A Luz Que Perdemos

A Luz Que Perdemos Jill Santopolo


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Resenhas - A Luz Que Perdemos


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Elis 10/05/2018

Me senti dentro da história. Como se a Lucy estivesse aqui na minha frente. Fazia tempo que não encontrava uma leitura que eu destacasse tantos trechos. Foram 47 destaques. Foi como ler um diário pessoal.

"Sempre me lembro desse momento, porque me perguntei tantas vezes, desde aquele dia, se você e eu estávamos destinados a nos conhecer no seminário de Kramer sobre Shakespeare."

Uma história de amor entre ela e Gabe, digno de uma obra de Shakespeare. Me senti invadindo o espaço deles, sem conseguir parar. Gabe teve uma infância difícil. Quando conheceu Lucy no 11 de setembro, tudo mudou. Se foi o destino, não sei. Mas foi o ponto onde tudo começou. Poucas pessoas amam numa escala como eles.

"Perceber coisas que mais ninguém percebe. É algo que sempre admirei em você."

Eles se completam de uma maneira que chega a doer. No entanto a vida não é fácil, por isso as decisões que tomamos modificam nossa trajetória ou por mais que tomemos outros caminhos, o destino nos faz chegar ao certo.

"Não sei por que te conheci naquele dia, mas sei que, por isso, você passou a fazer sempre parte da história da minha vida."

O ser humano gosta de ser desvendado, aprecia a atenção e ama ser notado. Muitas pessoas passam por nossa vida, mas poucas ganham importância nela. Só o que posso dizer é que fui pega de jeito por essa obra. Aqui esta um livro que eu gostaria de ter escrito.

"− O negócio dos caminhos – falei – é que às vezes você topa com eles de novo. Às vezes você tem uma nova chance de trilhar a mesma estrada."

Uma lição que tirei da obra é que ter a pessoa ao seu lado que não descarte seus sonhos é um privilégio. Lucy teve seus erros e quem não os tem. Fez suas escolhas, mas jamais esqueceu.

"Nunca serei como ele. Nunca vou magoar você assim. Nunca vou agir como se seus sonhos fossem descartáveis."

As vezes o mundo pode estar de pernas pro ar, mas encontrar a pessoa certa para dividir uma vida, pode te fazer muito feliz. Eu tenho uma história, mas a diferença da personagem principal para mim é que após encontra-lo, todo o resto ficou para trás. Sempre tomei decisões olhando pra frente. Afinal li uma vez na internet, um conselho sábio: - Se seu passado chamar, não escute. Ele não tem nada de novo a dizer.

"Éramos uma estrela binária. Orbitávamos em torno um do outro."
Uma leitura que recomendo. Um romance imperdível que te fará pensar em tudo que viveu, vive e viverá.

site: https://www.instagram.com/p/BinLG63HajC/
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Quel 12/05/2018minha estante
Na verdade esse livro fala exatamente sobre isso, não é para ser um romance perfeito que nos faz refletir sobre o que realmente não sabemos, é exatamente isso que você disse. Sua revisão é mais profunda e honesta que a minha. Gabriel, Lucy e Darren, não são pessoas perfeitas, e eles sabem disso, cada um deles erraram e continuariam a errar até o momento que os levariam ao que aconteceu, por quê? Você citou perfeitamente o problema dos três personagens, e eu prefiro acreditar que Lucy terminou sozinha, era o correto desde o princípio. Gabriel era um homem incrível, tão idealista, e o Darren tão irreal, todo moldado à perfeição. Os dois não poderiam ser mais parecidos, apesar de serem tão diferentes, tive a impressão que esses dois homens se completavam, e Lucy buscava os dois por motivos diferentes, se fosse um só ela estaria completa. Algumas coisas nunca iremos saber, "e se"... É verdade que que temos essa sensação que Lucy viveu uma vida que não queria, mas porque ela poderia ter feito diferente, mas ela vivia sua vida mesmo pensando em Gabriel, e ele vivia sua vida, também. Eu acho que eles viveram bem, e foram em parte infelizes, como você disse por falta de honestidade e coragem.

Eu gostei da sua resenha, realmente.


Nay 14/05/2018minha estante
É isso mesmo Quel.. um era o complemento do outro. Concordo com voce que estamos sempre a um passo de ser uma Lucy ou um Gabe. O que eu acho que faltou a esses personagens foram "bancar" as suas decisões. Nao da pra viver em cima do muro sempre. Mas é um livro que vale reflexao.


Lane @juntodoslivros 10/06/2018minha estante
Amei suas considerações!!! Eu acabei ficando um pouco no muro, pois apesar das muita falhas a história me cativou um pouco. Eu conseguia sentir a angústia e Lucy. E também tive muita vontade de bater nela. hahaha...




Tami 03/05/2018

— Gabriel — falei, com a respiração entrecortada. — Você faz com que eu me sinta infinita.
Assim que eu vi a comparação do livro de Jill Santopolo com Como Eu Era Antes de Você e Um Dia eu soube que precisava lê-lo. Comparações são sempre perigosas, mas se você curtiu os dois livros acima pode ler A Luz Que Perdemos sem medo, pois essa não é uma comparação aleatória.

Eu sofri, sofri acima de tudo por ter me identificado muito com a história. Em alguns momentos parecia que eu estava vivendo tudo novamente... as dores de Lucy eram minhas dores, seu pranto era meu pranto, e eu me lembrei de quanto o amor é efêmero e delicado.

É lindo pensar que no amor tudo é possível, mas infelizmente (ou felizmente, dependendo do ponto de vista) nem sempre as pessoas são capazes de tudo por ele. O ser humano não é feito só de amor, e aqui me refiro ao amor romântico; nós temos ideais, sonhos, vontades, desejos... por mais que a gente queira que as coisas deem certo quando estamos com alguém isso nem sempre acontece, pois essa pessoa também possui ideais, sonhos, vontades e desejos. E quando tudo isso não é compatível?

Gabe é filho de um pai abusivo que abandonou o lar quando ele era apenas uma criança. Sua mãe o criou com dificuldade, mas com muito amor. Ele é um homem muito sensível, apreciador de arte e poesia. Lucy é muito obstinada e é até mesmo por isso que partir com Gabe nunca foi uma opção, pois ela levava muito a sério o que fazia e estava se saindo muito bem. Ela não entendia o porquê de Gabe não poder fazer a diferença em Nova York, todavia, por mais dolorosa que fosse a iminência da separação, ela respeita a escolha dele, pois Gabe sempre respeitou as dela. Eles não sabiam que aquela conversa tão altruísta que tiveram no 11 de setembro iria separá-los no futuro. Eles são perfeitos como casal, são amigos, são amantes, mas tudo isso não é suficiente para mantê-los juntos.

Continue lendo a resenha no blog!

site: https://www.meuepilogo.com/2018/05/resenha-luz-que-perdemos-jill-santopolo.html
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Daaniih_ 11/05/2018

Q livro maravilhoso!!!
Hj vim aqui indicar esse livro lindíssimo ?
Terminei ele agora, e q romance lindo!!!
Fala sobre o primeiro amor, sobre as escolhas q fazemos pra nossa vida e o quanto ela influência nosso futuro, fala sobre nossos sonhos.
A história começa no 11 de setembro, q foi quando eles se conheceram, e vai se mostrando a evolução dos personagens, os encontros e desencontros q acontecem no decorrer de 13 anos.
Amei os personagens. Amei o quanto a Lucy não largou seus sonhos e sua profissão por causa de um grande amor, apesar de ela ter "perdido" ele nesse meio tempo. Amei o Gabe e o quanto ele entende e apoia os sonhos da Lucy, por mais q isso afaste eles.
Achei a história bem vida real mesmo!! E eu amo esse tipo de história onde nem sempre o final é feliz. Falando em final, q final foi aquele Brasil??!!!! Ainda não tô aceitando!!! Hahaha
Se recomendo??? SIM. CLARO. COM CERTEZA.
Angel 11/05/2018minha estante
Ja quero mana kkkk,ms diga q n se parece nem um pouco c UM DIA please kkk


Daaniih_ 12/05/2018minha estante
Eu não li um dia, só vi o filme. Mas não achei mto parecido não, a não ser pelo fato deles serem melhores amigos...




Bia Santana | Viciados em Leitura 26/07/2018

Bom... e só.
Olá, pessoal. A resenha de hoje é deste recente lançamento da editora Arqueiro, que quando eu vi a capa e o título, eu sabia que curtiria, pois adoro um romance com drama. Quando chegou e eu li a citação do New York Post na capa, que diz “Fãs de Um dia e Como eu era antes de você vão se apaixonar e chorar por este livro.”, eu tive certeza de que seria AQUELE livro que me bagunçaria toda... pena que não foi tão bem assim, mas vamos lá.

Jill Santopolo nos traz a história de Lucy e Gabe, dois jovens que se conhecem na faculdade bem no trágico 11 de setembro, quando as Torres Gêmeas são atingidas por dois aviões. Por mais louco que seja, é interessante ver que, apesar da cidade parar ao ser tomada por fumaça e terror, duas pessoas se sentem atraídas, se envolvem e veem que precisam fazer algo importante de suas vidas, algo que faça diferença nesse mundo louco.

Meses depois eles se reencontram, e como aquela atração ainda existe, eles começam um relacionamento. Lucy produz um desenho infantil para a TV e ama o que faz, se sente feliz e realizada com sua carreira, enquanto Gabe ainda se vê meio perdido, até que resolve levar fé em seu dom para fotografia, aceitando o emprego na Associated Press para cobrir a guerra no Iraque.

A luz que perdemos é basicamente um livro sobre escolhas, e em como essas escolhas que tomamos refletem em nossas vidas e em nosso destino. Vendo que pode fazer mais pelo mundo, sentindo-se sufocado em NY, Gabe não pensa duas vezes em partir e isso arrasa Lucy que é completamente louca por ele.

O tempo vai passando, Lucy se vê sem notícias de Gabe, até que Darren entra em sua vida. Darren é um pouco mais velho que ela, aquele cara encantador e perfeito. Ele a faz rir e aos poucos ela vê que pode ser feliz com ele, que ele faz bem a ela e que vale a pena investir nesse relacionamento.

O que me incomodou no livro, foi a obsessão de Lucy por Gabe. Eles não tiveram um relacionamento tão longo assim, ele logo partiu escolhendo seguir a carreira em vez de ficar com ela (coisa que não tem como culpá-lo), e ela não conseguia tirar ele da cabeça, mesmo conhecendo outra pessoa tão incrível que estava ali com ela e por ela em todos os momentos. As comparações que ela fazia entre Gabe e Darren também foi algo que me incomodou em diversas situações, pois ela estava sempre comparando os dois.

E lembra que lá no começo eu falei que escolhi esse livro porque sabia que ia sofrer, que eu ia chorar, porque eu adoro uma sofrência? Então… eu não derramei uma lágrima! Claro, eu me emocionei com o final, porque realmente não tem como você não ficar tocado, mas… Acho que por conta da narrativa escolhida por Jill, já deixando claro ao decorrer do livro que uma pessoa estava contando a história toda para outra, terminando capítulos com frases que mais pareciam spoilers como “Talvez você tivesse voltado para casa. Talvez isso não tivesse acontecido com você.”, já te dá o que pensar e eu desde o começo já imaginava o que tinha acontecido e não deu outra, eu estava certa. Então, pelo fato de eu não ter sido surpreendida no final, ele não me tocou de uma maneira mais profunda que me fizesse morrer em lágrimas. O lance legal, é que você vai lendo porque você quer chegar ao final pra saber o que de fato aconteceu. Isso te prende ao livro.

Concluindo, A luz que perdemos é um bom livro. Se a narrativa fosse outra, talvez ele tivesse me conquistado mais. Ainda assim eu recomendo, pois é uma boa história sobre a intensidade do primeiro amor, sobre escolhas e sacrifícios, que nos fazem refletir. E tanto interpretação quanto gosto é algo muito pessoal. Eu já vi resenhas por aí de pessoas que ficaram encantadíssimas e que choraram rios de lágrimas e isso pode acontecer com você também.

Os direitos para a adaptação cinematográfica deste livro já foram comprados, mas não temos maiores informações sobre isso, assim que pintar alguma coisa, a gente traz pra vocês aqui no blog.

site: http://www.viciadosemleitura.blog.br/2018/05/resenha-411-luz-que-perdemos-jill.html
Sabrina Pais 26/07/2018minha estante
Hahaha Bia! Como você não chorou? Eu já me preparei através da narração dela pro tiro o livro todo, no final, do jeito que foi, eu tava sem ar de tanto chorar! Hahahaha já tive um amor assim, como Gabe e a obsessão é normal, por isso não a julguei. (Até hoje mando msgs de tempos em tempos pra checar se o boy tá vivo, por exemplo). Um foi o grande amor da vida do outro. ??


Bia Santana | Viciados em Leitura 27/07/2018minha estante
Não sei, Sa... e olha que eu sou a maior chorona, mas comigo não rolou. ?????


Patrícia Moreira 28/08/2018minha estante
Não gostei também da obsessão dela pelo Gabe e fiquei com raiva de ela o tempo todo ficar pensando nele e tomando decisões baseado no que ele escolheria. Enquanto isso não deu valor nenhum ao amor de quem estava do lado e realmente merecia, que era o Darren, ao traí-lo.


Bia Santana | Viciados em Leitura 28/08/2018minha estante
Né? Muito chata!




Dryh 08/05/2018

A luz que perdemos

“Será que cada um de nós só recebe do mundo uma quantidade limitada de coisas boas?” – página 55

A vida de Lucy mudou drasticamente no dia 11 de setembro de 2001. Além de ter presenciado o ataque às torres gêmeas, foi quando ela conheceu Gabe, aquele que seria o amor de sua vida. Vendo as cinzas tomando conta da cidade, eles percebem que precisam fazer alguma coisa não só pelo mundo, mas também por eles mesmos; algo que impacte, algo que revele às pessoas o que está acontecendo. Naquele dia, eles se apaixonaram, mas Gabe tinha uma namorada, e seus caminhos se separaram, até que se reviram um ano depois.

E foi quando finalmente puderam ficar juntos. Tudo era perfeito; Gabe estava investindo em sua carreira como fotógrafo e Lucy trabalhava na produção de programas infantis, algo que ela amava, e que fazia muito bem. Mas quando Lucy está no ápice do sucesso, ganhando prêmios e tudo o mais, ele solta a bomba: ficar em Nova York não era o suficiente. Ficar com ela não era o suficiente. Ele queria mais. Sendo assim, Gabe foi trabalhar no Oriente Médio, e ela ficou.

Algum tempo depois, enquanto ainda tentava colar os caquinhos de seu coração, Lucy conhece Darren, o único que conseguira fazê-la parar de pensar e sofrer por Gabe. Darren era tudo o que ela precisava: o amor deles era calmo, estável, e ele a amava mais do que ela o amava. Lucy não era uma personagem secundária de sua vida, como acontecia quando ela estava com Gabe. Mas ela não o amava de forma tão intensa quanto amava seu primeiro amor. Mas é claro que a história entre Lucy e Gabe não acaba por aqui; eles se reencontram e se falam outras vezes, e seus caminhos se cruzam mais do que eles poderiam imaginar.

“Toda vez que encontro você o mundo está em pedaços.” – página 26

Quando li a sinopse de A luz que perdemos e vi a capa – apaixonante, e o título também chama a atenção – fiquei imediatamente curiosa para lê-lo. Não é novidade que eu adoro romances, principalmente os que trazem várias surpresas e reviravoltas, e que não deixam o leitor saber o que vai acontecer no final. A luz que perdemos é este tipo de romance; ele possui momentos apaixonantes, momentos tristes e momentos em que a gente quer jogá-lo pela janela. É um romance quase completo.

Quase completo porque o final deixou a desejar; a autora deixou uma brecha tão grande que eu achei que haveria um capítulo a mais ou qualquer coisa do tipo. Além disso, foi pouco desenvolvido, tudo aconteceu tão depressa que eu mal consegui absorver o que estava acontecendo e o livro já havia acabado. Outra coisa que me incomodou bastante foi a narração; o livro é narrado pela Lucy, mas ela narra a história para Gabe, então toda frase – praticamente – possui um “você”, e essa repetição frequente me fez querer arrancar os cabelos.

Tirando isso, a história é linda. Claro que eu me irritei muito com os personagens, principalmente com Gabe, que decidira ir para o outro lado do mundo e deixar Lucy para trás. Ok, ele queria seguir seus sonhos e, infelizmente, ela não fazia parte deles, mas que direito tinha ele de ligar tempos depois, entrando na vida dela novamente, só porque estava se sentindo mal? Que direito tinha ele de usá-la desta maneira quando ela demorou tanto para superá-lo (ouso dizer que nunca conseguiu fazê-lo completamente), só para sumir depois, outra vez? Ver como Lucy sempre voltava para ele também me deixou um pouco furiosa, mas eu não era muito fã de Darren, então preferia Gabe...haha’

“O que é uma vida que vale a pena? – perguntou você, por fim. “É o que estou tentando entender.” – página 18

Eu gostei muito deste livro, foi uma leitura bem envolvente e rápida, daquelas que a gente mergulha na história e quando percebe, está nas últimas páginas. Os personagens foram bem desenvolvidos e os conflitos também, o que me deixou feliz. As únicas coisas negativas mesmo foram a narração recheada de “você” e o final, que deixou a desejar. A luz que perdemos é aquele tipo de livro que, ao mesmo tempo em que aquece nosso coração, possui todo o poder para fazê-lo chorar.



site: http://shakedepalavras.blogspot.com.br
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JessMo - @livratario 15/05/2018

A história de Lucy e Gabe
❝Sempre estive pronta para ajeitar as coisas para você. Ainda é assim. É meu calcanhar de Aquiles. Ou talvez seja a minha semente de romã, que me mantém presa, como Perséfone.❞

📖 Lucy e Gabe se conhecem em meio a um dia em que o mundo parou: 11 de setembro de 2001. Depois de estarem juntos em um dia que mudou a vida de qualquer norte-americano ficou impossível não se sentirem ligados de alguma forma.
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📖 Nasce um amor forte, explosivo e cheio de momentos inesquecíveis, mas que não parecia bastar. Depois do que viram, da destruição e morte, os dois sentem que têm de fazer algo pelo mundo, algo que melhore e mude o mundo de alguma forma. Mesmo que isso signifique abrir mão desse amor tão raro.

❝Foram suas escolhas que levaram você até aqui? Ou foi algo predestinado? O final que o destino quis? Nosso final? Tenho minhas próprias ideias sobre isso, mas gostaria de ouvir as suas.❞
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🗯 Começo dizendo que este não é meu tipo de leitura. Corro desses romances dramáticos, porém as vezes sou presenteada - por amigos/pela vida - com eles. Esse livro nos mostra a força das nossas decisões, o eterno "e se?" que torcemos para nunca nos atormentar.
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🗯 Capítulos pequenos e rápidos, um estilo de escrita que diz "você vai chorar no final" e você chora. Eu particularmente senti falta de um a mais.. Senti falta de contarem um "e depois disso?", mas talvez essa seja a intenção do livro.
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🗯 A história de Lucy e Gabe nos faz perguntar.. Do que vale a pena abrir mão por um amor? Vale a pena abrir mão do amor verdadeiro por alguma coisa?
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Ananda | @bluecandybooks 09/05/2018

As vezes fazemos escolhas na vida...
"Você me marcou. Sabia? Você. O 11 de Setembro. Quem sou, as escolhas que fiz, devo a você. Por causa daquele dia."

Lucy e Gabe se conhecem na faculdade na manhã de 11 de Setembro de 2011. No mesmo instante, dois aviões colidem com as torres gêmeas. Marcados por esse terrível acontecimento, uma conexão instantânea acontece entre os dois, que decidem a partir dali, fazer algo que promova a diferença no mundo. Um ano depois eles se reencontram, porém, Gabe é enviado para o oriente médio como fotojornalista e Lucy decide manter residência em Nova York e seguir carreira no trabalho. Nos treze anos que se segue, acompanhamos a jornada dos dois, os caminhos que se cruzam, e que mesmo separados pela distância, jamais deixam o coração um do outro.

Um livro intenso e marcante sobre amor, destino, sonhos, desejoso traições e reflexões. Esse é um daqueles livros impactantes que quando lemos a última página, ficamos um longo tempo olhando para o nada e pensando em tudo o que aconteceu. Um livro que me pegou de surpresa, já esperava um drama intenso, mas não esperava algo tão marcante e profundo. Como uma pessoa tem o poder de impactar a vida da outra e ela nunca, jamais se esquecer dessa pessoa por mais que percam o contato ao longo do tempo.

Lucy e Gabe me lembraram da lenda Akai Ito; "o fio vermelho do destino" é uma lenda chinesa que diz que um fio vermelho conecta os que estão destinados a se conhecer. E que independente do tempo, lugar ou circunstância, o fio pode esticar e se enrolar mas nunca irá se partir. Lucy e Gabe se conhecem ainda na faculdade, mas por conta de alguns imprevistos eles acabam se afastando. Um ano depois eles se reencontram e a conexão está ainda mais forte do que quando se conheceram, eles vivem um intenso amor, se encaixam perfeitamente como duas peças de quebra cabeça. Mas Gabe acaba fazendo uma escolha que mais uma vez os obriga a se afastarem o do outro. Independente disso, acompanhamos Lucy tentando seguir a sua vida, eles mantêm contato ocasionalmente por emails e ligações, e Lucy vai amadurecendo durante esse período. Ela constrói sua vida, tem um relacionamento estável, mas sempre, sempre mantém Gabe em seu coração e pensamentos.

Pessoalmente eu comecei detestando o Gabe. Ele tem aquela Alma de artista sonhadora e invencível. Achei diversas atitudes dele bastante egoístas durante a leitura e as escolhas que fez individualistas. Porém, é algo a se pensar quando temos um sonho, então, apesar de não me agradar as coisas que Gabe fez, me questionei se teria feito o mesmo no lugar dele para tentar encontrar o meu lugar no mundo. Lucy se questiona muitas vezes também ao longo da sua vida se deveria ter feito algo diferente que poderia mudar toda a história dos dois, as escolhas que ela fez, algumas também não me agradaram muito, ela me irritou bastante em diversos momentos, o que ela sente o Gabe é um pouco surreal para dizer o mínimo, mas é um livro que faz a gente parar e se colocar no lugar do personagem, se perguntar se faríamos algo diferente no lugar deles ou se nossas ações seriam as mesmas.

Os personagens são muito profundos, os acontecimentos são tão reais. Jill tem uma escrita envolvente e firme, engoli cada capítulo, surtei em alguns momentos, senti raiva, fiquei apaixonada e senti a dor que ela quis passar também. Super recomendo, mas vou logo avisando para segurarem os lencinhos rs.
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Priscila 01/05/2018

"AS VEZES, TOMAMOS DECISÕES que achamos corretas, só que, mais tarde, percebemos que eram erros óbvios"
Que livro lindo, adoro quando um livro aflora um tipo de sentimento inexplicável em mim, quando comecei, sabia que quando terminasse esse livro me marcaria.
Lucy e Gabe se encontraram em um dia que marcou o mundo, 11 de setembro de 2001, e desde então vivem um romance avassalador, um é apaixonado ou outro é sonhador, um ama o que está vivendo no momento, o outro que seguir seus sonhos em algum determinado momento e fazer história no mundo através das lentes de uma câmera, o problema? É que um não está envolvido nos planos do outro.
Sim, Lucy perde pros sonhos de Gabe, e tenta se ergue um dia de cada vez, é ai onde ela conhece Darren, um jovem que invade sua a vida aos poucos a fim de ficar, olha, no início até achei bonito e tals, confesso que também comecei a detesta o Gabe por alguns momentos, porém é tudo complicado, entendo que não seria bom pra Lucy esperar por Gabe, assim como também não é justo que Gabe espere que Lucy desista da sua vida para seguir seus sonhos. Ela ama demais ele para ser egoísta e pedir para ele ficar, e ele está determinado a segui seus sonhos, nem que para isso tenha que deixa seu grande amor, o problema, é que o tempo não para, Lucy não podia e nem devia fica esperando, Gabe não podia ficar e correr o risco de fica frustrado por abdica do seu sonho, tão entendo? Eu entendo e não entendo esses dois, para mim, Lucy tinha todo direito de ser egoista e pedir pra ele ficar, porém não seria justo com Gabe. Resultado? Essa é uma história de amor que aconteceu. Um amor que foi, e não existe mais, não porque eles não queria ficar juntos algum dia, mas sim porque a vida resolveu esse dilema pelos dois e eu fiquei aqui, não vou dizer destruída com esse final, mais reflexiva, sobre o tipo de escolha que fazemos aonde vai nos levar, quais as consequência que vai nos trazer, essas coisas, recomendo a leitura, ela vai fazer você se sentir o Gabe, lendo a Lucy narra a vida, porém assim como ele você não vai conseguir narrar ou retrucar, porque infelizmente as coisas já aconteceram, não tem mais remédio.
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Book.Obsession 05/05/2018

Nesta história vamos conhecer Lucy Carter e Gabriel Samson. Estudantes na mesma universidade, acabaram ficando próximos em um dia bem marcante na história dos Estados Unidos, o ataque as Torres Gêmeas, no dia 11 de setembro de 2001. Ainda sem saber o que tinha acontecido, ambos vão o apartamento que Gabriel divide com os amigos, já que as ruas estão bloqueadas e o perigo de um novo ataque terrorista ainda ronda a área.

A partir daí a vida de Lucy e Gabe se entrelaçam. Eles descobrem o quanto são parecidos, apesar das carreiras que estão prestes a concluir os estudos.

“O amor faz isso. Faz você se sentir invencível e infinito, como se o mundo inteiro estivesse à nossa disposição, tudo pudesse ser conquistado e todo dia fosse repleto de maravilhas. Talvez porque nos abrimos para alguém, nos deixamos penetrar pelo outro. Ou talvez seja se doar tão profundamente a outra pessoa que o coração da gente se expande.”

Gabe é um amante da arte, das fotografias e sonha em fazer diferença capturando todos os sentimentos com sua máquina ao redor do mundo. Já Lucy, sempre quis produzir programas infantis, sua paixão pelo universo dos pequeninos a motiva a criar projetos que de alguma forma pudesse propagar mensagens positivas no crescimento e na formação de caráter dela. E sua determinação fez com que Lucy conseguisse realizar seus planos, mas Gabe não conseguiu colocar seus planos em prática.

Agora Lucy está com as amigas comemorando seu aniversário e o destino implacável como sempre, traz mais uma vez Gabe para o seu caminho. A verdade é que desde aquele breve envolvimento naquela tragédia, Lucy e Gabe se apaixonaram, e agora teriam oportunidade de viverem esse relacionamento.

Pouco tempo depois que se reencontram, cada dia ficava mais difícil se manterem longe e logo o casal estaria morando juntos no apartamento de Gabe. Eles viviam como casados, um relacionamento estável. Gabe era apaixonado por tudo que Lucy fazia e a incentivava com seu programa na TV que se tornava cada vez mais famoso e começa a ganhar prêmios importantes. Lucy por sua vez, incentivava Gabe a retomar seus antigos projetos com a fotografia e a vida deles seguia assim.

“— Não tem a ver com a gente, Lucy. Não mesmo. Sou eu. Preciso fazer isso por mim. Tem alguma coisa quebrada aqui dentro e essa é a única maneira de consertá-la. Pensei que você fosse compreender. Você sempre compreen...

Mas não compreendi daquela vez.

— Por que não pode ficar? – interrompi. — Por que não fotografa Nova York? Há muitas histórias aqui para contar. Você ficou tão feliz quando o New York Times publicou sua foto...

Você balançou a cabeça.

— Posso fazer mais em outro lugar. Um trabalho melhor. Posso fazer a diferença. Queria que não fosse verdade, mas é. Você sabe o que isso significa para mim.”

Mas Gabe quer mais, ele sabe que ainda não está fazendo a diferença que gostaria para o mundo e Nova York começa a ser sufocante, pequena para ele explorar. E Lucy estaria prestes a descobrir sua segunda decepção em relação a Gabe, que aceitou um emprego para ir para o Iraque ser fotógrafo pela conceituada Associated Press e em poucos dias iria trilhar seu caminho sem Lucy.

Arrasada, Lucy sofreu dia a após dia. Confusa e sem notícias de Gabe por em bom tempo, não conseguia se relacionar direito com os caras, sempre lhes faltava algo, mas o apoio das amigas e de sua família, a dor foi diminuindo mesmo que sua cabeça não parasse de pensar em Gabe, foi dando espaço para um novo relacionamento entrar em seu coração. E foi ai que Darren passou a fazer parte de sua vida.

“— Lucy. — Ele começou a tossir. — Às vezes eu amo tanto você que não sei como meu coração aguenta.”

Darren Maxwell era exatamente o que Lucy precisava, um advogado, alguns anos mais velho e dedicado a fazer com que Lucy se curasse de suas feridas. Com paciência e seu jeito atencioso, foi dando motivos para que ela voltasse a sorrir e desejasse junto dele, formar uma família e ter algo sólido, como o amor e a segurança que ele proporcionava

Tudo parecia se encaminhar bem, mas sempre que um email apitava, alguma notificação das redes sociais ou até mesmo encontro dos formandos acontecia, sua vida e seu coração se inquietava, pois Gabe sempre seria seu eterno amor e mesmo que ele sentisse o mesmo por Lucy, ainda não seria o suficiente dentro de suas escolhas pessoais.

Que livro maravilhoso!

Logo que vi disponível para solicitar na parceria, não perdi tempo, principalmente pela comparação que já aparece na capa e confesso que sou Jojolovers assumida. Então sabia que iria encontrar um romance carregado de emoções.

Jill Santopolo em seu romance de estreia para adultos, nos comove com uma história que passa por várias fases da vida e com personagens muito intensos. Desde os primeiros capítulos me vi presa ao enredo e não conseguia largar a leitura tamanho o fascínio e curiosidade para descobrir o que viria a seguir, mas confesso que jamais imaginei um final como aquele, tanto que demorei uns dois dias para conseguir colocar no papel tudo o que a leitura me causa já que uma verdadeira enxurrada de sentimentos e reflexões se instaurou em mim. Os capítulos são curtos e isso fez a leitura se tornar ainda mais agradável.

Por incrível que pareça, esse tipo de romance é um dos meus preferidos, por ser carregado de emoções e de mostrar que nem sempre na vida tudo será preto no branco. Haverá os dias cinzentos e em muitos não teremos a explicação porque determinadas situações acontecem na vida, mas elas estão lá, tentando nos ensinar alguma coisa e até nas piores situações poderemos tirar algo de bom para seguir nosso caminho.

A edição da editora Arqueiro está simplesmente linda. A capa tem um aspecto áspero, agradável de ficar passando a mão e a diagramação segue o padrão da editora.
Uma notícia para os amantes de adaptação cinematográfica é que o livro já teve seus direitos vendidos, mas ainda não temos maiores detalhes. Só me resta torcer para que seja logo, tem tudo para ser um super filme.

A luz que perdemos foi muito mais que uma leitura romântica sobre amores e desamores, mas fala de crescimento pessoal, traz à tona uma realidade triste de muitas pessoas que moram em países onde as guerras são infinitas. Mas também fala sobre esperança, recomeços, amizade de forma muito emocionante. Os mais sensíveis certamente irão derramar algumas lágrimas.

site: http://www.bookobsessionblog.com/2018/05/resenha-luz-que-perdemos-jill-santopolo.html
Karolina 05/05/2018minha estante
No meu caso várias lágrimas. Esse romance é lindo.


Book.Obsession 07/05/2018minha estante
Sim. O final é de deixar o coração em pedaços. Mas a leitura é maravilhosa! Estou curiosa com a adaptação desse filme.


Karolina 08/05/2018minha estante
Filme, aí senhor !




PRiX 25/07/2018

Uma obsessão de amor dela por ele (muito meloso e insosso)
Um romance de verão na época da faculdade uniu Lucy e Gabe por um ano a partir de setembro de 2001, até que por decisão de Gabe ele sai do país para trabalhar como fotógrafo jornalístico de guerras, veja você! O livro é todo contado a partir da visão de Lucy sobre o seu primeiro amor, e ainda depois de Gabe sair do país (acontece no primeiro terço do livro) ela continua contando a história da sua vida e momentos em que o caminho dela e dele se cruzam. Tamanho é o amor e a veneração que Lucy tem por Gabe, que eu não conseguia parar de pensar: esse Gabe já deve estar morto! Livro muito meloso, você espera um ápice na história, algo para te prender, mas tudo o que acontece é esperado e insosso. Terminei o livro arrastada e esperava bem mais.
Letícia 09/08/2018minha estante
Concordo! Não indicaria o livro.
Estava gostando mais no início quando eles estavam se conhecendo até a parte que ele foi embora. Mas, depois de mais de uma década, mesmo estando com um cara tão bacana quanto o Darren, ela ainda amar freneticamente Gabe, não faz muito sentido pra mim.
Achei Lucy muito obsessiva. E o final, foi sem graça. Parece que autora quis justificar a traição, com a morte de Gabe. Além do que, ela trair Darren com base de suposições, achei bem desnecessário.




Rafa 15/05/2018

E se...
E se você pudesse ver as consequências de uma escolha? E se você pudesse mudar?
E se...

A luz que perdemos é definitivamente um livro sobre escolhas e suas consequências.

Narrado em primeira pessoa por Lucy, uma jovem estudante que em uma aula de poesia conhece Gabriel, o Gabe. E esse dia ficaria marcado para os dois, não somente por ser o dia em que conheceram, mas também o 11 de setembro de 2001.

Em meio aquele caos e desespero, esses dois jovens se envolvem, parecendo ser o caminho mais certo, mas logo Gabe deixa Lucy e volta com sua ex.

Lucy acaba sofrendo muito durante os meses que se passam, até que a coincidência faz eles se encontrarem de novo e agora sim viverem uma linda história de amor. Mas é claro que uma nova escolha mudará o destino de cada um, permeando em suas mentes o E se...

Gabe é um personagem afetado pelo passado e que procura sentindo a sua vida. E Lucy mesmo tendo seus sonhos é como se fosse um satélite orbitando em volta do planeta Gabe.

A narrativa começa do passado, com a narração de Lucy, até os dias atuais. São mais de 10 anos de história.

O que eu achei: sem dúvida é livro bom e bonito sim, mas eu não consegui amar nenhum personagem ao ponto me emocionar com eles. Lucy é para mim uma pessoa que não soube seguir em frente, embora tenha tido suas conquistas profissionais e pessoais. Além de tudo, na minha opinião, suas escolhas foram certas mas ela nos passa o sentimento de que para si não foram. Sem contar o quanto ela é irritante em muitos momentos, o quanto ela amou uma pessoa que sem dúvida nunca a amou da mesma maneira. Em contrapartida temos Gabe uma pessoa nitidamente perturbada e em busca de algo que acho que ele mesmo não encontrou ou valorizou a ponto de reconhecer, vemos suas escolhas e depois seus arrependimentos. A relação entre eles para mim, foi um tanto abusiva sim. Sabe aquele ex que lhe deixa, tira o chão e te magoa, mas que quando você começa a ser feliz volta para te atormentar? Isso, ele é exatamente isso. E por mais que eles tenham uma grande ligação, não é possível seguir em frente quando se está olhando sempre para trás, ao que poderia ter sido.
Já Darren, coitado. Ele é o personagem mais palpavel, verdadeiro e realmente Lucy nunca e jamais irá merecê-lo.

O livro dá muitas voltas também, a vida prossegue e sempre há escolhas.

Infelizmente não consegui me emocionar com tudo que é narrado, queira muito dizer que sim o blurb sugere que é um livro na mesma onda de Como eu era antes de você (que sem dúvida não há nada de semelhante) e Um dia (que se parece devido ao espaçamento de tempo e dias narrados, mas não segue a mesma proposta) que não tem nada a haver :/

Fica a reflexão de que Gabe e Lucy, fizeram escolhas sim, mas não foram firmes em suas decisões afetando muitas pessoas, ou seja, eles não souberam abrir mão de algo para darem certo, e na vida real é exatamente assim, se quisermos que funcione.

A edição está linda e a autora escreve muito bem.

Para quem gosta de romances, irá gostar!
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Marcela @ler_sim_ler_sempre 07/09/2018

Crie porcos, mas nao crie expectativas
Há muito tempo não terminava um livro com sentimentos tão conflitantes. E até agora não tenho certeza se gostei ou não.


Aqui conhecemos Lucy, Gabe e Darren. Lucy e Gabe se conhecem no fatídico 11 de Setembro e a partir dali nasce uma paixão. Porém algum tempo se passa e cada um tem sonhos a perseguir, no qual o outro não está incluso. E em meio a solidão Lucy encontra Darren. Um homem metódico e que está disposto a fazê-la feliz. Mas Gabe nunca a deixa 100% e ela também não se desprende 100% dessa história.


A luz que perdemos tem uma narrativa rápida e de capítulos curtos. Onde em uma "sentada" você lê 50 paginas sem perceber. Mas que sinceramente não conseguiu me cativar. São personagens egoistas, "bananas" e totalmente sem personalidades.


E não pensem que tem vítima aqui, pois não há. Cada um é responsável pelo rumo da história.
Há somente dois fatos que me fazem admirar Lucy : seu amor pelo trabalho, não deixando ninguém interferir nesse campo e seu amor pela maternidade.


Mas mesmo não gostando dos personagens, o livro nos passa uma mensagem muito profunda. De que devemos nos arriscar pra não viver de "se" - "se desse certo", "se fosse diferente". ㅤ

Ou que ao deixar o passado pra trás, que ele fique realmente para trás. Virando à página por completo. Porque ficar remoendo o que passou e sempre se manter preso àquela pessoa, não nos deixa viver intensamente o presente. Deixando assim nossa luz se apagar aos poucos.


Até que me emocionei nas últimas duas paginas, e acredito que a autora trouxe o final que Lucy precisava para seguir em frente.


E poderia falar mais da personalidade de cada um, mas acho que isso estragaria a mágica do livro. No entanto, espero que você, independente da minha opinião, tenha oportunidade de lê-lo e tirar suas próprias conclusões.


3🌟 #resenhalsls

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Quel @queliivro 01/07/2018

#ResenhaQueliivro
Lucy e Gabe se conheceram em um dia bem marcante, no 11 de setembro. E isso marcou a vida de ambos para sempre.
Lucy e Gabe se sentem atraídos, mas não ficam juntos, depois um ano separado, eles de reencontram e enfim vivem o amor que sentem um pelo outro.
Mas a vida nem sempre é justa, e quando ela separa mais uma vez eles, fica a dúvida do que poderia ter acontecido.
Em uma drama de caminhos que se cruzam e se descruzam, esse livro conta história de um amor que tem que passar por sacrifícios.
.
Quando comecei essa história fui preparada para chorar horrores, porém isso não aconteceu em momento algum. Infelizmente para mim as atitudes dos personagens principais foram massantes e infantis em alguns casos.
Eu realmente esperei que o livro fosse me tocar, mas com o passar das páginas a Lucy foi me decepcionando. Que estranho falar isso de um personagem. Porém é o que aconteceu comigo.
Acho que nesse livro os personagens são tão reais que por isso gerou a expectativa é a decepção.
Mas o livro não foi de todo ruim para mim, como disse o fato dos personagens serem reais me fez ter mais empatias por eles.
A escrita da autora é algo incrível, ela conseguiu me fazer decorar o livro e querer saber o ia acontecer.
Outra coisa que me chamou atenção e me prendeu a história foi a forma como o livro foi narrado. Gostei bastante.
É isso pessoal, como eu sempre digo leia, e tire as próprias conclusões. Você pode se surpreender.
Beijos e até a próxima!😘

site: https://www.instagram.com/p/BkIe15CBozR/?tagged=resenhaqueliivro
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kiki.marino.1 31/08/2018

Resumo: A história de uma obsessao, não gostei mesmo das atitudes da protagonista...
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