A Forma da Água

A Forma da Água Guillermo del Toro
Daniel Kraus




Resenhas -


35 encontrados | exibindo 1 a 15
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priscila.wenzel 16/06/2018

Muito bom!

Lindo. Tocante. Simplesmente incrível.

Um romance que não fala só de amor, mas também sobre aceitação e coragem.

Elisa é apenas uma faxineira quando descobre um ser mítico, um deus Brânquia habitando o tanque de um laboratório onde ela realiza a limpeza.

Ao contrário do que deveria acontecer, Elisa não se sente assustada ou horrorizada com a criatura, pelo contrário. É lindo ver a forma como Elisa se identifica com a criatura mítica e é muito lindo ver a forma como os dois se aproximam através da música e linguagem de sinais. Ver o amor brotar entre eles é ainda mais encantador e devo dizer que na minha opinião o filme fez jus ao livro.

Não tem como não recomendar o livro e o filme. Amei
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Karla Lima - @seguelendo 15/06/2018

Esse livro já estava na minha lista de leitura e acabou passando na frente pois foi o livro sorteado para ser a leitura do mês de Maio do @amigosdaleituraoficial para o debate que ocorreu no dia 27/06.
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Esta foi a obra de Guillermo del Toro que deu origem ao premiado filme de mesmo nome (e que eu ainda não assisti justamente porque queria ler o livro primeiro, sou dessas). O livro nos apresenta a diversos personagens, mas a trama gira em torno de dois: Richard Strickland, um oficial do governo dos Estados Unidos enviado à Amazônia para capturar um ser mítico; e Elisa Esposito, uma das faxineiras do centro de pesquisas para onde este ser foi levado para ser estudado.
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Entre os dois, vemos uma espécie de guerra sendo travada em silêncio: para Richard, o homem-peixe é só objeto a ser dissecado, subjugado e exterminado; para Elisa, o ser é um amigo, cuja existência deve ser preservada.
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Em meio a trama principal, somos apresentados aos personagens secundários que, em vários momentos, seguram o ritmo da obra. Vemos uma mulher submissa se descobrir independente e realizada, vamos amigos leais sacrificarem tudo em nome do que acreditavam.
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Confesso que achei o começo um pouco lento. Li muito devagar mesmo, porém da metade para o final do livro - não sei se pela pressão de ter que terminá-lo a tempo para o debate - acabei lendo mais de 150 páginas em um dia.
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Durante todo o livro, intercalam-se os pontos de vista entre os personagens e isso em algumas partes é ótimo, em outras fica um pouco cansativo e acho que funcionou muito melhor no filme (quando assistir, tirarei a prova). No todo, temos uma história interessante, que é uma verdadeira mistura de conto de fadas, ficção científica e suspense, com leves pitadas de terror.
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Julia G 14/06/2018

A Forma da Água
Em outros momentos, já tive oportunidade de ler obras escritas por Guilhermo Del Toro e Daniel Kraus e, embora tenha gostado muito de todos os livros que li, A forma da água é, sem sombra de dúvidas, o livro mais fascinante entre eles. Permeada por elementos característico dos autores, a obra traz uma mistura de fantasia e realidade, mescla o possível e o mágico e trata de humanos e monstros de uma forma bastante inusitada.

"Ela sabe que já foi a coisa na água antes. Sempre foi a pessoa sem voz de quem os homens tiraram proveito sem jamais perguntar o que ela queria."

No início, o texto pode parecer despropositado e irrelevante. Há capítulos e mais capítulos que contam o cotidiano dos personagens, a rotina da protagonista Elisa, que é muda, dividida entre seu apartamento caindo aos pedaços e seu trabalho como faxineira da Occam e, de outro lado, a busca interminável e cada vez mais obsessiva de Strickland pelo deus brânquia na Amazônia, para onde ele foi com a missão de levar a criatura para os Estados Unidos. Entre eles, outros personagens, sempre em terceira pessoa, são ainda retratados, como Laine, esposa de Strickland, Hoffstetler, cientista da Occam, Zelda e Giles, amigos de Elisa. São cem páginas antes do verdadeiro encontro entre Elisa e a criatura, repletas de aprofundamentos sobre todos os personagens.

Ainda que essa construção possa parecer cansativa, na verdade não há nada no enredo que esteja ali sem algum motivo. O ritmo lento dado à história é proposital, e, depois que se acostuma, a história flui muito rapidamente, deixando a sensação de que se trata de uma poesia ou de uma dança cheia de luzes, tal qual um dos encontros entre Elisa e o ser, uma das cenas mais lindas do livro, aliás. Todos os personagens estão interligados e não se trata apenas de coincidências criadas artificialmente pelos autores; todos os encontros modificam os personagens de alguma forma e os levam a um resultado inevitável.

"Qual seria a sensação de sentir alguém? De repente, existir não apenas em seu mundo, mas no de outra pessoa também?"

Embora o que se destaque na sinopse seja o romance, na verdade o livro vai muito além disso. O envolvimento entre Elisa e a criatura é apenas o gatilho para toda uma trama que trata muito mais sobre dilemas pessoais, relacionamentos, traições, espionagem, críticas sociais, diferenças e preconceitos, do que sobre o romance em si. Acho até que o livro poderia narrar mais das visitas de Elisa à F1 para ilustrar, com mais detalhes, o sentimento que nascia entre os dois.

"O que aconteceu com ela? Elisa acredita saber a resposta, apesar da ironia sombria: o que aconteceu com ela foi o amor."

Ao aprofundar questões dos personagens - não apenas os principais, mas também os secundários - os autores conseguiram expandir o contexto do livro e levantar inúmeras reflexões sobre os mais diversos assuntos. Há, por exemplo, discussões sobre homossexualidade e a importância que se dá a possíveis julgamentos, ainda mais na década de 1960, momento em que se passa a história; sobre as discriminações em razão da cor da pele e as dificuldades que os negros enfrentam ao ter que provar o tempo todo sua honestidade e sua capacidade; sobre o papel da mulher como subordinada aos homens, seja no casamento, seja nas oportunidades de trabalho, entre outros assuntos. O mais interessante é que essas discussões estão subentendidas, já que os autores as incluíram dentre os diversos conflitos pessoais de cada um.

E não há apenas reflexões sobre problemas advindos das construções sociais, mas também aspectos mais pessoais. Há, por exemplo, cenas em que os personagens nitidamente deixam de fazer o que é certo, ou entram em conflito sobre fazer ou não, em razão de algum medo abstrato que os imobiliza. Ou, ainda, sobre a necessidade de falar e se comunicar, mas que nem sempre resultam na conexão com outras pessoas. No livro, quem se comunica de verdade, com a alma, são aqueles que não podem falar, enquanto outros personagens, como Strickland, falavam, mas tinham dificuldades de se expressar. E mais do que isso: o texto deixa sempre o questionamento sobre quem é, de fato, o monstro, e sobre a vontade irracional do ser humano de destruir tudo aquilo que não entende.

"Taxidermia criativa. Assim é a vida, Elisa. Coisas remendadas juntas, sem sentido, a partir das quais nós, em nossas mentes necessitadas, criamos mitos que nos agradam."

Guilhermo Del Toro e Daniel Kraus criaram um romance que perpassa a fantasia e mescla ainda outros gêneros, como suspense e aventura, e que consegue se aprofundar em questões sobre o ser humano como poucas obras literárias. Além disso, incluíram mensagens sutis e profundas sobre inúmeros assuntos, o que transformou o livro em uma obra rica e cheia de ensinamentos. Vale lembrar que o mais importante está nas entrelinhas, para quem consegue refletir sobre a leitura.

"Ela o abraça, ele a abraça, os dois se abraçam, e tudo é escuridão, tudo é luz, tudo é feio, tudo é lindo, tudo é dor, tudo é pesar, tudo é nunca, tudo é eterno."

A forma da água é um romance delicado e apaixonante, que envolve e traz importantes reflexões sobre a sociedade e sobre nós mesmos, e ainda nos presenteia com um final mágico e ilustrações belíssimas.

site: https://conjuntodaobra.blogspot.com/2018/06/a-forma-da-agua-guilhermo-del-toro.html
mandy 17/06/2018minha estante
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Lisandra.Vieira 31/05/2018

A forma do amor
R E S E N H A ?A FORMA DA ÁGUA

Que livro espetacular!

Terminei a leitura agora e ainda estou um pouco perplexa com a 'profundidade' dessa história!
É incrível acompanhar TODOS esses personagens.
A narrativa é muito gostosa e fácil, com grande riquesa de detalhes e com a visão de vários personagens centrais.
Elisa, nossa mocinha, é uma mulher muito determinada. Ela trabalha na Occam, um centro de pesquisas, e lá se depara com um ser inimaginável e fantástico. Imediatamente os dois criam uma espécie de elo, uma força invisível os une.
Elisa é muda, mas isso não a impede de se comunicar com a criatura espetacular que ela encontra aprisionada dentro da piscina escondida atrás da porta F1. Os dois conseguem se entender através de gestos, olhares, música... Diversas sensações atravessam a água e une esse casal peculiar.
Essa 'criatura', chamada de deus Brânquia, ou recurso (para diminuir ser valor extraordinário), foi capturada na Floresta Amazônica e está a mercê de militares americanos e cientistas... O homem que a capturou é Richard Strickland, um homem lunático e atormentado. O verdadeiro monstro na história.
Strickland é um personagem fenomenal, apesar de todas as atrocidades e caos que ele desencadeia, não tem como a gente ignorar a grandeza desse personagem... Um dos melhores e mais bem elaborados que eu já conheci.
Outras vozes que temos o prazer de ouvir na narrativa são as de Zelda D. Fuller - melhor amiga de Elisa, uma gota de diversão e com certeza uma personagem ímpar e muito valiosa. Laine, esposa do vilão - uma mulher que vive o próprio tormento e luta ao seu modo para sair ilesa com a família. Giles, vizinho e melhor amigo de Elisa - um homem especial. Ele é a âncora da mocinha, mas tbm é o barco que a leva até seu destino. 'Bob', o cientista que se permite ser humano acima de tudo.
O nosso deus de Guelras é um personagem muito bom também, mas apesar de ser o ponto central tem pouca voz na história. Alguns capítulos temos a visão dele, mas eu queria muito mais! O final é LINDO. Apesar de forte, não imagino outro desfecho melhor.
Apaixonada por tudo.
Quero muito assistir o filme. Agora mais que nunca!
Dou todas as estrelas do mar para esse livro!
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Eurafaprado 30/05/2018

Oitavo de 2018
A forma da Água.
Ainda não vi o filme indicado a 13 estatuetas do Oscar e ganhador de 4, incluindo de melhor filme, mas me apeguei as 352 duas páginas desse romance, Elisa, uma zeladora muda que se apaixona por uma criatura, mostrando que assim como para água, não há forma para o amor.
Um romance policial, não é bobinho, personagens complexos e bem escritos...
? Qual seria a sensação de se sentir alguém? De repente, existir não apenas em seu mundo, mas no de outra pessoa também?
? Pés são o que conectam as pessoas ao chão e, quando se é pobre, nenhum pedaço desse chão lhe pertence.
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PorEssasPáginas 15/05/2018

lisa Esposito é uma mulher jovem, muda, faxineira de um laboratório, que mora no andar de cima de um antigo cinema meio falido. Ela tenta ao máximo transformar este lugar em lar. Mas sua verdadeira paixão são sapatos (eu a entendo perfeitamente! rsrs). No trabalho ela tem sua amiga Zelda, que fez questão de aprender linguagem de sinais para conversar com a amiga, e em casa ela tem a amizade de Giles Gunderson.

No início temos capítulos separados nos mostrando o dia a dia de Elisa e a busca de Strickland, até o momento em que suas vidas se cruzam. E é neste momento que Elisa vê, pela primeira vez, aquela criatura extraordinária no tanque do laboratório. E resolve, a partir de então, fazer seu almoço escondidinha naquela sala e todos os dias ela leva ovos cozidos para dividir com o deus Brânquia. Eles passam a compartilhar estes momentos únicos.

Mas, logo ela descobre que o que Strickland pretende é dissecá-lo como uma cobaia. Strickland acredita que sua vida (uma confusão total em sua cabeça) vai voltar aos eixos assim que ele se livrar da criatura.

Elisa bola um plano e com a ajuda de seus amigos tenta salvar o deus Brânquia.

E para descobrir o que acontece, você vai ter que ler! hehe

As personagens são construídas de uma forma riquíssima que faz com que o leitor possa entender a fundo o psicológico de cada uma delas. Por meio de pequenas lembranças podemos ver todo o sofrimento da vida de Elisa, as decepções enfrentadas por Giles, as dificuldades da vida de Zelda e outros detalhes das vidas de outras personagens.

De certa forma, cada uma das personagens principais é “invisível” no mundo real e é isso que as conecta de forma mais profunda.

Mas minha construção de personagem favorita é a do vilão! O psicológico dele é apresentado de forma tão incrível que apesar de odiar a forma dele pensar, dá pra entender a loucura dele! Muito bem escrito!

Ainda não assisti o filme, mas o Oscar foi merecido! A obra mostra de uma forma linda, um amor construído sem palavras, amizades profundas e fiéis, compaixão pelos outros, respeito pelas diferenças! E um final que eu esperava, mas não sabia como poderia acontecer!

site: http://poressaspaginas.com/resenha-a-forma-da-agua
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spoiler visualizar
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Denise.Pereira 02/05/2018

Mergulhei nesse livro
O que você faria se encontrasse uma pessoa que te entende completamente? Que te vê, além das aparências? E se essa pessoa não fosse exatamente uma "pessoa"?
Nessa estória linda encontramos personagens lutando para evoluir, para sair do lugar comum e fazer a diferença no mundo em que habitam.
Temos emoção, violência, dor e vida tudo junto nesse belo conto de fadas.
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Rittes 01/05/2018

Não veja o livro ou não leia o filme...
Cometi a besteira de ver o fantástico filme de del Toro antes de ler este livro. Conclusão: custei muito para concluir a leitura. O livro nada mais é do que a quase literal transcrição do filme e não acrescenta nada, a meu ver, a este. O estilo telegráfico e seco, assim como a opção pelos monólogos interiores não ajuda a leitura a deslanchar. Prefira o filme e, se puder, não leia o livro. Tudo que era vantagem ou beleza no filme se perde num livro insosso e tedioso. Ponto para a bela edição e para a história em si, mas esse é um dos raros casos em que o filme dá de 100 a zero no livro.
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Carolina.Giometti 30/04/2018

No começo pensei que não consigueria terminar de ler mas me esforcei muito e valeu realmente a pena pois apartir da segunda parte eu fui me conectando a Elisa e ao deus Brânquia
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Ceginara 19/04/2018

Uma relação inesperada
Uma criatura aquática bizarra , deus Brânquia, é capturado por Strickland na Amazônia e levado para estudos em um centro de pesquisa militar em Baltimore. Lá ele é descoberto pela faxineira muda Elisa Esposito que vê nele singularidades que os conectam e um relacionamento surge dessa afinidade. Mas esse ser de quelras é um recurso com dias contados e, para evitar seu extermínio, ela planeja resgatá-lo do local com a ajuda de seus dois únicos amigos: Giles e Zelda. Uma história repleta de sentimentos diante de um encontro inesperado e que irá modificar para sempre a vida de todos os envolvidos.
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Jéssica - @cjessferreira 17/04/2018

Não existe forma para a água. Não existe forma para o amor.
Todas as vezes que eu parava para escrever uma resenha desse livro eu perdia as palavras. Não foi fácil traduzir tudo que ele me fez sentir, mas eu posso afirmar, mesmo em poucas linhas, que A forma da água transbordou pela força do amor.

"Ela o abraça, ele a abraça, os dois se abraçam, e tudo é escuridão, tudo é luz, tudo é feio, tudo é lindo, tudo é dor, tudo é pesar, tudo é nunca, tudo é eterno."

O livro de Guilhermo Del Toro e Daniel Kraus se passa nos anos 60, em Baltimore, nos EUA e conta a história de uma criatura mágica, o deus Brânquia, capturada e levada a um laboratório americano de extrema segurança para ser analisada. Lá, de forma inusitada, a criatura conhece Elisa, uma faxineira muda, e o envolvimento dos dois é tão genuíno que encanta, apaixona e seduz. Enquanto a criatura não vê "o que falta" em Elisa, enquanto a mudez não significa nada para ele, ela é a única que não o vê como um monstro, e sim como um ser encantador ser vivo.

"Muito tempo atrás, Elisa se permitia fantasiar sobre romances no ambiente de trabalho, sobre encontrar o homem que dançava pela escuridão de seus sonhos. Era o delírio de uma garotinha boba. É isto o que acontece quando se é uma servente, ou qualquer cargo do tipo: você passa despercebida, como um peixe embaixo d’água".

Imagine ser amado por quem você é,
Imagine ser visto como único no mundo,
Imagine ser grandioso para alguém independentemente de suas características físicas,
Imagine não ser definido pelo que te falta...

Elisa, devido a mudez e a posição social é vista como submissa. O deus Brânquia, por sua estranheza e pelas correntes que o prendem é tido como um monstro; e é a partir dessa união, cada um a sua maneira, que eles encontram seu lugar no mundo e descobrem a importância de se estar vivo, de ser algo, se sentir algo, de envolver-se, de lutar... de ser livre. Dois seres estranhos, à parte de uma sociedade que vive de aparências, status e poder; Elisa e o deus Brânquia rompem as barreiras daquilo que insistimos em denominar, rotular, encaixotar, formalizar... Não existe forma para a água. Não existe forma para o amor.

A Forma da Água é suave, poético, transformador, mágico e traz uma linda mensagem de amor, aceitação e respeito a si mesmo, aos outros e a tudo que é vivo.


site: www.instagram.com/cjessferreira
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Debora.Jose 16/04/2018

Perfeito
Um dos livros mais lindos que já li. Emocionante, comovente, reflexivo.
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Gabi 15/04/2018

Fantasia apaixonante
O livro é uma fantasia que se passa nos anos 60 e conta a história de Elisa, uma faxineira que se apaixona por uma criatura e faz de tudo pra salvá-lo da situação em que está.
A Elisa é uma mulher bem à frente do seu tempo, apesar de ser conformada com a vida que leva ela consegue se mostrar forte no momento ideal, fazendo a trama se desenvolver com perfeição. Os pensamentos da criatura são mostrados ao leitor em alguns momentos e ajudam muito a compreender o ponto de vista dele com relação ao que está acontecendo.
Conforme a relação de Elisa com o deus Branquia se desenvolve, acaba envolvendo outras pessoas na trama, como Giles e Zelda, que aparecem em momentos chaves da história. Conhecer a história dos dois é fascinante, são personagens secundários com gostinho de principais.
O grande vilão, Strickland, é asqueroso e cumpre seu papel de vilão com perfeição, me causando nojo em alguns momentos.
A história possui outros personagens importantes que sempre trazem alguma mensagem forte. Machismo, racismo, homofobia e a falta de inclusão com deficientes da fala são temas abordados na medida ideal, sem roubar a mensagem principal do livro.
Os personagens são tão fortes e a frente de seu tempo que em alguns (muitos) momentos não consegui imaginar a história se passando nos anos 60, e sim na atualidade.
A mensagem principal é: "Ame sem preconceitos", e foi passada com perfeição.
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Luuh 08/04/2018

Mais do que eu imaginava...
Que livro lindo...Estou impactada pela forma como foi escrita. Bem feita, suspense e romance na medida certa. Sem palavras suficientes pra falar como esse livro é perfeito! Li por recomendação, ja que tinha lançado recentemente, e valeu muito a pena! O final foi perfeito! Me surpreendi bastante. Primeira vez que leio desse autor e gostei bastante. Vai pra lista dos favoritos. Mal vejo a hora de ver o filme!
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