Quase Memória

Quase Memória Carlos Heitor Cony




Resenhas - Quase Memória


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Laura.Ferreira 22/11/2020

Um livro de alta sensibilidade, por meio de um pacote misterioso, o autor/filho se perde em memórias, lembranças de seu pai. Por meio dessas lembranças, entramos num universo paralelo criado pelas façanhas do pai, lembranças talvez não muito fidedignas, porém emocionantes, engraçadas, tristes e, sobretudo, inesquecíveis!
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Bea 24/10/2020

amo de paixão
Livro lindo e muuuito sensível... também me perdi nas memórias do autor e senti como se estivesse conversando com um amigo ?
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Carol 27/08/2020

Uma obra prima
Um dos melhores livros brasileiros que já li. O autor brinca com suas memórias e situações fictícias de uma maneira brilhante em que constantemente nos questionamos a veracidade dos fatos.
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Paula 13/08/2020

Quase romance, quase memória
Publicado em 1995, Carlos Eduardo Cony conta de maneira fantástica as anedotas da vida de seu pai. Leitura tranquila, recomendo
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Malu 27/06/2020

Quase mesmo
O livro fala da relação entre pai e filho e das construções feitas dessa relação através da Quase memória do autor. É divertido em varias partes e uma leitura agradável.
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Vanessa 26/06/2020

Livro gostoso, que me fez fazer inúmeras comparações do meu relacionamento com meu pai.
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Soliguetti 14/06/2020

Maestria
Só mesmo um escritor da envergadura de Carlos Heitor Cony poderia conseguir prender a atenção de um leitor por mais de 250 páginas apenas com a premissa de um envelope recebido misteriosamente. A técnica da amarração, as letras com informação do destinatário, a tinta, o cheiro, tudo é esmiuçado e dá início às quase memórias do autor e seu relacionamento com o pai. Ótimo livro, com ótima escrita e condução.
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Ju Furtado 28/05/2020

Nostalgia
Que livro gostoso! Cony nos presenteia com memórias criadas ou relembradas, numa grande homenagem ao pai. Uma declaração de amor! Ri pra valer, me emocionei e, principalmente, nesses tempos de pandemia, essa obra foi excelente companhia para sair da dura realidade e viajar por um tempo em que a vida era menos conectada e mais vivida. Leiam, imperdível!
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Admirável Mundo Literário 27/05/2020

Resenha n°9 - Quase memória - Carlos Heitor Cony
Você valoriza e guarda suas memórias? Já parou para pensar como seria nossa sociedade se todos perdessem a memória repentinamente? Não, isso não é uma premissa de um livro de ficção científica, é apenas uma das minhas inúmeras indagações que tive ao ler este quase romance, quase crônica, quase reportagem; este livro que traça uma linha tênue entre ficção e não ficção, provocando seu leitor a imaginar, mas nunca descobrir.

Tudo se inicia quando o narrador-personagem (o próprio autor), Cony, recebe um pacote com um nó perfeito ao centro. À primeira vista, Cony logo reconhece que seu pai, Ernesto, seria o remetente, pois o pacote possuía todas as características que o faziam lembrar dele: a laçada que deu origem ao nó e que apenas o pai poderia fazer, com maestria e perfeição; o cheiro de alfazema e brilhantina; o papel pardo e límpido; enfim, não poderia ser de qualquer outra pessoa se não de seu pai. O que intrigava não só Cony, mas todos os leitores, era que seu pai havia morrido há 10 anos, portanto, como este pacote chegara até ele? E, mais instigante, o que havia dentro do pacote?

A partir do recebimento desse inesperado embrulho, Cony leva seus leitores a percorrer as histórias inesquecíveis do seu pai e a conhecê-lo melhor, através de profundas e detalhadas memórias, ou quase? Cony conta as inúmeras vezes que seu pai, um homem especialista de inutilidades, o fizera passar por situações constrangedoras e engraçadas, que nos aproximam dessa amorosa relação de pai e filho.

Este livro, trouxe-me incalculáveis sentimentos, fez-me questionar a valorização do presente para que hajam memórias e, mais importante, para que possamos revivê-las.

Citação: "Amanhã… amanhã vou guardá-lo, tal como o pai o deixou. Quando digo “amanhã” nesse tom (amanhã…) penso nele quando dizia, cada noite, antes de dormir: “Amanhã farei grandes coisas!” Mesmo quando não fazia nada, para ele o viver, o chegar à outra noite e se prometer que no dia seguinte faria grandes coisas era, em si, uma grande coisa."

Nota: 9/10
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28/04/2020

O que há no pacote?
Na verdade, não se trata de uma resenha mas é que preciso deixar registrado o que me desassossegou durante toda a leitura, afinal, o que há no pacote? Além das mais variadas histórias do pai de Cony, o que há no pacote? Além da relação de cumplicidade de pai e filho, o que há no pacote? Além do carinho, cuidado e incentivos velados pelo modo destemido do pai de Cony, o que há no pacote? Para mim... o mais precioso: memórias. E para você?
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Yara 22/04/2020

Quase memória
Fui com muita sede ao pote influenciada pela experiência de uma amiga. A conexão familiar me tocou demais, mas achei, no geral, uma leitura cansativa.
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Ruth Diniz 11/04/2020

Um livro gostoso de ler...
Passei o livro apreciando as memórias e com a crescente curiosidade de saber o que haveria naquele embrulho...É um livro gostoso, fala de memórias e de um relacionamento entre um pai e o filho
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Colenci 30/09/2019

Começa bem. A ideia de pequenos detalhes num pacote inesperado suscitar memórias das mais hilárias às tristes é boa. No entanto, o autor abusa desse recurso, que perde força a partir da metade do livro. O erro aqui é criar diversas molduras narrativas e ignorar o primeiro plano. Uma pena...
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Fabricio.Pinto 16/05/2019

Viagem por lembranças ou criações
Quase Memória nos leva para o mundo de um garoto, hoje já em idade avançada, que admira e acompanha as peripécias de seu pai/herói/ídolo/motivo de constrangimentos. E nos permite utilizar de um simples pacote como âncora que nos leva para todas essas estradas mentais, muitas vezes fiéis, outras nem tanto... podendo reservar, ao autor, o direito de complementar lembranças muito antigas, ou mesmo, romantizar essas recordações. Nos trazendo uma história maravilhosa e cativante.
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