Me Chame Pelo Seu Nome

Me Chame Pelo Seu Nome André Aciman


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Resenhas - Me Chame Pelo Seu Nome


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marcosvvinicius 08/08/2018

Paixão avassaladora
Oliver é novo hóspede dos pais de Élio, professores universitários que sempre recebem a visita de intelectuais em suas casas. Logo, o que seria apenas uma rotineira visita, torna-se uma paixão digna de livros de romance, cortez e delirante. Élio e Oliver rompem as barreiras e descobrem coisas sobre um ao outro que apenas a amizade não é capaz de expressar. Trata-se de um romance jovem, sem regras e sem pretensões, perpassando por paisagens estonteantes da Itália, o leitor vê-se imerso em uma atmosfera romanesca digna de ser apreciada com um bom vinho e ensaios de Bach.
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neudsonpenha 06/08/2018

Me chame você pelo seu nome e eu vou chamar você pelo seu nome...
Mais que uma história de amor é uma narrativa de encontros com minúcias de múltiplos caminhos para as descobertas pessoais.

A princípio pensei que fosse mais um "YA", típico de gênero de livro que rapidamente vira moda e filme. Porém, a surpresa ao lê-lo foi mais que extasiante. O autor nos conduz por um caminho de lembranças através de personagens inesquecíveis. Aqui não há coadjuvantes, o pai, a mãe, Mafalda, Marzia, Anchine, Vimini, dentre outros, têm vida e nos mostram em todas as linhas que por elas se misturam.

Mas a história é sobre o encontro entre Oliver e Elio. Um caso de amor? Muito mais que isto, é uma história "singela" que nos faz sentir e relembrar o melhor dos nossos primeiros encontros, dos nossos primeiros tempos, dos nossos primeiros "eus"que se moldam e se constroem em nossas histórias subjetivas.

A escrita é rica em detalhes. Ambientada em um lugarejo da Itália e recheada de referências artísticas e literárias, por vezes me lembrou Felini, não pela excentricidade, mas pela inteligência, beleza e pureza.

"As pessoas que leem se escondem. Escondem quem são. Pessoas que se escondem nem sempre gostam de quem são".

"(...) Mas por estar sempre mudando de ideia, sempre pulando de uma coisa a outra, ninguém sabe onde encontrar você".

"Quero conhecer seu corpo, quero conhecer seus sentimentos, quero conhecer você, e através de você, conhecer a mim mesmo".

"(...)Me deixando a sensação de que nem éramos dois homens, apenas dois seres".

"Talvez fóssemos amugus em primeiro lugar e amantes em segundo. Mas talvez os amantes sejam exatamente isso".

"O tempo é sempre emprestado, e que a agência de crédito cobra a dívida exatamente quando estamos menos preparados para pagá-la e precisamos pegar mais emprestados".

"Respeito sua opinião, mas respeito mais a sua juventude".

"Como nós movemos no tempo, como o tempo se move através de nós, como mudamos e seguimos mudando e voltamos a ser os mesmos".
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Augusto 05/08/2018

RESENHA - Me Chame Pelo Seu Nome
Li o livro e assisti o filme, são ambos legais, mas o livro abraça a gente devido ao fato de o protagonista retratar tudo o que está sentindo já que o mesmo narra toda a história. Eu gostei bastante.

E o melhor de todo o livro é que pude me identificar muito com Elion, o protagonista, que é a materialização completa do meme: Não consigo falar, só sentir... (Bem minha cara)

Vamos ao te interessa...

Me Chame pelo seu Nome, narra uma intensa história de amor. Nele, somos apresentados a vida de Ellio, cuja família tem o costume de receber hóspedes para ajudar escritores jovens a revisarem seus manuscritos. Então, todos os anos, pelas longas seis semanas do verão, Ellio cede seu quarto a um estranho e se muda para o antigo quarto do seu avô. Essa é uma prática comum na família dele, seu pai é um professor universitário influente e tem grandes conexões com outros profissionais da área. A vida do garoto de 17 anos, no entanto, muda com a chegada do jovem americano, Oliver, um escritor filósofo de 24 anos que irá passar o verão na casa da família.

A história se ambienta na Itália e a paisagem, as práticas locais e, até rotina da família, são muito bem descritas, não falhando em inserir o leitor naquele lugar. É quase como se pudéssemos sentir o calor e o ar da pequena cidade. O autor descreve com delicadeza cada cena, nos apresentando o dia a dia da família e cada personagem ali presente. Constrói-se, assim, um vínculo por parte do leitor com as pessoas que nos são apresentadas, por serem altamente realistas e autênticas. Me Chame pelo seu Nome é carregado de intensidade e narrativa poética, fazendo com que os sentimentos do personagem transpassem as páginas do livro.

( - Que o verão nunca acabe, que ele nunca vá embora, que a música toque para sempre, estou pedindo tão pouco, e juro que nunca mais vou pedir nada. )

É sob esse cenário que Ellio nos conta o desenvolvimento de uma paixão. Ele é um garoto inteligente vindo de uma família privilegiada intelectual e socialmente conhecedor de literatura, artes e música. A relação que se desenvolve é tão intensa quanto se pode ser, em todos os aspectos psicológicos, intelectuais e sexuais. Intensidade, sem dúvidas, é a palavra que descreve essa história. Ellio é fiel aos seus confusos sentimentos que vão se desenvolvendo ao decorrer da narrativa e, fica muito claro ao leitor, o quão verdadeiro eles são em relação à Oliver e ao mundo ao seu redor, que muda com a sua chegada.

( - A forte batida do meu coração quando ele aparecia sem aviso me aterrorizava e me fazia vibrar ao mesmo tempo. Eu tinha medo quando ele aparecia, medo quando não aparecia, medo quando ele olhava para mim, ainda mais medo quando não olhava. )

Me chame pelo seu nome é um livro que trata de amor, paixão, desejo e descobertas. A história decorre de modo surpreendentemente intenso, que faz com que percamos o ar juntamente com Ellio. A adaptação cinematográfica já foi lançada e recebeu críticas muito positivas, mas vale a pena ler com detalhes essa história carregada de emoção.

( - Ele era meu canal secreto para mim mesmo? como um catalisador que permite que nos tornemos quem somos, o corpo estranho, o condutor, o enxerto, o curativo que desencadeia os impulsos certos, o pino de aço que mantém o osso de um soldado no lugar, o coração de outro homem que faz com que sejamos mais nós mesmos do que éramos antes do transplante. )
Eduardo 05/08/2018minha estante
Resenha maravilhosa! Esse livro é muito profundo!


Augusto 05/08/2018minha estante
Cara, eu gostei bastante ^^




Adri 01/08/2018

legal
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Tamirez 01/08/2018

Me Chame Pelo Seu Nome
Meu interesse por esse livro foi completamente desenvolvido pelo tanto que eu ouvi as pessoas falando sobre ele. Exaltada pela crítica, a adaptação cinematográfica que chegou aos cinemas em janeiro despertou o intesse no livro e a vontade de conhecer a história por trás do filme.

Primeiro, vale a pena dizer que ficaremos todo o tempo na cabeça de Elio, um garoto de 17 anos. É o seu fluxo de pensamentos que conduz a narrativa e tudo o que vemos, enxergamos através da sua visão distorcida, seja pela antipatia, desconfiança, paixão, ciúme ou desejo. Para alguns leitores isso pode ser um grande problema, pois o personagem tem seus altos e baixos e estar o tempo todo vinculado a ele sufoca um pouco.

Por isso, achei que teria uma experiência mediana, pois passa longe de ser a forma como gosto de ver os livros contados. Porém, acabei me surpreendendo um pouco. Essa questão não me incomodou tanto como eu imaginei e consegui manter um bom ritmo de leitura. O que não ajuda é que há muito do livro antes de termos realmente algo acontecendo com os personagens, realmente guardando os fatos para o final. Com isso, há um longo caminho a percorrer até nos confrontarmos com que queremos ver.

“Nas semanas que passamos juntos naquele verão, nossas vidas mal se tocaram, mas nós atravessamos para o outro lado, onde o tempo pára e o céu alcança a terra e nos oferece o que é divinamente nosso desde o nascimento.”

Elio e Oliver tem uma diferença de idade que pode incomodar a algumas pessoas. Pra mim, vendo o narrador da forma como ele se apresenta, mesmo jovem, mas maduro, com já certas experiências e consciente das suas escolhas, não acabou sendo um fator a se questionar ou problematizar. Porém, houve uma série de coisas que cobrou de mim um período de compreensão.

Elio é um garoto, bissexual, judeu, que mora na Itália nos anos 80. O contexto de sua vida passa longe de ser o meu contexto e isso cobra um certo preço na hora de criar um elo com o personagem. Ao mesmo tempo em que questionei e torci o nariz pra várias de suas atitudes, a intensidade com a qual o autor conseguiu expressar o que ele sentia passava a justificar a gerar compreensão apenas alguns parágrafos depois. Com isso, me vi repensando uma série de coisas que não imaginei me confrontar nessa leitura.

As cenas ditas “chocantes”, que deram o que falar no filme, não chegaram pra mim assim com tamanho auê. Dentro dos parâmetros, mais uma vez, da intensidade do que o garoto sente e da limitação de seu desbravamento no campo do amor, mesmo ele já tendo tido experiências sexuais com mulheres, acaba por justificar as situações, mesmo que elas não sejam “casuais”.

Como um todo, posso dizer que foi um pouco surpreendente ver a reflexão nua e crua da desoberta da sexualidade, dos conflitos que isso traz e dos sentimentos que surgem a cada novo momento. Quando passamos por essa fase, seja qual for a sua opção sexual, parece haver uma necessidade social de contenção, de que não se fale sobre o assunto. Grande parte do que pensamos, sentimos e questionamos fica preso na nossa cabeça e talvez seja por isso que ver a forma como Elio sente as coisas seja desconfortável, pois quando eramos nós, nos mantemos quietos, sem expressar em alto e bom som. Coisa essa que ele também não faz, afinal tudo se passa em sua cabeça e os invasores somos nós.

Me Chame Pelo Seu Nome não foi um livro excepcional pra mim, mas certamente suscitou uma série de debates internos que eu me confrontei e aceitei durante a leitura. E, com relação ao formato do livro, pode até soar um sacrilégio para alguns, mas dadas as devidas proporções e contexto, a forma como a narrativa é apresentada me lembrou bastante O Apanhador no Campo de Centeio, livro que também marcou a sua época por apresentar um jovem com atitudes e pensamentos pouco controlados pelas normas sociais, gerando uma expressão mais fiel dessa idade.

Eu ainda não assisti ao filme, mas pretendo fazer isso em breve para ter o total contato com a obra e descobrir se vou repetir algumas reações com a adaptação. Acho que é uma leitura que, por despertar tantas questões e gerar identificação com uns e a indignação de outros, vale a tentativa pela experiência e pra descobrir como ela vai funcionar pra você. Só tenha em mente todos os aspectos e vá para aproveitar a jonada.

site: http://resenhandosonhos.com/me-chame-pelo-seu-nome-andre-aciman/
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Marcos.Vinicius 28/07/2018

Assustadoramente perturbador! Parece feitiço!
"Encontramos as estrelas, você e eu. E isso só acontece uma vez na vida."

A mágica desse livro está em transformar o leitor em personagem. É como se um portal se abrisse e nos transportasse pra uma outra época ou dimensão.
Quando acaba a leitura, a gente sente um aperto no peito, uma angústia e uma vontade de ter notícias daquelas pessoas. Como a história se passa em 1983, por vários momentos esquecemos de que se trata de uma obra de ficção e ficamos nos perguntando por onde andam aqueles dois jovens apaixonados hoje, em 2018, se conseguiram ficar juntos, se estão felizes...
É um livro que me fez pensar muito no que dizer sobre ele e se me pedissem pra descrevê-lo em apenas uma palavra, eu escolheria a seguinte: indigesto. Mas não é indigesto porque é ruim, é indigesto porque a gente não consegue superá-lo.
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Renata (@renatac.arruda) 27/07/2018

"Me chame pelo seu nome": infelizmente não rolou. Desde fevereiro que estava me arrastando pela leitura, sem conseguir me conectar com o narrador-protagonista a ponto de me importar com o que ele me contava.

A história em si é bela e romântica - que jovem não gostaria de viver um grande romance de verão com a pessoa de seus sonhos? - e há beleza também em testemunhar alguém saindo de sua adolescência e se tornando adulto através da experiência do primeiro amor. E para Elio, o protagonista, descobrir que esse primeiro amor é um amor por outro homem o deixa em um estado de confusão tal que beira a raiva no princípio, em que ele parece culpar seu objeto de desejo por despertar tais sentimentos em si.

No livro, Elio chega ao ponto de dizer que gostaria que Oliver morresse ou se tornasse "um aleijado" para que ele pudesse dominá-lo, demonstrando sua completa imaturidade para lidar com a falta de controle que a paixão desperta. (E é óbvio que ele não deseja isso de verdade, é só um exemplo do seu total desespero e angústia). Mas essa pra mim é a maior fraqueza do romance: ter acesso a todos os pensamentos de Elio. Sendo uma história de desenvolvimento lento, achei complicado acompanhar o desenrolar do romance entre os personagens através de uma narrativa em primeira pessoa muito angustiada e dramática, que por vezes não parece sair do lugar e fica apenas repetindo ladainhas. Por isso, creio que o filme consegue ser uma obra superior ao colocar o espectador para acompanhar de longe o que se passa entre esses homens, muitas vezes sem que palavras sejam necessárias para transmitir sentimentos complexos.

De qualquer forma, isso não significa que eu não recomendo. Meu amigo @_lucasm, que foi quem me recomendou o livro, teve uma experiência completamente diferente da minha. Ele conseguiu se reconhecer nos sentimentos de Elio e estabelecer uma conexão com o personagem, se identificando com a experiência arrebatadora que é o primeiro amor.

E assim são as leituras, cada um tem uma experiência diferente com elas e constrói seus próprios significados. Por isso, recomendo que quem tiver curiosidade ou interesse, que leia e tire as próprias conclusões.

No Ig: https://www.instagram.com/p/BlwDRSsnZr_/?taken-by=renatac.arruda
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Gustavo 27/07/2018

Até depois!
O tempo nem sempre é capaz de curar feridas, como também pode deixá-las ainda mais profundas. Após a leitura de Me Chame Pelo Seu Nome, de André Aciman, não tem como pensar o contrário dessa reflexão que o autor propõe nas entrelinhas.

É de praxe imaginar (e até sentir) toda confusão de Elio nas tardes ensolaradas e preguiçosas da Itália. O detalhe que o escritor descreve o sentimento do protagonista não é comum. Trata-se de uma forma muito mais delicada em seu contexto. Na verdade, este livro é diferente em viários aspectos: tanto na escrita, a qual há uma grande mistura de falas e pensamentos entre os personagens, e isso ajuda ainda mais a empatizar a mente confusa de Elio, como também na história em si, que deixa a sensação de envelhecermos juntos com Oliver e seu amado, pois o fim da narrativa fica à distância nostálgica do começo. É incrível senti-la, mesmo sendo invisível.

É possível ver com clareza todos os cenários, com a riqueza que Aciman relata. A praia, as rochas, o gramado perto da piscina, que em outras palavras é chamado de O Paraíso, os almoços e jantares em família, a livraria, a piazzetta e, principalmente, o penhasco de Monet. Onde tudo começa. Não de um jeito clichê, mas real. E é isso que o torna tão especial, porque compartilhamos os segredos de duas pessoas angustiadas e que anseiam uma a outra, com seus medos e inseguranças.

“Até depois!”, uma curta frase que é usada com frequência por Oliver, para não se despedir de alguém, pode ser usada quando terminei de ler, pois não quero encarar como um término, mas sim uma lembrança. É natural ser chamado por seu próprio nome, desde que entenda o verdadeiro significado.
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Liv 26/07/2018

Um dos melhores que já li!
Comecei o livro e terminei em dois dias. Um livro incrível, havia visto o filme antes de ler o livro, e após ler o livro tive a certeza de que o livro é milhões de vezes mais inspirador. Apesar de ser um livro com temática lgbt, se encaixa a todos pela linda história de primeiro amor, e um amor de verão, algo que muitos passaram e passarão e tem uma leve tendência a ser avassalador hehehe Ótima leitura, se eu pudesse daria mais de 5 estrelas!
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Loverain 25/07/2018

Não sei o que dizer!
Sabe aquele livro que arranca todas as palavras da sua boca? Sabe aquele livro que começa bem devagar, e que quando você percebe já está completamente apegado a história? Então, esse é"Me Chame Pelo Seu Nome". O autor mostrou as facetas do desejo adolescente, e o mistério por trás de um olhar americano. A evolução dos personagens também é algo visível e bastante apreciável.O final não me prendeu muito, confesso que esperava algo mais, porém com esse final humilde, o autor nós jogou na cara a verdade nua e crua, que por muitas vezes queremos fantasiar, com um beijinho aqui, uma palavra bonita ali, e por aí vai. Está é a minha humilde opinião, e digo com sinceridade que esse tem grandes chances de se tornar um dos meus autores favoritos.
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Luana.Torres 25/07/2018

Perfeito!!
Vi o filme e depois comprei o livro para ler e como acontece na maioria das vezes, o livro é 10000x melhor!
Uma leitura extremamente agradável, sensível e muito bela! Devorei o livro e virou meu livro favorito! André Aciman é um escrito fantástico, que narra a história de uma forma muito linda, sensível e envolvente. Você mergulha e faz parte da história! Vale MUITO a leitura!
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amandavieira 17/07/2018

Melhor livro da vida
CARALHO QUE HINO
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Isabelle.Yumi 16/07/2018

5 estrelas não são o suficiente para classificar esse livro!
Me chame pelo seu nome, é o livro que me arrancou lagrimas dos olhos depois de muitos anos de leitura.
É sem dúvidas um livro divisor de águas, se você gosta do gênero vai ama-lo, se você não gosta vai odiar provavelmente.
É um livro bem napolitano, te faz viajar pelas emoções da adolescência, aquela vibe de juventude inconsequente, louca para viver fortes emoções, inesqueciveis e depois te remete a uma fase adulta, onde há as consequencias e as doces lembranças e emoções de tudo que os personagens principais viverem.
O livro é todo narrado pelo Elio, tudo passará e será interpretado pela visão do Elio.
Quem vem em busca do livro por te visto o filme, sem dúvidas não se arrependerá, o livro é uma obra completa e bem mais profunda, tanto em detalhes como em sentimentos.
Quem vem buscando ler primeiro o livro e depois ver o filme também é uma otima pedida, o filme não deixa a desejar e teve uma otima adaptação.
Me chame pelo seu nome é um livro perfeito do inicio ao fim, espero que realmente o filme tenha uma continuação.
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Vinicius 16/07/2018

O descobrir da palavra PAIXÃO
Paixão. Loucura. Agustia. São esses três adjetivos que compões o livro. Com toda certeza este não será um livro que agradará a todos, só quem verdadeiramente adentrar a história poderá sentir todos nuances de sentimentos em que o autor se propôs a passar. É um livro para quem tem folego e, principalmente, um coração valente para sofrer juntamente com o Elio (personagem narrador do livro). Uma história encantadora e que fará coraçõezinhos sofrerem, assim como o meu também sofreu. (Obs: Essa resenha foi escrita ao som de American Boy de Estelle.)
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Lari 15/07/2018

Diferente, e pode ser melhor dependendo do seus olhos
Quando comecei a ler, achei estranha a escrita e fiquei na dúvida se o livro ia ser bom mesmo, porque eu tinha certa expectativa. Posso começar ressaltando que o livro nao tem capítulos, ele é dividido em quatro partes, como se fossem quatro capítulos gigantes, parece um texto sem fim, mas esse detalhe nao me incomodou muito.

Levei um tempo pra formar uma opinião sobre a forma que o autor escrevia, e não sei se essa foi a intenção dele, mas eu estava achando o livro extremamente corrido, a descrição era muito superficial, as cenas eram apenas faladas pelo personagem (é em primeira pessoa) e de forma muito confusa, depois EU fui interpretando q isso era proposital, a fim de caracterizar melhor o personagem. O Ellio (narrador) é um adolescente passando por uma fase muito conturbada, ele está muito confuso e parece que a descrição faz jus ao estado dele (foi o sentido que eu dei).

Uma coisa que me incomodou foi o quanto eu achei desesperado e um pouco nojento algumas atitudes que envolviam a paixão dele, o que ele fazia com esse sentimento, mas quem sou eu pra julgar a intensidade do sentimento alheio e as "estranhices"? No geral, é um livro legal de ler e o final cabe uma reflexão da vida se você se permitir percebê-la (é o que eu vejo) e o último parágrafo foi marcante, cabendo bem na história. Eu consegui sentir algo com esse livro.
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