A Liga da Lei

A Liga da Lei Brandon Sanderson




Resenhas - Mistborn 4


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Ale 03/05/2020

Novos rostos, mesmo mundo.
Como sempre, é um prazer novamente ler um livro do Brandon Sanderson.

Em A liga da Lei, Sanderson começa a segunda era de Mistborn, trezentos anos após O Herói das Eras (1° era de Mistborn) em uma sociedade não mais medieval mas sim com cara de era vitoriana misturada com faroeste, com ótimos personagens e uma trama não tão boa como a primeira era, mas que sem dúvidas vale a leitura!

Antes de mais detalhes gostaria de avisar que sim, deve-se ler a primeira era de Mistborn antes desse livro. Caso não aconteça, A Liga da Lei será um livro completamente confuso e sem graça pra quem ler despreparado.

Bem, minha opinião sobre o livro é a seguinte:

Entendo que comparar obras é algo bem chato, mas é impossível não comparar esse livro com outros do autor. Esse livro é definitivamente inferior ao primeiro livro da 1° era de Mistborn.

Tive a impressão que Sanderson quis deixar o livro mais jovem e acessível. O que foi um pouco deprimente, já que o universo de Mistborn é tão complexo e genial, queria que fosse uma história mais grandiosa.

Acredito que o ponto forte desse livro foram os personagens. Wax, Wayne e Marasi, são personagens bastante carismáticos e interessantes, estou ansiosa para ver o que os reserva pra o segundo livro.

Uma coisa muito legal do livro foram as referências da primeira Era. Mesmo que mínimas e não totalmente visíveis, aqueciam meu coração sempre que notava. Quando citou a Vin, me emocionei.

Concluindo, apesar de Brandon Sanderson ser um dos meus autores favoritos tenho que admitir, foi uma leitura muito lenta e chata em várias partes. A minha dica é vá com calma e sem expectativas, se não, talvez se decepcione. Apesar de tudo, recomendo!
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Ramon.L IG:ramonlessa 10/03/2020

Uau
Brandon sanderson se tornou um dos meus escritores favoritos, amei a primeira era de mistborn e gostei muito desse primeiro livro da segunda era, os personagens são bastantes carismáticos , tem várias referências legais dos primeiros livros e que faz esse mundo de mistborn se tornar incrível.
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Naty 23/04/2020

Faroeste mais alomância = uma história mais Light de Brandon Sanderson
Brandon Sanderson é um autor conhecido por seus livros profundos e difíceis de adivinhar o final. Foi assim em Mistborn primeira era e em Elantris. Já aqui, no primeiro livro da segunda era de Mistborn, ele nos traz uma história bem mais leve e engraçada. Sem tanta abordagem à política ou à religião, mas com várias críticas sociais. Uma das maiores críticas desse mundo é com certeza o fato de, apesar de o mundo evoluir tecnologicamente e em questões governamentais, a criminalidade e a maldade ainda existem e talvez sejam ainda mais difíceis de se derrotar, pois se escondem onde menos se espera. E o que parece ser o foco dos bandidos pode ser só uma grande farsa para esconder uma jogada maior de quem os financia.
A ambientação nessa nova Elendel é bem legal. Uma mistura de era vitoriana com personagens saídos do faroeste. Acho que, nesse livro, a melhor parte foi acompanhar os personagens, os quais são super divertidos. Principalmente o Wayne. Apesar de que eles ás vezes exageram nos palavrões.
Wax, nosso personagem principal, é um grande atirador e um duplonato. Ele é um lança moedas, mas também consegue aumentar ou diminuir seu peso. Sua personalidade é forte e ele passa por uma grande perda (registrada logo no início do livro) que acaba o marcando e fazendo ele voltar para a cidade.
Seu amigo Wayne é de longe o personagem mais hilário. Na ver das, ele bem um mentiroso sem vergonha, mas usa isso a favor da lei (ás vezes). Ele consegue enganar quase que qualquer pessoa com disfarces rápidos e sotaques diferentes. Além de seus poderes de poder criar uma bolha de tempo acelerado e guardar saúde para poder se curar nas batalhas, ele tem um grande apego ao seu chapéu e um senso de humor que dá fluidez à história. Ele faz você ver todo mundo morrendo, mas mesmo assim conseguir sorrir das piadas dele.
Marasi é outra personagem de importância. O leitor lá no meio da história descobre algumas coisas sobre ela e ela será de suma importância para que tudo dê certo. É uma personagem feminina interessante, mas que não me cativou tanto. Ela gosta de se me ter numa aventura com certeza e é inteligente, mas ás vezes, para uma dama, é meio sem noção de mais.
O grande vilão aqui será Miles. É, apesar do autor ter criado um livro com menos de 300 páginas, realmente me perguntei se Miles conseguiria ser derrotado em tão pouco tempo. Ele tem poderes que o tornam quase indestrutíveis.
O fim do livro nos promete que ele tende a melhorar, trazendo mais política e religião (grandes pontos fortes do autor), é tornando a história mais difícil. As revelações do final não são tão bombásticas como costumamos ver em outros livros do autor. Não é lá um grande plot twist, mas valeu cada segundo acompanhando esses personagens.
Apesar de não ser a história mais bem estruturada de Brandon Sanderson, é bem fluida e diverte, com certeza.
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Gigi 07/07/2020

Maravilhoso
Brandon Sanderson como sempre não desaponta, é muito bom ver como o mundo evolui e como eles lidam com as ações do passado
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Alika 18/12/2017

https://goo.gl/9Mc9un
“As pessoas parecem erráticas, mas, na verdade, seguem padrões. Encontre os desvios, isole o motivo por que se desviaram e com frequência descobrirá alguma coisa.”

Li a primeira era de Mistborn esse ano mesmo, e a trilogia entrou pro meu hall de preferidos de fantasia. Quer ver o que achei? — O Império Final #1, O Poço da Ascensão #2 e O Herói das Eras #3. A segunda era foi lançada agorinha na CCXP17 e eu fiquei muito animada! Sanderson realmente sabe como escrever uma fantasia. Gosto muito do estilo de escrita dele, não dá pra largar o livro até saber tudo que vai acontecer. E ele surpreende, sempre!

A Liga da Lei se passa 300 anos depois dos acontecimentos da Primeira Era de Mistborn. E, para os padrões de Brandon Sanderson, o livro é pequeno, tendo menos de 400 páginas.

Lembra de Luthadel? Agora o nome é Elendel, em homenagem ao antigo rei Elend Venture. E aí temos energia elétrica, e arranha-céus. Mas Elendel é uma metrópole, nas Terras Brutas está tudo como antigamente.

Agora temos também pessoas com poderes feruquêmicos e alomânticos, e eles são chamados de Duplonatos. Nosso personagem principal, Wax, é um duplonato. Seu amigo Wayne também. Não, não há notícias de nascidos das brumas por aqui.

Como não quero dar spoiler, vou parar por aqui. Sanderson como sempre supreende, e o mundo mágico é muito gostoso de conhecer. Vou continuar essa nova trilogia e ver no que dá pois estou curiosa!

site: https://goo.gl/9Mc9un
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Acervo do Leitor 31/01/2018

A Liga da Lei – Mistborn: Segunda Era #1| Resenha | Acervo do Leitor
Mistborn é uma das séries de Fantasia mais vendidas no Brasil. Brandon Sanderson a cada dia, alavanca sua lista de leitores e seguidores, e não é pra menos. É impressionante a velocidade e capacidade de reinvenção do autor, a cada novo livro, mesmo àqueles que se situam em um mundo já conhecido ele consegue tornar o fantástico ainda mais admirável. Um autor que figura entre os melhores de sua geração, e que nos irá proporcionar viagens incríveis, tal qual é a experiência ao ler A Liga da Lei, primeiro livro da quadrilogia da Segunda Era de Mistborn.

“Ferrugem e Ruína… Ele estava tão nervoso que se flagrou levando a mão para dentro do casaco e tateando o cabo de sua Immerling 44-s
Era uma boa arma, não tão boa quanto as de Ranette, mas pequena e adequada para um cavalheiro. Tinha decidido que seria um lorde, e não um homem da lei, mas isso não significava que sairia por aí desarmado. Isso… bem, isso seria simplesmente insano.”

Não posso iniciar esta resenha sem antes dizer que A Liga da Lei não é, e não quer ser tão grandiloquente como O Império Final, ela não busca o protagonismo, prezando pela simplicidade, explicita em duas figuras que logo nas primeiras páginas já cativam e te fazem continuar a devorar o livro como se fosse aquilo que você deveria estar fazendo. Wax e Wayne promovem a união de uma das melhores duplas da literatura fantástica, e sim, podemos afirmar isso logo nas primeiras páginas, tamanha a empatia e zelo pro sua criação.

A Liga da Lei não busca salvar o mundo, mas a salvar a si mesmo, seus temores e suas desesperanças. Não há o vilão mor que restringe sob rédea curta seus vassalos e subalternos. Não há um grande mal a ser combatido. Há ganancia, suspense e novas e incríveis maneiras da famosa Alomancia ser explorada. Neste primeiro livro vamos partir com Wax e Wayne em uma investigação que trata sobre roubos misteriosos, sequestros intrigantes e um plano ainda não consolidado. Tudo isso com grande agilidade e fluidez. O que está por trás de tudo isso? Essa é a grande questão.

"Primeiro passo, pensou Waxillium enquanto mirava. Atrair atenção dos bandidos. Começou empurrando delicadamente para fora, criando uma bolha de aço para desviar as balas. Não o protegeria por completo, mas ajudaria a menos que disparassem balas de alumínio.”

A Liga da Lei é um ótimo livro de Fantasia, envolvente, intrigante, deveras engraçado e com empolgantes cenas de ação. Afinal, acrescente o “queimar” aço ao disparar uma pistola e veja o estrago que uma bala pode causar. Wax é a figura mais formal, séria e comprometida com sua honra. Wayne é um show à parte, a cada nova passagem, o figurão destila suas ironias e palhaçadas a todos que o cercam. Isso, sem falar em Steris e Marasi, que reservam para si parte dos melhores momentos do livro. A Liga da Lei deve ser lida como uma continuação da Primeira Era pelas inúmeras referências à primeira trilogia.

“– Ele está morto, minha jovem – disse uma voz envelhecida e distinta, ressoando na escuridão. – Sinto muito por sua perda.
O coração de Marasi quase parou.
–Sim – continuou a voz –, ele era simplesmente belo demais, esperto demais e imensamente notável em todos os aspectos de sua existência para continuar vivendo. – Uma janela foi aberta, deixando a luz entrar e revelando o rosto de Wayne. –Temo que tenham sido necessários cem homens para derrubá-lo e que ele tenha matado todos menos um.
Suas últimas palavras foram: “Diga a Wax… que ele é um vagabundo… e que ainda me deve cinco notas”.
– Wayne – sibilou ela.
– Não consegui evitar, minha chapa – disse ele, voltando à sua voz, que era completamente diferente.”

SENTENÇA

Brandon Sanderson trouxe uma leveza e uma dinâmica muito bem-vinda ao mundo de Scadrial. Um livro que não dispensa suas cenas de ação espetaculares e muito menos deixa de guardar para o final a grande surpresa da obra. Um lançamento de PESO, principalmente pela ação inovadora da LeYa ter lançado os três primeiros livros todos de uma só vez. Uma atitude louvável, para uma série que merece. Se você ainda não conhece Mistborn, não perca mais tempo!


site: http://acervodoleitor.com.br/a-liga-da-lei-resenha/
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@solitude_e_books 08/07/2018

Nunca Spoiler
Se você pensar na primeira era de Mistborn que era super grandiosa com um mundo berando a perfeição vai se depcionar em relação a está continuação, pois o plot desse primeiro livro é bem inferior aos da primeira era, não estou dizendo que é ruim pois é um livro bem divertido com personagens super legais que sem dúvida você vai se apegar muito fácil.

Esse é um livro bem pé no chão ao qual vc não vai ver nada grandioso com relação ao mundo fantástico do autor Brandon Sanderson, as referências muito embora poucas são bem legais com relação a primeira era.

Mais uma vez digo que não é um livro ruim simplesmente não é épico, por compensação é um história super frenética com um final legal com uma aparição de um ser que deu vontade de ler o próximo volume o quanto antes.
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kauzzara 26/03/2020

Assim como a primeira era esse livro foi ótimo de ler, nesse a gente não acompanha ladrões o personagem é meio que um justiceiro, conhecemos novos metais e a combinação de alomantico e feruquemista passa a ser mais comum.
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@livrostasticos 19/04/2020

Esse livro foi divertido e eu adorei o fato de que Sanderson conseguiu continuar a incrível história que tivemos na primeira trilogia (Mistborn), de uma maneira tão única e fantástica.
Obviamente, essa segunda trilogia é bem mais curta e senti um pouco de falta do desenvolvimento do universo de que tanto gosto nos livros do autor, mas eu entendo que esses livros da segunda era eram mais short stories que cresceram um pouco demais.
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Fernanda 02/01/2018

Mistborn - A liga da Lei
Sanderson conseguiu me deixar apaixonada pelo universo de Mistborn mais uma vez.
O mundo evoluiu muito depois do Poço da Ascensão, como não existem mais nascidos da bruma, os brumosos se tornaram mais hábeis no uso da alomancia.
Os personagens da primeira era são adorados e referenciados nesse novo mundo. E os protagonistas são carismáticos, inteligentes e divertidos.
Simplesmente amei essa nova era
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FaruSantos 08/01/2018

A Liga da Lei é uma maneira inusitada de revisitar e expandir o universo de Mistborn. Me surpreendi com a ótima mistura de magia, temática Velho Oeste e mundo intrincado. Gostei bastante dos personagens carismáticos e das incríveis cenas de ação repletas de acrobacias impossíveis e tiroteio. Faltou um pouco de profundidade para os heróis e o mundo podia ser melhor explorado, espero que essas questões melhorem nos livros seguintes. No mais, A Liga da Lei é uma história de fantasia criativa bem divertida, já estou ansioso para ler as continuações.

site: https://faru.wordpress.com/2018/01/08/resenha-liga-lei-mistborn-segunda-era-brandon-sanderson/
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Gisele @abducaoliteraria 12/01/2018

"O objetivo é a harmonia, criar um caminho para o máximo possível de pessoas fazerem suas escolhas".
É sempre difícil controlar as expectativas para um livro de Brandon Sanderson. Agora e quando falamos de uma de minhas histórias favoritas? A primeira era de Mistborn, trilogia na qual finalizei em 2016, é uma das minhas mais queridinhas. Foi a obra na qual me apaixonei pelo autor e o considerei um dos meus favoritos.

Com a segunda era em mãos, não consegui me segurar e iniciei o livro muito animada, mesmo sabendo que essa nova história tem uma pegada totalmente diferente da primeira trilogia. E preciso dizer que minha animação só aumentou durante a leitura.

De volta a Scadrial, mais de 300 anos se passaram após os acontecimentos que encerraram a primeira era. Agora, nos vemos diante de um mundo diferente, com muita evolução e tecnologia.

Desde o início da história, deu para perceber que a segunda era de Mistborn apresenta uma atmosfera muito diferente da qual acompanhamos antes dela. Aqui, estamos expostos a uma trama de fantasia urbana recheada de ação e bom humor. Mais divertida e aventuresca, quando comparada ao estilo épico da primeira história.

Wax é uma espécie de vigilante que servia para manter a ordem nas Terras Brutas, que assim como o próprio nome diz, é uma região perigosa e selvagem. Depois de uma tragédia que mexe muito com ele, Wax é obrigado a retornar para Elendel e assumir o seu lugar na posição de Herdeiro da Casa Ladrian. O breve tempo que passa na metrópole, Wax desconfia que apesar de não possuir a mesma casca rude das Terras Brutas, Elendel pode ser um lugar ainda mais perigoso. Com isso, ele fica divido entre assumir suas responsabilidades como Lorde da Casa ou se render à vida de justiceiro estrategista, acostumado a lidar com mistérios e problemas.

"Fui atraído à lei por uma necessidade de encontrar respostas que ninguém mais conseguia dar, de capturar homens que todos consideravam inalcançáveis".

Já Wayne, o mestre dos disfarces, é o tipo de personagem que eu gosto. Aquele malandro com piadas na ponta da língua, que nunca perde o bom humor, independentemente da situação. Há algumas características que torna o personagem fascinante. Me apeguei a ele logo na sua primeira aparição e de longe, foi o meu favorito da história. Espero ter muito mais dele nos próximos livros.

Wax e Wayne protagonizam momentos muito bons, de diálogos divertidos e cenas de ação de tirar o fôlego. Juntos, eles formam uma dupla interessante, gostosa de acompanhar.

"Wayne fitou seus olhos e assentiu com a cabeça. Wax viu a tensão no rosto do amigo. Os dois estavam esfolados e ensanguentados, com pouco metal e mentes de metal drenadas. Mas não era a primeira vez. E era assim que conseguiam brilhar ainda mais".

Outra personagem que ganha bastante destaque neste primeiro livro chama-se Marasi, uma estudante de direito aspirante a investigadora. Embora a personagem não tenha me cativado muito - pelo contrário - ela se mostrou crucial para o caminhar da história.

"Você é inexperiente. Como eu fui, no passado. Como todo homem foi. A medida de uma pessoa não é o quanto ela viveu. Não é a facilidade com que pula ao ouvir um barulho nem a rapidez com que mostra duas emoções. É como ela faz uso do que a vida lhe mostrou".

Um dos pontos fortes de Brandon Sanderson é criar e explorar seus sistemas de magia com muita criatividade. Em A Liga da Lei, o sistema apresentado mostra uma evolução muito surpreendente e plausível.

Algo que realmente mexeu comigo e me deixou emocionada durante a leitura, foram as incríveis e lindas referências feitas à primeira era. Aos acontecimentos, aos personagens. Desde referências mais sutis à outras grandiosas como o nome da principal cidade de Scadrial, Elendel.

Com 288 páginas, este é o livro mais curto que li de Sanderson. A narrativa é fluida, os diálogos agradáveis e o mistério faz com que você queira ler tudo numa sentada só - eu tive que me segurar bastante para não fazer isso. A Liga da Lei funciona como uma introdução para a segunda era, ela nos apresenta os personagens centrais, a evolução do mundo e do sistema de magia.

E este é o ponto alto da história, mostrar que as coisas podem (e devem) evoluir. Aqui, tudo está diferente, mas você é capaz de distinguir a transição, como foi que as coisas chegaram onde estão. Sabe aquele famoso ditado, "Em time que está ganhando não se mexe"? Sanderson provou com ousadia que é possível pegar um mundo pronto e muito bem estruturado e fazê-lo evoluir, torna-lo ainda mais interessante.

"Da mesma forma que um dia quente pode deixar uma pessoa irritadiça, uma área em decadência pode transformar um homem comum num criminoso".

Não está entre os melhores livros de Brandon Sanderson que já li, mas a história serviu a um propósito bastante satisfatório; introduzir e apresentar um mundo com personagens e uma trama muito promissora.

Me diverti bastante e vibrei nos momentos de maior tensão e ação. Os toques diferenciais do autor estão muito bem representados - os personagens bem construídos, o sistema de magia complexo e os elementos de surpresa que te chacoalham durante a leitura. Me senti assistindo a um filme divertido e muito bem estruturado de bang bang.

site: http://abducaoliteraria.com.br/
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Ryan.Lucas 30/01/2018

Superou as Expectativas
[Resenha sem spoilers]

O primeiro livro da trilogia da segunda era de Mistborn não decepciona, pelo contrário até supera expectativas.

Eu particularmente não tinha muitas expectativas, eu esperava um começo arrastado e introdutório à nova era que se inicia, porém acabei me provando errado. O começo não foi muito alongado em explicações e a narrativa fluiu muito bem.

Os questionamentos e dúvidas do pós-termino do Herói das Eras provavelmente serão explicados ao longo da triologia e servirão para nós deixar curiosos sobre o rumo inaparente que as coisas tomaram.

Os protagonistas são bem carismáticos, principalmente Wayne, que me lembrou Kelsier, meu personagem favorito da saga até agora, em alguns aspectos por seu humor agudo e sua personalidade de sempre se manter pra cima. Já Wax, o nosso herói da vez, é um personagem misterioso e ainda temos muito a aprender sobre ele. Até então se mostrou alguém com um senso de justiça apurado e que passou por diversas provações nas Terras Brutas em seu passado.

Há também Marasi, que provou ser uma mulher forte porém oprimida em grande parte de sua vida. Ela só tem a crescer durante a série, provavelmente se mostrará muito importante durante a trama.

O Vilão Miles tem motivações plausíveis mas creio que entenderemos melhor o que o motivou no decorrer da triologia.

É um bom livro, tem momentos de ação satisfatórios e bons diálogos. O final foi um dos ponto altos, e deixou um belo cliffhanger que me deixou com vontade de ler mais. Mal posso esperar pra ler a continuação.

Bem é isso.

Nota final : 4,5/5
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Rabello 20/05/2019

Fantástico!!!
Brandon me ganhou com a trilogia da 1° era de Mistborn, a história, personagens e sistema de magia são algo que não se encontra por aí moscando. Nessa 2° era ele me envolve mais uma vez, nos dando algo novo dentro do mundo da 1° era, algo não tão épico mas no nível Sanderson. Algo mais investigativo cm um suspense e mistério que nos envolve, personagens cativantes, Wayne é único hehehe...
Super indico e Sanderson se mantém no meu top 5 de melhores autores.
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Fernando Lafaiete 04/06/2018

A Liga da Lei: Gostaria de perguntar ao Sanderson: "Foi você mesmo que escreveu isto?"
***Não possui Spoiler da série***

Quando se trata de fantasia, Mistborn é sem sombras de dúvidas uma das melhores estórias do gênero que já tive contato. Escrita impecável, universo mais que bem construído, personagens espetaculares, sistema de magia perfeita, cenas de ação de tirar o fôlego e reviravoltas capazes de deixar o leitor sem saber como agir. Terminei a leitura da primeira Era estupefato. Ao iniciar a leitura de A Liga da Lei, o primeiro livro da quadrilogia da segunda Era, não consegui conter as expectativas, mesmo recebendo diversos avisos de que o nível era outro e que eu poderia acabar me decepcionando. Me decepcionei? Infelizmente sim.

300 anos se passaram da primeira Era pra esta. Um novo mundo é apresentado; com a evolução da alomância (a magia utilizada), surgimento de armas de fogo, trens, carros e eletricidade. Difícil não estranhar estas mudanças em um primeiro momento. A vibe aqui é bem parecida com a de uma aventura de faroeste e a narrativa é mais pé no chão sem toda a epicidade que há nos 3 primeiros livros.

Os personagens centrais não me agradaram. Achei tudo forçado, em especial a relação entre eles. Wax e Wayne são bacaninhas, mas não me convenceram. A personagem feminina é legal mas descartável. Fiquei esperando uma personagem no nível de Vin, mas não aconteceu. E não digo isso em questão de poderes, mas sim em questão de posicionamento. E o que dizer do vilão? Fraquíssimo!! Motivação fraca e atitudes que não trazem peso algum.

Falando em peso narrativo, nada me causou impacto. A cena inicial foi mal desenvolvida. Não me importei com o que aconteceu e consequentemente dei a mínima para o suposto impacto que causou no protagonista. Achei tudo superficial em um nível alarmante que me fez esquecer e duvidar que isto foi escrito por um dos meus escritores favoritos.

As referências ao primeiro arco e as cenas de ação são muito boas, e não poderia ser diferente. Sanderson escreve ação como poucos. Os personagens coadjuvantes são ruins e alguns diálogos parecem não ter propósito. Desenvolvimento de personagens fraco, protagonistas medianos, vilão ruim, personagem feminina aquém do esperado e desfecho sem graça.

Confesso que em vários momentos eu não via a hora de terminar esta leitura. Este primeiro livro não chega aos pés do primeiro livro da primeira Era. Como me decepcionei com Coração de Aço e terminei a trilogia dos Executores apaixonado; estou com fé que o mesmo acontecerá aqui.

De qualquer maneira, estou ansioso para terminar esta Era e já estou na espera da terceira e da quarta. Em especial a quarta que será Space Opera. Fantasia e ficção-científica juntas em um livro escrito por Sanderson? Já quero!

Este livro mais parece com um livro escrito por um iniciante à escritor. Decepção e irritação é o que sinto em relação a este livro. Vida que segue e que As Sombras de Si Mesmo faça o que este não conseguiu. Que me surpreenda!
Dani 04/06/2018minha estante
Que pena que você não gostou Fernando. A proposta dessa segunda era é realmente muito diferente da primeira ( o tamanho dos livros já nos dão uma dica kkkkk). Concordo com você que a primeira era é infinitamente superior, mas ainda me diverti muito com esse livro. Acho o segundo volume ainda melhor e os personagens se tornam mais interessantes a meu ver, principalmente o Wayne e a Marasi. Espero que você acabe gostando mais no próximo : )


Fernando Lafaiete 04/06/2018minha estante
Também estou torcendo pra isso acontecer Dani. Este primeiro é raso em tudo. Me deu dor de cabeça!! :/




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