Cartas no Corredor da Morte

Cartas no Corredor da Morte Paula Febbe
Cláudia Lemes




Resenhas - Cartas no Corredor da Morte: Projeto Parceiras no Crime


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Queria Estar Lendo 18/01/2018

Resenha: Cartas no Corredor da Morte
Cartas no Corredor da Morte é um conto escrito em conjunto pelas autoras Cláudia Lemes e Paula Febbe. Com a atmosfera sinistra, a história prende pelo realismo medonho.

O conto tem uma trama bem simples; acompanhamos a troca de cartas entre dois serial killers no corredor da morte. As cartas vêm carregadas de crueza e são tenebrosas exatamente por parecerem tão reais. Paula Febbe é psicanalista; Cláudia é uma estudiosa no que cerne a mente e a atividade de assassinos em série. O resultado disso foi um baque no meu emocional - e o melhor tipo possível.

O encontro das realidades deturpadas desses dois assassinos acontece através dos seus relatos e diálogos pra lá de arrepiantes. Johnny Love e Steve Gurniak são monstros, mas as falas e comentários e até mesmo o humor deles denota humanidade. Não o tipo de humanidade empática, mas aquela presença de espírito e a certeza de que você está lendo sobre duas pessoas - o que torna tudo muito assustador. Poderia ser real; e quando a gente pega no ponto de "isso poderia estar acontecendo em algum lugar agora mesmo" ah, rapaz, aí a coisa alcança outro nível.

"Gostei de você na primeira carta, mas quanto mais você escreve, mais tenho a certeza de que você não tem ideia com quem está falando."

Johnny e Steve mostram personalidades bastante diferentes, por isso alguns conflitos abordados nas cartas são tão interessantes de acompanhar. É uma história bem rápida, mas eletrizante. É claustrofóbica, até, de tão centrada nessas duas mentes, nos seus entendimentos da vida e no que ela significou para eles; as motivações que os levaram a caminhos sem volta, os motivos pelos quais buscaram a crueldade para responder aos traumas passados. É o tipo de obra que te deixa virando as páginas ansiosamente, buscando por mais e mais.

Para uma trama tão curta, com certeza desenvolve bem a aura de tensão. O clímax é surpreendente, conseguiu me deixar de queixo caído - inclusive, sugestão de episódio para a próxima temporada de Black Mirror. Acho que cabe na premissa; o mindfuck funcionou comigo.

"Você conhece aquela história da árvore, certo? Aquela teoria. Se uma árvore cai na floresta e não há ninguém para ouvir, ela realmente faz barulho quando cai?"

Cartas no Corredor da Morte é a estreia das autoras como uma dupla nesse mundo da escrita, e me deixou implorando por mais. Já acompanho os trabalhos das duas, sou fangirl, e vou esperar avidamente pelos próximos projetos.

O conto está disponível na Amazon e de graça para os assinantes do Kindle Unlimited!

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2018/01/resenha-cartas-no-corredor-da-morte.html
Carol 20/01/2018minha estante
Nossa, a sua resenha me fez ter vontade de ler neste instante! Vou procurar esse livro.?




Enza 17/03/2018

Incrível...
Me surpreendeu, conseguindo me prender do início ao fim fazendo com que eu ficasse horrorizada, enojada, assustada, mas o final... que final esplêndido. Adorei.
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Vinny Britto 19/07/2018

Caramba, que bela surpresa!!!
Num resumo o que posso afirmar é que a parada aqui é pesada. As cartas tem um teor denso, angustiante e revoltante mesmo sabendo se tratar de ficção, não foge da realidade.

Já conhecia a qualidade da escrita da Cláudia Lemes, mas com a Paula foi minha primeira experiência e posso afirmar que é muito boa também e com certeza irei conhecer um pouco mais do seu trabalho.

O melhor de tudo é o final de arrepiar e surpreendente.

Leiam.
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Caim 02/10/2017

Encontro entre a Vingança e a Morte
O livro é envolvente porque narra a troca de cartas entre dois serial killers no corredor da morte.
O encontro entre eles é motivado por uma sintonia entre iguais que se reconhecem em sua loucura e visão deturpada do mundo.
A narrativa é ligeira, nada convencional e o final reserva uma surpresa, de fato, inesperada.
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laricots 04/11/2017

Livrão da po#%$ - LEITURA OBRIGATÓRIA
Cartas trocadas por dois homens sem um pingo de humanidade. Uma proposta doentia. Será que Love aceitará isso? Você conhece quem está ao seu lado? E quem está em um corredor da morte?
Serial Killer é um assunto que poucos conhecem com profundidade, mas as duas autoras são especialistas no assunto. Eai? Vai perder? Já sabe o que vai comer hoje?
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Jaíne @literariafarofa 21/03/2019

Serial Killers e seu ego
Cartas no Corredor da Morte é um livro que surgiu da união de duas escritoras brasileiras que tem em comum o interesse em estudar Serial Killers.

Cláudia Lemes e Paula Febbe decidiram trocar emails como se fossem assassinos em série no corredor da morte, trocando confidências sobre seus crimes e seus motivos para tê-los cometido, e assim nasceu uma história muito interessante e nojenta.

As autoras não economizaram nos detalhes e entraram bem no papel que escolheram, descrevendo os crimes com a frieza e a crueldade que era de se esperar de serial killers que não tem remorso pelo que fizeram. Muitas partes me reviraram o estômago e me incomodaram muito.

O final do livro foi uma surpresa para mim. Eu não imaginei que terminaria assim e achei que foi uma forma muito inteligente de concluir a história.

O livro está disponível no Kindle Unlimited e as duas autoras tem um canal no YouTube chamado Serial Chicks, onde elas falam sobre diversos assassinos em série com muita responsabilidade, também recomendam vários livros pra quem se interessa pelo assunto.


site: https://www.instagram.com/p/BsWWVM6Ae6A/
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Dallas 14/10/2017

Ja escolheu o que vai querer em sua última refeição?
O livro Cartas no corredor da morte é mais que uma leitura, é uma experiência de louco e, por fim satisfação.
Aquele livro que te faz sentir ódio da humanidade no decorrer de toda a leitura, e no final sente um ótimo gosto adocicado na língua. Quem leu sabe do que estou falando.
Cartas no corredor da morte é um livro que não decepciona, mas não podia esperar menos de duas autoras especialistas em brincar com as mentes das pessoas usando apenas palavras.
Posso dizer que nunca senti tamanha euforia e ansiedade após uma leitura.
Esse livro deve ser mostrado, lido, conhecido.
Um triunfo.
Parabens, e obrigado a todos os envolvidos.
Ja escolheu o que vai querer na sua última refeição?
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Ju - @jujueoslivros 22/04/2019

Johnny..
Só pra atualizar, pois já foi lido e resenhado
no IG @jujueoslivros.


Um livro tenebroso!

Dois assassinos em série no corredor da morte trocam cartas entre si contando
detalhadamente seus crimes, e o porquê de cada um deles. Johnny já está com o pé na cova, daqui a dois meses ele será executado, enquanto Steve ainda pode recorrer de sua sentença.

Juntos, eles planejam uma última morte.

Um livro tenso e angústiante. A escrita em forma de cartas faz com que a leitura seja rápida. Li em uma manhã.

As autoras criaram dois assassinos frios, donos da razão e com mentes perturbadas ao nível que uma pessoa sensível, talvez, não aguentaria ler.

O plot twist no final, foi épico! Mas eu peguei um leve spoiler quando acabei olhando o final sem querer. E quando digo final, foi só uma palavrinha, então antes do fim, infelizmente, eu já sabia o que tinha acontecido.

Se recomendo? Muitíssimo! Um nacional de se aplaudir de pé! As autoras estão de parabéns!
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Lari F. Casaroli 10/03/2019

O livro nos traz a história de dois homens condenados a morte que por algum motivo começam a trocar cartas (tudo a ver com o título) e ficam amigos. Uma amizade bem curiosa, eu diria... Uma vez que ao decorrer da leitura vamos descobrindo o que levou esses homens ao corredor da morte e essa amizade, pra mim, começou a parecer BEM duvidosa.
Eu acho que o mais interessante sobre esse livro é a forma como ele foi escrito: as autoras basicamente incorporaram os personagens Johnny Love e Steve Guarniak e trocaram essas cartas, dando vida a essa história de arrepiar. Acredito que esse seja o grande triunfo de qualquer autor: fazer com que seus leitores tenham emoções reais. E só eu sei tudo o que senti lendo esse livro. Eu fui stalkear as autoras e adicionei vários novos livros a minha wishlist. Elas são demais!
Pode esperar MUITA, mas MUITA violência. Eu até poderia dizer para você imaginar coisas bem violentas e até um pouco nojentas, mas acho difícil que sua cabeça seja capaz de chegar a algo perto das descrições detalha das nesse livro. Leia, apenas leia.
E quanto ao final: tem plot twist sim, minha gente! E eu fui 100% pega de surpresa. Não sabia se ria, se chorava ou se queria mais. Essa leitura definitivamente valeu muito a pena!
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Juliana 10/12/2017

Querendo mais...
O que aconteceria se duas escritoras resolvessem encarnar dois assassinos em série se correspondendo por cartas? Um deles está no Corredor da Morte, o outro tem uma alcunha que diz tudo sobre si: Assassino dos cinco sentidos.
Desse experimento maravilhoso surgiu o livro “Cartas no Corredor da Morte”, minha segunda leitura concluída no #LeiturasDeDezembroSOS
.
🎈Aqui vai textão 🎈
.
As habilidades de um grande escritor estão em fazer o leitor sentir o que o escritor quer que ele sinta. Bons livros trazem grandes emoções, sejam elas de calma, esperança, borboletas no estômago, ou de ódio, repulsa, medo...
Caraca, como essas escritoras conseguiram produzir emoções nesse livro! Nunca fui uma amante dos romances epistolares, mas esse tem algo diferente. Algo visual, tátil, sinestésico. É o Livro dos Cincos Sentidos (Hahaha piada interna para quem já leu).
Voltando às habilidades dos grandes escritores, aqui senti muito medo, muita repulsa e doses intensas de pura tensão. As histórias de Love e Steve são tecidas com maestria, o vínculo entre os dois construído com cuidado, provocações, toques sutis que levam, devagar, ao ápice.
E quando tudo parece estar caminhando para um desfecho inevitável, há uma reviravolta de arrepiar os cabelos. Eu não conseguia ler sem desviar os olhos, sem ter aquele formigamento na ponta dos dedos... mas, as autoras não acabaram por aí.
Não vou estragar sua supresa, leitor.
Só não pense duas vezes em ler esse livro.
Quando fui contar para a Paula que tinha comprado o e-book, uma das coisas que ela me disse foi mais ou menos “desculpas adiantadas pela violência”. Paula, só quero te dizer que vocês estão desculpadas kkkkk. E mais, que vocês não devem parar.
Ambas são escritoras maravilhosas e de um talento visceral (outra piada interna Hahahahaha) para fazer o leitor sentir a história. Obrigada por terem nos presenteado com esse livro!
Por favor, escrevam mais!!
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Lidiane @darksideloversclub 24/05/2019

Lidiane @darksideloverclub
Contos no corredor da Morte
Autoras: Cláudia Lemes e Paula Febbe
Editora: @monomito.editorial
119 páginas - 2019 -
Ficção, Policial, Suspense, Serial Killer
.
Cartas no corredor da Morte, é uma leitura rápida. Principalmente porque quando percebemos o quanto as autoras são geniais, queremos ir logo até o final e descobrir e juntar todos os detalhes.

É sim um livro curto, mas tem vários momentos intragráveis e difíceis de ler. Entrar na mente de LOVE e GURNIAK é amargo... é visceral.

Steve Gurniak e Johnny Love são serial Killers altamente perigosos e doentios que já estão cumprindo suas penas. GURNIAK prisão perpétua e Love , muito em breve, cadeira elétrica.

O destino desses dois assassinos se ligam quando Love consegue, através de favores, enviar uma carta para Steve - o assassino dos 5 sentidos. Já isolados e sabendo que nunca mais sairão dali com vida, começam a trocar grotescas confidências. E assim se inicia essa "amizade" perturbadora!

Cada troca de carta traz revelações chocantes, para os nossos olhos. E para os detentos, só uma forma de conhecer o "jeitinho", o estilo e motivações de cada um.

Com relatos que nos deixam enojadas, nos surpreendemos quando deparamos com uma trama sendo arquitetada e mesmo trancafiados esses dois descobrem que precisam de um último ato. Steve sofre por ter deixado sua "obra" inacabada e passa a exigir que Love, seu atual e último, melhor amigo, concretize-a.

O que é mais interessante é o como as autoras, recém conhecidas, resolvem escrever este livro. Elas trocam emails como se fossem os dois personagens. E em cada e-mail a trama vai sendo criada. .
Eu li, Cartas no corredor da morte, de um dia para o outro. Você simplesmente não consegue parar e a indignação com certeza surge, pelos atos praticados por esses dois.

É uma história com uma reviravolta incrível. Nos surpreende do início ao fim. .
Foi uma das melhores leituras desse ano. E com certeza, quem gosta de livros assim, focados na psicologia dos Serial Killers, vai apreciar a leitura.
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Paulo 28/04/2019

A mente de um criminoso é tortuosa e repleta de concepções que não conseguimos entender. Sem dúvida alguma, eles não representam a normalidade do status quo. Eles entendem a realidade e a relação com as pessoas por um outro viés. O que para nós é abominável, para eles é justificável. Isso não os torna alienígenas, apenas pessoas que se libertaram do mundano e chegaram a um nível que os torna impróprios para conviver em sociedade. Gurniak e Love representam dois homens em um outro estado mental.

Aliás, antes de começar, fica o meu aviso para o leitor: se você tem gatilhos relacionados a estupro ou situações violentas, não leia. É um livro forte que vai apresentar situações que envolvem sexo, sangue, violência. Se você também não estiver no momento psicológico adequado, também fica a minha sugestão de não encarar a leitura. Eu curti muito a escrita das autoras, e elas tem uma ótima visão sobre a psiquê de criminosos.

A trama de Cartas no Corredor da Morte é bem simples e fácil de entender. São dois homens se abrindo um para o outro a respeito das suas experiências. São criminosos com mentalidades diferenciadas: Love possui uma mente liberta de pudores e suas experiências sexuais revelam um pouco desse lado; Gurniak é um homem em uma missão de "purificação". Enquanto que Love é um hedonista, Gurniak sai em busca de padrões para as coisas. Para ocorrer a salvação é preciso seguir um plano. E este plano envolve mortes e mutilações. Na mentalidade dele, é tudo em prol de um objetivo maior. A paranoia do personagem é tão forte que ele se coloca no papel de um messias salvador, que a partir de sua automutilação (um sacrifício necessário) ele se coloca a serviço de forças superiores. Para ele, o mundo se encontra em decadência e cabe a ele cumprir esse propósito. Em sua mente tortuosa, sua irmã Sophie é tudo o que existe de puro na humanidade. Não vou estragar a surpresa dos leitores, mas basta saber que Sophie funciona como uma figura angélica para a podridão transparente de Gurniak.

Já Johnny Love é fruto de suas experiências ao longo da vida. Tendo sido estuprado cedo em sua vida, o personagem desenvolve uma visão aberta sobre sua sexualidade. Provavelmente ele não desenvolveu os diques que a sociedade coloca em nossos egos, nos impedindo de sermos totalmente livres com nossa sexualidade. Sua visão sobre seu corpo e como ele deve usá-lo é agressiva para nosso olhar repleto das concepções pudoradas de nossa sociedade. Mas, para ele, sua libertinagem é um ataque de volta ao mundo que o marcou. Uma coisa que teria sido interessante na visão de Love seria se as autoras tivessem focado mais nessa relação que ele teve com os frequentadores do sex shop. Sem dúvida alguma foi um momento marcante na vida do personagem. Representou uma transformação ao ver como o homem é hipócrita e contraditório em seu discurso.

A história tem duas partes (não vou dar os nomes delas porque tenho receio de dar spoiler). A gente vê a relação entre os dois personagens surgindo de duas formas. Na primeira parte a relação é de Love sendo um homem submisso às vontades de Gurniak. A idolatria de Love por Gurniak o coloca de uma forma em que o personagem quer saber como funcionam os meandros da mente do outro. Em determinado momento, o personagem quase perde o contato com o outro ao tê-lo desagradado. Mas, pouco a pouco vemos essa relação se invertendo drasticamente. Na segunda parte é o contrário. É Gurniak quem precisa de Love por conta de alguns desdobramentos que acontecem na narrativa. E a forma como essa hierarquia funciona é que vai nos encaminhar em direção ao final.

A escrita das autoras é sensacional. Pelo que eu entendi, cada uma incorporou um dos personagens. O engraçado: como eu já tinha lido um ebook da Cláudia Lemes, eu logo imaginei que Love fosse a parte da autora. Sim, elas escreveram cartas uma para a outra, e foram essas cartas que compõem a narrativa do livro. Logo, a escrita é feita de forma epistolar. Mas, tudo foi feito de uma maneira tão orgânica que esse é um daqueles livros que lemos em uma única sentada, tamanha a velocidade imposta pelas autoras. As palavras empregadas por ambas são muito bem encadeadas e o leitor consegue facilmente se envolver na narrativa. Podemos dizer que a história começa bem tranquila e aos poucos as autoras vão impondo o seu estilo. Passamos do hediondo até o grotesco em pouco tempo. E o melhor é que isso tudo funciona de forma natural para elas. Não há uma forçação de barra para iniciar um trecho mais violento. Nada disso. Os personagens enxergam a violência e a morte como coisas corriqueiras. Por essa razão eles conseguem transformar coisas comuns em ataques severos a uma pessoa.

Fica também os meus parabéns à edição da Monomito Editorial que possui uma diagramação muito boa, fontes grandes. A revisão do texto está excelente. Não me recordo de ter encontrado erros de revisão (se teve, devem ter sido bem poucos mesmo). Essa é uma daquelas narrativas que o leitor precisa ir preparado: não é uma narrativa tranquila, com bastante tensão em alguns momentos. Mas, também mostra a qualidade da escrita tanto da Cláudia como da Paula ao fazer o leitor se importar e se envolver com estes personagens.

site: www.ficcoeshumanas.com.br
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Danii 04/01/2018

Insano!!!
Eu não tenho palavras para descrever o que senti ao ler esse livro... Sim, insano! Vi outras pessoas o descrevendo mas não tinha ideia do quanto! rss
Um livro perfeitamente bem construído por duas mulheres sensacionais!
E que final foi esse??? Só posso dizer que fiquei extasiada e amei! O ano começou agora, mas esse já entrou pra minha lista de favoritos!
Parabéns pela obra, Divas!!!
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