Mas Tem Que Ser Mesmo Para Sempre?

Mas Tem Que Ser Mesmo Para Sempre? Sophie Kinsella




Resenhas - Mas Tem Que Ser Mesmo Para Sempre?


135 encontrados | exibindo 1 a 16
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


Mony 05/01/2021

Mas tem que ser mesmo para sempre?
Uma reflexão sobre longevidade, lealdade e parceria.
Não tão humorado quanto eu esperava.
Sylvie vive a surtada enquanto Dan, coitado, em determinado ponto até acreditamos que ele é o vilão do relacionamento.
Os momentos mais leves são as interações com as meninas. Tessa e Anna dão um show de humor e inteligência para apenas 5 anos de idade.
comentários(0)comente



@literariame 16/03/2021

Sylvie e Dan tem o tipo de casamento de dar inveja. Os dois trabalham com coisas que amam, têm duas filhas gêmeas lindas e completam as frases um do outro. Só tem um problema: no dia em que eles completam 10 anos juntos, eles vão em um médico que os informa que eles ainda teriam 68 anos pela frente.

Mais 68 anos juntos. Essa informação deixa o casal em desespero, sem saber como fazer para sustentar o casamento por tantas décadas. Então Sylvie tem uma ideia: surpresas. Ela propõe a Dan para eles prepararem surpresas um para o outro, a fim de manterem seu casamento interessante.

Tudo parece desmoronar quando as surpresas não saem tão bem quanto o planejado. Para piorar, alguns problemas surgem no amado emprego de Sylvie e para completar, a mulher começa a suspeitar de que Dan a esteja traindo!

Um livro com reviravoltas que eu com certeza não estava esperando, mas que amei! Com revelações chocantes, cenas embaraçosas e divertidas e personagens tão reais que dá vontade de conhecê-los ainda mais!

Esse foi o segundo livro que li da Sophie Kinsella e eu adorei a história, mal posso esperar para ler mais!
comentários(0)comente



Paloma Araújo 01/11/2020

Representa muito bem a nova fase da Sophie
Sophie Kinsella nunca erra e entregou mais um livro como só ela sabe fazer: extremamente divertido, com personagens cativantes e história envolvente.
Eu estou apaixonada por Sylvie e Dan, que casal perfeito!!
Eu amei o jeito que a Sylvie cresceu nessa história: de menina mimada pelo pai a uma mulher forte e dona de si.
O livro é cheio de vergonhas alheias (típico da SK), presepadas e algo diferente nessa nova fase da autora: um dramalhão mais pro fim do livro.
Ótimo pra passar o tempo e nos fazer refletir sobre relações familiares e casamento.
comentários(0)comente



Lauraa Machado 31/03/2018

Um livro digno da Sophie Kinsella
Apesar de alguns livros recentes seus não terem me agradado muito, Sophie Kinsella continua sendo uma autora que eu quero seguir sempre e cujos livros compro sem nem ler a sinopse. Na minha opinião, só de esse livro ter sido melhor que Minha Vida Não Tão Perfeita, Fiquei com Seu Número e Lua-de-Mel, já foi uma surpresa enorme (há, pontos pela mini referência).

É um clássico livro da Kinsella. Tem sua protagonista fabulosa, mas ao mesmo tempo comum, esquisita, um pouco paranoica e dramática, mas também bastante fofa e do tipo que dá para se identificar desde o começo. O livro também é cheio de cenas engraçadas e outras dramáticas, cheguei a ficar bem aflita com uma parte dele e quase adivinhei o clímax, que ainda foi bem importante mesmo assim. Como sempre nas suas histórias, tem bastante crescimento da protagonista e muito desenvolvimento dos personagens em volta também, mesmo que só como coadjuvantes.

Eu só tenho uma crítica para ele, na verdade. Adorei ver como a Sophie Kinsella incorporou feminismo discretamente na história e as várias lições que dá para tirar desse livro. Também gostei de ver a Sylvie ficando brava com o Dan e falando o que ele fez de errado, porque, na minha opinião, foi bem errado mesmo. Mesmo. Tanto que, mesmo com ela falando, essa é minha crítica. Ela não falou o suficiente. Pediu desculpas demais. E eu adoraria conversar com qualquer pessoa que tenha lido o livro sobre isso!

Mas essa é uma crítica bem pequena, na verdade. Não é o melhor livro da Sophie Kinsella, mas já subiu o nível dos recentes e espero que continue subindo!

Sobre a capa americana e principalmente a britânica: por que as editoras não fazem tanta questão de capas mais bonitas para os livros dela? Será que é só porque ela já é conhecida? Porque está difícil, viu. Essa capa é sofrida! E a edição que eu li, a britânica, também. O livro é enorme, um tijolão, tão pesado que me doía a mão de segurar enquanto lia. Sophie Kinsella merecia edições mais cuidadosas e especiais.
Andréa Araújo 31/03/2018minha estante
Concordo com isso das capas! Merecia melhores! Acho que vou colocar alguns livros dela na minha lista.


Aisla 03/04/2018minha estante
Eu adoro os livros dela, mas Minha vida nao tão perfeita e Lua de mel também não me agradaram muito. Já quero esse!!!


Isa 17/04/2018minha estante
Qual seu livro preferido da autora?


Lauraa Machado 17/04/2018minha estante
O Segredo de Emma Corrigan!


Leticia.Gnoatto 17/05/2018minha estante
undefined


Lari 06/06/2018minha estante
Me identifiquei muito com o início da sua resenha e fico feliz em saber q é melhor que os livros que você citou!
Não que não tenha gostado, pq adoro tudo q ela escreve, mas tmb não são meus preferidos! ?
Agora estou bem animada para começar essa leitura!


Dessa 06/09/2018minha estante
Já eu amo todos os livros da Sophie, inclusive os que você mencionou :)


Sabrina 14/01/2019minha estante
Adoro a escrita da Sophie, realmente amei minha vida não tão perfeita e fiquei com seu número. Se este é melhor, realmente merece uma leitura. Gosto de como as personagens são simplesmente humanas.
Não conseguir terminar de ler Lua de mel,realmente achei muito ruim.


Dessa 25/05/2019minha estante
Amo todos tbm. Só queria um final melhor




Tícia 19/09/2020

Não sei você, mas se falou que é pra rir; eu já tô na roda.
Rir desopila a alma.
Arreda encosto.
Estropia ranço.
E é de graça.
Ainda.

Sophie Kinsella é dessas.
Se tem uma autora que me induz a descontroladas gargalhadas é ela. Nunca vi gostar tanto de enfiar seus personagens em situações embaraçosas. Eu nunca sei se fico com pena deles, se desando a rir ou se me identifico, afinal, não posso ver um constrangimento que já tô passando.

Mas tem gente que não gosta, que passa o livro inteiro tentando entender onde tá a graça. A princípio eu achava que era só problema de cabeça, mas depois me forcei a lembrar que o cômico é um troço muito pessoal. Ou seja, o que é hilário pra mim, pode ser um cocô pra você.

Mas tem que ser mesmo para sempre? é ótimo.
Amei e tô de cara com a nota baixa no Skoob. 3,9. Sério isso? Um monte de livro bosta por aí com 4,5 e esse só esse cadim?
Depois eu vou atrás da família de quem qualificou ele tão toscamente e geral me alcunha de perturbada.

Sobre a história, é o seguinte: Sylvie e Dan estão juntos há dez anos e casados há sete. Sabe aquele casal que você nutre recalque porque são a encarnação do “perfeitos um para o outro”? Pois é, também nem queria mesmo.
:/

Bem, um dia os dois recebem a notícia do médico de que viveriam mais 68 anos.
Resumindo, eles surtam porque é tempo demais juntos e começam a pensar no que fazer pro casamento não degringolar na mesmice.
Aí é que a coisa vai ladeira abaixo. Tudo que os dois tentam acaba dando errado e é nessa confusão que está a graça.

Porém, nem só de gargalhadas é feita a história. Pelo contrário, tem assunto tenso. Aliás, como a maioria dos livros dela, aqui também segue a fórmula “Começa tudo bem -> coisas hilárias acontecem -> a jiripoca pia -> o negócio fica sério -> desafios são superados, lições são aprendidas -> tudo termina de boa”.

Fora que amo histórias sobre relacionamento já consolidados que passam por alguma crise. Além de serem ótimas, é praticamente impossível encontrar a desgraça do amor instantâneo que gosto tanto quanto gosto de alcachofras e fim de domingo.

É isso. Não sei se todo mundo vai gostar tanto quanto eu porque muito do humor aqui se baseia no não dito, num humor ácido meio subentendido, no deboche não escrachado.

É chegado nisso?
Manda ver.
Gosta, não?
Vai comer chocolate.

Recomendo demais da conta!
;)
Noemy.Borges 27/04/2021minha estante
Quem deu nota baixa nesse livro, tem que ler de novo porque leu errado!!! Só acho!!!




Alesandra 09/06/2020

Resenha
Não foi nem de longe um dos meus preferidos dessa autora, achei que ficou a desejar
comentários(0)comente



Dih Schaberle 06/08/2020

bom, mas poderia ser bem melhor
Achei o livro engraçadinho nas primeiras páginas, mas depois ele foi ficando com um tom mais sério sem espaço para muito humor
Não achei o livro parecido com os demais da autora, achei que abordou alguns assuntos mais sérios que outros livros dela
Mas achei a história legal, gostei do personagem Dan, parece um fofo e um cara que a gente gostaria de ter por perto
Sylvie também, dedicada, divertida..enfim um casal fofo e que merece ser feliz
talvez eu tenha muita expectativa com livros como ''garota de vinte'' , ''fiquei com seu número'' e ''os segredos de Emma Corigan'' por isso só 2 estrelas :)
comentários(0)comente



calie 24/04/2020

aquele que é bom, mas não o melhor de Sophie Kinsella
eu amo a autora, mas esse livro foi fraco e não muito apaixonante.

o humor (bem tipico dos livros dela) é insuficiente, há personagens demais (que acabam sobrando) e pouco desenvolvimento. achei que o assunto principal se desviou e ficou confuso. era sobre a duração dos casamentos ou sobre o pai de Sylvie? uma trama apareceu prejudicar a outra.
Helyanny 24/04/2020minha estante
Comecei a ler e não me empolguei... deixei de lado na metade...


calie 24/04/2020minha estante
eu entendo muito bem, viu? demorei horrores pra terminar, comecei até ler outro livro enquanto não voltava pra esse


Helyanny 24/04/2020minha estante
Pena, né? Sophie é mestra!




Victoria 11/07/2020

Romântico e Cômico
Ri, chorei, fiquei com raiva, esse livro foi uma montanha russa de sentimentos para mim. Como sempre com os livros da Sophie me envolvi completamente, daquela maneira quando paramos de ler e não é mais letras que vemos nas folhas mas sim o cenários, os cheiros, paisagens e todo o ambiente da história que passa estar ao nosso redor. Amei a trama, os suspenses e as descobertas. AMEI!
comentários(0)comente



Aione 21/06/2018

Surprise me é o mais recente lançamento de Sophie Kinsella, publicado no Brasil pela editora Record sob o título Mas tem que ser mesmo para sempre?. Se com Minha Vida (Não Tão) Perfeita a autora já havia inovado ao não colocar a relação amorosa como centro da trama, em seu novo título ela inova mais uma vez ao dessa vez abordar o casamento (de maneira diferente do feito em A Lua de Mel), em vez de um casal que está se apaixonando.

Sylvie e Dan são “um casal com C maiúsculo”: próximos, estáveis e felizes, sentem que conhecem um ao outro com profundidade e que nada pode abalar a sólida relação entre eles. Até que uma consulta médica revela que eles têm a probabilidade de viver por ainda muitas décadas e a perspectiva os aterroriza: como eles vão conseguir manter o relacionamento por mais quase setenta anos? Então Sylvie tem a ideia de começarem a fazer pequenas surpresas um para o outro para manter o vigor da relação, sem imaginar que isso poderia desencadear a revelação de surpresas nem um pouco agradáveis.

Falar da narrativa de Sophie Kinsella é redundante quando esse comentário vem de mim. Assim como em seus outros livros, mergulhei na leitura desde o início: a escrita de Mas tem que ser mesmo para sempre? é deliciosamente espirituosa, com passagens divertidíssimas que, em primeira pessoa, sobretudo revelam os pensamentos mais íntimos de Sylvie. Com isso, já temos uma parte bastante característica da construção das personagens de Kinsella, já que a protagonista tem os momentos de insegurança, neurose e até mesmo imaturidade que as tornam tão típicas. No fundo, essas mocinhas revelam algo existente em todos nós, ainda que não gostemos de admitir por não serem atributos louváveis. Porém, é justamente aí que o momento cômico se faz na leitura: rimos pelo absurdo das situações, mas também rimos por aqueles momentos com os quais nos identificamos, ainda que somente em partes. Merece destaque também, em relação à escrita, o trabalho de tradução. Sophie Kinsella faz uso de alguns neologismos utilizados por Sylvie e a escolha de Raquel Zampil como tradutora foi bastante interessante, especialmente por manter o sentido original desejado pela autora agora aplicado ao português brasileiro.

De qualquer maneira, o que me ganhou em Mas tem que ser mesmo para sempre? não foi simplesmente o fato de ter me proporcionado uma leitura tão gostosa e cativante, mas a maestria com que Sophie Kinsella dominou o enredo e foi capaz de desenvolvê-lo tão bem, especialmente por ter se aprofundado com delicadeza e habilidade nas personagens. A história começa sendo tipicamente divertida, com passagens hilárias que beiram o improvável (e por isso nos fazem rir). Mas, pouco a pouco, a autora encaminha a trama para as questões que quer trabalhar e logo nos vemos em uma espiral de sentimentos: sentimos a dor pelas dificuldades, ficamos angustiados com as incertezas e nos vemos ávidos pelas revelações que trarão consigo novamente a calmaria. Nesse meio tempo, acompanhamos Sylvie questionando o quanto conhece as pessoas ao seu redor e, mais do que tudo, o quanto conhece a si mesma.

E, apesar de ser completamente fã de Sophie Kinsella, a autora ainda assim conseguiu me surpreender — eu não esperava encontrar o que li em Mas tem que ser mesmo para sempre?. Inclusive, fiquei completamente satisfeita com a maneira de como ela abordou uma temática importantíssima que surge com as reviravoltas da história pela importância que Sylvie dedica ao caso, mesmo em meio ao seu caos e reestruturação interior. Os conflitos vivenciados pela personagem especialmente ao fim da leitura soaram extremamente reais e trouxeram ainda mais significado à trama.

Mas tem que ser mesmo para sempre?, no fim, é um livro sobre as dificuldades de um relacionamento a dois, mas é também uma história sobre as imprevisibilidades da vida e as dificuldades em se lidar com esses imprevistos. É uma história sobre como enxergamos as situações com as quais nos deparamos e sobre como, muitas vezes, somos levados a enxergá-las. É uma história sobre se redescobrir e redescobrir o outro, sem deixar de ser, também, uma história sobre a força do amor. Terminei a leitura, mais uma vez, com lágrimas nos olhos e um sorriso bobo no rosto, agradecida por mais uma experiência completamente inebriante que apenas Sophie Kinsella é capaz de me proporcionar.

site: https://www.minhavidaliteraria.com.br/2018/06/21/video-resenha-mas-tem-que-ser-mesmo-para-sempre-sophie-kinsella/
Douglas 22/06/2018minha estante
Gostei muito da sua resenha. Ainda bem que consegui comprar .uma promoção da Submarino.


Aione 22/06/2018minha estante
Obrigada, Douglas! Espero que curta a leitura S2




Maíra 28/10/2020

Resenha
Achei um livro ?ok?. Se inicia bem, com uma história engraçada, mas aos poucos vai perdendo um pouco a graça.
O que compensa é o final, por ele é surpreendente e interessante. E também a forma como a escritora desenvolver a personagem principal.
A personagem não foi ?idealizada?, mas pensada de forma bem humana, mostrando os menos e defeitos que nós, humanos temos. Além disso, ocorre um grande desenvolvimento e crescimento da personagem ao longo do livro.
comentários(0)comente



Carol Nenartavicius 23/08/2020

Mas tem que ser mesmo para sempre?
Saudades dos antigos livros da Sophie Kinsella, onde você já se apaixonava pela leitura a partir da primeira pagina.
comentários(0)comente



Três Leitoras 30/05/2020

Resenha: Mas tem que ser mesmo para sempre?
Esse livro, para mim, foi um ponto fora da curva. Geralmente, me conecto super rápido a leitura e desta vez ela só deslanchou para mim, depois de 50% do livro lido, sem contar que este foi o livro menos divertido dela que eu li.

O que realmente me conquistou foi o drama da história, achei a temática interessante e acabou me fazendo refletir. Afinal, quando casamos e prometemos o "para sempre" não pensamos muito bem em quanto tempo ele significa.

E foi isso que aconteceu com Sylvie e Dan. Eles estão juntos há 10 anos, tem uma conexão incrível e um estilo de vida que os deixa felizes. Porém, após uma consulta médica, tudo muda, pois muitos questionamentos surgem. O médico comunica que eles tem uma saúde tão boa, que viverão por mais 68 anos.

Serão 7 décadas juntos e eles começam a calcular tudo na vida, desde as coisas mais simples à mais complexa. E com isso surge um tal Projeto Surpresa, onde cada um deles teria que surpreender o outro. Mas nem tudo saiu como o planejado e é aqui que temos as partes engraçadas da história.

Só que o que resultou deste projeto, foi realmente uma surpresa não planejado por eles e o casamento encara uma certa crise, pois segredos surgirão e como será que eles vão reagir a estas situações?

Para mim, Sophie Kinsella trouxe a realidade dos casamentos e convivência diária, apesar de nunca ter sido casada, consegui ver realidade em tudo baseada nos comentários e desabafos de amigos. O livro tem partes divertidas, mas vejo muito mais drama do que qualquer outra coisa.

Não leia esse livro esperando as gargalhadas de Fiquei com seu número, mas com certeza é uma leitura super válida e que traz pontos para refletirmos.

site: http://www.tresleitoras.com.br/2020/03/resenha-mas-tem-que-ser-mesmo-para.html
comentários(0)comente



Thef 06/07/2020

Um livro muito amorzinho, me peguei refletindo em várias partes do livro, a escrita da Sophie é bem fluída.
comentários(0)comente



135 encontrados | exibindo 1 a 16
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com a Política de Privacidade. ACEITAR