Boas meninas não fazem perguntas

Boas meninas não fazem perguntas Lucas Mota




Resenhas - Boas meninas não fazem perguntas


8 encontrados | exibindo 1 a 8


Queen 21/07/2020

Importante
Li esse livro porque a distopia chamou minha atenção. Ao mesmo tempo que toda a história parecia muito irreal, em partes, longe da nossa realidade, ela também descreveu sentimentos e situações que se assemelham demais com a sociedade que vivemos hoje. Pode parecer bastante diferente da situação das mulheres atualmente, mas vai por mim, não se diferencia tanto. Gostei que o autor conseguiu criar uma boa história com poucos personagens, mas como uma bagagem emocional incrível. Se identificar em algumas partes foi inevitável é acredito que seja isso o que mais espanta. Afinal, a história foi feita pra ser um absurdo sim e ver coisas do nosso cotidiano nela nos faz repensar se está mesmo "tudo bem". Enfim, não foi uma leitura chata e me prendeu do início ao fim. Recomendo demais.
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Letícia Black 11/02/2020

Eita
Fevereiro:
(3) Boas meninas não fazem perguntas - Lucas Mota
O livro me consquistou na primeira frase. No começo, algumas estruturas de frase me incomodaram, mas acabei parando de prestar atenção nisso por causa da história, que é muito boa. 100% eletrizante.
5 estrelas
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Carol Vidal 29/09/2019

Uma ótima história com uma crítica importantíssima. Com apenas alguns elementos de diferença, "Boas meninas não fazem perguntas" é o retrato da nossa sociedade machista e violenta.

A narrativa, especialmente no início, é bem expositiva, o que fica um pouco cansativo. Mas a leitura não demora a ganhar fôlego e os capítulos finais são eletrizantes. Recomendo muito!
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Stela Marçal 13/01/2019

Boas meninas não fazem perguntas
O livro me ganhou pelo título, quando o vi em uma postagem em uma rede social, fiquei interessada em saber qual era a história e fui atrás do livro, o encontrei na estante de um projeto de leitura da minha cidade. É o livro que enquanto não termina não consegue parar de ler! Muito boa a história! Tenho três amigas na fila para emprestar o livro e voltar a circular para inúmeras pessoas!
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Anna Maia @livrosdashesha 10/09/2018

Muito Bom
O livro tem uma estória empolgante e muitos acontecimentos em pouco espaço de tempo, a escrita é leve e fluída, o que prende o leitor e torna a leitura muito rápida, terminei de ler em poucas horas.
A realidade imposta no livro e os personagens são bem construídos, algumas das personagens nos surpreendem com suas estórias pessoais, sua força de seguir em frente e lutar por sua liberdade.

@livrosdashesha
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Renan.Santos 04/08/2018

Uma obra necessária, para refletir sobre a nocividade do machismo
Este livro é uma leitura necessária. É uma crítica social pesada. É um soco no estômago da sociedade machista. Mas também é um livro que poderia ter a escrita mais polida.

Vamos lá. Temos aqui uma mensagem crua e direta, sem rodeios. Nada de simbolismos figurativos ou filosofias nas entrelinhas (não que eu não aprecie isso, pelo contrário, amo demais). Mas Lucas escolheu jogar na cara do leitor e gritar com todas as forças: a sociedade do livro é uma exageração da sociedade de merda em que vivemos. Existe um elemento de proximidade aqui. Nossa sociedade atual não está tão distante da distopia apresentada no livro (mesmo levando em conta que a justificativa para a existência dessa sociedade distópica seja um tanto fantasiosa). Isso é o que dá um peso tão grande à obra. Ao mostrar uma versão exagerada, mas plausível, do que somos como sociedade machista, percebemos o quão errada e doente é a nossa sociedade, e o quanto o feminismo se faz necessário.

As personagens femininas são maravilhosas. Lucas soube mostrar o quão humanas elas são, com suas camadas, medos, ambições. O curioso (acredito que tenha sido intencional) é que ele retratou todos os homens da mesma forma, e trabalhou as mulheres de forma mais complexa, com diferentes nuances de personalidade. Cada mulher é todo um universo, com facetas distintas, enquanto que os homens são todos basicamente machistas escrotos. Interessante notar que há até mesmo mulheres que concordam com o pensamento dos homens no livro.

A escrita do autor é o que não me agradou (quem me conhece já sabe que eu sou chato nesse quesito). Me pareceu seca demais, um tanto minimalista. O corte entre as cenas é brusco, a passagem de tempo não é suave, as cenas são narradas com trechos curtos. Isso imprime um ritmo bastante acelerado à narrativa. Para algumas pessoas isso pode ser bom, mas eu pessoalmente prefiro uma história um pouco mais lenta, para apreciar com mais calma todas as suas nuances.

O autor também abusa do infodumping, principalmente para contar o passado de algum personagem. Isso sempre quebrava o ritmo da trama, e achei que as inclusões desses relatos do passado não foram orgânicos. Em resumo, o autor poderia ter trabalhado mais a forma da narrativa.

A trama é simples, porém eficaz. Em resumo, Marina, nossa protagonista, deseja fugir desse sistema opressor e machista em que vive. Há uma ou outra facilitação narrativa, alguns pontos previsíveis, mas, em geral, a trama é bem trabalhada. Os pontos de virada são legais, embora não tão surpreendentes. Agora, o final me pegou totalmente de surpresa. Eu realmente não sei o que pensar dele. Às vezes acho que foi genial, às vezes acho que foi decepcionante, então vou pegar um meio termo e dizer que é um final surpreende (e que o leitor decida por si).
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Kat Almeida (asasemlivros) 26/07/2018

Boas Meninas Não Fazem Perguntas
Em uma cidade chamada Metrópole, nenhuma mulher tinha direitos. Usavam coleiras e se por acaso tentassem fugir, sofreriam consequências. Precisavam manter seu padrão de beleza. Fazendo tudo o que lhe fossem mandadas, sorriam mesmo não estando felizes e por fim, colocavam uma máscara para fingir todos os dias..
Algumas tinham famílias, outras nem lembravam ter tido um dia.
Mas sempre tinham o mesmo fim. Eram vendidas, limitavam-se a ser fantoches e ainda tinham um tempo específico para serem negociadas, e terem um esposo, ou melhor, um dono.

A protagonista Marina, passara anos sendo levada de academia em academia por seu próprio pai, até que o mesmo conseguiu deixá-la numa que pagara um preço razoável pela mesma.
Ao longo da leitura, ela passara por diversas situações onde acabara sendo vendida, isso mesmo... vendida como um produto.
E apesar de todo sofrimento vivido, passou a ser cada dia pior.
Transformando cada dia, em um obstáculo ultrapassado para ganhar a liberdade que tanto sonhara. Conquistou amizades e ainda continuou lutando para viver.
Homens tinham poder sobre todas. Em hipótese alguma, a mulher teria uma vida boa e tranquila.
Submetiam-se a servir por pressão. Caso não fizesse, seriam levadas para trabalhar em prol de sobrevivência sem conforto. 💭O autor tem por si uma forma de linguagem de fácil entendimento, mostra a vida dos personagens de maneira simples, porém alguns com dúvidas que consegue deixar o leitor a querer saber mais e mais, e de maneira rápida constrói e desenvolve uma trama de sofrimento e satisfação deixando algumas poucas lacunas diante de cada situação.
Mas no decorrer de sua obra, pude observar que a figura de linguagem de cada personagem, deixa amplo cada obstáculo que tem de ser ultrapassado e cada objetivo que muitas não ousam ter.
Dependendo assim, da forma de vida que querem para o restante dos dias.

site: https://www.instagram.com/p/BhSnhV5nChO/?taken-by=asasemlivros
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Mozer 02/04/2018

Uma grande distopia nacional
Lucas Mota mais uma vez mostra seu talento na escrita e sua criatividade como ficcionista. Se você gosta de um livro que te faz pensar e não entrega tudo de bandeja, Boas Meninas Não Fazem Perguntas é o que precisa.

site: http://leituraverso.com.br
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