As Oito Montanhas

As Oito Montanhas Paolo Cognetti




Resenhas - As Oito Montanhas


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May 02/04/2021

Um livro simples sobre a vida
Com uma escrita leve o autor nos apresenta a amizade de Bruno e Pietro, que apesar de tomarem rumos diferentes na vida conseguem encontrar paz apenas um no outro
Recomendo que seja lido de uma vez, pois o detalhamento dos cenários pode cansar a longo prazo
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Suzi 01/04/2021

Precisei me esforçar para continuar a leitura, porque estranhava a narrativa muitas vezes, mas fiquei muito impactada com o final. Me deixou angustiada e incrédula.
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Tessa 21/01/2021

Linda demais
Gosto de histórias que retratam cidades pequenas (inclusive se alguém puder recomendar, por favor o faça). Talvez seja esse o motivo em que me conectei tanto a história. É realmente linda.
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Matheus.Soares 20/01/2021

Profundo e envolvente
No livro As Oito Montanhas, o autor Paolo Cognetti nos leva a uma viagem não só às montanhas e ao vilarejo gelado de Grana, na Itália, mas, principalmente, a uma viagem ao interior do ser humano. Como somos moldados a ser quem somos desde crianças, como as condições de vida, as decisões que tomamos e até mesmo o medo da mudança, do novo, podem nos "prender" a uma vida à qual enxergamos como única opção viável. Isso acontece com os dois protagonistas, Pietro e Bruno, melhores amigos de infância, e que, pelas circunstâncias e pelas próprias decisões viam, cada um, as vidas que levavam, como a única maneira possível de continuar vivendo, não se rendendo em momento algum à mudança, por menor que ela pudesse parecer.
Esse se trata de um livro com reflexões profundas sobre a importância que coisas como a amizade, família, amor, responsabilidade e escolhas; e como lidamos com isso.
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Gerdson 17/01/2021

Leitura cativante, reflexiva, que nos pões em contato constante com os personagens. De certa forma um livro que fala sobre decisões e escolhas que podem mudar uma vida.
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Arthur Figueiredo 13/01/2021

Boa leitura.
Boa leitura, linguagem tranquila.
Faz pensar em caminhos e escolhas que tomamos.
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Eruditando trechos de livros 06/10/2020

Resenha As oito montanhas
Pietro, uma criança que não entende o por que de tanta mudança. Os pais, montanhistas, vivem mudando de um canto para o outro por conta das montanhas e suas aventuras. Um dia passam uma temporada em Grana, morando aos pés de várias montanhas. Seu pai logo sai para explorar e o leva junto. Mas Pietro não gosta de ir para as montanhas, ele vai meio que obrigado, fazendo com que ele não sinta nenhuma paixão por isso e também não entende o que o pai acha de tão bom assim. Além disso, sempre se sente indisposto. Filho único, muitas vezes se sente sozinho. Gosta de ler seus livros enquanto a mãe cozinha e o pai faz planos para as próximas trilhas.
Mas um dia ele conhece Bruno, filho de um montanhês e começa uma amizade. Começa a acompanhar o amigo para cima e para baixo, brincam no riacho e conhece lugares escondidos naquele pequeno vilarejo. Um dia, o pai convida Bruno para ir às montanhas com eles e ele aceita, então pedem autorização para o pai de Bruno. No dia seguinte, rumam à subir no pico da montanha. Pietro, que fica sempre indisposto, passa muito mal por conta da altitude se sente um fardo para o pai, pensando que atrapalha a aventura. Bruno, mais acostumado com essas condições, passa a ser atenção para o pai de Pietro, esse ficando com ciúme. Passam os anos, e um dia, Pietro decide não ir com seu pai... seu pai fica tão chateado que decide não ir mais, então começa aquele clima chato, entre eles e a mãe tenta mediar!! Mas acabam ficando sem se falar por muito tempo... cada um no seu caminho, vivendo sua vida. Ele decide tirar um tempo e voltar à pequena cidade de Grana e vê Bruno, totalmente diferente, mais duro. Bruno trabalha com construção agora, por conta desse trabalho seu corpo se modelou e se tornou mais forte. Eles se cumprimentam de longe, cada um no seu grupo de novos amigos. Pietro se envolve com uma galera da cidade e aprende coisas novas. Um dia, recebe uma triste notícia... então, sua vida muda novamente. Depois de anos, eles se reencontram, cada um vivendo sua própria vida, mas aquela amizade ainda pairava. Então, ele revela que ganhou um terreno na cidade, então decidiram construir uma casa... trabalharam arduamente. Pietro acaba descobrindo muitos segredos do pai e fica chocado por nunca perceber isso.
Enfim, para não alongar muito, achei um pouco difícil me entrosar com o livro no começo, tive que me forçar a lê-lo. Mas valeu a pena, apesar de alguns acontecimentos na história que não posso falar aqui se não é spoiler. Mas conta muito sobre relações familiares e amizade, montanhas e suas surpresas, muita transformação dos personagens, mas também muita coisa estagnada que nos faz refletir sobre a nossa própria vida. Uma história que vale a pena! Até a próxima!!


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Ferflus 20/08/2020

Diferente de tudo o que pensei
Sem dizer muito para não dar spoiler para futuros leitores... Esse livro me surpreendeu demais.
Mostrou como as relações podem ser fáceis e difíceis ao mesmo tempo. Como durante nossa vida estamos sempre indo embora, mas eventualmente voltando para o ponto de início.
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Bruna 27/06/2020

Sobre as relações de um menino/homem com sua família, seu amigo, e principalmente, sua relação com as montanhas e as paisagens da sua infância.
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Cilleni 25/02/2020

Livro bom recomendo
O livro fala sobre as relações humanas como amor amizade família.
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Cilleni 25/02/2020

Livro bom recomendo
O livro fala sobre as relações humanas como amor amizade família.
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Livros da Julie 03/11/2019

As grandes jornadas da vida e as intermináveis buscas do coração.
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"O destino, seja o que for, habita as montanhas lá em cima."
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"Mas, a essa altura, eu definitivamente já havia aprendido a fazer as perguntas dos adultos, aquelas que indagamos uma coisa para saber outra."
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"Em minha mãe, no entanto, eu via os frutos de uma longa vida dedicada às relações, cuidando delas como se fossem as flores de sua sacada. Eu me perguntava se era possível aprender um talento como aquele ou se alguém nascia assim e pronto. Se eu ainda tinha tempo de aprender."
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"Começava a entender o que acontece quando alguém vai embora: os outros continuam a viver sem ele."
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"(...) sentia remorso por não ter estado ali. Parecia que eu havia perdido as coisas mais importantes enquanto me mantinha ocupado com outras tão fúteis que nem lembrava o que eram."
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"Não lembrava bem por que tinha me afastado da montanha, nem o que amara nela quando já não a amava mais; mas ao subi-la todas as manhãs sozinho era como se lentamente fizéssemos as pazes."
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"E como resolveríamos o problema da família, sabotadora de qualquer comunidade, inimiga pior que a propriedade e o poder?"
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"(...) pensei que todas as montanhas, de algum modo, se parecem, embora não houvesse nada ali que me trouxesse alguma lembrança minha ou de alguém que eu gostasse, e aí estava a diferença. O modo como um lugar guardava sua história. Como você conseguia revê-la toda vez que voltava. Só podia existir uma montanha assim na vida, e, comparadas àquela, todas as outras não passavam de cumes menores, até quando se tratava do Himalaia."
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"A gente deve fazer o que a vida nos ensinou a fazer. Quando se é muito jovem, talvez seja possível decidir mudar de caminho. Mas, a certa altura, a gente tem que parar e dizer: bem, sou capaz de fazer isso, isto não."
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Acostumados com a vida nas montanhas, os pais de Pietro saem de Milão sempre que podem e escapam para algum vilarejo próximo, determinados a sentirem novamente o ar puro do campo e terem o prazer de desbravar novas encostas e alcançar picos cada vez maiores.

Assim, ainda criança, Pietro é apresentado ao vasto e solitário mundo montanhês, quando seus pais se decidem por ter um refúgio fixo e alugam uma casa em Grana, norte da Itália, para passar as férias de verão. Lá, ele conhece Bruno, com quem logo trava uma amizade marcada pela exploração dos arredores e por aventuras nas ruínas que permeiam toda a região do Monte Rosa.

A vida na montanha, o convívio com Bruno e a complexa personalidade do seu pai deixam fortes impressões em Pietro durante sua infância. Sua vida adulta se torna uma jornada de compreensão das atitudes e sentimentos do pai e de retomada da antiga amizade, além de uma eterna busca pela possibilidade de reviver a felicidade simples daqueles verões no Monte Rosa.

A história acontece nas montanhas e na mente do protagonista. Há pouquíssimos diálogos, o que só reforça a importância do silêncio em sua vida. O essencial ficava nas entrelinhas, no que não era dito, seja por falta de coragem ou de timing.

As Oito Montanhas fala de possibilidades que não se concretizam, de remorsos infundados e da visão da infância, incompleta, parcial e enviesada permeando todas as decisões, os relacionamentos e as vivências no futuro.

O livro é sobre a passagem inexorável do tempo, sobre o amor familiar e o desgaste desse amor. Quando finalmente nos damos conta do que de fato importa, do que sempre foi a verdade, não há mais tempo para reparar os danos ou corrigir os erros.

A descrição das montanhas carrega uma perfeição que nos faz querer ter de imediato a sensação de estar lá, de experimentar os mesmos passos dados por Pietro, seu pai, sua mãe e Bruno. Mas também carrega a melancolia e o júbilo, a aridez e o entusiasmo, a culpa e o afago que as personagens carregam ao longo dos dias e dos anos, como uma mochila pesada às costas, da qual, por simples costume ou sem saber que era possível viver sem o fardo, não souberam se livrar.

É um livro extremamente belo e triste, mas acalenta o coração saber que a tristeza pode ser encontrada em qualquer lugar, seja aqui ou em montanhas de mais de 2 mil metros, sob um céu estrelado.

site: https://www.instagram.com/p/B4XdB5UDZ78/
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Ramirez.Balbino 22/08/2019

Horrível
Sinceramente não sei nem como consigui terminar de ler
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