Corte de Asas e Ruína

Corte de Asas e Ruína Sarah J. Maas


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Resenhas - Corte de Asas e Ruína


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Hemilly 16/10/2018

Uma finalização dgna de ser lembrada!
Já deixei bemmmm claro nas minhas duas últimas resenhas falando sobre a série Corte de Espinhos e Rosas que estava amando a série. Eu confesso que de longe, o segundo livro da trilogia Corte de Névoa e Fúria foi o meu preferido. Eu tenho que avisar que se infelizmente você ainda não conhece a série, essa resenha pode acabar contando coisas que vão deixar pessoas anti-spoilers boladas comigo. Mas se você não liga, seja bem vindo!

Esse livro como o segundo também é dividido em três partes, marcando cada importante decisão tomada pela Ferye, e eu particularmente gosto muito disso. Uma coisa super bacana que a Galera Record trouxe para esse livro, não reparei em nenhum outro ainda é o fato dele ele ter uma classificação indicativa, que aliás é para 16 anos! 

Além de as capas serem lindas, né?  Eu sou fã de carteirinha de tudo o que a Sarah J. Maas escreve, mas se você é fã de fantasia esse é um prato cheio. 

"- Nós, Rhys, Cass e eu, de vez em quando nos lembramos de que o que achamos ser nossa maior fraqueza pode ser, às vezes, nossa maior força."

No começo do livro podemos observar Ferye de volta para a Corte Outonal agindo como se todo o tempo que passou na Corte Noturna não passasse de uma grande  manipulação, ela aprendeu a usar alguns de seus poderes e os usa para esconder seu laço de parceria com Rhys, seu verdadeiro amor. Ela está determinada a destruir seu antigo noivo e sua corte de dentro para fora, além de descobrir coisas que seriam muito úteis para a guerra eminente que estava por vir. 

"- A muralha se foi. Destruída. Ao longo de Prythian e no continente. - Ele falou de novo, como se tentasse se convencer: - Nos atrasamos, fomos muito lentos."

Nesse processo ela acaba ficando mais próxima de Lucien, que ao final do último livro descobriu ser o parceiro da irmã de Ferye, Elain, E por falar nas irmãs dela, ambas acabam sendo transformadas pelo cruel Rei Hybern e agora estão seguras na Corte Noturna juntamente com Rhys. 

Após executar seu plano e voltar para seu parceiro, Ferye Grã-Senhora da Corte Noturna e sua nova família se preparam para a guerra, para tentar derrubar o Rei e seu exercito que aparentemente é tão grande que eles sequer podem imaginar. Então, Ferye, Mor, Cassian, Rhys, Armen, Nestha e Elain se dividem e tentam buscar aliados para que quando a guerra finalmente os alcançar, eles possam sequer ter uma chance.  

"- Sou grato -  disse Rhys depois de um tempo, conforme o acampamento sobre nós se agitava com a luz que aumentava. - Por ter você ao meu lado. Não sei se algum dia lhe disse isso, o quanto sou grato por tê-la comigo."

Nesse livro nós temos várias mortes, e uma delas foi muito inesperada para mim, esse personagem foi muito importante em momentos específicos e acabei sofrendo junto com  Ferye quando ele parte para um lugar melhor.

Muitos personagens mudam de lado, tanto do bem para o mal quando ao contrário e eu particularmente gosto muito disso na narrativa, e fora  alguns seres como o Rei Hybern, eu só espero que todos possam de alguma forma ter o seu final feliz. 

Eu me orgulho muito da Ferye, ela é uma personagem muito forte e lutou para manter seguro seu lar e sua família, Tudo aquilo que ela amava, a autora vem nos trazendo uma mensagem extremamente importante, de que apesar de todas as nossas fraqueza e medos, nós temos que seguir a diante. Sempre haverá uma coisa na qual poderemos nos segurar e acreditar que no fim tudo dará certo. Nós somos fortes e guerreiras, e podemos chegar onde quisermos. 

A série aborda temas muito relevantes como relacionamentos abusivos, sexualidade e também nos mostra que família não é somente de sangue, e sim quem realmente se importa conosco, e com certeza levarei tudo isso para a minha vida.

É isso, espero que tenham gostado!

site: https://pastelescritor.blogspot.com/2018/10/corte-de-asas-e-ruina-resenha-pastel.html
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Julia.Vidal 26/09/2018

Livro maravilhoso, mesmo que no início tenha sido um pouco arrastado o final super compensa, com mortes que eu realmente me emocionei de alguma forma e com personagens que mesmo eu nem percebendo foram me ganhando pouco a pouco ao decorrer da estória, um meio bem estruturado que nos deixa curiosos e logo o final muito bem trabalhado e que nos faz ficar de coração apertado, um livro que me ensinou muito sobre o amor e que as vezes vamos precisar abrir mão de muitas coisas e isso não é o fim do mundo, Sarah é uma ótima autora e sua criatividade e mensagens por trás da escrita, devem ser valorizadas, um livro que fez com que eu pensasse bastante sobre diversos aspectos da minha vida ??
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Fantástica Ficção 24/09/2018

Resenha do Blog Fantástica Ficção
Corte de Asas e Ruína é o desfecho de uma história e um prelúdio para as outras que virão. Existe guerra, existe amor, existe dor. O anseio pelo que está por vir é só a ponta do iceberg para o verdadeiro caos de emoções que é sua história. E Sarah J Maas mostra porque é um das autoras mais amadas da atualidade.

“Eu teria esperado quinhentos anos mais por você. Mil anos. E, se esse foi todo o tempo que nos foi permitido… a espera valeu a pena.”

O que me faz gostar dos livros de Sarah J. Maas é a narrativa carregada de sentimentos. Certas vezes, fico impressionada com sua capacidade de nos fazer sentir como parte do seu mundo por conta das descrições e do modo com o qual os sentimentos são postos. Muito embora neste livro tenha percebido uma leve procrastinação da autora, ainda sim a escrita foi esplêndida para me manter viva na leitura. Foram dois dias intensos, e eu me lembro perfeitamente — mesmo depois de meses de ter lido — da necessidade que sempre precisar de mais da obra. Dormir, foi um martírio pois minha mente voltava aos acontecimentos e as surpresas que estavam por vir.

– A grande alegria e honra de minha vida foi conhecê-los. Chamar vocês de minha família. E sou grato, mais do que posso expressar, por ter recebido esse tempo com vocês.

Dentro da escrita, uma das minhas partes favoritas é o fato de Sarah usar o constante intertexto em suas páginas. A autora consegue trilhar caminhos diferentes para histórias que já conhecemos. Nas costas do livro, e como uma arma utilizada por Feyre contra o rei de Hybern, o espelho de Ourobouro é o nome dado ao mesmo objeto na Branca de Neve (espelho, espelho meu…) que ganha um novo sentido na narrativa. Outro é a história da rainha Vassa que sofreu uma maldição que a transforma em um mulher durante e um pássaro de fogo durante a noite, relembrando outra história famosa eternizada pela Disney. Isso, pode parecer estranho, mas ajuda na hora da construção do sentido do texto que não foi explicado. E claro me faz soltar uns Ahs! de administração para a criatividade da autora.

Além disso, podemos encontrar no texto um crescimento gradual da narrativa com o resgate das pequenas coisas. Os minúsculos fatos costumam ser perdidos em séries muito grandes pois novos acontecimentos são inseridos à todo momento. Quando o resgate acontece, soa genial pelo sentido que toda leitura valeu a pena. Tudo faz sentido e todas as peças são encaixadas. A série de Maas, principalmente este último livro é uma prova de que tais resgastes são essenciais as obras, pois ao mesmo tempo que Sarah expõe um novo acontecimento ela o liga à um do passado conectando a história e todas as outras que vieram póstumas a ela.

“Sempre considerei a morte como um tipo de boas-vindas pacífico; uma cantiga doce e triste que me atrairia para o que quer que esperasse depois.”

Mas como nem tudo nesse livro foram flores, tenho que admitir que um dos meus pontos favoritos, também e controversamente, foi um dos seus pecados. A narrativa de Sarah muitas vezes perdeu o tino pela inserção de momentos que não eram exatamente necessários à história. O principal é quantidade alucinante de cenas de sexo. Acredito que já tenha comentado que romance em fantasias não é meu foco pela perda de história para adição de tal prerrogativa. Mesmo gostando de Feysand, em Corte de Asas e Ruína a perda não é diferente mas no sentido de tempo. Considerando que estamos falando de guerra, uma tensão surgida após a firmação do romance entre Feyre e Rhysand no livro anterior, as cenas de sexo me pareceram forçadas no contexto da história pela falta de necessidade. Exceto quando Feyre retorna para casa, a continuidade de cenas do tipo foi enjoativa e olha que eu amo (ou amava) o casal Feysand. Mas aqui não acredito que cabia. Tanto, que se retirarmos as cenas de sexo o livro diminuiria pelo menos umas cem páginas e tornaria a leitura mais fluída e sagaz.

“Eu teria esperado quinhentos anos mais por você. Mil anos. E, se esse foi todo o tempo que nos foi permitido… a espera valeu a pena.”

Outras cem seriam facilmente cortadas se não fosse a adição de outra coisa supérflua a narrativa de Feyre aprendendo a voar. Mas Jessica, isso não é interessante? Claro que é, contanto que tenha papel na ativo no enredo, pois do contrário, torna-se apenas uma informação à mais como um tipo de aposto: esta lá, mas não era necessário. Pois eu não me lembro — se tiver por favor me diga nos comentários — dessa situação de vôo aparecer em batalha ou de algum modo pertinente ao enredo. Se não considerarmos a história que Azriel conta a Feyre em uma de suas aulas (que cá entre nós, poderia sim ter sido feito em outra situação) estas foram encheção de linguiça. Mas, talvez eu só seja antipática mesmo.

“Se Rhysand era a Noite Triunfante, eu era a estrela que só brilhava graças a sua escuridão, a luz apenas visível por sua causa.”

Retornando aos pontos positivos, o romance de Feysand atingiu um bom nível de cumplicidade nessa obra, mas e é separadamente que Rhysand e Feyre ganham meu coração. Muito embora não costume gostar de personagens perfeitos, Rhysand é um macho que gostaria de ter em minha vida como amigo. Inteligente e justo, Rhys é um retrato do heroico de quando o amor é existe ele pode se manifestar de vários modos. Já Feyre terminar sua jornada para abraçar o poder que conquistou nas obras anteriores. É fantástico perceber como Feyre cresceu. Se em ACOTAR Feyre era uma garota assustada e em ACOMAF um projeto de Girl Power, em ACOMAF Feyre encontra sua verdadeira força ao se tornar uma mulher poderosa. Sua construção foi feita tijolo por tijolo e esse é o principal crédito da trilogia como um todo. Em tempo onde as Girls Powers nascem da arrogância e da síndrome estou-certa-e-você-errado, ver uma força sendo construída e não jogada é sensacional.

– Apenas você pode decidir o que a destrói, Quebradora da Maldição

E igualmente a construção de Feyre e Rhysand, os outros personagens foram dignamente tomados. Morrigan e Azriel não enchem meus olhos, mas assim como o que é referente a Lucien possuo certa expectativa do que suas amarguradas histórias ainda podem revelar. Elain… Bom, o que dizer de Elain? Bom… Sendo absolutamente sincera acho-a um tanto sonsa, mas não tenho sentimentos negativos ou positivos com ela. A verdade é que se olharmos para as irmãs de Feyre quando as duas se recusaram a ajudar a irmã, Nestha por ser mais grossa recebe os créditos da ruindade. Mas Elain faz a mesma coisa mas é relevada por sua doçura, o que ao meu ver, e como se ela se fizesse de sonsa (cadê o emoji levantando os braços quando a gente precisa.)

“Se Elain era uma flor naquele acampamento de guerra, então Nestha… ela era uma espada recém-forjada, esperando para tirar sangue.”

E por falar em Nestha, como não amar Nestha e tudo que essa personagem pode trazer? A minha protagonista — percebam o nível do meu amor — é tudo que eu espero e mais um pouco sempre me surpreendendo. Nesse livro, esta ainda mais impressionante audaciosa. Marcada pelo caldeirão e com uma família quebrada mais refeita, Nestha provoca sem revelar muito sobre si. Sua esfera de poder é ao mesmo tempo a cruz que carrega. E mesmo que não possa dizer que não a entenda, ainda sim posso falar que absolvi o seu ódio como meu. Nestha é fogo, ódio e dor. É ressentimento, amor e medo. É tudo é não é nada. E cada vez que a leio, me encontro capaz de chorar pela sua complexidade. Eu preciso de mais de Nestha Archeron, de todas as maneiras que Maas puder me dar.

“Cassian estava avaliando Nesta, um brilho em seus olhos que eu só podia interpretar como um guerreiro encontrando-se diante de um novo e interessante oponente.”

Por tudo isto, posso dizer que Corte de Asas e Ruínas é um marco na minha vida. Em breve serão lançados spin-offs para completar os arcos de cada personagem. Claro que o livro de Nestha e Cassian é o mais aguardado para mim, mas espero gostar de todos os volumes que estão por vir. Sarah J. Maas é uma das melhores escritoras de seu tempo, e espero ansiosamente por mais e mais dela.

site: https://fanficcao.wordpress.com/2018/09/19/resenha-corte-de-asas-e-ruina-sarah-j-maas-livro-03/
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Carol Ribeiro 18/09/2018

Impactante
Cara, que final...
Como diz uma amiga, estou completamente impactada!
Tudo que eu reclamei nos livros anteriores (o arrastamento, a enrolação, a morosidade) foi compensado nesse volume.
Parece até que foi escrito por outra pessoa, de tão bom.
É mais movimentado, cheio de intrigas, de suspense, de descobertas e muita emoção.
Ao final, me peguei chorando e com a garganta completamente entalada.
Queria gritar, queria ler mais rápido, queria devorar os últimos capítulos.
Agradeço às amigas que não me deixaram desistir antes de terminar, que me empurraram todas as vezes que eu queria largar e achava chato, monótono e arrastado (e isso aconteceu muitas vezes nos livros anteriores).
O livro tem acontecimentos do começo ao fim, não tem aquelas partes chatas com acontecimentos fúteis e inúteis (como acontece em algumas partes dos livros anteriores).
Esse livro, com certeza, é o motivo pelo qual tantas pessoas se apaixonam pela série.
Já quero ler o próximo, já sinto saudades dessa família!!!
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JR 16/09/2018

SIMPLIAMENTE AMEI !!!!!!
TERMINEI.


Ontem dia 15 de setembro de 2018 termine a tao amada trilogia CORTE DE ESPINHOS E ROSAS.
Num histórico anterior eu falei "medo de me desepisionar no final espero que não", postei essa frase por impulso e por não pensar, pois oque eu vil neste final foi uma coisa surpreendentemente maravilhosa.
A história de CORTE DE ESPINHOS E ROSAS e maravilhosa, desde o início no primeiro livro (corte de espinhos e rosas), até o fim em Corte de asas e ruína, cada momento cada situação cada mensagem que feyre recebeu, sérvio para o grande desfecho desta trilogia (desta amada história por milhares de pessoas). Todos os finais de cada livro (dos dois primeiros principalmente) foi importante para o fechamento em corte de asas e ruína. SIMPLOSMENTE MAGUINIFICO.

Corte de espinhos e rosas deichou/vai deichar vc curioso é ansioso. (Não sei muito falar sobre Corte se espinhos e rosas).

Corte de névoa e fúria deichou/vai deichar vc impactado, vervoroso e com raiva.

Corte de asas e ruína fez/vai fazer vc ver que nem senpre o que parece ser o vilão e o vilão, "e de que o que achamos ser nossa maior frequeza pode ser, às vezes, nossa maior força." , " E que a pessoa mais improvável pode mudar o curso da história.".
E fez/vai fazer vc chorar muito, e ver o verdadeiro poder da amizade e da família. E ver que na sua vida ou em muitas vidas sempre existirao ou existira pessoas que se sacrificarao por vc.

O TANLIM NÃO É MAIS ODIADO POR MINHA PESSOA, ELE SE MOSTROU UMA PESSOA BOA MESMO COM SEUS DEFEITOS.
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Rafa 11/09/2018

Depois da Obra-Prima criada pela musa da literatura fantástica moderna, Sarah Maas, eu esperava um pouco mais deste livro que encerra a grande guerra de Prythiam contra Hybern. Apesar de ter concluído de forma satisfatória com algumas pontas sem arrematar, Maas me surpreendeu com esta série por não tê-la tornada uma odisséia como fez com Trono de Vidro. Aparentemente os demais livros serão uma novela à parte da série, introduzindo uma nova história, acredito que com os mesmos personagens.
Os personagens desta série são EXTREMAMENTE carismáticos e é impossível não se apaixonar por cada um deles, até mesmo Tamlin me surpreendeu bastante no final. As irmãs de Feyre tiveram um papel crucial e importante no desfecho da guerra e foram muito bem desenvolvidas com personalidades marcantes ao longo da história, nisso, não fiquei decepcionada. Alguns outros personagens poderia ter sido mais bem desenvolvidos neste desfecho, mas por hora, me dou como satisfeita com a esperança de que Mass crie algo melhor para eles.
Com relação a história, acho que a primeira parte do livro poderia ter se estendido um pouco mais, alguns fatos foram ao meu ver, foram desnecessários (a não ser que Maas tenha planos para eles) e algumas partes foram muito prolongadas e arrastadas. O final, embora tenha me agradado, poderia ter sido mais elaborado (poxa, ela enrolou tanto em algumas partes e pecou um pouco no final), Lucien poderia ter participado mais ativamente na guerra… Enfim, são muitos e muitos pontos que poderia comentar mas acho que o essencial está aqui.
Recomendo demais essa série para quem gosta muito de fantasia e romance, Maas está trazendo para suas histórias questões sociais misturadas com fantasia, bem estilo Marion Zimmer que eu AMO de paixão, sua escrita e personagens são carismáticos e embora deixe a desejar em alguns aspectos, só tenho elogios à ela que sem dúvidas, será um dos grandes nomes da literatura moderna. Obrigada Maas, por fazer meus dias mais felizes.
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Nayara 09/09/2018

A Corte da Enrolação. Um desfecho sem final propriamente dito, mas a leitura compensa.
Nesse terceiro livro temos Feyre na Corte Primaveril, pistola com o que aconteceu em Hybern e disposta a ser uma espiã nesse meio, para lutar contra a ameaça de Hybern, e principalmente conseguir sua vingança. Decidiu destruir a Corte Primaveril por dentro, plantar a dúvida, manipular, o famoso dividir para conquistar. Deu certo? Em partes sim. Eu esperava um jogo de manipulações muito maior, e que Feyre ficasse mais tempo lá fingindo.

A partir daí a história fica recheada de acontecimentos, recheada mesmo, mal acaba uma situação, já vem outra tomar seu lugar, situações em torno da guerra contra Hybern que está para acontecer (e acontece), sobre a Muralha, os humanos... Em partes entendo as motivações de Hybern para esta guerra, mas poxa, eles tiveram 500 anos para se reconstruir, mudar a política, se adaptar ao novo mundo após o Tratado... isso só mostra que a sociedade hyberniana estagnou após a libertação dos humanos e que ela era muito dependentes deles, dos seres que consideram fracos e descartáveis. Com todos os poderes e magias que os feéricos têm, poderiam ter construído rotas de comércio e melhorado a vida de todos lá, mas a arrogância foi maior. E outra, qual o nome do rei de Hybern? Ele era só uma figura a temer?

A Corte dos Sonhos é bem explorada, vemos mais os sentimentos e as relações de Mor, Azriel, Amren e Cassian. Temos a presença muito forte de Nestha e Elain, agora feéricas e com habilidades importantes relacionadas ao Caldeirão, e as relações delas com a Corte dos Sonhos e com Feyre. E há os outros Grão-Senhores, que após o esforço de Feyre e Rhys, discussões e intrigas, de modo geral, acabam se unindo contra Hybern.

Sobre o romance de Feyre e Rhys, nada novo sob o sol, continuam o match incrivelmente perfeito, e muitos momentos de romance, paixão e compreensão entre os dois. Noite Triunfante e Eternidade de Estrelas.

Novamente nesse livro, houve muitas explicações em sequência, acontecimentos que trazem mudanças significativas, jogados rapidamente, histórias contadas pela metade, e às vezes o que era importante, como por exemplo uma cena na qual Feyre se vê por dentro, contada de forma superficial, sendo que mostrar isso seria muito importante para o desenvolvimento da personagem e da história. E cenas com descrições desnecessárias e enrolações, que acrescentam pouco à trama.

Já esperava um final feliz, com personagens quebrados que precisam superar algo, superar uma perda e o horror da guerra. Uma das cenas da batalha foi algo muito bem pensado e inesperado, que deu visibilidade a Elain de outra forma, não somente a pessoa amável que foi pintada em toda a trilogia. Entretanto houve muita informação para caminhar ao final, pontos que não precisavam aparecer, como se a autora quisesse dar um certo drama, mas era bem óbvio que as coisas se acertariam no final, não achei isso muito benéfico, ficou um pouco cansativo e me fez esquecer algumas cenas que aconteceram ao decorrer da história. Mas a leitura vale a pena.

Enfim, foram deixados pontos em aberto com relação a Prythian, as irmãs de Feyre, Lucien, entre outros, que talvez sejam explorados nos spin-offs.

JR 16/09/2018minha estante
Sim só uma figura a temer kkkk. Mas não quero saber o nome dele.
E acho que nem todo mund ficou querendo saber o nome dele ou talvez na própria história o rei numcá declarou seu nome.


JR 16/09/2018minha estante
Mas creio que tudo se esclareser nos próximos livros.
Mais achei uma boa leitura.


Rafa 17/09/2018minha estante
Compartilho totalmente da sua opinião. Depois de Corte de Névoa e Fúria, esperava mais do desfecho da trilogia, mas ainda assim, reconheço muito a qualidade da escrita e construção dos personagens da Sarah! Eu esperava bem mais do inferno da Feyre na Corte Primaveril


JR 17/09/2018minha estante
Acho que a sarah não quis prolonga as coisa na Primaveril.


Nayara 18/09/2018minha estante
Sim, pelo jeito ela tinha outros planos para a história, mas do jeito que o segundo livro acabou, minhas expectativas eram altas de que acontecesse um jogo de espião e manipulações na Corte Primaveril. E sobre o rei, queria saber mais sobre ele tbm :/
Colocando na balança os prós e contras, o saldo de Corte de Asas e ruínas foi positivo pra mim, me envolvi bastante com a história.




Clarice | @corteliterariadosonhos 09/09/2018

MEU LIVROOOOOOOOOO EVER.
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Abby 06/09/2018

Corte de Asas e Ruína marca o final da primeira trilogia de ACOTAR, e não poderia ter ficado mais animada com esse livro.

O final de Corte de Névoa e Fúria nos deixa... furiosos (desculpa a péssima piada). Começamos o livro com apenas uma leve raiva de Tamlin pelo que ele fazia com Feyre, mas o final dele... nos deixou com ódio puro e genuíno do Grão-Senhor da Corte Primaveril. Ele traiu a todos apenas por um "amor" que já não existe mais. Como consequência, Feyre foi obrigada a assistir suas irmãs, Nestha e Elain, serem transformadas em feéricas pelo Caldeirão. E digo a vocês, não foi uma cena fácil de se ler. A angústia e a dor que Feyre estava sentindo foi tamanha que foi difícil terminar a leitura com calma.
Mas Feyre foi rápida no gatilho e teve uma ideia brilhante. Se entregando a Tamlin, ela libertou Rhysand e seus amigos de Hybern e retornou a Corte Primaveril. Só que o que eles não sabem, é que Feyre casou-se com Rhysand, seu parceiro, e se tornou a primeira Grã-Senhora da Corte Noturna. Como espiã, Feyre agora está obtendo informações sobre o exército de Hybern, a quem Tamlin fez um acordo.

Esses momento dela na Corte Primaveril, confesso que são meio monótomos. Apenas quando uma das armações de Feyre acontecia, é que realmente sentia algo crescendo ali. Ianthe, como eu suspeitava, é uma vaca (perdão o linguajar). Usou da confiança de Feyre para depois traí-la em prol de um bem maior. E deixo aqui a minha mais pura alegria com o final que a personagem teve. Sério, vocês vão pegar tanto ódio dela que sua cena final vocês vão aplaudir com os pés.

A guerra se aproxima, e Rhysand precisa reunir as Cortes a fim de tentar vencer Hybern, que pretende derrubar a muralha que separa os humanos dos feéricos e dizimar toda e qualquer espécie que se ponha em seu caminho. Não é uma tarefa fácil, pois todos enxergam Rhysand como ex-amante de Amarantha, que deixou todos sofrendo em Sob a Montanha, e que não se importa com nada além dele próprio (mas nós já sabemos que nada disso é verdade).


Este livro nos traz grandes emoções. Uma guerra de proporções épicas e poderes incríveis. Pessoas morrerão e vocês se verão chorando mortes que nem imaginavam que poderiam sentir algo por tal personagem. Sarah não perdeu a mão em nenhuma palavra e a finalização da história é digna de contos de fadas.
Minha única tristeza é que este final deixa bem claro que o que quer que tinha pra se contar a respeito de Feyre e Rhys, já foi contado. Sua história foi finalizada. Mas, para alegrar os corações, Sarah já confirmou que ACOTAR continuará, porém com outros protagonistas. Chuto aqui as irmãs de Feyre: Nestha e Elain. Elas tiveram suas histórias feéricas iniciadas neste volume, mas o livro terminou com muitas pontas soltas a respeito delas, e é claro que Sarah não vai deixar que fique desta forma. Como Nestha irá reagir com Cassian de agora em diante? Elain ficará com seu parceiro, ou entregará seu coração a outro feérico?

Fico muito contente por ter conhecido essa história, e estou muito triste em dizer adeus (mesmo que seja breve). Feyre nos ensinou a sempre lutar, a ser forte, a não ter medo do que encontramos dentro de nós. E acima de tudo, nos ensinou que o amor tudo pode, tudo suporta.

site: http://linhastortasb.blogspot.com/2018/07/resenha-acotar-3-corte-de-asas-e-ruinas.html
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Raquel.Lima 04/09/2018

Em meio à guerra, é seu coração que enfrentará a mais árdua das batalhas...
Depois de se vender para o Rei de Hybern, Tamlin colocou sua cabeça a prêmio e Feyre está disposta a arrancá-la.
A Grã–Senhora da Corte Noturna está de volta a Corte Primaveril em um perigoso jogo de intrigas e mentiras. Decidida a destruir a Corte de Tamlin de dentro para fora, ela esconde seu laço de parceria com Rhys e passa a jogar um jogo duplo. Enquanto finge ter sido ludibriada pelo Grão Senhor da Corte Noturna, Feyre tenta se aproximar de Tamlin para saber as estratégias do Rei de Hybern e ao mesmo tempo arruinar sua reputação perante a Corte Primaveril.

Ao descobrir os planos do Rei de Hybern, Feyre tenta atrasá-los, enquanto novas estratégias são traçadas pela Corte Noturna para tentar impedir essa guerra que promete aniquilar tanto humanos, quanto feéricos.

Em Corte de Asas e Ruínas podemos ver o quanto Feyre amadureceu e como se tornou uma Grã Senhora à altura de seu Grão-Senhor e de sua Corte Noturna.
Rhys com todo seu poder e glória se mostra um verdadeiro altruísta. Mesmo com todos seus traumas e suas cicatrizes, não deixou de lutar pelo bem de todos e principalmente de sua família. É lindo ver como ele trata a Feyre como sua igual e é mais lindo ainda ver que o sentimento deles está cada vez mais intenso e mesmo diante de todas as barreiras, eles permanecem juntos, confiando e apoiando um ao outro.

O último livro dessa trilogia é de tirar o fôlego. Todos os personagens foram bem construídos. Se eu for descrever cada um deles, essa resenha vai ficar enorme.
Mas posso dizer que todos são sensacionais. Até aqueles personagens “insuportáveis” conseguiram me arrancar suspiros em algum momento.

Eu simplesmente amei cada detalhe e para quem é fascinado em fantasia, assim como eu, recomendo muito. Até para quem não é eu recomendo também.
Não canso de falar que essa trilogia é a minha preferida e que morro de amores por ela.

"Você e esta cidade ajudaram a me despertar, a me trazer de volta à vida. Lutarei com tudo o que tenho também Rhys. Tudo." (Feyre)

Como não amar?



Para mais resenhas, sigam @destaqueliterario no instagram
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Karime.Souza 01/09/2018

Trilogia maravilhosa!
Estou absolutamente encantada por essa trilogia. Que estória fantástica com personagens incriveis. Primeira obra que leio da autora e de fato ela tem um dom!
O único detalhe deste terceiro livro que deixou a desejar em dado momento da leitura é que ele perdeu o ritmo ficabdo un pouco monótono no meio da estoria, coisa que não aconteceu nos dois primeiros volumes. Mas ja pro final ele toma ritmo de novo e nos presenteia com um final extasiante. Amei demais! Ficarei com saudades! Favoritado!
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spoiler visualizar
JR 29/08/2018minha estante
-Não achei esagerado nada, achei muito legal, por mas que disem "e muito longa blá blá", mas vamos saber mais de *NHESTA* (tomara).

GOSTEI DA SUA CRÍTICA

MAS DISCORDO POIS A TRIOLOGIA E MARAVILHOSA, E sarah J. Maas e D+ ?

BJS.


Najú 24/09/2018minha estante
Amo muito essa trilogia mas realmente concordo com alguns pontos do que você falou.
Demorei um pouco a gostar de Rhys porque sempre que ele fazia uma coisa legal me vinha a cabeça as coisas que ele fez em sob a montanha (principalmente quando ele quase quebrou o braço da feyre.) e ficava com o pé atrás. Mas, ainda acho que a redenção dele foi bem desenvolvida pela autora.
O único ponto que você destacou que eu discordo é o da personagem que revela ser lésbica. Ela claramente sofreu de uma heterossexualidade compulsória, o que explica ela se relacionar com homens no decorrer do livro.

PS: Você é minha super fav no twitter ?




Miih 18/08/2018

Livro maravilhoso
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Jordana Zatta 16/08/2018

MEEEEEEEUU DEUSSSSS!! Que livro foi esse???? Senti na pele a emoção de cada um deles, ri e chorei junto! Com certeza vai entrar pros favoritos, uma das melhores séries que já li. Porém, ficaram algumas pendências no decorrer da história e que não foram explicadas no final. Espero que no próximo livro tudo seja esclarecido. Já aguardo ansiosamente!!!
16/08/2018minha estante
São 8 livros ao todo se não me engano. O próximo é só um conto e não vai ser resolvido nada dos outros personagens, ai os outros vão ser sobre os outros personagens..


Jordana Zatta 20/08/2018minha estante
Esse próximo vai ser contando sobre o pós guerra, né? Achei meio ruim o fato de ser apenas um conto, mas, vamos ver!! Tô ansiosa pra saber como as coisas ficaram p todos eles :D


20/08/2018minha estante
Sim, o próximo é narrado pela Feyre e pelo Rhys como um ?gancho? pra dar abertura pros próximos livros dos outros personagens. Não vai dar nem pra matar a saudade.. Ansiosa pelas continuações, mas triste porque a deles acabou :(


Jordana Zatta 22/08/2018minha estante
Também!!! :( Não queria ter que me desapegar deles dois tão cedo


JR 29/08/2018minha estante
Quando vai lança o próximo é que mês de 2019 ?


Rainy Rangel 30/08/2018minha estante
Quero tanto ler a sério!!! Agora lendo seu comentário sobre, quero mais ainda!!!




Beatriz.Alves 16/08/2018

Em meio a guerra, é seu coração que enfrentará a mais árdua das batalhas...
Eu quero me bater por ter demorado tanto para devorar essa história. Foi quase um mês com essa trilogia maravilhosa, quase um mês que eu finalmente conheci a Feyre, que eu me apaixonei pelo Rhysand, que eu me apaixonei por Cassian, por Azriel, Mor e até mesmo pela ranzinza Amren.
Eu não queria acabar, enrolei para terminar esse último livro, só para ter um pouco mais, mas não pude suportar a curiosidade, por isso devorei o livro até a última gota.
E chorei, chorei de soluçar com mais esse final avassalador, com esse final que me tirou o ar, que entrou e nunca mais vai sair do meu coração.
Como eu disse nos históricos de leitura, essa trilogia já está na minha prateleira de favoritos e não vai sair de lá.

Se eu recomendo? O que você louco tá fazendo que ainda não tá lendo essa trilogia? Corre que ainda da tempo, e entre nessa aventura maravilhosa, cheia de shipps lindos e muito, muito, muito amor.
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