Conan: O Bárbaro, Vol. 1

Conan: O Bárbaro, Vol. 1 Robert E. Howard




Resenhas - Conan: O Bárbaro


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Alex.Souza 08/05/2019

Simplesmente sensacional!
Esse foi o livro que me motivou a escrever. Nem precisava dizer mais nada. À medida que eu ia lendo, pensei: "o que eu estive fazendo da vida que ainda não tinha lido isso?". A edição também é perfeita. Capa dura com arte sensacional; títulos dos capítulos feitos à mão; contos na ordem que o autor os lançou. Enfim, simplesmente perfeito.
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Marcobiwan 09/04/2019

Pura aventura
Não conhecia nada de Conan, apenas o filme dos anos 80. As histórias são muito boas e nos fazem mergulhar no clima em que se desenrolam. Sofremos cada golpe de espada ou magia junto com o personagem principal. A edição é belíssima e com certeza irei adquirir o próximo volume.
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Ana 22/03/2019

Esse foi um bom livro. Comprei sem saber nada da história e sem contato algum com Conan, nem sabia que seriam contos.
Logo no começo já gostei da obra, edição muito bem feita e um ótimo prefácio que me deixou realmente empolgada pra conhecer as aventuras do bárbaro. O que me incomoda na verdade já era esperado, tanto que no prefácio isso já tinha sido comentado: o preconceito.
Eu sendo mulher não pude deixar de me sentir chateada quando o conto estava indo tão bem e de repente Conan agarra alguma mulher apaixonada por ele pelos cabelos e etc. O livro é bem antigo, então não fico surpresa de encontrar esse tipo de coisa na obra, até mesmo porque se trata de um bárbaro, mas ainda sim fiquei chateada.
Resumindo, a leitura fluiu melhor do que eu esperava, mas ainda fiquei decepcionada. A escrita e a tradução ajudaram muito a entender tudo o que acontecia até nas cenas de batalha, o que me surpreendeu muito e o Robert Howard consegue passar para o leitor tudo o que seus personagens sentem. O problema é o comportamento do Conan mesmo.
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Evanir 13/01/2019

Uma grata surpresa
Conan Vol. 1 foi uma grata surpresa. Eu havia comprado essa obra, porém ainda não havia lido. Quando o volume 2 foi lançado resolvi lê-la para decidir se compraria o novo volume. Confesso que não esperava muito, porém para minha surpresa, a obra é excelente. Não espere uma obra que enriqueça sua cultura (no sentido pedagógico). É apenas diversão, mas diversão da boa!
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Guilherme 09/01/2019

4,5 / 5
Que bela edição, digna da importância do Cimério e de todo seu universo. Ótimos contos, valiosas informações extras e as impecáveis ilustrações de Mark Schultz O fato de não ser um quadrinho (como de costume) não foi nenhum empecilho, o texto é bem escrito e a leitura flui naturalmente. Destaque para "A Cidadela Escarlate", "Xuthal do Crepúsculo" e "Deus na Urna".
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Ricardo 16/11/2018

Espada e feitiçaria na fonte
Que grandes autores elogiam essas estórias a gente sabe, porque é realmente difícil atingir a qualidade literária de Howard. Por mais que vejamos clichês e repetições ou até mesmo certos exageros ou erros de continuidade, Conan consegue ser tanta coisa (rei, ladrão de peças de museu em conto rejeitado pela editora original e publicado aqui, capitão de navio, aventureiro, perdido no deserto, desafiando magos perigosos, uma espécie de detetive, super-herói, filósofo, e, obviamente, bárbaro) e estar em tantos lugares, Howard flerta com as narrativas das mil e uma noites, as estórias de Simbad, a mitologia nórdica, e consegue escrever contos enxutos, que nunca cansam de serem lidos e relidos. Outro ponto de destaque é a tradução e o trabalho da edição. O que destoa um pouco é a viajada geográfica e histórica (fora da literatura) que o autor nos oferece ao descrever o mundo onde vive Conan, incluindo países constituídos na nossa realidade, isso faz a gente sair um pouco fora da proposta original, mas entendo que ele escreveu esse texto como apoio para os contos. Que venham o volume 2 e 3.
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pehlma 10/10/2018

Sem paciência e muito saco para escrever algo mais elaborado tentarei ser bem sucinto.


Conan é um personagem marcante na história mundial. Negar sua fama se torna cada vez mais impossível, assim como negar a qualidade de seu gênero.
Um apaixonado por RPG feito eu, já esbarrou com diversos tipos de histórias da Espada & Feitiçaria, e Conan sem dúvidas influenciou muito isso.

Como disse, eu já sabia o que esperar. Robert Howard é um gênio, mas sua curva narrativa é algo que sempre me incomodou.
As histórias de Conan sempre seguem uma curva muito lenta no início, demoram para alavancar, tem um ápice muito corrido e um final sempre muito abrupto.
Um detalhe me incomodou bastante na tradução. Apesar de excelente em questão de texto, não converter unidades de medidas americanas para o sistema internacional me soa um pouco preguiçoso.


Meus contos preferidos foram A Torre do Elefante e Deus na Urna, esse último rejeitado pelos editores. Vai ver o estranho sou eu mesmo.

Graficamente falando o livro é impecável.

Acho que vale a pena demais dar uma chance ao Bárbaro da Ciméria. Há uma grande chance de você perceber que ele é de longe muito mais que apenas um bombado de tanga.

Conan: O Bárbaro, Vol. 1 - Robert E.Howard
Nota: 7/10
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Danilo 14/09/2018

Edição apaixonante
Adaptando alguns dos mais famosos contos do cimério, trazendo uma minibiografia do autor e também a descrição do surgimento do mundo de Conan, essa edição em capa dura é perfeita para qualqur colecionador. Belissimas ilustrações, com as capas das revistas originais da weird tales, citações, poemas do autor, uma pequena espada filme classico de swassnegger como marcador de texto; é sem duvida a melhor edição que eu já vi do personagem de howard.
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Dhiego Morais | @liemderry_ 05/08/2018

Conan #1
O horizonte é tempestuoso e raios singram o céu com fúria incalculável. O Caos cavalga em animais enfurecidos, enquanto não se distingue som algum, exceto pelos gritos de fúria e de dor. Um golpe recente ainda ressoa pelo elmo de chifre; parte da sua audição se perdeu momentaneamente. No entanto, a fúria, ah, sim, a fúria da batalha ainda ressoa vividamente entre sua pele e seus ossos. O machado risca o ar e o sangue espirra. O mesmo machado corta em outra direção, com um urro, e a cabeça adiante rola no campo. Impiedosamente, dotado de tudo, menos do medo, o selvagem cimério escala o monte de corpos inertes aos seus pés e ergue o machado novamente, como se ofertasse aos deuses: há um brilho azul nos olhos e uma confiança indubitavelmente bárbara. Você é Conan!

Em janeiro eu pude ter a experiência de ler H. P. Lovecraft, em uma edição bastante caprichada da Darkside Books: Lovecraft: Medo Clássico Vol. 1. Depois de concluir a leitura e concluir que havia adorado a mente cósmica por trás de tantas histórias, li sobre a relação de amizade entre o autor e outra grande figura do século XIX, tremendamente respeitado e idolatrado por suas criações: era Robert E. Howard, o pai de Conan, Solomon Kane, Kull e Red Sonja. Aproveitando-me de minha promessa relacionada a ler mais autores e autoras representativos, plurais, fora do eixo EUA-Europa e, claro, alguns clássicos da fantasia, aproveitei para inserir na meta do ano a leitura de Conan, o meu primeiro contato com a figura icônica do bárbaro na literatura. E o fato é que eu gostei bastante!

“Eu sou um bárbaro, então devo vender meu reino e seu povo em troca da minha vida e do seu ouro imundo?”

Conan, o Bárbaro: Livro 1 é uma edição especial da editora Pipoca & Nanquim, em acabamento de luxo e com tradução de Alexandre Callari, contendo em ordem cronológica de publicação as obras do renomado Robert E. Howard. Trata-se de uma experiência praticamente irrecusável, com conteúdo extra muito bem-vindo, além de ilustrações entre os capítulos e dotado com as capas originais da revista Weird Tales, lançadas na década de 30.

Conan é uma das figuras mais conhecidas e cultuadas do meio nerd há bastante tempo. Percorrendo desde os romances originais, até o cinema, os jogos para console, as action figures; bem como influenciando outras obras e formatos da tão conhecida Espada & Feitiçaria, Conan é uma espécie de elo que liga o realismo à fantasia contemporânea, em uma tessitura tão firme e apreciada que se mantém em alta mesmo após tantas transformações da literatura.

Com uma história rica e complexa, Conan atravessa uma série de fases durante a vida, de nascido em campo de batalha, passando por um bárbaro acumulador de vitórias até sagrar-se líder e rei. Howard soube abrir um leque muito flexível para a personagem, possibilitando uma fonte de histórias quase inesgotável.

“O velho feiticeiro levantou-se e encarou seu perseguidor, os olhos iguais àqueles de uma serpente furiosa, o rosto, uma máscara inumana. Em cada mão ele trazia algo cintilante e Conan sabia ser a morte o que ele segurava.”

Nesta edição, o leitor se depara com as seguintes histórias: A Fênix na Espada, A Cidadela Escarlate, A Torre do Elefante, O Colosso Negro, Xuthal do Crepúsculo e O Poço Macabro. Além disso, encontram-se nos extras: o poema Ciméria, um texto sobre a Era Hiboriana, uma biografia do autor e um conto póstumo, O Deus na Urna. A seguir, como qualquer antologia resenhada por aqui, cito os textos que mais me agradaram:

- A Cidadela Escarlate: talvez a minha história preferida do livro, aqui nós encontramos um Conan já rei, com sua base de poder relativamente cimentada. Em meio a um ardil, Conan tem o seu exército desbaratado por forças inimigas e, capturado, é levado até a capital dos domínios de Strabonus, Khorshemish, onde a fortaleza imponente de seu mago, Tsotha-lanti, um ser antigo, maligno e igualmente misterioso habita. Em meio a intrigas pelo poder e muita ação, Robert E. Howard constrói uma história fantástica, bem narrada e recheada de magia e batalhas muito bem escritas. O final é recompensador!

- A Torre do Elefante: a Marreta, onde as tochas reluziam lúgubres na festança. Aqui o leitor encontra um Conan mais jovem, mais impetuoso, dedicado aos roubos. Howard apresenta um novo cenário de seu mundo amplo e realista, uma Zamora cheia de becos, suja, viciosa, perigosa, em que Conan deve provar ser capaz de se infiltrar no covil de Yara, o sacerdote que governa a Torre do Elefante, uma espécie de antro místico impenetrável, responsável por guardar uma série de joias preciosas, entre elas uma ainda mais singular e secreta: o Coração do Elefante. Apesar de não ser a história mais longa do livro, trata-se de uma das mais bacanas, com boa mitologia e uma narrativa que em certos momentos me lembrou de Lovecraft. Além disso, a Torre do Elefante ainda possui um dos primeiros capítulos mais animados da antologia. Vale muito a pena!

- O Deus na Urna: uma das primeiras histórias de Conan escrito por Robert E. Howard e somente publicada muitos anos depois de sua morte, O Deus na Urna resgata um bárbaro que ainda leva a sua vida como ladrão. Dessa vez, encontrado por um dos guardas de um ilustre nobre recém-assassinado, em meio a sua tentativa de roubo, Conan deve provar sua inocência a fim de escapar de ser condenado à morte — ainda que tente lutar. Envolvendo um artigo misterioso, o conto é recheado de certa tensão e resgata a sensação dos antigos filmes cujo cenário é o Egito e sua mitologia e cultura. Bem interessante, de fato!

“Mas o rosto era inumano; cada linha, cada característica era gravada pelo mal... um mal que transcendia a maldade dos seres humanos. A coisa não era humana; não podia ser.”

A escrita de Howard é bastante agradável, bem mais fluida que a de seu amigo, Lovecraft, com quem se correspondeu várias vezes, antes de ter a carreira encerrada abruptamente ao se suicidar.

Conan é um marco na literatura de fantasia, um verdadeiro clássico da espada e feitiçaria, imbuído de uma essência que dificilmente envelhece. Apesar de possuir certos problemas ideológicos relacionados a gênero, etnia e características fenotípicas, parte disso relacionada com a época em que o autor viveu, não há como descartar a importância cultural e literária de uma obra tão rica e abrangente. O leitor que se compromete a ler Conan tem a oportunidade de ver o nascimento de uma lenda, bem como de um dos pilares de um gênero que se reproduziria ostensivamente anos mais tarde, solidificando-se como uma das principais fontes de heróis de capa e espada da literatura.

site: http://www.intocados.com/index.php/literatura/resenhas/991-conan-o-barbaro-livro-1
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Joao.Vitor 09/06/2018

Primeiro contato com Robert E. Howard
Como diz Alexandre Callari na introdução dessa edição, que aliás também a traduz, você pode não ter lido ou assistido nada referente ao Conan, mas você com certeza já ouviu falar dele. Isso mostra o quão influente esse personagem é, e aqui deixarei minhas impressões sobre a obra que deu origem a tudo que veio depois e veio a se tornar o ícone que é hoje.

Essa edição conta com as primeiras aparições do bárbaro na revista Weird Tales, contadas em formato de contos, como: A Fênix na Espada, A Cidadela Escarlate, A Torre do Elefante, O Colosso Negro, Xuthal do Crepúsculo e o Poço Macabro, sem contar com os extras.

A escrita de Robert E. Howard tem um ritmo excelente, que eu sinceramente não esperava de histórias escritas na década de 30, mas mesmo lá atrás ele conseguia prender com suas descrições envolventes de situações e batalhas, principalmente, fazendo com que as cenas de lutas sejam extremamente empolgantes de se ler. Porém, o que se destaca pra mim é justamente o Conan, a forma como ele constrói a imagem do personagem é ótima, definindo o personagem em poucas linhas de forma bem eficiente, da mesma forma que estabelece o carisma dele por meio de sacadas certeiras e bem humoradas. Destaco os contos O Xuthal do Crepúsculo, Poço Macabro, Deus na urna e a Torre do Elefante.

As minhas primeiras impressões com o personagem foram ótimas e definitivamente me deu vontade de ler mais contos de suas aventuras e até buscar suas histórias nas outras mídias.
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Lismar 29/04/2018

Por Crom, um clássico imperdível.
Meu contato com Conan sempre foi por meio dos quadrinhos, tanto pela Marvel, quanto pela Drak Horse, até que a Pipoca e Nanquim resolveu brindar-nos com essa belezura.
Este que é, até o momento, o melhor livro de fantasia medieval que já li. Se bem que falta-me ler Senhor dos Anéis.
Apesar de dois dos contos presentes no livro eu já ter lido nos quadrinhos, O Deus da Urna e A Torre do Elefante, essas histórias pegam um outro fôlego ao lermos em seu material original. Pois vou te contar, a escrita de Robert E. Howard é maravilhosa. Pois, apesar de ser escrito na década de 30, os contos não são rebuscados, são bem dinâmicos, e prendem a atenção do leitor de uma tal forma que não deixará de querer lê-los um momento sequer.
O Autor foi um dos grandes responsáveis pela popularização do gênero espada e feitiçaria, junto com Tolkien, observamos aqui elementos que são reverberados até hoje. Um mundo fantástico e imenso com monstros, deuses, bárbaros, cavaleiros e feiticeiros.
A narração dos contos é brutal, preparem-se com muitas descrições explícitas de degolações, esfolações e empalamentos. Além de incríveis detalhamentos de estratégias militares entre exércitos nos campos de batalhas. A narração de Howard nesses momentos é fabulosa. A escrita é tão clara, tão fluida, tão perfeita, que a impressão é que estás assistindo in loco às escaramuças.
Quase todos os contos possuem também uma aura de terror bem tensa, há várias referências ao terror cósmico, uma influência do amigo HP Lovecraft talvez.
Contudo, é um livro que provavelmente desagradará algumas pessoas adeptas ao politicamente correto, pois as mulheres que presentes no livro estão lá apenas para fazer parte do harém do anti-herói, são praticamente uma inúteis, sendo levadas para cima e para baixo, às vezes com puxões de cabelos, outras, com tapas nas bunda. Além de sempre serem representadas com poucas roupas, ou nada. Preparem-se para muitas ilustrações com princesas seminuas em poses altamente sexys e de submissão em relação ao gigantesco Bárbaro de bronze. Belas ilustrações, diga-se de passagem.
Quanto ao acabamento do livro, tenho que elogiar o cuidado e esmero da Pipoca e Nanquim para com ele. Capa dura com uma proteção de plástico transparente, com belas ilustrações em seu miolo, abrangendo capas dos livros em que foi publicado originalmente além de retratar momentos chaves do conto em questão.
Israel Miranda 30/04/2018minha estante
Li muito a hq da Abril nos 80's


Juca Fardin 28/05/2018minha estante
" O Senhor dos Anéis" é o melhor de todos!!!


Luiz Alberto 08/04/2019minha estante
Muito bom, Lismar!
Juca Fardin tem razão; O Senhor dos Anéis é imbatível (leia O Hobbit antes).
Um abraço!




Yuri Almeida 24/02/2018

Cães sarnentos!
Eis que termino essa obra prima! Não sei nem por onde começar mas tentarei ser breve. Se vc conhece Conan dos filmes, já adianto que é uma imagem completamente distorcida do real personagem, Conan não é um troglodita burro de sunguinha de texugo como fizeram-no parecer nos cinemas, é um bárbaro que possui uma esperteza inata, fala diversas línguas, é estrategista e gosta até de artes kk. Dito isso, nesse livro a gente é apresentado a sua versão verdadeira, e o personagem é fantástico, Robert Howard o coloca em situações assombrosas, quase sempre em alguma dungeon sombria repleta de seres cósmicos com sede de sangue. Essa receita por si só já seria suficiente pra me manter cativado, mas aliado a isso temos a escrita portentosa do Howard, sua narrativa conseguiu elevar meu nível imaginativo ao máximo, foi muito fácil mergulhar no mundo que ele criou. Outro ponto forte é que, pelo fato de serem contos, não tem enrolação nenhuma, romancezinho ou melodramas, toda página tem valor(e MUITOS quotes fodas), além disso, os contos não seguem uma ordem linear, ou seja, iremos conhecer várias fases da vida do personagem, rei, ladrão, pirata, mercenário. Sinceramente nem parece que isso foi escrito em 1930. Conan não foi minha melhor leitura do ano, talvez tenha sido da vida. Obviamente, Howard possui seus defeitos, há quem não curta algumas de suas manias narrativas, que ele realmente possui, mas a mim não houve incômodo, passaram praticamente desapercebidas ante a imersão absoluta que eu me encontrei o tempo inteiro. É isso, Conan é leitura obrigatória se vc curte esse gênero ou joga D&D rs.

"As trevas gritaram com um termo eterno
Quando o leão espreitou pelos salões do inferno"
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Iago Medeiros 13/02/2018

Um petardo!
Livro reúne os primeiros contos de Conan por Robert E. Howard e são sensacionais. O criador de Conan nos traz 7 contos em ordem de publicação, passando pelas diversas fases da vida do cimério (seja ladrão, pirata, guerreiro, mercenário, rei). O que mais impressiona nos contos é o estilo bem enxuto de escrever de Howard, evitando muitas descrições e focando mais nas ações e diálogos da história.

Cada conto é repleto de coisas fabulosas: feiticeiros poderosos, homens mesquinhos, traições, violência... mas quase sempre pautado em uma boa crítica do autor para os problemas da sociedade na época, seja ela com as drogas ou riqueza exagerada dos almofadinhas. Conan é virtuoso, um herói que não veio de um berço de ouro, alguém que galgou as escadas da sociedade a ferro e fogo, alguém que dá a cara a tapa e mostra um coração de ouro, mesmo sendo exergado como um bruto, selvagem, sem civilidade.

O livro ainda traz alguns extras como o excelente Os Anais da Era Hiboriana (que traz toda a história por trás do continente até chegar aos dias de hoje), um poema curto sobre a terra do herói (Ciméria), um conto publicado postumamente (O Deus na Urna) e uma pequena biografia sobre o autor. Não percam tempo, este é uma obra prima escrita pelo maior autor dos pulp fictions. Excelente!
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Jean.Pinheiro 04/02/2018

Conan O Bárbaro
Livro obrigatório para qualquer amante de fantasia!!!!!
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Acervo do Leitor 31/01/2018

Conan, o Bárbaro – Vol #1 | Resenha | Acervo do Leitor
Você sabe quem ele é. Ele veio de uma terra montanhosa, selvagem e macabra. A Ciméria não faz filhos nem esperança. De seu ventre saem bárbaros indomáveis e mortais, e nenhum deles é mais assustador do que Conan. Seus cabelos negros como a noite, sua pele bronzeada e curtida ao sol, seus olhos de um profundo azul e seu corpo repleto de cicatrizes são inconfundíveis. Quem cruza com ele ou abaixa a cabeça ou a perde. Para ele a vida é feita em apenas quatro tons: preto, branco, cinza do aço e vermelho do sangue. Por onde passa deixa reinos destruídos, amantes apaixonadas e uma pilha de corpos… e essa é a sua verdadeira história.

“Nosso deus é Crom e sua raça sinistra, que governa numa terra sem sol, de névoas eternas… o mundo dos mortos!“

Essa magnifica obra é uma compilação dos contos originais escritos pelo criador do mais icônico personagens da história do ramo da Fantasia conhecido como “Espada & Feiticaria”. É sempre desafiador escrever sobre um livro de contos. Há sempre o risco de ser extenso demais ou cansativo. Então, como já fiz anteriormente, darei uma prévia das aventuras vividas pelo mais querido e temível Bárbaro da historia. “A Fênix na Espada” encontramos Conan como Rei da Aquilônia tendo que lidar com traidores e uma conspiração para depor sua coroa. Muitos não aceitam um bárbaro, sem sangue real no trono, e forças das trevas são invocadas para mata-lo. Em “A Cidadela Escarlate”, Conan, ainda Rei, é trazido junto com seus exércitos para uma armadilha. Enquanto é aprisionado em uma cidadela macabra, Aquilônia entra em ebulição e todos querem o poder na ausência do selvagem monarca. Mas Conan ainda não está morto, com a ajuda de um misterioso mago desaparecido ele está retornando nas asas de uma estranha criatura para clamar pelo que é seu! Na aventura “A Torre do Elefante” Conan, ainda um jovem ladrão na época, pretende saquear uma misteriosa torre que dizem abrigar o mais valioso tesouro que já existiu. Buscando riquezas acabará encontrando a morte e criaturas milenares há muito esquecidas pela história.

“Seus pais tiveram de lutar e sofrer, e entregaram-lhes as coroas numa bandeja dourada. Vocês herdaram seu direito sem erguer um dedo, exceto para envenenar alguns irmãos, mas eu obtive lutando! Vocês se sentam sobre cetim e bebem vinho ganho com suor de outras pessoas, enquanto falam do direito divino da sabedoria… Bah! Eu escalei o abismo do barbarismo nu até o trono e, nessa escalada, derramei meu sangue tão prontamente como derramei dos outros. Se alguém tivesse direito de governar os homens, por Crom, este seria eu”

Em “O Colosso Negro” Conan é um capitão mercenário que devido a uma profecia torna-se comandante de um exército no meio de um cerco mortal. Acaba envolvido em sangue, batalhas e com uma inebriante e misteriosa princesa. Na aventura “Xuthal do Crepúsculo” descobrimos que podem existir coisas piores do que morrer de sede no deserto, mesmo bem acompanhado. Para sobreviver Conan e sua companheira entram em uma amaldiçoada cidade composta por macabros espíritos e loucos demônios que vivem da vida, literalmente, dos visitantes desavisados. Em “Um Poço Macabro” encontramos Conan vivendo como pirata, tentando conquistar sua tripulação no aço, acabando parar em uma macabra ilha onde os habitantes e seus cultos antigos desejam muito mais do que ouro nas trocas comerciais.

“É tudo um pesadelo – Natala afirmou – Estamos mortos e condenados! Nós morremos no deserto e viemos parar no Inferno! Somos espíritos desencarnados… aaah!
Seu grito foi provocado por um tapa ressonante de Conan.
– Se um tapa a faz gritar assim, você não é espírito algum.”

Uma edição com acabamento impecável e repleto de ilustrações internas que trazem de volta, apesar dele nunca ter “ido embora” realmente, Conan em toda sua glória e raiz. Seu genial criador Robert E. Howard morreu cedo, mas deixou um legado eterno para todos os amantes da Fantasia. Presencie a gênese de um mito. Você pensa que sempre conheceu este personagem, agora é o momento de conhece-lo de verdade. E, por CROM, você jamais irá se esquecer!

site: http://acervodoleitor.com.br/conan-o-barbaro-resenha/
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