Amor é Prosa, Sexo é Poesia

Amor é Prosa, Sexo é Poesia Arnaldo Jabor




Resenhas - Amor é Prosa, Sexo é Poesia


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Emanu 27/10/2020

Resenha
Palavras longas e pomposas pra disfarçar o machismo e o racismo. Quando o conto parece que não vai ter nenhum preconceito, ele traz referências elitistas ou antigas que uma pessoa sem aquele conhecimento específico não vai entender.
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Guinho 07/10/2020

AME OU ODEIE ESTE LIVRO...
Ler "AMOR É PROSA, SEXO É POESIA" é exercitar bem a opinião, pois é um livro que divide-as.
Os que amam, sentem isso por conhecerem as críticas ácidas e bem humoradas de seu autor. Já os que não curtem é pelo desconhecimento dessas características, então, de primeira impressão pode causar estranhamento e foi isso que aconteceu comigo.
Apesar de saber que Arnaldo Jabor é cineasta, redator, cronista e crítico político, não acompanho afinco seu trabalho por isso achei boa parte das crônicas deste livro um pouco ofensivas, - misóginas, seria a palavra certa! - algumas tinham uma nostalgia enfadonha e outras falavam sobre seu assunto preferido, mas não o meu: política.
Com esse argumento anterior, você deve achar que eu não gostei do livro. Mas eu gostei sim! Principalmente quando o escritor adentrava no campo sentimental, me fazia refletir ou colocava humor em seus textos.
Se eu recomendo o livro? Sim, somente para aqueles que gostam de obras inquietantes, polêmicas e que "botem o dedo na ferida" ou que conheçam e gostem do trabalho do autor.
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Kati 12/08/2020

Incrível
O autor reune suas melhores crônicas sobre desejos íntimos. Leitura rápida e para quem tiver curiosidade, recomendo.
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garrido79 18/07/2020

Ame-o ou deixe-o
Em "Amor é prosa, sexo é poesia" Arnaldo Jabor descreve relatos de experiência sobre amor, sexo, costumes sociais e política (muitas vezes tudo isso se mistura). Descreve com seu humor ácido, em alguns momentos, treixos de ternura, e diria, inclusive, que há determinadas passagens onde ele é também filosófico (mesmo sem esta intenção).
É um livro do tipo "ame-o ou deixe-o", nas no sentindo completamente oposto dado a esta frase pela ditadura.
Mec deliciei pelos seus romances falhos (o platonico é muito mais romântico), pelas ilustrações do que foi a ditadura, pelos relatos das politicagens brasileiras e, como tudo isso, está envolvido com o amor e o sexo.
Recomendo esse livro na quase todas pessoas, somente o evite se for um radical, um extremista (tanto de direita como de esquerda), leia-o e ame-o ou odei-o!
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Paula.Matni 09/06/2020

Crônicas sobre amor, sexo, vida, desejo, política e como o homem e mulher veem cada um deles
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Jefferson Vianna 01/06/2020

Puro desperdício de papel e de tempo...
Mesmo se tratando de um livro muito criticado por alguns leitores, decidi ler e tirar as minhas próprias conclusões sobre o mesmo. Não me restam dúvidas, este foi um dos piores livros que eu já li na vida. A questão é: "Porque eu simplesmente não o abandonei?" - Pois é, eu deveria, mas confesso que ainda tenho certa dificuldade para isso! O livro é composto por 36 crônicas, classificadas como “as melhores crônicas afetivas de Arnaldo Jabor”, pensei: “Se essas são as melhores, Deus me livre ler/conhecer as piores.” São textos e relatos pessoais do autor, algumas vivências e situações inusitadas que a meu ver, não agrega em absolutamente nada ao público, pelo contrário, são textos que enaltece o machismo e desvaloriza a imagem da mulher. Puro desperdício de papel e de tempo. Não recomendo a leitura.
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Michelle 15/05/2020

Arnaldo nos faz sentir falta de um passado que nem vivemos
Arnaldo é um cara muito crítico, escreve super bem, realista. Diante disso eu fazia ideia de um outro Arnaldo, um cara grosso, canastrão, rabugento. Mas aí você lê esse livro é vê outra pessoa, um cara conservador, saudosista. Da forma como ele escreve, mesmo não sendo daquela época, você se vê lá... vivendo aqueles fatos q ele narra. Amei muito o livro!
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Thais.Carvalho 12/05/2020

Um tanto decepcionante e cansativo.
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Marceli 27/04/2020

Vale a pena
Já li muito o trabalho do Jabor. Gosto da forma irreverente como ele escreve, algo real demais, escrachado e sempre poetizado. Mas, nesse livro senti um toque meio diferente, forçado. Não é a sua melhor obra, mas ainda vale a leitura.
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Biblioteca Álvaro Guerra 12/12/2019

Neste livro estão reunidas as melhores crônicas afetivas de Arnaldo Jabor. Com a mesma exuberância que imprime aos seus comentários políticos, ele escreve aqui sobre nossas obssessões mais íntimas: sexo e amor, família, mulheres. Mais do que o poder, ele aposta, o amor é uma ilusão sem a qual não podemos viver.

Empreste esse livro na biblioteca pública.

Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. Basta reservar! De graça!

site: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/isbn/8573026448
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Mariana 11/05/2019

Decepção!
Que decepção! Comprei o livro por estar baratinho e pelo título - 'amor é prosa e sexo é poesia', um hino da Rita Lee
Mariana 17/05/2019minha estante
Não sei porque minha resenha foi pela metade, entao complementando:
Comprei o livro pelo título e acabei me decepcionando. De todas as crônicas, gostei apenas de uma, a que ele fala sobre a mãe dele, o que claro não faz valer a pena a leitura de todas as outras. Textos machistas e homofobicos. Foi difícil terminar de ler. A gota dagua foi o texto que ele diz que a culpa da pedofilia na igreja é o celibato. OI? COMO ASSIM?
Enfim, ja foram alguns anos desde a publicação do livro e espero que os conceitos do autor tenham mudado.




mimiconta_ 03/11/2017

Remédio ou veneno? Depende das posições adotadas pelo indivíduo. Dito isso. O amor pode ser veneno ou remédio e o sexo também.
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Braguinha 19/09/2017

O eterno direitista
Bom livro de crônicas deste autor que quando deixa de lado sua cretinice direitista entreguista ao falar de política, consegue escrever bons textos sobre amenidades da vida cotidiana da classe média brasileira.
André 18/01/2019minha estante
Cretinice, direitista e entreguista? Kkkkkkk


Braguinha 07/04/2019minha estante
Kkkk, viajei.




Thamyres Andrade 03/04/2017

Amor é prosa, sexo é poesia e Jabor é decepção
Faz uns bons anos que assisti pela primeira vez a participação do Arnaldo Jabor no Jornal da Globo. Desde então vi suas aparições aqui e ali, mas não cheguei a acompanhar integralmente seu trabalho. Ao comprar esse livro, minha intenção era justamente essa. Como fui tola. Me sinto enganada.
Vou tentar ser o mais didática possível pra defender meu ponto de vista. Vamos lá.
- O que esperei: Textos ácidos e inteligentes sobre os acontecimentos e o mundo como um todo, com o sarcasmo característico de sua fala. Um posicionamento ao mesmo tempo requintado e singular, capaz de convencer o leitor de que 2 + 2 é igual a 5. Ansiei por uma visão polêmica dos fatos, que ele é mestre em apresentar.
- O que encontrei: Sabem a polêmica do item anterior? Então, teve até demais. Só que, ao meu ver, descambada pra um lado muito negativo. Em seus textos ele se mostra extremamente machista e preconceituoso, com afirmações do tipo “boa era a mulher de antigamente que ficava em casa e cuidava do lar”, ou então termos pejorativos excessivamente utilizados como, por exemplo: “bichinha”, “viado” e “viadagem”. Sinceramente, só não abandonei a leitura por duas razões: o livro é bem curto e eu quis ver onde dava, se melhorava em algum ponto. Mas me enganei. Esperei, esperei e só piorava.
O autor persiste durante toda a narrativa com o mesmo olhar saudoso da década de 60, que foi legal até. Falou sobre a convivência com seu avô, de como era a vida naquele período e como foi sua experiência na ditadura. Poderia muito bem ter parado por aí. Mas ele fez questão de frisar que época boa era aquela, que não existia a luta da mulher por igualdade de direitos e que não havia tantas ‘variações’ da sexualidade. Até porque o macho alfa deve sair pra trabalhar e a mulher tem que ficar em casa cuidando dos filhos, não é mesmo? Ram. Tá certo, Jabor.
Eu poderia ficar aqui horas e horas detonando esse livro, mas não é o meu objetivo. Só vim mostrar a minha indignação e decepção. Fui generosa dando 2,5 estrelas, porque analisei a obra como um todo: composição e argumentos. Como a escrita dele flui, não é de todo ruim. Mas, por mim, o livro nem sairia da gráfica. Foi uma publicação infeliz.
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Raquel Comunale 28/03/2017

O livro reúne diversas crônicas de Arnaldo Jabor. Conhecido pela sua acidez seus textos na verdade despertaram em mim uma profunda melancolia. Reunindo fragmentos que explicam sua infância, adolescência e desilusões enquanto crescia em uma família de classe média. Obviamente traz críticas políticas e questionamentos sobre o quanto a sociedade se tornou rasa.

O livro tem um tom de bossa nova que a gente escuta em um barzinho do subúrbio enquanto uma garoa cai lá fora. Apesar de concordar que o Jabor já falou algumas pérolas sempre gostei bastante da sua forma de escrever e esse livro apenas confirmou minha admiração. Alguns trechos trazem detalhes do Rio de Janeiro de décadas passadas e é impossível não se emocionar com detalhes sobre a relação do autor com seu avô.

site: http://desencontre.blogspot.com.br/
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