Odisséia

Odisséia Franz Kafka
Homero
Ruth Rocha




Resenhas - Odisséia


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Jonara 23/04/2010

A Odisséia é um clássico que eu conheci nos velhos serões da Dona Benta, no Sitio do Picapau Amarelo... com comentários de Emília e Narizinho. De tanto Monteiro Lobato elogiar esta obra, achei que algum dia deveria ler.
É um incrivel épico, com muitas aventuras, artimanhas pra escapar dos monstros, banquetes com sacrifícios de animais, muita navegação, muitas histórias ao redor da mesa e muita mitologia. Eu gostei bastante, mas achei umas partes um pouco cansativas... tipo quando Ulisses está disfarçado de mendigo e fica umas 3 páginas contando sua história inventada ao porqueiro... haja paciência.. não contente com isso, conta uma história inventada à Penélope e ao velho Laertes também... isso cansa! Mas essas coisas provavelmente eram moda na época.
Vale ler a Odisséia para imaginar que maravilha era a Grécia naquele tempo, as colinas, as cabras, a infinidade de ilhas e a fantástica relação com o mar. Outra coisa ótima é a relação com os deuses, ora ciumentos, ora bondosos, cheios de caprichos... tudo se explica pelo desejo dos deuses... interessantíssimo! Também gostei da poesia de muitos trechos, os dedos da Aurora, as gotas de sono de Atena, o mar e seus caminhos líquidos... uma beleza sem fim!
Bom livro, mas não recomendo a todos. Só a interessados em coisas da grécia clássica, na origem da civilização e em épicos em geral.
bruno knott 17/01/2012minha estante
Achei essas partes das histórias falsas um pouco cansativas também, mas no geral o livro flui muito bem. Na edição que eu li existe um prefácio explicando vários aspectos de A Odisseia, desde a mais provável data de publicação como os vários autores que o livro influenciou.

Não considero um livro perfeito, muito longe disso, mas para quem gosta de literatura vale a pena.

Quero ler Ulisses de James Joyce... agora que vai entrar em domínio público, fica mais fácil.




Paula.Souza 01/07/2020

Clássico
O livro narra a volta de Ulisses após a vitória na guerra de Tróia. A viagem dura 10 turbulentos anos com muitos acontecimentos. Durante todo o período Ulisses é acompanhado e protegido pela deusa Palas Atena, filha de Zeus! Um clássico que merece ser lido!
Carol M. 01/07/2020minha estante
Tenho essa versão também!! Amo




Patricia 12/03/2010

O retorno Ulisses..
Um dos meus livros preferidos, e inspiradores.
A odisséia narra toda a epopéia do retorno de Ulisses para a sua ilha natal Ítaca.
Ler clássicos como este requer pesquisa, tempo. Não é uma leitura que se faz, e sim várias!
Não só como uma busca de entendimento, mas pela maravilha que é, este clássico da literatura.


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Leo 24/03/2015

A Odisseia é, para um leigo em termos de literatura grega (e latina), difícil de opinar sem incorrer em erros de avaliação óbvios por falta de conhecimentos quer desse gênero de literatura, quer da história desse tempo, quer dos mitos, crenças e deuses que nessa altura existiam. É, portanto esta uma opinião leiga e sem qualquer espécie de pretensões. Por essa razão, quero desde já desmistificar a ideia de que este clássico, no verdadeiro sentido do termo, ser difícil ou de ser um livro chato de ler. Não, de maneira nenhuma o é.

É um livro mágico, um livro que se lê bem da primeira à última página, um livro que eu levianamente chamaria de leitura fácil, e bastante empolgante.

O livro não tem uma estrutura linear (começa pela Telemaquia - a busca do filho de Ulisses quando o pai já estava quase chegando em casa), ou seja, o próprio Ulisses só entra em cena no quinto capítulo, e a narrativa da sua epopeia dá-se em dois conjuntos de tempo diferente, o que me surpreendeu, uma vez que tinha a ideia que nessa época as histórias eram completamente sequenciais (perdoem este leigo).

Em termos de enredo, muito resumidamente, é a aventura de Ulisses - um dos grandes vencedores da batalha Troia - no regresso a sua casa (Ítaca), que levará vários anos para se consumir, por desígnios dos deuses e outros que tais, que, favorecendo-o na batalha de Troia, o castigaram e às suas tropas por ações menos corretas que estes tiveram logo após a queda de Troia.

Ao mesmo tempo, durante o seu longo regresso, na sua terra (Ítaca), sem notícias suas, desesperam esposa (Penélope) e filho (Telémaco), com grande assédio de pretendentes aos seus bens.

Rapidamente sentimos empatia pelo herói desta história, que congrega todo o ideal do homem bom, do homem justo, do homem corajoso, que sofrendo mil agruras, raramente fraqueja ou perde o ânimo.

As lutas que trava, os inúmeros cenários da epopeia de Ulisses, e, sobretudo, a riqueza dos diálogos e troca de argumentações entre os diversos intervenientes, humanos, deuses, e semideuses, são fascinantes e de fácil inspiração (como foram) para muitos escritores e romances que foram escritos ao longo dos séculos. Na Odisseia se encontra de tudo: o amor, o ódio, a compaixão, o prazer, o ócio, a inveja, a justiça, a beleza, representado na sua forma mais pura, alicerçados num verdadeiro canto poético, que, mesmo para um leigo em apreciação de poesia como eu, não pude deixar de sentir, e de sentir "cantar" dentro de mim mesmo os versos desta epopeia.

Todos os cantos (capítulos) desta epopeia estão carregadíssimos de simbolismo, de analogias, de metáforas - percebo isso ao longo da leitura, estou certo que uma segunda leitura mais atenta e direcionada permitir-me-ia "desmontar" vários dos cenários e simbolismos que contêm, mas o meu interesse principal ao ler este livro foi lê-lo como qualquer outro e apreciá-lo por si só, e não tomá-lo como objeto de estudo - mas este bem merece ser estudado, sem dúvida.

Gostei bastante do personagem Ulisses, como disse, mas gostei também do imaginário deste universo que me pareceu tão real, os humanos e os deuses, as inferências dos deuses na vida dos humanos, e depois todos aqueles seres criados pelos deuses. Além da epopeia em si, que acaba naturalmente com o triunfo do bem, impressionou-me o mundo de Hades (o mundo dos mortos) e os diálogos entre eles.

Enfim, um livro que me parece imprescindível a quem queira ter um conhecimento da base da literatura ocidental, e um livro que surpreende pela pureza das sensações e emoções que transmite, conjuntamente com uma carga poético-épica a que é difícil resistir, mesmo, como eu disse de inicio, para um leigo nesta matéria. Um livro fácil de ler, que não transmite tudo numa primeira leitura ou numa leitura mais superficial, mas que se deixa ser lido em qualquer abordagem que se queira ter - o principal, a epopeia, a emoção, a magia, este transmite-nos rapidamente, sem qualquer sombra de dúvida.
Pandora 27/10/2015minha estante
Isso sim é uma resenha digna!




Myilena 06/01/2014

Não merecia resenha, mas ode!
A bela narrativa sobre as idas e vindas de Odisseu ( Ulisses, em sua forma latina), apesar de parecer aos olhos dos que a veem por longe um canto de guerra, é em verdade um canto de paz. Cabe à obra que a antecede, Ilíada, ser um canto de cólera. Isso porque sereias, ciclopes, monstros outros e os pretendentes de Penélope são impasses presentes no caminho, mas o desejo e a guia é um descanso aos braços da sua esposa, cansado da guerra de Troia.

Ulisses que por quanto anda, aedo que é, conta como astuciosamente deu-se sua viagem, esse que faz-se de mendigo e faz-se de ninguém, é mais que um personagem literário, senão progenitor da literatura ocidental. O que torna Penélope, a castíssima, também nossa antepassada.

A leitura desta obra é uma obrigação moral para qualquer pessoa que goste de literatura, de ficção, de narrativas, e mais: de música, de glória, de heranças poéticas.
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anarobs 13/06/2010

Ok, tentei. Não dá mais!
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Coruja 21/04/2012

Ulisses – e aqui confesso que me acostumei com a forma latinizada e não consigo pensar nele como Odisseu – foi, talvez uma de minhas primeiras paixonites literárias. Ainda hoje é, para ser sincera. Sua Odisséia também foi meu primeiro poema épico e, devo observar, não foi exatamente um passeio no parque.

Ganhei esse livro do dono da antiga Livro 7, no meu aniversário de doze anos – à mesma época em que minha mãe me deu Dom Quixote e eu apanhei do Eco. Minha primeira leitura foi terminada por pura teimosia – eu não tinha nem a compreensão nem o vocabulário para me beneficiar de tudo que Homero oferecia – mas mesmo estranhando a narrativa cadenciada em versos, não pude evitar ser fisgada pela história.

Eu já conhecia um pouco da história do Ulisses por causa do Lobato – como sempre, vou e volto mas sempre termino diante de Monteiro Lobato de novo... – o suficiente para conseguir acompanhar pelo contexto aquilo e que às vezes me perdia. E eu não estava realmente preocupada com o peso que aquela obra tinha na cultura ocidental, mas com as aventuras de tirar o fôlego que o soberano de Ítaca vivia.

Li a Ilíada também, mas confesso que ela não me apaixona tanto quando a Odisséia. Entre Aquiles, Páris e Helena, aquilo é um festival de egos e narcisistas. Gosto do Heitor e, claro, Ulisses rouba a cena no que ele é o verdadeiro responsável pelo fim da guerra – mas a tensão junto aos portões de Tróia esta longe de ter o mesmo gosto que a longa jornada de Ulisses de volta para casa.

E como não poderia? Como não segurar o fôlego e sentir o coração acelerar quando você está diante do desafio de Cila e Caríbdis, viajando por um estreito que sabidamente é mortal; como não se sentir fascinado com a teimosia e sagacidade no esquema para ouvir as sereias; como não torcer por uma criatura que de novo e de novo desafia deuses e as situações mais extremas confiando apenas em sua coragem e sua inteligência?

Essa é a palavra-chave, esse é o ponto que me fez virar fã de Ulisses – e da inteira família, porque convenhamos, não é coincidência que eles sejam favoritos de Palas, a deusa da sabedoria – ele não é apenas um bravo guerreiro pronto a se jogar por impulso no frenesi da batalha: ele é um estrategista acima de tudo e onde todos os outros (e a força bruta) falham, Ulisses triunfa.

A Odisséia foi durante muitos anos meu guia de viagens favorito e talvez um dia eu ainda me arrisque a sair com um mapa procurando os rastros daquele mundo em que feiticeiras transformam humanos em porcos, uma rainha fiel fia durante o dia e desfaz seu trabalho à noite enquanto espera, sempre vigilante, e gigantes de um olho só planejam te transformar em jantar.

Um mundo em que deuses conferenciam em torno de seus mortais favoritos – e são surpreendidos pela capacidade desses mortais em enfrentar os obstáculos que põem no caminho deles. Em que mendigos se revelam reis e heróis aceitam sua humanidade e perseveram a despeito de todas as dificuldades em busca do que realmente importa.

Ler a Odisséia - especialmente numa sociedade fast food em que dificilmente damos tempo para que a informação seja digerida e estamos sempre correndo para a próxima ‘refeição’ – talvez parece um desafio grande demais (uma odisséia, para usar bem o termo). Ela é uma daquelas histórias que todos sabemos o fim, meio que por osmose, através daquilo que chamamos de ‘imaginário coletivo’ – e, se já sei o fim de alguma coisa, para que perder tempo quando posso estar fazendo algo de mais interessante?

Mas a verdade é que não dá para ficar muito mais interessante que a longa e épica jornada de Ulisses. Esqueça por um momento que esse é um dos livros mais importantes da cultura ocidental e que há milênios que se discute o assunto, que existem inteiros campos de estudos devotados à pesquisa dos mínimos detalhes... Em vez disso, permita-se o prazer de perder numa das aventuras mais brilhantes da literatura.

Ao final das contas, um clássico não é um clássico porque é incompreensível (não importa o que digam alguns críticos)... mas porque em todo esse tempo desde que foi escrito, ele continua sendo capaz de lhe dizer algo, de te encantar e de te roubar o fôlego com um turno de frase e um aceno de imaginação.

(resenha originalmente publicada em www.owlsroof.blogspot.com)
Rodrigo 08/08/2015minha estante
Logo no segundo parágrafo já desconfiava que essa resenha devia estar em algum blog devotado a literatura. Acertei no final das contas. Curioso o nome, 'Coruja em Teto de Zinco Quente', que ainda me fez lembrar da corujosa Palas Atena que grande ajuda deu aos grandes personagens desse livro maravilhoso. Belo texto!




Luanna.Noronha 03/06/2020

Uma preparação
Sim, estou lendo adaptações infantojuvenis das obras clássicas kkk A idea é visitar todos os livros não lidos aqui de casa. Esse livrinho em prosa, ao contrário da obra original, conta a história de odisseu em ordem cronológica e pode ser um forma de entender o contexto da história antes de ler o clássico de Homero. Tem ainda ilustrações legais e comentários para entender o enredo.
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Lukas 25/11/2010

Este livro é para mim como um tesouro; o li duas vezes e fiquei encantado... E para melhorar, ainda assisti o filme; foi mais uma linda viagem... Foi esse livro que me dispertou a verdadeira paixão pela leitura. Esse livro me levou ao passado e me troxe de volta, foi uma viagem... dizem que quem ler ODISSEIA está apto a ler qualque outro livro...
Elyninphadora 26/11/2010minha estante
Sem dúvida... Odisséia é um livro que nos remete não apenas à Antiguidade, mas a todas as crenças, filosofias de vida e maneiras de viver de uma época que nos parece tão distante...mas, que Odisséia nos traz de forma tão linda quanto envolvente.
Gostei da sua resenha; escreves muito bem!Parabéns!


Lukas 26/11/2010minha estante
Estou aprendendo... hehehe
Muito Obrigado!!!




Mateus 13/02/2010

Confesso que me decepcionei bastante com esse livro. Não sabia nada sobre sua história, sabia apenas que narrava as aventuras do herói Ulisses. Pensei que seria como um manual dos seres mitólogicos, contando como era cada deus, cada monstro e cada personagem épico grego. Mas não foi bem assim. Alguns monstros foram apenas citados, e outros, como as sereias, mal apareceram, foram apenas descritos superfluamente. Mas o livro poderia ter sido melhor se eu não tivesse uma ideia errada sobre ele antes de lê-lo. Infelizmente, foi isso o que aconteceu.
Embora não tenha gostado tanto, Odisséia é um livro incrível. Sem ele com certeza os livros épicos de hoje em dia não seriam os mesmos. Vale lembrar que sem a Odisséia, a mitologia grega também não seria a mesma.
Afonseca 04/11/2012minha estante
Aí, Mateus, tem uma série infanto-juvenil que destrincha monstro a monstro, herói por herói: Percy Jackson. É uma espécie de Harry Potter grego (tem a escola, os amigos e salvar o mundo a cada livro), mas tudo que rola no livro é só uma espécie de licença poética do pouco que Homero narra sobre os Deuses e os monstros. Dá pra ler de boa, por diversão. Provavelmente, ao final, você com certeza deve se sentir tentado a reler o original. Eu reli.




Ana Flávia 25/04/2020

Esta epopeia conta-nos algumas das passagens do herói grego Ulisses depois de ter se desvencilhado da Guerra de Troia por infortúnios do seu destino com a ajuda dos deuses do Olimpo. Ulisses vai para Troia com seus companheiros a fim de guerrear contra os Troianos, deixando em Ítaca sua esposa, Penélope, e um filho, Telêmaco, recém-nascido.
Ulisses ficou preso por muitos anos na casa da ninfa Calipso, mas antes da ninfa lhe querer como esposo ele e os companheiros de navegação e de guerra chegaram à ilha dos ciclopes e o próprio Ulisses narra como escapou ao ciclope furando-lhe o olho e fugindo de sua caverna sobre as ovelhas do monstro. Ao perder os companheiros restantes em uma outra ilha por causa da fúria de um deus, Ulisses é levado pelo mar à Calipso que o mantém com ela por anos até que por ordem de Zeus, Atena informa-a de que deve deixá-lo voltar para Ítaca após 20 anos longe de sua família.
No caminho de volta Ulisses enfrenta a fúria de Poseidon e outras provações, além de ter de lidar com os pretendentes de sua esposa ao chegar em sua cidade, pois estes estavam a se banquetear as custas dos bens de Ulisses todos os dias e planejavam a morte de seu filho.
Muitos versos se repetem e a narrativa ao mesmo tempo que é instigante também se torna maçante, além de toda a dúvida existente sobre todos os versos erem sido escritos por Homero e se Ilíada e Odisseia realmente foram ambas escritas pelo mesmo autor.
A jornada de Ulisses é muio longa e a deusa Atena o ajudou em todas as suas batalhas, até à baixada de Hades ele vai. É uma bela narrativa para se entender um pouquinho de como era a crença na Grécia Antiga
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Thiago Peixoto 04/05/2020

Ler a Odisseia
A leitura da Odisseia também é também uma odisseia. Somos confrontados com a jornada de um herói que sabe o que é ser humano, que quer ser humano. Seu grande desejo é simples, mas o desafio que precisará enfrentar para alcançar o almejado será doloroso. A Odisseia é um desses livros que o ser humano precisa reler em diferentes momentos da vida, porque, conforme passam os anos, mais coisas descobrimos que ela possui para nos ensinar.
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spoiler visualizar
Sam Regis 17/03/2020minha estante
UAL! Que orgulho de ti! Leu um livrão! Verdadeira obra prima da literatura!


Gabriel.Dias 17/03/2020minha estante
Oow minha ruivinha! Esse orgulho é mais que mútuo!




Luciano Luíz 09/08/2014

ODISSEIA de HOMERO, é a continuação direta da ILÍADA (Guerra de Troia, do mesmo autor).

Narra as desventuras de Odisseu, que há 20 anos distante de sua pátria, Ítaca se encontra. Pois o mesmo foi um dos que lutaram em Troia.

Após 9 anos de guerra, Odisseu resolve não apenas voltar para casa, mas também em busca de tesouros.
Em uma de suas viagens, é capturado por uma feiticeira. E só será libertado se com ela se casar, além da promessa de torná-lo imortal.

Após a fuga (bom, em verdade, não é bem uma fuga...), volta ao mar com seus companheiros e acaba por chegar na ilha de um ciclope, que devora com muita vontade carne humana...

Enquanto isso, durante todos os anos de sua ausência, a belíssima esposa (Penélope) fica a tecer um suposto vestido para ser desposada. Já que a lei de Ítaca ordena que uma esposa com o marido sumido (supostamente morto após tantos anos sem notícias) deve se casar novamente.

Mas o filho Telêmaco até empreende uma viagem (sem sucesso) em busca do pai.

Enquanto isso, Odisseu continua sua jornada sempre acompanhado (de forma direta ou indireta) da Deusa Atena.

O herói passa por muitos lugares, inclusive o Hades.

Após finalmente em sua terra pisar, disfarça-se de mendigo e começa a sondar sua casa, onde muitos pretendentes lutam pela mão de sua maravilhosa esposa.

Enfim, depois tem mais...

Em resumo, a ODISSEIA é um clássico foda.
Se não fosse esse livro, o pobre do Percy Jackson jamais viria a existir.

Existe versão em canto e prosa.
A segunda é de mais fácil entendimento.
Mas assim mesmo, a narrativa peca em diversos pontos. O exagero de repetições tanto por parte do narrador quanto dos personagens, irrita.

Mas é um poema épico.
E de grande profundidade mitológica e também histórica.
O enredo não é nada impactante.
E após a chegada de Odisseu, seria mais interessante se outros personagens não soubessem tão cedo que ele estava ali disfarçado.

Os diálogos e as cenas de ação tem o seu charme e muito podem influenciar escritores das novas gerações. O que sempre ocorreu, diga-se de passagem...

Vale a pena se embrenhar.

Aliás... o cachorro de Odisseu, morre ao reconhecer o dono assim que chega. Também, o cão estava velhinho...

E outra: a esposa, Penélope deve ser tão linda quanto Helena (que causou a Guerra de Troia). Pois passar 20 anos e ter tantos homens a desejando... sem contar que obviamente também queriam as posses de Odisseu...

L. L. Santos


site: https://www.facebook.com/pages/L-L-Santos/254579094626804
Pandora 27/10/2015minha estante
"Em resumo, a ODISSEIA é um clássico foda.
Se não fosse esse livro, o pobre do Percy Jackson jamais viria a existir."

Hehehe, ótimo!




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