Renato Aragão do Ceará Para o Coração do Brasil

Renato Aragão do Ceará Para o Coração do Brasil Rodrigo Fonseca




Resenhas -


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Raffafust 08/01/2018

Os Trapalhões fazem parte de minha infância e minha pré adolescência. Impossível lembrar delas e não citar as esperas anuais por filmes deles, ou até mesmo as vezes que ri com os quadros dos programas. A fase deles que mais amo são os filmes com Xuxa como A Princesa Xuxa e os Trapalhões.
Por essa razão ler essa biografia foi uma deliciosa volta ao passado a partir de determinado momento, sim, porque Renato que começou sua carreira por volta da década de 60, quando nasci já era um fenômeno da comédia brasileira, com shows lotados, programa de sucesso e já tinha se juntado com Mussum, Dedé e Zacarias.

Escrito por Rodrigo Fonseca, que não por acaso é fã de Renato, o livro é não somente um revival como um conjunto de descobertas sobre gostos do comediante. É verdade que apesar de seu trabalho com a ONU, com Criança Esperança e diversos outros projetos o que marcou muitas pessoas foram os relatos dos fãs que ele se recusou a atender, não sei de verdade se é real, já que apesar de morarmos na mesma cidade, nunca esbarrei nele. No livro o autor cita o contrário, que ele sempre atende e faz questão disso.
Voltando à sua vida, contada nesse livro, muitos assim como eu não sabiam que Renato nasceu em família em boa condição, inclusive ajudava outras famílias mais pobres em sua Sobra, no Ceará. Saiu de lá rumo a Fortaleza, fez faculdade, serviu o exército - o que lhe serviu de inspiração para os memoráveis quadros do Sargento Pincel - e terminou a faculdade de Direito, mas o que ele queria mesmo era seguir na carreira artística e foi atrás do sonho com uma proposta no Rio onde começou pequeno com sua esposa - Renato casou-se duas vez, a primeira esposa foi Marta com quem teve 4 filhos e se divorciou em 1994, depois casou-se com a atual Lilian com quem tem a atriz Livian - e depois foi ganhando espaço e terreno na TV.
Curiosidades como o quarteto inicial ser formado somente por ele e 3 pessoas que não fariam os Trapalhões depois e a ambição de saber que poderia chegar mais longe mudando-se para Rede Globo tudo está presente no livro.
Interessante entender como ele chegou ao estrelato e conhecer os ídolos do ídolo. Renato ama Steven Spielberg e Quentin Tarantino. Também é apaixonado pela atriz Diane Krueger. Renato ama ir ao cinema e não revê filmes antigos dos Trapalhões para não chorar com eles recordando os amigos que sente imensa falta. Zacarias morreu em 1990 e Mussum 4 anos depois.
Foi maravilhoso ler essa biografia e fiquei com imensa vontade de rever os filmes que tenho aqui em dvd, além dos programas, eu amava o TrapaHotel!

site: http://www.meninaquecompravalivros.com.br/2018/01/resenha-renato-aragao-do-ceara-para-o.html
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Junior.Silva 16/01/2018

Resenha postada no site Leitor Compulsivo
A década de 80 e o início dos anos 90 foram uma das épocas mais especiais da televisão brasileira. Quando falamos de programas e personagens que marcaram o coração de toda uma geração, fazemos uma viagem pelo túnel do tempo da saudade e desembarcamos em memórias que nos remetem a programas que traziam de forma bem humorada um retrato da nossa sociedade e contribuíam para sentarmos, por horas a fio, em frente a TV com amigos e familiares para viver o que de melhor existia naquela época. Sem dúvida alguma, Os trapalhões, que já vinham de um sucesso surpreendente desde a década de 60, eram um dos momentos mais esperados nas noites de domingo.

Dificilmente uma criança que cresceu nos anos citados, não esperou ansiosamente pela estreia do filmes dos Trapalhões e seus convidados nas férias de verão. Filmes como “O Cangaceiro Trapalhão”; “Os Trapalhões e o Mágico de Oróz”; “A Princesa Xuxa e os Trapalhões” e vários outros títulos foram cercados de expectativas e se tornaram grandes sucessos, pois se comunicavam de forma carinhoso com o público infantil. O mentor disso tudo, um dos personagens mais marcantes de toda a televisão brasileira, era o nosso Didi, interpretado pelo comediante Renato Aragão, que saiu lá do Ceará para ganhar o coração de brasileiros espalhados de norte a sul do nosso país.



Nessa biografia, Renato Aragão: Do Ceará para o coração do Brasil, publicada pela Editora Sextante, através do selo Estação Brasil, de autoria do jornalista Rodrigo Fonseca, temos a oportunidade de conhecer um outro Renato. O livro mergulha na intimidade do artista cearense e nos leva a uma viagem para conhecer a infância, a família, os desafios enfrentados, as paixões e como um nordestino conquistou o país numa época em que a televisão basicamente se resumia a artistas do eixo Rio – São Paulo.

O autor Rodrigo Fonseca, além de amigo pessoal de Renato, se mostra em cada palavra um grande fã do todo o trabalho do artista, imprimindo em cada página uma reverência necessária a todo homenageado. Além disso, o livro conta com uma das melhores pesquisas fotográficas que já tive oportunidade de ver em uma biografia, contribuindo para conhecermos ou relembrarmos momentos que foram marcantes na vida de Renato.

Um ponto de destaque do livro, muito emocionante, é uma sessão especial de depoimentos de vários artistas que conheceram ou trabalharam com Renato ao longo dos anos, na parte final da obra. Ali acho que tive a oportunidade de ver como o Didi foi tão importante na vida da nossa geração. Para os fãs de biografias ou simplesmente fãs do Renato, esse livro é uma leitura obrigatória que não pode faltar na sua estante. Uma oportunidade única de fazer uma viagem maravilhosa e conhecer o outro lado do artista: tímido, religioso, apaixonado pela família, embaixador da UNICEF e muito mais.

Vale destacar o caprichoso trabalho de edição da Editora Sextante, com uma galeria de fotos coloridas riquíssimas que contribuíram para conduzir o leitor ao longo de toda a história. Mais um trabalho incrível da editora com o selo Estação Brasil¹.

¹ ESTAÇÃO BRASIL: UM PONTO DE PARTIDA PARA A REDESCOBERTA DO BRASIL E DE SUA GENTE – Estação Brasil é o novo selo editorial do grupo Sextante. Ele nasce da parceria entre o editor Pascoal Soto, ex-diretor editorial da LeYa, e a editora carioca comandada pelos irmãos Marcos e Tomás da Veiga Pereira.

site: http://leitorcompulsivo.com.br
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Lane @juntodoslivros 16/04/2018

Biografia de um Trapalhão
Enquanto lia a história de Renato, muitas vezes me vinham lágrimas aos olhos. Uma delas era quando o narrador falava sobre a mãe de Renato, sua maior inspiração para o mundo da comédia. Ela era bem humorada e fazia pegadinhas com os desavisados que visitavam sua casa.

Mesmo morando em Sobral, o menino Renato teve uma boa infância. Sua família tinha boa condição de vida. Seu pai era empresário e sua mãe trabalhava como professora. Mas isso não quer dizer que Renato não tenha convivido com a pobreza. Foi a partir da convivência com seus amigos de bairro que ele viu como muitos viviam e isso foi a porta de entrada para ele crescer e compartilhar as alegrias do Didi com várias crianças carentes. Muitas vezes tirando dinheiro de seu bolso para que aqueles que não tinham pudessem vivenciar as alegrias do circo os Trapalhões. E mais tarde poder participar ativamente de vários projetos que envolviam as crianças.

Apesar da formação do curso de direito e ter trabalho em um banco, Renato sempre teve o sonho de seguir os passos de seu ídolo Oscarito: ser ator. Então quando a oportunidade de fazer um curso visando trabalhar na emissora TV Ceará, Renato não perdeu tempo e foi ali que nasceu o Didi, o seu “amigo imaginário”. O amigo que lhe deu liberdade de sair da carapaça do tímido Renato e se vestir como o irreverente Didi. E depois de muitas mudanças e percalços surgiu Os Trapalhões. Esse programa fez parte da vida de muita gente, de várias gerações e uma delas foi a minha. Cresci assistindo aos filmes e os programas de televisão. Uma comédia que nos deixava com dor na barriga e um sorriso no rosto. E hoje deixa uma saudade em nossos corações.

site: https://www.instagram.com/p/BhovTG2nJZs/?taken-by=juntodoslivros
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Van 30/06/2018

Uma homenagem ao Brasil
Quando se fala em televisão brasileira, é impossível não citar Renato Aragão, o nosso Didi Mocó. Líder dos Trapalhões, que desde a década de 1970 nos faz rir de forma solta e genuína, possui lugar cativo em nossos corações.

Para presentear milhões de fãs pelo mundo afora e também homenagear esse gênio do humor, a editora Estação Brasil traz o livro Renato Aragão – Do Ceará Para o Coração do Brasil, do escritor Rodrigo Fonseca.

De início vale deixar claro que essa obra é muito mais um retrato dos bastidores dos mais de 50 anos de carreira de Renato Aragão e tem muito pouco de sua vida pessoal, o que pode gerar algum desapontamento nos leitores.

Feito os esclarecimentos necessários, podemos destacar a maneira como a obra foi construída. Fonseca faz a opção por capítulos curtos, que muito se assemelha a uma estrutura de entrevista, o que possibilita abordar uma maior variedade de eventos e sempre enriquecido com fotos dos bastidores e cartazes das produções.

Por falar em bastidores, ao revisitar obras como Os Saltimbancos Trapalhões e Os Trapalhões e o Mágico de Oróz somos transportados para a nostalgia da infância, onde nas tardes de domingo o riso era presença certeira na maioria dos lares.

Dono de uma personalidade mais contida, Renato Aragão nos emociona com as lembranças da perda de seus companheiros Mussum e Zacarias, além de nos inspirar com um amor que beira a devoção que ele nutre por sua família e pelas crianças do Brasil. E como não poderia deixar de citar, o seu alter ego Didi Mocó, de alma extrovertida e brincalhona, somos convidados a cuidarmos da nossa criança interior e de todas aquelas que nos trarão um futuro melhor.

Renato Aragão – Do Ceará para o Coração do Brasil é uma obra familiar e que homenageia a memória do Brasil. Um singelo agradecimento a esse trapalhão que a tanto nos encantou e ainda hoje continua nos mostrando o valor de um sorriso e a beleza de se doar para o outro. É indicado para todos, em especial para aqueles interessados em produções artísticas é um prato riquíssimo de ensinamentos e história televisiva.

site: http://ocapacitor.com/resenha-renato-aragao-do-ceara-para-o-coracao-do-brasil/
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Minha Velha Estante 24/03/2018

Resenha da Mylena Suarez
Eu tenho um sério bloqueio para ler biografias. Mas como assim, Mylena? Qual o problema da biografia, ô Gata ?

Simples: se for biografia autorizada, eu sempre acho que obviamente a pessoa só irá deixar expor fatos que a favoreçam e, se não for autorizada, imagino que tem muitas chances de que seja manipulada para expor fatos sensacionalistas.

Portanto, muito dificilmente. leio tampouco resenho este tipo de livro, mas eis que meu coração deu “uma pirueta, duas piruetas...” ao ver este ícone da cultura nacional estampando brilhantemente a capa do livro Renato Aragão, do Ceará para o coração do Brasil.

Este ser, sem sombra de dúvidas, marcou várias gerações, não só por sua irreverência, simpatia, alegria e bondade, mas também por suas honrarias, afinal este cearense, orgulhoso de ser nordestino recebeu, em 1980, o título de Cidadão do Estado do Rio de Janeiro e, em 1982, o título de Personalidade Ilustre do Estado do Rio de Janeiro, ambos concedidos pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Em 1991, tornou-se representante especial do UNICEF e embaixador do mesmo órgão, em prol da infância brasileira. Foi condecorado chanceler da Ordem do Rio Branco, título concedido pelo MRE, em 1994. Nesse mesmo ano, foi agraciado com a admissão na Ordem Nacional do Mérito Educativo, no grau de oficial, por indicação do Ministério da Educação e do Desporto. (fonte Wikipédia)

UAU! Simplesinho o cara, ne?

Só podia ser ídolo de muitos, não é mesmo? E eu, que sempre fui fã de carteirinha do maior palhaço do Brasil, não podia deixar de aproveitar a oportunidade para saber mais detalhes sobre sua vida e como acompanhei bem a carreira dele numa época que nem existia direito revista de fofoca quiçá internet saberia, de certa forma, filtrar as informações apresentadas no livro.

Lá fui eu conhecer a vida do cara por trás do querido Didi Mocó.

O livro começa com a apresentação da obra com prefácio de Augusto Cury, do próprio Renato e do escritor-compilador que conta como realizou seu sonho de conhecer e relatar sobre a vida de Antonio Renato Aragão.

Foi muito interessante saber sobre a infância e fatos pitorescos da juventude, além de descobrir como ele se tornou comediante, como conheceu seus parceiros da alegria e como formou a marca clássica da comédia brasileira, “Os Trapalhões”, que invadia com deboche e veia circense os fins de noite de domingo. A gente já esperava ansioso a vinheta, momento em que a família se reunia para rir enquanto esperava o Fantástico.

Essa nostalgia evocada me emocionou durante vários trechos, fosse relembrando personagens como Grande Otelo, Oscarito, entre outros que acompanhei desde criança, fosse ao ver os cartazes dos filmes estrelados por essa trupe além dos novos integrantes que surgiam a cada ano. Uma trupe de quatro trapalhões inestimáveis que souberam dar seu recado em plena repressão e ditadura militar e que, até hoje, mesmo com outra formação, colocam um sorriso no rosto de quem os assiste.

‘Renato explica que no quarteto original cada um tinha seu papel: “Eu era o nordestino que lutava para vencer, o Dedé era o galã da periferia, o Mussum era o sambista da Mangueira e o Zacarias, o mineirinho que não queira crescer, um menininho.” ‘

Para mim ,o livro é uma grande colcha de retalhos sobre fatos, opiniões e relatos de diversas personalidades sobre Renato Aragão e a sensação que tive ao ler foi de que eu estava sentada junto com Rodrigo Fonseca ao lado do querido Didi e ele me mostrava fotos antigas e atuais contando sobre sua história .

Agora de certa forma este formato de colcha de retalhos tirou um pouco da linearidade cronológica do livro o que em alguns momentos me deixava um pouco confusa, mas logo logo entrei no ritmo e percebi como o escritor desejava transmitir sua mensagem.
Amo os Trapalhões, vi meu irmão muitos anos mais novo amar e também vi minhas filhas em pleno século XXI acelerado e com relações fluidas amar , fico feliz em saber que muitos ainda vão amar pois eles sabem a trancos e barrancos como trazer um humor ingênuo e gostoso aos corações de tantas pessoas.

A edição está muito bem construída com uma capa quase emborrachada, folhas amareladas, além de fotos ,curiosidades,depoimentos e pensamentos de Renato Aragão.

Uma relíquia memorável para os fãs!
5/5 estrelas

site: http://www.minhavelhaestante.com.br/2018/02/renato-aragao-do-ceara-para-o-coracao.html
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mylena.suarez 02/03/2018

"Tudo é divino anjo rei menino vem pra cirandar."
Eu tenho um sério bloqueio para ler biografia....Mas como assim, Mylena? Qual o problema da biografia, ô Gata ?
Simples: Se for biografia autorizada eu sempre acho que obviamente a pessoa só irá deixar expor fatos que a favoreçam e se não for autorizada imagino que tem muitas chances que seja manipulada para expor fatos sensacionalistas.
Portanto muito dificilmente leio tampouco resenho este tipo de livro, mas eis que meu coração deu “uma pirueta, duas piruetas...” ao ver este ícone da cultura nacional estampando brilhantemente a capa do livro Renato Aragão, do Ceará para o coração do Brasil.
Este ser sem sombra de dúvidas marcou várias gerações não só por sua irreverência, simpatia, alegria e bondade mas também por suas honrarias ,afinal este cearense, orgulhoso de ser nordestino recebeu, em 1980, o título de Cidadão do Estado do Rio de Janeiro e, em 1982, o título de Personalidade Ilustre do Estado do Rio de Janeiro, ambos concedidos pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Em 1991, tornou-se representante especial do UNICEF e embaixador do mesmo órgão, em prol da infância brasileira. Foi condecorado chanceler da Ordem do Rio Branco, título concedido pelo MRE, em 1994. Nesse mesmo ano, foi agraciado com a admissão na Ordem Nacional do Mérito Educativo, no grau de oficial, por indicação do Ministério da Educação e do Desporto.
UAU ! Simplesinho o cara,ne?
Só podia ser ídolo de muitos, não é mesmo? E eu que sempre fui fã de carteirinha do maior palhaço do Brasil não podia deixar de aproveitar a oportunidade de saber mais detalhes sobre sua vida e como acompanhei bem a carreira dele numa época que nem existia direito revista de fofoca quiçá internet saberia de certa forma filtrar as informações apresentadas no livro.
Lá fui eu conhecer a vida do cara por trás do querido Didi Mocó...
O livro começa com a apresentação da obra com prefácio de Augusto Cury,do próprio Renato e do escritor-compilador que conta como realizou seu sonho de conhecer e relatar sobre a vida de Antonio Renato Aragão.
Foi muito interessante saber sobre a infância e fatos pitorescos da juventude além de como ele se tornou comediante ,como conheceu seus parceiros da alegria e como se formou a marca clássica da comédia brasileira “ Os Trapalhões” que invadia com deboche e veia circense os fins de noite de domingo. A gente já esperava ansioso a vinheta, momento em que a família se reunia para rir enquanto esperava o Fantástico.
Essa nostalgia evocada me emocionou durante vários trechos fosse relembrando personagens como Grande Otelo, Oscarito, entre outros que acompanhei criança fosse ao ver os cartazes dos filmes estrelados por essa trupe além dos novos integrantes em cada ano . Uma trupe de quatro trapalhões inestimáveis que souberam dar seu recado em plena repressão e ditadura militar e que até hoje ,mesmo com outra formação, colocam um sorriso no rosto de quem os assiste.
‘Renato explica que no quarteto original cada um tinha seu papel: “Eu era o nordestino que lutava para vencer, o Dedé era o galã da periferia, o Mussum era o sambista da Mangueira e o Zacarias,o mineirinho que não queira crescer, um menininho.” ‘
Para mim ,o livro é uma grande colcha de retalhos sobre fatos, opiniões e relatos de diversas personalidades sobre Renato Aragão e a sensação que tive ao ler foi de que eu estava sentada junto com Rodrigo Fonseca ao lado do querido Didi e ele me mostrava fotos antigas e atuais contando sobre sua história .
Agora de certa forma este formato de colcha de retalhos tirou um pouco da linearidade cronológica do livro o que em alguns momentos me deixava um pouco confusa, mas logo logo entrei no ritmo e percebi como o escritor desejava transmitir sua mensagem.
Amo os Trapalhões, vi meu irmão muitos anos mais novo amar e também vi minhas filhas em pleno século XXI acelerado e com relações fluidas amar , fico feliz em saber que muitos ainda vão amar pois eles sabem a trancos e barrancos como trazer um humor ingênuo e gostoso aos corações de tantas pessoas.
A edição está muito bem construída com uma capa quase emborrachada, folhas amareladas, além de fotos ,curiosidades,depoimentos e pensamentos de Renato Aragão. Uma relíquia memorável para os fãs !
5/5 estrelas.



site: http://www.minhavelhaestante.com.br/
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