Herança

Herança Christopher Paolini




Resenhas - Herança


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Ron 23/03/2011

TÍTULO E CAPA ATUALIZADOS PARA OS VERDADEIROS!
Foi anunciado HOJE, que o quarto livro da série será lançado no dia 8 de novembro nos EUA e o título será Inheritance (Herança, no Brasil). A capa também é a oficial e mostra o dragão verde.

Previsão de lançamento no Brasil pela editora Rocco: 2012!
Evandro Luiz 29/03/2011minha estante
Valew demais cara.... essa informação foi util.
Validei a informação no site http://www.alagaesia.com/#/home


Rafa 03/04/2011minha estante
se bobeia vou até ler em inglês preciso urgente le ele
aushuashaushuashasuhasuh


timezin 07/04/2011minha estante
quase certeza que vou ler em inglês, justamente por que vai demorar pelo menos uns 2 meses pra lançarem aqui no brasil.


Carol 25/04/2011minha estante
Aleluia!!


Lehh 23/07/2011minha estante
Não gostei do nome Herança pro livro no BR, deveriam ter mantido o nome original, acho que perde um pouco a característica dos outros livros, Inheritance ficaria muito mais bonito ao lado dos outros 3...

ps: como demora pra lançar esse livro, já adiaram várias vezez =/ espero que seja realmente bom, ansiosa pra ler =D


Aldemir Pedro 02/10/2011minha estante
Acredito que essa informação seja falsa
até onde sei o livro será lançado esse ano
dia 8 de Novembro, ou seja, próximo mês.


Waguiinho 14/12/2011minha estante
Aleluia²


Camila 05/02/2012minha estante
Recentemente mandei um e-mail para a Rocco e a resposta que recebi foi a seguinte:

Oi,Camila, tudo bem?

Muito obrigada pelo seu email! O quarto e último livro do Ciclo da Herança
será lançado em agosto, e será um dos nossos destaques na Bienal de 2012!

Um abraço,

Silvânia Rangel
Editora Rocco
Departamento Infantojuvenil
Tel.: (21) 3525-2000 | R. 219
Fax: (21) 3525-2001
Av. Pres. Wilson, 231 - 8º andar
20030-021 - Rio de Janeiro - RJ


Ou seja, só no 2° semestre :/


anisios 14/03/2012minha estante
Finalmente. \0/


Flôr 26/07/2012minha estante
Olá Pessoas.
A capa é verdadeira mesmo!
Eu comprei essa semana na 2ª ou 3ª e acabo de recebê-lo. Constava no site a previsão de entrega em 30 dias, mas eis que chega. Creio que erraram, pois a data de lançamento oficial é 01.08.2012, não?!

Abraços.


PatyCullen 27/07/2012minha estante
Bom, eu trabalho numa livraria, só vi o livro agora, dia 24-07. já está na minha reserva pra comprar, poxa demorou tanto! adorei a capa!


Tabmagnetic2 01/08/2012minha estante
AHHHHHHHHHHHHHH O meu chegou hoje!




Laila 22/11/2011

Há muito tempo que esperávamos a tão aguardada conclusão do Ciclo da Herança de Christopher Paolini. E nesse dia 08 de novembro de 2011 pudemos matar a nossa curiosidade. Muitos dos que leram afirmam terem se decepcionado com a obra, eu não. Eu amei, cada palavra, cada desfecho, cada situação. Não havia outra forma melhor de Paolini tê-la feito e ele conseguiu concluir sua obra nos deixando aquele gostinho de mistério e o pronunciamento de um possível livro 5. Será?

Pois eu sou uma das que esperarão ansiosamente que Paolini continue a sua saga. Ele com certeza, deixou muitos engates interessantes que poderão dar início à novas aventuras. Eu realmente gostaria que ele continuasse, eu realmente espero que ele o faça.

Em Herança, Eragon continua em busca de uma forma para matar o temível Galbatorix, isso enquanto Nasuada comanda o exército dos Varden para cada vez mais perto de Urû’baen. Apenas agora as palavras de Solembum vão surtir resultados e enfim Eragon poderá ter uma chance.

Muitas das nossas dúvidas são sanadas, enfim pudemos saber quem será o Cavaleiro do ovo verde, qual lado Elva tomará, o que acontecerá a Murtagh e quem será o novo rei da Alagaësia, entre diversas outras coisas.

Fiquei um pouco chateada com o final nada óbvio. Acho que o autor precisava ter se esforçado um pouco para se diferenciar de Tolkien, já que a maior crítica à sua obra é de se assemelhar à Senhor dos Anéis. Agora os críticos de plantão terão mais um motivo para falar do Ciclo da Herança, e desta vez, não posso deixar de lhes dar razão.

Exceto esse pequeno aspecto, eu adorei a obra. Apesar de gigantesco, o livro após suas primeiras 200 páginas passa a ter um ritmo tão intenso que o leitor sente dificuldades em parar de ler. Á você leitor que começou a ler e se desanimou com o começo do livro, eu afirmo, persista na leitura que ela valerá a pena algumas páginas à frente.

E não preciso dizer que o livro, ou melhor, a série é muito mais que recomendada! Se você curte fantasia, essa é uma série que você não pode deixar de ler!

Resenha do http://blog-do-livro.blogspot.com/
Anny Campos 07/02/2012minha estante
concerteza espero um livro 5...se não com o Eragon, pelo menos com a Angela!....


Matheus 01/05/2012minha estante
Há alguma hipotese real de ter o livro 5 ?


Laila 02/05/2012minha estante
Se tiver vai demorar, visto q ele tá escrevendo outra história no momento, rsrs




Karol 31/07/2012

Após loooooooooooooongos anos...
Finalmente! Depois de 3 anos, 8 meses e 5 dias chegou às minhas mãos Herança, do Christopher Paolini. A última parte do Ciclo a Herança. A conclusão da história de Eragon Matador de Espectros e Saphira Escamas Brilhantes e, na sinceridade, eu não poderia imaginar final melhor!

Ok, não é ÉPICO como poderia ser. Mas é muito bem conduzido, coerente dentro do mundo que Paolini criou e, principalmente, dentro do seu modo de escrever.

Quem não leu os três primeiros livros não deve passar daqui, ok? Não vão estragar a leitura de vocês porque há spoilers sobre os livros anteriores.

Pois bem. O livro começa alguns dias após o término do outro. Depois de conquistarem Feinster, os Varden marcham para Belatona, a próxima cidade a ser conquistada. Eragon e Saphira estão fracos e sem a presença de Oromis sentem-se abandonados. Glaedr permanece em choque após a morte de seu cavaleiro e seu Coração dos Corações (Eldunaru) não é de grande ajuda como está, recolhido em sua dor.

Os planos estão no papel e a estratégia traçada. De Belatona para Dras-Leona, de Dras-Leona para Uru’baen. Porém, se Eragon mal consegue dar conta de Murtagh, como conseguirá matar o rei, que possui centenas de Eldunarí e teve anos para aprimorar seus dons de guerra? Tal dúvida perturba o sono tanto do cavaleiro e seu dragão quanto o de pessoas próximas a ele, como Nasuada e Arya.

Nesse ínterim, Roran cresce entre os Varden e seu nome começa a se tornar uma lenda. Mas esse não é o desejo de seu coração. Ele quer apenas que essa guerra sangrenta termine logo e ele possa voltar para casa com sua Katrina e o bebê que ela espera. Além disso, a magia que permeia a guerra o perturba. Como lutar uma guerra em que o adversário tem o poder de controlar as mentes dos mais fracos? Como vencer tal injustiça da natureza?

Para que ninguém entre em desespero, já adianto: todas as questões relevantes (que eu considero relevantes, pelo menos) são respondidas em Herança. A maioria tem dicas em outros livros, o que deixa claro que Paolini tinha esse fim em mente desde o primeiro volume, especialmente no que se refere aos conselhos de Solembum. O menino-gato é um dos grandes responsáveis pelo fim que leva a trama.
Há um ou outro personagem novo que é relevante para a trama mas, no geral, Paolini mantém as estruturas de sua história focadas no arco principal. Há algum indício de romance também, mas essa não é a praia do autor, pelo que notei. Seu único casal até então, Katrina e Roran, não conseguiu me despertar empatia alguma e eu já tinha perdido as esperanças, quando um casal improvável, mas não inesperado “acontece”. Meu coração de menina sonhadora ficou muito animado com essa possibilidade. Acho que vocês vão gostar também.

Quanto a Galbatorix e Shruikan... Bom, o dragão é exatamente o que eu esperava. Insano, perturbado, com a mente destruída. Já o Rei me pareceu menos letal e mais maluco do que imaginei. Ele é até meio paciente, explica tooooooooooooooodos os seus planos para seus inimigos antes do ápice, como um idiota. Fala sério, né, amigão? Depois de três livros tentando capturar Eragon e Saphira sem sucesso era de se esperar que eles lhe diriam “não” novamente. Criatura inocente. Galbatorix, por incrível que pareça, mantém suas esperanças de maneira intensa. Dá até vontade de rir em algumas situações.

Elva finalmente toma sua decisão, Ângela continua engraçadíssima e Arya coerente. Nasuada, como sempre, é uma das melhores personagens do livro. É claramente imperfeita e tem problemas com o poder, e isso a torna tão interessante. Orik tem uma participação bastante pequena e o Rei Orrin tem um destaque inusitado. É engraçado o soberano de surda.

Dos dois personagens que merecem parágrafos próprios, vou começar pela reclamação: Roran é um mala. Sério. Não sei por que raios o Paolini insiste em mostrar o ponto de vista de Roran, simplesmente não sei. Não é legal, não faz sentido e atrasa o livro umas duzentas páginas. Eu não consigo suportar as passagens do Roran. Na minha releitura vou pular todas, juro pra vocês. INSUPORTÁVEL. É o ponto baixo do livro.

Murtagh. Murtagh é um dos meus personagens favoritos desde o primeiro livro. É o anti-herói, é o Severo Snape de Paolini. Se há um personagem que demonstra claramente a extensão do poder escravagista de Galbarotrix, esse é Murtagh. Mesmo sem um ponto de vista próprio ele domina boa parte do ápice da história. E acredito que um ponto de vista dele seria muito melhor aplicado à história do que a chatice do Roran. Se fosse para escolher entre um dos “irmãos” de Eragon, ficaria com Murtagh sem pensar duas vezes. Melhor evolução de toda a série.

Para concluir, digo apenas que Paolini foi mestre, mesmo que não tenha sido genial. Ele optou pela coerência ao fim de sua série, mantendo aquela cara de Terra Média com Star Wars. Há surpresas na trama, mas não há surpresas no que se refere aos personagens e suas atitudes. Não espere mudanças drásticas de opinião ou grandes momentos melosos. Isso não tem. Mas tem um final digno de ser lido e espaço para novas histórias no mesmo universo. Quem sabe daqui a alguns anos não voltamos para a Alagaësia nas costas de um dragão verde? Ou até de alguma cor diferente? Valeu a espera. Leiam tranquilos.
Ademar 12/08/2012minha estante
Gostei muito do livro mais ao contrário da Karol aí em cima,não curti muito o final,mais é questão de gosto mesmo,essa foi a saga mais torturante por que passei, quase 4 anos de espera por esse ultimo livro então acho que eu esperava muiiiiito do livro vamos ver talvez com o tempo eu goste mais do final,enfim sensação de alegria e tristeza ao mesmo tempo ao terminar o livro,e espero que algum dia possa voltar a alagaësia e saber o que aconteceu depois desse final bem Senhor dos Anéis... PS: Arya é a elfa mais ruim de jogo que já conheci,li,vi em filmes e etc... uauhauhah


danielluna 22/08/2012minha estante
Comprei o livro em inglês de tão ansioso que estava.

De um modo geral, gostei muito do livro, menos algumas partes de Roran. Quanto a Murtagh, acho que foi coincidência demais ele se 'conseguir' se rebelar no clímax da história. Ficou forçado.

O modo como Eragon derrotou Galbatorix foi surpreendente, nunca iria prever aquilo e o final... foi o esperado né. Eragon indo embora.


Rafael 24/08/2012minha estante
Sem o ponto de vista de Roran o livro ficaria sem contexto. Era preciso mostrar um ponto de vista de alguém que não pudesse usar da mágia. Roran representa a visão do povo com relação }à história.


Sr.Lohan 29/10/2012minha estante
No segundo livro as melhores partes são a de Roran, já neste realmente é um atraso, totalmente desnecessária.


Felippe.Paiiva 30/08/2016minha estante
Eu teria vivido muito bem sem as partes do Roran em varios momentos desse livro (e de Eldest, q são onde tem os momentos mais chatos dele, com o mimimi do Eragon ter 'matado' o pai) e tbm acho q ele (o autor) deferia ter colocado povs do Murtagh, mas ñ sei se você sentiu, mas eu senti q o Paolini nunca soube trabalhar bem o personagem, o q me faz pensar isso:
1º Em Eldest o cara some, só pra aparecer no final como vilão, o que achei bem obvio. Nos outros livros,ele aparece bem pouco,principalmente no Brisingr.
2º Depois da luta final, ele e Thorn vão embora e não voltam na calmaria q foi as ultimas 100 (acho) paginas do final.
Isso para mim foi um dos poucos defeitos em Herança, junto com o já sitado por vc (povs do Roran) e a parte super mega hiper desnecessária do Eragon com o Sloan no final (parte essa q passei sem medo nenhum), ñ sei vc mas não suportei esse personagem ter ficado vivo.
PS: Adorei sua resenha.


Felippe.Paiiva 30/08/2016minha estante
Eu teria vivido muito bem sem as partes do Roran em varios momentos desse livro (e de Eldest, q são onde tem os momentos mais chatos dele, com o mimimi do Eragon ter 'matado' o pai) e tbm acho q ele (o autor) deferia ter colocado povs do Murtagh, mas ñ sei se você sentiu, mas eu senti q o Paolini nunca soube trabalhar bem o personagem, o q me faz pensar isso:
1º Em Eldest o cara some, só pra aparecer no final como vilão, o que achei bem obvio. Nos outros livros,ele aparece bem pouco,principalmente no Brisingr.
2º Depois da luta final, ele e Thorn vão embora e não voltam na calmaria q foi as ultimas 100 (acho) paginas do final.
Isso para mim foi um dos poucos defeitos em Herança, junto com o já sitado por vc (povs do Roran) e a parte super mega hiper desnecessária do Eragon com o Sloan no final (parte essa q passei sem medo nenhum), ñ sei vc mas não suportei esse personagem ter ficado vivo.
PS: Adorei sua resenha.


Felippe.Paiiva 30/08/2016minha estante
Eu teria vivido muito bem sem as partes do Roran em varios momentos desse livro (e de Eldest, q são onde tem os momentos mais chatos dele, com o mimimi do Eragon ter 'matado' o pai) e tbm acho q ele (o autor) deferia ter colocado povs do Murtagh, mas ñ sei se você sentiu, mas eu senti q o Paolini nunca soube trabalhar bem o personagem, o q me faz pensar isso:
1º Em Eldest o cara some, só pra aparecer no final como vilão, o que achei bem obvio. Nos outros livros,ele aparece bem pouco,principalmente no Brisingr.
2º Depois da luta final, ele e Thorn vão embora e não voltam na calmaria q foi as ultimas 100 (acho) paginas do final.
Isso para mim foi um dos poucos defeitos em Herança, junto com o já sitado por vc (povs do Roran) e a parte super mega hiper desnecessária do Eragon com o Sloan no final (parte essa q passei sem medo nenhum), ñ sei vc mas não suportei esse personagem ter ficado vivo.
PS: Adorei sua resenha.




Jonathas 17/12/2012

Nostálgico e Incrível!
Lembra quando você era mais novo e fazia aquela viagem com a família, com os amigos, ou mesmo aquele fim de semana com a galera em um acampamento, e quando volta para casa coloca a cabeça no travesseiro para dormir e a única coisa que você pensa é "Esse fim de semana deveria ser eterno" com isso você sonha a noite toda com aquela viagem inesquecível? Você fica nostálgico a semana inteira pensando em voltar?

Ao meu ver, livro que é bom, tem que deixar esse sentimento, um sentimento nostálgico e uma vontade imensa de voltar a ser parte da história que acabou.

Quando comecei a ler Herança, não estava dos mais empolgados, quarto livro da "trilogia"? Para mim estava parecendo mais uma jogada de Mercado, um retorno financeiro à editora e ao autor. Com certeza eu acertei, mas tem mais, muito mais.

Christopher Paolini é um garoto, começou a escrever jovem e por isso me identifiquei tanto com ele. Não sei você, mas quando eu li Senhor dos Anéis tinha uns 12 anos, na época entrei em um mundo completamente novo, conheci criaturas e seres até então inimagináveis. Quando terminei a Trilogia, fiquei totalmente nostálgico, imaginando o tempo todo o mundo de Tolkien e pensando que um dia eu poderia criar um mundo como aquele. Devaneios de um jovem sonhador? Para mim sim, mas para Paolini, NÃO.

Jovem e sonhador, Paolini criou um mundo novo além da imaginação, fez o que milhares de leitores um dia sonhou em fazer. E fez bem.

Nos quatros livros em sequência é notável o amadurecimento do autor. Como seu personagem principal Eragon, Paolini foi amadurecendo e com a ajuda dos Eldunarís (Tolkien e Lewis, porque não?) terminou sua obra de modo fantástico.

As primeiras 300 páginas li demoradamente em duas semanas, até o momento que entrei em sintonia com a história e devorei as outras 492 duas páginas em 6 horas sem parar!

Paolini brinca com a nossa imaginação, tornando real lutas incríveis e nos fazendo transcender a imaginação com dragões lindos e maravilhosos. Se você gosta de imaginar e criar seres únicos na sua cabeça como eu, Paolini torna isso tão real que às vezes assusta.

No final do livro já bate aquela tristeza de sempre quando mais uma história está chegando ao fim, e o mais engraçado, você percebe que o autor não quer parar de escrever, como se ele fizesse de tudo para não ter que terminar e prolongar o mundo de Alagaësia o máximo possível tanto para ele como para nós leitores.

Infelizmente acaba, tudo um dia termina, igual aquela viagem maravilhosa que você fez quando era mais novo e só nos resta deitar a cabeça no travesseiro e lembrar de tudo, como foi bom e como queríamos que nunca acabasse.

Ontem quando deitei fiquei lembrando de toda historia incrível e acabei por sonhar com Eragon, Saphira, Arya, Roran, Nasuada e todos os outros que Paolini criou, estou até agora nostálgico e com uma vontade imensa de ler tudo de novo ou apenas desejando que Paolini não pare e escreva mais sobre Alagaësia e torne ainda mais incrível esse novo mundo!

Leia! Deixe a sua imaginação divagar e criar coisas incríveis e com certeza você ficará tão nostálgico como eu ao final da história.

Paz.
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Marcos Vinicius @mvlmarcos 20/04/2020

Incrível
Comentário*


Finalmente conclui umas das minhas séries favoritas da vida. Acho que foi a série de fantasia mais incrível que já li, e só não digo que são os melhores livros que já li porque q J.k. Rowling ficaria decepcionada.

Em HERANÇA finalizamos a incrível aventura do cavalheiro de dragão Eragon e seu dragão Saphira. Foram quatro livros extremamente incríveis e viciantes numa jornada incrível. Eragon, Eldest, Brisingr e Herança da série ciclo da herança estarão no meu coração pro resto da vida.

Pra quem curte Fantasia essa série é essencial.
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Ramiro Catelan 07/07/2013

A herança que resta é a estafa
Sou fã de literatura fantástica há 10 anos. Acompanho desde a adolescência a saga Eragon, quando ainda era conhecida como Trilogia, e não Ciclo da Herança. O problema já começou com essa mudança. Li Eragon e Eldest, por volta dos 15/16 anos, com animação, apesar de o segundo ter alguns momentos bastante tediosos. Sempre achei a mitologia, os arquétipos e a construção do universo da Alagaësia interessantes, apesar das óbvias referências à obra de Tolkien e à saga Star Wars, com alguns elementos clichês.

Alguns anos depois, chegou ao Brasil a tradução de Brisingr, livro que devoreii com igual empolgação, apesar de torcer o nariz para a transformação da trilogia em "ciclo". Brisingr, mesmo com seu grande volume, é um livro veloz, fluido, de fácil leitura. Porém, já neste livro percebe-se o que, em Herança, seria uma marca forte, pegajosa: a enrolação. O terceiro livro do Ciclo da Herança já continha elementos que poderiam ser dispensados. Ficava, já, evidente a procrastinação da historia com vistas a vender mais com o lançamento de quatro, e não três livros, estratégia hoje em dia muito em voga no mercado cinematográfico hollywoodiano.

Então, em 2012, veio Herança. Me questionei se não foi o efeito da idade, do amadurecimento e da diversidade de leitura que desenvolvi, pois o começo da leitura foi difícil. Não tem nada a ver comigo, pensei melhor. Ainda gosto de literatura fantástica, mesmo a mais infanto-juvenil, apesar de ter ampliado meu leque de leituras desde a adolescência. O grande problema de Herança já foi citado nos parágrafos acima: a enrolação.

E a falta de enredo. Com essa falta de enredo, colocou-se, no texto, uma batalha atrás da outra, como que para preencher o vazio que a história foi tomando. Os conflitos interpessoais, as tramas políticas e outros elementos interessantes foram colocados em segundo plano, talvez porque Paolini pense que seus leitores sejam ávidos por uma batalha atrás da outra. Eu adoro cenas de batalha. Fizeram parte da minha infância, da minha adolescência. Mas o que temos aqui é um exagero.

Esse exagero tornou a leitura arrastada. Demorei dois meses para finalizar o livro. Sinto que Paolini se perdeu no meio do caminho e, na falta do que dizer, foi enchendo espaco ora com batalhas ora com a descrição de minúcias absolutamente irrelevantes para a história. Sério, metade do livro vai nessa onda. Longas descrições de jantares, de diálogos internos ridículos, de caminhadas que não levavam a lugar algum. Isso deixa uma impressão de que o texto é estático, não se move, apesar de tantas batalhas.

Personagens interessantes, como Angela, simplesmente foram usados como deus ex machina e dispensados quando não tinham mais serventia. Creio que isso foi consequência da falta de enredo. Pensando melhor agora, Brisingr e Herança poderiam ser condensados num livro só. Não se perderia muita coisa.

O que mais me marcou no livro, afora a encheção de linguiça, foi o final. Decepcionante. Não darei spoilers, mas, quando chega-se, afinal, à resolução do conflito da saga - muito fraca, a meu ver -, Paolini simplesmente gasta quase CEM páginas com... Nada. Cem páginas de pura enrolação, que poderiam ser condensadas em, sei lá, vinte, no máximo.

O final não é convincente. Não faz sentido. Me pareceu que a inspiração abandonou Paolini e foi substituída pela ânsia de vender mais livros, culminando em batalhas, batalhas, batalhas, descrições tediosas, mais descrições tediosas e longas. Elementos legais foram deixados de lado. Sacadas que apareceram no meio da história, que poderiam ser muito bem aproveitadas, foram mal utilizadas. Senti meu tempo e minha expectativa serem arrancados. Não pretendo ler nada mais vindo do autor, depois deste livro. Uma pena.

site: http://abstraindoarealidade.wordpress.com/
Ca 15/06/2014minha estante
Sei que parece ridículo, mas achei o sofrimento da Nasuada desnecessário. Se o Galbatorix odiava tanto os feiticeiros, a troco do que ele iria infernizar a vida da dita cuja que não tem nada a ver com a rixa dele?
Mais alguém aqui além de mim desejou que ela fosse abduzida por aliens e só voltasse no fim do livro?




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Marcela M.F. 07/06/2016minha estante
Ótima resenha, resumiu bem os pontos bons e ruins. Você escreveu exatamente o que eu estava pensando sobre esse livro, sobre como a batalha final com o Galbatorix foi tremendamente mal executada, como o Eragon é infantil e como tem muito blábláblá e mimimi nessa estória. Essa série tinha muito potencial para ser excelente, uma pena.




João 29/03/2020

Iniciei essa saga a uns 15 anos (sim, tô velho), e foi um prazer concluí-la.
Este último, sob minha ótica, trouxe um desfecho satisfatório, sem pontas soltas, mas deixou a desejar um pouco na ?batalha final?.
Me arrastei em alguns trechos onde o excesso de descrição acabou sendo um pouco cansativo.
No geral, recomendo para os fãs de fantasia!
Ju 27/05/2020minha estante
15 anos? Acho que quase te entendo, haha. Li a primeira vez em 2009 e ainda não tinha o último livro. Comprei o último, reli os primeiros e tive um contratempo que me impediu de começar o quarto. Agora estou reiniciando a série, muitos anos depois, espero que dessa vez dê certo, hahaha.


João 27/05/2020minha estante
Li Eragon em 2005 e concluí agora. A experiência foi muito bacana. Queria muito ver como seria o desfecho. Vc vai gostar, no geral!! Rsrs




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Pierri 24/04/2020minha estante
Kkkk...todo mundo esperava um romance e acabou decepcionado!! Mas ainda gostei do conjunto da obra.


Mandy 05/08/2020minha estante
Também não gostei




Leonardo 15/01/2013

"Nós não estamos sozinhos, pequenino" disse Saphira.
Christopher Paolini fez com que a espera de conhecer o poderoso vilão do ciclo Herança valesse a pena. Finalmente, Galbatorix é apresentado e o encontro dele com Eragon é inevitável. O último livro é fantástico e consegue prender o leitor do começo ao fim. No final, os capítulos entre dois personagens são intercalados, cada um deles terminando em uma situação realmente crítica, deixando o leitor realmente curioso para saber, enfim, o desfecho dos protagonistas da história. Eragon, juntamente com os Varden, chegou onde jamais pensou em chegar. Paolini fez com que o final Império x os Varden, assim como Eragon x Galbatorix fosse marcante e inteligente.
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Juliana 13/09/2013

Acompanhei a saga desde o início e vi o quanto a escrita de Paolini melhorou no decorrer da saga. Li também com satisfação a transformação do Eragon fazendeiro ao Cavaleiro de Dragão destinado a matar o tirano. Esse desenvolvimento foi convincente e perfeitamente real, do meu ponto de vista.

Entretanto, o livro não me agradou. Talvez isso seja resultado das declarações que o autor fez enquanto escrevia o livro. Paolini disse que teve "problemas pessoais, profissionais e criativos.

Para um leitor atento, isso ficou muito claro. O principal embate entre os personagens, na minha opinião, não foi nada original e, principalmente, nada emocionante. Eragon e Arya demoraram tanto para ficar frente a frente com Galbatorix que eles mereciam uma luta mais épica, um climax mais bem desenhado. O ápice da minha revolta é perceber que o rei tinha um dragão ali que não passou de figurante!! Fiquei muito decepcionada.

Muitos pontos também ficaram sem explicação e me deixaram com aquela sensação de incompletude. Nunca saberemos o destino de Murtagh, sobre os Razac e se a perda do cinto de Beloth, o sábio teria algum papel mais importante na saga ou não.

E para concluir, o final tolkieniano só mostra que seguir a fórmula é o caminho mais rápido para acabar com alguma coisa.
Rogerio 12/02/2014minha estante
As informações sobre o cinto, Murtagh, Raz´ac e etc, podem servir futuramente para outros livros. Além de que, sem mistério, fica tudo muito chato... eu gosto dos autores que deixam algo para os leitores divagarem, nem tudo precisa ficar claro! Quanto a escrita de Paolini, tem muito a melhorar, a construção de alguns personagens deixou a desejar, Arya por exemplo nunca me pareceu muito real, e o excesso de descrição afeta negativamente a narrativa também.


Lucas Testa 12/05/2014minha estante
Realmente, livro muito fraco. Cheio de explicações infantis e resoluções bobas. Levei semanas para terminar o 4º livro, ao contrário do que aconteceu com os primeiros da saga que devorei em poucos dias. Infelizmente um tremendo livro caça níquel, tudo poderia ter terminado no 3º volume sem grandes problemas.




Israely.Bezerra 27/05/2020

Levei 8 anos pra terminar essa série e eu realmente to emocionada com o final, como os agradecimentos do Christopher, é muitíssimo difícil acreditar que chegou ao fim. Eragon fez parte da minha infância e entrou no início da minha vida adulta e eu posso dizer que valeu muito a pena todo esse tempo que eu levei pra finalizar. Existem coisas nesse livro que eu jamais entenderia se tivesse finalizado mais nova.

O final de Eragon supera as expectativas, alguns falam para melhor e outros para pior. Eu diria que o final foi o mais óbvio e ao mesmo tempo mais inesperado possível, e não poderia ter sido mais incrível. A verdade é que Herança é uma saga onde o romantismo que normalmente existe em outras sagas não existe, e as coisas são mais sólidas e realistas, e eu fico muito feliz de ler um livro onde tudo vai muito mais além do que se vê. É necessário um pouco de sensibilidade pra entender que a vida é muito mais e que essa série é gigante e genuína.

Só tenho a agradecer por essa obra e acho que todo mundo deveria ler Eragon uma vez na vida antes de morrer.
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Pamela Chris 12/03/2012

Uma pena q acabou...
Metade do livro se passa em meio a estratégias de guerra, obviamente, com os Varden a avançar para alcançarem o Império. Os capítulos de Roran não me agradaram, e antes que me taquem pedras, vou me explicar: ele é um guerreiro, então tudo a sua volta se passa em cenas de batalha e percepções estratégicas. Eu fiquei boiando, porque cenas de batalhas não são mesmo o meu forte.
Nessa última jornada aparece um mistério atrás do outro, onde uns são desvendados, outros deixam a desejar. Principalmente por causa de Angela. Mas quem é essa mulher que Safira descreve como “mente velha e rosto jovem”. E por que os Urgals a chamam de Devoradora da Lua (porque eu devorei a lua, ora!)? Acho que ela é uma das personagens mais intrigantes, sábias e misteriosas do livro. Afinal, não é qualquer que consegue provar, usando sapos, que sapos não existem. Vou sentir falta dela...
Felizmente matei minha saudades de Eragon e finalmente descobri o que significa o conselho de Solembum, principalmente que está atrás dele. Acredito que todos que acompanharam o ciclo são capazes de desvendar esse mistério, mas não vão acreditar até ler com seus próprios olhos.
Em meio à jornada, há a possibilidade de vencer Galbatorix. Será que isso é mesmo possível, com ele tão poderoso e com a ajuda de centenas de corações dos corações? E porque ele tem se isolado por tanto tempo? O que está tentando descobrir? Acredito que todos que prestaram a atenção na dica de um Ra’zac têm a resposta...
Tudo muda de rumo quando uma pessoa importante é raptada e Eragon parte em busca de algo que pode tanto ajudar quanto ser uma armadilha. Há a possibilidade de um romance impossível e finalmente uma vaga esperança brota no coração do Cavaleiros...
A linguagem é desejosa, o enredo contagioso, e nos surpreende até à última página. E espero que todos estejam preparados para a despedida, porque ela é única.
Sentirei muita falta de todos, humanos, elfos, anões, dragões e até mesmo dos Urgals. E acredito que todos que lerem o ciclo se apaixonarão por ele tanto quanto eu.
Sé onr sverdar sitja hvass

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Felipe 01/08/2012minha estante
Concerteza até a série mais apaixonante que eu já li.
Pena e alivio dividem-me no final da série, por que aguentar mais uma eternidade por um livro do CP seria agonizante.
Mas o livro, foi satisfatorio, desvendando inumeros misterios e dando "pano pra manga" pra muitas outras historias.


Rafael 24/08/2012minha estante
Discordo quando você diz que nos surpreende até a última página. Talvez, tirando o fato de como galbatorix morreu, a única coisa que tem de surpresa é o que acontece com sloan. Pq venhamos que arya ser a cavaleira do dragão que sobrava era o mais esperado.




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