Todas as Coisas Belas

Todas as Coisas Belas Matthew Quick




Resenhas - Todas as Coisas Belas


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Marina 07/05/2018

Você vai questionar coisas que você nunca imaginou!
Por mais que os livros de Matthew Quick sejam um diferente do outro e cada um passe sua mensagem existe uma fórmula em seus livros: personagem tem uma vida ruim, aí ele conhece uma pessoa incrível, a vida dele vira uma merda, mas essa pessoa tira ele dá merda e ele termina com um grande insight sobre a vida!

Todas as Coisas Belas (eu realmente não entendi essa tradução) não é assim, ele é aterrorizante se você gosta de Matthew Quick, pois vai chegando o final do livro e nada está perto de ser resolvido e sim apenas piorando.

A sinopse do livro não traduz nem metade do mergulho nas inseguranças de quando estamos crescendo que o livro trás. Nanette O'Hare pode ser qualquer menina crescendo e tentando ver o seu papel no mundo e tendo dúvidas gigantesca se existe realmente um papel para desempenhar!

Esse é um livro de descoberta de si próprio, tanto como adolescente como adultos, porque cada um passa por inseguranças ao se descobrir seja aos 18 ou aos 50 você vai passar por isso na sua vida. Mas como a maioria dos jovens solitários e rebeldes, Nannete passa por isso no ensino médio, onde nos obrigam a gritarmos pro mundo o que iremos fazer o resto de nossas vidas.

O livro tem também uma mensagem metalinguistica por trás, pois um dos personagens é um autor que escreveu um livro que mudou a vida de muitas pessoas e qie luta para que seus leitores não o culpe por suas ações após ler o livro e que se conformem com o final. Coisa que Matthew Quick sabe fazer muito bem é escrever livros transformadores!

Repleto de frases que irão transformar a sua vida e de jornada de personagens que talvez você se identifique demais da conta, esse livro é um dos que você vai levar pra vida e ficar sem chão quando terminar.


"Às vezes é preciso escolher uma direção e cometer erros. Assim, a gente usa o que aprendeu e escolhe caminhos melhores para cometer mais erros e continuar aprendendo." - Pág. 258
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Ellem - @colecionandoprimaveras 22/05/2018

Nanette O’Hare tem 18 anos e é a melhor jogadora de futebol do colégio, mas no fundo, ela odeia jogar e não consegue se sentir parte do grupo.

Um dia, Nanette ganha de presente um livro chamado ‘O Ceifador de Chicletes’. Ela se identifica muito com a história e isso muda totalmente sua forma de pensar. Ela acaba se tornando amiga do autor e através dele, conhece Alex, um garoto que também é fã do livro.

Ela e Alex se apaixonam, mas aos poucos fica claro que o livro que ajudou Nanette a se libertar, se tornou uma obsessão para Alex.

RESENHA

Eu tive alguns sentimentos contraditórios com esse livro. Achei maravilhosa a mensagem que ele passa, mas a história deixou um pouco a desejar.

O livro tem muitos pontos positivos. O primeiro deles é a narrativa em primeira pessoa que nos dá a sensação de entrar na mente de uma adolescente esquisita (não em um sentido ruim), solitária e perdida. Os capítulos são bem curtinhos e a leitura é muito fluida.

Tem uma reflexão muito legal sobre as incertezas da transição da adolescência para a fase adulta. Sobre se encontrar e não permitir que pessoas ou circunstâncias ditem o seu modo de ser, você não precisa ser igual a todo mundo, nem fazer o que todo mundo faz.

Todas as Coisas Belas tem muitas referências a músicas, poesias (principalmente Bukowski) e livros (eu fiquei louca pra conhecer todos!).

Também fiquei com muita vontade de ler ‘O Ceifador de Chicletes’ e achei muito legal essa reflexão de como uma mesma coisa pode influenciar pessoas de forma totalmente diferentes.

Como em todo livro do Matthew, tem muitas frases fortes e marcantes (depois faço um post aqui só com quotes dele).

O Alex foi um personagem que me intrigou bastante, mas senti falta de saber um pouco mais sobre ele. E, pra mim, esse foi o principal ponto negativo, porque acabou deixando a história um pouco confusa.

site: https://www.instagram.com/p/BjDtsggBGNm/?taken-by=colecionandoprimaveras
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Caah 13/06/2018

QUE LIVRO FOI ESSE?
Esse livro é simplesmente espetacular e me surpreendeu bastante.Traz diversas reflexões,fazendo com que sua cabeça dê um nó em determinados momentos.Adorei a escrita do Quick,que prende desde a primeira página.Apesar de ser um livro jovem,a mensagem é válida para todas as idades.Gostei muito da ideia que o livro passa sobre autoaceitação e a coragem de ser você mesmo,ainda que isso o torne diferente das demais pessoas.Afinal, por que a gente tem que sair pra baladas,beber e "pegar todas ou todos", enfim, ser descolado a qualquer custo,como se esse fosse o jeito certo de ser? Qual o problema de ser introspectivo,gostar de ficar sossegado no seu canto, gostar de ler ao invés de curtir festas e badalações? Ser assim também é bonito e existe beleza na introspecção também.Adoraria ter conhecido a Nanette na minha adolescência,com certeza seríamos melhores amigas pois me identifiquei muito com ela.Em relação ao final...terminou de um jeito tão lindo,tão perfeito,que não tive outra opção a não ser favoritar!
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Cuida bem 16/07/2018

Um livro em sete dias, por Ana
Aqui é a Ana e eu li, nesta semana, a primeira edição de “Todas as coisas belas”. O livro foi lançado em abril e nós recebemos da editora Intrínseca. Já tinha uma boa experiência com o autor (Matthew Quick, também de “O lado bom da vida) e confirmei que ele deve saber escrever sobre tudo, pois mesmo em um capítulo (e não o livro todo. é sério, acontece bastante coisa) de completo marasmo ou sem uma protagonista muito carismática, a gente segue em frente (e lê até bem rápido). Um pouco ainda confusa sobre algumas opiniões, procuro amizades sinceras para trocar pensamentos.

Sinopse: Aos 18 anos, Nanette O’Hare é a típica boa garota. No fundo, porém, ela nunca se sentiu realmente parte do grupo, sufocando em um permanente desconforto com diversas atitudes das amigas e com os padrões sociais. Mas tudo muda quando, no último ano do colégio, ela ganha um livro de seu professor preferido, o clássico cult O ceifador de chicletes, e fica fascinada com a mensagem de que ela pode ser de fato quem é. Nanette se torna amiga do recluso autor e se apaixona por Alex, um jovem poeta que também é fã do livro. Encantada com esse novo mundo que se abre, ela se permite, pela primeira vez, tomar as próprias decisões. No entanto, aos poucos Nanette percebe que a liberdade pode ser um desejo arriscado e começa a se perguntar se a rebeldia não cobra um preço alto demais.

Julgamos o livro pelo título e pela capa: Acho os dois bem atrativos, mas depois de ler o livro, me incomodaram um pouco. Talvez eu estivesse muito melancólica (haha).

Sobre o autor: Matthew Quick é um autor que eu já conhecia. Li e assisti “O lado bom da vida”, que tem uma das frases de livro mais importantes para mim. Eu gosto de como ele fala de de uma forma que até parece que uma hora vai cansar… e não cansa.

Protagonista: Nanette é uma protagonista difícil de acompanhar: às vezes muito passional, às vezes até fria. Na maior parte do tempo, guiada por seus problemas, me surpreendeu ao ser tão perspicaz na análise que começa a fazer, sozinha, de Alex. Não a considero carismática, mas senti dó da falta de atenção disponível a ela (e em alguns atitudes, achei a menina injusta).

Coadjuvantes: Esta história é feita de pessoas (em alguma medida doentes) que querem sumir com os problemas e não necessariamente resolvê-los, e por isso se satisfazem quando tudo “parece” melhor. Na narração de Oliver sobre como (ou melhor, quando) um professor tenta ajudá-lo (não vou contar nada, mas foi um dos exemplos mais profundos para mim), reconheço outros coadjuvantes. Por fim, destaco como contrapontos a eles a psicóloga e o policial, que foram meus amigos durante o livro.

Trama: “Todas as coisas belas” é cheia de reviravoltas (até na linguagem; sacada que é um dos méritos do autor, aliás). Elas me fizeram gostar e desgostar da história algumas vezes. Em geral, porém, a obra é marcada por uma melancolia e chamados à reflexão. Devo ter lido tudo em umas cinco horas separadas por grandes intervalos (forçados pela minha rotina), e fechei o livro com uma incerteza que não posso explicar sem spoilers (rs).

Ponto forte: A construção do Alex e a sua desconstrução são bem ritmadas e importantes. Na maioria dos livros que li sobre juventude, o anseio pela liberdade sempre foi apresentada como algo quase integralmente sadia. O personagem e a abordagem dela nesta história, no entanto, mostram a questão de forma um pouco mais complexa, como é de fato.

Um livro para: discutir com os amigos sobre (me chamem, por favor).

site: www.cuidabemdomeulivro.com.br
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Gabe | @gabereader 09/06/2018

Sobre empatia x individuaismo
"Você nunca teve vontade de largar alguma coisa que todo mundo faz você sentir que precisa continuar fazendo? Nunca teve vontade de... parar?"

Nanette é uma boa aluna, boa filha, esforçada. Segue sua vida normal, em busca de um futuro brilhante. Seu caminho se altera quando ela ganha um livro peculiar, publicado a muito anos, o qual ela devora e a faz ficar completamente obcecada por ele. Nanette tem a oportunidade de conhecer o autor, assim como em seguida é apresentada a um garoto também fã do livro, e essa amizade será um divisor de águas na vida dela, ela pensa que encontrou as pessoas certas que sabem o que ela deve fazer da vida.

Como sempre não darei muito detalhes sobre a trama, acho importante o leitor desenvolver a empatia e compreensão sobre os problemas dos personagens, por si só de maneira gradativa como ocorreu comigo. A história vai abordar sobre o individualismo que existe no mundo. Nanette achava que tinha tudo sob controle até que percebe que nada era controlado por ela e sim pelas expectativas de seus pais.

Nanette parte em busca de seus reais interesses, descobre que nem sempre pensar somente em si é a melhor maneira de lidar com o amadurecimento, que ela precisa compartilhar e viver em grupo, que precisa sim de pessoas que a façam se sentir bem vinda e compreendida.

Confesso que a leitura estava mediana até a segunda parte, o Matthew conseguiu inserir um grande acontecimento na trama, no momento ideal para fisgar a atenção e desencadear uma série de eventos problemáticos e pôr nossa mente pra trabalhar sobre como nós somos inconsequentes quando tentamos colocar em prova nossa vida nos lançando em experiências levianas.

Fluido, bem escrito, com personagens reais, se conectar com essa história é muito fácil, sentimos que todos temos um pouco de Nanette em nós, Matthew Quick através de um enredo simples joga na nossa cara que nossa mente é perigosa, o individualismo extremo é um problema. Abrir mão de seu bem-estar para viver inteiramente em função dos outros não é saudável, precisamos de empatia mas também precisamos cuidar mais de nós mesmos.
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Hellen @Sobreumlivro 28/06/2018

Ponha os óculos, permita-se se enxergar.

"Quando foi a última vez que alguém lhe perguntou se você era feliz e olhou no fundo de seus olhos, de um jeito que fez você sentir que a pessoa de fato estava interessada em saber?"
.
Nanette O'Hare é o tipo de pessoa que segue o baile. É boa aluna, boa filha e boa jogadora - mesmo não desejando mais ser nenhuma delas.

Até que ela encontra o livro "O Ceifador de Chicletes", um clássico cult dos anos 80 que não é mais publicado.
Fascinada pela história de Wrigley, Nanette busca conhecer o autor do livro que transformou a sua vida.
E, por meio de Nigel Brooker, autor, e Alex - outro fã, ela encontrará o apoio necessário para descobrir quem realmente é.
.
"Não existem garantias quando se trata de algo tão precioso quanto a amizade."
.
Todas as coisas belas é um livro muito gostoso de ler! Matthew Quick escreve uma história leve, com um enredo simples, cheia de indagações construtivas, personagens adoráveis e citações lindas que farão você grifar o livro inteiro, como eu fiz rs.

Não interessa se você tem 15 ou 45 anos, algumas perguntas continuam sem respostas. Como se encontrar? Como ser livre para ser quem quiser ser? Ter coragem, descobrir em si mesmo todos os medos e desejos... Alguns medos sempre continuam conosco. E é sobre isso que Matthew Quick descreve, seja em Nanette, em Nigel Brooker e em Alex. Cada um deles carrega consigo uma série de questões pertinentes. Afinal, o desejo de se encontrar e a coragem de finalmente poder ser quem quiser é algo que todos nós almejamos. Mas apenas uma coisa é certa na vida: ninguém sabe exatamente o que está fazendo, ninguém tem todas as respostas.

Todas as coisas belas é um livro sobre liberdade e como é difícil se libertar das amarras que a família impõe; é sobre a capacidade de sentir-se bem o bastante para compartilhar com alguém, depois de tanto tempo perdido. É sobre se encontrar em algo ou alguém, que seja capaz de nos levar além, de nos fazer sentir a sensação de "colocar os óculos do grau certo depois de passar a vida dando de cara nas paredes".

site: https://www.instagram.com/sobreumlivro/
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Cláudia.Borges 31/05/2018

Tem uma lição
O Livro é regular em comparação a todos os outros do autor que eu li.
Tem uma lição, como todos aliás, mas achei muito confuso em alguns momentos, e sem sustentação da história. Não consegui nem ter um personagem preferido , coisa que tive em todos os outros livros que li do Mathew Quick.
Mas enfim , vale pela leitura de mais uma história que remete à doenças emocionais, tão presente na vida do autor, e que desvenda novas formas de burlar as mesmas.
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Thiago Ribeiro 05/06/2018

Seja quem REALMENTE você é
Um livro sobre ser quem realmente você é, sobre questionar aquilo que lhe impõem, sobre tomar suas escolhas e lidar com o peso das consequências de cada decisão tomada. Um livro sobre amizade, sobre passagem para a vida adulta, amor. Sobre como interações entre pessoas e livros podem mudar o jeito como pensamos e agimos. Sobre sermos seres humanos e falhos. Sobre a alienação das pessoas em suas vidas, sobre como por muitas vezes nossa inércia vem do medo de não saber lidar com as consequências de nossas decisões.

É meu primeiro livro do Mathew Quick e adorei a escrita e os pontos de vista de cada personagem. Com certeza lerei os demais livros do autor !!! Os capítulos são rápidos e a estória é contada de maneira agradável. Há uma quebra na narrativa na metade do livro que achei muito bacana e teve tudo a ver com a personagem principal e a estória em si. Há momentos felizes, tristes, de aventura e tudo é muito bem encaixado e pertinente. Existem referências bacanas e frases muito marcantes. Um livro legal.

Gostaria de ser um amigo de Nanette e um dos amantes do Ceifador de Chicletes.
Sobre a edição da intrínseca, a capa é lindíssima, o texto diagramado de forma que ajudou bastante a leitura. Adorei!
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Ste (@stebookaholic) 08/06/2018

Inspirador
Esse foi meu primeiro contato com a escritra do Quick. Sempre fui curiosa para ler algo dele, então minha expectativa estava bem alta e ele não me decepcionou. .
"Todas as coisas belas" nos apresenta a história de Nanette O'Hare, uma jovem com uma vida perfeita, um futuro todo planejado e pais que a amam. Boa filha, boa aluna, uma ótima jogadora de futebol.
Mas existe uma inquietação dentro de Nanette... Ela não se sente feliz com essa vida, vive como se tivesse representando alguém.
.
Mas, no último ano do colégio, ela ganha um livro de seu professor, "O ceifador de chicletes", do autor Nigel Booker, é um clássico que conquista Nanette desde as primeiras páginas, desperta novos sentimentos, questionamentos e desejos.
Ela não se contenta com o livro, e assim, conhece o autor e acaba se tornando amiga dele, e através dele, conhece outros jovens que também se encantaram por esse romance, entre eles Alex, por quem se apaixona e se torna seu primeiro amor.
.
Impulsionada por novos sentimentos e um novo mundo descoberto, Nanette toma decisões importantes sobre sua vida, mas tudo tem um preço. .
Eu adorei a escrita do Matthew Quick. Fluída, envolvente, com humor e muita sensibilidade.
Nanette é uma personagem muito real, me identifiquei com vários dramas que ela viveu ao longo do livro e lembrei muito da minha adolescência.
Essa fase é muito intensa, cheia de escolhas e decisões importantes. Somos cobrados a todo tempo à se encaixar num padrão. Temos muitos questionamentos e nem sempre encontramos uma resposta. .
Acredito que a história de Nanette O'Hare irá inspirar muitos jovens, assim como me inspirou!
.
"Quem sabe entregar-se à própria natureza nos impulsiona para o desconhecido, na direção de objetivos que ainda não visualizamos, mas que existem mesmo assim."

www.stephanyalmeida.com.br
@stebookaholic
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PorEssasPáginas 13/06/2018

(...)
Todas as coisas belas é um livro muito importante por causa da mensagem que ele passa, nesse caso principalmente para os adolescentes. Todo mundo se lembra em como nessa faixa etária normalmente nós queremos seguir um padrão para ser aceito na sociedade. Se você não aceita, você é chamado de estranho, é ridicularizado, isso quando não acontecem coisas piores. E é assim que Nanette se sente: ela não pertence ao grupo da escola. É como se ela fosse um personagem quando estava com eles. O que “O ceifador de chicletes” e Alex mostram para ela é que ela pode ser uma pessoa diferente, ou seja, ela mesma. Ela não precisa fingir ser uma outra pessoa só porque o seu grupinho mais próximo é assim. É claro que isso traz inúmeras consequências, que são desenvolvidas durante todo o enredo.
Todo mundo que um dia tentou sabe como é difícil ser “diferente”. Mas será que não vale a pena tentar ser você mesmo? Essa é uma das questões levantadas nesse livro e que é muito importante não só para os adolescentes, mas para todas as fases da vida. Apesar de ser um livro pequeno (tem menos de 300 páginas), não é uma leitura fácil exatamente por causa do tema central ser bem denso. Você tem que ler, parar e refletir. O enredo não é um com mil reviravoltas mas isso em nenhum momento diminui a beleza da escrita. Existe um capítulo bem no final que se chama “Relógio populacional”. Esse capítulo é tão brilhante, e com uma mensagem tão universal, que eu gostaria que de alguma forma ele chegasse a todos os adolescentes. (...)
***Leia resenha completa no blog***

site: http://poressaspaginas.com/resenha-todas-as-coisas-belas
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Daniela Colaci 06/06/2018

O prazer da liberdade
Nanette O’Hare tem 18 anos e até então, viveu como uma típica boa menina: vai bem no colégio, nunca deu trabalho para os pais e sempre seguiu as regras. Só que lá no fundo, ela nunca concordou com todos os padrões sociais e com as atitudes dos seus amigos.

Quando Nanette ganha um livro chamado “O ceifador de chicletes” do seu professor favorito, algumas coisas começam a mudar na cabeça dela... Nanette se torna amiga do autor do livro e através dele acaba conhecendo Alex, um jovem poeta que vai apresentar a ela uma outra forma de viver.

Fascinada com a mensagem do livro, a protagonista começa a tomar decisões diferentes do programado, mas a liberdade sempre cobra um preço. Será que Nanette está preparada para arcar com as conseqüências?

Esse foi meu primeiro contato com a escrita do Matthew Quick e eu gostei bastante, inclusive fiquei curiosa para ler outros livros do autor! A história é bem fluida, envolvente e tem várias frases marcantes que eu fiz questão de grifar!

O processo de mudança da adolescência para a vida adulta é sempre cheio de questionamentos, mas também é a oportunidade perfeita para escolher um novo caminho. Nanette O’Hare representa bem o adolescente nessa fase de transição. Gostei bastante da personagem e torci muito para que ela conseguisse se encontrar!

“Você é livre para ser quem quiser — mesmo que isso tenha um preço.”

Apesar de não concordar 100% com os caminhos dessa história, a mensagem que o livro passa é bem interessante e proporciona ótimas reflexões! Será que nós estamos tomando decisões baseadas nas nossas próprias vontades ou estamos deixando que outras pessoas sufoquem quem realmente somos?

Mesmo que esse seja um livro voltado para o público jovem, acredito que a mensagem que ele passa é universal. Não importa se você tem 18 ou 65 anos, é libertador quando você decide abraçar sua essência e ser quem você realmente quer ser.


site: www.instagram.com/resenhasdealgodao
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Karolzinhaarias 02/05/2018

Não é exatamente um livro de romance. É um livro sobre a vida em geral. Tem casal? Tem
Fala muito sobre o dilema da vida da personagem principal. Quando você pensa que vai virar um livro de romance vê o quão o livro é fantástico por não ser sobre um casal fofo e isso não te faz odiar o livro. Pelo contrário, o livro tem cada citação linda(daquelas de grifar com marca texto e postar no insta kkk)
É uma leitura boa que pode até fazer mudar sua perspectiva sobre como você vê a vida.
No início me incomodou o fato de não ter uma descrição da nanette. É que eu gosto de visualizar os personagens, mas isso é só um gosto particular.
Fabi 03/05/2018minha estante
Já quero ler só por ter citações!


Kleysinha 04/05/2018minha estante
Adoreeeei. Já vou add aos meus desejados para comprar futuramente. Adoroooooo histórias assim que não são 100% baseadas em romance.




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