O Jogo do Amor/"Ódio!"

O Jogo do Amor/"Ódio!" Sally Thorne




Resenhas - O Jogo do Amor e Ódio


64 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5


Lekatopia 03/12/2017

O jogo mais divertido do ano
Vamos começar de trás para frente. Eu adorei. Depois de alguns chick lits desapontadores, Sally Thorne e sua estréia, O Jogo do Amor/Ódio, me lembraram porque eu ainda amo esse gênero: é leve, é engraçado, é fofo e não tem medo de ser ridículo (ridículo pode ser bom, crianças). Obrigada, Sally, sua linda.

A sinopse é bem auto descritiva: Lucy e Josh trabalham juntos em uma editora e se odeiam, o que eles não têm vergonha de demonstrar com uma série de comportamentos inapropriados capaz de envergonhar qualquer RH. Lucy é excêntrica, gentil e tem consideração demais pelos sentimentos alheios (leia-se: todo mundo passa por cima dela). Josh é metódico, arrogante e tem consideração de menos pelos sentimentos alheios (leia-se: é um babaca odiado por 95% do escritório). Eles são igualmente eficientes, mas opostos, forçados a trabalhar um na frente de outro para os dois CEOs de uma editora. O anúncio de uma promoção acirra a guerra entre os dois, mas alguns acontecimentos inesperados podem revelar que as aparências enganam e fazê-los questionar se, de fato, eles se odeiam tanto assim.

Pausa para eu dizer que não tem nada que eu goste mais do que diálogos rápidos e sarcásticos entre dois nêmeses que a gente torce para ver juntos. Culpo Orgulho e Preconceito por essa preferência cultivada ao longo dos meus anos de leitura e posso dizer que, nesta frente, O Jogo do Amor/Ódio não decepciona.

É uma leitura leve e rápida, apesar das 400 páginas, além de muito divertida. Eu ri alto e dei sorrisos involuntários por diversas vezes. Perfeito para você levar para praia nas férias e se distrair.

Ainda assim, há alguns pontos que para mim separam essa leitura de algo muito bom e altamente recomendado para fãs do gênero (o que ela é) de algo quase impecável (o que faltou um pouco para ser): pouco desenvolvimento das personagens secundárias, lapso temporal curto para tudo o que acontece (as coisas me pareceram intensas demais para ter ocorrido em duas ou três semanas) e uma mudança de comportamento muito radical de uma das personagens – acho que não tinha problema admitir que simplesmente estamos falando de alguém que não é tão legal assim (afinal, essas pessoas também se apaixonam) ao invés de dar camadas de fofura cobertas em açúcar para a personagem. Para um romance de estréia, porém, Sally Thorne demonstra muito potencial e o próximo livro dela, com publicação prevista para 2018, já está na minha lista de desejos.

Mais que recomendado!

site: http://lekatopia.blogspot.com.br/2017/12/o-jogo-do-amorodio.html
*Rô Bernas 05/02/2018minha estante
Acabei de ler esse livro...amo chick-lit, justamente por ser leve e divertido. Asim como você, amo diálogos sarcásticos, exatamente por isso esperava um pouco mais de embate entre os personagens principais...achei muito rápido rsss
Mas no geral, gostei muito do livro. :)




Laura Machado 23/05/2018

Muito romance e nenhuma história
Antes de mais nada, acho bom deixar claro que eu não costumo ser muito fã de livros New Adult, então, se você é, provavelmente vai gostar muito mais desse livro do que eu. Nem posso dizer que não gostei, já que ele foi bem divertido do começo e cheguei a ler durante bastante tempo sem nem pensar no número de páginas, o que raramente acontece para mim. Mas, infelizmente, alguns detalhes da história me decepcionaram um pouco e tem pelo menos um defeito grande nesse livro que me impediu de dar mais do que essa nota.

O romance do livro é muito bem feito. Ainda que eu tenha percebido milhares de detalhes típicos de New Adult que costumam me fazer revirar os olhos, eles pareceram bastante naturais aqui, e eu leria outro livro da autora no mesmo gênero, mesmo não sendo dos meus favoritos, só como um passatempo. Achei a interação dos personagens bem bacana e, no começo, estava sim torcendo para os dois ficarem juntos.

Mas tenho críticas para o romance. Na minha opinião, eles tiveram a primeira interação realmente romântica rápida demais. O desenvolvimento do romance depois daí foi bem feito, mas ainda preferia ter sentido um pouco de ódio pelo Joshua antes, só para esse sentimento ficar mais crível. Do jeito que está, dá para ver que é só birra.

Minha segunda crítica para o romance é um pouco mais grave. Na sua maioria, Joshua foi extremamente interessante (e super me lembrou um ex, o que me fez gostar mais dele, vou admitir), mas ele teve algumas pequenas e sutis atitudes que foram controladoras e protetoras demais na minha opinião. Esse relacionamento chegou bem perto de ser tóxico. Nunca cruza mesmo a linha, por isso também estou disposta a dar outra chance para a autora, mas não é do tipo de coisa com a qual eu me sentiria confortável e nem posso dizer que cheguei a me envolver nesse romance por isso.

Mas a pior coisa do livro, o verdadeiro defeito imperdoável, é a falta de enredo. Não existe enredo aqui, sinto muito. E, não, uma coleção de cenas não é enredo. Isso me deu raiva, na verdade, só no final. Durante todo o livro, eu já estava incomodada com as várias cenas românticas que duravam trinta, quarenta páginas cada sem grandes mudanças, mas só fiquei realmente irritada quando percebi que até a mínima sombra de enredo que era teoricamente a direção da história (e está na sinopse) acaba sem resolução e sem acontecer! Isso foi realmente revoltante e imperdoável! Depois de eu ter passado por tanta cena só de construção do relacionamento, a única coisa que podia criar um clímax diferente ali ainda é esquecida como se não significasse nada.

Também detestei que as pequenas reviravoltas que apareceram foram completamente previsíveis, nada interessantes e não serviram para compensar a falta de enredo do livro. Já disse que fiquei um pouco revoltada?

Às vezes, você gosta de livro que não tem muita história ou enredo, só romance mesmo. Eu, até esse livro, achava que era uma das pessoas que ama romance e nem se importa com o resto. Na minha opinião, romance não precisa ser só um detalhe no plano de fundo. Pode até estar em primeiro plano, só não pode ser a única coisa acontecendo e se desenvolvendo pelo livro.
Por isso dei nota três. O livro diverte, mas deixa a desejar. Mas, vai saber. Não é como se eu fosse muito fã do gênero New Adult mesmo.
Andréa Araújo 30/05/2018minha estante
Como assim acaba sem resolução?? Hahaha


Laura Machado 31/05/2018minha estante
Tipo, tem uma única coisa para se resolver além do romance e nem isso é resolvido!


Andréa Araújo 02/06/2018minha estante
Ja imgineino que é, pela sinoose, e estou indignada! Haha


sadbitch 13/09/2018minha estante
Mana, concordo com vc em relação ao enredo, li só a metade não aguentei ler o livro todo. Não gostei dos personagem achei eles meio infantis, e Joshua é bem ridículozinho.


Laura Machado 13/09/2018minha estante
Eles são muuuuito infantis mesmo! Eu continuei, porque achava que ia ter um final! Imagina minha raiva quando não teve!




Sabrina 14/01/2019

DEVOREI ESTE LIVRO
Esbarrei nesse livro e comecei a ler sem qualquer expectativa. Nas primeiras páginas achei estranho, mas depois peguei o ritmo da protagonista.
Eu achei ótimo, engraçado, dei muitas risadas, o estilo de leitura que eu amo.
Achei o Josh um personagem muito humano, gosto disso nesse livro.
Eu acho q a grande mensagem do livro, pelo menos para mim, é que as vezes deixamos de dizer as coisas que realmente queremos. Recorremos a estratagemas para saber o que se passa na mente de outro.
Super indico esse livro.
comentários(0)comente



Lisse 14/02/2018

Odiar é desgastante
Gamins e Bexley acabaram de se unir. E não pense que são duas pessoas, não não, são duas empresas editoriais que estavam á beira da falência e nos últimos minutos do segundo tempo conseguiram entrar em um acordo e se unir, trazendo á vida Bexley & Gamin. Agora com duas pessoas tomando á frente e dia após dia tentando sobreviver, é assim que Lucinda e Joshua precisam se aturar.

Ambos são assistentes executivos dos donos da companhia. Lucinda adora sua chefe, Helene; e Joshua é o ombro direito do Sr. Bexley, a quem Lucinda dá um apelido super carinho (você terá que ler para descobrir, ok?  ); e eles passam todo santo dia um de frente para o outro se aturando, tentando ser melhor que o outro e com muitas farpas no meio disso tudo.

Quote: "Sentado á minha frente está o assistente executivo do senhor Bexley. Seu capanga e servo. A segunda coisa, a coisa mais essencial que qualquer pessoa precisa saber a meu respeito é: eu odeio Joshua Templeman."

Lucy é a personagem mais engraçada que eu já tive o prazer de conhecer, e olha que com certeza assim como eu, você também já deve ter lido vários livros com protagonista divertidas; mas Lucy está em um patamar tão alto que é difícil superá-la. Ela não tem vergonha de muitas coisas a não ser onde foi criada, é totalmente sem filtro e tem uma personalidade que é difícil não querer tê-la como amiga. 

Quote: "Aqui está um fato: odiar alguém é desgastante."

Mas Lucy tem essa coisa de odiar Joshua por vários motivos e a principal foi a fusão das empresas e como toda dinâmica mudou e sua melhor amiga perdeu o emprego e agora ela está sozinha nesse barco, então restou apenas odiá-lo com todas as forças. 

Joshua é meticuloso com seu trabalho, suas roupas e seu jeito de ser e até de fazer suas anotações, coisa que Lucy observa atentamente. Ele também não é muito falante e não permite que Lucy o tire do sério, mas o fato é que ela sempre tenta fazer. No entanto, Josh é muito rápido e sagaz, deixando a interação deles ainda mais divertida. 

Quote: "É isso que você pensa que nós dois fazemos? Flertar? Moranguinho, se nós dois estivéssemos flertando, você saberia."

Teve momentos em que o jeito comedido do Josh me fez querer bater na cabeça dele, mas a dinâmica não demora muito a mudar. Os verdadeiros sentimentos da Lucy ficam logo claros e de um jeito muito bem feito pela autora esses personagens tornam-se tão especiais para mim, e também um para o outro, que eu estava como uma louca líder de torcida esperando pela próxima interação. E vou confessar que já faz muito MUITO tempo que não me sinto assim. 

Quote: " - Onde fica o jogo de dardos com a minha cara bem no centro do alvo?
- Fica no quarto de visitas."

Ir descobrindo um pouco mais da Lucy em cada capítulo me deixou com a sensação de realmente conhecê-la. Em como o pai dela fala do Josh de um jeito engraçado, ou o modo como Lucy e a mãe tem um relacionamento tão achegado, além das inseguranças da protagonista sobre perder o trabalho e o que fazer se isso acontecer a tornaram muito humana me fazendo querer consolar, rir, chorar ou apenas estar ao lado dela.

Já o Josh, UAU, um perfeito cavalheiro. Nenhuma de suas atitudes foram demasiadas ou inferiores, apenas na medida certa. Com seus próprios dissabores, ele é um personagem que também tem uma história para contar e que vamos entendendo pouco a pouco porque a personalidade dele não é extrovertida. Mas em nenhum momento quis que ele fosse diferente; era perfeito com seu jeitinho. Acho que fiquei um pouco apaixonada...

Quote: "Se eu achava que era viciada antes, o vício não passava de um enorme eufemismo. Quero ter uma overdose de Joshua."

Li essa história em 1 dia. 1 DIA! E ainda não acredito, afinal esse livro tem 400 páginas, mas a história é tão fluída, engraçada e dinâmica narrada em primeira pessoa pela Lucy que não notei as páginas voando. Sally Thorne fez um excelente trabalho em me deixar ligada e desesperada por mais páginas e muito mais da química explosiva de Lucy & Josh. 

Não sei se meu trabalho aqui ficou bem feito em persuadir você a ler O Jogo do Amor/Ódio, mas lembre que já estou indo reler e não é qualquer livro que me faz não querer fechá-lo e voltar para a primeira página. 
Isis 15/02/2018minha estante
Essa resenha me fez ter vontade de ler *_*


Lisse 15/02/2018minha estante
Vc deveria ler, é muito fofo


Isis 15/02/2018minha estante
Deixa eu te entregar a remessa desse ano e pego mais haha




Blog Aquela Epifania 30/06/2019

Divertido, leve e despretensioso!
Eu não sou, nem nunca fui, uma leitora assídua de romances românticos. Minha formação como leitora se deu com outros gêneros, por inúmeros motivos que guardo para outra conversa. No entanto, como boa adolescente dos anos 90, fui uma "rata de locadora de filmes" e ali, sim, vi e revi um incontável número de romances e comédias românticas. Sendo assim, clichês não me são um problema, desde que, venham com o propósito de sê-lo.

Explico: Alguns livros/filmes surgem com a proposta de serem irreverentes, originais e, no fim, não passam de mais um clichê. Esses me incomodam. Mas se a proposta é clara, um clichezinho para o bom e velho entretenimento, tem apenas de ser bem feito!

E foi por este último motivo que este livro me ganhou! A gente não precisa nem abrir o livro para já saber que o casal que protagonizará esta história irá se "odiar", escondendo a atração que sentem um pelo outro, até que tudo dê certo no fim. Mas, como isso irá ser desenvolvido? Vale a pena a jornada?

Pois, para mim, valeu! Sally e Josh trabalham em uma mesma empresa, um de frente para o outro, e (acham que) se odeiam desde o primeiro dia. Para estreitar ainda mais essa relação conflituosa, os dois passam a disputar uma mesma vaga promocional dentro da empresa.

Eu recomendo esse livro para quem, como eu, não se incomoda com clichês, mas curte se divertir - e muito - com o trajeto até o ponto final. Eu dei risadas altas, real. A leitura é super fluída, as 400 páginas passam em um piscar de olhos, e Sally e Josh deixam saudade.

site: Intagram: @aquelaepifania
comentários(0)comente



Sah 18/09/2018

É ruim, mas é engraçado
Achei a primeira metade ótima, envolvente e empolgante. E a segunda metade, indo contra todas as opiniões, achei uma porcaria. Muita enrolação, diálogos chatos e soluções ruins. O final é muuuuito ruim!

O que salva é a mocinha. Lucy é muito engraçada!
Flávia 31/12/2018minha estante
Concordo totalmente!!! Muito promissor no início, depois nem parece que é a mesma pessoa que escreveu.... Decepcionada




spoiler visualizar
Cristian 15/03/2018minha estante
Gosto das suas resenhas :)


Luiza 15/03/2018minha estante
Muito obrigada! ??




spoiler visualizar
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



msbeatrizsgomes 16/07/2019

Um Enemies To Lovers Fofíssimo
Em O Jogo do Amor/Ódio de Sally Thorne, o próprio título é um indício de seu conteúdo, mas, além disso, a história de Lucy e Joshua também é uma jornada de crescimento de ambos.
Lucy e Joshua trabalham na mesma empresa, no mesmo andar, possuem as mesmas funções, porém se reportam para chefes diferentes e possuem personalidades que não poderiam ser mais opostas: Lucy é colorida, cheia de sorrisos e boazinha até demais. Joshua é metódico, sério e incisivo.
Trabalhando frente a frente, passam seus dias fazendo joguinhos: o jogo do espelho, o jogo de encarar, o jogo de como você está - e por aí vai - diferentes maneiras que deixem claro que eles não simpatizam um com o outro.
A história, toda narrada pelo ponto de vista de Lucy, tem seu desenvolvimento quando os dois começam a disputar uma promoção no trabalho e a troca de farpas entre os dois se intensifica com comentários cada vez maiores em duplo sentido. Quando a protagonista tem um sonho erótico com seu colega de trabalho e, no dia seguinte decide usar uma roupa para provocá-lo, a reação de Joshua não poderia ter sido mais confusa para Lucy.
Conforme o enredo avança, descobrimos mais sobre cada um dos dois. Lucy, embora seja sempre alegre, é um tanto quanto insegura e, em muitas vezes, por tentar fazer sempre o bem, acaba sendo passada pra trás. A carranca de Josh esconde uma bagagem emocional bem grande, que somos levados a descobrir no final do livro.
Eu AMEI este livro, apesar dos últimos capítulos serem muito corridos. O desfecho é coerente, mas senti falta do fechamento de uma das tramas principais da história E, acredito que por ser uma impressão recente, encontrei vários errinhos de digitação e formatação como “talhas de mesa xadrez” e algumas palavras digitadas juntas, sem o espaço.
Outro tópico que me incomodou foi a citação direta do nome de uma personagem sem antes ter sido comentado sobre a mesma, o que me deixou confusa a princípio, e só compreendi quem era após algumas páginas. No entanto, não sei afirmar se foi um erro da autora, ou do momento da tradução.
Deixo este livro como indicação para quem procurar um romance leve, divertido e que te faça ficar com os olhos cheios d’água, mas também dar boas gargalhadas.

site: instagram.com/biandbooks
comentários(0)comente



Patricia 01/06/2019

Um deleite!
Há muito tempo não lia um livro que me divertia tanto! Os personagens são muito bem estruturados, a escrita da autora é leve e fluída e a forma como o relacionamento vai se desenvolvendo é muito bem trabalhada! Lucy é uma figura e Josh uma delícia! Tem humor, tem competição e principalmente uma paixão que vai arrebatando os protagonistas e a nós leitores também! Adorei demais! Já espero por novos livros dessa autora
comentários(0)comente



Anne - @literatura.estrangeira 09/04/2018

O Jogo do Amor/Ódio é um chick-lit que vai contar a história romântica dos personagens Lucy Hutton e Joshua Templeman, que se odeiam!

Lucy e Joshua trabalharam em editoras diferentes, até que uma crise faz com que elas tenham que se juntar e se tornar uma afim de tentar evitar a falência. Acontece que apesar de serem agora uma empresa só, cada um tem seu chefe, cada um tem suas responsabilidades, mas dividem o mesmo espaço. Depois que uma vaga surge, eles começam a brigar pelo cargo e acabam se aproximando, por incrível que pareça, por causa disso.

Narrado em primeira pessoa por Lucy, a gente se dá conta logo de início que o ódio que ela tem pelo Josh também vem regado com paixão e uma pitada de obsessão. Ela percebe algumas peculiaridades em Josh, como por exemplo o fato de ele usar as cores das camisas em ordem. Por causas de algumas atitudes dele, cheguei a cogitar que ele tivesse Síndrome de Asperger, mas depois tudo é bem explicado e essa dúvida é sanada positivamente.

Temos aqui um romance, que apesar de ter começado como "ódio", desenvolve rapidamente e não espera chegar quase no final para ser revelado. Também o achei bem parecido com o enredo do filme Como Perder um Homem em 10 dias, que eu adoro.

A história é divertida, que se desenrola com facilidade, com personagens cativantes e que apesar da previsibilidade não perdeu seu charme e se tornou um dos queridinhos esse ano. Indico para quem quer uma leitura leve, romântica, engraçada e com personagens bem construídos e nada caricatos.

"Você é sempre linda".

site: http://www.literaturaestrangeira.com.br/2018/04/resenha-o-jogo-do-amorodio-por-sally.html
comentários(0)comente



Três Leitoras 08/07/2019

Resenha: O Jogo do Amor "Ódio!"
Lucy e Joshua trabalham juntos em uma editora, desde que se conheceram após a fusão das empresas em que trabalhavam, eles se odiaram. Josh parece ter sido o primeiro a demonstrar que não estava ali para fazer amigos e Lucy por mais gente boa que fosse, embarcou na onda.

Os dias deles eram regados a troca de farpas e provocações, com um certo humor negro até. Mas eu sou daquelas que acredita na linha tênue entre amor e ódio, e é justamente sobre ela que estes dois estão caminhando.

Apesar de todo esse ódio, eles se observam muito. Lucy entende perfeitamente o padrão de roupas do Joshua. Ele fica enlouquecido com suas roupas estampadas e coloridas e se irrita muito quando ela é tão boazinha com os colegas. E aos poucos, fui percebendo o quanto eles se conhecem e ao mesmo tempo são estranhos um para o outro, isso gerou uma curiosidade: é tudo fachada ou eles são assim mesmo?

Então, quando surge uma possibilidade de promoção, onde eles serão concorrentes, comecei a entender o que rola entre essas duas criaturas e é aqui que a diversão começa. Eu particularmente, adoro quando eles não entendem que se amam ou um sabe, mas não tem coragem de se declarar, por receio de como o outro lado irá receber a notícia.

Muitas coisas vão acontecer, situações para aproximá-los ou afastá-los de vez, tudo isso regado a muito humor, uma certa dose de drama e cenas estranhas, mas românticas. E toda essa coisa estranha combina perfeitamente com eles e isso que me fez apaixonar.

A escrita da autora no início me pareceu confusa, mas logo depois me encontrei e me rendi completamente ao livro. Uma história leve, divertida, com boas lições sobre o amor e a vida.

site: http://www.tresleitoras.com.br/2019/06/resenha-o-jogo-do-amor-odio.html
comentários(0)comente



Lohane 03/06/2019

Muito Bom!
Era um daqueles livros que temos e ficamos protelando a leitura, mas minha nossa!
Que leitura gostosa, o livro é muito bem escrito e estruturado, gostei muitoooo, é aquele romance clichê que da uma
vontade de estar dentro rsrs, Lucy e Josh conquistaram meu ?, essa pequena Lucy é uma leoa e o Josh só tem tamanho, por trás da pose de durão é um fofo!
Em nenhum momento me arrependo da leitura, ela é do jeito que eu gosto um draminha, engraçado e com aquele romantismo nato! Uma ótima leitura
comentários(0)comente



Mari 06/09/2018

Para explicar quem é Lucinda Hutton e Joshua Templeman, preciso explicar o motivo de existir uma história entre os dois. Lucy trabalhava na editora Gamins e Joshua na editora Bexley. Quando as duas começam a desmoronar e ficam à beira da falência, percebem que juntas podem voltar com tudo para o ramo editorial. Por isso, agora são a Bexley & Gamin.

E é aí que Lucy e Josh entram. Os dois são assistentes executivos dos donos das duas companhias. Eles passam o dia inteiro sentados um na frente do outro, fazendo pirraça se odiando o dia inteiro. Eles se provocam em diversos tipos de jogos e para Lucy, esses joguinhos são muito importantes. No jogo da encarada, por exemplo, ela não se permite rir. Aliás, ela não se permite gastar seus sorriso com um homem tão ruim quanto Joshua.

Quando os dois descobrem que uma vaga acima da deles será aberta e que eles são as grandes apostas dos chefes, os jogos ficam ainda piores. Lucy vai dar de tudo para se sair bem na entrevista e ficar com a vaga, enquanto Josh vai fazer a mesma coisa. Os dois vão precisar sobreviver aos ataques e ignorar alguns sentimentos novos para lutarem pela vaga. Qual dos dois sairá vencedor?

Vamos lá. Pensem em um livro com um clichêzão, mas que ganha seu coração rapidinho? Foi assim pra mim. A autora tem uma escrita bem leve e divertida, que me fez sorrir e aproveitar a leitura do começo ao fim. Tem um lado sexy, mas que não é erótico e que é super bem trabalhado durante as páginas. Não vi nenhuma cena que ficou jogada ou sobrou e isso foi muito bom.

Os personagens foram muito bem trabalhados, mas senti falta de ter o ponto de vista de Joshua. Teria ficado ainda mais divertido se ele desse suas próprias observações em algumas situações e acho que teria levado um

site: http://galaxiadosdesejos.blogspot.com/2018/09/o-jogo-do-amorodio-sally-thorne.html
comentários(0)comente



64 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5