Em Outra Vida, Talvez?

Em Outra Vida, Talvez? Taylor Jenkins Reid




Resenhas - Em Outra Vida, Talvez?


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Sara 01/04/2020

Incrivelmente lindo!
Após uma decepção amorosa Hannah vai em busca do "recomeço" para sua vida profissional e sentimental.

Então, decide voltar a sua cidade natal e morar com sua melhor amiga, Gabby, que promove um reencontro de Hannah e amigos da adolescência (incluindo Ethan- primeiro amor de Hannah). No final do reencontro, Hanah deve decidir entre continuar com Ethan no bar ou voltar para casa com Gabby.

Aí a história fica interessante meus amigos!! Já ouviram falar da teoria do multiuniverso? Pois então, o decorrer do livro são capítulos alternados entre "a Hannah que ficou com Ethan" e "a Hannah que voltou para casa com Gabby". Uma pequena decisão muda por completo a vida da Hannah.

Amei a leitura, super gostosa e leve, porém, triste ao mesmo tempo engraçada e muito envolvente. Que lindaaa a amizade da Hannah e da Gabby, muito, muito linda! É lindo como os personagens são bem construídos e descritos, são lindas as surpresas e reflexões que surgem ao longo da trama.

Amei, simplesmente incrível. Leitura levinha, viciante com pitadas reflexivas e bem humoradas. Zero defeitos. Recomendo para todos! (só se vc for um chato para não gostar kkkk)
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Michelle 22/03/2020

Em Outra Vida Talvez?
Aos 29 anos, Hannah Martin ainda não faz ideia do que quer fazer da vida. Ela viveu em seis cidades diferentes e teve inúmeros empregos sem sentido desde que se formou na faculdade. Logo após deixar outra cidade, Hannah volta para sua cidade natal, Los Angeles, e se instala no quarto de sua melhor amiga Gabby. Pouco depois de voltar à cidade, Hannah vai a um bar uma noite com Gabby e se encontra com seu namorado do ensino médio, Ethan. Logo depois da meia-noite, Gabby pergunta a Hannah se ela está pronta para ir. Um momento depois, Ethan oferece uma carona mais tarde, se ela quiser ficar. Hannah hesita. O que acontece se ela sair com Gabby? O que acontece se ela sair com Ethan? Nas histórias simultâneas, Hannah vive os efeitos de cada decisão. Rapidamente, esses universos paralelos se desenvolvem em histórias radicalmente diferentes, com consequências em larga escala para Hannah, bem como para as pessoas ao seu redor. À medida que as duas realidades alternativas seguem seu curso, Talvez em Outra Vida? Surgem as perguntas sobre o destino e o amor verdadeiro: algo Quanto em nossa vida é determinado pelo acaso? E talvez, o mais convincente: existe algo como uma alma gêmea? Hannah acredita que existe. E, nos dois mundos, ela acredita que o encontrou.
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Vanessa 13/02/2020

Taylor Jenkins Reid é incapaz de escrever um livro ruim, né? Terceiro dela que leio, terceiro que dou 5 estrelas. MARAVILHOSA.

Esse livro brinca um pouco com a ideia de que existem diferentes versões da gente vivendo em universos distintos. Cada decisão que tomamos pode afetar nosso destino e nos levar a caminhos diferentes.

É aquela velha história... "E se eu tivesse ido naquela festa? E se eu tivesse falado com ele? E se...?"
Será que a oportunidade realmente só bate na porta uma vez?

Nós acompanhamos dois universos ao mesmo tempo nesse livro.

Em um deles, Hannah decide continuar no bar com o ex-namorado, Ethan, tentando acertar as coisas entre eles para recomeçarem de onde pararam. Porém, dias depois acaba descobrindo que estava grávida de outro cara. A barra que ela enfrenta nesse universo é lidar com essa gravidez indesejada, e com os desafios que isso trará para seu relacionamento atual com Ethan.

Já em outro universo, ela decide ir embora mais cedo do bar com sua melhor amiga, Gabby (QUE É PERFEITA!), e o marido dela, Mark. No caminho, sofre um acidente e acaba perdendo um bebê que nem sabia que estava esperando. No hospital, se aproxima muito de Henry, o enfermeiro da noite, que se torna a pessoa que ela mais deseja ver todos os dias.

Eu me apaixonei por todos os personagens (menos o Michael, né? cruz credo). Com o desenvolver da história, claro que acabei tendo alguns favoritos, mas cheguei a torcer um pouquinho por ambos os lados.

(Só que o Henry mora no meu coração demaissssssssssssss.
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Diane Ramos 27/01/2020

EM OUTRA VIDA, TALVEZ?
Em Outra Vida, Talvez? é um livro que ganhei de presente já faz algum tempo, mas, não conseguia encaixá-lo na minha pilha de leitura, porém, me tinha passado despercebido que esse livro é da autora mais hypada do momento: Taylor Jenkis Reid! Nunca fui dessas de ler algo só porque está na moda, porém, resolvi passar esse livro na frente de outras leituras só para descobrir se a autora vale mesmo todo esse alvoroço e se também me conectaria com suas histórias. Não vou mentir, não estava esperando muita coisa, mas, a autora me passou uma baita rasteira e quando cheguei na última página já estava toda apaixonada e agora quero ler tudo que a Taylor Jenkis Reid publicar!
O livro traz a história de Hannah, uma mulher que se sente perdida! Aos 29 anos, ainda não decidiu que rumo dar à sua vida. Depois de uma decepção amorosa, ela volta para Los Angeles, sua cidade natal, pois acha que, com o apoio de Gabby, sua melhor amiga, finalmente vai conseguir colocar a vida nos trilhos. Para comemorar a mudança, nada melhor do que reunir velhos amigos num bar. E lá Hannah reencontra Ethan, seu ex-namorado da adolescência. No fim da noite, tanto ele quanto Gabby lhe oferecem carona. Será que é melhor ir embora com a amiga? Ou ficar até mais tarde com Ethan e aproveitar o restante da noite?
Em realidades alternativas, Hannah vive as duas decisões. E, no desenrolar desses universos paralelos, sua vida segue rumos completamente diferentes. Será que tudo o que vivemos está predestinado a acontecer? O quanto disso é apenas sorte? E, o mais importante: será que almas gêmeas realmente existem? Hannah acredita que sim. E, nos dois mundos, ela acha que encontrou a sua.

Em Outra Vida, Talvez? é narrado em primeira pessoa e traz uma narrativa totalmente diferente, onde apresenta duas histórias paralelas para a vida de Hannah. Isso mesmo, o livro contém duas histórias narradas ao mesmo tempo! Em uma, Hannah decide ir embora com Ethan e, em outra, Hannah decide ir embora com Gabby. Cada escolha que Hannah tomou, a levou a um destino diferente que conheceremos ao longo da narrativa. Desta forma, os capítulos começam a se intercalar entre os dois cenários, mostrando o que acontece após cada escolha da protagonista, e podemos acompanhar bem de perto tudo o que Hannah passa.
Os personagens são muito carismáticos e consegui me apegar facilmente! A protagonista Hannah é divertida, toma decisões erradas, cheia de sonhos e ao mesmo tempo está totalmente sem rumo e é muito divertido acompanhar sua trajetória nas duas “possibilidades”. O mais bacana em Hannah é que ela se arrisca quando necessário, é valente e não tem medo de chutar tudo pro alto e recomeçar. Isso a torna inconsequente, mas também a torna humana, é uma personagem que comete tantos erros quanto acertos. Falando sobre as duas versões de sua história, prefiro muito mais a que ela  vai embora com Gabby, pois, acredito que as decisões foram mais sensatas para Hannah e, é claro, ela conhece outras pessoas bem mais interessantes... Não vou me alongar aqui, pois, é spoiler hehe...
O que mais achei legal em Em Outra Vida, Talvez? foi que através das duas versões da história de Hannah, a autora nos faz refletir sobre as consequências de nossas escolhas. A nossa vida é feita de vários “e se...” e não tem como sabermos como seria a nossa vida se talvez tivéssemos feito escolhas diferentes, seguido por outros caminhos e, durante a leitura, essas questões fica martelando em nossa cabeça... Será que estaríamos mais felizes? Ou não? Será que o destino tem algo guardado especialmente para nós? Em suma, acho que Em Outra Vida, Talvez? é um livro que fala sobre viver as consequências de nossas escolhas e, é claro, nos faz ter aquela sensação de que o Destino está de olho em nós, só esperando a hora de agir.
Enfim, Em Outra Vida, Talvez? foi uma grata surpresa, como já disse, não esperava grandes coisas, mas, fiquei totalmente envolvida na história e me questionando sobre as escolhas que fazemos ao longo da vida... Se recomendo? É claro que sim!!!


site: https://coisasdediane.blogspot.com/2020/01/resenha-186-em-outra-vida-talvez.html
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Tamara 24/12/2019

Após ter lido Os sete maridos de Evelyn Hugo, escrito por essa autora, resolvi que queria ler todos os livros dela que já tivessem sido lançados no Brasil, por isso não demorei em acrescentar o Em outra vida talvez em minha lista, apesar de sempre ter tido um enorme receio com ele, uma vez que a sinopse apresentava que haveria duas realidades paralelas, e eu em geral não me dou com esse tipo de narrativa. Porém, nas primeiras páginas da leitura pude comprovar que não havia motivos para temer, e descobri que o estilo de narrativa depende muito do autor, porque apesar de não ser adepta desse estilo, eu simplesmente me apaixonei pela história apresentada aqui, e se tivesse mais páginas certamente eu as leria bem feliz, o que tornou esse livro uma grata surpresa.
Esse não é um livro grandioso e sequer chega a ser marcante como Evelyn Hugo, no entanto, a história é tão bem conduzida e envolvente que nos apegamos aos personagens e passamos a tê-los como pessoas próximas de nós, o que me levou a torcer, sofrer e vibrar junto com cada um deles. Esse livro é classificado como comédia romântica, por isso não se deve esperar algo muito impactante vindo dele, porém, houve uma série de temas que gostei de terem sido abordados como o destino ao qual somos levados através das nossas escolhas, os impactos de tudo que fazemos que perduram por longos tempos, bem como também encontramos partes muito interessantes sobre traição e também sobre amizade. Obviamente, como temos a apresentação de duas realidades com uma personagem, tive a minha preferida e foi a que eu quis acreditar que foi a real pois me apaixonei por tudo que aconteceu nela, e na outra houve alguns personagens aos quais não me afeiçoei também. Apesar de esse livro possuir romances fofos, um dos pontos principais dele é falar sobre a força feminina, suas vontades e que uma mulher pode sim fazer e bancar escolhas sozinha sem depender de seguir a opinião alheia, o que para mim foi uma lição bem bacana. Outro destaque que é muito importante a se fazer para os leitores que assim como eu não apreciam isso de mais de uma realidade, é que aqui nada ficou confuso, é só como se lêssemos duas histórias paralelas, mas não existe nada de ideias mirabolantes, buracos no tempo e sei lá mais o que surge quando se fala desse tipo de livro.
EM suma, Hannah e Gabi e todos os outros personagens foram seres que me conquistaram muito e conseguiram através dessa história me deixar com o coração aquecido e com vontade de que mais coisas da autora cheguem no Brasil logo pois eu tenho a certeza de que irei querer lê-las.
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Franciele 25/11/2019

Em outra vida, talvez (amei)
O que é mais perfeito do que termos duas versões de uma mesma história?
Não só duas versões, pois nesse livro a autora brinca um pouco com o universo paralelo e nos faz pensar em cada escolha que fazemos, de forma linda, dinamica e inteligente ela nos insere dentro de duas histórias diferentes da mesma personagem, além disso ela aborda lindamente a superação, a importancia de uma amizade, o destino e suas faces e também como as incruzilhadas da vida as vezes nos leva para um mesmo destino, além de nos mostrar que algumas escolhas que fazemos, seriam feitas independente dos motivos.
Amei cada virgula desse livro e essa já é uma das minhas autoras preferidas, vou ler tudo que conseguir dela.
Não sei se é spoiler o que vou dizer (então pare de ler aqui).
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Não consigo mensurar qual dos dois finais eu mais gostei, mas ter ambos foi extremamente gratificante.
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Ivy (De repente, no último livro) 27/08/2019

Resenha do blog "De repente, no último livro"
Em outra vida, talvez? é um chick lit fofo, que transborda ternura por todos os lados, literalmente. É aquele tipo de história que apresenta uma premissa que todos nós em algum momento já imaginamos, o que aconteceria se nossas decisões fossem diferentes, será que ao final nosso destino seguiria sendo o mesmo? Será que estamos predestinados a viver certas coisas, independente do caminho escolhido?

Eu adoro esse tipo de proposta em um livro. Primeiro porque a escrita de Taylor Jenkins Reid é uma delicia. Bem leve e descontraída, a autora consegue criar bons personagens e ainda presenteia o leitor com a história de uma bonita amizade, que supera dificuldades e eu amei encontrar uma história não apenas focada no romance, mas na amizade e numa mensagem grande e forte de superação pessoal já que Hannah, em ambos os destinos prováveis, passará por dificuldades extremas, terá que tomar decisões difíceis e principalmente aprender consigo mesma, deixar partir e saber esperar.

O gostoso é que Em outra vida, talvez? é mais que tudo uma história de esperança.

Hannah se dá mal várias vezes, supera percalços mas nunca perde a esperança, a certeza de que as coisas podem mudar. Esse clima otimista prevalece durante toda a leitura e eu gostei em ver como a autora optou por contar-nos uma história leve, dispensando focar demais no drama e optando por contar uma trama onde apesar dos desvios, os personagens seguem adiante, acreditando.

Eu tive todo tipo de sensações com Hannah. Primeiro eu detestei suas atitudes, achei ela inconsequente e extremamente egoísta. Ela admite que gosta de se fazer de desintendida, que sabe que certas coisas são graves mas prefere fingir que não são, pra poder continuar fazendo as coisas que faz. Eu odeio esse tipo de gente, que não se importa com os outros e só pensa nos próprios sentimentos e acha que isso, a "defesa" de seus próprios sentimentos, são justificativa para as atitudes egoístas que tomam na vida. Porém, com o passar dos capítulos Hannah vai passando por um milhão de dificuldades, em ambos destinos, e através disso ela aprende, e muda, e admite seus erros com mais humildade e transparência, e então, à partir desse ponto a personagem deixou de ser intragável pra mim e aos poucos foi ganhando minha afeição.

O mais bacana em Hannah é que ela se arrisca quando necessário, é valente e não tem medo de chutar tudo pro alto e recomeçar. Isso a torna inconsequente, mas também a torna humana, é uma personagem que comete tantos erros quanto acertos.

A melhor amiga de Hannah, Gabby, é outro personagem que consegue brilhar na trama. Gabby no começo pintava apenas como a boa e leal melhor amiga, mas com o passar das páginas a personagem nos vai apresentando sua vida e, ao final, os desdobramentos em sua vida também emocionam e afetam ao leitor imerso na trama, e eu torci muito para Gabby durante todo o livro, porque é daqueles personagens que a gente admira, se envolve e quer guardar numa caixinha. Gabby é fabulosa, consegue, inclusive, ser bem mais carismática que Hannah.

Obviamente temos muito romance. Se trata de um chick lit, então, em ambos os destinos de Hannah teremos situações bem doces, cômicas e trágicas, situações que bem dariam para um filme ao melhor estilo "Sessão da Tarde". Aliás, a narrativa de Taylor Jenkins me lembrou muito a Sophie Kinsella! Portanto, se você gostou da Kinsella, certamente irá desfrutar muito desse livro também.

A ambientação é quase inexistente, mas não fez a menor falta. Sabemos que a trama está ambientada em Los Angeles, mas a autora optou por não dar detalhes e nem citar alguns dos pontos da famosa cidade. O único lugar citado é o Presbyterian Hospital. Eu preferi assim, que não se detalhasse a ambientação, pois o foco ficou todo nos personagens e na trama e isso me envolveu mais na história.

Durante toda a trama, houve um destino de Hannah que eu gostei mais que o outro e torci mais nele. Porém, o desfecho que a autora trouxe tanto pra um quanto pra outro foi tão tocante e enriquecedor, tão satisfatório, que ao final, repensando na trama toda, posso dizer que gostei igualmente de acompanhar ambas as histórias.

Fazia um tempo que eu não lia chick lits e acho que escolhi Em outra vida, talvez? no momento certo pois terminei a história me sentindo mais leve e extremamente satisfeita. Certamente pretendo ler outros livros da autora, adorei a narrativa dela e a maneira como constrói seus personagens. A proposta do livro foi bem desenvolvida na trama e, o final, na minha opinião foi extremamente coerente já que reflete bem o estilo da narrativa que se apresentou desde o início.

site: www.derepentenoultimolivro.com
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Carlosapmm 07/05/2019

O Livro Em outra vida, talvez? de Taylor Reid é outra obra fantástica desta autora na qual nos envolve de forma vibrante e que nos leva a refletir sobre os feitos e processo de escolha da vida. Taylor já ganhou meu coração com sua obra anterior (os sete maridos de Evenlyn Hugo) e agora só fez confirmar minha paixão pela escrita da mesma. O livro apresenta como personagens principais: Hannah, Gabby, Mark, Ethan e Henry. A estória se baseia basicamente em dois pontos, ou melhor dizendo, em duas escolhas diferentes sendo narrada e indicada em duas situações diferentes a partir de duas escolhas diferentes. O mesmo ressalta uma linda amizade entre Hannah e Gabby no qual tal elo chega a nos emocionar e comover e desejar uma “Gabby” em nossas vidas e reafirma aquela antiga e velha frase usada: família não é só de sangue. É visto que Hannah é uma menina que ainda não sabe bem o que quer e o que fez da vida até então e a partir do momento em que ela volta morar em Los Angeles (parece) que a vida começa a tomar um rumo e já é um processo de escolha.
É um fato, e este é explicado no decorrer da narração, que Hannah se dá melhor com Gabby e com a família da amiga do que com a própria família, visto “xis” fatores que levam a isso de modo que de alguma forma a sua própria família “a abandonou”. Uma coisa marcante da personagem principal e então narradora é o seu coque (como consta na capa do livro) assim como o seu amor por “pãozinho de canela” e confesso que se fala tanto desse pão que eu fiquei salivando e com uma enorme vontade de provar.
A estória se divide e então é narrada em duas possibilidades (ou podemos dizer, consequências) de uma escolha feita por Hannah: ir para casa com a amiga Gabby ou ficar na festa com o ex-namorado na qual é apaixonada desde do ensino médio e que acabou de o reencontrar. A partir dessas premissas e possível escolha a autora alterna os capítulos desenvolvendo a estória baseado em cada uma dessas, mostrando como teria sido se ela tivesse ido com a amiga para casa e como teria sido se ela ficasse. Aproveito e aviso: muitas são as surpresas, reviravoltas e acontecimentos que ocorrem, surpreendente.
Partindo para o final do livro, muito se fala de “destino” e “consequências” na qual o livro, no final se sabe, que se baseia na teoria do multiverso. Essa teoria parte da questão de que tudo é possível acontece e se baseia na mecânica quântica de modo que tudo que vivemos foi devido a uma escolha e logo uma consequência de maneira que o que viemos aqui hoje, poderá ou está sendo vivida de outro modo em outro lugar sendo fruto das nossas escolhas.
Confesso que espetava saber qual caminho ela escolheu, entretanto também entendi (segundo a teoria) que não existe um certo e sim todos e que “embora eu talvez exista em outros universos, nenhum deles é tão doce quanto este” sendo todos validos. A narrativa, como já era de se esperar de Taylor é sensacional, envolvente e encantadora sendo de uma leveza. Personagens são fofos principalmente o Henry na qual amei.
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anaclara.acss 19/03/2019

Em Outra Vida, Talvez?
Esse livro conta a história de Hannah Martin, uma solteirona, desempregada e desabrigada de 30 anos. Ela vive de um lugar para outro desde seus 16 anos de idade, quando seus pais se mudaram para Londres a fim de apoiar a carreira de bailarina da sua irmã caçula. Mas, 1 decisão pode mudar toda a sua vida quando ela retorna a sua terra natal.
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AndyinhA 14/02/2019

Trecho de resenha do blog MON PETIT POISON

Já em ‘Em Outra Vida, Talvez?’ a autora explora uma espécie de RPG ao contar 2 versões da vida de Hannah, uma em que ela vai para casa com Ethan, seu amor de adolescência e na outra que ela volta para casa com sua amiga Gabby. Alternando entre uma decisão e outra, a gente vai vendo como a vida mesmo que com decisões completamente diferente está conectada à ações e pessoas.

Não diria que é uma história de amor, embora tenha uma pegada mais chick-lit, mas ele fala de relacionamentos, de escolhas e da própria vida. Com uma leitura despretensiosa e muitas vezes nua, a autora coloca as cartas na mesa e nos mostra que nem sempre a vida é um mar-de-rosa, mas que depois da tempestade há abonança.

Contada em primeira pessoa e mostrando que a vida da protagonista não é o glamour de sempre, vemos as coisas se desenrolar de maneira rápida e simples. A escrita da autora não traz aprofundamento, mas é empolgante e seguimos cada capítulo para saber o que acontece em cada vida.

Para saber mais, acesse:

site: http://www.monpetitpoison.com/2018/07/LivrosFofosPoison.html
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Ane Queiroz 09/02/2019

Fofo, delicado e ao mesmo tempo profundo
Que livro mais lindinho!
Amei o final, principalmente por ter aprendido a pouco tempo sobre o universo de infinitas possibilidades e o livro veio ilustrar da melhor maneira possível
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umalivraria 08/01/2019

Resenha @umalivraria - #resenhasdaelay
"Destino ou não, nossas vidas continuam sendo o resultado das nossas escolhas".

Não é interessante imaginar um mundo onde poderíamos saber o que aconteceria após cada escolha que fazemos? E se pudéssemos saber as consequências de cada uma das opções que temos?

“Em outra vida, talvez?” mostra uma história exatamente assim. É confuso explicar o que acontece durante a leitura e como é interessante o que a autora Taylor Jenkins Reid fez na obra. Ela deixou tudo mais dinâmico, o que desperta bastante curiosidade e nos faz embarcar completamente na vida da personagem.

Hannah é uma mulher de 29 anos, carrega uma confusão na cabeça e não sabe para qual lado seguir na vida. Até que ela decide pedir ajuda para sua amiga Gaby, esperando que ela possa ser a famosa luz no fim do túnel. A personagem volta para Los Angeles e, em um encontro com os amigos encontra o seu ex-namorado, o que fazer? A partir daí começamos a ler narrativas diferentes com as opções que Hannah tem.

É, de fato, impressionante parar para pensar sobre isso. Seria até bacana, não?

Foi o primeiro livro da autora publicado no Brasil e, para mim, ela começou muito bem. Só me despertou bastante curiosidade para ler novamente algo dela e espero que isso não demore muito. É um chick lit diferente de todos os outros, aliás, diferente de tudo que já li.

Traz uma reflexão e, ao mesmo tempo, uma vontade de viver aquilo. Um desejo de voltar a todas as nossas escolhas na vida e saber o que aconteceria se tivéssemos escolhido diferente.

site: https://www.instagram.com/umalivraria/?hl=pt-br
Jhen 06/06/2019minha estante
Oi, qual a página desse quote??? Que vc colocou no início.




Camila Justi | @JustiBooks 07/01/2019

Em Outra Vida, Talvez?
Hannah Martin está perdida. Não tem profissão definida e vive mudando de cidade. Nova York não está como ela imaginava e sua melhor amiga Gaby consegue convencê-la à voltar para Los Angeles, sua cidade natal.⠀⠀⠀⠀
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Para comemorar sua chegada eles combinam com alguns amigos de sair para se divertir em um bar. Para surpresa de Hannah, seu antigo namorado Ethan aparece no local, mexendo com seus sentimentos e a fazendo escolher entre duas opções.⠀⠀⠀⠀
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Ela poder escolher ir embora pra casa com Gaby ou pode escolher ficar até mais tarde com Ethan. Cada escolha tem uma consequência diferente e vamos acompanhar o que o destino reservou em cada uma delas.⠀⠀⠀⠀
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✨A vida é longa e repleta de um número infinito de decisões. Preciso acreditar que as pequenas escolhas não importam, que vou acabar onde tenho de acabar independentemente do que fizer.✨⠀⠀⠀⠀
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💭Sabe aquele livro que engana pela capa? Esse é um deles. Parece um romance fofinho, clichê ou até mesmo um chick-lit divertido, porém esconde muitas emoções e reflexões. Com finais alternativos nos mostra que cada escolha leva à uma direção diferente mas que o destino está sempre cumprindo o seu papel.

site: https://www.instagram.com/justibooks/
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Ana 17/12/2018

Gosto Amargo
Acabei de ler o livro. Li a sinopse e não sosseguei enquanto não o li. Mas, o livro me deixou um gosto amargo. A amizade de Hannah e Gabby é incrível, o melhor do livro. Os Hudson são fantásticos. Gosto de como a autora tentar dar uma cara de realidade para a história. Sabe todos os personagens podem ser reais, não são perfeitos ou maus. São verossímeis. Gosto do livro te dizer que a vida se ajeita, independente do caminho que se toma e das consequências que há. Mas o lance do destino, me incomoda. Porque o livro bate nessa tecla o tempo todo e não. No final, o livro te diz que as coisas são como são e tudo bem nisso. Mas, não é o destino que dita isso. Então, essa coisa de ficar se perguntando se as coisas tem motivo e tomar as decisões nessa muleta me incomodou muito. Porém, de qualquer forma achei a leitura válida. Acho que um livro deve te incomodar um pouco, para o bem ou para o mal.
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Julia 04/11/2018

Esse livro é surpreendente, a sinopse não revela o quanto a história é tocante, passa uma sensação de esperança, é simples e ao mesmo tempo muito bonita, essa é a minha impressão após a leitura.
Sabe quando temos as nossas dúvidas com relação as decisões que tomamos em nossa vidas e sempre nos vem a mente aquela frase 'e se fosse diferente?'. O livro é muito sobre isso, aborda sobre multi universos, realidades alternativas, destinos e almas gêmeas de um jeito tão interessante, isso tudo após a decisão que Hannah precisa ter logo no começo da história, nós acompanhamos o que acontece nesses dois universos que mudam significativamente sua vida e a vida dos personagens a sua volta também, não posso afirmar qual realidade seria a certa, na verdade nem acho que tenha uma realidade certa ou errada, nas duas ela evolui muito e amadurece e nas duas todos são afetados pelas coisas que acontecem com ela (apesar que minha realidade preferida é quando ela recusa a carona).
É linda a amizade entre Gabby e Hannah e a união entre as duas, a Gabby é muito incrível com o discurso de beleza não é importante e sim o que temos por dentro ou todo mundo é bonito de alguma forma, e destaque para seus pais também. Se você é aquela pessoa que sempre sofre porque acha que tal personagem deveria terminar com esse ou aquele outro personagem nesse livro há dois finais felizes lindos e bem satisfatórios.q
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