Eu creio na pregação

Eu creio na pregação John Stott




Resenhas - Eu creio na pregação.


8 encontrados | exibindo 1 a 8


Camilla 28/12/2020

Crer
O livro possui uma linguagem um pouco complexa, mas é profundamente lindo!
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Sidney.Muniz 27/12/2020

Um dos melhores livros que li na área de pregação, pretendo a releitura depois.
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Pr. Adilson Benevides 23/01/2020

Eu Creio na Pregação
É sem dúvidas o melhor livro que Stott ja escreveu!!! Fantástico e Inspirados sono!!!
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Miguel.Fiuza 10/01/2019

Eu creio na pregação
Grande Livro. Recomendo
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Diógenes Gimenes 11/10/2018

Eu creio na pregação
Obra excelente! Leitura enriquecedora. Impossível ao pregador não ser quebrantado e tornar-se mais humilde após essa leitura. Stott apresenta de forma linear um esboço histórico dos grandes pregadores do passado (dos pais apostólicos até os pregadores do século passado). Um tema complexo que também é tratado, fala sobre as objeções contemporâneas da pregação. Nessa obra o leitor irá compreender os fundamentos teológicos da pregação. Stott explica que a pregação funciona como a edificação de pontes que conectam dois mundos. Num capítulo específico, ele trata da chamada ao estudo e nos três últimos capítulos Stott se dedica ao tema dado a preparação dos sermões e a conduta do pregador.
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Vinicius, Pr. 03/05/2016

Obrigatório para todo pregador
TIve que ler para trabalho no seminário. Li junto com Pregação e Pregadores (M Jones). Gostei demais de Eu creio na pregação e recomendo.
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Héber 25/04/2011

Pregador falho falando a cristãos falhos
O livro de John Stott é realmente impressionante. Gostei muito de sua abordagem ao falar sobre a pregação. O autor escreve muito bem, sem muitas palavras difíceis, o que torna a leitura do texto muito dinâmica e fluente e com fácil assimilação do conteúdo. Dediquei um final de semana para ler este livro inteiro, assim, tive um contato muito próximo com o autor e suas idéias, e uma leitura muito intensa e profunda sobre a arte da pregação.

Enquanto lia eu anotava alguns pontos que eu achava relevante para escrever e refletir mais profundamente nesta resenha, no entanto, depois que terminei a última página percebi que os pontos destacados tinham excedido o número de vinte e ficaria difícil falar sobre cada um deles num limite de quatro páginas. Desse modo resolvi destacar os pontos que acredito ser-me-ão mais úteis para o meu ministério de missionário anunciando a Palavra de Deus em contexto transcultural. Além destes pontos também vou ressaltar aqueles que me tocaram de maneira mais profunda e pessoal como cristão e futuro ministro do Evangelho.

Achei muito interessante como o autor torna indissociável a pregação da Palavra e a Adoração. A pregação é responsável por mostrar ao ouvinte as maravilhas do Deus vivo e verdadeiro. Através da pregação o crente pode conhecer melhor a Deus, seus atributos e essência e se derramar diante Dele e adorá-lo pelo que Ele é. O adorador estará mais sensível ao seu objeto de adoração se melhor o conhecer. Segundo o autor, na pregação o Nome do Senhor é conhecido para que na adoração o Seu nome seja louvado. Gostaria de citar literalmente a frase que mais me chamou a atenção neste ponto do livro. Stott diz que: “nossa adoração é fraca porque nossos conhecimentos de Deus são fracos, e nossos conhecimentos de Deus são fracos porque nossa pregação é fraca.” (p.89). Puxa, como essa frase me impactou profundamente!
Logo me veio à mente uma associação semelhante que John Piper faz em Alegre-se os Povos. Ele afirma que missões existem porque Deus não é adorado por todos os povos. A Adoração é tanto o combustível que impulsiona missões (fazer com que todas as pessoas conheçam a Deus para o adorarem) quanto o seu objetivo principal (adoração de todas as pessoas a Deus). “Onde a Paixão por Deus é fraca, o zelo por missões será fraco” (p.14). Se colocarmos em paralelo as idéias de Stott e Piper veremos mais semelhanças do que simplesmente seus primeiros nomes. É Através da pregação que o homem tem consciência do Deus que serve e o adorará por tê-lo conhecido melhor, por outro lado, se esse Deus não é adorado entre todos os povos, é necessário que Ele seja conhecido por esses povos para que eles o adorem. Em vista disso percebo duas funções essenciais da pregação: levar o cristão a adorar a Deus e levar o cristão a tornar o nome de Deus conhecido entre as pessoas que não o reconhecem como Deus verdadeiro para que elas o adorem. Assim, podemos parafrasear Piper dizendo que a adoração é não só o combustível que motiva a pregação como também o objetivo dela.

O capítulo três Stott dá algumas bases teológicas para a pregação iniciando nas convicções que o pregador precisa ter sobre o Deus que prega. É uma dessas convicções que eu gostaria de destacar. Deus tem falado. Neste ponto vemos Deus comunicando sua vontade ao povo ao longo de sua revelação. “A fala de Deus relacionava-se com a sua atividade” (p.100). Ele não só se comunicava claramente como também explicava o que estava fazendo. Ele chamou Abrão pra sair de Ur, mas lhe explicou o porquê disso e lhe deu uma promessa. Ele chamou Moisés para libertar o povo, mas explicou que estava formando uma nação.

Chamou o povo para sair do cativeiro, mas levantou os profetas para explicar o motivo do seu juízo sobre o povo. Deus falou ao povo literalmente por meio de palavras, quer tenha sido por profetas quer tenha sido por visões e sonhos. Como se isso não bastasse, o próprio Deus resolveu se revelar à humanidade em Palavra que habitou entre nós: o Logos de Deus. “Jesus é a Palavra de Deus que se tornou carne, a imagem visível do Deus invisível, de modo que quem o via, via o Pai.” (p.255). Lembro ainda da revelação Escrita de Deus ao seu povo usando palavras, antes faladas, agora registradas de forma visual. Mas qual a importância de Deus ter usado palavras para se comunicar ao seu povo e se revelar como Palavra Encarnada? O que aprendi com isso é que o pregador ao usar palavras para comunicar a Palavra de Deus tem o peso da grande responsabilidade de utilizar o mesmo método que Deus usou para se revelar, ao falar sobre a Palavra Encarnada revelada na Palavra Escrita. Para isso ele precisa escolher bem as palavras que usará para que a comunicação seja eficaz e o ouvinte entenda exatamente o que o pregador está querendo dizer. Isso me leva ao próximo ponto deste artigo.

Desde que comecei me interessar por missões transculturais procurei aumentar minha leitura na área da antropologia, e a possibilidade que o Evangelho tem de ser ensinado em cada cultura de maneira compreensível a ela me fascinou muito. Desde então tenho procurado, sempre que tenho oportunidade, apresentar o Evangelho de maneira tão pessoal para o meu ouvinte que ele não perceba a preciosa mensagem como estrangeira ou fora a sua área de conhecimento. Contextualização é a palavra certa para descrever isso e meu empenho tem sido, e continuará sendo, com que o Evangelho seja passado para os outros de maneira muito pessoal. Para isso tive grande inspiração ao ler algumas passagens do livro de John Stott. Ele enfatiza muito a necessidade da mensagem bíblica ser relevante para os ouvintes atuais.

Ao citar Loyd-Jones o autor diz que “a tarefa da pregação é relacionar o ensino das Escrituras com aquilo que está acontecendo em nossos próprios dias.” (p.160), ou seja, é imprescindível que os ensinamentos contidos na Bíblia sejam tão relevantes para os ouvintes atuais como o foi para seus ouvintes originais. Gostei muito da citação que Stott fez de Charles Spurgeon. Para o príncipe dos pregadores assuntos teológicos altamente debatidos em nossas igrejas não fazem o menor sentido para a viúva que tem sete filhos pra criar com a renda de seu trabalho de costura, nem para o homem de negócios que está vivendo em pecado, nem para o jovem estudante que está mais preocupado com sua nota baixa da escola. Stott é enfático: “É totalmente irrelevante.” (p.151).

Para que alcancemos este objetivo precisamos escolher corretamente as palavras que usaremos ao pregar. Para que o conteúdo de nossa mensagem seja facilmente assimilado pelos ouvintes. Stott coloca isso em alguns pontos dignos de nota. Inicialmente é preciso que a linguagem usada expresse exatamente o que queremos dizer, sem deixar margens para outras interpretações. Isso se aplica principalmente quando os ouvintes são pessoas de outra cultura. Devemos escolher as palavras mais simples e evitar os substantivos abstratos. Não devemos dizer diretamente como o ouvinte deve se sentir, mas levá-lo a sentir o que desejamos que ele sinta. Gostei muito dessa explanação, pois encaixa muito bem com a comunicação transcultural. Para que passemos alguma informação para pessoas de culturas diferentes da nossa precisamos ser o mais simples, o mais direto e o mais claro possível.

Apesar da necessidade de apresentarmos a mensagem antiga para um mundo atual e da importância de fazermos isso numa linguagem apropriada ao nosso público alvo, não podemos fazê-lo de qualquer jeito. Precisamos inicialmente descobrir que significado o texto pregado tem para os leitores originais e depois aplicar este significado aos ouvintes atuais. Caso o pregador queira tomar um atalho proibido aplicando o texto diretamente aos ouvintes sem descobrir seu significado original ele estará desonrando a Deus, abusando da Palavra e enganando o povo. São termos fortes, mas que expressam exatamente o que acontece com o pregador desleixado.

Quero ainda ressaltar o que o autor fala sobre as lentes culturais. Ele menciona que na explanação das Escrituras, dois mundos se encontram: o mundo bíblico e o mundo atual. Enquanto estudamos a Bíblia, nossa mentalidade ao lê-la está envolvida por nossos antecedentes culturais. Nossos pensamentos e atitudes errados moldados culturalmente são pouco a pouco iluminados pelo estudo da Palavra nos levando a assumir um pensamento bíblico. A Bíblia é supracultural, ela está acima de qualquer cultura e seus ensinamentos podem ser aplicáveis a qualquer cultura. Como candidato a missionário transcultural preciso entender que, ao expor a Palavra, ela será vista pelos outros através de suas lentes culturais, não necessariamente erradas. Por esse motivo, o que deverá ser ensinado a este povo é o princípio que a Bíblia quer passar e não necessariamente a minha forma ocidental de entender a Bíblia. Reconheço que esta é uma tarefa um tanto difícil que me exigirá abnegação de muitos pressupostos culturais pessoais meus para que a Bíblia seja ensinada de maneira culturalmente apropriada.

Para encerrar esta resenha eu gostaria de expor um pouco sobre como foi a ocasião da leitura deste livro e da grande lição que aprendi. Decidi dedicar um final de semana para ler esta obra, o tempo foi razoável para fazer uma leitura abrangente, porém não pouco profunda. Iniciei a leitura na sexta pela manhã e no domingo a noite eu pregaria na congregação da Igreja Batista Sião na ilha de Trambioca. Quanto mais eu me debruçava na leitura menos eu me percebia capaz de assumir o púlpito poucos dias depois. Como poderia eu, cheio de pecado, fraquezas e limitações desempenhar uma função tão importante quanto a pregação da Palavra? Essa pergunta não me saía da mente por um bom tempo durante minha leitura. O padrão para o pregador era muito elevado. Eu jamais estaria a altura de tal função.

Depois da Escola Dominical no domingo pela manhã li mais umas 80 páginas e deixei o livro de lado. Depois do almoço revisei o sermão por um tempo que eu iria pregar mais tarde e quando terminei essa tarefa tomei novamente o livro e comecei a folhear as primeiras páginas do capítulo sete. A essas alturas eu já estava angustiado por saber das minhas dificuldades e erros em minha vida e, mesmo assim, logo mais eu estaria à frente de uma igreja comunicando a mensagem que Deus tinha para o povo aquela noite.

Com toda essa luta em mente me deparei com a citação que coloquei no início do trabalho: “Certamente devemos reconhecer a verdade de que somos seres humanos com nossas fraquezas e nossa condição caída, vulneráveis à tentação e ao sofrimento, lutando com as nossas dúvidas, com o medo e o pecado, necessitados continuamente da graça de Deus que perdoa e liberta. Dessa maneira o pregador por continuar a ser exemplo – mas exemplo de humildade e verdade” (p.284). Isso veio como uma bomba de conforto ao meu coração, uma verdadeira explosão de suspiros aliviados. Eu não precisava ser um super herói que nunca errou para falar a um povo errante, eu não precisava ser alguém que estava acima da congregação por ter mais conhecimento da Palavra. Fechei o livro e orei pedindo misericórdia a Deus para que Ele me usasse naquela noite apesar de mim.
Essa foi a maior lição que tive para a minha vida ao ler este livro!

“Certamente devemos reconhecer a verdade de que somos seres humanos com nossas fraquezas e nossa condição caída, vulneráveis à tentação e ao sofrimento, lutando com as nossas dúvidas, com o medo e o pecado, necessitados continuamente da graça de Deus que perdoa e liberta. Dessa maneira o pregador por continuar a ser exemplo – mas exemplo de humildade e verdade” John Stott
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Rivânio 07/06/2010

A grande importância de pregar a palavra de Deus e as conseqüências benéficas para a humanidade em conhecer e por em pratica a sabedoria divina na vida cotidiana. Para isso o pregador tem a responsabilidade de ser um elo entre a palavra revelada de Deus e o homem, tarefa que requer muita dedicação nos estudos teológicos com afinco e respeito pela palavra revelada e muita dependência ao Espírito de Deus porque nossa luta não é contra carne ou sangue. A fim de que a Glória da pregação e seus frutos sejam de Jesus e não do Homem.
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