O Jogo do Amor/"Ódio!"

O Jogo do Amor/"Ódio!" Sally Thorne




Resenhas - O Jogo do Amor e Ódio


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Patrícia 02/02/2019

Eu adorei!!
Adorei conhecer a história de Lucy e Joshua. Por mais que a gente saiba exatamente o que vai acontecer no fim, não tem vontade de largar o livro.
Os personagens são ótimos, tive momentos de implicância com Lucy mas não foi nada que me incomodasse tanto. No geral gostei muito dela e da sua coragem pra lutar pelo que acredita. Joshua é daqueles personagens apaixonantes que a gente quer encontrar em todo livro que lê. É fechado e tem aparência de durão, mas tem toda uma doçura que vai sendo revelada a cada página.
Gostei da escrita da autora e gostei do desenvolvimento de tudo. Gosto de histórias mais lentas que vão conquistando mais a cada capítulo. Meu único porém é que senti falta de uma conclusão. A parte do relacionamento ficou bem clara. Mas faltou saber o destino da carreira e o futuro da B&G. Uma única página de epílogo já teria resolvido isso.
Indico a livro pra quem tiver procurando por uma história leve, personagens agradáveis e um final amorzinho.
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Quequel 24/01/2019

Não tenho problema nenhum com clichês, principalmente quando a promessa é exatamente essa. Mas essa em especial não funcionou comigo. Eu li o livro todo sem ao menos me importar com os protagonistas. Uma curiosidade sobre a personalidade do protagonista masculino é que me prendeu até o fim, porém não tinha nada.
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May 22/01/2019

É ódio ou amor?
Lucy Hutton e Joshua Templetam se odeiam e eles não tem problema nenhum em assumir isso por aí de maneiras passivo-agressiva por pelos corredores da editora onde ambos trabalham como assistentes executivos. Quando surge a oportunidade de uma promoção os dois não vão medir esforços para se dar bem. No meio disso tudo pode ser que Lucy se dê conta de que não odeiam Josh tanto assim, e que talvez ele também não odeie ela.

Que comecem os jogos.

Antes de começar um livro vocês tem a sensação de que vão simplesmente amar aquela leitura? De que vão devorar o livro a ponto de não verem o tempo passar? Foi exatamente assim que eu fiquei antes de começar esse livro, e fico absurdamente feliz ao dizer que ele foi tudo o que eu esperava e mais.

No começo do livro achei a narrativa meio confusa com algumas coisas, não sei se foi com a autora ou se foi erro na tradução, mas isso logo fica pra trás e os erros somem completamente e o livro se mostra sendo muito bom com uma história bem gostosinha de ler e uma comédia romântica digna de muitos suspiros apaixonados (os suspiros foram todos por minha conta).

A Lucy é muito engraçada, ela fala e pensa cada coisa absurda que em vários momentos eu precisei desligar o Kindle para conseguir controlar minhas crises de riso e as de vergonha alheia que eu senti. E não foram poucas isso eu posso garantir. E o Josh... nem sei bem como começar a descrever esse homem, tudo o que eu penso é que quero um igual a ele e aí a minha vida vai estar completa, ele é tudo o que a de bom em um protagonista, absolutamente perfeito. A química dos dois é coisa de outro mundo, e quase palpável.

O livro é uma fofura completa, a única coisa que eu tenho pra reclamar dele foi que eu queria mais, se ele tivesse mais 400 páginas eu leria todas com um sorriso besta no rosto, na verdade a minha vontade nesse exato momento é de começar a reler ele e me apaixonar outra vez. Então obviamente ele tá super indicado.

site: https://www.instagram.com/p/Bs8zS-VlHJs/
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Sabrina 14/01/2019

DEVOREI ESTE LIVRO
Esbarrei nesse livro e comecei a ler sem qualquer expectativa. Nas primeiras páginas achei estranho, mas depois peguei o ritmo da protagonista.
Eu achei ótimo, engraçado, dei muitas risadas, o estilo de leitura que eu amo.
Achei o Josh um personagem muito humano, gosto disso nesse livro.
Eu acho q a grande mensagem do livro, pelo menos para mim, é que as vezes deixamos de dizer as coisas que realmente queremos. Recorremos a estratagemas para saber o que se passa na mente de outro.
Super indico esse livro.
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Fabi 08/01/2019

INSIGNIFICANTE
Que livro bobo! Esperava uma leitura que me divertisse e infelizmente encontrei um livro sem história. Odiei a protagonista. Os joguinhos dela com Josh foram tão bestas, que parecia coisa de criança. Ao menos se o livro tivesse sido narrado por ele, poderia ser melhorzinho. Mas não, teve que ser todinho narrado pela mocinha irritante. Me arrastei pra terminar este livro e feliz estou por encerrar essa idiotice. Quero meu tempo perdido, please! =/
Sah 08/01/2019minha estante


Lari 02/09/2019minha estante
Livro chato demais, nem consegui terminar de ler


Sah 02/09/2019minha estante
Nossa, péssimo. Tb detestei




Alice.Silva 07/01/2019

Apaixonada
Esse com certeza entrou para a minha lista dos melhores livros que já li. Perfeito.
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Suzana 03/01/2019

Uma comédia romântica clichê, mas adorável
A história é uma comédia romântica meio clichê tipo aquelas de filmes que já estamos acostumados, mas é deliciosa de ler! Eu não consegui parar de ler! Cada página que eu lia eu queria mais e mais! É inevitável se envolver com os personagens, rir com eles e torcer por eles.
Lucy é pequenina, delicada, cheia de vida, um amor de pessoa, mas ao mesmo tempo é determinada, engraçada e meio louquinha também. Ela odeia seu companheiro de trabalho Joshua, que por sua vez é alto, musculoso, sério, extremamente organizado, frio, indiferente às pessoas, mas extremamente competente. Os dois são inimigos declarados e vivem em uma constante guerra diária. Quando uma possibilidade de promoção surge para ambos as coisas entre eles esquentam ainda mais. Será que é mesmo ódio que um sente pelo outro?
A leitura é leve, engraçada, envolvente e romântica.
Se você assim como eu é apaixonado por comédias românticas, você vai amar esse livro!
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Sandy 11/12/2018

Amei de paixão...
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Kennia Santos | @LendoDePijamas 03/11/2018

Amor e ódio são versões espelhadas do mesmo jogo -e você tem que vencer.
Título: Jogo do amor/ódio! (The hatting game) | Autora: Sally Thorne | Classificação: 4,5/5

Lucy Hutton é assistente executiva de Helene Pascal, co-CEO da Bexley & Gamin. Há um tempo atrás, a editora Gamin Publishing estava à beira do colapso, pois a crise chegou pesada para o mercado editorial. Tudo indicava a falência, mas de última hora, foi fechado um acordo com outra editora que também estava com dificuldades, a Bexley Books, administrada pelo próprio sr. Bexley.

Nesse "casamento forçado" para salvar as duas editoras, houve uma colisão de valores trabalhistas. Os "Bexleys" acreditavam que números eram mais importantes que palavras, e os Gamins eram a parte que acreditava na literatura e na arte.

E no pacote de colisão, veio Joshua Templeman, assistente de Bexley que divide a sala com Lucy. E eles se ODEIAM. Não é desgostar. Não é tolerar. É ODIAR. E sequer fazem questão de esconder. Vivem se atracando com manobras passivo-agressivas enquanto estão um em frente ao outro, cada um realizando sua função de maneira perfeita e plausível.

Lucy não consegue entender a personalidade apática, fria, meticulosa e rígida de Joshua. E ele vive confuso com Lucy, suas roupas coloridas, seu batom chamativo e suas excentricidades.

Então o jogo entra numa fase mais séria: surge uma possibilidade de promoção, onde só há UMA vaga. E é aí que a verdadeira guerra entre eles começa. Numa constante repleta de provocações, disputa de egos e joguinhos, a tensão entre eles começa a crescer gradativamente. E surge outra coisa também. Algo que não tem nada a ver com ódio ou algo negativo, muito pelo contrário. Algo que parece incendiar os dois e se torna cada vez mais incontrolável.

E Lucy está prestes a descobrir que talvez não odeie Joshua Templeman.

Em "Jogo do amor/ódio", Sally Thorne presenteia os leitores com uma história incrível, a clichê disputa no ambiente de trabalho envolvendo muitos desentendimentos, amor, humor e autodescobertas.

Lucy e Josh são personagens opostos em absolutamente tudo que precisam conviver diariamente um com o outro. A única coisa que se assemelham é que ambos são workahoolics assumidos e capazes de abandonar qualquer vestígio de vida social para se dedicar unicamente à ascensão profissional.

A escrita da autora é sensacional, de verdade. Incrivelmente envolvente e fluida, deixa o leitor sempre ansiando pela próxima página. A história, apesar de clichê, foge da linha tradicional de acontecimentos e surpreende a cada capítulo. Eu AMEI. O que me fez descontar meia estrela foi o fato de achar o final um pouquinho enrolado e descritivo demais, mas isso não estraga a leitura, de forma alguma!

Recomendo MUITO MUITO MESMO! Você vai se divertir, se apegar e terminar com aquele gostinho de quero mais < 3

"Sempre suspeitei que as pessoas aparecem em nossa vida para nos ensinar alguma coisa. Tenho certeza que Josh nasceu para me testar. Para me empurrar além do limite. Para me tornar mais forte. E, até certo ponto, isso tem se mostrado verdadeiro." (p.181)
Jeizy 04/11/2018minha estante
Eu tbm amei, me diverti horrores =)


Kennia Santos | @LendoDePijamas 04/11/2018minha estante
Joshua é amor




Luiza Helena (@balaiodebabados) 02/10/2018

Originalmente postada em https://balaiodebabados.blogspot.com.br/
Foi engraçado como comecei a ler O Jogo do Amor/”Ódio!”. Eu não lembro exatamente como cheguei a esse livro, mas vi a sinopse e algumas resenhas e decidi dar uma chance. Apesar de algumas considerações, foi o romance mais fofo que li esse ano.

Lucy Hutton e Joshua Templeman se odeiam, e todo mundo na empresa que trabalham sabem disso. Seus chefes sabem disso. Quando surge uma promoção, esse ódio parece se multiplicar por mil. Mas ambos vão descobrir que a linha entre o amor e o ódio é mais tênue do que imaginaram.

A história é narrada por Lucy em primeira pessoa e creio que isso é uma das melhores coisas desse livro. Ok que eu queria uma visão do Josh, mas Lucy com seus pensamentos e metáforas fazem com que a história seja fofa, leve e bem fluída.

Lucy é uma moça gentil, de bom coração e dedicada ao que faz. Ela também tem algumas inseguranças no tocante de seu emprego na B&G. Lucy ama o que faz, porém o cargo é um pouco diferente do que ela realmente queria fazer. E ainda tem o fato de Joshua Templeman ser o pior colega de escritório. Quando Lucy descobre um outro lado de Josh, seus sentimentos também começam a mudar, mas nós vemos que eles sempre estiveram ali. Nos primeiros capítulos, quando ela ainda o “odeia”, já é bem perceptível em algumas narrações e diálogos que é outro sentimento que predomina entre os dois.

Josh entrou fácil fácil na lista de crushes literários de 2018. O cara parece ser a Elsa em pessoa, mas, junto com Lucy, vamos descobrindo um cara completamente diferente das primeiras impressões. Por baixo de todo gelo e indiferença, existe um cara fofo, gentil, ao mesmo tempo que também existe uma insegurança e timidez.

Se há uma palavra que possa descrever Lucy e Josh juntos, a palavra é fofura. O relacionamento entre eles foi bem desenvolvido, principalmente da parte da Lucy. Nas demonstrações de carinho e afeto da parte de Josh, percebemos que ele já era apaixonado por Lucy. Já para Lucy isso tudo era muito novo. Josh soube expressar seus sentimentos de forma aberta, mas sem pressão, dando o espaço necessário para Lucy se acostumar com essa nova dinâmica entre eles.

Um detalhe que eu achei bem fofo e engraçado era quando Josh chamava Lucy de Moranguinho. Isso tudo porque os pais dela tem uma fazenda de morango e Lucy não é exatamente a pessoa mais alta do mundo. Não vou mentir que eu sempre imaginava a boneca Moranguinho quando esse apelido saia da boca de Josh, mas o modo apaixonado como ele sempre se referenciava a ela por ele me deixava muito ITI MALIA SEU FOFO!

O livro só não ganhou escândalo por dois motivos. O primeiro são os capítulos mais longos que o normal em um livro com essa temática. Confesso que quase desisti nos primeiros, mas segui firme e forte, não tendo nenhum arrependimento.

O segundo fator foi a problemática da promoção que ambos estavam concorrendo. OK que a autora deu muito enfoque no desenvolvimento entre eles - não reclamo, achei tudo maravilhoso porque o foco maior do livro é realmente o romance -, porém achei que ela deveria ter desenvolvido mais a resolução desse detalhe. Como a Mari (Galáxia dos Desejos) comentou na resenha dela, ficou tudo muito ata, ok, vamos seguindo o baile. Mas são detalhes que não atrapalham a leitura e nem o ritmo da história. A escrita da Sally é bem fácil e fluída, ainda mais com os pensamentos e opiniões de Lucy.

O Jogo do Amor/”Ódio!” é aquele típico clichê do casal que se odeia, mas que vai te deixar suspirando ao final da história, querendo um pouco mais.

site: http://balaiodebabados.blogspot.com/2018/10/resenha-319-o-jogo-do-amor-odio.html
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Hive 27/09/2018

hahaha
"Só digo que me sinto grata por esse não ser um livro pop-up".
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spoiler visualizar
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Sah 18/09/2018

É ruim, mas é engraçado
Achei a primeira metade ótima, envolvente e empolgante. E a segunda metade, indo contra todas as opiniões, achei uma porcaria. Muita enrolação, diálogos chatos e soluções ruins. O final é muuuuito ruim!

O que salva é a mocinha. Lucy é muito engraçada!
Flávia 31/12/2018minha estante
Concordo totalmente!!! Muito promissor no início, depois nem parece que é a mesma pessoa que escreveu.... Decepcionada




Xanda 17/09/2018

Moranguinho...
Achei gostosinho de ler ele.. A trama bem legal.. Amor, ódio.. Hahahah mas achei ele confuso um pouco.. Ainda mais de um capítulo pra outro. Por ele a terem um humor negro e tal.. As vezes me pegava repensando se era aquilo msm que eles queriam passar.
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Fernanda.Granzotto 10/09/2018

Eu sempre tento começar a ler o livro sem qualquer expectativa (ou pelo menos com quase nenhuma), mas é meio impossível com este livro, porque TODOS estão falando sobre como ele é maravilhoso, mas infelizmente para mim não foi tudo isso. Eu gostei da história e dos personagens, mas é uma história clichê, eu li ela em muitos outros lugares e descobri que quase tudo o que iria acontecer no começo da história é um livro previsível. também é o tipo de livro onde tudo começa meio devagar, no meio ele se desenvolve e se torna maravilhoso e no final tudo acontece muito rápido que você fica sem o desenvolvimento que você queria.
Eu geralmente não me importo com histórias clichês, desde que os personagens valham a pena e, para mim, esses não valeram.
Eu sinceramente acho que eu teria gostado muito mais da historia se fosse no POV do Josh.
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