O Homem de Giz

O Homem de Giz C.J. Tudor




Resenhas - O Homem de Giz


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Paula 12/04/2018

Nadou, nadou e morreu na praia.
Um thriller elogiado pela crítica especializada e comparado a grandes autores como Stephen King e Jo Nesbo? Oba, vamos lá, não tem como errar nisso. Só que tem, e muito.

A obra claramente tentou pegar carona em histórias recentemente hypadas na mídia como It - a coisa e Stranger Things, todo o clima de cidade pequena com mistérios e um grupo de crianças com seus próprios segredos. Nenhum problema até então, excelentes obras literárias surgem como uma tentativa de homenagem outros escritores. O lado negativo é quando você não consegue imprimir sua própria personalidade e ao invés de uma homenagem a história se torna uma colcha de retalhos, com elementos de vários lugares porém sem funcionar por si só.

O Homem de Giz tem muitas falhas, uma delas é o desenvolvimento dos personagens. Todos são absolutamente irritantes, e com exceção do protagonista são rasos e não escapam de velhos padrões do gênero. E mesmo o protagonista beirando a um bom desenvolvimento não chega lá, é clara a tentativa da autora de humanizar o personagem colocando falhas de caráter (e explicando a origem de cada uma delas) , só que não acontece uma identificação com o leitor, pois o que era pra ser sensível e real acaba simplesmente se tornando maçante.
Pior do que o desenvolvimento dos personagens foi o enredo em si, além do final completamente previsível, a autora desenvolve explicações abomináveis para justificar outros acontecimentos pequenos que vão ocorrendo ao longo da trama. Um conjunto de coincidências extraordinárias e sincronizadas mas que no final não tinham ligação entre si, só calharam de ocorrer todas na mesma cidade e na mesma época para que o leitor pensasse que tinha uma elaborada tramoia ocorrendo por trás de tudo. Um artifício tão pobre e indigno quanto o velho "dar um susto no leitor mas na verdade era só um sonho". Sério, esse tipo de coisa não cola mais, deixa a história pobre e tira completamente a credibilidade do livro. Sem falar alguns furos ENORMES que a C.J. Tudor nem mesmo se deu ao trabalho de tentar explicar, adivinha porquê? Já tinha muitas coincidências, muitos personagens soltos e desnecessários na trama, não tinha mais onde enfiar justificativa meia boca sem escancarar o quanto a história é pobre e cheia de furos.
E por falar em personagens soltos, somos apresentados a alguns tão descartáveis que até o momento eu não entendi muito bem o propósito deles na trama. Exemplo, a garota que faz parte do grupinho no começo do livro, quando parece que a autora vai começar a desenvolver e dar uma justificativa pra ela estar ali (além de ser filha do pastor, única garota do grupo e por quem o protagonista alimenta uma paixonite), ela é completamente descartada da obra e retorna anos depois com uma única função (mas que poderia perfeitamente ser desempenhada por outro personagem sem alterar ABSOLUTAMENTE NADA na história).

Dei 2 estrelas apenas pela escrita da autora mesmo, é limpa e fluída e consegue te prender em alguns momentos. Queria dizer que foi uma boa tentativa, mas C.J. Tudor ainda tem que comer muito arroz com feijão pra ao menos ser comparada com bons autores de thriller.
Jo 11/06/2018minha estante
Nem vou perder tempo. Sei como vc deve ter se sentido. Também já li alguns que a critica comparou a Stieg Larson, Jo Nesbo e Mankell. Me arrependi até o ultimo fio de cabelo. Vou passar um "apagador" no homem de giz, kk.


Kah Gessy (@naoeaterradonunca) 26/06/2018minha estante
Nossa, sua resenha expressa exatamente o que senti ao ler esse livro.
Sinto como se a autora tivesse se saído muito bem até metade do livro, depois foi só ladeira abaixo.
Ela poderia ter utilizado os vários ganchos que "jogara" sem motivo nenhum na historia, mas não , escolheu um final bem forçado e ruinzinho, bem nosense mesmo...Poderia ter ficado sem ler esse livro.


mariana.brandao 13/07/2018minha estante
Nossa...esse livro foi uma decepção....li alguns comentários muito bons, fiquei super empolgada pra ler.....bela meleca!!!!


larameneghel 31/07/2018minha estante
Resumiu EXATAMENTE meu sentimento ao terminar o livro!


Junior 31/08/2018minha estante
Quero aproveitar a promoção da BookFriday e este é um dos livros que eu coloquei no carrinho.
Mais uma vez o Skoob me livrou de uma decepção. Já vou voltar lá e dar uma ajustada na minha lista.


Anoca Freitas 04/09/2018minha estante
Concluí a leitura agora há pouco e é exatamente isso aí que você falou.
Confesso que não achei o fim assim tão previsível, mas essa sua colocação de que "acontecimentos pequenos" foram "coincidências extraordinárias e sincronizadas" traduz o meu sentimento em relação a esse livro.

No Twitter, comentei que demorei 90% do livro para entender aquilo a que ele se propôs, e a C.J. Tudor acabou achando que eu "não entendi o livro" (problema da tradução do tweet). interagimos um pouco por lá e ela foi muito respeitosa com a minha opinião. Ano que vem, dois novos livros serão lançados e estou disposta a lê-los.


Paula.Peixoto 20/09/2018minha estante
Nossa! E ele estava na minha lista (interminável) de "quero ler"! Mas, depois de ler suas considerações, acho que vou repensar essa aquisição!


Maria Ester 06/11/2018minha estante
Nadou, nadou e morreu na praia. tá louca


Rodd 13/11/2018minha estante
Eu ia escrever uma resenha, mas você felizmente me poupou do trabalho. Essa foi uma das leituras mais decepcionantes que eu já tive e certamente a pior desse ano. Ainda bem que a versão que comprei foi a digital e custou menos de R$ 7,00. Ficaria muito p. da vida se tivesse pagado caro por um livro que não entregou nada do que prometeu. Personagens mal desenvolvidos, acontecimentos que não levam a lugar nenhum, final previsível e absurdamente ruim. Só dei 2 estrelas porque teve um ou outro capítulo interessante. Caso contrário nem uma estrela eu daria.


Jailson 04/12/2018minha estante
Me senti igual. Começa bom e vai ficando ruim. Tantos acasos acontecendo ao mesmo tempo e a maioria sem uma função ou explicação legal. O desfecho do principal fato, o roubo da cabeça, decepcionou no nível máximo.


Mani 28/12/2018minha estante
Alguém poderia me explicar uma hipótese para o acidente com a elisa ter o mesmo ferimento que o Hoppo no final do livro? Eu tava pensando que a autora queria sugerir a mesma forma de tentativa de assassinato para os dois.


Valeria 08/01/2019minha estante
Engraçado, a história tem um monte de furos ate pq quase foi cópia de It, a Coisa. Por isso a presença da Nick, unica menina agredida pelo pai mas achei maçante o começo. Do meio para o final começou a ser mais instigante. Mas o final de tudo foi..... Comassim?


Bruno 12/07/2019minha estante
Eu terminei hj e, tipo, a garota do grupo Nicky para que a autora copiou a Beverly do It A Coisa: unica garota no grupo de meninos, ruiva, espancada pelo pai que desaprova que ela ande com meninos. Sei lá, esperava uma serie de mortes tanto no passado como no presente (achei que o homem de giz seria um serial killer, grande decepção a minha) sem falar no final que eu adivinhei faltando umas 40 paginas pra acabar, mas esperava que eu estivesse errado e que iria me surpreender no final. Decepcionante. Nem vou passar perto do novo livro da autora


Silvia AC/DC 16/07/2019minha estante
Que bom ter lido a sua resenha, eu ia comprar este livro!




spoiler visualizar
Paula 23/05/2018minha estante
Junção de modinha e booktube fazendo propaganda, o pessoal lê sem senso crítico algum. Raso, final mal contado e previsível...




Rafapharm 04/05/2018

Não cumpre o que promete...
Eu fui ler esse livro com tanta sede e acabei me decepcionando. A meu ver, a historia tinha TUDO pra dar certo, mas ela se perdeu e ficou dando voltas e voltas até chegar a um ponto em que as coisas ficam mto mirabolantes. Um exemplo disso é a revelação no final do livro: nada chocante, muito estranha até! Acho que a autora devia ter explorado maos alguns assassinatos ou sumiços de personagens importantes. Esperei por isso a leitura toooooooda e dei com os burros n'água!!!!! Enfim... não gostei do livro! Li até o fim só pq odeio abandonar um livro.
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Thiago 07/04/2018

Avassalador
O Homem de Giz entrou na minha lista de Melhores Livros de Suspense. Primeiro livro da autora C.J. Tudor, a narrativa é muito bem construída e devorei em uma semana. Confesso que quando vou ler um livro, o que me incomoda muitas vezes são as descrições inseridas nas histórias (O que impede meu avanço na leitura inúmeras vezes), mas no O Homem de Giz isso não acontece em momento algum. Tudo narrado toma uma forma real, o leitor entra na história de Eddie e dos seus amigos e passa a viver cada momento como parte da ação. Confesso que só fiquei tranquilo quando terminei a leitura, em inúmeras partes me vi em situações de clímax e isso fez com que eu não parasse de ir além sempre, para saber o que viria em seguida, a narrativa intercalando os anos de 1986 e 2016 foi maravilhosamente bem traçada. Ponto positivo também são as inúmeras referências feitas às músicas, séries e outros livros (O senhor das Moscas é citado e dá aquela sensação de "Preciso ler imediatamente!" - Gosto quando termino de ler já interessado em ler outra obra por referência). A trama me fez lembrar de It e também da série Stranger Things, sim, mas tudo é muito ágil e muito soturno, um quebra-cabeça onde cada peça que se encaixa traz um assombro e arrepio pela revelação que acompanha. E o final? A polêmica do "Não gostei do final, tudo ia bem e no fim estragou!" não existe! Você termina e diz "Pois, taí!". Recomendo!
Lívia Gusson 21/05/2018minha estante
Concordo, escrevi uma resenha quase na mesma linha, vi alguns comentários negativos, mas é opinião e tem que ser respeitada. Existem pontos sem explicação? Sim. Mas acredito que não tirou o brilho da escrita, talvez esses detalhes foram propostos para induzir ao leitor a imaginar quem era o culpado.




Thaina 21/06/2018

A prova que marketing é tudo
Fanfic dos livros do Stephen King... daquelas bem mais ou menos.
Final tedioso e personagens superficiais
Erika Neves.1 06/07/2018minha estante
Nossa, vc ressumiu de forma perfeita. A autora usou elementos de diversos livros diferentes de Stephen King e não desenvolveu nenhum. Uma fanfic mesmo.




Saulo 12/04/2018

Plágio
Lorena 15/04/2018minha estante
Ainda estou lendo, mas concordo. É muitas "coincidências" com It. Chega a ser descarada.


Dana Silva 25/04/2018minha estante
Não só com IT, Lorena, se vc ler O Corpo e As vezes eles voltam, q são outros dois contos do King, vai ver que a autora pegou pedaços de um, de outro e fez uma gororoba só. Meu deus eu to com tanta raiva desse livro.


@ale_raposo 06/05/2018minha estante
Nossa!Amei muito...mas rola mesmo a sensação de Déjà Vu!


Kah Gessy (@naoeaterradonunca) 26/06/2018minha estante
Totalmente.
Mistura de It com A hora do Lobisomem e muitos outros...


Carla @mademoisellebelikov 26/04/2019minha estante
to no final dele. Meu deus :(




Yuhri 23/01/2019

OH MY GOD!
C. J. Tudor consegue prender o leitor do início ao fim, alternado entre passado e presente. E dando no final um plot twist completamente plausível com a história.
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Letícia| @sereia_literaria 10/06/2018

Usou tantas referências mas não é funcionou por si só.
@sereia_literaria
?
» Resenha sem spoilers.
OBS» É apenas a minha opinião. ?
?
?» Em "O homem de giz", somos apresentados a duas narrações; O passado (1986), e no presente (2016), ambas narrativas apresentadas pelo ponto de vista do protagonista Ed Adams. ?
? ?» Através desse ponto de vista, iremos conhecer sua infância, marcada por crimes que Ed e seus amigos presenciaram quando crianças, onde eram acompanhados por misteriosos bonecos de giz. E também seu estado atual, que começa a sair do controle quando os mistérios mal resolvidos do passado voltam a tona e os assombram novamente. ?
?
?» Bom, acho que muitos de vocês, assim como eu, ouviram comentários e comparações dessa obra com Stranger Things (a série) e alguns livros do Stephen King, principalmente It - A coisa. Achei que esse tanto de referências incríveis não poderiam dar errado, mas o primeiro ponto negativo começa aí.
?
?
?» No livro, existem um grupo de amigos que tentam desvendar os mistérios, cercados por aquele clima sombrio em uma cidade pequena. Não vi problema até então, pois conheço diversas obras que surgiram a partir de uma tentativa de homenagear tal autor ou se inspirar em tal livro. Entretanto, o lado negativo ficou por conta do tanto de referências que a autora usou, mas que não soube desenvolver na sua própria história. Faltou personalidade e elementos únicos e originais no enredo, que acrescentariam MUITO! ?
?
?» Os personagens, com exceção do protagonista, foram rasos e sem nenhum desenvolvimento. Além disso, as justificativas por tais atos dos personagens foram muito mal explicadas, me fazendo duvidar e questionar de boa parte dos motivos das decisões que eles tomaram.
?
?
?» Não sei oque de fato aconteceu, eu estava amando, mas em certo ponto da história, nada mais fazia sentido e a autora começou a criar muitos acontecimentos, para no final, concluir de uma forma completamente sem nexo, onde todos os fatores ficaram dispersos e sem conexão alguma.
?
?
?» Gostei muito de ter lido, apesar dos fatores que expliquei. Ele é bom, viciante e cheio de mistérios, mas usou muitos elementos de outras obras que já conhecemos e acabou não funcionando por si só.
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Cah - @livrosdacahcensi 27/06/2019

“Nunca Suponha. Questione tudo. Sempre enxergue além do óbvio”.
Não vai rolar spoiler na resenha porque uma das partes que mais curti dessa leitura, foi o "desvendar" os mistérios e todas as conexões inesperadas que rolam! Uma dica já vai ser um quote do livro: “Nunca Suponha. Questione tudo. Sempre enxergue além do óbvio”.

Se você gosta de suspense com aquele ar de "Eita!", está aqui uma opção para você se apegar! O livro já começa descrevendo (com detalhes) uma cena um tanto quanto "fúnebre", e nas páginas que se seguem já vemos mais tragédias a caminho.

Eram só 5 crianças. Um grupinho de amigos com uma brincadeira simplória, nada vai dar errado neh!? Então... dá pra dar bem ruim quando eles entram em um cenário de cidade pacata, com mortes misteriosas e 30 anos se passam entre uns mistérios e outros. Certas coisas que deveriam ficar no passado sempre voltam para assombrar, e é ai que você embarca nesse suspense que te faz viajar entre 2016 e 1986 para desvendar marcas de giz, fantasmas do passado e outras "cositas" mais!

Rola aquela dúvida sobre alguns fatos serem ou não sobrenaturais e a autora abre bastante brechas para você quebrar a cabeça e ficar intrigado durante a história - o que ficou super legal pois todos os pontos são fechado no final - e você consegue perceber que desde o início ou em falas aparentemente singelas, pode estar uma reposta (fique ligado!).

Confesso que até as últimas páginas eu não desconfiei da pessoa certa! kkk

O QUE MAIS VOCÊ VAI ENCONTRAR:

- Personagens com personalidades bem distintas mas que em algum momento da trama chegam a um ponto em comum. Sem spoiler neh!?

- Abordagem de assuntos pesados e várias oportunidades de reflexão.

- Cenários, fatos e sensações bem detalhados.

- Passado e presente se entrelaçando.

- Leitura super fluida com letras de tamanho e espaçamento bem confortáveis.

Super Recomendo essa leitura! Amei e estou ansiosa para o próximo título da autora.
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Larissa.Simon 30/12/2018

Um dos livros que mais me decepcionou de todo meu histórico de leitura. Com um enredo interessante e história promissora, O Homem de Giz tinha tudo para ser um grande livro. Entretanto, na tentativa de criar um thriller digno de Stephen King, a autora acabou criando mais uma história genérica de final previsível. Não estou mentindo quando digo que na metade do livro eu já tinha a certeza de quem era o assassino. Uma pena. Muita propaganda para pouco conteúdo.
romulovo 31/12/2018minha estante
LKKKKKKKKKKKKKK




Thatha 20/07/2018

Ao meu ver, uma fanfic ruim sobre os livros do Stephen King
Nenhum personagem cativou, todos rasos, não consegui me importar com ninguém. Na maior parte das vezes tive a impressão que a autora não conseguia expressar muito bem os pensamentos e ações de meninos de 12 anos. O uso exaustivo de recursos vindos dos livros do Stephen King deixou a leitura chata pela falta de originalidade, foi copiado até o fato de haver esse grupo de jovens onde uma delas é ruiva, a única menina, bonita e que sofre abuso em casa. Tinha até o 'Henry Bowers' e amigos. Houve também o ato do personagem fazer comentários ácidos e sarcásticos para ele mesmo e menções de marcas de produtos que geralmente vejo nos livros do King, assim como pegar uma frase de efeito e dar a um dos personagens para repetir constantemente para ser sua marca registrada, que foi o caso do Gav Gordo.

A forma como ela descrevia a vestimenta de todos os personagens que apareciam tirou o dinamismo. Na verdade, a leitura foi cansativa, mesmo com as alterações entre anos, porque era sempre o mesmo tom e apresentava uma lentidão desnecessária com o protagonista fazendo várias ações simples e tendo diálogos inúteis que só serviam para encher linguiça.

O final não surpreendeu, foi um pouco previsível e a resolução sobre O Homem de Giz é super sem graça e deixou pontas soltas, que então pelo visto foram criadas só para tentar nos desviar de descobrir mais facilmente ainda quais eram os mistérios.
Naara Janeri | @Diariosdeleitora 05/08/2018minha estante
falou tudo o que pensei! hahahahha concordo com tudo


Alyne.Dischsen 10/06/2019minha estante
Concordo com a sua avaliação, me deixou decepcionada. Não li muitos livros do gênero mais consigo ver similaridades entre eles. A leitura no meio do livro foi massante... quase desisti, mas segui em frente, mas o final foi decepcionante... não consigo imaginar um menino de doze anos roubando uma cabeça... por mais que ele tivesse a doença de acumulador, a personalidade dele principalmente pelo inicio do livro no acidente não mostra essa frieza.




Henrie 16/05/2019

Versão chatinha de IT
Achei tudo bastante previsível e entediante.
Rodrigo.Lorenzi 29/05/2019minha estante
uma bosta, realmente




Eliseu.Santin 15/05/2019

Sempre costumo dizer que a leitura é uma viagem por palavras, umas cultas, outras nem tanto. Algumas levam-nos às lágrimas, muitas delas às gargalhadas, e as melhores nos deixam abismados, onde a simples contemplação daquele texto nos deixa assim, sem palavras! É este o efeito dos livros!

O homem de giz
De início achei que seria aquele suspense que me prenderia do início ao fim. A autora faz uma brincadeira com o tempo, narrando os fatos em 1986 e 2016 de forma que se entrelaçam dando mais suspense e curiosidade (era essa a intenção)
O narrador é convincente (apesar de manipulador). O tratamento dado ao Alzheimer também é realista e sensível. De resto, não consigo pensar em nenhuma qualidade desse livro.
Não parece haver nenhuma preocupação estética, não há beleza, não há estilo; o livro tenta te ?pegar? unicamente pelo suspense (infelizmente uma coisa comum nos best sellers atuais). Porém, peca mesmo nisso: as soluções dos mistérios são desconectadas entre si, possivelmente numa tentativa de não soarem simplistas ou numa forçação de barra anti-maniqueísta. Todo mundo é capaz de tudo nesse livro. Não convence.
O narrador/protagonista esconde informações essenciais sem um objetivo claro que não seja manter artificialmente o mistério, já que fornece detalhes irrelevantes sobre outras tantas coisas. Talvez a autora pudesse ter pendido mais para a questão da memória e confusões mentais do protagonista - em diversos momentos parece que dá o primeiro passo nessa direção, sem abraçá-la completamente.
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Carla @mademoisellebelikov 03/05/2019

O Homem de Giz - Perguntas Sem Respostas
O livro se passa em dois tempos: 1986 e 2016 e conta a história de um grupo de crianças que vive em uma pacata vizinhança, utilizando de desenhos de giz como um código de comunicação entre eles. As coisas começam a ficar estranhas quando um terrível assassinato e outros acontecimentos surgem, misturados a desenhos e outros fatos misteriosos. A presença de um novo professor na cidade, um corpo, traição e drama familiar são só alguns dos tópicos abordados. A história é rica em detalhes e suspense.

O livro em si é bom, devo dizer muito bom na verdade, porém achei que várias peças ficaram soltas, dando a impressão do autor ter se perdido, o que não é difícil. A menção de detalhes torna tudo muito real, e mesmo eu indicando sim a leitura, infelizmente não passou de três estrelas.

Não consigo de forma alguma simpatizar com o Ed. Suas manias, sua forma de lidar com as coisas o tornam um principal detestável. Existe isso? Sim, existe e ele é prova disso.
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Simone de Cássia 23/09/2018

Tive um certo receio em começar a ler porque vi algumas resenhas dizendo que era muito parecido com o IT do King. Como não sou nada chegada nesse lance de sobrenatural etc etc, já fiquei meio pé atrás. Mas, encarei e vi que de sobrenatural não tem nada. E se ele se parece com o IT não me importa, desde que tenha feito com que eu ficasse muito interessada em virar as páginas. Cumpriu o que prometeu. Gostei.
Claudia 23/09/2018minha estante
Ufa kkkkkkkk




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