Recordando Anne Frank

Recordando Anne Frank Miep Gies




Resenhas -


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Maria.Claudia 04/07/2020

Incrível
Toda vez que eu leio algo sobre Anne Frank fico maravilhada pois me identifico muito com ela
Com esse livro não podia ser diferente
Neste livro a autora Miep Gies relata todas as suas angústias e seus medos
Mas nunca sentiu-se covarde ao ponto de abandonar seus amigos que estavam escondidos
Lindo relato de amor e principalmente coragem por parte dela....
Tenho certeza que se estivesse no lugar de Miep Gies teria feito a mesma coisa sz
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Paulascrap 23/05/2020

Leitura obrigatória sobre Anne Frank!...
" Por alguma razão, tive a grande sorte de encontrar e proteger o diário, de ser capaz de levar a mensagem de Anne ao mundo. Nunca vou saber por que." Pág 217.................📝Miep nunca de considerou heroína , mesmo após receber diversos prêmios e medalhas como reconhecimento de sua coragem em salvar vidas judias durante o holocausto .....................📝Mieps Gies nos narra sua trajetória com a família Frank , desde o momento no qual conhece Otto e se torna sua secretária na fábrica de geleias , até o estopim da Guerra .......................📝Assim que a família Frank foi trazida para Holanda , Mieps conhece as filhas de Otto , Margot e Anne e logo se aproxima como presença forte em sua adaptação no novo País ...............📝Quando a hora da fuga se tornou inevitável , Otto decide se esconder no anexo secreto localizado no segundo andar do próprio local de trabalho , todo o processo de mudança e a vida no esconderijo em detalhes, bem como todas as privações da população não judia durante a ocupação ......................📝Durante o dia levavam uma vida normal de trabalho e a noite os Franks e os demais moradores do anexo desciam e recebiam a ajuda de Miep e do grupo que mantinha secreto esse isolamento..................................📝Miep e seu marido Henk foram fundamentais para manter os fugitivos seguros, e em muitos momentos arriscando sua própria segurança .....................📝Difícil afirmar o delator do esconderijo , durante o isolamento ocorreram assaltos na fábrica , visitas de busca por judeus e principalmente uma recompensa por essas delações , e até judeus seriam suspeitos , Otto único sobrevivente se recusou a prosseguir a investigação ..📝Enfim o dia da prisão chegou e após os recem prisioneiros serem levados Miep retornou ao anexo para recolher todas as anotações de Anne e foi responsável em guardar esse diário até que a sua amiga judia retornasse , mas esse dia nunca chegou . Era de seu conhecimento que Margot também teria escrito um diário , mas este foi recolhido com os demais objetos do anexo ..📝 " Após o retorno de Otto Miep entrega as anotações de Anne a seu pai , sem nunca ter lido , mesmo após a publicação do Diário continuou se recusando a ler .............📝Até o último momento permaneceram coma esperança de que a família Frank iria se reunir novamente ................📝 Anne e Margot foram separadas de sua mãe Edith em Auschwitz quando transferidas para Bergen-Belsen e morreram de Tipo semanas antes da libertação do campo ..........📝Um filme intitulado Sótão o esconderijo de Anne Frank .......📝Uma experiência de leitura única e super recomendada para quem pretende entender a vida de isolamento e destino da família Frank e seus anjos . #annefrank #recordandoannefrank #miepgies #holocausto #leiturasdeguerra
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Kênia Cândido 28/03/2020

Emocionante!
Ainda não tive contato com a famosa história do livro Diário da Anne Frank. Sei que é uma história triste e emocionante. Por isso, o livro Recordando Anne Frank proporcionou um poço de emoções e tornou-se um dos livros mais importantes da minha estante. A história começa em 1933 com a Miep Gies relatando que vivia numa residência da rua Gaasptraat, área silenciosa ao Sul de Amsterdã. No entanto, Amsterdã não era a cidade natal de Miep. Ela nasceu em Viena, Áustria em 1909.

Quando Miep tinha 5 anos, estourou a primeira guerra mundial e por causa dos severos racionamentos de comidas, ela era uma criança subnutrida e doente. Mas graças a um programa organizado por trabalhadores estrangeiros para socorrer crianças austríacas que passava fome, Miep que já tinha completado 11 anos, ela foi enviada para Holanda para viver e ser alimentada por uma família desconhecida, os Nieuwenhuis, para recuperar a saúde.

Na adolescência, Miep mudou-se com a família adotiva para o Sul de Amsterdã. Reencontrou com os pais biológicos em 1925, quando os Nieuwenhuis levaram Miep em Viena. Contudo a família biológica percebeu que Miep não era mais aquela garotinha de Viena e permitiu que ela retorna-se com a família adotiva e torna-se uma completa holandesa.

Quando Miep estava com 24 anos, uma vizinha e amiga da família informou que uma empresa procurava uma secretária substituta para um emprego temporário. Como Miep estava alguns meses desempregada, essa era uma ótima oportunidade de reconquistar a independência. Dessa forma que Miep começou a trabalhar para Otto Frank, um judeu que estava tendo sucesso com sua fabrica chamada Travies & Company. Em pouco tempo tornou-se funcionária permanente e não demorou muito tempo também para Miep conhecer a família de Frank que havia chegado recentemente da Alemanha para morar com ele. Naquela época Anne Frank tinha 4 anos.

Com o tempo os negócios continuavam prosperando na fabrica do Sr. Frank, Miep e seu marido Henk eram amigos da família Frank, mas os encontros de sábado, assim como os jantares na casa dos Frank tinham sido interrompidos. As notícias sobre o poder de Hitler não eram boas, vários decretos eram publicados proibindo e ridicularizando os judeus era freqüentes. Mesmo assim, o Sr. Frank continuava indo ao escritório, como de costume para trabalhar e Miep percebia o esgotamento do patrão.

Certa amanhã, o Sr. Otto chamou Miep no escritório e informou que ele juntamente com sua família e mais alguns amigos planejava refugiar, escondendo dos nazistas e se ela estaria disposta a cuidar deles, mesmo sabendo que a punição para quem ajudava os judeus era gravíssima. A narrativa de Miep é bem gostosa de ler e ao mesmo tempo, cheia de sentimentos que tocou o coração com muita delicadeza e sensibilidade. Desde sua infância como criança refugiada primeira guerra mundial, ela precisou adquirir muita coragem para viver um período tão conturbado.

Como Miep foi uma das primeiras funcionárias do Sr. Frank, ela acabou conquistando um pouco de intimidade com a família Frank e com a chegada da segunda guerra mundial, os nazistas avançando por Holanda e proibindo os judeus de viverem com dignidade, os Frank precisaram esconder e todos os dias Miep e seu marido Henk visitava a família no esconderijo levando alimento e notícias dos últimos acontecimentos. Cada visita era carregada de angustia de serem descobertos pelos nazistas.

Essa parte da história mundial contém exemplos de pessoas que lutaram contra o terror de várias formas e mesmo que tenha o Diário de Anne Frank, a história de Miep é um ponto de vista bem íntimo e indispensável. E agora, o Diário de Anne Frank transformou-se numa leitura obrigatória e necessária, pois particularmente acho que servirá como complemento desta trajetória emocionante.

A diagramação está maravilhosa nas folhas amareladas do papel off-white. Contém três fotos em preto e branco da Miep. Uma delas, Miep está acompanhada do Henk de mãos dadas. Acho essa foto muito bonita de observar, principalmente após a leitura do livro e conhecer a importância deles na história da família Frank. A capa do livro é a foto de Anne Frank, achei a capa simples, mas não deixa de ser bonita. Na contra capa contém uma foto da família Frank, além da sinopse da história.

É uma leitura tocante que comove profundamente. Recomendo demais para todos os leitores que desejam conhecer acontecimentos e histórias pessoais de indivíduos que precisaram enfrentar tudo para sobreviver. Tenho certeza que este livro também ganhará seu coração e um lugar especial na estante, assim como conquistou meu coração.

site: https://historiasexistemparaseremcontadas.blogspot.com/2019/07/resenha-recordando-anne-frank-miep-gies.html
Duda 11/06/2020minha estante
Me apeguei muito a Anne frank. Nunca tive muitos amigos e sempre achei que ela era a minha outra metade. Tudo o que eu não era a anne era. Assim que vi o final dela chorei como se tivesse perdido uma amiga, minha melhor amiga. E pensar que ela não foi a única me faz me sentir triste e sozinha.




Morgana Gomes 23/02/2020

Anne Frank pelo olhar de Miep Gies
Esse livro é como um complemento do próprio diário de Anne Frank. Enquanto se tem uma visão de dentro do Anexo nas palavras de Anne, "Recordando Anne Frank" traz o que acontecia fora dele. Nas palavras de Miep Gies é possível sentir tudo o que tiveram que passar para esconder as oitos pessoas, manter um segredo e tentar salvar outros que precisassem de ajuda.

É uma leitura tão forte que é impossível não ficar com um nó na garganta. Um relato marcante e que demonstra os horrores da guerra. Miep faleceu aos 101 anos em 2010 e também deixou sua história contada. Embora não se sentisse como tal, ela foi uma heroína e sempre será lembrada como um anjo guardião, assim como todos os outros que fizeram mais do que podiam durante guerra para ajudar outras pessoas.
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Jornada de uma leitora 18/11/2019

Maravilhoso!
Ok, eu sei que já disse umas mil vezes que adoro histórias que se passam na segunda guerra mundial e gosto mais ainda quando são reais. Não que eu goste de ler sobre a maldade, mas gosto de ler sobre o quão forte as pessoas que passaram por isso são e também porque eu gosto de sofrer, pois fico muito tocada quando leio essas obras. Com Recordando Anne Frank não foi diferente, fiquei completamente envolvida na leitura e senti todos os sentimentos dos personagens. E agora O Diário de Anne Frank entrou para a minha lista de “quero ler” no skoob.


Neste livro vamos conhecer tudo o que se passou do lado de fora do esconderijo em que a família Frank estava. Miep Gies foi a mulher que ajudou a esconder a família e que os visitava, levava comida e notícias sobre a guerra para eles. Então vamos do início...

Nos primeiros capítulos, Miep nos conta um pouco de sua história, onde viveu, como viveu e como foi parar na Holanda. Uma mulher que sempre foi independente e sempre gostou de trabalhar. Quando o Sr. Frank levou a empresa para Holanda, pois tiveram que sair de sua cidade natal por causa dos nazistas, Miep foi uma de suas primeiras funcionárias e isso a ajudou a ter mais intimidade com o família. Miep era alemã e não via problema nenhum com os judeus, então estava feliz por poder trabalhar para eles.

Até que a guerra chegou na Holanda e aos poucos os nazistas foram proibindo os judeus de fazer as coisas, tais como andar pela cidade e frequentar lugares públicos em certos horários. E aí começa o sofrimento da família Frank e de vários judeus. Como os nazistas estavam avançando rapidamente, os Frank e alguns amigos resolveram se esconder em uma parte no fundo empresa, que Anne chamava de anexo, e ficaram lá por muito tempo. Todos os dias Miep e seu esposo faziam visitas e levavam alimentos e notícias. Toda vez que ela ia visita-los podia sentir a angustia e o medo deles em viver daquela forma. Torcendo para não serem descobertos pelos nazistas e serem separados em campos de concentração. E no fim, no fim... Bom quem leu Anne Frank deve saber o final dessa dolorosa história, quem não leu vai ter descobrir (rsrs).

E aqui temos mais uma triste história da segunda guerra mundial, mais uma história que nos faz pensar sobre como o ser humano pode ser muito ruim quando quer. É muito triste saber que falta amor e respeito nesse mundo e é por isso que temos que ser diferentes, sempre que puder ajudar alguém, ajude. Distribua amor. Não perdemos nada em fazer o bem para o próximo.

Enfim, uma das coisas que mais gostei nesse livro foram as fotos que vieram no final. Além do posfácio, pra mim elas foram como uma continuação da história. Fiquei imaginando como foi a vida deles após a guerra. Li o livro em uma semana, porque queria absorver cada detalhe dos acontecimentos e digo pra vocês que a história é muito mais profunda, nesta resenha eu coloquei somente o básico, realmente para não aprofundar e fazer a leitura de vocês perder o encanto.

Recordando Anne Frank me tocou, me deixou comovida e muito chorosa. Foi uma leitura muito fluida, e muito envolvente. Aquele tipo de leitura que deixa uma marca na gente. A Editora Gutenberg, do Grupo Autêntica, fez um trabalho impecável, desde a capa, a diagramação tão simples e tão singela e a revisão. Mais um livro que vai ter um lugar especial na minha estante.

site: http://www.jornadadeumaleitora.com.br/2019/10/resenha-recordando-anne-frank-miep-gies.html#.XdJ6ztJKi1s
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Marcos 14/03/2019

Anne Frank é, talvez, o maior nome da Segunda Guerra Mundial, depois de Hitler. Uma pequena garota judia, que não tinha grandes ambições e sonhava em ser escritora acabou por revlucionar o mundo inteiro ao escrever o seu dia a dia e o de sua famíla num diário vermelho, de capa xadrez. O Diário de Anne Frank é um dos livros mais lidos e vendidos no mundo todo. A força da narrativa essa garota revolucionou a forma como todos viam a grande guerra e a visao política da Alemanha nazista.

Para quem não leu o livro ainda, darei uma breve resumida na história: a família Frank temeu por ser morta pelos alemães nazistas quando Hitler engrossou as medidas antisemitas de sua política. Como resultado, vários judeus eram mandados para campos de trabalho forçado, de onde a maioria saía morta. Otto Frank, pai de Anne, era dono de uma fábrica que empregava Miep Gies. Ao saber o que estava acontecendo e querendo ajudar a família, Miep teve a ideia de mantê-los em um esconderijo em um escritório da empresa, onde ela e o marido trabalhavam. Foi quando toda a família, juntamente com alguns outros judeus, ficaram confinados por quase dois anos num anexo secreto, tendo como única forma de comunicação pelo mundo externo, bem como fonte de alimentação e de necessidades também, Miep e seu esposo. Porém, através de uma denúncia anônima, que até hoje não se sabe de quem partiu, soldados nazistas descobriram o esconderijo e levaram todos para campos de concentração, tendo Anne morrendo em um deles inclusive. Otto, seu pai, sobreviveu aos trabalhos forçados e, posteriormente, tentou retomar a sua vida sem a sua família.

Claro que a história é bem mais complexa que isso, esse foi apenas um resumo muito enxuto de tudo. Como o diário foi escrito por Anne em si, ele termina abruptamente, quando ela foi capturada pela polícia. Após isso, ela ainda viveu por mais 7 meses, até seu falecimento cuja causa é desconhecida. Miep foi o grande anjo da guarda de toda essa família. Aqui temos todo o ponto de vista dela da história, todas as suas memórias e, sobretudo, tudo o que acontecia do lado de fora do anexo enqaunto Anne escrevia o seu diário. Foi a própria Miep que achou o diário e guardou-o, junto com suas páginas perdidas, logo após a entrada no esconderijo.

É interessante poder analisar a história por esse ponto de vista. Além de trazer informações novas, Recordando Anne Frank também traz dados que não são citados no diário, como a forma como era a vida dos Frank antes da guerra, a movimentação política que rondava o local, como Otto reagiu ao saber da morte das filhas e como ele levou a vida após toda a tragédia, bem como a vida na Alemanha com o fim da guerra.

Por mais que a primeira frase do livro seja Miep pedindo para que não seja tratada como uma super-heroína, é impossível não vê-la como tal. Uma mulher que resolve encarar um governo tirânico e sádico como o de Hitler deve, no mínimo, ser nomeada dessa forma. Que o mundo tenha cada vez mais "Miepes", que a sua força e coragem inspire a todos os novos jovens e que nós, com toda a sabedoria, aprendamos com os erros passados e não guiemos a humanidade para cometer novamente tamanha atrocidade.

Recomendo a leitura a [email protected] que gostam de livros sobre Segunda Guerra e que gostaram de O Diário de Anne Frank e queiram saber mais sobre o que aconteceu depois ou sob outro ponto de vista.
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Tami 18/02/2019

POR FAVOR! Ame o próximo.. se não pode ao menos respeite-o.
O Diário de Anne Frank possui em sua composição relatos escritos e vivenciados por um grupo de judeus que viveram confinados em um esconderijo durante a ocupação nazista na Segunda Guerra Mundial. Anne mantinha em seus escritos todos os acontecimentos dentro do Anexo Secreto e relatava seus pensamentos e sentimentos mais profundos sobre a guerra e o difícil período onde se mantinham isolados do mundo naquele esconderijo.
"Apesar de tudo, ainda acredito na bondade humana. "Anne Frank
Recordando Anne Frank narra a vida e memórias de Miep Gies, principal responsável por ter ajudado Anne e outras sete pessoas a se esconder dos nazistas por meio do Anexo Secreto. As memórias de Miep mostram como os judeus foram tratados de forma deplorável durante longos anos, Miep abominava o modo como o preconceito contra esses povos era totalmente declarado e nunca se filiou ao partido nazista, mesmo quando isso trouxe consequentes problemas para sua vida pessoal.
Ela e seu marido Jan Gies assistiram assombrados a chegada dos soldados alemães e consequentemente a liberdade de todos se esvaindo, sem que pudessem fazer tanto quanto queriam para ajudar essas pessoas que sofriam tanto .
O Holocausto existiu e deixou marcas que jamais podem ser apagadas, ainda que algumas pessoas neguem devido a um antissemitismo nato, por um ódio irracional que sentem pelos judeus. Ainda existem os que não são capazes de sentir tamanha dor, que se orgulham e não se arrependem da tamanha mancha que deixaram na história.
Com o fanatismo da época muitas pessoas achavam que acabar com judeus, ciganos, entre outras "raças parasitas" era justo, correto e necessário, como exterminar ratos e bactérias. Grande parte da população comprou essa ideia.
O Diário de Anne Frank e Recordando Anne Frank são livros necessários, a dor, a angustia e o medo são sentimentos que transbordam as páginas e as vidas de um povo que foi vítima de tamanha monstruosidade, seu crime era somente existir. Essas histórias assim como, muitos outros títulos que narram o mesmo período são uma mensagem para o mundo, vestígios de um fenômeno sem total racionalidade, um verdadeiro horror que deve ser sempre lembrado para que não se repita jamais.
"Prezado Professor, sou sobrevivente de um campo de concentração. Meus olhos viram o que nenhum homem deveria ver. Câmaras de gás construídas por engenheiros formados. Crianças envenenadas por médicos diplomados. Recém-nascidos mortos por enfermeiras treinadas. Mulheres e bebês fuzilados e queimados por graduados de colégios e universidades. Assim tenho minhas suspeitas sobre a Educação. Meu pedido é: ajude seus alunos a tornarem-se humanos. Seus esforços nunca deverão produzir monstros treinados ou psicopatas hábeis. Ler, escrever e saber aritmética só são importantes se fizerem nossas crianças mais humanas."
-Texto encontrado após a Segunda Guerra Mundial, num campo de concentração nazista.
Never again!
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Camis 21/11/2018

2º melhor livro da minha vida.
Terminei esse livro ontem. Mantenho minha posição: todos os seres humanos deveriam ler o Diário de Anne Frank, e após isso deveriam ler este livro, Recordando Anne Frank.

Esse livro é espetacular, e enquanto os Frank estavam enclausurados e ouvimos os dilemas da Anne, aqui, neste livro, Miep nos dá a dimensão exata do que estava acontecendo ao lado de fora do anexo com a guerra à pleno vapor na Holanda.

Conseguimos mergulhar na leitura de forma que quase conseguimos ver o que estava acontecendo durante a narrativa.

Miep e seu marido foram incríveis! Eles foram resistência do primeiro ao último dia da guerra. Eles lutaram para salvar seus amigos e conhecidos e ao mesmo tempo sobreviver àqueles dias sombrios.

Quem gosta de história de guerra tem que ter esse livro como obrigatório, pois a riquesa de detalhes daqueles dias é algo sensacional.

E tem ainda um bônus no epílogo: Miep nos conta tudo o que aconteceu com os amigos até as suas mortes; e ela faz uma crítica clara sobre como as peças de teatro e o filme alteraram alguns fatos históricos da época. Coisas que ela presenciou, que tem em seu livro, mas editores alteraram, pra agradar o público de alguma forma.

Leiam. Só leiam.
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Laís 30/01/2018

[#resenhamaniadelivro] Recordando Anne Frank - Miep Gies (e Alison Gold)
Editora Gutenberg - 5/5

Todos nós conhecemos um pouquinho da história da Anne Frank. Eu nunca li o seu famoso diário, mas conheço a história da sua família - eles se esconderam durante grande parte da Segunda Guerra, algo comum aos judeus na época, em busca de sobrevivência.

Apelidado de ?O Anexo?, o local que eles escolheram para ser o esconderijo ficava em cima da fábrica da família. Cabia a Miep, seu marido e a alguns poucos funcionários, os mais próximos, trazer de fora tudo necessário à eles.

Miep foi um verdadeiro anjo na vida dessas pessoas. Sem ela, eles não teriam a pouca comida disponível que ainda restava nos mercados e nas fazendas. Mais do que isso - sem ela, eles não saberiam o que estava acontecendo nas ruas e na guerra contra Hitler.

Narrado pela própria Miep, é fácil perceber que ela nutria uma simpatia especial pela curiosa Anne. Sempre esperta, Anne não parava de fazer perguntas sobre a vida lá fora. Justamente por ser tão ativa ela deu início ao diário, o qual se tornou documento oficial de guerra após sua descoberta.

Chego a conclusão de que não importa quantos livros que retratam a Segunda Guerra eu leia, sempre vou me chocar com a crueldade humana. Mas meu coração também vai sempre se aquecer em ler sobre tantos atos de bondade e amor, tantos votos de esperança.

Eu acredito que nós temos uma missão na Terra. E Miep a desenvolveu muito bem! Em suas palavras é possível sentir amor, medo, receio e, acima de tudo: cuidado.

Foi uma experiência maravilhosa conhecer a vida de quem ajudou essa e outras famílias judias durante a Segunda Guerra Mundial. A narrativa cativa e te envolve; é como uma viagem na linha do tempo de sua vida.

-Livro cedido em parceria com a Editora Gutenberg.
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umalivraria 25/01/2018

Resenha @umalivraria - #resenhasdaelay
❝Nem um dia se passa sem que eu me lembre do que houve naqueles anos.❞

Miep Gies era uma secretária austríaca e tinha uma vida normal, até começar os horrores da Primeira Guerra Mundial. Logo ela se tornou uma refugiada e foi em busca de uma nova vida na Holanda, conseguindo um emprego na fábrica de Otto Frank.

E assim, se inicia um grande laço entre Miep e a família Frank. O início da Segunda Guerra Mundial veio com a “caça” aos judeus e isso deixou Otto completamente aturdido. O homem se escondeu com a família e os amigos no porão de sua empresa e contava sempre com a ajuda de Miep. Ela não estava sendo perseguida e não media esforços para levar tudo que eles precisavam, oferecendo um pouco de conforto.

“Eu não sou uma heroína”, a frase que marca o início da obra já mostra ao leitor o que está por vir. A emoção está presente em cada página e percebemos que é bastante doloroso para ela relembrar de tudo que viveu naquela época.

A amizade que ela teve com a família da garota Anne Frank, sempre lhe renderá lembranças. Nunca esquecerá a forma como foi tratada por eles e as crueldades daqueles tempos, retratadas de forma clara no livro.

Anne era apenas uma garota inocente escrevendo em seu diário, onde ela deixou grandes ensinamentos. Na obra, podemos ver a linda amizade que ela tinha com Miep e o quanto era grata por seus cuidados.

O retrato da bondade e generosidade humana. Uma leitura obrigatória.


site: https://www.instagram.com/umalivraria/
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Jéssica Spuzzillo @pintandoasletras 22/01/2018

Amei!
Eu nunca li O Diário de Anne Frank, mas já tinha conhecimento sobre a sua história. Anne emocionou milhares de leitores no mundo inteiro com os seus relatos escritos no sótão, apelidado de “O Anexo” em Amsterdã, onde ficou escondida durante a segunda guerra mundial.
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Miep Gies é a mulher que com a ajuda do marido Jan Gies, ajudou a esconder Anne e seus familiares dos nazistas. Ela não vê a si mesma e seu marido como “heróis”, mas eles são sim!
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A Miep relata de forma bem detalhada os três períodos, antes, durante e o pós-guerra. Primeiramente ela conheceu Otto Frank, que deu a ela uma ótima oportunidade de trabalho, depois de um tempo conheceu o restante da família, incluindo Anne, a menina alegre e inteligente.
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Durante a guerra, Miep conta como foi difícil garantir comida por causa do racionamento, as suas lutas diárias enquanto estava ajudando a esconder sete pessoas e o grande risco de ser pega. Os detalhes são esmagadores, tristes e é bem difícil não se emocionar com as últimas 50 páginas.
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Vocês sabiam que foi a Miep que resgatou e entregou o diário da Anne para o pai dela? É por sua causa que os pensamentos e as palavras de Anne viverão para sempre. Sem dúvidas, ela tem uma participação enorme e importantíssima na história da família Frank.
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Leia este livro, ele vai fazer você lembrar de que algumas pessoas não são egoístas. Há pessoas compassivas que arriscarão suas vidas para salvar a vida de outros e fazer o que é certo.
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Miep não hesitou em nenhum momento, sempre agiu através da compaixão e empatia. Afirmou ser apenas uma pessoa comum, que fez as melhores escolhas que podia em tempos obscuros. Sabe o que está faltando no mundo? Mais pessoas como a Miep e seu marido. Amei conhecer a história de uma maravilhosa, recomendadíssimo!

site: https://www.instagram.com/p/BeQ83VblyiJ/?taken-by=pintandoasletras
Eduarda 22/01/2018minha estante
Vou colocar em minha lista de leitura com certeza!!




Daniela Colaci 03/01/2018

Triste e fascinante!
Anne Frank foi uma das vítimas do nazismo no período da Segunda Guerra Mundial. Mesmo que você não tenha lido o seu diário, onde ela relata tudo o que viveu enquanto estava se escondendo dos alemães, provavelmente já ouviu falar sobre Anne e também sobre a sua família. Eles viveram mais de um ano escondidos num anexo na Holanda, na tentativa de sobreviver ao período de perseguição aos judeus, e contaram com a ajuda dos amigos para não morrer de fome, entre eles, Miep Gies.

Nesse livro, vamos conhecer Miep Gies a fundo. Ela não gosta de ser chamada de heroína, mas para mim, uma pessoa que arrisca a própria vida para salvar outras pessoas, merece esse título com louvor.

Miep não era holandesa de nascimento, ela nasceu em Viena, Áustria e migrou para a Holanda ainda criança. Miep cresceu e conseguiu um emprego na empresa de Otto Frank. Aos poucos eles se tornaram grandes amigos e quando a guerra estourou, Otto recorreu a Miep para tentar salvar a si mesmo e a sua família. Ela poderia inventar desculpas, afinal, o risco era grande. Mas aceitou protegê-los e o fez enquanto foi possível.

O livro é maravilhoso! Muito triste, é claro, devido às circunstâncias. Mas extremamente bem escrito e muito envolvente. Enquanto eu lia, conseguia imaginar cada situação enfrentada e fiquei orgulhosa de Miep e toda a sua coragem.

Não cheguei a chorar, mas fiquei extremamente comovida em várias situações.
Como não ficar tocada sabendo que é um relato real e sabendo também que milhares de pessoas passaram pelo mesmo sofrimento? Eu acredito que histórias reais, mesmo que sejam dolorosas, merecem ser lidas. É triste, mas aconteceu. E nós não devemos esconder os erros do passado para que eles não voltem a acontecer no futuro.

Miep foi relutante em escrever esse livro. Quando a guerra passou, ela não queria nem tocar no assunto ou reviver suas memórias. Mas Alison Gold acabou conseguindo convencê-la e eu a agradeço pelo belo trabalho. Foi fascinante conhecer Miep Gies e eu recomendo que vocês façam o mesmo!


site: www.instagram.com/resenhasdealgodao
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Gramatura Alta 08/12/2017

Pode ser que você não tenha lido o seu livro, mas com certeza conhece a história da menina e sua família que ficaram escondidos por mais de um ano num sótão na Holanda durante a ocupação alemã da segunda guerra mundial. Durante esse tormento, Anne Frank confidenciava tudo em seu diário, como se estivesse falando com uma amiga. A menina escrevia sobre o dia a dia no porão, seus sonhos, medos, desejos e descobertas.

RECORDANDO ANNE FRANK vai nos mostrar o lado de fora do porão, narrado pela mulher que junto com seu marido, ajudaram a esconder e alimentar oito pessoas durante o período mais negro do século vinte.

Para quem já leu o diário da Anne, esse novo livro serve como uma continuação tão intensa e sufocante quanto o original. A trama segue Miep, uma refugiada austríaca que conseguiu realizar seu sonho de ser holandesa. Fugindo dos horrores da Primeira Guerra, acompanhamos sua jornada em um novo ambiente e sua crescente paixão pelos Países Baixos. Apesar das dificuldades, acaba conseguindo um emprego na fábrica de um senhor judeu, chamado Otto Frank.

Lá começa uma amizade entre Miep e a família do patrão, com direito a jantares em família e um grande sentimento de união. Com o inicio da guerra e a posterior ocupação dos Países Baixos pelos nazistas, os judeus começaram a perder vários direitos e logo a serem caçados. Temendo pela sua família, Otto Frank desenvolve um pequeno anexo no porão de sua empresa, onde pretende se esconder com sua família e amigos judeus. Cristã desde nascença, Miep está segura da perseguição e, desde o inicio, se coloca à disposição para ajudar seus amigos escondidos com alimentos e visitas diárias.

A trama segue, desde o início, todo o drama relatado acima. Acompanhamos as dificuldades de se conseguir comida para oito pessoas durante um racionamento. Chega um momento onde a sobrevivência de todos está nas mãos de Miep. Nunca desistindo e fazendo o possível e o impossível, observamos como uma mulher determinada desafiou os inimigos em favor dos perseguidos.

Como dito pela própria autora em seu livro, Miep não se sente uma heroína e relutou muito ao lançar esse livro. A dor pelo desfecho dessa história a perseguiu até seu ultimo momento de vida, a dor de não conseguir salvar Anne. Mesmo não sendo tão próximas, a amizade entre as duas é algo contagiante para o leitor. Anne se inspirava em Miep e seu marido e sonhava em ter um amor parecido em sua vida. Trocavam presentes sempre que possível e conversavam sobre tudo, sempre que Miep a visitava no anexo.

Porém, a poucos messes do fim da guerra, o esconderijo da família é descoberto e todos foram para os campos de concentração. O único sobrevivente dos oito, foi o pai de Anne, Otto Frank. Depois que foram capturados, Miep foi rápida e escondeu os escritos de Anne até o fim da guerra, sonhando em entregá-los de volta a sua dona. Anos depois, o diário foi publicado com uma edição especial pelo seu pai e logo se tornou um sucesso. Hoje é considerado um dos maiores escritos de todos os tempos e um dos mais conhecidos.

Aqui teremos tudo aquilo que Anne sonhou ter, a liberdade e informações. A trama não perde tempo em detalhes da guerra. O leitor se sente, também, preso e ansiando pela libertação desse país incrível há muito acorrentado. Uma das grandes qualidades da prosa é estabelecer algo que conhecemos pouco, o que aconteceu quando a guerra acabou? A liberdade, sim, foi conquistada, tardia, mas conquistada. Porém, a vida continuou difícil por muitos anos. Junto com Miep, somos conduzidos à sobrevivência e como superar tamanha desgraça.

Um relato triste e tocante, o leitor se sente atordoado com tamanha injustiça e se questiona se dias melhores realmente existem. Leitura necessária e importante para todos. Escrita fluída e capítulos impossíveis de serem abandonados no meio. Não precisa ter lido o clássico diário antes e nem precisa gostar de historia para ler esse livro. A única coisa que será necessária para você passar por essas paginas é seu espirito de solidariedade pelos oprimidos. Garanto que não se arrependerá!

RESENHA ESCRITA PELO RAFAEL!

site: http://www.gettub.com.br/2017/12/recordando-anne-frank.html
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