Corte de Asas e Ruína

Corte de Asas e Ruína Sarah J. Maas


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Resenhas - Corte de Asas e Ruína


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Augusto 11/12/2018

RESENHA: Corte de Asas e Ruína
Começamos a obra com Feyre na Corte Primaveril sendo a ?boa moça? que todos esperam que seja, mas que por traz das aparências está em busca de informações e vingança por tudo o que acontecera ? não somente a ela, mas a sua família e amigos no final do livro anterior, em seu primeiro confronto com o Rei Hybern. E aqui neste primeiro momento já percebemos o quanto nossa Feyre amadureceu, ela está mais forte e determinada do que nunca e será capaz de tudo para salvar Prythian e a todos que ama. A batalha contra Hybern é eminente e nossos heróis precisam reunir forças para ao menos ter uma chance contra o temido inimigo, que além de estar com a posse do poderoso Caldeirão ? objeto mágico muito poderoso ? possui um grande e temido exército.

As irmãs de Feyre, Nesta e Elain, têm um papel importante neste desfecho. E esta participação aliada ao desenvolvimento de ambas dentro da narrativa nos traz novas perspectivas sobre suas histórias, personalidades e escolhas; e embora lá no primeiro sentíssemos ódio por elas, agora torcemos para que tenham mais a nos contar, principalmente sabendo dos spin-off que teremos dentro do universo de Prythian e dos ganchos que a autora deixa neste volume para Nesta, Elain, Cassian, Mor e Azriel. Através deles somos mais uma vez surpreendidos e, como de costume, observamos a autora inserir na trama de fantasia temas tabus e atuais.
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Suh 09/12/2018

Só quer Vrau, só quer Vrau, vrau, vrau!
Resumindo com uma bela música....

Essa Feyre assanhadinha
Que só quer vrau, só quer vrau
Só quer vrau, vrau, vrau
Vem pra Prythian ficar doidinha

Rhys - "Então, vem sentando aqui"

(Pode conter spoiler, bem de leve... Se nem vai sentir)

e como diz naquele meme "tacale pau"!
Todos sabem da guerra contra o rei malvadão dono da banheira milenar que depenou a galinha, vulgo Nesta e que está metendo o terror em geral. Por isso vamos para as partes legais... Hi hi hi

O que dizer desse último livro? A dona feyre está só o vocalista do 50-cent, tatuagem pouca é bobagem. Juro que terminei o livro supresa por ela não ter tatuado até o ximbiu.

BABADOOOO, o todo, se acha gostoso, Grão senhor da corte outonal foi CORNO, isso mesmo meu povo, só chifre que voa kkkkk e um teste de paternidade pode ser necessário. Nem vou falar mas o senhor Baron e sua esposa vão estar no programa do Ratinho no próximo domingo!

Lucien tá só nos modão do zé neto e cristiano... Enquanto a Elain, bem, a Elain ta sendo uma mosca morta... Haaa e o azriel ta quase mudando o nome dele para Ricardão ou Paulão ou "gordinho da savero" (quem lembra da Fabíola?) ahahhaahhahaha

Mor... Só cheiro de couro hi hi hi

Cassian e Nesta, querem se pegar porém ambos fazem cu doce, espero que eles não morram de diabete antes do vuco vuco! (Torcemos)

Amren... Curte um "secsu" selvagem nas cabanas da vida ai hi hi hi....

Por fim, vai um monte de gente morrer, vai ter umas surpresas e claro fofocas ao estilo casos de família mas até ai beleza. Eu curtir o livro e ainda shipo cassian e Nesta, gosto que todos odeiem ela...

Vlw
Kelly Martinez 09/12/2018minha estante
As melhores resenhas do Skoob!!! Hahahahaha! Adooooooooro!




Malu 28/11/2018

Se fosse para resumir Corte de Asas e Ruína em uma palavra, eu diria que a mais adequada seria épico. É um livro intenso, com grandes revelações e muita ação, especialmente na primeira e na última parte. Há um clima de tensão que permeia toda a trama e que mantém o leitor preso na leitura, o que me agradou muito.

Os personagens se mostram muito mais maduros e temos uma noção muito maior de tudo que eles estão enfrentando e o que estão dispostos a sacrificar para conter a ameaça de Hybern. Em especial, eu adorei a evolução da Feyre neste volume. Não apenas ela se mostra mais forte e capaz de usar seus poderes, como aparece mais estrategista e equilibrada, controlando melhor suas emoções e agindo com esperteza. Além disso, senti que ela estava mais segura de si nesse livro e com um propósito muito mais claro.

O romance mais uma vez esteve presente na história, mas com um foco menor que nos livros anteriores. Aqui, vemos uma relação muito mais consolidada, pautada realmente na cumplicidade e na parceria, sem que nenhum tente se sobrepor ao outro, o que me agradou muito. Por outro lado, senti que relações de outros personagens ficaram muito abertas e eu queria muito que tivesse um desenvolvimento maior ou, pelo menos, uma sinalização de qual rumo irão seguir.

Com relação à trama, eu achei que a autora equilibrou bem a ação e o romance, soube inserir revelações nas horas certas, e ainda dosar bem os momentos mais tensos com outros mais descontraídos. No entanto, apesar da leitura não ter sido cansativa, não consegui evitar a sensação de que o livro poderia ter sido mais resumido. Há muitas cenas de perseguição e de combates, especialmente na segunda parte do livro, que poderiam ter sido cortadas sem prejuízo para a história.

No entanto, a terceira parte do livro foi de tirar o fôlego. A Sarah soube construir muito bem toda a tensão para o momento da batalha e, quando ela acontece, é simplesmente épico. A Sarah consegue descrever muito bem todos os acontecimentos, permitindo ao leitor visualizar a batalha com muita clareza. É tudo muito intenso e impactante, fazendo com que eu me sentisse dividida entre a surpresa por ver a extensão dos poderes de alguns personagens e o medo do que poderia acontecer com eles.

O final, apesar de deixar muitas questões a serem abordadas nos próximos livros, encerra bem essa primeira parte. Achei que a Sarah foi muito coerente em suas escolhas e na forma como ela deixa os personagens nesse momento. Apesar de não explicar tudo, as principais questões foram bem respondidas e a forma como cada um dos personagens encerra essa etapa foi bastante compreensível.

De um modo geral, Corte de Asas e Ruína foi um livro que atendeu às minhas expectativas e encerrou muito bem esse primeiro arco da série. Apesar não superar o meu amor pelos livros de Trono de Vidro, a série Corte de Espinhos e Rosas conquistou um lugar no meu coração e, certamente, vou querer continuar lendo os próximos livros que a Sarah J. Maas escrever dentro deste universo.

site: http://www.dicasdemalu.com.br/2018/10/resenha-corte-de-asas-e-ruina.html
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Quequel 23/11/2018

Pera, que preciso respirar.
São quase 700 páginas de muita ação, a cada momento crucial, sentimos que as coisas vão se acalmar, mas é mais um engano. Que final de trilogia maravilhoso. Nossa protagonista continua e posso até dizer que se tornou ainda mais F****! Os diálogos continuam um ponto forte, principalmente os entre os protagonistas, que tem um humor tão gostoso de ler. Alias são esses diálogos que nos permite absorver toda a ação que acontece aqui. Meu favorito continua sendo o segundo, mas isso é só um detalhe.
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Jeh Diário dos Livros 09/11/2018

“- Lembre-se de que você é uma loba. E não pode ser enjaulada.”
Feyre está mais do que decidida a se vingar daqueles que resolveram ajudar Hybern nessa guerra e ela começará de baixo, primeiramente na corte primaveril.
Depois de traçar seus planos, Feyre os coloca em ação destruindo de dentro para fora aquelas pessoas que ajudaram a ferir suas irmãs, e depois disso ela volta para seu lar para traçar o plano final: como derrotar Hybern.

"Sabíamos, todos nós sabíamos. Sabíamos que não sairíamos com vida daquele campo de batalha."

Já na corte noturna eles começam a traçar planos e buscar aliados para a futura guerra. E logo ambos percebem que precisaram unir forças com diversas cortes, diversos soldados se quiserem ao menos ter uma chance de vencer, pois Hybern tem o caldeirão e uma vantagem muito grande em cima deles.
Mas o interessante é que Nessa, irmã de Feyre também esconde algo, depois que ela foi colocada no caldeirão algo muito importante aconteceu e isso poderá ser a chave para vencer.

"- Isso pode ser... uma ideia muito ruim.- Ah, certamente é. Mas isso é guerra. Não temos o luxo de ter boas ideias, apenas escolher entre ideias ruins."

E nisso começa uma batalha contra o tempo, para encontrar aliados para guerra, pois as terras humanas estão em risco e a muralha está prestes a ser destruída, mas será que Feyre, Rhys e sua família conseguirão derrotar um inimigo tão forte? Será que o sacrifício valerá apena no final?

“- Apenas você pode decidir o que a destrói, Quebradora da Maldição.”

“- Lembre-se de que você é uma loba. E não pode ser enjaulada.”

Corte de Asas e Ruína é um livro um pouco difícil de resenhar, primeiro para não dar spoilers da história anterior, e segundo porque é um livro tão incrível que as palavras fogem na hora de escrever.
Sarah acertou nessa sequencia e o livro por mais que tenha quase 700 páginas, passa voando em suas mãos pela escrita rica que autora tem.
E tudo começa com uma Feyre que quer vingança pelo que aconteceu com o caldeirão e Hybern no final do livro anterior, ela quer destruir aqueles que traíram ela e sua família, e para isso ela começa sua caçada na corte primaveril. Depois de fingir ser usada por Rhysand, Feyre conquista a confiança de todos mais uma vez e quando menos esperam ela joga as cartas na mesa, mas não pense que isso fez da nossa personagem uma vilã, ou alguém cruel, pelo contrário, nós entendemos Feyre desde o começo e apoiamos suas decisões, pois acima de tudo ela só quer proteger sua família e sua cidade mágica.
Alguns mistérios do livro anterior ressurgem nessa sequencia, como o livro que Feyre roubou de outra corte e que Armen está tentando decifrar, e falando em na personagem, podemos entender um pouco melhor o passado dela e o que ela era antes de cair na terra.
Rhys e sua família são personagens que continuam cativantes, engraçados, com piadas e aquele humor que gostamos tanto, porem nunca deixam de apoiar uns aos outros, de se unirem e lutarem juntos até o fim, e esse tipo de família que eles são é o elo mais forte entre eles ali.
A relação da Feyre e do Rhys é perfeita, eles têm um elo muito forte, além da parceria é claro, Feyre e Rhys se completam e o que eu mais gosto no Rhys é que ele deixa Feyre ser quem ela é, nunca a molda o a proíbe de algo. E Feyre respeita Rhys independente da decisão que ele toma.
O livro tem foco na guerra, no problema enorme que eles precisam impedir e como vão fazer isso sem que muitas vidas sejam perdidas do campo de batalha e por isso talvez a leitura tenha sido mais lenta que os dois livros anteriores, pois mais da metade do livro é só métodos e estratégias para quando a guerra surgisse.
Nesse meio tempo vamos entendendo melhor o que aconteceu com as irmãs da Feyre depois do que houve com o caldeirão, vamos vendo qual preço elas pagaram por aquilo e o que receberam.
Gostei da forma que autora abordou a história do Lucien com a Elain, apesar dela deixar uma ponta solta sobre os dois, ficamos sem saber que lado Elain seguirá no final, já que não tem só Lucien próximo a ela.
Falando em Lucien gostei muito da forma no qual ele seguiu, sempre sendo leal as causas importantes, mesmo que tenha que fazer sacrifícios, perder amigos e isso fez ele um personagem que evoluiu durante os três livros, pois teve um momento no qual ele teve que decidir o que fazer ou a quem seguir e ele resolveu seguir o que achava que era certo.
Tamlin aparece pouquíssimo nesse terceiro livro, se no segundo ele não aparece tanto, nesse muito menos. É um personagem complicado de se expressar, mas digo que você sentirá um misto de emoções com ele, e ficará duvidosa se ele é realmente o que pensava ser no primeiro livro. Espero que nos próximos livros a autora explore mais um pouco dele.
Mor teve uma aparição melhor nesse livro, e por fim seus segredos desvendados, confesso que não fiquei tão surpresa com o caminho que ela seguiu e também espero que ela apareça mais nas próximas histórias.
Cassian e Azriel continuam os mesmos personagens de antes, leais, fortes e destemidos, podemos ver uma melhor interação de Cassian e seu tão famoso titulo de general no campo de batalha e Azriel não fica para trás, o encantador de sombras se mostra um personagem muito leal e forte.
A diagramação do livro está impecável, assim como a capa que me agradou bastante, apesar de que a do exterior é linda também.
Posso dizer que Corte de Asas Ruína foi uma ótima finalização do ponto de vista da Feyre e que estou ansiosa para os próximos livros no qual terão outros personagens como foco principal, estou ansiosa também para fechar algumas pontas soltas que a autora deixou no fim desse livro.
No geral se você gosta de livros arrebatadores, que fazem você ficar vidrado na história, essa trilogia merece ser lida, pois, a escrita da autora é excelente.


site: http://diarioelivros.blogspot.com/2018/06/resenha-corte-de-asas-e-ruina.html
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Denise.Pereira 06/11/2018

Conclusão de uma história épica
O livro foi muito bem escrito e há várias cenas de ação e batalhas. O final é lindo e estou apaixonada pela família da Feyre e do Rhys.
Estou ansiosa pelos filmes que farão da trilogia. Tomara que seja bem feito!
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Leh 04/11/2018

Único
Feyre finalmente enfrentando tudo o que ela é.
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Milly1234 02/11/2018

Meu Deus que livro gostosooo de ler, devorei metade dele em uma manhã e tarde, sem conseguir parar! MUITO BOM o livro, mas nenhum supera Corte de Névoa e Fúria!??????????
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Luise.Carvalho 31/10/2018

Pra mim esse foi o melhor livro da triologia. Me envolvi mto rápido com esse livro. É mtoooo maravilhoso. Leiam!
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Thaynara Carolina 30/10/2018

O livro que encerra a série com elegância
No terceiro livro da série, Feyre não é apenas uma garota determinada e furiosa, ela se torna a versão feminina de Rhysand: inteligente, perspicaz, forte e líder.
Apesar de ser o livro que demorou mais para se desenvolver, a autora não deixou que o livro ficasse chato, pelo contrário, antes de toda a guerra e ação começar, conhecer todos os grão-senhores foi a parte mais divertida da história e posso dizer que o meu segundo grão-senhor favorito é o Helion da Corte Diurna, porque o primeiro é o Rhysand.
Nesse livro, há muitas revelações importantíssimas, muita ação, muito romance e termina com algumas coisas pendentes que provavelmente serão esclarecidas no próximo livro que tem previsão de lançamento no Brasil para ainda este ano, mas que será uma espécie de Spin-off ou um bônus.
A trilogia Corte de Espinhos e Rosas foi até o momento a minha melhor leitura de 2018, por atender todas as minhas expectativas com os personagens, me surpreender com o enredo e me envolver com o universo criado pela autora. É mais do que uma recomendação, é uma intimação pra leitura.
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Rafa 30/10/2018

Juntos somos mais fortes
Corte de Asas e ruína, começa com Feyre muito longe de seu verdadeiro lar. Atada pelo tratado de Tamlin e o rei de Hybern, ela agora é prisioneira na Corte Primaveril. Contudo, não a vemos lamentando pelos cantos da casa, vemos uma Feyre dissimulada, jogando os jogos do poder, colocando servos contra seu Grão-Senhor, iludindo Tamlin com histórias de terror sobre o que Rhys fez com ela, se aproximando de Lucien de forma desejosa afim de instalar desconfiança entre a amizade do Grão-Senhor e seu fiel amigo.

É claro que isso dura pouco, e a ruína na Corte Primaveral começa a ruir.

As coisas não andam bem em nenhum dos lados da muralha, assim como o medo do que está por vir e das reais intenções de Hybern, tudo é precioso, imaculado e se tem pouco tempo.

As primeiras 200 páginas são mais tranquilas, com esse esquema de Feyre, sem que ninguém saiba que ela não só é a parceira de Rhys, mas também a Grã-Senhora da Corte.

Depois alguns acontecimentos, vemos antigos rivais tendo se unir afim de enfrentar o exercito de Hybern, alianças se formando, favores sendo cobrados e uma infinidade de coisas assim, para garantir uma melhor chance na guerra tão eminente.

Mas, Sarah J. Maas perdeu a linha em muitas coisas, várias pontas ficaram soltas e outras amarradas com coisas mirabolantes demais. Muitos personagens me conquistaram, Helion, Kallias, Viviane...outros me intrigaram Lucien, Eris, Vassa, mas outros só confirmaram o quanto são desnecessários e chatos para caramba: Nestha, Beron.

Devo acrescentar que vi um corre-corre a atrás do próprio rabo de muitos personagens, Feyre e Rhys principalmente, outras coisas importantes deixadas de lado, que mais pareceram aguardar um novo livro para serem definidas. Infelizmente foi bem massante até a página 400, onde eles só se reuniam para discutir...e nenhum medida era tomada.

Elain se tornou uma personagem forte, mas super estimada à todos, já Nestha não sei como foi possível, ser mais detestável.

Senti que a autora começou com receio de tomar medidas drásticas, de assustar o leitor e por isso tornou ilusório o final, que foi muito corrido e aberto. Convenhamos em uma guerra ambos os lados perdem, mas ela ajustou o final da história aquilo que os fãs esperavam, final feliz.

Fiquei um pouco decepcionada com certas atitudes e um plot desnecessário. Acho que haviam personagens demais, coisas demais que ela queria inserir e acabou ficando um livro mais água-com-açúcar. Esperava muito, muito mais de um final, daqueles que nos fazem chorar, sentir saudade, querer já reler...mas não foi isso que aconteceu.

Fechei o livro com um - Ah, tá certo, acabou.

Em outros pontos, tive certas surpresas como revelações de Lucien, Tamlin, o pai de Feyre, Mor e isso foi empolgante, mas não ao ponto de salvar toda a história.

Não sei posso dizer recomendo para quem quer saber o final, pois ele é muito óbvio, sem surpresas.

Faltou ação, faltou Feyre ser grandiosa/rainha, faltou Rhys mostrar seu poder, faltou os Grão-senhores das Cortes serem incríveis destemidos, faltou emoção, perder as palavras, faltou a sensação de "quero ler, mas não quero que acabe", faltou sentir que parei de respirar nas cenas, faltou um pqp de plots, faltou...

O livro não é ruim, é bom sim, mas podia ter sido FODÁSTICO!
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Chris 25/10/2018

“- Apenas você pode decidir o que a destrói, Quebradora da Maldição.”
“– A grande alegria e honra de minha vida foi conhecê-los. Chamar vocês de minha família. E sou grato, mais do que posso expressar, por ter recebido esse tempo com vocês. ”

E cheguei ao fim do 3 livro da Corte de Espinhos e Rosas.... Em “Corte de Asas e Ruína” a guerra se aproxima, e Prythian, não tem muitas esperanças de não sair dela arrasada. No terceiro livro a estória se inicia meio arrastada e com isso você acaba não se preparando para o que vem a seguir, e meus amigos eu estou falando de um mar de acontecimentos que te deixa sem folego em vários momentos. Não há como falar do enredo de Corte de Asas e Ruína sem trazer spoilers dos livros anteriores mas posso te garantir que as coisas aqui ficam tensas, com muita ação e muitas revelações emocionantes. Só posso dizer que já estou louca para ler o próximo que esse eu terminei literalmente pirando com tudo que aconteceu que essa saga já está nas minhas favoritas sem duvidas Sarah J. Maas acaba de ganhar uma fã de carteirinha, o que me conquistou nela é a narrativa da estória, ela consegue transmitir as emoções dos personagens com uma maestria que poucos possui, a estória deslancha e é impossível você não se prender a ela, e se se entregar e sentir juntos essas emoções.
PS. Para o discurso antes guerra de Rhys foi um dos pontos altos de emoção desse livro...
Super recomendoooo
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