A Marcha

A Marcha John Lewis...




Resenhas - A Marcha


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Isaias (@vida.colecionador) 21/06/2020

Impressionante!
Já pensou, chegar em uma lanchonete, sentar no balcão de atendimento, as pessoas te olharem torto, e o dono não querer atender você? Esta era a realidade das pessoas negras que viveram sua juventude nos anos 60, nos Estados Unidos da América.

Veja o resto da resenha no site!

site: vidadecolecionador.com.br/2020/06/12/a-marcha-livro-1/
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Tah_baddauy 18/05/2020

Não conhecia nada sobre Jonh Lewis, e esse HQ foi um pontapé inicial para conhecer um pouco da sua luta por direito civil e igualdade.
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Paulo 26/04/2020

A Marcha é o começo de uma série em três volumes falando sobre a luta de homens como John Lewis e Martin Luther King por direitos iguais para a população negra norte-americana. Se passa em um dos momentos mais agudos da segregação racial nos EUA, as décadas de 1950 e 1960. Já sabemos que a HQ vai culminar na famosa Marcha em Washington onde Luther King faz seu famoso discurso e causa uma mudança social importante. Mas, até lá há um enorme processo de luta social e vamos acompanhar isso pelos olhos de John Lewis, um dos homens que discursou na Marcha. Um dos últimos remanescentes daquele momento histórico, Lewis conta sobre sua infância e o que o levou à luta.

Apesar de não ser o elemento mais importante da HQ, a arte me agradou bastante. Normalmente em HQs biográficas não costumamos prestar atenção nisso ou ela acaba tomando um aspecto secundário. Mas, preciso dizer o quanto a arte de Nate Powell contribui para a ambientação. O artista usa e abusa da habilidade de empregar luz e sombras para construir cenas que variam da alegria de uma criança em sua fazenda até uma rua tomada por manifestantes sendo rechaçados por policiais. O primeiro capítulo já começa com diversas splash pages se focando nos olhares, nos pés e no cenário onde aconteceu a Marcha. Nate já coloca o leitor no clima da história ao nos fazer estarmos no meio daquela multidão. Outro aspecto importante é como ele emprega uma arte rabiscada, mas que funciona muito bem aqui. Posso dizer que fiquei agradavelmente surpreso já que não esperava uma arte tão competente assim.

Antes de começar, quero aconselhar os leitores que vieram conhecer esta obra. Se você procura alguma história de ação, de espionagem ou aventura, esta não é uma HQ para você. Posso dizer tranquilamente que A Marcha se trata de uma quase biografia do John Lewis. Andrew Aydin até vai dar uma coloração menos metódica a isso ao inserir cenas e flashbacks para contextualizar os momentos da vida de Lewis, mas no fundo se trata de um material de não-ficção. Bem nos moldes de materiais como Persépolis, da Marjane Satrapi . Se você quer dar uma oportunidade a um quadrinho diferente do que tem no mercado, pode ir numa boa que a HQ tem um roteiro e arte bem acima da média. Não é aquele tipo de HQ biográfica chata que só empilha acontecimentos... aqui temos os sentimentos de Lewis diante das coisas que lhe acontecem. Sei que o nome de Lewis vem estampado claramente na HQ, mas posso dizer numa boa que o sucesso dela se deve a um ritmo bem compassado feito por Andrew Aydin.

Falar sobre segregação racial nos EUA na metade do século XX é entrar em um tema bem sensível. Isso porque o Brasil tem um preconceito racial muito mais sutil do que o americano (não é melhor ou pior, é apenas diferente). Durante muito tempo, o negro era enxergado ainda com os olhos da colonização inglesa. Mesmo após a independência americana, o negro ainda continuava a ser explorado nas fazendas de algodão e trigo. Quando aconteceu a abolição, parte da sociedade americana discordou, mantendo o ranço que existia durante o período áureo da agricultura. Enquanto o norte era mais progressista, o sul era calcado em um modelo colonial que se assemelhava bastante ao modelo português empregado no Brasil. E isso se refletiu na própria formação social. Até hoje se formos falar de uma sociedade conservadora nos EUA, os Estados do sul estão nesse meio: Texas, Mississipi, Tennessee.

Nesse primeiro volume vemos um pouco da infância de John Lewis em seu lar no Alabama. Logo de cara já vemos algumas particularidades sobre a educação de jovens negros neste período. Lewis precisava frequentar uma escola especificamente para negros. Não era permitido a mistura de homens brancos com negros e isso pode ser percebido em várias atividades na sociedade. Havia regras para a convivência entre brancos e negros. Por exemplo, o famoso caso do ônibus onde Rosa Parks foi presa. Isto aconteceu porque ela se recusou a se sentar no fundo, como era de praxe com os negros. Ou os quilômetros que o tio de Lewis precisava percorrer para poder encontrar um lugar que tivesse um banheiro voltado para negros. Ou o fato de ser necessário levar comida de cada já que negros não podiam frequentar restaurantes de beira de estrada. Isso fora o temor de ser atacado por algum branco violento nos estados do sul mais conservadores.

O que vai mudar a mente de Lewis vai ser a ida até Buffalo onde ele tem contato com o modo de vida dos estados do norte dos EUA. Lógico que ainda havia a segregação espalhada por todo o pais, em maior ou menor grau, mas poder morar lado a lado com brancos ou caminhar na rua livremente sem se preocupar com sua segurança era uma benção. A partir daí Lewis vai mudar sua cabeça e começar a pensar em por que as coisas são do jeito que são. Como ele pode ajudar a mudar o pensamento das pessoas? Nesse momento os EUA passavam por uma efervescência nesse sentido. Várias pessoas insatisfeitas com o estado das coisas se revoltam contra a sociedade. Processos judiciais são ganhos dando esperança a pessoas como John Lewis.

Os sit-downs também são abordados nesse primeiro volume. Sit-downs eram manifestações onde os negros entravam em lanchonetes e se sentavam em cadeiras próximas ao balcão fazendo algum pedido. Negros eram proibidos de frequentar a maioria das lanchonetes sendo relegados a espaços de convivência próprios. Os movimentos de igualdade social não concordavam com isso e organizavam dias em que grupos de manifestantes apenas iam até os locais e se sentavam passivamente. No começo as manifestações eram encaradas com medo e receio, mas depois as forças repressoras passavam a agir com violência. Havia até mesmo treinamento para os manifestantes não reagirem devolvendo a violência que lhes era infligida.

Fiquei positivamente surpreso com A Marcha. Não senti a leitura demorando a passar, muito pelo contrário. O roteiro não é carregado e tem vários trechos em que tem apenas imagens. Mesmo tratando de um assunto pesado, me senti mais reflexivo do que chateado após a leitura. Além de ter me passado uma série de informações novas sobre o movimento negro no cenário da segregação da década de 1950. Leitura recomendadíssima.

site: www.ficcoeshumanas.com.br
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Sandra Martins 01/03/2020

Necessário
A marcha 1 é aquela HQ que a cada quadrinho lido, aperta o coração. É uma história de luta, preconceito, fé e sobre vencer esse status de segregação. Ler é uma experiência que nos faz refletir em quantas vidas foram perdidas e quantas mais lutaram para que os direitos fossem respeitados. Um must read de verdade.
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20/08/2019

Iremos acompanhar a trajetória do congressista John Lewis, que cresceu no interior do Alabama. Ele vivia numa fazenda relativamente afastada do resto da cidade, sem notar os absurdos que aconteciam a sua volta, até que num certo dia, um tio que morava no norte do país visita a família e propõe levar o pequeno John para um passeio em Nova York. Esse é o ponto de partida para que John comece a perceber o mundo de outra forma: um mundo segregado. Notou a tensão do seu tio durante a viagem, já que não podiam parar em qualquer lugar para abastecer ou descansar sem sofrer algum tipo de ameaça. O motivo? O tom da pele deles.

Regressando da viagem, ele passou a notar coisas que até então tinham passado batido, o ônibus escolar das crianças negras, por exemplo, era sempre capenga, enquanto o de crianças brancas era novinho. Asfalto era um privilégio que eles não possuíam também, sendo destinado somente aos caminhos percorridos por brancos.

Esses pontos começam a incomoda-lo, mas foi só quando ficou sabendo no noticiário sobre Emmett Till, o garoto que foi espancado cruelmente por brancos, e Rosa Parks, a senhora que se recusou a ceder o assento a um branco – algo obrigatório na época – que ele se inspira e resolve atuar ativamente nas mudanças que estavam ocorrendo no país.

Ele acaba virando uma figura central na luta pelos direitos civis americano. Foi o responsável por trás dos “sit-ins” em lanchonetes segregadas, na qual pediam o direito de sentarem no balcão e serem servidos. Tudo de forma não violenta. Inclusive, treinavam todo tipo de situação para conseguirem se controlar caso sofressem agressão, tanto física quanto verbal.

O primeiro volume – são três no total - termina com o sucesso dos “sit-ins”, mas a gente sabe que tem muita luta ainda por vir.
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Annie - @queriaseralice 06/05/2019

“O amor e a não violência são o caminho.”⠀

Acredito que vocês conheçam pelo menos um pouquinho da história de Martin Luther King Jr. – ativista político e um dos líderes do movimento dos direitos civis de negros nos Estados Unidos, e, consequentemente, figura influente no mundo todo.⠀

E John Lewis? Quem é esse homem e o que ele tem a ver com Martin? 🤔⠀

John sempre notou a maneira diferente e extremamente injusta com que negros eram tratados. Seja em escolas, lojas, restaurantes ou qualquer outro local onde pessoas, independentemente da cor da pele, deveriam ser tratadas de maneira igual.⠀

Ao contrário de muitos jovens negros do ano de 1958, John não se conformou com isso. A partir do momento em que ele entrou numa universidade – com o sonho de estudar em outra, onde negros não eram aceitos –, surgiu dentro dele um desejo gigantesco de lutar.⠀

E é aí que entra Martin, criador de uma filosofia única e que influenciou os protestos que Lewis passou a participar e liderar: o uso da NÃO violência e do amor.⠀

A Marcha, primeiro livro da série que narra a vida de John Lewis e um período importante da história, apesar das pouco mais de 100 páginas, consegue transmitir – através de traços em preto e branco – a força de vontade e coragem que tanto John quanto Martin tinham em alcançar direitos que deveriam ter existido desde o princípio.⠀

Sabia pouquíssimo sobre o John, mas graças a essa graphic novel lindíssima passei a admirá-lo demais. Já quero a continuação! ❤️⠀

Recomendo não apenas para quem gosta de graphic novels, mas para todos aqueles que, assim como eu, acreditam que o amor e a não violência são capazes de mudar o mundo. ❤️⠀

site: https://www.instagram.com/p/BkJR8Htl-Z5/
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Laura Regina - @IndicaLaura 09/04/2019

Um livro para Entender a Luta pelos Direitos Humanos
A luta pelos direitos humanos dos negros nos Estados Unidos iniciada na década de 1950 nunca esteve tão atual e necessária.

Nesta graphic novel, somos carregados pelo congressista John Lewis aos fatos marcantes daqueles anos de luta, relembrando sua luta por melhores condições de vida dos negros, desde sua infância no sul racista e segregacionista até as primeiras sit-in nos estabelecimentos comerciais (questionando as leis de distinção entre negros e brancos por meio de enfrentamentos não violentos em lojas e restaurantes, usando como base os ensinamentos de Martin Luther King e Gandhi).

Este é o primeiro livro de uma trilogia já publicada na gringa, que chegou ao Brasil em abril deste ano. A narrativa em forma de rememoração de momentos vividos é bem interessante e funciona bem – parece que estamos ouvindo o velho Lewis nos contar causos de sua juventude. A arte é linda e consegue nos mostrar quando estamos no presente ou no passado sem confusões.

Eu, particularmente, espero ansiosa pela continuação, pois é um tema extremamente necessário, já que muitos ainda não sabem o quanto os direitos humanos são difíceis de serem conquistados, e o quão são frágeis ao ponto de serem perdidos.

Mais indicações no Instagram @indicalaura

site: https://www.instagram.com/indicalaura
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@livrosmundofantastico 06/04/2019

A Luta pela Liberdade
A Marcha é meu primeiro HQ e foi uma bela experiência ler e conhecer as histórias desses três autores. A narração é pelo Parlamentar John Lewis que conta a sua vida desde a infância quando morava na fazenda com os pais, sua inda para a faculdade e na luta pelos direitos civis nos Estados Unidos.

Durante a leitura me fez lembrar do filme Histórias Cruzadas, que eu super recomendo assistirem e ler A Marcha, claro.
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Laís 09/08/2018

[#resenhamaniadelivro] A Marcha – John Lewis e Martin Luther King
[#resenhamaniadelivro] A Marcha – John Lewis e Martin Luther King em uma história de luta pela liberdade

O racismo ainda existe, mesmo que essa luta já dure séculos. Historicamente, os Estados Unidos é um país muito conhecido por crimes de ódio com motivação racial ou xenofobia, entre outros..

Se hoje o preconceito ainda é gigante, imagina na década de 50, onde um negro não podia frequentar certos lugares exclusivos para brancos. Faculdade ou lanchonetes – o negro que entrasse nesses ambientes estaria comentando um crime.

John Lewis, um dos autores e protagonista dessa história, sempre gostou de estudar. Mesmo quando havia trabalho na roça, o garotinho dava um jeito de enganar os pais e ir para a escola. Quando chegou a hora de entrar na faculdade, ele se deparou com a triste realidade: como negro, ele jamais seria aceito. Já familiarizado com os discursos de Martin Luther King (pastor e ativista conhecimento mundialmente pela sua luta contra a desigualdade), é justamente nesse momento que a chama da luta passa a queimar também em seu coração. Entretanto, ele é avisado: a luta seria longa e dolorosa. E foi. E é.

Anos se passaram e hoje, com mais de quarenta prisões em seu “currículo”, Lewis é um dos Deputados Federais desse país que um dia foi tão cruel com ele. Achei muito bacana a ideia de contar um pouco da sua história por meio de um quadrinho, que é uma forma simples e muito dinâmica de ler. Justamente por isso (e pela importância dessa luta) acho essa uma leitura válida para todos.

Qualquer ser humano que não vive numa bolha, sabe que o racismo não morreu. Sabe que essa luta é, infelizmente, diária. Por isso achei tão importante conhecer um pouco mais a fundo essa história que eu só conhecia por cima. Ler algo assim me causou certa indigestão.. É muita injustiça, gente. Por dentro nós somos todos iguais, independe de dor, gênero, raça ou cultura.

Não é a toa que esse quadrinho foi premiado. Parece ficção quando você pensa que pessoas tiveram que lutar tanto pelo mínimo de respeito, mas é a realidade. Vale a pena conhecer mais sobre a nossa história e ver como a nossa escuridão é gigantesca.

- Livro cedido em parceria com a Ed. Nemo.

site: https://www.instagram.com/_maniadelivro/
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umalivraria 08/08/2018

Resenha @umalivraria - #resenhasdaelay
Você sabe o que é segregação racial? A obra nos mostra exatamente o que aconteceu nesta época, o sofrimento das pessoas que eram impedidas de seus direitos.

É difícil pensar o quanto foi difícil e como essas pessoas precisaram lutar para conseguir coisas básicas na vida e é encantador a forma que “A marcha” retrata isso. Trata-se de uma trilogia e na primeira HQ, conhecemos a história de John Lewis e seu encontro com Martin Luther King.

A HQ se inicia em 7 de março de 1965, quando policiais atacaram com violência um grupo de manifestantes, que estavam em um movimento pelos direitos civis. Esses movimentos eram liderados por grandes nomes no combate contra o racismo.

Naquele tempo, os negros eram proibidos de frequentar os mesmos lugares que os brancos e isso causava grande revolta, pois todos deveriam e devem ter os mesmo direitos. Lewis lutou para o fim da segregação e foi espancado\preso várias vezes por isso.

A marcha foi de extrema importância, foi nela que mais de 250 mil pessoas pararam a cidade de Washington D.C. para orar e cantar por liberdade. Eles queriam o fim dessa segregação contra a população negra. Foi uma grande caminhada que possuiu grandes lideranças.

A arte de Nate Powell é impressionante, conduz o leitor exatamente para o momento.


site: https://www.instagram.com/umalivraria/
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Lucas dos Reis @EstanteQuadrada 03/08/2018

Sobre racismo no passado mas que ainda rola no presente
O racismo é um assunto muito discutido nos dias de hoje, e essa luta pelos direitos iguais pode não ser tão presente no Brasil com movimentos marcantes e grandes repercussões, mas nos Estados Unidos vira e mexe é noticiado um grande protesto pelos direitos iguais. Assim como é comum no país vermos notícias sobre atos racistas vindo de pessoas comuns, políticos e policiais.

A HQ A Marcha - Livro 1 volta no tempo através das memórias de John Lewis, hoje deputado dos Estados Unidos, e ativista negro. Inicia-se contando sobre a infância no interior e nos guia até os seus primeiros atos como ativista pacífico.

Com inspiração no Martin Luther King, o movimento negro daquela época protestava sempre pacificamente, para mostrar que eles não querem nada além de direitos iguais. É interessante a forma que os autores da HQ escolheram contar a história do passado misturada com alguns pontos necessários nos dias de hoje.

Continue lendo:
http://estantequadrada.blogspot.com/2018/08/a-marcha-livro-1-de-john-lewis-andre.html

site: http://estantequadrada.blogspot.com/2018/08/a-marcha-livro-1-de-john-lewis-andre.html
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Lorrane Fortunato 21/07/2018

Resenha: A Marcha / Dreams & Books
Ultimamente ando apaixonada por HQs e A Marcha foi uma que me apaixonei muito antes de realizar sua leitura. Desde que li sua sinopse fiquei ansiosa para lê-la.

Essa história em quadrinhos é o primeiro volume de uma trilogia que narra a vida e luta de John Lewis. A Marcha traz uma história real narrada e ilustrada de forma encantadora e emocionante que traz ensinamentos e reflexões para o leitor.

Com um enredo cativante e envolvente prende o leitor desde o começo e faz com que ele sinta necessidade de aprender mais e mais. Acredito que essa é uma ótima opção de leitura para os mais jovens, pois ensina de uma forma tocante mas que não choca.

As ilustrações em preto e branco trazem um sentimento que não sei ao certo nomear, marcam, ficam na memória.

A Marcha não é uma leitura apenas para distrair ou fazer passar o tempo. Ela ensina, emociona e traz empatia. Impossível terminar essa leitura sendo a mesma pessoa que a começou.

Sem dúvida, estou ansiosa pelos próximos volumes e é um prazer divulgar essa história. Peço que dê uma chance a ela! Realizar essa leitura vai ser uma experiência incrível.

“Eu tenho um sonho.
O sonho de ver meus filhos julgados por sua personalidade, não pela cor de sua pele.”


site: www.dreamsandbooks.com
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Dri - @oasisliterario 12/07/2018

"A Marcha" é incrível do começou ao fim, nos mínimos detalhes, em cada traço e frase.
"A Marcha" apresenta a batalha de John Lewis pelo direitos humanos e civis e pelo fim das leis de segregação nos Estados Unidos.
John Lewis é um dos mais importantes representantes do movimento pelos direitos civis nos EUA. John Lewis foi da fazenda da família para o Congresso norte-americano, das injustiças à Marcha em Washington, dos ataques policiais ao recebimento da Medalha Presidencial da Liberdade e se tornou um grande ícone no país.

Através de traços expressivos, somos conduzidos pela vida de John Lewis desde suas primeiras experiências com movimentos contra o racismo até sua presença em momentos marcantes na luta contra a segregação racial, onde negros eram separados do restante da sociedade.

A graphic novel é o primeiro volume de uma trilogia que retratará outros ícones do movimento e já demonstra sua importância logo no início. Ainda que choque ao retratar a violência sofrida por negros durante a segregação, a graphic novel me emocionou durante muitos momentos.

A persistência e a luta de John Lewis pelos direitos humanos e civis é intensamente admirável e a narração de sua história é importante para a compreensão de um momento tão difícil na história mundial.

"A Marcha" é incrível do começou ao fim, nos mínimos detalhes, em cada traço e frase. Definitivamente uma graphic novel que todo mundo deveria ler!
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