Um Reino de Sonhos

Um Reino de Sonhos Judith McNaught


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Resenhas - Um Reino de Sonhos


35 encontrados | exibindo 1 a 15
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Desi Lyra \@mixturaliteraria 15/01/2018

PRECISAMOS FALAR SOBRE A JUDITH.
Como eu ouvi falar dessa mulher, ouvi tanto que estou lendo dois livros dela ao mesmo tempo. Então eu comecei pelo Royce ( OUVI GRITINHOS???????? TD bem, eu tbm grito). E gente, que escrita é essa??????

O que muito me encantou foram as SURPRESAS. Todas nós, as loucas dos romances de época, querendo ou não sabemos mais ou menos como é uma história de época, o que esperar, qual caminho seguirá. MAS NÃO COM A JUDITH.

NÃO NÃO MEU BEM!

Você tá lá, lendo, e aí você pensa: é agora.

Aí a Judith ri na sua cara e PEGA A METRALHADORA

TRATRATRATRARRA TRATRATRATRARRA

E VOCÊ FICA: MAS COMO ASSIM MEU DEUS DO CÉU????

EU amoooooo quando isso acontece!

Sim, eu já li um milhão de livros de época, sim, eu sempre sinto o que vai acontecer e SIM, A JUDITH ME PEGOU DE SURPRESA!

Outra coisa que amei nesses livros, forão os personagens SECUNDÁRIOS! Eu sempre sou conquistada quando os secundários me cativam ( Tia Elinor e Arick ).

E pra fechar com chave de ouro: O FINAL!

Senhoras e senhores, QUE FINAL!

Nossos finais de época são sempre fotos, lindinhos, mas tem alguns finais, finais especiais, onde o autor acerta com vontade, E A JUDITH ACERTOU COM GOSTOSOOOOO!

Terminei o livro feliz, e preparada pra ler a série inteira, então eu RECOMENDO SIM!

Você já conhece a JUDITH? Não? Então faça um favor a si mesma e COMECE JÁ!!!!
Dak 15/01/2018minha estante
Dos Westmoreland, esse é o meu favorito!




cris.leal.12 22/08/2018

É fácil não se decepcionar com os livros, basta ler Judith McNaught!
No ano de 1497, o destemido guerreiro Royce Westmoreland, o conde de Claymore, também conhecido como o "Lobo Negro", foi enviado pelo rei da Inglaterra para invadir a Escócia. Na ocasião, o irmão de Royce, Stefan, sequestra Jennifer Merrick, a condessa de Rockbourn e sua irmã, Brenna Merrick, filhas de um poderoso lorde escocês. A intenção é usar as moças como moeda de troca na luta pelo poder. No entanto, a partir do momento que Royce e Jennifer se encontram, uma história divertida e maravilhosa começa a ser contada.

Lobo Negro é o inimigo mais odiado e mais temido da Escócia. Em tese, Jenny deveria ter medo dele, mas ela é valente, voluntariosa e o confronta. Tanta coragem, desperta a admiração do guerreiro. Por outro lado, Jenny constata que Royce é um combatente implacável, mas fora do campo de batalha, ele é um homem terno, honrado e justo. Apesar da guerra entre seus países, Royce e Jenny sentem-se atraídos um pelo o outro e acabam se apaixonando. A relação, entretanto, enfrentará problemas porque Jenny é muito leal ao pai e ao seu clã, e fica dividida entre honrá-los ou se deixar levar pelo que sente por Royce, o "inimigo". Esta situação mescla momentos de mal entendidos e conflitos com cenas românticas dignas dos mais profundos suspiros.

"Um Reino de Sonhos" é uma história muito bem escrita e lindamente romântica. A trama repleta de castelos medievais, donzelas e cavaleiros, torneios e armaduras, é capaz de empolgar, envolver e fascinar os apreciadores de um bom romance de época. Eu amei!

site: https://www.newsdacris.com.br/2018/08/resenha-um-reino-de-sonhos-de-judith.html
JANEREINANDO 24/08/2018minha estante
Amo??




Aione 09/04/2018

Um reino de sonhos é o livro de estreia de Judith McNaught. Originalmente publicado em 1989, o primeiro volume da trilogia Dinastia Westmoreland era inédito no Brasil e foi recentemente lançado pela Bertrand Brasil.

Jennifer e Brenna Merrick são sequestradas do convento onde vivem por Stefan, irmão de Royce Westmoreland, o temido Lobo Negro. Assim, não só o embate já existente entre Inglaterra e Escócia se torna mais intenso como também as vidas de Jennifer e Royce passam a se entrelaçar. Conforme nasce entre eles uma urgente atração, seus medos e anseios pouco a pouco se intensificam, fazendo com que ambos sejam colocados frente a difícil escolha de seguirem ou não seus corações.

Um reino de sonhos já se abre em um momento de tensão: a primeira cena do livro é o casamento entre Jennifer e Royce, situação com a qual nenhum dos dois demonstra estar satisfeito. Então, as lembranças de Jennifer nos levam para os momentos prévios ao matrimônio, sendo assim possível acompanharmos a trajetória que culminou com aquele instante inicial. Em terceira pessoa, Judith McNaught nos permite mergulhar pelos cenários ora escoceses ora ingleses, além das próprias emoções de cada um dos personagens, de maneira que a leitura segue envolvente desde as primeiras páginas, especialmente por já começarmos o livro curiosos pelo desenvolvimento da relação entre os protagonistas.

Se a escrita primorosa da autora foi suficiente para me encantar, os demais elementos da história fizeram de Um reino de sonhos uma leitura ainda mais cativante. Judith McNaught dá atenção aos embates políticos entre Escócia e Inglaterra, fazendo com que o contexto não seja apresentado de maneira superficial, além de desenvolver muito bem a personalidade de cada personagem. Suas inquietações e desejos também se tornam nossas emoções e, particularmente, amei a busca de Jennifer por aceitação familiar. Essa foi, inclusive, uma das temáticas do livro de que mais gostei.

Em relação ao romance, Um reino de sonhos não deixa nada a desejar. Comecei a leitura preocupada em como esse enlace se daria, já que o contato entre Royce e Jennifer se dá após um sequestro, mas pouco a pouco esse receio foi sendo deixado de lado. Ainda que muitas situações entre ambos façam sentido apenas dentro do momento histórico em que acontecem — estamos falando do final do século XV —, não demorei a me afeiçoar pela história dos protagonistas e a me ver torcendo por eles. Também, as passagens são escritas com um misto de intensidade e delicadeza, e as poucas cenas eróticas são carregadas de emoção. No resumo, o romantismo transborda das páginas e nos conquista por completo.

Em linhas gerais, Um reino de sonhos talvez não seja um livro tão rápido de se ler, tendo em vista que é bastante completo em termos de informações e detalhes, mas proporciona uma leitura deliciosamente rica e envolvente. Não é de surpreender, assim, que ele tenha colocado Judith McNaught como uma das escritoras mais populares dos EUA e a levado a publicar tantos outros títulos. Já não vejo a hora de ler os demais volumes da trilogia e poder retornar a esse universo que adorei conhecer. Vale lembrar que os livros trazem histórias de personagens diferentes e, portanto, podem ser lidos de maneira independente entre si. Whitney, Meu Amor será relançado ainda em 2018 e Até Você Chegar ainda não tem data certa de lançamento.
Lorena Louane 09/04/2018minha estante
amei a resenha. já coloquei esse na meta desse ano




Mih 03/10/2018

Emoções Intensas!

Tudo o que ela queria era um Reino dos Sonhos...💖💖

Essa é uma leitura realmente maravilhosa.
Jennifer é determinada, sonhadora, teimosa; uma jovem que no fundo somente quer ser aceita pelo seu clã, e que encara de frente seus inimigos.
Royce Westmoreland, o Lobo Negro é uma lenda, um guerreiro poderoso, temido por todos.
A ameaça de uma guerra iminente mudaria o destino de ambos.
Escolhas são feitas e acaba por entrelaçar suas histórias; eles são inimigos, mas conforme os conflitos entre os dois vão surgindo, uma ardente paixão também nasce e será impossível resistir.

Essa é uma história de sequestro, tramoias, planos de fuga, guerras, mentiras e traições... Mas também é uma história de sonhos, magia, descobertas, amor e perdão.
Esse é um livro único, com declarações de amor tão lindas, profundas e emocionantes.

Me apaixonei pelo mocinho, um Lobo que não é o vilão; honrado, leal e apaixonado.
Em contra partida em várias cenas, tive uma imensa vontade de dar uns tapas em Jennifer e sua teimosia 😁 Mas apesar de todas as dificuldades e personalidades difíceis, o casal amadureceu muito e foi uma jornada incrível. 💗
A prova de amor que ambos deram no final me deixou sem palavras. Foram cenas angustiantes demais, de partir o coração; mas foi uma declaração de amor sem necessidades de palavras. Foi lindo e perfeito.
Royce provou a Jennifer que a amava de uma forma que foi contra tudo o que se esperava dele; foi dolorosa demais, sofrida demais, linda demais... Um sacrifício do Lobo Negro por sua amada. E Jennifer se redimindo de suas escolhas estúpidas, se apresentando à seu amado despida de todo seu orgulho, somente com seu amor e admiração. Foi perfeito! Um final com emoções intensas.

Esse livro se tornou um dos meus favoritos.💕💕
Essa é uma leitura que deveria ser apreciada por todos. 😍
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-Estava... falando com Deus - respondeu - Tenho esse costume.
Assombrado, Royce perguntou: - De verdade? E o que ele te disse?
-Acredito que me disse: "De nada".
-Por quê? - perguntou ele sorrindo.
Jenny o olhou nos olhos e respondeu com solenidade: - Por você. 💖💖

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Além das Páginas 18/04/2018

Recebemos esse livro em parceria com o Grupo Editorial Record, mas de surpresa. Não havíamos solicitado esse, mas assim que chegou e vimos a sinopse e a capa maravilhosa, bateu a curiosidade. Sem contar que se trata de uma autora já muito conhecida, apesar de ser meu primeiro contato com ela.

Este é o primeiro volume da série Dinastia Westmoreland. Esse não é o tipo de leitura de minha primeira escolha, mas como eu disse, fiquei muito curiosa e tive uma grata surpresa ao me deparar com algo que eu sequer imaginava que conquistaria meu coração desde as primeiras páginas!

A ambientação da história é incrível e fácil de imaginar todo o cenário que possui personagens bem construídos, apesar de a história ser daquelas que chamamos de clichê, não deixa de ter seus encantos que vem desde a escrita da autora, à cenas que são descontraídas e em outros momentos recheadas de sentimentos e tensão que transbordam às páginas.

A história é ambientada no século XV onde iremos conhecer Royce e Jennifer, personagens tão diferentes e desses que jamais imaginamos que teriam qualquer tipo de envolvimento. Royce Westmoreland é "o Lobo Negro" e também duque de Claymore, um guerreiro temido e com uma reputação que dá arrepios. Ele é enviado pelo rei da Inglaterra para invadir a Escócia, e seu irmão acaba sequestrando duas jovens que moravam em uma abadia a algum tempo; apesar da reputação que o Lobo Negro trás consigo e de ser uma espécie de mito, ainda assim não intimida Jenni o suficiente para que ela não pense em formas de escapar de suas garras. Jenni não é a típica mocinha que se faz de coitada e super mimada, ela é obstinada, engenhosa e corajosa! Royce é um homem que chama atenção em muitos sentidos e óbvio que em dado momento ele e Jenni estariam envolvidos. Afinal ele não é exatamente o que ela esperava que fosse com toda a reputação que o precede! Mas ela é uma Merrick e seu sequestro foi para que pudesse ser usada como moeda de troca em meio a guerra que se estende e nada mais. Porém o destino sempre tem outras intenções!

Jenni e sua irmã Brenna, conhecida por sua beleza em todo o reino escocês, inventam inúmeras maneiras possíveis e impossíveis de escapar para que possam avisar ao pai que uma guerra está a caminho!
Jenni, em dado momento, tenta escapar levando o cavalo do Lobo Negro, o que o deixa puto da vida, mas ao mesmo tempo impressionado, já que ela se encontra em meio à diversos soldados treinados e ainda assim conseguiu tal proeza. Isso de certa forma fascina o Lobo Negro. Elas continuarão tentando e tentando se livrar desse asqueroso inglês. Muitas situações aconteceram que irão tanto afastar, quanto unir esses dois e cenas até mesmo engraçadas.. Outras nem tanto.

O que esperar de duas pessoas que são destinadas a ser inimigos naturais e mesmo assim acabam com seus destinos ligados e em dado momento se pegam apaixonados um pelo outro?Apesar de ter muitos momentos em que eles se odiaram também. Seria possível uma união entre Inglaterra e Escócia através de Jenni e Royce? A paixão que eles vivem é intensa, peculiar e fora dos padrões e falo isso, pois o período em que a história se passa, mulheres decentes tinham uma reputação a zelar e Jenni abre mão disso em dado momento por necessidade. E a primeira vez que ambos tem algo mais íntimo não é exatamente consensual, apesar de ser da maneira mais delicada possível.. Seria possível mesmo se apaixonar por alguém que deveria odiar?

Bom.. Não vou estender os detalhes da história na resenha, para que não perca a graça quando vocês forem ler. Mas posso dizer com total certeza que essa história é uma daquelas que apesar de não concordarmos com todos as situações que levaram os protagonistas a estarem juntos o amor vence, e nos pegamos torcendo por eles. A história, como eu disse antes, apesar de ter seus clichês, ainda assim consegue encantar e prender o leitor.

Recomendo e fiquei muito feliz com a leitura!
Beijos, Danni.

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Dri 26/06/2018

Com certeza esse não será o único livro da Judith que irei ler.
Royce Westmoreland, o temido "Lobo Negro", é enviado para uma invasão à Escócia. Seus planos mudam quando seu irmão sequestra Jennifer e Brenna Merrick, as filhas do importante lorde escocês e seu grande inimigo.
Royce e Jennifer acabam se aproximando, mesmo que Jennifer queira apenas fugir e ter a aceitação de seu clã e Royce anseie por uma mulher que o veja além das crenças locais que deram origem ao seu apelido de "Lobo Negro".
Após uma noite apaixonante, ambos ficam abalados e indecisos sobre o futuro. Seria esse amor capaz de fazê-los perder tudo que já batalharam para conquistar um dia?

Quando recebi o livro "Um Reino De Sonhos" fiquei encantada com a edição. Pesquisando um pouco mais sobre a história, descobri que a autora é muito conhecida e aclamada entre os fãs de romances históricos e minha curiosidade só aumentou.

A narrativa inicial apresenta uma situação instigante e leva o leitor ao início de tudo. Esse ritmo rápido me cativou e eu não conseguia parar de ler páginas atrás de página. No entanto, aproximadamente na metade do livro, a autora acabou perdendo o foco da história e muitos acontecimentos pareciam apenas enrolar e nada acrescentavam. O que me conquistou de volta foi o desfecho muito bem elaborado e encantador.

Os personagens criados por Judith MacNaught são intrigantes e possuem um passado muito bem construídos, proporcionando histórias envolventes. Adorei conhecer mais sobre o temido "Lobo Negro" e compreender a necessidade de aceitação de Jennifer.
A química entre o casal também foi muito bem explorada pela autora e, mesmo tendo alguns momentos questionáveis, me conquistou.

Desse modo, mesmo passando um pouco de raiva durante o desenvolvimento da história, recomendo o livro. Com certeza esse não será o único livro da Judith que irei ler.
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Talita 11/01/2019

Um pouco de amor em meio ao caos
Jenny espera seu pai á dois anos, ela quer voltar para casa, deixar a abadia, e voltar para sua antiga vida. Só que isso não vai ser possível já que o seu pai acha mais sensato ela ficar com as freiras, até que em um dia passeando pelos limites da propriedade um dos soldados do maior rival de seu pai sequestra não só a ela como a também sua irmã.
Royce Westemoreland está confuso e irritado, seu irmão Stefan acaba por trazer as filhas de seu inimigo e como se não bastasse, uma das filhas, Jenny, a que não é a mais bela, mas sim impetuosa, fria e calculista, acaba por confundir seu senso de direção. O que não é um bom sinal já que ele necessita de atenção total aos seus próximos passos para que nenhum dos seus soldados morra.
Mas como nem tudo é o que esperamos, Jenny e Royce se veem cada vez mais próximos um do outro, rindo um do outro, beijos escondidos, olhares trocados, sorrisos sinceros. Ou seja, atos que naquele tempo em que só existia guerras, traições, duelos, escolhas mortais, já era alguma coisa que beirava quase a esperança, já que Jenny só obtinha o amor de sua irmã, já que seu pai o escocês Conde de Merrick não prestava atenção a nada que não fosse guerra.
Os dois então tomam decisões que podem colocar tudo a perder, e o relacionamento deles não é lá essas coisas, já que um não pode confiar no outro para traçar planos. E quando menos imaginam se veem noivos por um acordo de paz entre o rei Henrique e o rei Jacob, mas não acaba aí, porque o pai de Jenny não aceita isso muito bem, e Royce supõe que sua mulher sabe mais do que fala.
O desfecho ? Excelente. A moral ? Sempre confie em seu coração. O tema ? Uma guerra entre escoceses e ingleses que está na história que todos conhecemos. Acaba aí ? É claro que não até porque, como o titulo mesmo diz, é um reino de sonhos, e isso foi só o começo.

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Cris 18/08/2018

O reino de sonhos não é perfeito. Ou é, sim por ser aquilo que a gente precisa.
Foi uma experiência bem diferente ler um livro da Judith McNaught. Parece uma novela das 8. Acontece tanta coisa! Mas a parte histórica é inegavelmente bem feita! Muito legal mesmo. A história se passa pelos anos 1490, entre Escócia e Inglaterra em acampamentos de soldados, nada de bailes e festas pomposas. Traz várias questões da época que colocamos em xeque hoje em dia.
A Jenny me irritou em várias partes, mas mostrou muita doçura em outras. Mas passa a sensação de quem está tentando entender as coisas, tem pouca experiência e é muito impulsiva. Royce é um personagem bem construído. O Lobo é bem humano, erros, acertos.
Mas os outros livros ser passam em outras eras, então nada de continuação dessa galera.
O final... achei um tanto corrido.
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mylena.suarez 18/04/2018

“ Afinal ,não é todo dia que uma mulher recebe um reino de sonhos.”


Jennifer e Brenna foram isoladas num convento pelo pai delas depois que Jennifer aprontou mais uma das suas acendendo a ira do pai. Jennifer é do tipo teimosa, determinada e corajosa que sofreu muitas injustiças na infância e luta para ser aceita e reconhecida por seu clã enquanto a doce Brenna é mais reservada, ponderada e medrosa. Verdadeiros contrastes e verdadeiras amigas unidas por laços extremamente fortes. Ao serem raptadas pelo irmão do lendário Lobo, ambas irão viver muitas aventuras para tentar se livrar das garras de seus raptores.
Royce Westmoreland é o temido cavaleiro do rei da Inglaterra e conquistou seu título de Duque de Claymore graças a diversas façanhas nos campos de batalha. Ao encontrar a desaforada Jennifer, ele se depara com sentimentos que nunca sentiu antes e que acabam o deixando vulnerável.
“ Tinha o cabelo negro, e sua capa preta balançava nas costas, agitada misteriosamente pelo vento, como se tivesse vida própria....Uma olhada para ele, e Jenny soube que ele era capaz de cometer todo ato vil do qual era acusado.”
Com uma escrita impecável, ótima ambientação e uma trama recheada de intriga, traições e muito romance, Judith McNaught constrói uma história maravilhosa com aventuras hilárias e muitas emoções.
Gente !!! Acho que nunca senti tantas emoções conflituosas ao ler um livro, vocês nem fazem ideia de tudo que essa história me causou.
Primeiro, Nostalgia pois passei boa parte de minha infância e juventude vendo filmes ambientado na idade média, fosse de piratas, fosse de cavaleiros e donzelas em perigo, lembro com um sorriso no rosto como essas tramas me fascinavam.
Segundo, Irritação pois, digo a você, o sangue sobe a cabeça toda vez que percebo injustiças. Terceiro, muita Raiva, muita mesmo, pois a mocinha era tão cega mas tão cega que até o ultimo capítulo ela ainda não conseguia perceber a real intenção de quem estava a sua volta além disso, o protagonista sempre achava que podia curar tudo com sexo...emoji de olhos virados para ele e para ela nesses momentos... Arf Triplo.
Quarto, falando em sexo, muito Tesão...Oh, Senhor....Que cavaleiro maravilhoso e ao mesmo tempo rude que é Royce, todo másculo, cheio de pegada, todo grande, todo poderoso e ao mesmo tempo dedicado, gentil e extremamente leal .
Quinto, em vários momentos os cenários descritos levavam a um clima tão romântico que me via suspirando sem parar.
Com um final apoteótico digno dos meus filmes da idade média, eu literalmente pulei da cama e tasquei o livro longe tamanha minha torcida pelo perigoso Lobo e para que tudo que eu queria acontecesse. Oh, Delícia! Ainda estou torcendo por um livro para Arik, bravo e carrancudo escudeiro de Royce e onde a divertida tia Ellinor e o casal possam aparecer de novo pois pesquisei e não achei entre os já publicados no Estados Unidos.
4/5 estrelas.
Beijos,Myl


site: http://www.minhavelhaestante.com.br/
Sarah Miranda 14/06/2018minha estante
Concordo totalmente com o quarto e o quinto tópico kkkk


mylena.suarez 15/06/2018minha estante
bom demais,ne? hehehehe




Malu | @dicas_de_malu 23/05/2018

Vou confessar para vocês que esse livro me deixou com uma mistura de sentimentos que tornam difícil falar para vocês o que achei da leitura, mas acredito que ao longo da resenha vocês irão me entender melhor. Algumas coisas me incomodaram bastante durante o livro, porém, eu ainda fui envolvida pela trama e terminei com uma sensação gostosa. Sei que isso parece contraditório, mas vou explicar.

Começando pelos personagens, eu gostei muito de ambos os protagonistas. Eu admirei a força e a perspicácia da Jennifer desde o início, bem como a sua determinação nas situações adversas. Ela não é aquele tipo de personagem que simplesmente aceita seu destino e abre mão de seus sonhos sem lutar. Porém, como diz o ditado que “tudo que é demais passa”, quando a determinação dela chegou no ponto da teimosia e da irresponsabilidade, fiquei bastante incomodada. Inclusive, teve um momento específico que tive vontade de entrar no livro e esganá-la pelas consequências que suas atitudes tiveram em um inocente.

Já o Royce é um mocinho que eu amei quase na mesma proporção que odiei. Por um lado, ele é um guerreiro que inspira admiração por sua habilidade e pela lealdade que tem com seus companheiros. É um homem que, apesar de sua fama de terrível, sabe ser justo e generoso. No entanto, ele tem um temperamento forte e mandão que me incomodou demais. Apesar de estar de acordo com o padrão da época, me irritou a forma como ele tratou Jennifer algumas vezes. Como eu já disse, ela sabe ser irritante em alguns momentos e teve uma cena específica que ela ultrapassou todos os limites, mas ainda assim não justifica o jeito autoritário dele.

A trama foi bem desenvolvida pela autora e gostei de como ela ambientou a história. Ela conseguiu explicar o contexto histórico de maneira natural na trama e nós realmente nos sentimos transportados para a Escócia e a Inglaterra do século XV. Até mesmo as diferenças e as hostilidades existentes entre os dois países (que muitas pessoas cometem o erro de considerarem similares) foram bem explicados pela autora. O único ponto que deixou um pouco a desejar, foi o final um tanto acelerado. No entanto, apesar de sentir que poderia ter sido construído com mais detalhes e menos pressa, o desfecho ainda consegue amarrar tudo sem deixar pontas soltas.

De toda forma, posso dizer que Um reino de sonhos foi uma leitura agradável e que, apesar de demorar um pouco, acabou conseguindo me conquistar. Os dois protagonistas estão longe de serem perfeitos, mas, apesar dos muitos tropeços, conseguimos acreditar nos sentimentos que surgem entre eles, porque não é um romance que acontece de uma hora para outra. Com uma ambientação história interessante, bons diálogos e uma escrita envolvente, Judith McNaught escreveu um romance capaz de fazer o leitor viajar no tempo e se encantar com a leitura. Para quem ama romances históricos com uma boa dose de aventuras, conspirações e batalhas, é uma ótima indicação.

A resenha completa pode ser conferida no blog

site: http://www.dicasdemalu.com.br/2018/05/resenha-um-reino-de-sonhos.html
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Minha Velha Estante 10/05/2018

Resenha da Mylena Suarez
“ Afinal, não é todo dia que uma mulher recebe um reino de sonhos.”

Jennifer e Brenna foram isoladas num convento pelo pai delas depois que Jennifer aprontou mais uma das suas, acendendo a ira do mesmo. Jennifer é do tipo teimosa, determinada e corajosa que sofreu muitas injustiças na infância e luta para ser aceita e reconhecida por seu clã. Enquanto a doce Brenna é mais reservada, ponderada e medrosa. Verdadeiros contrastes e verdadeiras amigas unidas por laços extremamente fortes. Ao serem raptadas pelo irmão do lendário Lobo, ambas irão viver muitas aventuras para tentar se livrar das garras de seus raptores.

Royce Westmoreland é o temido cavaleiro do rei da Inglaterra e conquistou seu título de Duque de Claymore graças a diversas façanhas nos campos de batalha. Ao encontrar a desaforada Jennifer, ele se depara com sentimentos que nunca sentiu antes e que acabam por deixá-lo vulnerável.

“ Tinha o cabelo negro, e sua capa preta balançava nas costas, agitada misteriosamente pelo vento, como se tivesse vida própria... Uma olhada para ele, e Jenny soube que ele era capaz de cometer todo ato vil do qual era acusado.”
Com uma escrita impecável, ótima ambientação e uma trama recheada de intriga, traições e muito romance, Judith McNaught constrói uma história maravilhosa, com aventuras hilárias e muitas emoções.

Gente!!! Acho que nunca senti tantas emoções conflituosas ao ler um livro, vocês nem fazem ideia de tudo que essa história me causou.

Primeiro: nostalgia, pois passei boa parte de minha infância e juventude vendo filmes ambientados na idade média, fosse de piratas, fosse de cavaleiros e donzelas em perigo, lembro com um sorriso no rosto como essas tramas me fascinavam.

Segundo: irritação, pois, digo a você, o sangue sobe a cabeça toda vez que percebo injustiças.

Terceiro: muita raiva, muita mesmo, pois a mocinha era tão cega, mas tão cega que, até o ultimo capítulo, ela ainda não conseguia perceber a real intenção de quem estava a sua volta. Além disso, o protagonista sempre achava que podia curar tudo com sexo... emoji de olhos virados para ele e para ela nesses momento... Arf triplo!!!


Quarto: falando em sexo, muito tesão!!! Oh, Senhor... Que cavaleiro maravilhoso e rude que é Royce, todo másculo, cheio de pegada, todo grande, todo poderoso e, ao mesmo tempo, dedicado, gentil e extremamente leal.

Quinto: em vários momentos, os cenários descritos levavam a um clima tão romântico que me via suspirando sem parar.

Com um final apoteótico, digno dos meus filmes da idade média, eu, literalmente, pulei da cama e tasquei o livro longe, tamanha minha torcida pelo perigoso Lobo e para que tudo que eu queria acontecesse.

Ainda estou torcendo por um livro para Arik, bravo e carrancudo escudeiro de Royce e onde a divertida tia Ellinor e o casal possam aparecer de novo pois pesquisei e não achei entre os já publicados no Estados Unidos.

Beijos, Myl


site: http://www.minhavelhaestante.com.br/2018/04/um-reino-de-sonhos-judith-mcnauight.html
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Izabelle 16/01/2019

"...Jenny chorava ao mesmo tempo que sorria para eles. Afinal, não é todo dia que uma mulher recebe um reino de sonhos."
Por deus, como a Jennifer Merrick é chata e mimada e tão sonhadora que a torna cega e idiota.
ok, ela é forte e não abaixa a cabeça pra home, só pro escroto do pai dela e daquele clã que não suporta ela, mas ela fica nessa de querer ser aceita e blá blá blá que acaba cometendo erros escrotos e falando coisas horríveis e tomando atitudes imaturas por causa disso, dela só gostei de algumas cenas e foi poucas, muito poucas. Aquela cena que ela mata, mesmo sem querer, o cavalo do Royce me subiu um ódio da imprudência dela, mas ok.
Royce é um guerreiro, todo machão, mas ele é um amor, ele acredita na jenny e por isso toma muito no c* mas ele vai evoluindo e ele é muito mais agradável que ela, ela é um pouco insuportável.

*QUOTES*

"ela era uma Merrick, e os Merrick nunca admitiam ter medo de homem algum."

"Ela não sabia o que era ter medo. Ainda não. Porém, quando ele pusesse as mãos nela, ela descobriria o significado do medo. Ela aprenderia a ter medo dele."

"De pé ali, como uma cigana muito furiosa com o cabelo solto formando chamas douradas e seus enormes olhos azuis cheios das lágrimas de ódio que não derramou, ela levantou lentamente a mão... a mão que segurava uma adaga que obviamente havia conseguido tirar da bota nela. E, nesse momento impensável, enquanto segurava a adaga no alto,
pronta para atacá-lo, Royce Westmoreland pensou que ela era a criatura mais magnífica que já havia visto; um anjo selvagem, belo e enfurecido, sedento por vingança, com o peito subindo e descendo de fúria enquanto confrontava corajosamente um inimigo mais forte."

"Nunca ouvira o som do riso de Jenny, nem o vira brilhar nos olhos magníficos da jovem. Sentada em uma pilha de peles exuberantes, rindo para ele, Jennifer Merrick era inesquecível. Ele percebeu isso com a mesma clareza com que percebia que, caso se aproximasse e se sentasse ao lado dela, era bem possível que também a considerasse irresistível."

"— Até as jovens feias têm sonhos, milorde — observou com um sorriso. — Jennifer — disse bruscamente, cheio de remorso e admiração —, você não é feia. Você... — Mais atraído por ela nesse momento, ele a examinou, imaginando o que era atraente na jovem, porém era mais do que simplesmente o rosto ou o corpo que o atraía; Jennifer Merrick tinha uma gentileza radiante que o acalentava, um espírito ardente que o desafiava e um brilho que o atraía para ela com uma força cada vez maior. — Você não é feia."

"— Algumas mulheres não precisam de joias para brilhar. Você é uma delas."

"Com os olhos fechados, os braços ainda em torno do pescoço do conde, a orelha pressionada contra a batida acelerada do coração dele, Jenny flutuava entre a paz total e uma alegria estranha e delirante. Era a segunda vez que ele a fazia sentir coisas maravilhosas, assustadoras e arrebatadoras. Porém, naquele momento, ele a fizera sentir outra coisa: sentir-se necessária, apreciada e desejada, e essas eram as três coisas que ela desejava sentir desde que se entendia por gente."

"Ela foi se dando conta de tudo o que havia se passado entre eles, e ali, na segurança dos braços de Royce, teve uma sacrifício nobre, uma vez que havia encontrado um prazer tão pagão naquilo, algo tão... celestial. Abaixo de seu rosto, sentia o forte batimento rítmico do coração de Royce e engoliu em seco um nó de dor. Ela havia encontrado outra coisa ali, algo proibido e perigoso para ela, um sentimento que não devia nem podia existir. E, apesar de todo o seu medo e culpa pelo que sentiu, tudo o que queria naquele momento era que ele a chamasse de “Jenny” novamente com aquele mesmo tom rouco e carinhoso. Ou que dissesse, com qualquer tom, “eu te amo”."

"— Havia doenças e conflitos no seu reino de sonhos? — interrompeu Royce, surpreso. — Claro! — admitiu Jenny, com um pesaroso sorriso de canto de boca. — Era preciso que houvesse um pouco dos dois, para que eu pudesse correr para o resgate e ganhar a batalha. Essa foi a verdadeira razão para eu ter inventado meu reino. — Você queria ser uma heroína para o seu povo — concluiu Royce, sorrindo para uma motivação que podia prontamente compreender. Ela fez que não com a cabeça, arrancando-lhe o sorriso do rosto com o anseio melancólico que havia em sua voz suave. — Não. Eu só queria ser amada por aqueles que amo; ser vista e não ser considerada imperfeita por aqueles que me conhecem."

"— Você não pode viver a vida tentando provar para o seu clã quem você é. — Eu posso — disse ela, com voz baixa e feroz. — Eu faria qualquer coisa para que me vissem como um membro do clã novamente. Eles são o meu povo; o sangue deles corre nas minhas veias e o meu, nas veias deles. — É melhor esquecer isso — pediu Royce. — Parece que você embarcou em uma busca na qual a vitória é, na melhor das hipóteses, impensável. — Por um momento, nos últimos dias, não foi tão impensável quanto você imagina"

"O simples fato de terem dado um maravilhoso prazer não era motivo para que se sujeitasse a uma vida de conflitos contínuos. Por outro lado, ela era a única mulher que fazia amor com ele , e não com a lenda que ele era. E ela o fazia rir como nenhuma outra mulher já havia feito; tinha coragem, sabedoria e um rosto que enfeitiçava e seduzia. Por fim, mas longe de ser menos importante, era direta e honesta, e isso o desarmava por completo."

"Por mais que tentasse, não conseguiria enviá-la para casa. Ela havia lutado contra ele como uma leoa, mas se rendera como um anjo. Tentou esfaqueá-lo, mas beijou as cicatrizes que lhe causou; o deixara cheio de desejo; tinha um sorriso que iluminava os recônditos mais sombrios de seu coração e uma risada tão contagiante que o fazia sorrir. Também era honesta, e isso ele apreciava, acima de tudo."

"— Por que — murmurou Royce, fitando os olhos inebriantes de Jenny — cada vez que você se rende de boa vontade, como agora, faz com que eu me sinta como um rei conquistado? Mas, quando eu a conquisto contra a sua vontade, faz com que eu me sinta como um mendigo derrotado?"

"— No que estava pensando agora, enquanto olhava pela janela?
— Eu... não estava pensando. — Então, o que estava fazendo? — perguntou, a curiosidade atiçada. Um sorriso pesaroso tocou os lábios convidativos dela. Ela olhou para ele antes de se virar para a janela. — Eu estava... falando com Deus — admitiu. — É um hábito que tenho. Surpreso e ligeiramente divertido, Royce perguntou: — Sério? O que Deus lhe disse?
— Acho — respondeu ela, suavemente — que disse: “De nada”. — Por que diria isso? — provocou Royce. Ao olhar para os olhos dele, Jenny respondeu solenemente: — Por você."

"Naquela manhã, sua vida lhe parecera tão sombria quanto a morte. Naquela noite, sua alegria estava em seus braços. Alguém ou algo — o destino, a sorte ou o Deus de Jenny — havia olhado para ele naquela manhã e contemplado sua angústia. E, por algum motivo, Jenny lhe fora devolvida. De olhos fechados, Royce deu um beijo leve na fronte macia de Jenny. Obrigado! , pensou ele. E poderia jurar que, no coração, ouviu uma voz responder: De nada!"

"Ao levantar a mão em um gesto reconfortante, Jennifer Merrick Westmoreland olhou para o seu povo, e nenhuma daquelas pessoas achou nela falta alguma. Gritaram ainda mais alto quando seu marido a ergueu mais e a aproximou mais de si, e era óbvio para qualquer um que observasse que a duquesa de Claymore era muito amada por todos a quem amava. Jenny chorava ao mesmo tempo que sorria para eles. Afinal, não é todo dia que uma mulher recebe um reino de sonhos."
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Vanessinha 04/04/2018

O Lobo mau era o mocinho!
Na maioria dos livros que li sobre highlanders X ingleses, os ingleses eram considerados os vilões. O exemplo mais conhecido é Outlander. Nesse caso a Judith mostra que ser ruim independe de nacionalidade e o Lobo inglês tem muito mais coerência em suas ações, mesmo nas de guerra que todos os clãs escoceses. A Jenny é uma das personagens mais teimosas que já li, apesar que é uma teimosia bem diferente das personagens da Megan Maxwell ou Maya Banks. Jenny só tem 17 anos e um grande patriotismo o que a coloca em disputa com os ingleses incluindo o Lobo. A autora tem uma narrativa muito bem construída com amplo vocabulário e muita coerência em sua história. A cena mais triste para mim foi a morte de um cavalo o que me fez lembrar o Regresso do Michael Punke. Mas seja nas highlanders, nos castelos, nas abadias ou no quarto do casal o livro aquece o coração.
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Naiana C S Mendes 13/06/2018

Um reino de sonhos
Acabei de ler e posso dizer que adorei! Apesar da Jennifer ser uma chata, rs. Royce me conquistou.. a história é bem envolvente e bem diferente dos romances de época convencionais que já li! Os personagens secundários também são muito cativantes.. ainda mais Stephen e Brenna, agora me digam, achei que ia ter uma sequência com a história de Stephen e Brenna e descobri que há outro livro da autora em que o par romântico é composto por Stephen Westmoreland e outra pessoa.. como assim, gente?? Partiu meu coração! Alguém já leu esse outro livro a que me refiro??
Sarah Miranda 14/06/2018minha estante
O irmão do Royce se chama Stefan e não Stephen. E esse outro livro se passa no século XIX e Um reino de sonhos no século XV.
Também queria um livro com a história do Stefan e da Brenna ?


Sarah Miranda 14/06/2018minha estante
O irmão do Royce se chama Stefan e não Stephen. E esse outro livro se passa no século XIX, enquanto Um reino de sonhos no século XV.




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