A Mulher Na Janela

A Mulher Na Janela A.J. Finn


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Resenhas - A Mulher Na Janela


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Vivi 15/10/2018

Uma mulher que perdeu marido e filha num acidente fica com depressão pós traumática e só fica dentro de casa observando as outras casas e acaba por assistir a um assassinato, mas acham que imaginação dela, tendo em vista que ela toma muitos comprimidos e bebe muito. Uma trama interessante e um final surpreendente.
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Lu Borgese 13/10/2018

Paranóia, realidade? O que está realmente acontecendo?
Como uma apaixonada pelo gênero Thriller, essa magnifica obra não podia ficar de fora do meu Top List de Livros favoritos e é claro eu tinha que dividir a minha experiência literária com vocês!
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"Não é paranoia se está realmente acontecendo!"
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A história é narrada por Anna Fox, a nossa protagonista que sofre de um transtorno conhecido por "Agorafobia", que nada mais é que uma perturbação de ansiedade que leva a insegurança, medo, fobia por espaços abertos. Assim, após ter se separado do marido e da filha, Anna vive reclusa em casa há quase um ano, sem ter muito o que fazer, ela passa seus dias assistindo a filmes antigos, conversando com estranhos na internet, bebendo e bisbilhotando a vida alheia.

Porém, a vida de Anna se transforma quando uma família se muda para a casa em frente a sua, do outro lado do parque. Assim, após testemunhar algo irreversível, ela se desespera e fica obcecada por vigiar e acompanhar a vida de seus novos vizinhos. Contudo, o grande desafio será distinguir a realidade da imaginação. Será uma paranoia ou realidade?

O livro é extremamente viciante, impossível de largar até terminar. A. J. Finn constrói o cenário ideal para lançar a dúvida. Aquele mistério que faz o leitor ficar questionando: O que realmente aconteceu? Quem é o verdadeiro culpado?

Por fim, eu só posso recomendar fortemente a leitura desse suspense maravilhoso. No fundo, ninguém é aquilo que parece ser, e por mais atento que o leitor possa ser, o desfecho está longe de ser imaginado. Então, reserve seu Merlot e venha conhecer essa história de perto!
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"O mundo pode ser um lugar bonito. Não se esqueça disso. E não abra mão dele."
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Joseph 07/10/2018

Paranóico.
Antes de le-lo. Eu ja sabia exatamente o que iria acontecer. Sabia o final e como acabava. Mas nada disso foi impencilio para ter uma leitura de fazer o coração acelerar a cada capítulo. Chegou uma hora que minha mente esqueceu por completo todos os spoiler e eu me senti estupido, surpreso e com vergonha de ter arregalado os olhos no meio do ônibus e gritar um palavrão. Foi engraçado, de fazer arrepiar, deixar o cabelo em pé e a boca aberta. Isso levou a ser um dos meus favoritos.
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Tailine 02/10/2018

Gostei, Sr Finn.... pode escrever mais.
Anna Fox era uma psicóloga especializada em atendimento a crianças e adolescentes, mas que agora vive reclusa em sua casa refém da agorafobia, decorrente de um TEPT. Se alimenta de remédios controlados, filmes antigos e merlot. Atravessa os dias alternando entre prestar consultoria num chat para agorafóbicos e espionar os vizinhos. Sua vida tranquila de bisbilhoteira vira de cabeça pra baixo quando ela vê sua vizinha sendo esfaqueada. Ou, pelo menos, acha que vê.

Narrativa fluida que chama atenção do leitor, prende e não solta mais. As pistas são fornecidas aos poucos e vamos encaixando como um quebra cabeça de centenas peças: isso encaixa… ops, não encaixa… peraí, encaixa sim.. mas, ué?

A história da Anna e família vai sendo contada aos poucos e o desfecho é revelado num timing perfeito, sendo impossível não sentir empatia pela protagonista. A reviravoltas (sim, no plural) são orgânicas e muito bem encaixadas com o final, que é coerente com toda a história.

#minhaopiniao: poderia organizar melhor os diálogos. Se virar filme, quero a Jamie Lee Curtis como Anna e Noah Centineo como David. Os outros tanto faz.

Gostei e recomendo.
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Jess - @thebooksrevenge 02/10/2018

O final é mais gostoso
Já faz tempo que eu comecei a ler A mulher na janela, mas apesar de ter uma excelente narrativa, não conseguia me apegar à protagonista e isso me incomoda muito durante a leitura. Porém, não é um livro ruim. Não mesmo. Veja.

Nesse romance, escrito pelo articulado A. J. Finn, acompanhamos a história de Ana Fox, uma psicóloga que mora sozinha em Nova York, bisbilhotando a vida dos vizinhos pela janela. Separada do marido e da filha, ela luta contra fobia e a solidão, bebendo muito vinho, assistindo filmes antigos e se automedicando.

Uma família chega à vizinhança. Os novos moradores despertam a curiosidade de Ana. Ela fica obsecada com eles e os espia sempre. Até que um acontecimento a deixa transtornada pelo o que viu (ou que acha que viu).

A mulher na Janela é um thriller muito bem arquitetado e escrito. O autor consegue levar o leitor através da visão da personagem principal, induzindo-o a acreditar e duvidar dela nos momentos certos.

Porém, a protagonista em quase todo livro só me pareceu ser alguém com sérios problemas psicológicos. Embora, essas questões tenha sido trabalhada muito bem e tem o seu mérito, acho que faltou ser explorado outras características da personalidade dela. Por esse último motivo, eu me senti muito distante da personagem.

Os flashbacks são de muita importância para sabermos o que aconteceu com Ana e sua família. E a revelação foi um dos pontos que fez pensar "Isso é que é suspense, meu amigo".

Com certeza, o que me fez gostar mais da leitura foi o final, no qual o autor conseguiu surpreender e prender minha atenção até a última página.

A mulher na Janela é um thriller com várias pitadas de referências de antigos filmes de suspense, trabalhado em uma linguagem charmosa, com comparações inteligentes. Uma escrita que me fez refletir no trabalho de escritor por trás da obra por vários momentos.
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Tubaz 02/10/2018

Um suspense muito bem trabalho!
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Luciana - @minhaestantemagica 01/10/2018

Agorafobia é o medo mórbido de se achar sozinho em grandes espaços abertos ou de atravessar lugares públicos. É exatamente esse pavor que impede Anna Fox de sair de casa. Não consegue, sequer, ir ao jardim de seu casarão. Ela vive essa situação há dez meses, depois de ter passado por um forte trauma, e tem contato físico com pouquíssimas pessoas: Bina, sua fisioterapeuta; David, o inquilino; Dr. Fielding, seu psiquiatra; e os novos vizinhos, Ethan e sua mãe, Jane Russell. Então, passa os dias bisbilhotando a vida dos outros, jogando xadrez online, assistindo filmes antigos ou ajudando outros agorafóbicos através de um site especializado na doença, já que Anna é psiquiatra. Tudo isso regado a muito (muito!) vinho e remédios controlados, tomados desordenadamente e combinados com álcool. Esse "coquetel molotov" tem o poder de deixar uma pessoa bastante confusa e alucinada. Mas será que é isso mesmo que está acontecendo com Anna? Em uma de suas noites de sonolência e visão turva, vê Jane com um punhal cravado no peito e o suéter branco banhado em sangue. Ela chama a polícia e tenta ajudar a amiga, mas não consegue atravessar o parque, tem um ataque de pânico e acorda no hospital. A partir daí, a história sofre inúmeras reviravoltas, algumas bastante surpreendentes, e nos deixa sem saber em quem acreditar. Com uma escrita fluida e que prende a atenção do leitor, acompanhamos a jornada de Anna para tentar provar que não está ficando louca e, principalmente, para lutar por sua vida com todas as forças que possui!
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Taci 30/09/2018

Não conhecia a chamada ?agorafobia?, e foi interessante conhecer o q levou a protagonista Anna Fox a desenvolver essa parologia, q foi a parte mais imprevisível do livro. Qnto ao misterioso fato q ela testemunha da janela, ocorrido na casa do vizinho, percebe-se uma maior previsibilidade. Achei o livro interessante, mas não diria q é excepcional
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Jéh 30/09/2018

Surpreendente
Terminei de ler a mulher na janela nesse minuto e vim correndo aqui pra dizer que me prendeu bastante, me fez querer chorar, me deu medo e me chocou no final.
uma leitura que eu recomendo muito!
emoção é o que não falta e por isso me fez favoritar
gabi 30/09/2018minha estante
Arrasoou ? concordo




nathaliamiraglia 28/09/2018

Uma surpresa inimaginável
Esse livro foi um presente para minha percepção. Um desafio ao meu ponto de vista e à minha capacidade imaginativa. Foi um exercício de sair da minha perspectiva para conhecer e encontrar outras possibilidades. Leitura gostosa e intrigante, apesar de previsível.
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Andressa.Adarque @meuladoleitora 23/09/2018

A mulher na janela
Anna Fox há quase um ano sofre com um transtorno pós-traumático. Ela não consegue sair de casa, seus dias se resumem em beber vinho, se auto medicar, acompanhar a rotina dos vizinhos através de sua janela, conversar e jogar com desconhecidos pela internet.
Mesmo sabendo que essa rotina não e nada normal e saudável, ela não consegue mudar.
E como se não bastasse sua vida complicada, ela começa a receber visitas dos novos vizinhos, os Russel, primeiro de Ethan, filho do casal, depois de Jane e por fim de Alistair.
Os acontecimentos iniciaram uma onda de nebulosidade ainda maior na mente de Anna, e ao presenciar a morte de Jane, sua vida vira muito mais de cabeça para baixo.
Ninguém acredita no que ela conta, para a polícia e toda a vizinhança ela está delirando, porque a mulher que disse ter visto eles alegam que não é a sra. Russel.
Mas afinal, será que ela estava delirando? Será mesmo que aquela mulher existiu? O que é verdade e o que é alucinação?
-*-
Acompanhar a rotina de Anna foi angustiante, é difícil ver uma psicóloga com uma vida normal se perder completamente após um trauma e entrar em um buraco sem fim. Me peguei pensando o quando deve ser difícil para alguém nessa situação sair. Essa história mostra o quanto nossa mente é poderosa e pode pregar inúmeras peças em nós.
Apesar de ter sido no início uma leitura bem arrastada o desfecho fez toda a diferença.
A escrita do autor é sem igual, ele te leva a vários questionamentos e a criar diversas teorias.
Mesmo acertando uma das teorias que criei, o fim me surpreendeu muito, a história é bem desenvolvida, daquelas que mexe mesmo com a nossa mente.
Quem curte thrillers psicológicos vai adorar esse livro. Super recomendo.
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Camila 20/09/2018

Acabei de ler o livro A Mulher Na Janela, muito surpreendente. Ao começar a ler me pareceu uma história meio​ despretensiosa, muito bem escrita! Realmente comecei a gostar e me solidarizar com a Ana sem juga-lá; mas até então a "história" em si demorou a começar, mas...Quando começou... Não conseguia parar​. Simplesmente fui bombardeada (positivamente) com acontecimentos e surpreendida a cada página, certos acontecimentos me deixaram de queixo caído e um final merecido para a história.
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Suka 18/09/2018

A mulher na janela é um suspense maravilhoso de se ler, aquele tipo de livro que não queremos largar até chegar ao fim da história.
Conheceremos a Dra. Ana Fox, psicóloga infantil, que após se separar tornou-se uma alcoólatra, agorafóbica e faz uso de seus medicamentos com bebida. Já que ela não sai mais de casa usa a internet como meio de ajudar as pessoas que tem a mesma fobia que ela, além de jogar xadrez e registrar a vida da vizinhança pelas lentes de sua Nikon. Devido a sua vida enclausurada ela alugou seu porão ao David que faz alguns serviços externo para ela.
Porém, um dia ela ver que tem novos vizinhos, a família Russells. E fica interessada nessa família passando a observá-los com mais frequência. Até que em um momento de embriagues ela vê algo acontecer na casa de seus vizinhos, que a deixa um pouco mais perturbada.
Mas até que ponto ela consegue diferenciar o que é real do que é alucinação?
No decorrer da leitura vamos descobrindo mais sobre a vida da Ana, o que nos faz esclarecer alguns fatos da história. O livro tem uma escrita instigante e envolvente, os capítulos são datados, dando a impressão de que podemos estar lendo um diário. A capa possui um alto relevo e escrita do autor torna nossa leitura fluida, é um thriller maravilhoso de se ler.

site: http://www.suka-p.blogspot.com.br
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Dani 18/09/2018

Blog Paixão em Livros
De inicio eu confesso que demorei um pouco para me envolver nessa historia. O começo do livro é um pouco lento, e isso acaba nos fazendo quase querer abandoná-lo. Felizmente, o começo do livro não é nada comparado ao que acontece após um determinado momento na trama. Fico feliz em dizer o quanto eu gostei desse livro, de sua narrativa, dos personagens e da escrita do A. J. Finn.

Após um grande trauma em sua vida, Anna Fox vive sozinha e isolada na sua casa, onde um dia morou com seu esposo e filha. Sem sair de casa, a mulher sofre de agorafobia. Anna possuía uma carreira, uma vida feliz e plena, mas agora vive os dias na companhia de suas garrafas de vinho e sua câmera, um equipamento que usa para observar seus vizinhos. Um dia, enquanto observava seus novos vizinhos, Anna testemunha algo horrível e que a deixa aterrorizada. Mas será que o que ela viu realmente aconteceu?

“– Você não acha que está sendo um pouquinho paranoica? Antes que ele possa dizer mais alguma coisa, disparo: Não é paranoia se está realmente acontecendo.”

Antigamente eu não era muito fã de livros com muito suspense, eu fico muito nervosa e agoniada para que todo o mistério se resolva logo; eu sou uma pessoa muito ansiosa. A Mulher na Janela possui um ótimo suspense e momentos nada previsíveis. Eu tentei por diversas vezes adivinhar o que ia acontecer, mas o autor – para a minha felicidade e agonia – conseguia me surpreender a cada momento. O livro é narrado pelo ponto de vista da Anna e vemos o sofrimento da protagonista, todo o conflito emocional, e o trauma pelo qual ela passou; as dificuldades que ela precisa enfrentar, os problemas com o consumo de álcool e os remédios. Acho que isso foi um dos pontos positivos da obra: a forma como nos conectamos com a protagonista. Outro ponto, com certeza, é a escrita do A. J. Finn. É fácil sentir todo o medo e desespero da Anna. Da metade para o final do livro, sentimos cada dúvida, cada medo da personagem. Num determinado momento a tensão cresce, o que deixa o livro ainda melhor.

“Sinto o lado de fora tentando entrar… O mundo externo inflando na rua, flexionando os músculos, arranhando a madeira da porta. Posso ouvir sua respiração, o vapor que ele sopra pelas narinas, o ranger dos dentes. Um monstro prestes a me atropelar, a me rasgar e duas, a me devorar.”

Mesmo com todo o cuidado que o autor teve para construir a história, todos os detalhes que o autor usou para contar a história da protagonista, eu consegui desvendar o mistério em um determinado momento da trama; não que isso estregasse nada para mim. A Mulher na Janela é uma leitura cheia de suspense e momentos de tensão, além de ser envolvente. Tenho certeza que agradará a muitos fãs desse gênero. É um ótimo romance de estreia, que me faz torcer para que o autor escreva mais livros como esse. Agora resta aguardar pela adaptação do livro, que eu espero que seja tão bom quanto a obra.
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izzy~ 17/09/2018

Recomendo.
Anna tem uma doença que a impede de sair de casa. Ela passa a maior parte do seu tempo espionando os vizinhos, sabe tudo o que se passa com eles... até o dia em que uma nova família se muda para sua rua. E como esperado, Anna fica obcecada por eles. Porém, em um dia normal, enquanto olhava pela janela, ela presencia um acontecimento que a deixa chocada. Mas será que isso de fato aconteceu? Ou foi apenas sua imaginação? O que é real, e o que é falso?

Esse livro foi exatamente o que eu imaginei. E não me arrependo de te-lo comprado, gostei muito. Se voce gosta de um thriller psicológico, então vai gostar desse livro. Foi o primeiro livro de suspense que li. O único ponto negativo que posso dizer é que pessoalmente, achei que o autor enrolou bastante, eu só queria saber sobre o que Anna tinha visto na janela... mas essa parte é pessoal, depende de quem le, talvez isso não seja um problema para voce.
Gostei do final. Voce desconfia de tanta gente... vale a pena.
Mais uma vez, recomendo muito.
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