Minha Versão de Você

Minha Versão de Você Christina Lauren




Resenhas - Minha Versão Doce de Você


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Robson.Silva 30/03/2019

OMG
Que gostoso foi ler esse livro, intenso leve e fluido. Me senti eufórico, triste, sem chão e nas nuvens tudo ao mesmo tempo. foi sensacional.
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Lu 20/03/2019

De uma sensibilidade linda e humana.
Um romance muito lindo e puro entre dois jovens que estão se descobrindo.
De um lado temos o Tanner que tem a família dos sonhos, e do outro Sebsatian, um rapaz de alma doce devotado a sua religião, e que se recusa a aceitar a sua natureza, pois sabe que sua família não vai aceitá-lo.

A tempos não torcia tanto por um casa, como pelo desse livro. Porém, me peguei agradecendo por ser heterossexual. Pois gente, eles são obrigados a passar por tanta coisa, ao se descobrirem. Primeiro eles precisam se aceitarem e depois são veladamente pressionados a mostrar ao mundo que os aceitem.

E a igreja ainda acha que é uma escolha. Sério? Quem escolhe a passar por tanta tristeza e dificuldade?

Essa história nos faz abrir os olhos, e nos questionar sobre o que aprendemos. Amor não tem gênero.
E principalmente, me faz questionar, em meio a tantas dificuldades que a vida impõe, eu devo ser mais uma?
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Maíra Fernandes 26/02/2019

Está na minha lista de favoritos
Eu sou bissexual e ler essa estória me emocionou muito, ser lgbtq em família religiosa é muito difícil! Entendo o Sebastian, suas dúvidas, seus medos. Eu fiquei tão feliz com o final, trouxe esperança! Esperança é o que temos, que um dia o mundo vai mudar, vamos poder amar e ser livres. Eu não tenho palavras pra agradecer a autora, o tanto que essa história é importante para a visibilidade lgbtq, para a visibilidade bissexual! Amei como a história se desenrolou. Recomendo e muito!
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Manny Chuva 23/02/2019

Este livro é todinho um colorido e em letras garrafais SIM.
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Ella | @booksaquarius 17/02/2019

Resenha: Minha Versão de Você;
- #resenhaaquariusbooks;

Minha Versão de Você conta a história do jovem Tanner, que se muda para uma pequena cidade religiosa e se vê obrigada a esconder sua bissexualidade. Incentivado pela sua melhor amiga Autumn, se inscreve na aula de escrita e lá ele conhece Sebastian, que é um menino mórmon, que no ano anterior escreveu e publicou um livro graças a esse mesma aula. E é por ele que Tanner se apaixona.


"É a única pessoa que pode fazer seu futuro ser o que quiser que ele seja."

Eu queria ler esse livro a muito tempo, é um daqueles livros que eu via somente elogios e felizmente não me decepcionei. Minha Versão de Você é um livro que eu gosto de classificar como "intenso" , ele tem momentos que você vai se acabar de rir e momentos que você vai chorar horrores.

A melhor parte do livro são os personagens, sempre acho muito interessante ter esses dois lados da moeda, um personagem que é seguro com sua sexualidade e tem uma família que o apoia e um personagem que ainda está se aceitando e tem uma visão familiar diferente. O Tanner é um personagem bem construído e com muitas camadas, ele não é o mocinho-perfeito, e isso é algo que dá um tom mais legal ainda para a história. Também foi interessante conhecer um pouco sobre a religião Mórmon, que sinceramente eu não fazia a minima ideia de como era.

"Um Deus digno do seu amor eterno não o julgaria com base em quem você ama enquanto está aqui."

A escrita das autoras é impecável, elas deixaram o livro quase todo mundo dinâmico e fácil de ler, mas achei um parte do meio muito cansativa, parecia que ele tava voltas e voltas sem sair do lugar e isso me frustrou um pouco e quase fiquei desanimada em continuar a leitura. Felizmente, logo depois o ritmo volta ao normal e o fim compensa. O livro é lindo e arrebatador.
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Luísa Fajardo - @lerpensando 13/02/2019

Excelente YA queer
Minha versão de você conta a história de Tanner, um adolescente bissexual que se muda de uma cidade grande e progressista para uma pequena cidade extremamente religiosa. Tanner se vê obrigado a voltar para o armário já que, em sua nova cidade, pessoas LGBT não são muito bem aceitas. O garoto tem vivido dessa forma há um tempo, até que ele se apaixona por um jovem da cidade. O problema maior vem do fato de esse jovem ser também muito religioso.

O livro acompanha a relação entre esses dois adolescentes sob a perspectiva de Tanner, que é quem narra a história. Além do conturbado romance em si, Tanner também escreve sobre sua relação com sua melhor amiga, com sua família, que, nas palavras dele, é bastante efusiva em sua aceitação a respeito da sexualidade do garoto, e também com a religião predominante na cidade, que nunca fez muito sentido para Tanner.

Minha versão de você é um YA muito importante, que aborda temas mais densos e complexos do que muitos romances YA que já li. Essa abordagem é cuidadosa e precisa, fruto de ampla pesquisa sobre os assuntos que as autoras fizeram antes de escrever o livro.

Alguns pontos que me incomodaram na narrativa foram a construção do personagem Sebastian, o interesse amoroso de Tanner, e uma certa romantização do ciúmes. Em relação ao primeiro ponto, Tanner se mostra muito apaixonado por Sebastian, mas sua narrativa não apresenta muitas características de Sebastian que justifique todo esse amor. Em termos gerais, tudo o que se sabe de Sebastian é que ele é muito fiel à sua religião. Em relação ao ciúmes romantizado, em alguns trechos do livro, os personagens ficam felizes por um outro personagem sentir ciúmes deles, como se isso demonstrasse que eles se amam, sendo que, a meu ver, ciúmes definitivamente não é algo bom.

Apesar dessas questões, a história é muito cativante e envolvente, além de densa e complexa. A escrita e alguns detalhes da narrativa me lembraram as histórias de Vitor Martins, escritor de quem gosto muito também. Minha versão de você é então uma ótima leitura pra quem busca saber mais sobre pessoas LGBT e os conflitos internos que essas pessoas podem sofrer.
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Ray (@padawanliterario) 29/01/2019

Sofrido
Essa palavra define.
Tarnner é um jovem queer (bissexual) e se muda para uma cidade que por sua religiosidade, provavelmente, não o abraçaria como merece. Mas ele simplesmente ignora isso. Se mantém discreto e sempre acompanhado de sua melhror amiga. A vida era monótona, mas boa. Então, convencido por Autumn, ele entra para em programa de incentivo a escrita. Eles tem um lema bem JK "Um livro em um Semestre ". Mais do que isso, eles tem a prova de que pode dar certo. Um dps alunos do ano passado teve seu livro publicado e agora virá para judar os novos alunos. E é aí que tudo mudo. Sebatian. Ele entra na sala. Ele sorri. E pronto. Sebstian (maravilhoso) Brother não mais da cabeça do Tarnner.
Sebastian é Mórmon. Lindo. Sorridente. E extremente ligado a tudo com o que cresceu. Imagine o que acontece depois de descobrir que seu aluno de monitoria está apaixonado por ele.
Pessoas, a autora foi incrível. Ela foi sensível. Criou uma história tocante e realístico. Quantas histórias eu vi ter um fim bem diferente. Mesmo em suas críticas a igreja, ela foi sabia. Uma leitura maravilhosa ? que narra o drama de tantos jovens ainda hoje. Super recomendo.
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Italo Bernardo | @wesleyliterario 12/01/2019

Aquela História Que Aquece o Coração
#WesResenha

"[...] Mas, quando eu oro, o Senhor diz que sim. [...] Ele diz que sente orgulho de mim e que me ama. Quando eu beijo você, sinto que é certo, mesmo quando tudo o que leio diz o contrário. E isso me deixa louco."

Uma história leve que nos mostra como o amor pode nascer de qualquer lugar e em qualquer momento, independentemente de gênero, cor ou religião. Tanner e Sebastian são personagens lindos que representam aqueles que precisam esconder seus sentimentos por não se enquadrarem no padrão e que mesmo sofrendo toda represália e afronta não desistem de viver um grande amor.

Esse livro me cativou muito, eu esperava bem menos da história e não achei que fosse me envolver tanto com os personagens, mas a verdade que essa narrativa passa é tão palpável que foi impossível não me emocionar com o enredo que mescla drama, religiosidade, identidade e aceitação com uma pitada de humor.

Falar sobre como a religiosidade (e não religião, não confundam PELAMOR) reprime e confunde os ideias de alguém que não atende aos quesitos criados por determinada ordem religiosa é extremamente necessário, pois precisamos entender que aquilo que eu julgo como correto pode não ser o correto para o outro e tudo bem, afinal são as diferenças que nos fazem seres únicos.

A autora soube desenvolver essa questão sem ferir ou julgar qualquer religião, e achei isso fantástico, pois diante de tantos discursos de ódio que de lado detonam as religiões e do outro acabam com os "fora do padrão", uma obra que trabalha essa temática com o respeito que todos têm direito é crucial e me deixa imensamente feliz.

Cada pessoa tem o direito de amar, e ninguém tem a função de definir como o outro vai exercer seu direito ao amor. Por que julgar ou padronizar algo tão espontâneo e lindo como o amor? Acredito que refletir sobre isso é muito válido e nessa podemos ver os conflitos entre uma fé que tenta sufocar a identidade sexual de um jovem que sobre pressão da sociedade, da igreja e de sua própria família, abdicando de si próprio para satisfazer as vontades dessas instituições sociais.

A vida de Sebastian é o retrato da vivência cotidiana de muitos e pensar que inúmeros jovens estão passando pelo que ele passou é de partir o coração, mas por outro lado o fato de existir famílias como a de Tanner que buscam proteger seus filhos e o apoiam é reconfortante. Gostei muito de ver essa dicotomia no livro e a autora construiu de um modo que nos permite imaginar claramente, e quase sentir, os sentimentos sentidos por cada personagem diante dos conflitos que cada família apresenta.

Uma narrativa emocionante e com várias lições "Minha Versão de Você" é fluido e bem construído, envolvendo o leitor nos dramas de jovens que só desejam que o seu direito de amar e serem eles mesmos seja respeitado.
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Guacira 15/12/2018

Descoberta
Não imaginei que essa história de amor entre dois garotos pudesse mexer tanto comigo. Já li outras do mesmo gênero e gostei muito, mas essa mostra os conflitos das personagens de uma forma tão intensa e tocante que, dificilmente, mesmo pessoas heterossexuais, não se compadeceriam dessa história.
Tanner é um garoto Queer, com uma família de mente aberta e que vive numa cidade composta, em sua grande maioria, por mórmons. Achei muito interessante a escrita dessas duas escritoras, pois elas nos apresentam o modo de pensar dessa religião ao colocar o personagem principal se apaixonando pelo filho do bispo (e exemplo de toda sua comunidade) e colocando todo o conflito por traz de sua ideologia religiosa e descoberta de seu verdadeiro eu.
Um livro bonito em sua essência e em sua escrita e que deveria ser lido por todas as pessoas de hoje, para que a mente do ser humano pudesse se abrir mais para as diferenças e, quem sabe um dia, pudéssemos viver num mundo onde as pessoas sejam reconhecidas pelo seu caráter e não por sua cor de pele ou sexualidade.
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Tom 16/11/2018

Doce e eletrizante
Amo quando eu termino de ler um livro
e a história do mesmo ainda habita em minha mente, isso é mágico, e com MIMHA VERSÃO DE VOCÊ não foi diferente. Quando 2 pessoas se amam é algo incrível e maravilhoso, menos quando uma das almas tem uma família extremamente religiosa e devota. Quando os olhos de Tanner encontram os de Sebastian pela primeira vez, é um caminho sem volta. Os dois vivem um amor que muda a vida de ambos.
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Bela Lima 29/10/2018

Eu adorei esse livro, porque religião é algo que precisa ser discutido, constantemente abordado
Tanner é um personagem bissexual que está convicto de sua orientação sexual e não tem nenhum problema quanto a ela, seus pais e sua irmã sabem e o amam de todo e qualquer jeito, mas ninguém em sua cidade sabe, nem mesmo sua melhor amiga Autumn, porque... ser qualquer coisa que não seja hétero, infelizmente, ainda é visto como um problema, como uma desculpa para atacar e ser violento, e ele não sabe o que esperar vivendo em Utah, que é infestado de mórmons, que pregam que você pode sentir atração pelo mesmo sexo, mas não "praticar", porque se não você é excluído totalmente da comunidade, tratado como alguém morto, pior do que morto.

Sebastian é filho do bispo, sucesso na cidade porque escreveu um livro no Seminário, uma disciplina que você precisa escrever um livro em quatro meses, e está sendo ajudante nessa mesma disciplina a pedido do professor enquanto seu livro está sendo preparado para ser publicado. E Tanner cursa essa matéria. E quando o vê, sente-se... fixado. Antes que perceba, Tanner está escrevendo um livro autobiográfico, que conta como é se apaixonar por Sebastian Brother, um mórmon numa cidade de mórmons.

"Sou apenas um garoto bissexual, meio-judeu, que está apaixonado por um garoto mórmon. Para mim, o futuro não é tão claro."

Vocês sabem o que acontece, é fácil deduzir o que virá daí: eles se apaixonam. E isso não pode/irá terminar bem, foi a primeira coisa que percebi quando lia, (eu sempre esqueço a sinopse) e tive que me controlar para não ler o final como sempre, embora eu tenha tentado com mais afinco dessa vez, porque o ponto da história é sobre o que vai acontecer, como vai terminar, e eu estava gostando tanto, fiquei tão vidrada, que não queria pular para o final e me arrepender de qualquer que fosse ele. E desistir de ler, é claro. Mas eu sou uma masoquista para leituras desse tipo, não sei por que estava preocupada, todavia estou orgulhosa de mim por ter resistido.

O meu único problema realmente com a narrativa, porque me fazer sofrer era o objetivo da(s) autora(s) (como sabem ou não, Chistina Lauren é um pseudônimo de duas mulheres), foi quando acrescentaram a perspectiva do Sebastian na terceira pessoa no final do livro e mudaram a do Tanner até então em primeira para em terceira pessoa também e... foi uma virada brusca. Eu tenho um pouco de TOC e gosto de algo consistente, embora entenda que precisava ver o outro lado da moeda.

"Tenho o pensamento melodramático de que isso é o que é sentir o coração partido. Não existe um estilhaçar; só existe uma fissura lenta e dolorosa que se espalha bem no meio."

Tanner é uma coisinha adorável que me lembrou Simon de Simon vs a Agenda Homo Sapiens, embora também tenha encontrado diferenças. Ambos são queer, são adolescentes, estão certos de sua sexualidade e são adoráveis, tão fofinhos, que dá vontade de colocar num pote e protegê-los do mundo; as diferenças estão no fato da família do Tanner saber e apoiá-lo e o problema está na cidade, no que ela irá fazer com ele, se irá aceitá-lo ou não (diferente de Simon), porque Tanner vive num local que é totalmente de mórmon e, infelizmente, nunca se pode confiar no que alguém pode fazer em nome de Deus.

Eu também adorei os pais de Tanner, que o apoiam e mostram que são contra aquele relacionamento secreto porque não querem que o filho seja um "caso", mas ainda estão lá por ele, sem ficar repetindo e repetindo sem pausa o desagrado deles. E eu gostei de Sebastian, claro, embora no começo tenha me sentindo um pouco desconfiada, porque ele era bom demais para ser verdade... mas todos os mórmons são, para falar a verdade. Se o que aprendi lendo esse livro for verdade.

"Raios estouram atrás das minhas pálpebras fechadas, tão intensos que quase consigo ouvi-los. É o meu cérebro se desfazendo, meu mundo acabando ou, talvez, eu só tenha sido atingido por um meteoro e isso seja o arrebatamento, e eu tenha recebido um último momento perfeito antes de ser mandado para o purgatório e ele ser mandado para outro lugar muito, muito melhor."

O primeiro destaque do livro vai para o fato que o protagonista se identifica como um garoto queer, que nos EUA foi basicamente uma ofensa, até que os grupos adotaram essa palavra como sua, não deixaram ela ser usada contra eles. Eu também gostei de terem inseridos mórmons, porque um ou outro personagem secundário perdido nos livros é, mas nunca explicaram o que significa ser mórmon até hoje e eu sempre me esquecia de pesquisar porque eles eram secundários e... minha atenção se desviava. Eu pensava que mórmons eram um daqueles povos que vivem afastados sem tecnologia e eles não são, embora tenham suas próprias peculiaridades, como todas as religiões têm, é claro.

Uma coisa que vai parecer contraditória é que eu gostei de terem colocado os mórmons, de terem fugido do clássico cristão em crise de sexualidade, mas eu também me senti um pouco desconfortável, porque estavam falando de uma religião que não conheço. Ouve críticas quanto A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mórmons fazem parte dela) que me fez sentir uma intrusa, porque estavam falando de uma desconhecida, não de uma parente da minha família, alguma religião conhecida que não seja a minha, que eu me sinto com liberdade para comentar e dar a minha opinião e ser realmente crítica.

"Não gosta de ser melodramático, mas a dor é melhor do que a culpa; é melhor do que o medo; é melhor do que o arrependimento; é melhor do que a solidão. "

Eu adorei esse livro, porque religião é algo que precisa ser discutido, constantemente abordado, porque há ensinamentos que são prejudiciais (não querendo ofender ninguém), dizendo o que é certo e é errado e as pessoas são diferentes e ouvir isso é tão ruim, saber que não está num padrão é péssimo. Se a mídia faz isso e é ruim, imagine quando colocam Algo acima de todos nós julgando-nos ao mesmo tempo que diz que Ele ama a todos nós?

Enfim, tive os sentimentos típicos ao ler uma história dessas: confortar uns, maltratar outros, colocar juízo na cabeça de certos indivíduos abençoados... e aquela sensação desconfortável, de inquietação, de como alguém pode achar que amor não é certo quando é a coisa mais certa da vida. Eu adorei essa história.

site: https://conjuntodaobra.blogspot.com/2018/10/minha-versao-de-voce-chistina-lauren.html
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Andresa 29/10/2018

EMOCIONALMENTE ABALADA COM ESSE INCRÍVEL ROMANCE
Minha versão de você não é um livro qualquer; ele é uma obra prima. O leitor sente que a autora se pôs a pesquisar sobre cada palavrinha. Não há pontas soltas. Há vários suspiros e gritinhos de alegria.
Há um livro maravilhoso esperando ser lido.
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Carlos.Victor 19/10/2018

I-N-C-R-Í-V-E-L não chega nem perto da qualificação que esse livro merece
Cara, sinceramente não sei como descrevê-lo
Resumidamente (mas sem spoiler, haha): há o Tanner, um jovem Queer assumido que acaba de se mudar para uma cidade infestada de mórmons (membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Sim, esse nome é enorme) e há o Sebastian, um mórmon prestigiado e filho do bispo, mas que luta internamente para identificar sua sexualidade e aceitá-la. Muitas coisas para acontecer.
Bom, mas acho que o que mais gosto nesse livro é que ele não estereotipa o Queer e, acima de tudo, não atribui ao Tanner, ou ao Sebastian, uma identidade baseada na sua sexualidade. Acho incrível como a autora (na vdd, acho que são duas) quebra esse paradigma, colocando a bissexualidade do Tanner como uma parte do que ele é, digna como todas as outras. Tanner é uma pessoa como qualquer outra, ele é filho, escritor e um amigo leal. E essa visão é realmente admirável (algumas pessoas deveriam tentar, kkk).
O detalhamento também é prazeroso. Parece que vc ta lá, assistindo a cena de camarote.
A incerteza em algumas cenas é agonizante. “Isso aconteceu?” “mas não ta claro” “eu espero que não tenha acontecido”. Duas paginas depois: “aah pronto, eu não to acreditando que aconteceu mesmo”
Os personagens são cativantes. Mas confesso que ainda tenho ranço de alguns
Fiquei triste. Ri. Me irritei. Ri novamente
SÉRIO, NÃO DEIXE DE LER ESSE LIVRO. Não importa se vc é hétero, gay, bi, monge, ou o que for. É um livro necessário para qualquer ser humano.
Ps: nada paga as teorias de conspiração que esse livro desperta inconscientemente.
“Uma coisa. Não alguém”
[Você entenderá depois de ler :)]
Andresa 29/10/2018minha estante
Eu tô mais apaixonada que quando li Simon e olha que nunca pensei que poderia dizer e sentir isso, haha


Robson.Silva 30/03/2019minha estante
Isso mesmo elas não é pejorativa ou algo assim, é também tem abordagem delas sobre a religião, elas não ademonizam mostra o seu lado bonito, mas também fala como pensamentos retrógrado religiosos sobre alguns assuntos podem ser tóxicos nocivo




Luiz 24/09/2018

Tesourinho
A sensação de se ler um livro que você não tem expectativa nenhuma e que te surpreende é muito intensa. Acabou de acontecer com “Minha Versão de Você.” Estou entorpecido com a intensidade e sinceridade dessa história.

Ri.
Vibrei.
E chorei.

💚
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Dimensão Literária 31/07/2018

Minha versão de você
Tanner Scott é um jovem bissexual que vive extremamente bem com relação a isso, com uma família que o apoia, ele se sente completo e amado, como qualquer pessoa merece sentir. Porém sua vida muda quando sua família tem que se mudar para Utah, uma cidade que quase toda a população são Mórmons, isso tudo faz como que Tanner esconda seus sentimentos e quem realmente é na parte mais funda de si.

Agora no último ano do ensino médio, ele não vê a hora de poder sair dessa cidade que o sufoca. Quando sua amiga Autumn se inscreve em uma aula de escrita e o desafia a participar ele se vê tentado a aceitar. No primeiro dia na nova matéria ele conhece Sebastian Brother, um jovem prodígio filho do bispo da cidade. Tanner se apaixona logo de início e parece sentir que é recíproco. Como ele vai lidar com seus sentimentos por Sebastian vivendo em uma cidade 100% conservadora? Só lendo pra saber o que acontece.
????????
O livro me tocou de modo pessoal, Tanner é
um jovem que apenas quer ser ele mesmo, Sebastian ainda anda confuso com seus sentimentos mais profundos. Com uma narrativa fluida o livro nos apresenta uma história real com uma carga emocional enorme. Os personagens são muito bem construídos, e bem humorados trazendo uma leveza necessária para história.
????????
É cada vez mais difícil encontrar um livro com representatidade como esse. As autoras trouxeram algo que merece ser discutido. Com um protagonista bi, num mundo onde a bissexualidade é encarada por muitos como indecisão ou confusão, o livro se torna mais pertinente.
????????
Impossível não se sentir tocado e emocionado com a história. Notamos o amor dos dois personagens principais e suas batalhas internas para ficarem juntos. Assim como na vida real que nem sempre é fácil ser aceito pela sociedade atual.
?????????
Em um mundo onde os rótulos são muitas vezes necessários, o que mais precisamos é acima de tudo ser apenas pessoas.
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