1421

1421 Gavin Menzies




Resenhas - 1421


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'San 22/06/2020

Mas por que ainda ninguém conhece essa história?
Na pesquisa para o livro que estou escrevendo atualmente – título provisório: Xangai Xingu – tive o agradável prazer de me deliciar com a leitura do livro “1421 o ano em que a China descobriu o mundo” de Gavin Menzies.....
https://esboco.com.br/2020/06/10/resenha-livro-1421-o-ano-que-a-china-descobriu-o-mundo/

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Ewerton.Carvalho 09/01/2016

1421 O Ano Em Que A China Descobriu O Mundo.
Uma aula de História fantástica, refazendo conceitos e revelando verdades desconhecidas. Todo professor de história deve ler.
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Paulo Medrado 03/11/2015

Desvendando segredos da história
Uma grande obra tende a gerar polêmicas, em especial quando questiona definições do poder vigente, afinal todos nós sabemos que a história sempre foi escrita pelos vencedores.
Figuei impressionado com a divergência de opiniões e o acirramento dos ânimos, por exemplo, a crítica de Ricardo Bonalume Neto da Folha de São Paulo ironiza os estudos do Gavin comparando-o com os devaneios de Von Danniken no improvável "Eram os Deuses Astronautas?", além de questionar a formação acadêmica do autor. Por outro lado, o Sinólogo paranaense André Bueno, professor de História e Filosofia da Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras da Vitória (PR), diz "que o ocidente precisa abandonar sua resistência a pesquisas vinda da Ásia." Para ele "é preciso eliminar o preconceito contra qualquer versão da História que não seja a desenvolvida por pesquisadores ocidentais."
Segundo o Professor "as academias ocidentais tem o costume de buscar uma especie de controle sobre as teorias inovadoras e versões novas da história." Para maiores detalhes, basta o leitor buscar na rede, a entrevista completa do professor e a repercussão no meio acadêmico.
Eu particularmente concordo com o Professor André, assim como com as teorias do Menzies, raciocinando que uma teoria não é a verdade absoluta, mas uma boa teoria é a que responde um maior numero de perguntas. E o Menzies sem dúvidas, esclarece de forma notável inúmeros questionamentos inclusive em outras áreas como botânica e zoologia.
De qualquer forma, só de esclarecer os segredos do mapa de Piri Reis, tão comentado nos meios exotéricos ou por aqueles que não acreditam na capacidade do homem em realizar grandes feitos, já merece todo crédito possível.
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Deco 08/01/2014

Como se fala navegar é preciso em chinês?
Fascinante. De um lado, o fato em si, da armada chinesa que faz os grandes descobrimentos, do outro, o quanto a história humana precisa ser recontada tantas vezes quanto vivermos.

site: mar, navegação, história
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Vinnie 11/12/2013

Ora, ora, ora!, o nosso Menzies nos brinda com essa interessante ficção cartográfica sobre as viagens marítimas chinesas em 1421. Gostei e foi assim que li essas mais de QUINHENTAS PÁGINAS!

O meu lado radical acha que esse livro não deveria sequer ter sido publicado. Minha edição é de DEZ ANOS depois do lançamento da obra, e, ainda assim, está coalhada de "as provas ainda são inconclusivas" ou "uma pena que não me permitiram olhar os destroços do navio". Na ânsia de provar o que "sabe" ser "correto", lá vai o Menzies conduzir seu longo estudo, cheio de certezas. Nada bom para qualquer pesquisador.

O meu lado leitor-do-amor deleitou-se com pormenores históricos, confiáveis ou não, e realmente admirou Zheng He & Zhu di por seus feitos muito longe de descartáveis.

Enfim, valeu a leitura, que me gerou vergonha alheia quando fala em cidades perdidas no amazonas e levanta semelhanças linguísticas entre chinese e peruanos. Tudo muito especulado e amador, num estilão, pra quem leu, meio Erik Van Daniken.
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Igor Henrique 07/08/2013

O Antigo Dragão
Afirma-se que quando portugueses aventuraram-se pelo mar desconhecido em busca de riquezas e novas rotas para seu comércio, tinham em sua posse um mapa que demonstrava boa parte de um mundo pouco conhecido (Sul/Oeste da África-subsaariana, Oriente Médio e Ásia) e de outro completamente inexplorado: a América, ou melhor dizendo, a possibilidade de que talvez ela existisse. De onde vieram, porém, esses mapas e conhecimentos guardados a sete chaves pelo Rei português? Em "1421", Gavin Menzies afirma que todo o conhecimento das Grandes Navegações européias só foi possível devido a uma outra navegação, muito maior, bem equipada e estruturada, de maneira como nenhum outro país europeu jamais conseguiu. Portugueses e espanhóis teriam seguido na verdade, os rastros dos caminhos chineses. Que cerca de 80 anos antes, teriam não apenas visitado a América, mas comprovado que a terra era redonda muito antes de Galileu, e teriam sido o motivo, na verdade, de todo o movimento Renascentista da Europa. Muito contestado por historiadores do mundo inteiro, que chegam a acusá-lo de falsificar mapas para comprovar seus argumentos, Gavin Menzies demonstra que a China estava cerca de 200 anos à frente de qualquer nação de sua época.
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JPHoppe 28/10/2012

Cautela!
Existem certos fatos que nos são contados em alguns momentos da vida que nunca questionamos. Por exemplo, o âmago da Teoria Evolutiva de Lamarck não era a herança hereditária, e a invenção do avião é mais complexa do que "Santos Dummont/Irmãos Wright voou antes". Mas, descobrir que não foram as Grandes Explorações européias que mapearam e descobriram o mundo, é algo fenomenal.

O livro discorre sobre duas afirmações: "Os europeus não descobriram o Novo Mundo"; e "Somente os chineses poderiam ter feito isso". Mas, já dizia Carl Sagan, alegações extraordinárias requerem provas extraordinárias. Munido de conhecimentos da China medieval e experiência náutica, Gavin Menzies reconstrói então quatro grandes jornadas, a partir de frotas imensas, feitas pela China partindo do ano de 1421. As provas são fruto de quase uma década de trabalho.

Os registros originais foram destruídos ainda na década de 1420, no retorno do que restou das quatro frotas. Mas, deixaram marcas por onde passaram: naufrágios, anotações, náufragos, plantas e animais, documentos, objetos de valores variados, etc. Vale muito a pena tomar o livro, viajar junto dos grandes comandantes chineses, passar pelos perigos, e ver mais e mais as evidências levantadas.

Recomendo a leitura.

PS: Pois é. Foi só passar umas duas horinhas lendo a respeito, que praticamente todo o corpo de evidências do livro é questionado severamente. Desde a própria existência dos comandantes eunucos, passando pelas evidências genéticas (acusadas de fraude), interpretação dos mapas, identificação de provas... tudo é passível de duvida.
A sensação é que Menzies é o Dan Brown das navegações. Existem artigos que classificam seu trabalho como um exemplo de como NÃO conduzir uma revisão história.

Bem, de início eu caí. Mas posso dizer que é convincente, de uma maneira que Brown não consegue em seus livros!
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11/03/2012

Será?
Achei o livro interessante, mas cansativo, muito detalhado. Fiquei com um pé atrás em relação às revelações de que os chineses circunavegaram o munod no século XV, deixando rastros por todo lado. Vou ler agora "The 1421 Heresy" que diz refutar muita coisa.
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Daniel 10/03/2012

Epopeia Chinesa
Inicio esta resenha com uma pequena ressalva. Não tenho nenhum conhecimento náutico que possa ser usado na crítica das informações contidas neste livro.

Os argumentos apresentados pelo autor bem como as provas que ele diz existirem são bastante convincentes e corroboram suas afirmações de que os verdadeiros descobridores do Novo Mundo foram os chineses e não portugueses, espanhóis e posteriormente, ingleses.

Se seus argumentos forem verdadeiros, o autor contesta também parte dos argumentos de Erick von Daniken em Eram os Deuses Astronautas? uma vez que ele mostra que o mapa de Piri Reis (onde a Antártica está perfeitamente cartografada) foi elaborado pelos chineses em suas viagens ao redor do mundo.

Dentre os argumentos utilizados destaco a presença de galinhas asiáticas em países sulamericanos quando os europeus chegaram ao Novo Mundo bem como ofertas religiosas (peças em jade) enterradas embaixo das raízes de árvores, tradição chinesa.

O assunto é interessante e polêmico, então leia o livro e tire suas conclusões!!

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Denis 13/07/2011

Suspeitas.
Um alerta para os leitores menos desconfiados.

As evidências que Gavin Menzies relaciona para provar suas teses são extremamente questionáveis, e em alguns casos visivelmente mau trabalhadas.

Mesmo assim, o livro é muito bem escrito, e prazeroso de ler, mas é inteiramente ficional.
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vello 17/03/2011

Revelador!
Leitura obrigatória.
Um banho na prepotência ocidental.
Sem alardes, e sem a mídia mercadológica atual, os chineses mais uma vez deram, e dão, mostras de sabedoria, paciência e compreensão desse nosso mundo, que já sabiam, global. Depois dessa leitura, acordei melhor para entender a realidade histórica.
...
Reflexão pós leitura: há registros de que um dos primeiros lugares do Brasil a receber chineses foi a região da Bocaina, nos arredores da cidade de Bananal. Sabe-se que nessa região os puri, ramo guaianá, manejavam o cultivo da planta de onde se obtém o índigo blue, importante tintura azul para fios e tecidos. Essa planta não é originária do Brasil. Quem trouxe essa planta para a região? Quando a trouxeram? Por que os primeiros chineses procuraram essa região no período mais recente de nossa colonização? O LIVRO RESPONDE, indiretamente, mas responde...
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andrebranun 20/01/2011

Dilema das águas
Sem dúvida há várias evidências sobre as explorações da frota de Zeng He e o livro ilustra um cabedal delas, mas o autor enche o livro de chutes, por exemplo, quando fala que a palavra Jangada que falamos por aqui foi herança dessas viagens, o que é um equívoco, já que a mesma foi trazida pelos portugueses da Malásia.

Mas o mais intrigante é o autor afirmar uma hora que o nível do mar era mais baixo naquela época do que hoje devido ao aquecimento global e depois dizer, em outro capítulo, que na mesma época era possível circunavegar a Groenlândia devido o mundo estar mais quente naquele período!

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Luis Netto 25/12/2010

1421 - O ANO EM QUE A CHINA DESCOBRIU O MUNDO
No livro “1421- O Ano em que a China Descobriu o Mundo” o autor inglês Gavin Menzies, que foi na sua vida profissional comandante submarinista da Marinha britânica. Como comandante do submarino HMS Rorqual (1968-70), percorreu as rotas originalmente singradas por Fernão de Magalhães e James Cook, diante do conhecimento adquirido durante as viagens, onde visitou 120 países, mais de 900 museus e bibliotecas e os principais portos marítimos do final da Idade Média. O autor retrata a história da sociedade chinesa, que hoje além de ser a maior do mundo, é também uma sociedade que além de manter suas tradições, tinham o espírito desbravador que desde o inicio do século XIV já sonhavam com novas terras, novos horizontes.
Embora os chineses, segundo o autor, nem sequer sabiam da existência de outros povos, mesmo assim organizaram uma gigantesca esquadra formada por vários navios e uma imensa tripulação e saíram da China, em 1421. Segundo a obra, os chineses através das frotas de seus almirantes Zheng He, Zhou Man, Hong Bao e Zhou Wen, teriam entre outras façanhas: contornado o Cabo da Boa Esperança após atravessar o Oceano Índico; cruzado o Oceano Atlântico a partir da África Ocidental; descido a costa da América do Sul até passar pelo Estreito de Magalhães; explorado a costa oeste das Américas; atravessado o Oceano Pacífico; e chegado até a Austrália.
Foi assim que os chineses chegaram a um território, na época ainda desconhecido, que hoje se acredita ser a Europa e embora não soubessem ao certo onde estavam tinham certeza que os boatos que afirmavam que o mundo acabava em um abismo eram falsos. Descobriram também que não eram os únicos habitantes deste planeta imenso, pois conheceram varias etnias, culturas e fatos que nunca imaginavam existir.
Os chineses tomam posse de parte daquele território, e passam a se beneficiar com a terra, e outros recursos que a Europa apresentava. Na seqüência da viagem chegam a América, 70 anos antes de Cristovão Colombo. No decorrer da aventura passaram pela África, onde descobriram costumes totalmente diferentes dos chineses. Mas teve um lugar que surpreendeu a eles, foi a Antártida, pois ao chegarem só viam gelo, em um ambiente inóspito sem nenhuma população. A viagem seguem em direção a Austrália, aonde chegaram cerca de 300 anos antes na frente de seu descobridor oficial Capitão James Cook, em 1773.
Mesmo vendo com a tecnologia que o homem dispõe, uma viagem desta natureza é bastante difícil, imagine então as dificuldades que esses valentes viajantes tiveram que enfrentar a quase 600 anos atrás.
Uma história fantástica, com o texto envolvente que torna o livro “1421” imperdível para quem aprecia uma boa literatura.
Não deixem de ler.
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Moitta 13/05/2009

Bem documentado
Extremamente bem documentado e ainda assim gostoso de se ler. Traz provas das viajens dos chines para a america (norte e sul), contradizendo as crenças comuns de que os portugueses foram os primeiros a chegar no brasil e etc. Mostra a realidade da época, explica claramente como chegou a cada conclusão, onde estava cada erro e porque tal fato pode ter passado despercebido durante anos aos historiadores (na verdade não passou, muitos ja haviam chegado às mesmas conclusões, porem com estudos menos contundentes).
Agradavel a todos que se interecem pela china antiga, viagens e navegações.
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