A Marcha

A Marcha John Lewis...




Resenhas - A Marcha


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Sandra Martins 01/03/2020

Necessário
A marcha 1 é aquela HQ que a cada quadrinho lido, aperta o coração. É uma história de luta, preconceito, fé e sobre vencer esse status de segregação. Ler é uma experiência que nos faz refletir em quantas vidas foram perdidas e quantas mais lutaram para que os direitos fossem respeitados. Um must read de verdade.
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Jéssica Spuzzillo @pintandoasletras 07/06/2018

Maravilhoso!
“Eu tenho um sonho. O sonho de ver meus filhos julgados por sua personalidade, não pela cor de sua pele.”

Muitos de vocês já devem conhecer a história do Martin Luther King certo? Mas, vocês já ouviram falar do John Lewis? Eu já tinha lido algumas coisas a seu respeito, porém não sabia muito sobre as suas causas.

Esse é o primeiro volume da sua autobiografia que graficamente mostra a sua infância como um menino simples que morava na fazenda, que sonhava em ser um pregador e suas lutas contra o racismo em 1960 até os dias de hoje como congressista nos Estados Unidos. Lewis relata sua vida de forma intensa e o livro consegue transmitir o seu heroísmo, sua sagacidade, simplicidade, seu jeito amoroso e sua mente brilhante.

Essa Graphic novel apresenta ao leitor uma figura icônica que desempenhou um papel muito importante de liderança, criou um dos maiores movimentos para erradicar o mal da discriminação racial e lutou com unhas e dentes para trazer politicas básicas de direitos humanos e civis no sistema social americano.

Nate Powell, o artista gráfico e coautor fez uma excelente escolha de ilustrações em preto e branco, as cenas dos protestos e da violência são de arrepiar e todos os detalhes são impecáveis, que trabalho lindo!

Estou ansiosa para ler o segundo e terceiro volume e aprender mais lições. Uma das maiores que aprendi com o Lewis é que é preciso muita perseverança e paixão daqueles que se esforçam para que haja mudanças, sem isso elas nunca vão acontecer.

Outra lição valiosa que não só o Lewis como outos nomes importantes deixaram foi o NÃO a violência. E é com uma frase emocionante do Martin Luther King que eu encerro essa resenha...

“Uma das coisas importantes da NÃO violência é que não busca destruir a pessoa, mas transformá-la.”❤️

site: https://www.instagram.com/p/BjqEfkwDLBn
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Isaias (@vida.colecionador) 21/06/2020

Impressionante!
Já pensou, chegar em uma lanchonete, sentar no balcão de atendimento, as pessoas te olharem torto, e o dono não querer atender você? Esta era a realidade das pessoas negras que viveram sua juventude nos anos 60, nos Estados Unidos da América.

Veja o resto da resenha no site!

site: vidadecolecionador.com.br/2020/06/12/a-marcha-livro-1/
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Tah_baddauy 18/05/2020

Não conhecia nada sobre Jonh Lewis, e esse HQ foi um pontapé inicial para conhecer um pouco da sua luta por direito civil e igualdade.
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umalivraria 08/08/2018

Resenha @umalivraria - #resenhasdaelay
Você sabe o que é segregação racial? A obra nos mostra exatamente o que aconteceu nesta época, o sofrimento das pessoas que eram impedidas de seus direitos.

É difícil pensar o quanto foi difícil e como essas pessoas precisaram lutar para conseguir coisas básicas na vida e é encantador a forma que “A marcha” retrata isso. Trata-se de uma trilogia e na primeira HQ, conhecemos a história de John Lewis e seu encontro com Martin Luther King.

A HQ se inicia em 7 de março de 1965, quando policiais atacaram com violência um grupo de manifestantes, que estavam em um movimento pelos direitos civis. Esses movimentos eram liderados por grandes nomes no combate contra o racismo.

Naquele tempo, os negros eram proibidos de frequentar os mesmos lugares que os brancos e isso causava grande revolta, pois todos deveriam e devem ter os mesmo direitos. Lewis lutou para o fim da segregação e foi espancado\preso várias vezes por isso.

A marcha foi de extrema importância, foi nela que mais de 250 mil pessoas pararam a cidade de Washington D.C. para orar e cantar por liberdade. Eles queriam o fim dessa segregação contra a população negra. Foi uma grande caminhada que possuiu grandes lideranças.

A arte de Nate Powell é impressionante, conduz o leitor exatamente para o momento.


site: https://www.instagram.com/umalivraria/
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Fills 10/05/2018

Uma bela história, inspiradora e emocionante. A arte é excelente e a narrativa bem fluida. É o tipo de leitura extremamente importante e que todos deveriam ler. A determinação do Lewis é impressionante.
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Gramatura Alta 29/05/2018

http://www.gettub.com.br/2018/05/a-marcha.html
John Lewis fez parte do grupo dos Seis Grandes, que era composto por: Martin Luther King, James Farmer, A. Phillip Randolph, Roy Wilkins e Whitney Young. Todos eram presidentes ou fundadores de organizações de direitos civis e ações para terminar com a segregação racial nos Estados Unidos. Foram eles quem organizaram a Marcha sobre Washington por Trabalho e Liberdade, de 1963, que reuniu mais de 250.000 pessoas para discursar e cantar pela justiça social e pelo racismo contra a população negra do país.

Atualmente, John Lewis é deputado federal dos EUA e um ícone no movimento pelos direitos civis. Durante sua vida, ele sofreu diversas agressões físicas, algumas graves, e foi preso mais de quarenta vezes por causa de seu ativismo para a igualdade racial. Um dos momentos mais dramáticos que viveu, ocorreu em 1965, quando ele tinha 25 anos e comandou 600 pessoas m um ato pacífico para a aprovação da Lei do Direito ao Voto para a população negra, e que mais tarde ficou conhecido como o Domingo Sangrento. Quando eles chegaram à ponte Edmund Pettus, sobre o rio Alabama, foram violentamente atacados pela polícia. A repressão brutal e covarde foi transmitida ao vivo pela televisão, comovendo todo o país e sendo responsável pelo início da queda das leis que sustentavam a segregação racial nos EUA.

É exatamente nesse ataque sobre a ponte que se inicia A MARCHA, uma HQ que foi idealizada pelo próprio John Lewis, com desenhos de Nate Powell, cujos traços e cores em preto e branco, com acréscimo de muitas tonalidades em cinza, entregam a dramaticidade necessária para compor a história, mas sem qualquer exagero. Além de conseguir destacar, da mesma maneira comedida, o que cada personagem transmite pelos olhos: desde compaixão, até ódio.

No primeiro de três volumes, acompanhamos o ano de 2009, poucos momentos antes da posse de Barack Obama como presidente, quando Lewis recebe duas crianças em seu escritório, e conta um pouco da sua infância na fazenda do pai, quando começou a compreender as leis racistas que impediam negros de andar nos bancos da frente de ônibus, ou de se sentarem em lanchonetes, ou de votar, ou mesmo de frequentar escolas e universidades de brancos.

Um dos momentos mais tensos da narrativa, acontece quando Lewis, ainda moleque, viaja com seu tio para uma cidade grande. No trajeto, eles atravessam dois estados conhecidos pela intolerância racista, e ele narra o medo de serem abordados no meio da viajem e sofrerem algum tipo de agressão. Eles precisam, até, planejar em quais postos de combustível poderiam parar, ou onde comer e dormir. A descrição de Lewis de como seu tio estava tenso, o ranger dos dentes, as mãos trêmulas e presas ao volante, os músculos que só relaxaram quando eles chegaram em segurança ao destino.

Outro ponto tenso da HQ, é a forte mensagem dos atos pacíficos. Nas escolas, quando eles planejaram as primeiras manifestações, fizeram treinamentos onde uns provocavam fisicamente e agrediam verbalmente aos outros, como treino para manterem a calma, para serem pacientes quando fossem realmente provocados. Eles praticavam para se manterem frios diante daquilo que iriam enfrentar. E nos primeiros atos, quando eles se sentavam nos balcões das lanchonetes para comer, onde só podiam se sentar pessoas brancas, eles se comportavam de forma irrepreensível, apesar de serem empurrados e ofendidos.

A MARCHA é uma obra que demonstra como se manifestar diante das injustiças, como ser ativo sem ser agressivo, como suportar os ataques e manter a cabeça erguida. E é curioso fazer um paralelo com outra HQ resenha recentemente no blog, JEREMIAS: PELE, que também trata do racismo (pode ler, AQUI). Na obra da turma de Maurício de Souza, acompanhamos o jovem Jeremias tendo a mesmas descobertas de John Lewis, mas de uma forma passiva, o que não quer dizer conformada. Nossa geração, ao contrário da geração do deputado americano, não aprendeu a lutar pelos seus direitos, a enfrentar os problemas de frente. Ela está mais interessada em usufruir aquilo que já tem, acha que é suficiente, mas esquece que ainda tem muito para conseguir. Nossa gração luta pelo que a atende de forma direta e individual, não está interessada na coletividade maior.

E é esse muito que falta, que você irá encontrar na luta de John Lewis em A MARCHA e nos próximos dois volumes que serão lançados. É uma luta nos EUA, mas nem por isso é uma luta só deles. É uma luta de todos, brancos e negros, até que se deixe de dizer brancos e negros, e passe a se dizer: pessoas. Sem diferenciar a cor da pele.

site: http://www.gettub.com.br/2018/05/a-marcha.html
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Roberta 02/06/2018

"A marcha" foi uma leitura que me emocionou bastante e ao mesmo tempo aprendi muito sobre a luta do parlamentar americano John Lewis contra a segregação racial que existia nos EUA.
Na primeira parte da história, vemos o protagonista, ainda muito jovem, entrando em contato com alguns movimentos contra o racismo no Alabama, como o boicote aos ônibus de Montgomery em 1955. Um outro ponto interessante da narrativa foi como o garoto aprendeu as ideias de Martin Luther King: através de um quadrinho vendido a 10 cents.

Na segunda parte, John já está mais velho, portanto entramos de cabeça em vários movimentos contra o racismo, vibramos a cada problema que tentam resolver com ou sem sucesso. O fato dos movimentos adotarem a filosofia de Martin Luther King (e Gandhi) da não-violência nos deixa ainda mais angustiados com todo o sofrimento que passaram durante as suas lutas.

Uma leitura emocionante e estou aguardando a publicação dos próximos 2 volumes.

site: @take.an.unexpected.read
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Blog De Bem Com a Leitura 02/07/2018

Em 1951, fez a sua primeira viagem ao Norte e foi um percurso carregado de tensão. Ele sentia o seu tio nervoso e entendia o motivo, havia lugares nos quais não permitiam pessoas "de cor", eles não podiam parar para abastecer, se alimentar ou ir ao banheiro. Precisavam passar direto até chegarem a algum lugar seguro para negros. Quando finalmente chegou à casa do tio se surpreendeu ao ver a quantidade de pessoas brancas, inclusive os vizinhos.

Aquela viagem lhe abriu os olhos para as diferenças entre brancos e negros. Tudo era diferente. Para as pessoas "de cor" as coisas eram sempre mais difíceis, os piores transportes, ruas não pavimentadas, colégios sem parquinhos para as crianças... Mas para estudar era preciso muita força de vontade, além de todas as dificuldades impostas pela sociedade, ainda precisava driblar os pais que lhe obrigavam a ficar em casa e trabalhar. Mesmo assim , o jovem John Lewis adorava ir ao colégio e frequentar a biblioteca.

Certa vez, John Lewis ouviu um sermão pelo rádio de um pastor que ainda não conhecia (Martin Luther King), mas a mensagem lhe tocou profundamente e ele foi pesquisar sobre o homem. Quando Martin Luther King comandou um boicote aos ônibus, após Rosa Parks - uma jovem negra - ter sido presa por não ceder o seu assento a uma branco, John Lewis viu que era possível fazer muito mais e se inspirou.

Ele começou a frequentar oficinas de não violência no porão da igreja, lá os jovens negros aprendiam a resistir à pressão. Nas ruas eram ofendidos, humilhados, agredidos. Nas oficinas eles recebiam um treinamento para não reagir em hipótese alguma. Era um treinamento pesado. Então, grupos se formaram para ir à lojas onde negros não podiam sentar no balcão de lanches, não podiam usar o provador, e, embora pudessem comprar nas lojas, não eram bem-vindos. Esses protestos consistiam em entrar nas lojas segregacionistas e pedir que os atendessem, quando fosse negado o atendimento iriam embora. Sem reagir. Sem causar tumulto.

O movimento cresceu tão rápido que tinha um grande número de participantes que não haviam tido o treinamento de não violência, para facilitar, foi distribuída uma lista com o que fazer e o que não fazer. Um grupo estudantil foi criado para coordenar os protestos e ficou conhecido como SNCC (Comitê Estudantil de Coordenação Não Violenta).

Leia a resenha completa aqui > https://goo.gl/rsC2B1

site: http://vocedebemcomaleitura.blogspot.com.br/
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Lorrane Fortunato 21/07/2018

Resenha: A Marcha / Dreams & Books
Ultimamente ando apaixonada por HQs e A Marcha foi uma que me apaixonei muito antes de realizar sua leitura. Desde que li sua sinopse fiquei ansiosa para lê-la.

Essa história em quadrinhos é o primeiro volume de uma trilogia que narra a vida e luta de John Lewis. A Marcha traz uma história real narrada e ilustrada de forma encantadora e emocionante que traz ensinamentos e reflexões para o leitor.

Com um enredo cativante e envolvente prende o leitor desde o começo e faz com que ele sinta necessidade de aprender mais e mais. Acredito que essa é uma ótima opção de leitura para os mais jovens, pois ensina de uma forma tocante mas que não choca.

As ilustrações em preto e branco trazem um sentimento que não sei ao certo nomear, marcam, ficam na memória.

A Marcha não é uma leitura apenas para distrair ou fazer passar o tempo. Ela ensina, emociona e traz empatia. Impossível terminar essa leitura sendo a mesma pessoa que a começou.

Sem dúvida, estou ansiosa pelos próximos volumes e é um prazer divulgar essa história. Peço que dê uma chance a ela! Realizar essa leitura vai ser uma experiência incrível.

“Eu tenho um sonho.
O sonho de ver meus filhos julgados por sua personalidade, não pela cor de sua pele.”


site: www.dreamsandbooks.com
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20/08/2019

Iremos acompanhar a trajetória do congressista John Lewis, que cresceu no interior do Alabama. Ele vivia numa fazenda relativamente afastada do resto da cidade, sem notar os absurdos que aconteciam a sua volta, até que num certo dia, um tio que morava no norte do país visita a família e propõe levar o pequeno John para um passeio em Nova York. Esse é o ponto de partida para que John comece a perceber o mundo de outra forma: um mundo segregado. Notou a tensão do seu tio durante a viagem, já que não podiam parar em qualquer lugar para abastecer ou descansar sem sofrer algum tipo de ameaça. O motivo? O tom da pele deles.

Regressando da viagem, ele passou a notar coisas que até então tinham passado batido, o ônibus escolar das crianças negras, por exemplo, era sempre capenga, enquanto o de crianças brancas era novinho. Asfalto era um privilégio que eles não possuíam também, sendo destinado somente aos caminhos percorridos por brancos.

Esses pontos começam a incomoda-lo, mas foi só quando ficou sabendo no noticiário sobre Emmett Till, o garoto que foi espancado cruelmente por brancos, e Rosa Parks, a senhora que se recusou a ceder o assento a um branco – algo obrigatório na época – que ele se inspira e resolve atuar ativamente nas mudanças que estavam ocorrendo no país.

Ele acaba virando uma figura central na luta pelos direitos civis americano. Foi o responsável por trás dos “sit-ins” em lanchonetes segregadas, na qual pediam o direito de sentarem no balcão e serem servidos. Tudo de forma não violenta. Inclusive, treinavam todo tipo de situação para conseguirem se controlar caso sofressem agressão, tanto física quanto verbal.

O primeiro volume – são três no total - termina com o sucesso dos “sit-ins”, mas a gente sabe que tem muita luta ainda por vir.
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Lucas dos Reis @EstanteQuadrada 03/08/2018

Sobre racismo no passado mas que ainda rola no presente
O racismo é um assunto muito discutido nos dias de hoje, e essa luta pelos direitos iguais pode não ser tão presente no Brasil com movimentos marcantes e grandes repercussões, mas nos Estados Unidos vira e mexe é noticiado um grande protesto pelos direitos iguais. Assim como é comum no país vermos notícias sobre atos racistas vindo de pessoas comuns, políticos e policiais.

A HQ A Marcha - Livro 1 volta no tempo através das memórias de John Lewis, hoje deputado dos Estados Unidos, e ativista negro. Inicia-se contando sobre a infância no interior e nos guia até os seus primeiros atos como ativista pacífico.

Com inspiração no Martin Luther King, o movimento negro daquela época protestava sempre pacificamente, para mostrar que eles não querem nada além de direitos iguais. É interessante a forma que os autores da HQ escolheram contar a história do passado misturada com alguns pontos necessários nos dias de hoje.

Continue lendo:
http://estantequadrada.blogspot.com/2018/08/a-marcha-livro-1-de-john-lewis-andre.html

site: http://estantequadrada.blogspot.com/2018/08/a-marcha-livro-1-de-john-lewis-andre.html
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Laís 09/08/2018

[#resenhamaniadelivro] A Marcha – John Lewis e Martin Luther King
[#resenhamaniadelivro] A Marcha – John Lewis e Martin Luther King em uma história de luta pela liberdade

O racismo ainda existe, mesmo que essa luta já dure séculos. Historicamente, os Estados Unidos é um país muito conhecido por crimes de ódio com motivação racial ou xenofobia, entre outros..

Se hoje o preconceito ainda é gigante, imagina na década de 50, onde um negro não podia frequentar certos lugares exclusivos para brancos. Faculdade ou lanchonetes – o negro que entrasse nesses ambientes estaria comentando um crime.

John Lewis, um dos autores e protagonista dessa história, sempre gostou de estudar. Mesmo quando havia trabalho na roça, o garotinho dava um jeito de enganar os pais e ir para a escola. Quando chegou a hora de entrar na faculdade, ele se deparou com a triste realidade: como negro, ele jamais seria aceito. Já familiarizado com os discursos de Martin Luther King (pastor e ativista conhecimento mundialmente pela sua luta contra a desigualdade), é justamente nesse momento que a chama da luta passa a queimar também em seu coração. Entretanto, ele é avisado: a luta seria longa e dolorosa. E foi. E é.

Anos se passaram e hoje, com mais de quarenta prisões em seu “currículo”, Lewis é um dos Deputados Federais desse país que um dia foi tão cruel com ele. Achei muito bacana a ideia de contar um pouco da sua história por meio de um quadrinho, que é uma forma simples e muito dinâmica de ler. Justamente por isso (e pela importância dessa luta) acho essa uma leitura válida para todos.

Qualquer ser humano que não vive numa bolha, sabe que o racismo não morreu. Sabe que essa luta é, infelizmente, diária. Por isso achei tão importante conhecer um pouco mais a fundo essa história que eu só conhecia por cima. Ler algo assim me causou certa indigestão.. É muita injustiça, gente. Por dentro nós somos todos iguais, independe de dor, gênero, raça ou cultura.

Não é a toa que esse quadrinho foi premiado. Parece ficção quando você pensa que pessoas tiveram que lutar tanto pelo mínimo de respeito, mas é a realidade. Vale a pena conhecer mais sobre a nossa história e ver como a nossa escuridão é gigantesca.

- Livro cedido em parceria com a Ed. Nemo.

site: https://www.instagram.com/_maniadelivro/
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@livrosmundofantastico 06/04/2019

A Luta pela Liberdade
A Marcha é meu primeiro HQ e foi uma bela experiência ler e conhecer as histórias desses três autores. A narração é pelo Parlamentar John Lewis que conta a sua vida desde a infância quando morava na fazenda com os pais, sua inda para a faculdade e na luta pelos direitos civis nos Estados Unidos.

Durante a leitura me fez lembrar do filme Histórias Cruzadas, que eu super recomendo assistirem e ler A Marcha, claro.
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