A Coroa da Vingança

A Coroa da Vingança Colleen Houck




Resenhas - A Coroa da Vingança


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Laura.Oliveira 01/08/2020

Bom, mas...
Desde o primeiro livro da trilogia, o romance me incomodou. Achei extremamente desnecessário os chiliques da Lily e do Amon no meio da missão que eles tinham em O Despertar do Príncipe. O modo como eles passaram a gostar um do outro e a jurar amor eterno DO NADA não me convenceu. E permanceu do mesmo modo até o fim.
Nesse livro, o que apresenta a conclusão de tudo, o fato da autora querer resolver um hexágono amoroso e ainda uma batalha "mortal" conta Aquele-Que-Desfaz a fez escolher passar mais da metade dele se concentrando em um romance desnecessário que nas outras coisas. A derrota de Seth foi tão fácil que chegou a ser patético. Até a luta contra a Devoradora ou contra Apep causou mais aflição, e essa escolha de focar no romance também fez com que o leitor fosse METRALHADO com reviravoltas no final que vieram uma atrás da outra, sem nem deixar absorver a situação anterior.
No entanto, o que realmente me incomodou sobre os filhos do Egito é algo que não incomodará quem não leu A maldição do Tigre antes. Como não foi o meu caso, percebi que a autora recorreu nessa história a muitos aspectos de sua outra saga. Assim como a Kelsey teve de resgatar o Ren em O resgate do Tigre (segundo livro de A maldição do Tigre), a Lily teve de resgatar o Amon em O coração da Esfinge (segundo livro de Os deuses do Egito); assim como na outra saga, nessa alguém perde a memória; assim como na outra saga, nessa a garota é disputada por irmãos (a diferença está no fato de que o triângulo amoroso de A saga do Tigre é beeeem melhor trabalhado e chega a ser doloroso, nesse aqui eu só achei tudo forçado mesmo); e, para completar, a Colleen também me jogou no final uma despedida entre o Amon, o Asten e o Ahmose que foi QUASE igual à mesma do Kishan e do Ren. Depois disso tudo, percebe-se que houve muuuuuito receio da autora em querer inovar.
Eu não diria que a trilogia é de todo ruim por causa disso. Algumas coisas valem a pena. As cenas de ação, por exemplo, são brilhantes e a Colleen trouxe uma visão fantástica da mitologia egípcia. No entanto, as muitas coisas que ela quis mostrar ficaram corridas em apenas três livros. O ritmo da história não me pegou e os personagens, em maioria, também não. Aliás, senti que a Lily sequer teve desenvolvimento direito.
Em conclusão, a saga é boa, mas deixou um sentimento de que faltou algo.
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Patricia 10/02/2018

Decepcionante
Amei todos livros da Maldição do Tigre e tinha muita expectativa com Deuses do Egito. O primeiro livro foi mto bom, mas quase uma cópia dos Tigres, o segundo livro enrolado e confuso. Finalmente o último A Coroa da Vingança, leva até a metade do livro de forma extensa, enfadonha e cansativa. Passando da metade começa a desenvolver e o final totalmente corrido e insatisfatório, pois poderia ter sido bem mais explorado no epílogo. São livros nota 3, bons porque Colleen faz bem seu dever de casa ao pesquisar costumes e origens egípcias como ninguém. Mas não me conquistou, como aconteceu com a série dos Tigres.
Franci Nascimento 10/02/2018minha estante
Bom saber.
Assim, ao pegá-lo para ler não irei com tantas espectativas.


Franci Nascimento 10/02/2018minha estante
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Patricia 11/02/2018minha estante
Isso mesmo Franci! :)


Sybil 21/05/2018minha estante
Foi a resenha mais completa e precisa que já li. De verdade. E isso é muito triste!




Lisi 18/01/2018

A Coroa da Vingança
O que dizer do fim dessa trilogia que mexeu tanto comigo. Quando li O Despertar do Príncipe fiquei muito envolvida, a história e os personagens me prenderam, impossível não se apaixonar e torcer por Amon e Lily.
Eu estava muito ansiosa pra esse terceiro livro, pra ver como tudo ia se desenrolar depois dos acontecimentos em O Coração da Esfinge.

Ahmose e a Lily desmemoriada estão no caminho para despertar Asten e Amon, e eu não via a hora que isso acontecesse para vê-los reunidos e pra Lily se lembrar de tudo, mas achei que demorou muito pra chegarem aos dois irmãos, tava muito enrolado e eu tava com muita saudade do meu Amon. Depois que eles se reúnem (e aí a história fica bem melhor) precisam se juntar aos deuses para derrotar Seth e a Devoradora. Houve muitas revelações e sacrifícios, teve muita informação e eu fiquei meio confusa em algumas partes. Wasret é uma robô odiosa.
Desnecessário o lance do Ahmose com a Lily, com a fada ainda tudo bem, mas com a Lily? Cadê a lealdade dele com o Amon? Afinal o Ahmose era muito comportado e preocupado com isso e nesse livro ele chuta o balde? Decepcionante essa parte.

O primeiro livro ainda é o melhor pra mim, é perfeito, porque depois que a Tia e a Ashleigh chegam fica muito confuso. Eu queria ver a Lily sem elas, porém confesso que chorei quando elas se foram.

Mas o que eu mais queria e torcia era para que os irmãos com suas amadas tivessem seu final feliz, principalmente o Amon e a Lily (queria ter visto mais cenas deles juntos poxa) e fiquei aliviada com o desfecho deles, apesar que podia se estender um pouco mais, ou bem mais na verdade, foi muito rápido aquele final. :(

Me apeguei muito a Amon, a Lily e aos outros personagens, eles estão no meu coração, já estou com saudades e queria maaais, sério.

"Eles podem precisar de vocês três, mas eu só preciso de você. Você é tudo o que eu quero. Tudo em que eu penso. Se o Cosmo me fizesse uma companheira perfeita, com quem eu pudesse compartilhar a vida, seria você.”
Ketery 19/01/2018minha estante
esse livro é maravilhoso, um turbilhão de emoção,só queria q no final tivesse o encontro de cada um com suas amadas.


Lisi 23/01/2018minha estante
Ketery, mas meio que teve, não?





Gabi Piva 26/07/2020

A coroa da vingança- Colleen Houck
A coroa da vingança é o terceiro livro da trilogia Deuses do Egito, escrito por Colleen Houck, autora dos ilustres livros de A maldição do tigre, e publicado aqui no Brasil pela editora Arqueiro.

Lily, após perder todas suas lembranças sobre o mundo místico egípcio, junto com Tia, Ashleigh e os Filhos do Egito, deve deter o terrível deus do caos, Seth, que está decidido a destruir os deuses e o mundo.

Com um desfecho surpreendente e eletrizante, Colleen Houck encerra a trilogia que tanto me cativou.
Comprei esse livro assim que foi lançado, porém confesso que demorei uns 2 anos para lê-lo. Não estava preparada para me despedir de Lily e dos Filhos do Egito. O primeiro livro da trilogia (na minha opinião, o melhor) me enfeitiçou, me via cada vez mais interessada nessa história tão elaborada e com elementos místicos egípcios. Esse último livro foi uma despedida um tanto triste deste mundo que tanto adoro.

Sempre gostei da escrita da autora, e não me decepcionei neste livro. No começo, a leitura estava um pouco pacata, mas logo fluiu. Os personagens sempre muito caracterizados e realistas nos fazem apaixonarmos por eles. O conteúdo mitológico é muito presente e bem desenvolvido.

Minha única reclamação em relação ao livro é a história em si. Assim como na outra coleção da autora, A maldição do tigre, um dos personagens principais perdem a memória. Vi, neste livro, uma releitura da mesma história, o famoso triângulo amoroso (que nesse caso é um ?quadrado? amoroso) tão típico de Colleen e um dos personagens principais tendo sua memória perdida.
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Tati Passarelli 25/12/2019minha estante
Oi Thamires ... compartilho dos seus sentimentos, decepção total ... eu ameiiiiiii o primeiro livro de todo meu coração com toda a rica viagem pela cultura egípcia , a sequência foi desastrosa para mim ... me arrastei para finalizar , foi uma leitura sofrida e a cada novo monstro extremamente fantasioso me sentia cada vez mais desestimulada a continuar, Ash e Tia são um pé no saco... nem preciso comentar ... enfim uma pena




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Iza 07/03/2019minha estante
[SPOILER] Eu gostei desse livro, mas não tanto quanto o primeiro. Achei super forçado a avó de Lily aceitar aquilo tudo logo de cara. Uma coisa que me incomodou muito foi a melação toda que teve entre os Filhos do Egito e a Lily. Particularmente, mesmo Lily abrigando duas mulheres, não me desceu.
Sobre o final da avó e do Hassan, eu também fiquei MUITO wtf. E sobre a luta final? Achei que o Seth seria um oponente à altura, mas aconteceu o que aconteceu. Foi uma luta xoxa, com um desfecho de luta mais sem graça ainda, me fazendo pensar que aquilo tudo poderia ter sido evitado por Wasret, já que ela é praticamente invencível.




Bia 27/05/2020

Eletrizante ou triste?
Confesso que desde Cidade das Cinzas, eu não lia nenhum livro que me prendesse do começo ao fim, ao ponto de ler o mesmo em 24 horas!
Sem sombra de duvidas, foi uma das conclusões mais eletrizantes que eu já li. Você passa o livro todo tenso, para no final chorar como um bebê (se você for chorão óbvio) agradecendo a essa brilhante autora por mais um livro maravilhoso!
Indico de olhos fechados pois é realmente maravilhoso!
Thati 27/05/2020minha estante
Adoro essa autora, talvez você goste também da Maldição do tigre.


Bia 27/05/2020minha estante
Estou terminando o segundo agora, e estou adorando ?




Bia 18/05/2020

Resenha - A Coroa Da Vingança

Eu estava protelando para pegar esse livro. Socorro.
Gente, eu sangrei durante essa leitura. Esse livro sugou minha vida! Já perdi as contas de quantas vezes pedi socorro durante a leitura. Perdi as contas de quantas vezes quis jogar esse livro no fogo. Se preparem porque eu vou xingar muito nessa resenha, porque eu estou emputecida por ter gastado meu tempo lendo essa coisa. Mas como sou orgulhosa e tenho esse toque de começou uma série então preciso terminá-la nem que seja a base do ódio, eu precisava concluir a trilogia... Mesmo sofrendo com a leitura. Eu não tenho nada de bom para dizer sobre esse livro, então não esperem encontrar flores aqui, pois só tem espinhos bem afiados kkkk. E quem é fã dessa trilogia, vai me odiar, mas eu recomendo não ler para quem não aceita criticas de suas séries favoritas.


Lily perdeu suas memórias. Por quê? Ninguém sabe. Ela acordou um dia e já não se recordava de sua aventura no Egito, ou mesmo sobre os Filhos Do Egito. Ela acordou com as lembranças de ser uma menina normal prestes a escolher uma faculdade.
Mas duas vozes em sua cabeça a chamam e Lily descobre no que esteve envolvida nos últimos meses. Tia e Ashleigh são as vozes na cabeça de Lily, duas criaturas que dividem o corpo e a mente de Lily. Quando Lily percebe que precisa fazer algo grande para salvar o mundo, mesmo sem as suas memórias, ela decide seguir uma jornada até o Cosmo e libertar os Filhos Do Egito, derrotar Seth que está se libertando de sua prisão e salvar não apenas o mundo, mas os Deuses.
Porém sua jornada não será fácil, pois aos poucos Lily irá perceber que para usar os poderes que tem em momentos de luta, ela terá que ceder toda a sua alma e corpo para um novo ser dentro de si, uma quarta pessoa. Mas se ela se entregar para essa quarta pessoa, Lily, Tia e Ashleigh deixaram de existir.


Lily é uma personagem bem sem sal e muito ridícula. Nossa, eu tenho muita coisa para falar dela, e nenhuma é coisa boa. É a típica personagem “donzela em perigo”, ou aquela personagem onde todos os homens a querem, todos a amam. Além do fato de tudo, absolutamente tudo, girar em torno dela. Esses dias fiz uma resenha falando a mesma coisa, a mesma situação, e se não me engano foi do livro Traída (House Of Night), onde qualquer coisinha tinha um holofote sobre a protagonista, fazendo assim não ter papel para outros personagens. É como se eles estivessem ali para serem enfeites, suportes para a personagem, ou um cenário. Lily é uma garota confusa, ela tem como desculpa o fato de ter duas outras pessoas em sua mente e os sentimentos delas misturado com os de Lily a deixam confusa pensando que ela gosta de uma pessoa quando na verdade os verdadeiros sentimentos de Lily se direcionam para outro cara. É uma embolação que a autora faz desnecessária, isso tudo para criar caso, criar uma conexão da personagem com os outros três caras. Eu poderia comparar ela com Kelsey assim como fiz nas outras duas resenhas? Poderia. Mas não vou fazer isso, porque a Lily se provou mais retardada do que a Kelsey.
Houve um momento do livro, onde os deuses começam a revelar todo um plano oculto a Lily, que ficou tão, tão, mas tão parecido com Harry Potter. Gente, esse momento foi quase uma cópia! Não vou dar detalhes, pois como se trata de um plano oculto desde o primeiro livro, temos varias revelações e descobertas aqui, então qualquer coisa que eu diga sobre esse momento é um spoiler. O que eu posso dizer é que ficou extremamente parecido com as questões das Horcruxes do Harry Potter.

Amon foi o personagem que menos apareceu nos últimos dois livros. Ele só foi o principal no primeiro livro, depois a partir do segundo livro ele só ficou de escanteio, sempre desaparecido. E aqui foi a mesma coisa. No segundo volume ele fugiu e não teve quase nada dele no livro, consigo contar em uma mão quantas vezes ele apareceu no livro. Nesse terceiro volume foi a mesma coisa, a diferença é que ele não fugiu de nada, só foi escondido de Seth e, portanto ficou longe. Ele e Asten só aparecem lá pro meio do livro.

Asten foi o mais quietinho desse livro, mal teve fala o coitado. Na metade do tempo ele só estava lá como um figurante, na outra metade ele nem estava lá.
Teve uma coisa engraçada que eu queria dizer pra vocês, mas não consigo sem spoiler. Por tanto não vou dizer totalmente, mas vou tentar me expressar com claresa sem spoiler, só espero que vocês consigam entender kk.

Teve uma cena logo no final do livro, provavelmente faltando umas trinta páginas para terminar o livro, acontece algo com Asten. Okay, depois que todo o drama passa... Foi muito engraçado isso, mas depois que tudo passou foi como se não tivesse acontecido. Teve uma doideira dramática, mas quando terminou e as coisas voltaram ao normal de antes, não houve nenhuma comemoração nem nada... Cara, eu não sei como explicar sem dar spoiler, mas não teve emoção depois do que aconteceu. Não teve abraço, depois de terem chorado horrores, não teve um reencontro depois de ter ido embora... Foi seco. Foi um nada, porque nada aconteceu depois de acertar o que aconteceu. Ele simplesmente não estava lá, depois ele estava, mas ninguém se quer dirigiu uma palavra a ele, ao que aconteceu. Está confuso? Com certeza, eu imagino que sim kkk, mas não tenho como explicar sem dizer exatamente do que eu estou falando. Eu só queria deixar esse comentário aqui, pois essa parte do livro foi ridícula. Quem leu o livro deve saber do que estou falando.

Ahmose o mais sem sal de todos! Ele é muito sério, é muito meloso (os três na verdade são né, mas Ahmmose passa do limite). Ele é um cara muito carente, é bem perceptível isso, e tenta alcançar alguém que não pode, mas claro que a autora que comanda o curso dessa história permite que o impossível seja possível, porque claro que a autora quer por nossa querida protagonista como o centro de tudo, e não podia deixar de por um terceiro homem aos seus pés e dizer que é super normal isso.

Tia e Ashleigh já são as personagens que menos gostei. EU estava em duvida quanto a Tia no segundo livro, mas depois ela até que me pareceu legal, mas ai aconteceu umas paradas (que não vou entrar em detalhes) que me deixou de mau humor com ela kk. Ela é uma leoa bem feroz mesmo, tem uma personalidade forte e é quase sempre quer partir pro ataque. Já Ashleigh é bem agitada e bem pra frente, é daquelas que fala o que pensa, porém é mais tranquila que Tia.

Dr. Hassan sumiu. Graças a Deus kkkk. Ele ficou para trás kk. O final dele foi hilário e totalmente sem noção. A autora quis fazer um final feliz para todo mundo e inventou permissões, lugares e posições onde não existia, onde não tinha nada a ver colocar Hassan no meio disso. Mas okay, ele é um personagem pra mim que é tanto faz. Não senti falta dele nesse livro e muito menos no segundo.

Eu olho para trás e só de pensar que eu amei (leiam bem, eu AMEI... Que surreal!) o primeiro livro eu fico chocada. Porque Colleen é uma autora que já comprovei durante todo o percurso de A Maldição Do Tigre que eu não gosto dela. Mas arrisquei e por curiosidade (já que nunca tinha lido uma história fantástica que envolva o Egito) comecei essa trilogia. Fiquei extremamente surpresa quando favoritei o primeiro livro. E ainda estou surpresa com isso, ainda mais agora que terminei a trilogia e vi que os dois últimos livros é uma enorme bosta, um enorme ridículo.

É uma pena que as cenas de ação desse livro são podres. Na verdade nem deveria está chamando de ação tudo o que aconteceu aqui, por que... Não foi ação... Não foi uma luta... Isso não foi uma batalha. Nesse livro em especial foi tão pobre as “lutas” que ela fez, foi tudo muito breve e sem mais detalhes. É uma pena, porque eu já confessei, em todas as resenhas de todos os livros que já fiz dela, que a autora sabe escrever uma cena de ação e aventura muito bem, ela realmente manda bem... Mas sempre estraga tudo metendo o romance no meio de tudo. Exemplo: Estamos no meio de uma luta e a personagem para pra admirar e descrever o físico do parceiro. Ou ela para pra refletir brevemente sobre seus sentimentos... Ai depois ela fica tipo: “balancei a cabeça para afastar o pensamento, pois precisava me concentrar na luta”. Tem cabimento isso? No meio da ação, no meio de uma fuga, no meio do perigo, no meio de uma quase morte, no meio da luta, a garota me para pra poder pensar no romance. É nisso que eu odeio muito na autora, porque é visível o potencial incrível que ela tem de criar histórias com uma base muito legal, com um tema muito legal, como foi com A Maldição Do Tigre e com Deuses Do Egito, só que ela enfeita o romance demais, em extremo exagero, e estraga tudo. Ela escreve uma cena de ação muito legal, mas ai estraga tudo colocando coisa que não tem nada a ver, não é hora para aquilo, até porque o livro todo tem romance e frases melosas em todas as páginas, será que para as cenas de ação ela não podia deixar isso um pouquinho de lado não?

Teve momentos do livro que eu quis realmente vomitar. Meu Deus era tanta frase melosa e ridícula! Era tanto mel, muito mel, em cada frase que chegou a me dar ânsia de vomito. Tudo, absolutamente tudo, no livro era romantizado em tal nível que meu estomago embrulhava. Cansava de revirar os olhos.

Outra coisa que sempre me incomodou nos livros da Colleen era as longas páginas de história. Um personagem sentava para contar uma história e levava uma vinda inteira pra contar. Se fosse uma ou duas vezes tudo bem, mas a questão é que a cada intervalinhos de páginas sempre tem uma longa história de alguma coisa (mesmo a mais insignificante) para se contar. Isso pesou muito a leitura. Com essa trilogia não foi diferente, o primeiro livro trouxe muito do Dr. Hassan contando histórias intermináveis. Fiquei feliz quando ele mal participou do segundo livro, pois significava menos histórias eternas, mas houve outros personagens que ocuparam o lugar dele para fazer isso… Nesse terceiro livro foi a mesma coisa. Dr. Hassan mal participa do livro, mas outros personagens ocupam seu lugar para contar histórias longas. Teve um momento do livro (no final do livro basicamente) que eu não sabia se ria do ridículo ou ficava emputecida, pois no meio de uma grande batalha, onde estavam todos quase morrendo, feridos e quase entregando os pontos, perdendo as tropas, etc., o deus Seth parou tudo para contar uma história... Gente! Não aguento com isso. É tão ridículo e desnecessário... Eu fiquei tipo: “… Que?! É Sério isso?!?!?!”. Foi do nada, tava todo mundo pronto pra atacar, mas ai ele começa a contar uma historinha.
Uma coisa que notei é que a autora distribuiu o foco dos três homens para cada livro. No primeiro livro o Amon foi o protagonista, o que mais apareceu, o que mais teve fala, em fim ele foi aquele que estava sempre lá desde as primeiras páginas do livro até a última. No segundo livro quem marcou presença constante ali foi o Asten, enquanto os outros dois irmãos estavam de escanteio, e depois só o Amon ficou de escanteio kkk. No terceiro livro quem mais ficou presente foi Ahmose enquanto os outros dois irmãos novamente estavam de escanteio.

A Coroa Da Vingança foi uma leitura bem lenta, bem arrastada, e me cansou demais do inicio ao fim, esse livro tirou minhas energias, sugou minha vida enquanto lia kkkk, pelo menos essa foi a sensação. Eu fiquei protelando para ler quando peguei o livro para ler e isso iria atrasar minhas leituras, minhas metas, então eu simplesmente sentei um dia e me dei uma bronca e passei a ler cem páginas por dia desse livro para acabar ele logo kk.
Eu comprei em pré-venda e já recebi o livro A Chama De Ember (que vai falar do cavaleiro sem cabeça), que graças a Deus é um livro único. Eu me pergunto por que sigo tentando dar chances atrás de chances para essa autora, já sabendo que não gosto dela, os livros dela são péssimos para mim... Mas aqui estou eu com A Chama De Ember me esperando na estante kkkk. Não sei quando vou ler, com certeza não será esse ano, não sei se será ano que vem, eu preciso de um longo intervalo dessa autora, porque já sofri demais com ela. Agora é me acalmar, tirar um tempo e tentar pegar o livro na paz kkk.


site: http://biiabrito.blogspot.com/
Dany 21/09/2020minha estante
Comecei a ler o primeiro agora, adoro ler as resenhas, elas me livram de decepções futuras.
Adorei a sua resenha, contou tudo o que precisava saber. Abandonei a Maldição do tigre, por conta dessas mudanças absurdas de par que a Collen faz. Ela deixa as suas protagonistas totalmente volúveis, muda as persolidases que não são convincentes.
Acho que vou desistir até da leitura desse primeiro livro!!


Bia 21/09/2020minha estante
Obrigada anjo, fico feliz que tenha gostado ?? O primeiro livro dessa trilogia eu cheguei a gostar e até a favoritar. Mas a partir do segundo eu detestei a leitura, fiz a resenha dos livros anteriores também.




Glauciene.Barros 31/03/2020

Foi um bom livro, mas não inesquecível
Faz um bom tempo que li esse livro, por isso não lembro bem os detalhes. Mas deve ser uma loucura na cabeça a pessoa ter três pensamentos de três pessoas diferentes na mente. E três relacionamentos diferentes com um mesmo corpo! Loucura!

Mas foi um livro normal e sem questões muito importantes para serem ressaltadas.
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miawnam 30/05/2020

Final
Adorei o final embora tenha ficado um pouco decepcionada com certos acontecimentos.
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Kelly 29/03/2018

Como estragar uma série
E
chegamos ao último volume da série Deuses do Egito, nesse momento apesar de ter conseguido resgatar Amon, Lily voltou para o mundo mortal sem lembranças! Nada do que houve depois de chegar ao museu é de seu conhecimento, e agora em meio à guerra, já que Seth se libertou com a ajuda da Devoradora, ela precisa se lembrar de quem é, afim de descobrir e aceitar seu poder e salvar o mundo.

Com o cosmo em colapso, somente Lily pode trazer os príncipes do Egito de volta, mas como chamar por uma pessoa que você não se lembra? Depois de conseguir despertar Ahmose, os dois partem para buscar os irmãos que foram escondidos por Maat na ilha dos perdidos. No meio de tanta confusão, apesar de ser uma múmia, Ahmose é o que Lily tem de mais normal no momento, e essa jornada pode acabar mudando o rumo das coisas.


Sentia uma combinação de vertigem e culpa por meus sentimentos por Ahmose.


Sem memórias e com duas hóspedes inesperadas, Lily terá que aprender a lidar com um mundo fantasioso e meio louco, e se já não batasse tudo isso, ainda precisará decidir se quer ou não salvar o cosmo, já que para isso será necessário permitir que Wasret, a Esfinge domine seu corpo, abrindo mão de sua identidade e da ama de suas mais novas amigas.

Tudo bem, no primeiro livro eu relevei e entendi a situação de Lily, duas almas femininas habitando o mesmo corpo e cada uma amando um homem não podia dar muito certo! Mas agora? Parece que Coho resolveu fazer Lily saborear todos os irmãos pra ninguém se sentir rejeitado e isso não me agradou!! Ahmose era o mais comportado dos irmãos, e por mais que Lily estivesse sem memória e conturbada, onde esta a lealdade dele para com Amon?

Agora temos 3 mulheres no corpo de Lily, já que a fada se uniu ao grupo, isso se você não contar com Wasret que aparentemente é uma entidade a parte no mesmo corpo, o começo do livro ficou bem confuso! Eu não sabia o porque Lily tinha perdido a memória e alem disso o medo estava a transformando numa chata de carteirinha.


Só porque não gosta das opções que se apresentam a você não significa que não tem nenhuma. Aceite isso, Lily.


Conforme a história vai se desenrolando as coisas vão se encaixando, assim consegui aceitar certas coisas, mas por mais que no final a autora tenha arrumado um jeito para concertar tudo e eu tenha ficado feliz pelos meus príncipes ainda sim não era o que eu esperava.

Ao meu ver, parece que a trama se perdeu no caminho, apesar da guerra com Seth existir, a guerra interna de Lily tomou conta de tudo, e cada vez parecia mais difícil as coisas se acertarem. Quando Amon retorna, eu acredito que finalmente as coisas vão se encaixar, mas lamento dizer que demorou, e apesar dele ter a explicação para a suposta perca de memória de Lily, nesse momento 50% do livro já tinha passado e eu já estava bem frustrada.

Depois de todo esse drama, as coisas finalmente começam a se acertar e voltarem a ter o foco na guerra, todos estão dispostos a salvar o cosmo, e até os deuses entraram nessa montando times para a batalha. Nesse momento o enredo volta a ficar firme e empolgante, e só aqui consegui enfim respirar e lembrar porque o primeiro volume era uma das minhas leituras preferidas de 2016.

Com uma capa luxosa e cheia de vida, A coroa da vingança encerra uma série que tinha tudo para ser perfeita, mas foi apenas boa. Se você gosta de fantasia, mitologia egípcia e não se importa em se apaixonar por várias múmias, vale a aventura.
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Sara 19/06/2020

Supriu minha curiosidade
Então, o livro tem muitas lutas. E diversos diálogos importantes. O final amarrou tudo! Eu até chorei porque foi meio dramático o capítulo final. Até troquei de irmão preferido no meio de tantas reviravoltas.
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Denise 13/02/2020

Um bom final.
Gosto muito das histórias contadas por essa autora, mas a parte romântica de suas histórias as vezes tem um protagonismo exagerado.
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Kika.Oliveira 23/04/2018

Poderia ter sido melhor
Olá meus amores!
.
Encerrar uma série/trilogia/dulogia que acompanhamos os lançamentos desde o início sempre deixa um sentimento misto não é!? Felicidade, por finalmente saber como vai encerrar. Tristeza e saudade por saber que não teremos mais histórias com os personagens que aprendemos a amar, e às vezes decepção por não termos todas as expectativas atendidas.
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No meu caso com A coroa da vingança foi bem assim.
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Colleen Houck finalizou a trilogia de uma forma que atendesse meus anseios em relação ao final de cada personagem e fechou a trama sem deixar pontas soltas. Depois do final da Saga A maldição do tigre eu fiquei com medo de como seria o final de cada um, mas dessa vez achei justo e fiquei satisfeita.
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Mas, e sempre tem um mas... a autora pecou no último livro com a nossa heroína Lily. Em mais da metade da leitura fiquei aborrecida e decepcionada com a personagem tão diferente dos livros anteriores.Foi difícil reconhecer aquela que me fez dizer inúmeras vezes nos livros anteriores: “Dessa vez a Colleen acertou”. Tenho minhas suspeitas do que motivou essa mudança temporária, mas ainda acho que não justifica e era possível um caminho diferente.
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Outro ponto que não agradou nesse último livro foi a questão do romance, a autora quis ousar, mas essa ousadia não ficou interessante, na verdade ficou cansativa, bagunçada e chata prejudicando a forma como eu enxergava alguns personagens. Talvez se ela desse mais foco na parte da fantasia e mitologia as falhas do romance teriam ficado mais discretas e incomodado menos.
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De uma forma geral, o livro foi bom, fiquei presa na trama e não consegui parar a leitura até que tivesse acabado e tudo fosse resolvido, mas perdi o entusiasmo em relação a autora por ver que alguns detalhes que me incomodam muito em uma leitura são parte do seu padrão de escrita. Irá levar um bom tempo até que eu considere que ela mereça uma nova chance.
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A avaliação para esse livro individualmente é de 3,8 estrelas e para a trilogia é de 4 estrelas.

site: https://www.instagram.com/p/Bh7aPhcnz1A/
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