Trindade do Sertão

Trindade do Sertão Braga Junior




Resenhas - Trindade do Sertão


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Fenrir 16/08/2020

Sensacional
Que livro sensacional ! Deveria virar uma HQ, devorei esse livro com prazer , quanto mais lia, mais eu queria! O linguajar nordestino , a mistura da fantasia e o terror, estupendo!
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Rodrigo Digão 28/05/2020

Bom livro, personagens carismáticos, vilões " arretados", um risca faca com toque de magia. Recomendo a leitura, se nao, lhe corto o bucho.
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Douglas Tavares 20/04/2020

Cangaço e Sobrenatural.
O livro narra a historia de Marcus (um tenente) e sua tropa em uma missão de deter um trio de cangaceiros. Uma mistura de cangaço e sobrenatural recheado de ação e terror no coração do sertão Sergipano.

Observação: Os dois capítulos finais (epílogos) são excelentes, inebriantes apresentam uma narrativa destoante da anterior. Conseguiram me deixar ávido por uma trilogia ;-)
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D.A. Potens 25/11/2017

UMA OBRA 100% BRASILEIRA
Eis uma obra 100% nacional, regional e cultural. Trindade do Sertão é uma viagem aos recônditos do Nordeste, utilizando como pano de fundo algo comum a todos que já tiveram uma longa conversa noturna com seus avós, sejam de origem mineira ou nordestina, que sempre tinham na ponta da língua alguns “causos” e lendas da região, que aterrorizavam quem as ouvia e possuía até mesmo testemunhas de acontecimentos sobrenaturais.

Partindo deste sentimento de nostalgia, o autor trás para a literatura nacional uma obra engajada, contando a saga de Marcus Alves em sua caça aos cangaceiros mais perigosos e peculiares da região. Regado a sangue, atrocidades, barbaridades e insensibilidade, o livro segue um enredo linear, baseado em um só conflito, sem subtramas, utilizando linguagem simples, onde imperam frases curtas para acelerar o ritmo, atraindo o leitor ao final sob a curiosidade de como a trama se encerrará.

Gostei muito da maneira com a qual o autor encerrou o livro, dosando a ação e as lutas, embora haja algumas ressalvas a serem feitas. Na minha opinião, o livro e o autor ainda não alcançaram todo o potencial que eles possuem. Senti um pouco a falta de profundidade no enredo, nas amarras entre um capítulo e outro, bem como nos personagens. Apesar da jornada do herói ter sido seguida, consciente ou inconscientemente pelo autor, houve o uso em demasia do Deus Ex Machina, retirando um pouco da expectativa que espera-se de uma história. Vale ressaltar que careceu de mais regionalismo a forma de falar dos personagens, devendo mais gírias do Sertão.

Excluindo-se as ressalvas, que são inerentes ao trabalho de qualquer escritor nacional iniciante ou mesmo dos veteranos, Trindade do Sertão foi uma incrível experiência de leitura, com algumas surpresas de tirar o fôlego e de cenas que me fizeram imaginar como este livro ficaria em formato de desenho. Eis uma pedra bruta para o autor lapidar. Eu o parabenizo por fazer algo que a maioria não faz: criar uma história BRASILEIRÍSSIMA, e destacar o que temos de melhor – nossa cultura e nosso povo.

Desejo sorte e sucesso ao autor para que continue escrevendo e nos agraciando com mais histórias do nosso país. Vale a pena conferir.
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Acervo do Leitor 07/06/2018

Trindade do Sertão de Braga Junior | Resenha | Acervo do Leitor
Há um local desolado. Onde terreiros não são varridos com vassoura, sim com ponta de faca e bala de metralhadora. Sertão do Sergipe. Pobre. Arenoso. Violento e amaldiçoado. Terra e tempo onde as lágrimas são evaporadas antes que encostem o chão. Prepare-se para uma louca e sangrenta caçada de três violentos cangaceiros e seu bando demoníaco. No palco onde Deus evita pisar, o Diabo chama para bailar!

“Apesar do escuro, era possível ver suas bocas crescendo, seus dentes afiados, seus olhos amarelados e suas unhas virando garras.”

Cabrunco, Pé na Cova e Terra Seca. Três lendários cangaceiros que comandam um bando de mais de cinquenta matadores. Eles são o terror em uma terra que já absorveu mais sangue e morte que poderia suportar. Não roubam para os pobres, não lutam contra o Governo, apenas esquartejam e diziam quem encontram pela frente. Não há paz, segurança ou esperança. Quem é homem se revolta, quem é mulher grita e chora. Com a noite eles vem, com o dia vão embora, fazendo viúvas e órfãos. Mas há um rumor chegando por essas terras. Um jovem tenente com sua tropa de Volantes galopando tão rápido que o som de seus cascos como trovões está abrindo o céu e calando todas as preces.

Existem lugares nessa terra árida do diabo com muitas histórias terríveis e macabras. O povo fala que até mesmo Nosso Senhor já abandonou certas paragens daqui.”

Na fronteira de um Nordeste alucinado o tenente Marcus Alves cavalga em loucos pensamentos. Seu passado nunca escondeu, vantagem nunca contou, sua luta dizem estar perdida, sua esperança desgastada, o medo consome sua alma mas fugir ele não vai. Ele e sua tropa estão a um passo da “Trindade do Sertão” e seus fios de faca amolados que derramam cálices de sangue! Dizem que um pacto foi feito com o Diabo e o jovem tenente que não dobra seus joelhos para Deus irá se render ao oculto para completar sua jornada. Um eremita comedor de carne humana promete a única salvação nessa fenda de fogo que se tornou o cangaço: uma peixeira macabra banhada no sangue dos vivos que pertence aos mortos. Dois bandos irão colidir. Botas pisarão pescoços, corpos serão crucificados, o chão vai tremer e o inferno se abrir!

“Unhas se cruzam com lâminas. Um olhar fixo, negro e forte não se intimida com o fogo alto e sem vida que está no lugar dos olhos do bicho.”

SENTENÇA
Essa pequena obra do Capixaba Braga Junior é aposta certa! Unindo uma trindade irresistível de Fantasia Sombria (DarkFantasy), Ação e Cangaceiros Nordestinos, o autor escreveu um violento “vira-páginas”. Ambientação perfeita, descrições precisas sem serem enfadonhas e uma escrita sem floreios, consegue entregar uma ótima obra de caçada e fuga com começo, meio e fim deixando brechas para outras aventuras neste “universo”. Um excelente exemplo de como nosso país e folclore são ricos o bastante para uma infinidade de histórias que podem, e devem, ser ambientadas aqui. Afinal, que são sabres de laser e espadas de samurai frente a uma peixeira arretada? O sertão chegou na Fantasia para ficar!

site: http://acervodoleitor.com.br/trindade-do-sertao/
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Vinny Britto 04/07/2018

Terror Genuinamente Brasileiro
Sendo breve irei simplesmente afirmar que sim, vale a pena essa leitura.

É um livro divertido que mistura a história do nosso cangaço com toques de terror sobrenatural e magia e o escritor soube mesclar muito bem tudo isso.

Por ser um livro relativamente curto, certos momentos pode parecer que tem uma narrativa meio acelerada mas nada que atrapalhe a diversão.

Li no Kindle e percebi que infelizmente possui muitos erros que seriam facilmente corrigidos numa boa revisão, espero que tenham sido retirados na versão impressa que aliás, quero muito na minha coleção.

Pra fechar deixa um gancho bem legal para uma possível futura continuação.
Joelma 07/12/2018minha estante
Também acho que vale a pena a leitura, mas os erros incomodaram-me muito! Faltou realmente uma boa revisão.




Manu 02/11/2018

A trindade do sertão
Um livro que mistura fantasia com a história do cangaço. O livro foi tão interessante pra mim que eu senti vontade de ler mais sobre os cangaceiros, que são uma parte tão importante da história do nordeste. Heróis ou bandidos?
Porém tiveram partes do livro que não me agradaram tanto, como o porque de Marcus, o protagonista, ser de fora. E alguns diálogos que eu vi como mal colocados, sim foi mto interessante ouvir as histórias das vidas de alguns personagens, mas eu senti como se eles se abrissem demais rápido demais.
Mas em geral a história é bem contada e cativante.
A mistura da magia do nordeste, com suas lendas mirabolantes, e o gênero em si da fantasia deu muito certo.
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Wesnen Tellurian 25/08/2019

LAMPIÃO ERA UMA PRAGA? NÃO VIU AINDA ESSES 3 MONSTROS | Trindade do Sertão (BRAGA JUNIOR)
O nordeste nunca sentiu tanto cagaço quanto agora. Esses três cangaceiros literalmente tocam o terror, e fé não será o bastante para impedi-los. Nessa obra do escritor Braga Junior, também conhecido como Aglainir Oliveira Braga Junior, ele vai surpreender você com essa dark fantasy da mulesta.

A resenha completa está no canal no Youtube, Canal KrossOver, no link disponível aqui. Aposto que vão gostar.

site: https://www.youtube.com/watch?v=yB4CZ8NoVIY&t=170s
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Rodrigo.Oliveira 13/06/2018

Uma boa proposta
Me interessei pelo livro, principalmente pela sua proposta de misturar personagens históricos do nordeste brasileiro em uma história fantástica. o livro é curto, são 120 ou 130 páginas. Me prendeu desde o início, assim que comecei não consegui mais parar de lê-lo, retrata a violência e o lado perverso do ser humano de forma dura e de como os principais personagens da história lidam com isso, Na minha opinião o livro cumpre com a sua proposta de contar uma boa história e melhor ainda uma boa história da nossa terra, O Nordeste. Eu recomendo.
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Halfleggr 01/08/2018

Livro do Cabrunco
Comecei a leitura sem muito entusiasmo, confesso. Um livro pequeno, um começo meio lento e sem grandes atrativos. Mas continuei e me surpreendi. O livro é um conto sobre um conto, uma história pra ser contada numa noite chuvosa a seus filhos ou amigos. Ao final já estava sem conseguir parar de ler.

Pra quem gosta de boas histórias e leitura rápida, A Trindade do Sertão é uma ótima escolha.
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Ray 09/11/2020

Muito bom
Esse livro é bem diferente dos tipos de leituras que eu consumo, é um livro cheio de fantasia, mas aborda assuntos bem atuais e reais. Vale a pena conferir!
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Jeff.Rodrigues 05/11/2018

Resenha publicada no Leitor Compulsivo
Vocês certamente conhecem a história de Lampião e Maria Bonita, mas os nomes que vão tirar seu sono são os de Cabrunco, Pé na Cova e Terra Seca. Três homens marcados pelos desajustes de uma vida desafortunada que esbarraram com o mal e se transformaram em arautos da desgraça. Cangaceiros? Sim! Justiceiros? Talvez! Entidades das trevas? Com certeza! Três homens à frente de um bando que percorre as cidadezinhas roubando, estuprando, matando. E na terra do sol, quando Deus dá as costas, o Diabo toca o terror. É nesse ambiente que Braga Junior, em seu Trindade do Sertão, encena um ato de uma batalha mais velha que o mundo. A luta do bem contra o mal.

Em Trindade do Sertão, acompanhamos a saga do tenente Marcus Alves para deter o trio de cangaceiros. Vindo do Sudeste, com referências e realidade de vida bem distintas, Marcus encontra um cenário desafiador em que até suas crenças são colocadas a prova. As diferenças já começam no grupo que ele lidera, onde homens calejados pela batalha diária daquelas terras não confiam totalmente naquele moço bem-apessoado, e se estendem pelos terrenos a serem percorridos e pela razão confrontada com o sobrenatural.

Trindade do Sertão é uma pérola narrativa para ser lida de uma só vez e absorvida em toda a sua riqueza de detalhes. Uma história bem brasileira recheada com o DNA de nossa gente em todas as suas contradições, superstições e diferenças. Impressionante como em tão poucas páginas é possível encontrar um pouquinho de cada característica que compõe nosso povo. Tudo isso alinhavado por uma escrita ágil, objetiva e envolvente que nos transporta com facilidade para os cenários e nos faz espectadores dos conflitos e terrores enfrentados pelos personagens.

Montar em seu cavalo e se aventurar pelas páginas dessa obra é (re) descobrir que o nosso Brasil tem muita história para ser contada. Braga Junior nos entregou um pedacinho desse mundão, e poderia muito bem ter entregue mais porque a ambientação deixou claro que ainda há muito a ser desvendado. Aos fãs de cavaleiros cruzados, pistoleiros do Velho Oeste, palhaços em bueiros e demais simpatizantes, conheçam a Trindade do Sertão e percebam que o perigo está bem mais perto do que vocês podem imaginar.

site: http://leitorcompulsivo.com.br/2018/09/26/resenha-trindade-do-sertao-braga-junior/
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Elivelton 03/01/2019

Arretado!
Cara, essa fantasia nacional é muito agradável de se ler.

Tem um pouco de suspense, terror e aventura. Tudo contado utilizando a cultura nordestina.

Foi incrível como o livro apresenta os personagens do cangaço sob uma nova história que foi desenvolvida de forma criativa e que prende o leitor até o final.

Faltou mais desenvolvimento da história e de seus personagens. Algumas situações soaram como forçadas para que fossem explicados os passados dos personagens.

O livro é pequeno mas poderia ter mais de 200 páginas se fosse mais bem trabalhado e desenvolvido pelo autor, se deu a impressão de ter sido escrito com certa velocidade. Percebesse alguns erros na escrita e até repetições de frases.

Os ápicesda história poderiam ser mais trabalhados e aproveitados. Com mais reviravoltas pois são momentos muito aguardados no decorrer da leitura.

Ao todo o livro tem uma ótima história. O autor está de parabéns pela criatividade.
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Lilian_89 26/02/2019

Interessante
Leitura agradável e muito fluída, não perde em nada para as estórias fantásticas mais famosas. Um livro que me surpreendeu, tanto pole escrita quanto pela estória. O livro se passa no nordeste brasileiro e tem como pano de fundo a história dos cangaceiros e as disputas para que os militares do governos os prendessem além de narrar um pouco sobre os coronéis e seus desmandos para com a população local.
Nessa narrativa um certo grupo de cangaceiros faz um pacto com o tinhoso e se transformam em seres bestiais horrendo quase invencíveis. Com uma narrativa envolvente, somo colocados diante de cenas de horror perpetradas por esses cangaceiros enquanto observamos as táticas a serem utilizadas para para-los, missão de um soldado capixaba que agora vive no nordeste e seus subordinados.
Por se tratarem de seres inumanos, as armas para detê-los deverá também ser algo extraordinário, sendo necessário que os soldados empreendam uma séries de missões menores para se armarem de forma eficiente contra esses cangaceiros do demo.
Para quem gosta de seres sobrenaturais, esse livro é formidável. Recomendo demais a leitura, uma combinação perfeita entre seres sobrenaturais e a cultura nordestina brasileira.
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. 22/06/2019

Cangaço e sobrenatural, mistura valorizada nesse livro, em narrativa de muita ação e empolgação na leitura. Gosto das duas temáticas, fortemente arraigadas no folclore nordestino, por isso a leitura ocorreu com avidez, favorecida pelo texto fluido e envolvente de Braga Júnior.

No contexto real, as histórias populares sobre o cangaço tem também um quê de sobrenaturais. Os cangaceiros são vistos demonizados, tendo parte com o tinhoso, ou então o demo está no contexto do sertão, de várias maneiras na sociedade injusta, sendo os cangaceiros reacionários a este mal presente (a visão romantizada de heroísmo que lhes atribuem).
No livro, Braga Júnior supervaloriza as duas coisas, com cangaceiros pra lá de possuídos e transformados pelo demo, e o contexto ultraviolento, com opressão, injustiças, autoritarismo e abusos (do jeito que o diabo gosta), espalhando terror e também instigando reações de que tenha fim.

O desenrolar está no confronto entre os maiores representantes desse terror, que são os cabras-demônios (Cabrunco, Terra Seca e Pé na Cova, prefigurações do mal) contra o tenente Marcus Alves (chefe de volante). Entre eles, histórias de violência na origem de seus objetivos, com resultados diferentes.

Esse é o caminhar, que deve ser lido basicamente deixando-se levar pelas ações. Se der muita atenção a criticidades, vais perceber que as coisas descambam para uma sucessão de eventos trash, que flertam com o nonsense, ingenuidade melosa, e coisas sem sentido, que se perdem nessa disposição de maneira um tanto ridícula (como na visita a Tião Urubu). É apenas uma descrição, o que não curti no livro....

Leia e se empolgue nos desdobramentos, só isso, não dando bola ao sobrenatural raso e mistérios bobos.

A leitura foi empolgante e curti emotivamente.
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