Espinhos no Paraíso

Espinhos no Paraíso Juliana Dantas




Resenhas - Espinhos no Paraíso


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Amanda.Schneider 10/01/2022

Que livro maravilhoso e também terrível!

Durante a leitura vão aparecendo várias surpresas que caem como um balde de água fria. E é incrível como a autora conseguiu criar uma vilã tão maldosa e desprezível, por quem não conseguimos criar nem um pouco de simpatia.
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San 18/11/2021

Boa leitura
Leitura leve, fluiu bem.
Quanto a história:
E os desencontros continuam...
Continuo na torcida pelo casal.
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May 09/10/2021

O melhor da Trilogia
O livro com mais história (e agonia pra quem lê). Por que as pessoas não se dão ao trabalho de conversar umas com as outras e resolvem seus problemas de forma rápida e simples?!
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Gabriela Amador 22/09/2021

Gente do céu, só acontece desgraça na vida amorosa dessa menina, coitada. Espero realmente que no próximo ela tenho uma vida feliz.
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Huber 02/09/2021

Nada dms
A narração dessa vez me incomodou um pouco, eram tantas idas e vindas que na minha opinião senti que ficou um pouco chato.
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Santos 03/08/2021

Viciante
Só ameiiii esses livros, me prendendo desde a primeira pág até a última. Simplesmente devorei eles em 3 dias.
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Camilli 13/06/2021

Do "nada" a "lugar nenhum".
É difícil falar sobre "Espinhos no Paraíso" sem ceder a uma espiral de críticas negativas pensando em toda a raiva e frustração que me acometeram durante cada uma das páginas desse livro.

Sendo o "recheio" de uma trilogia, era esperado que a obra se aprofundasse (e criasse ainda mais drama) em conflitos previamente estabelecidos, assim como era esperado que introduzisse novos conflitos, personagens e motivações que dessem uma "razão" à existência do terceiro volume. Tudo isso acontece - mas acontece de uma forma pobre, nada criativa e, como não poderia deixar de ser, extremamente problemática.

É fácil escrever essa resenha pensando em todos os adjetivos com os quais eu descreveria "Espinhos no Paraíso", sendo eles majoritariamente negativos. Seria fácil dizer que esse é um livro previsível, mas isso implicaria que há nele, algum desfecho, algum arco com real significância e não é isso o que acontece.

Mia, a protagonista sonsa de mais um romance de Juliana Dantas, tem apenas uma característica relevante: imaturidade. A personagem se mostra, aqui, uma versão completamente "juvenil" da Mia do primeiro livro - que era mais madura e responsável, apesar de ser uma adolescente (regredir é complicado). Aliás, durante todas as mais de 300 páginas do livro, muito se argumenta sobre o fato de Mia agora ser uma adulta, sobre não ser a garota ingênua do livro anterior... Essa é uma discussão completamente vazia, já que as atitudes da personagem são cada vez mais imaturas e ela até mesmo se expressa como uma adolescente fazendo birra.

Mia é CHATA. Não tem personalidade, não tem gostos que a tornem digna de qualquer destaque, parece estar completamente alheia à própria vida e às situações as quais está, ou já esteve, exposta, não aprendendo absolutamente NADA com elas.

Lukas, apesar de ser um personagem um tanto maçante, ainda consegue evoluir minimamente. O arco proporcionado pela existência de Dylan, o "filho fora do casamento", realmente impulsiona o personagem rumo a um crescimento que o torna menos repugnante - mas a existência desse mesmo filho também prejudica anda mais a construção de Mia, que agora tem raiva e ciúmes de um bebê! A personagem discorre por parágrafos e mais parágrafos sobre a sua revolta ao perceber que Lukas "ama mais" o filho do que ela. Ridícula!

Por fim, a autora usa e abusa de clichês preguiçosos e "alonga" a história se utilizando da "troca de perspectivas", fazendo com que a visão alternada dos protagonistas seja uma justificativa para repetir páginas inteiras - o que poderia funcionar, se a diferença de perspectiva entre esses personagens fosse mesmo relevante, afinal. Há muito sentimentalismo barato e floreio bregas tentam, sem sucesso, dar uma noção de intensidade para um relacionamento que soa completamente artificial - e ainda mais artificial a cada novo capítulo. Mia e Lukas não têm NADA em comum e, nem mesmo com todo o esforço e breguice empenhados nesse livro, Juliana conseguiu me convencer do contrário.
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Camilli 13/06/2021

Do "nada" a "lugar nenhum".
É difícil falar sobre "Espinhos no Paraíso" sem ceder a uma espiral de críticas negativas pensando em toda a raiva e frustração que me acometeram durante cada uma das páginas desse livro.

Sendo o "recheio" de uma trilogia, era esperado que a obra se aprofundasse (e criasse ainda mais drama) em conflitos previamente estabelecidos, assim como era esperado que introduzisse novos conflitos, personagens e motivações que dessem uma "razão" à existência do terceiro volume. Tudo isso acontece - mas acontece de uma forma pobre, nada criativa e, como não poderia deixar de ser, extremamente problemática.

É fácil escrever essa resenha pensando em todos os adjetivos com os quais eu descreveria "Espinhos no Paraíso", sendo eles majoritariamente negativos. Seria fácil dizer que esse é um livro previsível, mas isso implicaria que há nele, algum desfecho, algum arco com real significância e não é isso o que acontece.

Mia, a protagonista sonsa de mais um romance de Juliana Dantas, tem apenas uma característica relevante: imaturidade. A personagem se mostra, aqui, uma versão completamente "juvenil" da Mia do primeiro livro - que era mais madura e responsável, apesar de ser uma adolescente (regredir é complicado). Aliás, durante todas as mais de 300 páginas do livro, muito se argumenta sobre o fato de Mia agora ser uma adulta, sobre não ser a garota ingênua do livro anterior... Essa é uma discussão completamente vazia, já que as atitudes da personagem são cada vez mais imaturas e ela até mesmo se expressa como uma adolescente fazendo birra.

Mia é CHATA. Não tem personalidade, não tem gostos que a tornem digna de qualquer destaque, parece estar completamente alheia à própria vida e às situações as quais está, ou já esteve, exposta, não aprendendo absolutamente NADA com elas.

Lukas, apesar de ser um personagem um tanto maçante, ainda consegue evoluir minimamente. O arco proporcionado pela existência de Dylan, o "filho fora do casamento", realmente impulsiona o personagem rumo a um crescimento que o torna menos repugnante - mas a existência desse mesmo filho também prejudica anda mais a construção de Mia, que agora tem raiva e ciúmes de um bebê! A personagem discorre por parágrafos e mais parágrafos sobre a sua revolta ao perceber que Lukas "ama mais" o filho do que ela. Ridícula!

Por fim, a autora usa e abusa de clichês preguiçosos e "alonga" a história se utilizando da "troca de perspectivas", fazendo com que a visão alternada dos protagonistas seja uma justificativa para repetir páginas inteiras - o que poderia funcionar, se a diferença de perspectiva entre esses personagens fosse mesmo relevante, afinal. Há muito sentimentalismo barato e floreio bregas tentam, sem sucesso, dar uma noção de intensidade para um relacionamento que soa completamente artificial - e ainda mais artificial a cada novo capítulo. Mia e Lukas não têm NADA em comum e, nem mesmo com todo o esforço e breguice empenhados nesse livro, Juliana conseguiu me convencer do contrário.
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Sofi 13/05/2021

O dilema do livro do meio
Talvez seja o fardo que todo livro do meio de uma trilogia seja o mais entediante, muito comum mesmo.
Continua desenvolvendo a história de uma forma um pouco repetitiva sobre a problemática principal, mas evolui bastante no tempo e adiciona várias mudanças, mesmo que não aprofunde tanto nos personagens.
É um livro bem clichê amorzinho mesmo, apesar de no início ter muitas cenas hots - toda a trilogia poderia ser uma história do wattpad. Vou ler o terceiro só por curiosidade e não por expectativas.
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Jessica.Rodrigues 25/04/2021

Tenho que confessar que peguei um rancinho do Lukas. Era só ele tratar a Mia como uma adulta e abrir o jogo com ela.. sempre mandava ela embora como se fosse um objeto ?
Vamos ver no próximo livro se ele muda.
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Thayane 26/03/2021

Achei o livro cansativo, enrolado mas pelo que percebi já é um traço da autora, não me identifiquei com os protagonista, achei coisas absurdas.
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Rebecca.Gallippi 13/03/2021

Releitura
As coisas nunca estão ruins o bastante que não possam piorar
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