Herança

Herança Christopher Paolini




Resenhas - Herança


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Mateus 26/08/2012

Um final impressionante para a saga Herança, sem dúvida. Talvez um pouco inferior em relação aos outros no que diz respeito ao quanto envolve o leitor, e com um final um pouco clichè, conseguiu ainda assim ser emocionante e estimulante. Recomendado aos fãs da saga, sem dúvida alguma.
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lucaogxp 26/09/2020

E finalmente chegamos ao fim dessa saga. O quarto e último livro (pelo que sabemos) se iniciou muito bem, o melhor início de toda a saga. Porém furou pouco, logo o ritmo foi ficando cada vez mais arrastado e saindo do rumo principal, cheguei a ficar irritado com isso. Me perguntando por que Paolini resolveu se arrastar tanto em assuntos secundários, sem importância. Quando tinha uma saga para finalizar, um vilão que está desde o primeiro volume sendo citado igual uma lenda urbana porque não aparecia e Eragon, que esta desde os primórdios do livro treinando e tentando ser um cavaleiro/guerreiro de respeito. Eu acho que esse livro se perdeu muito em determinados momentos. Mas com muito custo, ele foi tomando seu caminho de volta. O foco em Nasuada e Murtagh novamente se tornaram o auge do livro (o que é intrigante como os personagens secundários soam mais interessantes que o protagonista). Falando assim dá há entender que odiei o livro, mas não foi isso. Eu esperava mais em alguns pontos sim, mas nem por isso eu tiro o mérito da série. Acho sim que foi um dos livros mais fracos, teve um final okayzão. Onde ninguém estava realmente feliz. Mas como disse anteriormente. Eragon foi uma história muito importante na minha vida de leitor e por isso que por mais questionável que seja algumas coisas, defenderei essa saga até não poder mais.
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Eli Lima 08/03/2013

COMO TODOS OS 3 LIVROS DA SAGA, É EXCELENTE, VIBRANTE E COM DESFECHO BOM.
GOSTARIA DE PEDIR AO CRISTOPHER PAOLINI, PARA EMPENHAR-SE COMO PROFESSOR DOGEOR RR MARTIN(CUJOS LIVROS SÃO CANSATIVOS, LONGOS E QUE COM O ENREDO EXCELENTE QUE TEM, NAS MAOS DE UM ESCRITOR DE VERDADE, SERIAM ÓTIMOS)
PARA AQUELES QUE AINDA NÃO LERAM A SAGA HERANÇA, RECOMENTO COMO UMA LEITURA MUITO AGRADÁVEL
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Cássio Ulisses 03/10/2014

Final excepcional da série.
Ciclo A Herança - Livro 4 - 792 páginas
Cheguei ao fim do Ciclo A Herança. Esta série de 4 livros é uma aventura fantástica, com um mundo cheio de raças e mistérios. Este é o livro de mais páginas que li até hoje e foi bem finalizado. O autor tentou colocar cada personagem com um fim, mas claro que não dá pra agradar a todos. Eragon cresceu e muito durante os livros. A Arya também, embora já fosse bem mais velha que ele. Murtagh também tem lá suas mudanças. E Ronam, praticamente sem magia, fez coisas bem difíceis. Um mundo rodeado de magia, realizar atos de heroísmo sem isso, é quase suicídio, mas consegue se portar muito bem.
O romance tem nos livros, mas não é o que eu desejava, que pena rs. A aventura tem aos montes, com batalhas em praticamente todas as partes dos livros. O que não falta é ação neste livro.
Fico extremamente decepcionado com o fato de não poder ver o desenrolar desta série nos cinemas. Por causa da incompetência de Hollywood de fazer um filme que siga a história do livro. Estou criando um grupo IDH (Inimigos de Hollywood), quem quiser fazer parte rs. Eles tentaram agradar a um novo público no primeiro filme, mas não agradaram nem a um novo e nem aos fãs dos livros. Era mais lógico agradar aos fãs dos livros que por tabela agradaria outros pessoas pelo boca a boca do filme. Mas o que acontece, todos sabem, mais um lixo cinematográfico.
Despeço-me dessa série feliz, por ter tido a oportunidade de ler sobre este mundo, mas também triste, pois fica um gosto de quero mais. Vi que existe a oportunidade de o autor escrever uma continuação dos livros ou até mesmo, sobre como era na época dos cavaleiros. Particularmente, gostaria de que escrevesse sobre as duas coisas rs, não ficaria nem um pouco desanimado de ler mais sobre este mundo fantástico.
Boa leitura.
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Bárbara 30/04/2014

Depois de anos aguardando para o lançamento de Herança, finalmente ele foi lançado. Há muito tempo eu já vinha especulando sobre o que poderia acontecer.
Me emocionei bastante com o livro, principalmente por ter acompanhado toda a trajetória de Eragon e Saphira e por ver como eles evoluíram, de um jovem fazendeiro e seu dragão inexperiente, para um cavalheiro honroso e valente e seu dragão poderoso.
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Caroline.Maia 16/10/2016

Depois de tanto tempo, valeu a pena!
Desde que li Eragon me apaixonei pela escrita do Christopher Paolini, apesar de serem longas e até cansativas (principalmente, por causa da quantidade de detalhes em que ele se atém).
Cometi o erro de demorar muito para ler a conclusão desta série. Sofri muito no começo do livro e por sorte o autor coloca uma um capítulo em que resume os outros três livros da série, o que dá um ótimo ponto de partida (Obrigada, Christopher). Depois deste comecinho complicado, a leitura degringolou.
O livro é muito bom e conseguiu concluir bem a história. Ele não deixou nenhuma ponta solta e infelizmente o final não foi o que muitos fãs da série desejavam, mas foi bem compreensível o rumo que as coisas tomaram.
Uma leitura longa (quase 800 páginas), mas compensou demais! Se você gosta de heróis, dragões, feiticeiros e um quê de "moral da história", esse livro é pra você!
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Poli 17/07/2013

Sensacional!!!!
Com certeza, um dos melhores livros que eu já li! Muito bem escrito, uma história envolvente, cativante,emocionante... Tudo na medida certa! Uma história que faz você torcer por todos os personagens, sem ter nenhum preferido ao mesmo tempo...Personagens muito bem construídos, mostrando toda a sua força durante toda a saga...

Um dos melhores fins de saga que já li... Recomendo!!!

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Fabricio 21/07/2013

O FIM.
E finalmente a trama chega ao FIM.

A árdua jornada de Erago e Saphira se intensifica e fica ainda mais sangrenta que em todos os outros momentos de sua história juntos.
Novos e mais complexos encantamentos se mostram e uma nova arma é forjada.
A experiência de Eragon e seu amadurecimento estão bem aparentes, obrigado por tantas batalhas travadas pelo fio da espada e pelo coração inexoravelmente justo.
Um protagonista inicialmente sem expressão mostra seu verdadeiro valor e deixa hoje um grande pesar ao terminar sua jornada que vale cada segundo de leitura.
Se havia alguma dúvida sobre essa coleção, hoje ela finda.

Gulia waíse medh ono, Argentlam.
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Luca Coelho 18/08/2013

Boa distração e uma das melhores cenas de batalha que eu já li. Muito bem escrito e um belo final para a história!!!
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KK 23/09/2013

Em busca de amadurecimento
A Herança... Acho a história simplória e deu uma enrolada no terceiro livro quando decidiram aumentar a história. Agora no último ela corre demais. O autor começou a escrever muito jovem, então a linguagem é bem simples, quase ingênua. A história prende bem mais que a narrativa, embora não fuja dos clichês de elfos, anões e cia.

Diria que é mais um entre tantos livros do gênero, mas bastante interessante por dar destaque aos dragões.

Mas quanto a forma, a estética, ainda precisa muito amadurecer. Um dos motivos para eu ter demorado tanto a lê-lo.

E, não ,e interpretem mal. Vejo em Christopher Paolini um futuro promissor pela frente. Precisa apanas amadurecer mais seus textos, formas de narrativa. E, com certeza, estarei lá acompanhando essa evolução.
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Descontrolados 10/10/2013

COMEÇOU COM ERAGON... E TERMINA COM HERANÇA
Não muito tempo atrás, Eragon – Matador de Espectros, Cavaleiro de Dragão – nada mais era do que um pobre menino de fazenda. Seu dragão, Saphira, não passava de uma pedra azul na floresta. Agora, o destino de toda uma civilização repousa sobre seus ombros.

Longos meses de lutas e treinamentos trouxeram vitórias e esperança, assim como perdas dolorosas. Mas a verdadeira batalha ainda está por vir: eles precisam enfrentar Galbatorix. Quando o fizerem, terão de ser fortes o suficiente para derrota-lo. Se eles não puderem fazer isso, ninguém poderá. Não haverá segunda chance.

O Cavaleiro e seu dragão chegaram mais longe do que qualquer um ousou imaginar. Será que conseguirão derrubar o rei do mal e estabelecer a justiça na Alagaësia”

Só a primeira frase da sinopse já deixou a mim, e acredito que a vários outros fãs, com lágrimas nos olhos. É estranho pensar no fim de uma saga que você ama, você sempre espera que ela te acompanhe por toda sua vida. O Ciclo da Herança foi uma das sagas que eu quis para minha vida, mas eu não me arrependo de ter chegado ao fim, pois seu fim me permitiu momentos maravilhosos lendo um dos melhores livros que eu, mesmo sendo uma leitora voraz, já tive o prazer de ler.

Começando do começo: a capa segue o padrão da série, o título em dourado, a capa colorida e um dos dragões do livro a estampando. Em Eragon, era a preciosa Saphira quem estrelava a capa, em Eldest, o destaque foi para o poderoso Thorn, Brisingr deu espaço ao ancião Glaedr, Herança traz o terceiro dragão da nova geração. Prometo que antes de fechar o livro vocês saberão algumas coisas sobre ele, que não cabe a mim revelar.

A narrativa segue o padrão que Paolini criou, intercalando o personagem em foco nos capítulos. Vemos Eragon, sempre ocupado tentando se desenvolver como Cavaleiro, e tendo suas longas conversas com Saphira. Acompanhamos o manejo político, graça e coragem de Nasuada, que prossegue sendo uma líder para ninguém botar defeito. Sentimos na pele a batalha com os desafios passados por Roran em seu caminho como Martelo Forte. E até mesmo a força e selvageria de Saphira, nos é trazida por um capítulo incrível durante o ataque a Dras-Leona. Isso tudo somada a presença sempre formidável da elfa Arya, da hebolária Angela – na minha opinião uma das personagens que mereciam um livro para si –, do poderoso dragão Glaedr, do confuso e ainda assim incrível Murtagh, e do sempre bem-humorado Rei Orik.

A leitura se torna muito fluida e até mesmo desesperada com esse método intercalado, pois há uma certa ruptura que sempre se dá em acontecimentos drásticos. E isso torna o livro viciante. O nome do primeiro capítulo resume bem o ponto central desse livro: Ao Ataque. Nele vemos como os Varden cada vez mais fecham o cerco a capital Uru’baen, atacando e tomando posse de diversas cidades que estão no caminho.

O grande desafio para todos os personagens parece ser estar à altura da batalha para qual estão marchando e fazer o melhor para ajudar. Razão pela qual Eragon tem treinos de esgrima com os elfos para aprender a ler seu adversário e atacar nos pontos fracos. Também o motivo para Roran ir a cavalo sem parar até chegar a uma cidade onde deve ajudar no cerco. E se me permitem um momento de fã, uma conclusão que eu tive nesse livro foi que Roran se prova um herói melhor que o próprio Eragon, pois nada tem de especial fora sua força de vontade e amor por sua família.

As coisas ficam paradas no livro apenas quando Eragon lembra dessa frase que Solembum disse para ele quando o conheceu: “Quando chegar a hora e você precisar de arma, olhe embaixo das raízes da árvore Menoa. Depois, quando tudo parecer perdido e o seu poder não for suficiente, vá até a pedra de Kuthian e diga o seu nome para abrir o Cofre das Almas.” Lembram de Brisingr? Quando Eragon precisa de uma espada e acha o aço especial sob as raízes da árvore de Menoa? Então, a partir disso ele pressente que tudo parece perdido e fica que nem um maluco caçando essa Pedra de Kuthian.

Só depois de uns bons capítulos focados na busca de Eragon pelo Cofre das Almas, é que chegamos a batalha final que esperamos por quatro livros. Eu lembro que demorou para me ocorrer, mas em certo momento eu pensei: Nossa, finalmente Galbatorix vai aparecer. Porque ele nunca tinha dado as caras, eu juro que pensava na possibilidade dele nem existir.

Os Varden, os Guerreiros de Surda, os Elfos, os Anões, os Urgals e os Meninos-Gatos estão unidos para enfrentar o exército de Galbatorix, e se você parar para refletir talvez pense que não faz sentido: não tem como o rei ter gente suficiente para derrotar esse povo todo junto. Mas tem sentido sim, porque ele tem uma coisa que ninguém mais tem: magia inesgotável.

Tirando essa pequena dúvida que pode surgir, batalha final é sensacional, dramática, intensa. Eu chorei lendo porque a batalha não se passa apenas num plano físico, mas também no plano psicológico. Eragon já é um livro com grandes batalhas mentais, e grandes testes do caráter dos personagens, isso se mostra, mais do que nunca, nessa batalha. Nela, todas as nuances de personagem que temos nos livros se mesclam e podemos ver a verdadeira essência de cada um. Nessa batalha, você não experimenta apenas a sensação de espada contra espada, mas a sensação psicológica de ver seus companheiros lutando e sendo mortos, de achar que não pode vencer, e de tentar com todas as suas forças fazer a diferença. E muito disso tudo é passado para nós pela narrativa focada em Roran, que, mesmo sem ser Cavaleiro de Dragão, é um dos guerreiros mais impressionantes sobre os quais já li.

Após a batalha, muitas decisões tem que ser tomadas e eu acho que o curso que as coisas tomam é o mais lógico e plausível possível. Conheço pessoas que ficaram insatisfeitas com o final, mas eu só acho que aconteceu o que deveria acontecer. Eu só não gostei muito do ultimo Cavaleiro de Dragão. Eu esperava que outra pessoa fosse o último Cavaleiro e eu achei meio forçado/clichê ser a pessoa que foi. Mas tudo bem, nem tudo rola como a gente quer.

No final do livro temos, como sempre, o guia de pronúncia, o glossário e os agradecimentos do autor. Uma coisa que eu gosto sobre o Paolini, no início do agradecimento ele fala um pouco sobre como foi escrever o livro, e agradece aos leitores, eu considero muito isso porque forma uma conexão real com quem está lendo. Ah, e ele diz que planeja algum dia voltar a Alagaësia, vamos torcer para que sim.

Sé onr sverdar sitja hvass

(Que suas espadas continuem afiadas)

Por Elisa Maghelly

site: http://programadescontrolados.com/resenha-heranca/
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