O Navio Arcano

O Navio Arcano Robin Hobb




Resenhas - O Navio Arcano


22 encontrados | exibindo 1 a 15
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Jane 18/04/2019

Tragam-me o próximo!
A M E I.

quero o próximo agora @Leya.
O livro é sensacional o mundo dos navios-vivos é maravilhoso, cheio de magia e mistério no tom certo.
Os personagens são cativantes e muito reais, você se pega sentido muitas emoções ao decorrer da história por causa dos questionamentos e atitudes de cada um. E com isso não podemos deixar de falar sobre os navios arcanos, eu adorei o jeito que a autora trabalhou com os sentimentos que a madeira viva sente, figuras marcantes e persuasivas (vivácia minha nenê), e também como foi bem construído o enredo marítimo. Estalão (ou Paragon para os íntimos) e tão enigmático sua história tem muito pra se contada ainda, espero que Ambar e ele cheguem a navegar na continuação.
Outra figura que conhecemos bem no final é Ofélia, achei-a sencional espero ter bastante destaque dela no próximo livro.

No mais só tenho que constar meus sentimentos e expectativas para o final da trilogia: OU VIVÁCIA FICA COM A ALTHEA OU MELHOR NEM TER FINAL!
obrigada.
Yelris 15/05/2019minha estante
Doida pra ler logo o outro ?




Deia 25/03/2019

Esperando o próximo....
O que falarei...Não posso nega que foi bem escrito, que os personagens convencem, as localidades são bem construídas, mas há tanto sofrimento que o livro torna se doloroso de ler.
Brashen, Ronca e Sorcor são meus preferidos.
Estalão e a mulher que quer comprá lo são encantadores.
Já Kyle, Torg, Wintrow, Kennit e Esta são nojento em vários graus.
Vivácia é um negócio a parte.
As serpentes são lindas ao se imaginar.
A autora de da todos os personagens bem amarrados para o próximo volume. Me esqueci de Alta e a e sua petulância que colocou tudo a perder até agora, não me decidi se gosto dela.
Estou com expectativas para o próximo livro.
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Lílian 22/12/2018

Fantasia em alto nível!
Adorei e estou com a expectativa lá em cima para o próximo (oremos!).
Bons personagens, boas tramas, uma escrita fluida, inteligente, intrigante num universo criado com maestria e muita coerência. Sentimos raiva, sentimos compaixão, torcemos e nos empolgamos com as histórias e com aqueles que as vivem. Quando chegamos ao ponto de nos envolver e sentir empatia, simpatia ou antipatia extremas por personagens, como acontece com a maioria dos que a Robin nos apresenta (ou seria nos presenteia?) nesta obra, é porque a narrativa é tão boa que mergulhamos na ficção como se ela fosse realidade.
wiccka 10/01/2019minha estante
Eu adorei sua resenha ???? intrigada para ler este livro ?????


wiccka 10/01/2019minha estante
Eu adorei ler a sua resenha. Me fez instigada para ler este livro.?


Lílian 11/01/2019minha estante
Realmente me surpreendi com o livro. É fácil se envolver com os personagens e adentrar no universo criado pela autora. Leia! Eu acho que não vai se arrepender.




LisboaPB 12/12/2018

GENTE. É Robin Hobb. Fazer o que. ELA DEU VIDA A NAVIOS. De onde uma pessoa poderia criar uma coisa dessas? A senhoria mais bem querida de meu coração. Ela podia ser minha avó. Eu iria adorar pedir ''conta histórinhas para mim vovó''. Meu sonho. Será que se tornará realidade?
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Humberto.Sampaio 03/11/2018

Um romance de aventura
Um calhamaço! Que não terminou em suas 860 páginas. Não sei o tamanho do volume 2, mas se for igualmente grande, vou demorar em adquiri-lo. O fato é que uma aventura de ficção rica em detalhes. Os personagens são muito ricos de caráter. Personalidades marcantes. Tenho certeza que vou ler o volume 2 em um futuro próximo.
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Rabello 02/11/2018

Magnífico!!!!
Eu já li a trilogia do Assassino da mesma autora, curti muito. Mas esse livro está em outro nível de escrita.
Uma história de laços, intrigas, magia e tudo que se pode imaginar de bom sobre o tema.
Amei personagens e odiei outros. Esse livro eh perfeito, não tenho nenhum adjetivo além desse.
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Bruno 01/09/2018

Resenha @leitor_noturno
Autora: @therealrobinhobb
Editora: @editoraleya
Estilo: Ficção Fantástica
Resumo: Navio Arcano - Os Mercadores de Navios-Vivos é o primeiro livro de uma trilogia, conta a história dos navios-vivos, que são navios feitos de madeira Arcana, uma madeira nobre que lhes dá super poderes como o da fala, com seus sentimentos aflorados ajudam seus comandantes a conduzi-los mas que também podem naufraga-los, caso não gostem daquele que está pisando nas suas dependências. Nada escapa dos sentimentos de cada Navio, nem mesmo as brigas familiares, que nesse livro são muitas. Quatro histórias interligadas, contadas separadamente, fazem total sentido, se encaixam perfeitamente. Um livro cheio de ações, de perigosas serpentes, de mercadores de escravos, de piratas inescrupulosos, de histórias de vida, de amor, de raiva e de muitos sonhos. O livro não da nenhum ponto final para a saga de seus personagens principais, nem encerra um ciclo, a loucura pelo próximo volume somente se aflora ainda mais quando você chega na última página. Você torce pelos seus personagens favoritos na mesma intensidade que deseja a morte de quem lhe irrita, os sentimentos saem das páginas para seu coração diretamente. Uma das melhores leituras do ano.
.
Capa: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Edição: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Originalidade: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Ação: ⭐️⭐️⭐️⭐️
Ambientação: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Desenvolvimento: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Personagens: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Enredo: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Fluidez da Leitura: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Descrição: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Entendimento das histórias: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Sentido das histórias: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Encontro de histórias: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Fantasia: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Final: ⭐️⭐️⭐️⭐️
Nota Final: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️

site: https://www.instagram.com/leitor_noturno/
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Tamirez | @resenhandosonhos 02/08/2018

O Navio Arcano
Eu me tornei uma admiradora da obra da Robin Hobb quando li sua outra trilogia, a Saga do Assasino, composta por O Aprendiz de Assassino, O Assassino do Rei, A Fúria do Assassino, todos já resenhados por aqui. Essa segunda trilogia se passa dentro do mesmo universo, mas em outra parte do mundo, não sendo necessário ter lido a outra. Entretanto, os Seis Ducados são mencionados aqui, e dentro do mundo da autora, ela intercala as séries que envolvem o Fitz (três, até o momento), protagonista da primeira trilogia, com outras duas que não o envolvem, sendo Os Mercadores de Navios-Vivos uma delas. Ao total, são cinco séries que coexistem e se completam.

Primeiro preciso dizer que piratas e navegação marítima são algo completamente novo pra mim em livros de fantasia. A enormidade das coisas que li se passa em terra firme e em alguns casos já explorei os céus, porém nunca os mares. E, como foi incrível desbravar esse novo cenário e aprender dentro do contexto exposto aqui. São vários nomes, terminologias, situações e ramificações em alto mar, que são belamente descritos por Robin Hobb. Ao fim de O Navio Arcano eu praticamente conseguia me enxergar parada em meio ao convés com todas as movimentações ao redor.

Aliás, acho que esse é um ótimo ponto para começar a descrever o quanto a escrita da autora está bela. Há passagens incríveis e reflexões magníficas. E, mesmo que não haja nada demais acontecendo, há trechos em que parece que vocês está lendo poesia, de tão bonita que são as descrições e a condução das palavras escolhidas. E, mesmo esse não sendo uma leitura mega fluída e suas mais de 800 páginas cobrarem seu tamanho, não há com rejeitar a história ou não ficar curioso para saber onde tudo isso vai dar.

“Ter consciêcia de um feitiço é a proteção mais forte contra ele, qualquer que seja.”

Se tem algo que Hobb sabe fazer muito bem é criar expectativa para coisas que já prevemos há tempos. Sabe quando você sabe o que vai acontecer e mesmo assim fica ansiosíssimo sobre aquilo? Então. E não estou dizendo que a trama é previsível em seu todo, mas há alguns pontos onde é sim possível compreender onde aquilo vai dar, o que não é previsível são todas as voltas que a história ainda vai dar pra chegar até lá.

São quase dois anos que se passam entre o começo da narrativa e seu fim. Os personagens evoluem, as navegações são demoradas, há uma série de pequenas situações que vão costurando a narrativa central até termos uma teia de acontecimentos que não podem mais ser desvinculados. E, há um grande mistério aqui. Há uma parte do livro que vemos pelos olhos de Serpentes Marinhas, que buscam algo, seguem algo, farejam algo.

Além disso, há uma discussão bem importante sobre a escravidão, já que os navios de escravos são uma realidade aqui. Há um comércio fortíssimo e uma desumanidade que desponta pela forma como eles são transportados e tratados ao longo da jornada. E, claro, de até que ponto vai a influência, o poder e, porque não, os sentimentos de um navio-vivo, que fala, pensa e age em prol da família que o detém, mas que consegue se vincular a uns mais forte que a outros.

“Mulkin conseguia se lembrar de coisas, tinha memórias de um tempo anterior a tudo o que estavam vivendo.”

Sobre os personagens, digo que fui da admiração à pena, e dela ao rancor e dele novamente a algo que ainda não sei o que é no que diz respeito a Althea. Ela é um tipo de pessoa muito vívida que vai através do momentos, reagindo às situações, fardada do privilégio e se dispindo dele, encontrando coragem, voltando a fraquejar, voltando a ter algo a subir a cabeça, depencando de novo. A jornada dela é uma montanha russa. Enquanto isso, Kennit foi uma surpresa. Achei que ele seria um vilão, e até tem atos nesse sentido, porém, meu apreço pelo personagem foi crescendo, pois ele é astuto, inteligente e capcioso. Tenho certeza que ainda há muito por vir.

Preciso deixar um adendo aos meus dois favoritos: Brashen e Estalão. O primeiro era imediato de Ephron, mas foi rebaixado pelo novo capitão, porém ele vai crescendo dentro da história e se torna uma peça importante e por vezes engraçada. Já Estalão é um navio-vivo que está encalhado depois de ter feito muitas viagens e ter retornado vazio sem ninguém a bordo. Alguns dizem que ele enlouqueceu e outros estão de olho em sua madeira. Os diálogos dele com as pessoas que vão ter com ele são ótimos e podemos compreender um pouco mais sobre a natureza desses ” seres”.

A Vivácia era um navio-vivo. A quilha tinha sido entalhada 63 anos antes, uma longa viga de madeira arcana.”

Mesmo eu já tendo caminhado por esse mundo, essa parte é completamente desconhecida pra mim. São novas lendas, novas formas políticas. Temos muitas ilhas que são governadas por uma certa autoridade, mas que também se auto administram com regras diferentes. Há a ameaça da destruição das tradições com uma onde de novos navegadores, há a escravidão, a incerteza e aquele bom e velho mistério sobre um dezena de elementos que estão aplicados nessa história.

O Navio Arcano foi uma leitura deliciosa, mesmo que lenta. Pra quem é fã de fantasia assim como eu, é uma recomendação com certeza. Desbravar essa história proporciona ao leitor uma aventura e tanto, e que está apenas começando!

site: http://resenhandosonhos.com/o-navio-arcano-robin-hobb/
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Tamirez | @resenhandosonhos 02/08/2018

O Navio Arcano
Eu me tornei uma admiradora da obra da Robin Hobb quando li sua outra trilogia, a Saga do Assasino, composta por O Aprendiz de Assassino, O Assassino do Rei, A Fúria do Assassino, todos já resenhados por aqui. Essa segunda trilogia se passa dentro do mesmo universo, mas em outra parte do mundo, não sendo necessário ter lido a outra. Entretanto, os Seis Ducados são mencionados aqui, e dentro do mundo da autora, ela intercala as séries que envolvem o Fitz (três, até o momento), protagonista da primeira trilogia, com outras duas que não o envolvem, sendo Os Mercadores de Navios-Vivos uma delas. Ao total, são cinco séries que coexistem e se completam.

Primeiro preciso dizer que piratas e navegação marítima são algo completamente novo pra mim em livros de fantasia. A enormidade das coisas que li se passa em terra firme e em alguns casos já explorei os céus, porém nunca os mares. E, como foi incrível desbravar esse novo cenário e aprender dentro do contexto exposto aqui. São vários nomes, terminologias, situações e ramificações em alto mar, que são belamente descritos por Robin Hobb. Ao fim de O Navio Arcano eu praticamente conseguia me enxergar parada em meio ao convés com todas as movimentações ao redor.

Aliás, acho que esse é um ótimo ponto para começar a descrever o quanto a escrita da autora está bela. Há passagens incríveis e reflexões magníficas. E, mesmo que não haja nada demais acontecendo, há trechos em que parece que vocês está lendo poesia, de tão bonita que são as descrições e a condução das palavras escolhidas. E, mesmo esse não sendo uma leitura mega fluída e suas mais de 800 páginas cobrarem seu tamanho, não há com rejeitar a história ou não ficar curioso para saber onde tudo isso vai dar.

“Ter consciêcia de um feitiço é a proteção mais forte contra ele, qualquer que seja.”

Se tem algo que Hobb sabe fazer muito bem é criar expectativa para coisas que já prevemos há tempos. Sabe quando você sabe o que vai acontecer e mesmo assim fica ansiosíssimo sobre aquilo? Então. E não estou dizendo que a trama é previsível em seu todo, mas há alguns pontos onde é sim possível compreender onde aquilo vai dar, o que não é previsível são todas as voltas que a história ainda vai dar pra chegar até lá.

São quase dois anos que se passam entre o começo da narrativa e seu fim. Os personagens evoluem, as navegações são demoradas, há uma série de pequenas situações que vão costurando a narrativa central até termos uma teia de acontecimentos que não podem mais ser desvinculados. E, há um grande mistério aqui. Há uma parte do livro que vemos pelos olhos de Serpentes Marinhas, que buscam algo, seguem algo, farejam algo.

Além disso, há uma discussão bem importante sobre a escravidão, já que os navios de escravos são uma realidade aqui. Há um comércio fortíssimo e uma desumanidade que desponta pela forma como eles são transportados e tratados ao longo da jornada. E, claro, de até que ponto vai a influência, o poder e, porque não, os sentimentos de um navio-vivo, que fala, pensa e age em prol da família que o detém, mas que consegue se vincular a uns mais forte que a outros.

“Mulkin conseguia se lembrar de coisas, tinha memórias de um tempo anterior a tudo o que estavam vivendo.”

Sobre os personagens, digo que fui da admiração à pena, e dela ao rancor e dele novamente a algo que ainda não sei o que é no que diz respeito a Althea. Ela é um tipo de pessoa muito vívida que vai através do momentos, reagindo às situações, fardada do privilégio e se dispindo dele, encontrando coragem, voltando a fraquejar, voltando a ter algo a subir a cabeça, depencando de novo. A jornada dela é uma montanha russa. Enquanto isso, Kennit foi uma surpresa. Achei que ele seria um vilão, e até tem atos nesse sentido, porém, meu apreço pelo personagem foi crescendo, pois ele é astuto, inteligente e capcioso. Tenho certeza que ainda há muito por vir.

Preciso deixar um adendo aos meus dois favoritos: Brashen e Estalão. O primeiro era imediato de Ephron, mas foi rebaixado pelo novo capitão, porém ele vai crescendo dentro da história e se torna uma peça importante e por vezes engraçada. Já Estalão é um navio-vivo que está encalhado depois de ter feito muitas viagens e ter retornado vazio sem ninguém a bordo. Alguns dizem que ele enlouqueceu e outros estão de olho em sua madeira. Os diálogos dele com as pessoas que vão ter com ele são ótimos e podemos compreender um pouco mais sobre a natureza desses ” seres”.

A Vivácia era um navio-vivo. A quilha tinha sido entalhada 63 anos antes, uma longa viga de madeira arcana.”

Mesmo eu já tendo caminhado por esse mundo, essa parte é completamente desconhecida pra mim. São novas lendas, novas formas políticas. Temos muitas ilhas que são governadas por uma certa autoridade, mas que também se auto administram com regras diferentes. Há a ameaça da destruição das tradições com uma onde de novos navegadores, há a escravidão, a incerteza e aquele bom e velho mistério sobre um dezena de elementos que estão aplicados nessa história.

O Navio Arcano foi uma leitura deliciosa, mesmo que lenta. Pra quem é fã de fantasia assim como eu, é uma recomendação com certeza. Desbravar essa história proporciona ao leitor uma aventura e tanto, e que está apenas começando!

site: http://resenhandosonhos.com/o-navio-arcano-robin-hobb/
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Leandraa 30/07/2018

Fascinante
Leitura concluida
Navio arcano

Que delicia de leitura....

Com uma historia ambienta numa época onde a unica maneira de comprar e vender mercadorias, era atraves do oceano com navios mercantes... Uma historia com muitos ingredientes deliciosos q a tornam muito gostosa de se ler....temos piratas, serpentes marinhas q caçam humanos, honras familiares, mulheres fortes e homens destemidos...
Um livro sobre o mar e seus percalços e a ambição de navegadores em ter um navio vivo, que navegue e tenha ligação mais q espiritual com o capitao dele...
Uma leitura muito rapida e emersiva, teve momentos q cheguei a sentir o cheiro do navio, ou a agua em meus pés...a autora soube muito bem combinar todos os ingredientes e criar uma bela obra de fantasia a gente fica com pena de terminar de ler...
Um unico ponto negativo: esperar o lançamento do volume 2?
????
Johnny 11/10/2018minha estante
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Elis 25/07/2018

Uau
O nome não ajuda, a sinopse não é boa. Entretanto, comece e se perca. Mais viciante do que a droga mais viciante. A narrativa e as várias personagens são incríveis, bem construídas, impressionante. Simplesmente não conseguia parar de ler e inclusive comprei o segundo volume em inglês mesmo, não dá para esperar. Leiam ainda hoje.
antonio aguiar 06/12/2018minha estante
Engraçado: estava eu numa feira de livros, e a primeira coisa que me chamou atenção foi o puro tamanho do calhamaço. Depois de ver digerir a capa - a Leya conseguiu transformar as capas de todos os seus livros em 'livros que parecem GoT' - devo dizer que a sinopse me fisgou imediatamente. Senti vontade de ler um título - sem qualquer recomendação ou mesmo sem nunca ouvir falar nele - como há muito não sentia.




Fernando Lafaiete 19/07/2018

O Navio Arcano: O que dizer da aclamada fantasia de Robin Hobb?
******************************NÃO possui Spoiler******************************

Robin Hobb, pseudônimo de Margaret Astrid Lindholm Ogden, é uma das escritoras mais conceituadas da atualidade quando fantasia é o assunto. Proveniente da Era de Ouro da literatura (período que durou do século XIX até início do século XX), produziu obras que solidificaram o gênero e que a elevaram para um patamar invejado por muitos. Foi neste período que ela criou um mundo incrível conhecido como Reino dos Antigos; mundo este onde se passa duas de suas obras mais elogiadas, a trilogia “A Saga do Assassino” e a trilogia “Mercadores de Navios-Vivos”.

Em “O Navio-Arcano”, a autora desenvolve uma trama focada em relações familiares, piratas, navios raros feitos de madeira arcana, capazes de adquirir vida própria e questões políticas. Com uma trama complexa, a autora narra a jornada de uma jovem que luta em um mundo bastante machista pelo direito de ser capitã do navio-vivo da família. A autora tece uma narrativa bastante envolvente, reforçada pelo mundo muito bem criado e por elementos fantásticos inovadores capazes de instigar e deslumbrar os leitores.

O Navio Arcano, lançado em 1998, foi considerado pela crítica da época um dos melhores livros de fantasia já escritos. Ao lado de obras como O Senhor dos Anéis, Alice no País das Maravilhas e O Feiticeiro de Terramar, o romance citado é tido como uma preciosidade e um dos pilares do gênero. Gosta de fantasia de alta qualidade? Se sim, o que está esperando para ler esta maravilha?

A trama apresenta um mundo ameaçado por uma guerra iminente entre dois reinos e por serpentes marinhas, criaturas que são o terror dos marinheiros e que além de possuírem capítulos dedicados a elas, ainda trazem um ar de mistério que só colabora para a imersão da leitura. Robin Hobb tem uma escrita fenomenal que sempre me deixa de queixo caído. A autora trabalha bem seus personagens, escreve diálogos de maneira impecável e desenvolve as relações interpessoais com maestria, sempre regadas de aspectos psicológicos muito bem inseridos e sem pesar a mão.

É o quarto livro que leio da autora e posso afirmar sem medo de errar que o primeiro livro dos “Mercadores de Navios-Vivos” é bem superior a trilogia “A Saga do Assassino”, que foi para mim uma leitura bem decepcionante no quesito desenvolvimento e desfecho.

Mas mesmo sabendo das qualidades de “Arcano” e admirando o talento desta grande escritora, devo dizer que para mim não foi um livro excelente. Primeiro: O ritmo narrativo é linear demais. O mesmo possui características narrativas clássicas. Ou seja... não é um livro de fantasia repleto de ação, com reviravoltas e vilões que são a personificação do mal (de maneira literal eu digo). O livro tem 864 páginas e tirando os últimos 5% ele não apresenta um momento de ápice. A lentidão do livro me cansou em alguns momentos e foi um dos motivos para eu não o avaliar com a nota máxima. Segundo: Não gostei dos protagonistas (os mocinhos). Temos Althea, a mocinha injustiçada que se vê traída pela própria família e que a partir daí “lutará” para provar seu valor e reconquistar o que é seu por direito. E temos Wintrow, aprendiz de um monastério, filho do vilão da trama, e que se vê no meio de uma batalha a qual ele não se identifica, além de perder o direito de ser o que ele mais deseja, um sacerdote.

Mas qual o problema destes dois personagens?

Ambos possuem personalidades muito parecidas. Ao invés de raciocinarem e agirem, passam boa parte do romance se lamentando de maneira infinita. Quando decidem tomar uma atitude, não pensam nas adversidades que poderão enfrentar. Agem de maneira muito precipitada e demonstram diversas vezes suas burrices. Eu passei boa parte da leitura me perguntando: como pode um livro com mais de 800 páginas ter dois personagens centrais que não crescem durante o desenvolvimento da trama? Como disse anteriormente, tirando os momentos finais, não senti evolução alguma nesses personagens. Tanta burrice e lamentações fizeram com que eu desejasse que eles morressem. Só fui começar a ter alguma afeição por eles no final. Graças a Deus a autora escolheu a polivalência narrativa e não focou a história apenas nestes dois personagens. Será que com tantas páginas Hobb não poderia ter desenvolvido de maneira mais rápida uma personalidade mais forte para ambos, ao invés de jogar isto para os últimos 4 capítulos? Acredito que sendo tão talentosa, ela poderia ter feito isso sem prejudicar a trama. Acredito inclusive que isto teria ajudado a narrativa, deixando-a mais dinâmica.
______________________________________________________

Tanta choradeira e brigas em família fizeram de “O Navio Arcano” uma novela mexicana. Um livro muito bom e que claramente indico. Mas entendam.... Não esperem ação e personagens ativos. Aqui a coisa caminha devagar, mas o final da jornada termina de maneira bem positiva. Minha experiência de leitura foi como embarcar em um navio e navegar em águas tranquilas sempre esperando o surgimento de uma tempestade. Ela demorou para surgir, mas quando surgiu, me fez perceber que a obra de Robin Hobb não é apenas um livro de fantasia, é um livro superior a maioria e que merece não só ser lido, como merece ser encarado como o que ele é; uma preciosidade em forma de livro.
_____________________________________________________

Nota de leitura:

Li este livro em conjunto com um amigo (https://www.skoob.com.br/usuario/1296021-lucas) e a experiência como sempre foi bem bacana. Agradeço ao Lucas por ter sido meu companheiro de reclamações quanto a inanição e lamentações dos personagens (rsrs). Apesar de termos terminado o nosso debate sobre a obra “discutindo” um com outro por discordarmos de alguns pontos, a leitura foi muito boa. Lemos 50 páginas por dia (em torno de 2 capítulos) e mesmo não curtindo ler muito devagar, esta organização fez com que eu degustasse mais a história. Criamos diversas teorias; ansioso estou para ler os próximos e saber se acertamos ou não.

Que venha The Mad Ship e Ship of Destiny e que desta vez a autora não me decepcione e que o final da trilogia seja mais que digno.
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Priscila Matos (@resenhasdamoca) 18/06/2018

Livro fantástico
Foi a primeira leitura da autora Robin Hobb que li. A indicação vi em um perfil de IG promovendo o livro e apesar de não poder julgar o livro pela capa eu fiquei louca quando vi a capa desse livro e aproveitei para comprar em uma promoção rsrsrsrs. E acertei no meu pré JULGAMENTO. Que narrativa e que desenvolvimento. Estou mega ansiosa para o lançamento do livro 2 e continuar nessa fantasia incrível. Depois dessa leitura comecei a ler outros livros da escritora e é incrível a maneira como ela escreve. Os detalhes faz com que pareça estar dentro do livro mesmo.

site: @resenhasdamoca
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Luke.807 29/05/2018

Uma grande aventura que vale cada página
‘O Navio Arcano’, primeiro livro da série ‘Os Mercadores de Navios-vivos’, escrito por Robin Hobb é um dos grandes lançamentos de 2017. Tal obra vem para suprir uma das grandes lacunas da Literatura Fantástica. Com exceção do romance épico 'Moby Dick', de Herman Melville, os mares nunca tinham sido explorados de forma satisfatória até Robin Hobb. Foram profundamente negligenciados. Para suprir essa lacuna, Robin Hobb escreve um romance fantástico de piratas, mercadores, serpentes marinhas e magia. Muita magia.

Um dos traços marcantes de Hobb está na sua capacidade em construir e dar profundida aos seus personagens. Essa característica é, de certo, potencializada no livro 1 dessa série. Um calhamaço de mais de 800 páginas que nos conta a história dos Vestrit, uma das mais antigas famílias de mercadores. Essas famílias originais, tais como os Vestrit, são portadoras de navios-vivos, feitos de madeira arcana, que só despertam depois que três gerações da mesma família morram em sequência no seu convés.

Faltando apenas uma morte para o despertar de Vivácia, navio-vivo dos Vestrit, a história tem seu início. Com a morte de Ephron Vestrit, Vivácia desperta. Por conta de problemas familiares e na crença de que uma mulher não pode navegar, o navio não passa para as mãos de Althea, filha de Ephron, e sim para Kyle Porto. Kyle Porto é um ambicioso capitão e mercador, marido de Keffria, irmã de Athea. Althea cresceu dentro de vivácia e se sentiu profundamente injustiçada quando sua família lhe retira o direito pelo qual seu pai a preparou, para ser portadora de Vivácia.

Nesse sentido, a história se desenrola com a busca de Althea para retomar Vivácia. Poucas histórias te levam a odiar tão profundamente um personagem como ‘O Navio Arcano’ traz Kyle Porto. E poucas histórias te fazem amar tão profundamente um personagem como Althea Vestrit.

Além desse núcleo, destaca-se a história do ambicioso pirata Kennit, que deseja conquistar seu próprio Navio-vivo. E faz de tudo para isso. Destaca-se também o núcleo das serpentes marinhas, mas nesse caso não é possível contar muita coisa sem estragar o prazer de vossa leitura.

Em suma, ‘O Navio Arcano’ de Robin Hobb é uma das grandes obras de fantasia dos últimos tempos. A construção de seus personagens é algo magnifico, digno de contemplação. Trata-se de uma montanha russa de emoções e sentimentos. Uma experiência rumo aos mistérios dos mares, que vale cada página.
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Além das Páginas 18/04/2018

"O navio arcano" é o primeiro livro da série Os Mercadores de Navios Vivos, uma série que fala de piratas, mercadores e navios que tem consciência. Tudo começa a partir da família Vestrit, uma família antiga e respeitada de mercadores que possuem um navio-arcano não despertado. Quando o patriarca da família vem a falecer, ao invés de deixar o navio para sua filha Althea, aquela que ama o navio e viaja nele com frequência, por influência da esposa, o patriarca deixa o legado para o cunhado, Kyle. Althea sente-se completamente traída pela família e vai embora, prometendo que um dia se tornará a capitã de Vivácia (o navio arcano da família).

Kyle é um egocêntrico que não respeita de forma alguma os costumes e um tremendo mercenário. Ele não se importa com o navio ou qualquer um, apenas em satisfazer a sua necessidade de mostrar o quanto ele é o máximo. Como Kyle não é um Vestrit de sangue e o navio obriga a presença de um, ele tira seu filho do sacerdócio à força e o coloca no navio de forma abrupta, cruel e humilhante. Wintrow encontrou seu caminho no sacerdócio, mas não tem escolha. O pai tenta forçar uma conexão entre ele e Vivácia e a cada negativa do garoto, mais tortura o pai inflige. Kyle é tão filho da mãe que em certo momento seus atos são tão grotescos que o leitor fica espantado.

O que enriquece esse livro é que são vários núcleos de personagens trabalhados. Temos a história de um pirata que aspira ser mais do que um pirata, um homem determinado a fazer qualquer coisa para atingir seus objetivos.

Temos o núcleo das mulheres Vestrit, que fica em Vilamonte. Ronica, a viúva recente e sua filha, Keffria, a esposa de Kyle, precisam lidar com a propriedade, a falta de dinheiro e a insolência da filha de Keffria e Kyle. Honestamente, dá certa alegria ver essas suas personagens sofrerem, pois foram elas que ajudaram Kyle a controlar o navio. É aquela história: de boas intenções, o inferno está cheio.

O enredo também aborda a história de Estalão, um navio-vivo cego, Brashen, um ex-tripulante de Vivácia e Âmbar, uma misteriosa vendedora de Vilamontes. Com uma jornada sensacional, esses personagens e muitos outros levarão os leitores a uma viagem repleta de emoção, seres sobrenaturais e reviravoltas espetaculares.

@karinicouto
Bradley 11/05/2018minha estante
???




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