele.
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