Números de Azar

Números de Azar Anne Holt




Resenhas - Números de Azar


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Lendocomamih 21/04/2020

Gostei!!!
Quote: "Ela permanecia completamente imóvel, ponderando sobre como agir. Havia sangue por toda parte. No chão. Nas paredes. Até mesmo no teto, havia manchas que lembravam as figuras abstratas de algum tipo de teste psicológico."???
??? ???
Em meio ao verão, a detetive Hanne Wilhelmsen é mandada para a cena macabra de um possível assassinato. Em um galpão abandonado, há marcas de sangue por toda parte e na parede, uma intrigante sequência de oito números escrita com sangue. Mas não a sinal da vítima. Em contrapartida conhecemos Kristine uma estudante de medicina que numa noite de sábado para domingo foi brutalmente violentada. Os crimes começam a se ligar e a detetive Hanne tem cinco dias até o próximo sábado... ?
??? ???
?É possível que algo faça sentindo nisso tudo?? ???
??? ???
Primeiro contato que tenho com a escrita da autora e gostei muito, a narrativa é bem fluida e envolvente. Aqui encontramos um grande mistério, Hanne tem na sua mesa vários casos de violência sexual e para completar um novo caso de um crime violento e sem vítimas, apenas um número que pode ser a possível assinatura de um serial killer. O mesmo crime se repete nos dois sábados seguinte, locais diferentes e números diferentes. O livro aborda a violência sexual e a imigração, os personagem são bem construídos. Gostei da história mas achei que poderia ter sido mais bem desenvolvida. ???
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Bárbara 03/04/2020

Bem interessante
No segundo livro da série, reencontramos Hanne Whilhelmsen numa Oslo acometida pelo calor. Ela é convocada para uma cena de crime bárbaro: as paredes, repletas de sangue; uma sequência de 8 números, aparentemente sem nexo, está destacada, também em sangue; todavia, nenhum corpo, o que deixa a polícia sem saber como agir. Essa situação peculiar repete-se mais duas vezes, sempre aos sábados, com números novos.

Em meio a tantos crimes, Hanne é destacada para investigar um estupro, que aconteceu também num sábado. Ela está exausta; o departamento tem poucos policiais, e os crimes só crescem. Muita coisa acaba por não ser investigada como deveria, e esse é justamente o mote deste livro. Além disso, ser mulher num mundo masculino não é nada fácil, e ela tem que se provar capaz a cada momento.

Kristine é uma jovem que foi estuprada em sua casa. Em estado de choque, sente bastante dificuldade de fazer um retrato falado do agressor. O que aconteceu a tirou do eixo, tanto física quanto emocionalmente, e ela só pensa em como voltar à vida normal, sabendo que o agressor está a solta. Seu pai, Finn, frustrado por não ver a polícia fazer nada, resolve investigar por conta própria e arquiteta um plano de vingança.
O que a Hanne não poderia imaginar é que esse estupro acaba se relacionando com as cenas dos outros supostos crimes.

Narrado em terceira pessoa, a escrita da autora é ágil. Vemos um departamento de polícia desacreditado pela população de um lado, e Hanne e demais policiais - sobrecarregados - na corrida contra o tempo para desvendar o mistério, de outro. Com uma escrita envolvente, descobrimos as razões do assassino somente nas páginas finais. Aliás, são nessas páginas que a carga fica ainda mais elétrica. O que é bem interessante nos enredos da Anne Holt são o dia a dia policial norueguês, repleto de burocracias e longe de ser perfeito.

site: http://www.instagram.com/leiturasdebarbara
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Thais (@sonhadora_lit) 01/04/2020

Queria ter gostado!

A detetive Hanne Wilhelmsen tem um caso intrigante para solucionar. A cena do crime é um galpão abandonado, as pistas são muito sangue e uma sequência de números escrita no local, e sem sinal algum de uma possível vítima.

Quando o mesmo acontecimento se repete, Hanne terá que fazer de tudo para desvendar esse cenário tão macabro. Correndo contra o tempo ela terá que se empenhar cem por cento neste caso.



Falando um pouco mais sobre a detetive Hanne, ela é homossexual e mora com sua parceira. Há uma certa relutância em se assumir para seus colegas de trabalho, acredito que seja o receio da rejeição ou até a intolerância. Acho interessante quando o livro traz essa representatividade. E Hanne é bem assertiva, competente e desempenhou um bom papel nos casos que trabalhou.

Mais uma coisa, o livro começou lento e da metade pra frente ficou mais fluido e no final ficou corrido pro meu gosto. Percebi que autora foge às vezes do tema principal e foca em pequenas amenidades, ocasionando, em uma leitura enfadonha. E, na minha concepção, é um suspense fraco. A ideia é muito, expressamente boa e podia muito bem ser mais aproveitada. Além de que, ficou algumas pontas soltas na história, que eu com a minha ansiedade fui à loucura.

Embora eu tive algumas adversidades durante a leitura, terei um maior prazer de investir na autora e ler outro título seu. Eu quero deixar claro aqui que o livro não é ruim, foi eu que coloquei altas expectativas nele e me decepcionei. Para quem for ler, adoraria discutir alguns eventos recorrentes na trama.

site: https://www.instagram.com/sonhadora_lit/
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Soninha.Demarchi 30/03/2020

Decepção
Ouvi tantos comentários bons a respeito da autora e não consegui me apegar a nada na história.
História confusa. Personagens chatos e o final entao.....
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Jaque - Achei o Livro 19/09/2019

Mal aproveitado.
A estória já começa com a detetive chegando numa suposta cena de crime: muito sangue, mas nenhum corpo. Enquanto ela espera a análise do sangue e DNA's, um terrível estupro acontece e a vítima não tem muitas lembranças do perfil do criminoso.
Hanne vai tentar descobrir quem é o responsável pelos cenários sangrentos que acontecem aos sábados à noite e fica responsável também pelo caso do estupro.
Os capítulos são bem curtinhos, separados por data, e mesclam com narrativas de vários personagens e às vezes eles se misturam no mesmo capítulo.

Esse livro é meu primeiro contato com a autora e tinha altas expectativas, mas a trama definitivamente não me surpreendeu. Apesar de ser bem curtinho e dar pra ler em dois dias tranquilamente, não conseguiu me envolver.
Algumas vezes o início da narrativa é confusa, você não sabe de quem a autora está falando até passar algumas frases.
Os detetives pegam vários casos ao mesmo tempo e não conseguem dar conta de nenhum, exemplo disso é que um outro personagem consegue descobrir antes da polícia quem é o criminoso.
Não há investigação, nada como os livros desse gênero que mostram a visão da polícia fazendo pesquisas e abordagens. Fala da vida pessoal de um, depois de outro intercalando com uma ou outra conversa sobre como anda o caso (que não anda) .
DNA que leva o livro todo pra sair, polícia sem nenhuma pista dos responsáveis mas que não sai na rua investigando geral.
Tinha tudo pra ser um livrão, mas faltou respostas pra um monte de coisas, faltou explicações e de jeito nenhum teve um final surpreendente.
Não é mal escrito, mas muito mal aproveitado :(
O parabéns vai para sinopse. Essa é pra pegar qualquer um que curte o gênero.

Nota: 3,5 ★

site: http://acheiolivroperdiosono.blogspot.com/2019/09/numeros-de-azar-anne-holt-hanne.html
Cris Paiva 19/09/2019minha estante
eu só li um dessa autora, mas não gostei da tal policial. Me deu nos nervos e nunca li mais nada dela. hehehhe


Jaque - Achei o Livro 19/09/2019minha estante
Se os outros livros dela for assim, não vou ler tbém.




Minha Velha Estante 01/07/2019

Resenha de Cosme
Nos sábados a noite, um verdadeiro banho de sangue acontece em alguma região de Oslo. O surpreendente é que não existe nenhum corpo e nenhuma pista do suspeito, apenas uma série de números escrita com sangue na cena do crime. Seria uma brincadeira de mau gosto?

Ao mesmo tempo, uma onda de estupros ataca a cidade. Os números dos atentados só aumentam e a chance de punição é muito menor. A polícia de Oslo está enlouquecendo, e o calor repentino do clima só piora a situação.

Hanne Wilhelmsen está perdida. Inúmeros casos de estupro para investigar e ainda descobrir sobre os misteriosos massacres de sábado. Do outro lado, Kristine Haverstad foi estuprada e essa tragédia destruiu sua vida. Seu pai, não aceitando essa consequência, buscará vingança.

O papel de Hanne é sair desse buraco atolado de serviço e, para isso, ela deve descobrir quem está causando todo o derramamento de sangue na cidade. E ela mal sabe que só precisa ter um pouco mais de atenção para descobrir toda a verdade.

Nesse livro percebemos a pressão que a polícia de Oslo está sentindo. É difícil trabalhar quando a população não acredita no seu potencial, e com o calor insuportável que envolveu a cidade, todo mundo está com a “cabeça quente”. Essa falta de controle dará uma chance para que os crimes aconteçam sem deixar pistas.

O livro tem dois pontos de vista. Acompanhamos o trabalho da polícia, com sua busca desenfreada por respostas, e a dor de Kristine e seu pai, ambos tentando superar o crime a qual foram submetidos. Como Hanne vai lidar com todos esses acontecimentos de uma vez só? Nem ela tem essa resposta.

Em ordem cronológica, Números de azar é o segundo livro, posterior à A deusa cega (resenha aqui). É importante lermos na ordem para acompanhar os fatos da vida pessoal e profissional da personagem Hanne, assim como a vida dos outros personagens. Com um pouco mais de 200 páginas, o mistério que ronda o caso só é descoberto nas últimas páginas, deixando o leitor no desespero de querer respostas!

Sim! Eu li sem parar até ver onde tudo ia dar! À medida que o caso vai desenrolando, mais envolvente fica a história, e as cenas finais são de fazer o leitor gritar! Eu não estava preparado.

Infelizmente, algumas pontas ficaram soltas, mas nada que atrapalhe a força da história. Números de azar vai te deixar louco para ler as últimas páginas!


site: https://www.minhavelhaestante.com.br/2019/06/numeros-de-azar-anne-holt.html
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Sônia 06/02/2019

Fraco
Assassinatos macabros,com sangue por toda parte mas sem nenhum corpo,após análise é identificado sangue humano e animal misturados.
Esses fatos acontecem sempre aos sábados,a detetive Hanne a responsável pelo caso está sobrecarregada de serviço,assim como os outros colegas de trabalho,e se sente frustrada por não poder dar a devida atenção para todos os casos para qual foi designada.
Nos sábados seguintes as cenas se repetem,porém no dia 29 de Maio ocorreu uma mudança,nenhum chamado para atender mais uma cena de crime repleta de sangue mas sim um estupro horrendo contra uma estudante de Medicina.Será que esses dois casos estão ligados de alguma forma?
Confesso que fiquei decepcionada com o livro,esperava mais,além de erros nas datas o final deixou a desejar,muito fraco.
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Bibliote_cah 25/11/2018

Muito bom
Mortes misteriosas, muito sangue, nenhum corpo, números estranhos. Quem é o assassino? Qual a motivação dos crimes? E os corpos? Muitas perguntas a serem? respondidas pela detetive Hanne. A primeira cena do crime, um galpão abandonado. No sábado seguinte outro local com a mesma cena: muito sangue, nenhum corpo e números escritos com sangue. A detetive Hanne não faz ideia de quem é o autor desses crimes horríveis, mas já identificou o modo com que o assassino executa seus crimes... Sempre sábado a noite, e em toda cena há uma sequência de números escritos com sangue. Se não bastasse esses crimes sinistros, o calor infernal em Oslo, ainda tinha os estupros. Hanne estava tentando resolver o caso de uma garota, mas não imaginava que esse estupro poderia ter ligação com as mortes de sábado a noite. Todos os policiais estavam sobrecarregados, com vários casos para resolver, e a cada nova ocorrência era nítido o cansaço da detetive. Será que esses crimes serão solucionados? Venha conhecer essa história fantástica e saber o desfecho desses casos.
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Raquel 03/10/2018

Um tanto quanto fraco
Achei meio fraco, parece que falta alguma coisa, uma resolução. Sem contar os vários erros, deve ter faltado alguma revisão.
Crica 11/10/2018minha estante
Solicitei este livro no plus viu?




Suka Rosário 22/08/2018

Estou esperando o final surpreendente até agora? Pq não achei nada de surpreendente, na realidade foi corrido e sem explicação do que o cara fazia aquilo? A história em si é boa, te prender e olha q eu imaginei vários assassinos mas quando foi dar a conclusão foi rápida e não concluir nada! Me decepcionou um pouco.
Raquel 03/10/2018minha estante
Também achei meio sem desfecho, muitas coisas não explicadas. Sem contar os erros de revisão.


Lilith.Manson 24/07/2019minha estante
Concordo.... O final foi muito vago.


Suka Rosário 24/07/2019minha estante
Até me interesso em outro livro dela mas qndo vejo q ela é autora fico com pé atrás pq vai q o final tb será assim ruim




Carolina DC 27/07/2018

O livro é narrado em terceira pessoa e se passa em Oslo. Conforme a sinopse explica, as altas temperaturas incomuns para a época tem dado mais trabalho para a força policial, pois o número de crimes aumentou exponencialmente. Uma onda de estupros tem assustado a todos e estão se tornando crimes sem solução. A mesa da inspetora Hanne está a cada dia que passa mais e mais cheia de pastas de casos em aberto e a situação só tende a piorar quando cenas macabras vão aparecendo pela cidade. Locais com tanto sangue que todos acreditam que ocorreu uma carnificina, mas sem corpo algum, o que dificulta classificar os locais como homicídios. O que será que está acontecendo?

"Ela permanecia completamente imóvel, ponderando sobre como agir. Havia sangue por toda parte. No chão. Nas paredes. Até mesmo no teto, havia manchas que lembravam as figuras abstratas de algum tipo de teste psicológico."

Nesse segundo livro da série, os protagonistas continuam sendo Hanne e Sand e o leitor continua conhecendo um pouco mais sobre a vida pessoal dos dois. Hanne começa a ter problemas no seu relacionamento com Cecilie, que se sente excluída da vida da companheira. Afinal, após anos juntas, Cecilie não conhece ninguém do trabalho de Hanne e é sempre apresentada como uma colega de quarto, o que gera certa perturbação entre as duas. Hanne continua irredutível em sua tentativa de separar vida pessoal do trabalho, mas vai se dando conta de que isso não é uma tarefa fácil.

Sand também vai apresentando um pouco mais da sua história pessoal. Após o reencontro com Karen Borg, os dois estão mais próximos do que nunca, mas ainda assim Sand terá que perseverar bastante para ter o que sempre desejou: um relacionamento sério com a amada.

Outros personagens que fizeram uma participação menor no livro anterior ganham destaque em "Números de azar": o chefe de polícia Kaldbakken; Billy T, o integrante da força tarefa e conhecido de Hanne e Erik Henriksen, o policial novato que agora trabalha em parceria com Hanne.

Destacam-se também Kristine, uma jovem de 24 anos de idade e seu pai Finn. Kristine é uma das vítima que fica transtornada depois de tudo o que aconteceu. Seu pai Finn está determinado a encontrar o culpado pela atrocidade de sua filha e vai começar a investigar por conta própria o que aconteceu, sendo capaz de fazer qualquer coisa em nome da vingança...

Mais uma vez a autora traz temas sociais para serem discutidos na obra, como a violência sexual e os imigrantes. Confesso que esperava mais dessa continuação e que o enredo deixou um pouco a desejar, mas mesmo assim, é uma ótima indicação para os fãs de livros policiais.  

"Uma pessoa que agiu diabolicamente deveria receber o troco na mesma moeda também."

site: http://viajenaleitura.com.br/
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Carlos 30/03/2018

Digitações erradas de azar...
Me apeguei tanto a um erro que vi no livro referente as datas que se seguem que não consegui dar continuidade a sua leitura de uma maneira agradavel. Mas já que iniciei, deveria termina-lo! Alguns erros de digitação aqui e ali que me fizeram perguntar se realmente houve alguma revisão final antes de soltar o livro para o público brasileiro!

Quanto ao enredo, a escrita é um tanto fria e calculista, o que me remete a pensar que o pouco que conheço dos países nórdicos europeus se assemelham a escrita, tornando então aceitável o modo como ela escreve, que foge um pouco do tipo de autor que eu me identifico.

Nos primeiros capitulos, acontecem os crimes que darão continuidade ao livro. Porém o gap entre os acontecimentos é muito grande, só mostrando as atitudes tomadas pela polícia depois de um determinado tempo - outro fato que me incomodou muito.

Apesar desses pontos, o que muitos livros deixam a desejar é no bom desfecho, o que não ocorre em "numeros de azar".

Assuntos polêmicos são tratados como corrupção policial, estupro, imigração ilegal... todas introduzidas de uma forma excelente.

Concluindo, "Números de azar" sai como um ótimo livro que possui alguns deslizes mas que pode ser adicionado a sua estante facilmente.
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Blog De Bem Com a Leitura 02/03/2018

Um crime terrível aconteceu e chocou a polícia. Um galpão abandonado foi cenário de algo violento, havia muito sangue, mas nenhum corpo foi encontrado. Algo ainda mais intrigante chamou atenção da detetive Hanne Wilhelmsen, na parede tinham alguns números escritos. Números escritos com sangue.

No outro sábado a mesma cena se repetiu em outro local. Muito sangue, nenhum corpo. E números na parede escritos com sangue. A detetive não em ideia de quem seja o autor dos crimes, mas identificou um padrão nesses atos bárbaros. O crime é sempre no sábado à noite e sempre há os números com sangue na parede.

A cidade de Oslo estava enfrentando um período difícil. Além de a temperatura estar elevadíssima nos últimos tempos, a onda de criminalidade cresceu consideravelmente. A situação era pior com os estupros. Quando a detetive Hanne atendeu a mais uma vítima de estupro no sábado seguinte, não percebeu que poderia haver alguma ligação com o caso.

Todos os policiais estavam muito sobrecarregados e a tensão a cada nova ocorrência estava deixando a detetive abalada. Além de ter que lidar com todo o estresse no trabalho, ela estava passando por uma situação complicada em seu relacionamento. Hanne nunca revelou que é lésbica e sempre manteve a sua vida pessoal o mais restrita possível. Mas Cecile, sua companheira, começou a questionar sobre todo esse segredo a respeito delas.

Enquanto a detetive Hanne trabalha incansavelmente para encontrar o autor dos crimes de sábado e identificar o estuprador, vemos uma busca acontecer paralelamente. Kristine ficou completamente destruída após o estupro, física e emocionalmente. Ela deixou o apartamento e foi ficar com o pai. Cansado de ver a filha se acabando, o pai de Kristine resolve ir atrás do estuprador por conta própria, ele sabe que se a polícia o encontrar ele vai ficar preso pouco tempo e depois voltará às ruas e poderá fazer novas vítimas.

A detetive Hanne quer impedir que no próximo sábado aconteça outro crime e para isso precisa correr contra o tempo.

Leia a resenha completa lá no blog > https://goo.gl/QBVGMw

site: http://vocedebemcomaleitura.blogspot.com.br/
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Malucas Por Romances 29/01/2018

Números de Azar não é só uma história sanguinária, mas também tocante.
Já tinha visto alguns livros da autora Anne Holt que inclusive foram publicados pela Editora Fundamento, quando vi dois lançamentos da autora, esse Números de Azar e Demônio ou anjo pensei em pegar os dois, mas fiquei com medo de não gostar da escrita. Na dúvida escolhi o que parecia ser mais sanguinário e não me arrependi da leitura, pelo contrário, quero é mais kkkk. Esse livro vai mostrar um verão um tanto quanto sinistro em Oslo.

A detetive Hanne foi designada para um caso um tanto quanto peculiar, na cena do crime tinha muito sangue e números escritos na parede, porém nenhum corpo no local. Só que isso não para por aí, o suposto crime acontece somente aos sábados só que no intervalo desses crimes uma mulher foi abusada sexualmente. Esse caso de abuso também foi parar nas mão da detetive Hanne, e é nesse momento que a dúvida se instala: até onde os crimes tem ligação ou não?

Durante todos esses ocorridos a detetive precisa ir muito além, ela não só tem que investigar um caso sanguinário, mas também um caso de estupro. E é nesse momento que a história mostra um lado policial um tanto quanto desconhecido, já que sempre temos as cenas que os policiais fazem e descobrem tudo, mas será que vai ser tão fácil assim? Como não dar atenção aos dois casos?

Números de Azar é escrito todo em terceira pessoa e no decorrer da história além do ponto de vista da detetive Hanne, teremos também da Kristine. Kristine é uma mulher de 24 anos que sofreu estupro, e com isso além de não reconhecer o rosto de quem abusou dela, ela se isolou não só por medo, mas também por se sentir culpada e triste, pois achava que teria desapontado seu pai. Outro personagem que aparece com frequência é o pai de Kristine, que além de não se conformar com o ocorrido, ele se preocupa e se pergunta onde foi que ele errou.
"... Os cidadãos querem vingança! Uma pessoa que agiu diabolicamente deveria receber o troco na mesma moeda também."
Números de Azar mostra muito da parte burocrática da vida policial, e o quanto muitas vezes se torna difícil investigar um caso sem o apoio suficiente, onde pra tudo o policial precisa de "permissão", deixando cada vez mais difícil solucionar o caso. Uma das cenas que me marcou muito foi uma que a detetive informa a quantidade de abusos que são "descartadas". Chega doer no peito saber que isso acontece não só na história e que na vida real isso também acontece. Muitos estupradores saem impunes e continuam a vida normalmente, enquanto a pessoa que sofreu o estupro jamais será a mesma.

O livro tem uma participação muito ativa dos personagens secundários, mostrando bem o cotidiano da polícia, além de ter mostrado um pouco da vida de uma pessoa após o abuso sexual. A capa desse livro foi o que mais me chamou atenção, foi amor a primeira vista. Durante a leitura não encontrei erros ortográficos, e a diagramação está simplesmente linda.

RESENHA COMPLETA NO BLOG

site: https://malucaspor-romances.blogspot.com.br/2018/01/resenha-numeros-de-azar-anne-holt.html
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