O Sócio

O Sócio John Grisham
John Grisham




Resenhas - O Sócio


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Filino 12/06/2020

Uma história muito bem construída
John Grisham concebeu uma trama muito bem elaborada, envolvendo golpes financeiros, encenação de acidente fatal, preseguições internacionais, FBI... tudo que compõe um ótimo thriller. Como nas outras obras, o elemento jurídico também se faz presente.

A novidade é que o Brasil é parte essencial dessa trama. Rio de Janeiro e Ponta Porã compõem, de modo essencial, a história - que vale a pena ser lida!
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Lorena 12/06/2020

Surpreendente
Esse livro me surpreendeu do início ao fim. A cada capítulo era desvendado um novo mistério.

Não gostei do final, mas estou impressionada com essa narrativa.
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Sérgio 26/03/2020

Fantástico!
Um livro que segue o padrão John Grisham de qualidade! Na mesma pegada de outras obras suas, tais como "O Dossiê Pelicano" e "O Advogado", tem um desenvolvimento rápido, intenso e com um tempero especial para os leitores que se empolgam com um "romance jurídico". A obra vai narrando o minucioso estratagema bolado pelo protagonista para se esquivar de responsabilidades legais decorrentes de um roubo milionário. É de uma leitura fácil e compreensível, e é daqueles livros que fazem com que o leitor não consiga parar nem por um segundo! Uma obra maravilhosa, super recomendada!
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Lanny 20/06/2019

Fantástico
Livro muito inteligente. Não entendo de processos e termos legais, então não sei se os trâmites apresentados são possíveis, mas adorei a inteligência do autor -através de seu personagem - para achar uma saída quando, aparentemente, não havia nenhuma. Recomendo.
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LER ETERNO PRAZER 05/10/2018

Patrick Lanigan era um advogado brilhante e bem pago que trabalhava para uma prestigiada firma de advocacia do Mississípi ? até ao momento em que fingiu a própria morte e roubou noventa milhões de dólares à própria firma. Durante quatro anos, consegue evitar ser apanhado pelos homens poderosos que roubara e que estavam dispostos a tudo para o capturar. Escondido numa região remota do Brasil, Patrick vive a olhar por cima do ombro, sempre à espera do inevitável, até que, um belo dia, os seus perseguidores acabam finalmente por o encontrar.
Agora Patrick Lanigan está de regresso aos Estados Unidos para ser julgado pelos seus crimes. Com os antigos sócios desejosos de vingança, Patrick encarrega um velho amigo da sua defesa, enquanto a sua bela namorada permanece na sombra. As perguntas sem resposta são muitas, mas há uma que se destaca: onde está o dinheiro?
À medida que os detalhes da fuga vão sendo revelados, começa a emergir uma outra história, muito mais complexa do que alguém poderia imaginar: a verdade. E Patrick é a única pessoa no mundo que tem todas as respostas?
Para falar mais detalhes dessa ótima novela teria soltar muitos spoiler por isso deixo a curiosidade de cada leitor! Grisham tem uma facilidade imensa de criar história que envolvi tramas jurídicos e em o sócio não é diferente!
Um livro que indico para aqueles leitores que apreciam histórias com temas do meio jurídico sem, claro, deixar de lado um pouco de romance, um pitada de suspense e uma pincelada de reviravoltas com um desfecho que nem sempre é aquele que esperamos!!
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Gladston Mamede 17/09/2018

Quase desisti no começo. O texto pareceu-me chato e truncado, seco, sem se pretender arte ou artesanato, mas apenas meio para contar uma história. Insisti nas páginas e, de repente, a trama se acelerou e me capturou, em boa medida por minha formação jurídica: a engenhosidade jurídica da história é seu ponto alto. Mas, infelizmente, senti que ele não conseguiu sustentar essa engenhosidade por todo tempo. Mas gostei da leitura. Entretém.
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Fabio Shiva 14/07/2018

suspense jurídico
Desde que assisti ao filme “A Firma”, fiquei muito curioso para ler algum livro do John Grisham, cujas obras inspiraram outros filmes como “O Dossiê Pelicano” e “O Homem que Fazia Chover”. E enfim surgiu a oportunidade, com “O Sócio”.

Eu chamaria o estilo de “suspense jurídico”, com uma narrativa bem seca e direta e a trama envolvente e bem embasada pelos conhecimentos legais do autor. Um detalhe interessante é que parte do enredo acontece no Brasil. A história funciona bem e prende o leitor.

Contudo... à medida que fui avançando na leitura, experimentei um crescente mal estar, não pela história em si, mas pela sociedade que ela retrata e reflete. O “herói” do livro é um advogado que rouba uma imensa fortuna de outros advogados ladrões, e se vale de sua grande habilidade como advogado para driblar o sistema.

O que me fez pensar no sistema legal como um todo, com suas leis que são criadas pelos poderosos, com o intuito de proteger os interesses dos poderosos. Leis que nada têm a ver com justiça ou ética, e que são grandes responsáveis pela sociedade tão degenerada em que vivemos. Um dos maiores canalhas que tive o desprazer de conhecer gostava repetir, sorrindo cinicamente: “não tenho o menor problema em ser imoral ou antiético, só não quero agir de forma ilegal.”

O que me lembra a reflexão de Hermann Hesse sobre o sistema jurídico: de todas as loucuras inventadas pelo homem, essa é a mais incompreensível.

O que me leva a fechar essa resenha com o tristemente verdadeiro ditado: “existem advogados porque existem advogados”.

http://comunidaderesenhasliterarias.blogspot.com/2018/07/o-socio-john-grisham.html


site: https://www.facebook.com/sincronicidio
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Guilherme.Gomes 04/11/2017

Bom!
Bom livro. Trama boa, capítulos curtos e sem enrolação. A premeditação de Patrick com tudo e com todos as vezes frustra mas, para um cara que rouba 90 milhões de dólares, ele precisava mesmo estar passos a frente de todos os envolvidos. Gostei do final, um pouco previsível, mas justo.
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George Augusto 27/01/2014

Associando-se até não ter com quem se associar.
O Sócio, livro de John Grisham, cujo gênero é ficção forense escrito em 1997, sendo o oitavo livro do autor, que foi considerado pela Publishers Weekly como o escritor dos anos 90.

Patrick Lanigan é um ex-advogado capturado no Brasil e feito refém por um grupo, que estava perseguindo-o há quatro anos, pois o mesmo grupo era alimentado financeiramente por Aricia (um homem que foi furtado em 90 milhões de dólares) e duas empresas de seguro (sentiram-se lesadas pelo seguro de vida que Lanigan fez). Patrick havia exatos quatro anos simulou sua própria morte, calculando milimetricamente todos os seus objetivos traçados e em seguida furtou 90 milhões de dólares de uma causa judicial vencida pelo escritório em que trabalhava, pois estava saturado de sua vida malfadada: com um casamento em que o adultério de sua mulher era constante e um trabalho no escritório jurídico como advogado associado que trazia motonia, preocupações e pouco reconhecimento. Ao retornar aos EUA ele necessita de ajuda jurídica e requisita-a de um amigo da época da faculdade de Direito. Então, os dois são envoltos de processos e estudos na tentativa de defender Patrick de todas as acusações recebidas tanto em âmbito federal quanto estadual e municipal.

John criou uma trama entrelaçada e muito bem conectada do início ao fim. Diferentemente do primeiro livro do autor “Tempo de Matar”, a história não se resume a uma localidade específica dos EUA, mas sim de um contexto mais amplo e internacional. No livro o personagem de Patrick Lanigan é interessante por ser aquele homem que tem as situações sob controle, além de ser muito astuto e esperto. Outros personagens mais marcantes na história são o advogado de Lanigan e Eva Miranda, aquele se sobressai pela sua argumentação jurídica e essa pelo suspense que a rodeia, afinal ela é a detentora de todo o dinheiro da trama, deixado em seu poder pelo próprio personagem principal caso ele fosse capturado. Além disso, pode-se tirar como comparativo alguns aspectos abordados no livro entre o direito americano e brasileiro, apesar de ano ser 1997.

De acordo com o gênero, não se deve esperar por uma história densa e aprofundada na área jurídica. A leitura é dinâmica e de fácil desenvolvimento, dessa forma sendo concluídas as 416 páginas do livro em tempo curto.
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Angela 21/01/2013

vou viciar nele
osto de thrillers politicos e este é muito bom. Acho que vou me viciar nele!
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Aline 25/04/2012

Bom
Em geral, o livro é meio parado, as reviravoltas são boas apesar do final ter me deixado indignada.
Enfim, vale a pena ler.
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Rafa Oliveira 12/12/2011

Mediano
Terminei de ler o livro esse final de semana. Foi simplesmente um livro que passou sem me deixar saudades. Já tinha lido "O Cliente" de John Grisham e aguardei com a mesma expectativa uma historia que me prendesse em "O Sócio".
Uma historia que faz do protagonista Patrick Lanigan o ladrão que rouba e faz tudo o que faz porque tem uma justificativa para tal. Para mim não existiu justificativa mesmo o livro transformando Patrick em super detetive e fugitivo. Apesar de o final ter me surpreendido, acho que poderia ter sido melhor abordado. A impressão é que o livro inteiro fica sempre na mesma.
Gostei da historia ter acontecido no Brasil e muito bem narrado quando se falava de Brasil e senti muita falta de saber mais de Eva Miranda, pois no começo achei que ela ia participar muito do livro junto com Pactrick Lanigan, o que nao aconteceu.
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Alice 26/06/2011

Um bom livro

A história não é exatamente genial mas é bem escrita e divertida. O autor conta muito bem a história do tal sócio que rouba a maior galera e depois foge para nada menos que o Brasil.

Achei a leitura fácil e bem rapida pras 414 páginas. O final é bem inusitado e para mim foi o melhor final dos livros deste autor.

Não há nada de poético nas frases de John Grisham. As frases são curtas e enxutas. Não há nada de tocante na vida do personagem principal, nem seus planos são muito mirabolantes. Nem nada do que ele diga, na minha opiniao, justifica o que ele fez.

É um bom livro e nada mais.
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Lionel Leal 07/12/2010

Previsível
Fraco. Foi o primeiro livro de John Grisham que li, e não fiquei impressionado. Não há complicação, o leitor não sente em momento algum que há algum perigo real para o protagonista, de modo que a trama fica extremamente previsível.
O final -- e aqui quero dizer final mesmo, as duas ou três últimas páginas -- é de fato surpreendente, mas não salva, por si só, uma trama fraca e previsível.
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