A Marquesa

A Marquesa Nahra Mestre




Resenhas - A Marquesa


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Rafaela 31/08/2020

A marquesa
Romance de época que quanto mais você ler, mais você quer ler. Envolve política, escândalos familiares e cenas hots.
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Mari Canan 27/04/2018

Encantador
Confesso que romance de época nunca foi meu forte, mas esse me pegou de jeito.
A escrita perfeita da autora, o detalhamento dos fatos e o desenrolar da trama me prenderam do início ao fim.
Durante a leitura fiz algumas suposições, troquei algumas ideias com a autora e pude confirmar que minhas suposições estavam corretas.
O livro conta a história de Sarah Anson que foi prometida em um acordo para o futuro Marquês de Bristol, Lorde Thomas Hervey.
Desde que recebera essa notícia, passara a se dedicar a tão somente ser a esposa que um futuro parlamentar necessitava.
Sarah é uma mulher muito além do seu tempo, com pensamentos próprios e determinada, porém se apaixonou por aquele que seria seu futuro esposo.
Thomas conhecedor dos segredos que envolviam as duas famílias, tornou-se um homem fechado, descrente do amor, pois o mesmo só lhe trouxe desencantos.
Mesmo com todo o turbilhão de sentimentos que sua jovem e atirada esposa lhe causava, durante algum tempo tentou fugir.
Mas quanto mais fugia, mais necessidade dela sentia.
Um romance cheio de sentimentos, muitas vezes controversos, um segredo guardado durante uma vida inteira, uma mulher forte, decidida, que se mantém em pé de igualdade com o marido, que age de maneira incomum para sua época, pensando na prosperidade do seu povo, um homem que herda um título, que sabe a força que sua esposa tem, que apesar de lutar contra os sentimentos, sabe exatamente quem tem ao seu lado e a valoriza por isso, é o que encontramos nessa história.
Uma história que vai além do romance, que nos fala de família, de igualdade, de valorização, de lealdade e companheirismo.
Fico aqui agora a espera de A Cortesã, que pelo prólogo já me deixou ansiosa.
Parabéns a autora.
Natalha Neves 29/11/2018minha estante
O livro é realmente muito bom. Nunca tinha um romance de época, foi o primeiro livro que li desse gênero e realmente gostei muito. A história é linda.




Clube do Farol 29/01/2020

Clube do Farol
Resenhado por: Jéssica Burgos

Olá, tudo bom?

Não costumo ler Romances de Época, entretanto, passeando rapidamente pelo Instagram a capa de ?A Marquesa? chamou a minha atenção, resolvi ler a sinopse e fiquei curiosa para ler o livro. Calhou de ele estar disponível pelo Kindle Unlimited na época e eu estava precisando ? novamente ? sair da zona de conforto, acabei lendo o livro em poucas horas!

Sarah Anson é uma jovem garota inglesa, que, ao atingir seus treze anos de idade, descobriu estar prometida para seu primo Thomas Hervey, o futuro marquês de Bristol. Ela tinha um desejo bem inusitado: ser a primeira mulher no parlamento, e, portanto, passava horas e horas estudando sobre tudo que pudesse ser útil para o cargo. Contudo, a jovem sabia que demoraria muitos anos até que fosse possível que seu desejo se realizasse, então ao descobrir que estava prometida em casamento a um futuro membro do parlamento, foca em se tornar a mulher perfeita e realizar seu sonho parcialmente através dele.

"Sarah aos poucos florescia, mostrando-se uma menina forte e inteligente. Ela era seu tesouro; se tivesse nascido homem, faria história como primeiro-ministro do Reino Unido."

Thomas é um homem reservado, sentia-se com o mundo nas costas por conta de um segredo de sua família e suas futuras responsabilidades como marquês. Dividido entre seus desejos e os de sua família, ele se vê imerso em um conflito que acaba tornando-o cada vez mais frio.

Sarah está determinada a conquistar Thomas e para fazê-lo pretende usar todos os artifícios que conhece ? mesmo os considerados um tanto quanto inapropriados pela sociedade conservadora em que vive. Sua personalidade forte, marcante e sua determinação serão a chave para seu sucesso?

"Então lhe peço que seja parte de mim e que me deixe ser parte de você, até que possamos nos tornar um só."

A escrita de Nahra Mestre é bem fluida e gostosa de se ler, a história é cativante, o cenário na qual ela se passa (Reino Unido durante o período Vitoriano) foi bem descrito. Sarah é uma personagem cheia de vida, que nos encanta com sua personalidade marcante e sua inteligência para contornar os mais diversos problemas; os personagens secundários foram igualmente interessantes, sobretudo a francesa Marie.

Sobre a Edição: Realizei a leitura em formato digital e achei ótimo o trabalho da editora Portal, tanto na diagramação do e-book quanto na revisão, a capa também está belíssima.

Espero que gostem da resenha e da indicação, caso leiam o livro comentem o que acharam! ?

Abraços!
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Confissões de uma leitora 12/07/2018

Minhas primeiras impressões deste livro foram: esta é uma autêntica história de época. Bem escrita. Carismática. Percebe-se o cuidado que a escritora teve com os costumes, tradições, vestimentas e etc, para dar veracidade à mesma.
A forma como a trama é desenvolvida permite que o leitor construa certa expectativa em relação ao romance, até conhecermos Thomas, de fato.
Esta é uma história onde a protagonista rouba toda a cena, deixando todos, incluso seu par em segundo plano. Este, por sinal, é ofuscado tanto pelo esplendor de Sarah quanto por sua própria fraqueza e receios. Em determinados momentos tive a impressão que seu comportamento era devido ao temor que sentia dela com todo o seu brilhantismo ferir seu orgulho masculino – o que é compreensivo numa época em que o machismo imperava, e o papel da mulher na sociedade se resumia a ser dona de casa e parideira; em outros, que ele, de alguma forma, uma dessas bem sorrateiras, tentava se “aproveitar” da esperteza dela. Isto, por sua vez, somente reforçou a personalidade frágil dele.
Thomas é um tipo sem carisma, acovardado, sem tônus de vida e que, definitivamente, não merece Sarah. Não consegui me conectar a ele. Thomas até tem motivos para ser todo indiferente e ter medo de se entregar, mas estes motivos, a meu ver, só são plausíveis diante de uma personalidade vulnerável.
Edward, por outro lado, é o oposto.
E sim, torci por essa reviravolta escandalosa!
Houve alguns poréns, mas o destaque fica para A MARQUESA.
Sarah é a estrela principal deste livro e seu brilho, como dito anteriormente, ofusca tudo e a todos. Uma mulher/menina a frente de seu tempo, inteligente, visionária, esforçada, apaixonada por seus ideais e por Thomas, quase perfeita.
Ela, a meu ver, é uma personagem que traz certa complexidade.
Sua paixão é admirável e revoltante, ao mesmo tempo. Isto porque há um alto contraste entre suas ideias visionárias e seu comportamento ante o noivo/marido tendo em conta a época em que vivem. O casamento traz tons de conformismo e palidez. Muitas vezes eles pareciam dois estranhos batendo papo.
Me trouxe estranheza, confesso. Pois, em geral, estou acostumada a ler romances de época com notas de contos, mas este é cru e real.
No entanto, não penso nisso necessariamente como uma falha, sobretudo, tendo em vista que a autora tivesse o intuito de mostrar a realidade de uma época. O que me pareceu ser o caso. E esta realidade, infeliz e revoltante, onde mulheres estavam à sombra de seus maridos e dos homens em geral, e em todos os aspectos que concernem à vida em si, fora bem pontuada e verídica.
Pra mim, A MARQUESA não foi um livro para enaltecer o romance, mas a mulher, a igualdade e, acima de tudo, o ser humano como um ser pensante.
Uma singela, mas poderosa percepção de si mesma como mulher, como pessoa, foi o bastante para Sarah fazer a diferença em sua vida e na vida daqueles que a rodeia. Não adianta querer mudar o mundo, se você permanece o mesmo. Esta é uma mensagem simples, clichê até, mas incrivelmente poderosa!
Bibi 02/08/2019minha estante
Falou tudo!!


Ilana 23/02/2020minha estante
Adorei sua resenha. Amei a personagem e desejei que Edward fosse o endgame dela. Infelizmente, não foi o caso. Mas concordo com tudo que falei, achei o marido extremamente fraco, ela fez o livro valer a pena com a esperteza, inteligência e bravura.




Patricia.Pavie 02/04/2018

Simplesmente Maravilhoso!
Nahra consegue se superar com esse romance de época. Nos mostra uma mocinha que não é como as que vemos sempre, Sarah é decidida e muito inteligente. Já o mocinho, Thomas no começo da raiva, mas depois passamos a entender suas atitudes. Fui conquistada por David, irmão de Thomas. Toda estoria bem ambientada em 1850, onde vemos os verdadeiros costumes da época. Amei mais esse livro, e aguardo os outros da série.
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Queen Buuh 04/09/2020

De época boa
Me vi pela capa mesmo , mais achei super interessante a história dela em si , ainda bem que ele cê tocou e não fez burrada.
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Mauriane.Almeida 03/07/2020

Um daqueles livros que passou tanto tempo enaltecendo a personagem principal, que ali no meio de alguns momentos cruciais a falta de descrição das ações deixa a desejar, pois já que a mocinha tem tantos detalhes, detalhe a cena pq eu fico perdida kkkkkkkk!
E ela tem o coração muito bom, perdoar assim fácil depois de tanto anos sendo arrastada igual carroça kkk, muito estranho sim!
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Rai_ane 03/05/2020

Boa distração
Uma escrita fácil e envolvente. Um bom livro para a quarentena.
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Caroline Lesnieski 05/04/2020

Não gostei, o livro não tem muito sentido, para que esta faltando alguma coisa. É bem confuso na explicação da trama dos personagens.
Parece livro do Wattpad, que nunca Passou por edição.
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Julia.Franca 26/02/2020

Esse livro realmente não foi o que eu esperava.
A autora tem uma escrita muito boa, mas a história me surpreendeu muito.Primeiro, porque pensei que esse livro seria um romance de época, mas na verdade é só de época, porque de romance não tem nada.Mas uma das coisas que eu gostei muito foi do plano de fundo, do cenário, as leis e os costumes da época que estão entremeados na história de maneira sutil.
Um dos pontos altos desse livro foi os personagens, mais especificamente da Sarah e do lorde Granville. Os dois, sempre que aparecem, iluminam a cena com suas ideias.A Sarah é incrível, teimosa e estudiosa, que mesmo sabendo que não tem futura na política, continua a estudar e aprender sobre tudo, mesmo que isso signifique ter aulas com uma cortesã.
Mas o que me decepcionou muito, e ao mesmo tempo me impressionou, foi o fato da Sarah não agir como a maioria das protagonistas de romance de época. Ela não precisa do Thomas, pelo contrário, ele é que precisa dela.Ela basicamente o mantém preso ao seu dedo mindinho.
E isso foi decepcionante. Um casal que deveria ser uma parceria, era apenas um paquiderme, completo idiota, sendo manipulado por sua esposa.O pior, foi que o Thomas continua, do começo ao fim sendo um paquiderme e mesmo quando ele quer demonstrar seu amor, a única forma que ele encontra é pelo sexo.
Toda a relação das personagens, considerando a época, é congruente, e esse livro conta essa história: que atás de um homem importante, existe uma mulher sagaz e inteligente. Só que eu esperava que esse livro mostrasse um casal, uma parceria, um amor.
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Eu Sincerona 30/07/2019

Carta para Sarah e Thomas
Como expressar em palavras as alegrias e angustias que tive ao ler a estória de Vossas Graças?
Nos dias atuais, é difícil encaixar a idade de vocês, as responsabilidades, a honra e trabalhos realizados.
Hoje podemos dizer que seriam muito novos para assumir tais atividades, carregar o nome da família e etc...
Ainda em pleno século XXI, lutamos pela igualdade de gênero e tantas outras batalhas que na época de vocês ainda eram muito veladas.
Mais em comparação, temos progressos com a mulher no mercado de trabalho e na política. Temas grandes mulheres no poder, no governo, no parlamento e etc...
Contudo, nunca deixamos de enfrentar preconceitos.
Ah Sarah, como é querida por mim. Me encantei com você e me vi muito em você, com sua curiosidade, determinação e confiança. Me mostrando como podemos ser mulheres frágeis e as mesmo tempo fortes.
À Thomas, lhe dirijo com respeito e admiração pela coragem de querer fazer a diferença perante ao conservadorismo.
Os meus parabéns em admitir que Sarah é brilhante nos negócios e sempre a levou em alta conta com seus conselhos e decisões.
Agora na vida pessoal, a principio lhe achei um medroso. Me de amar Vossa Graça? Não! Nunca!
Sendo que é ele que move a vida e graça dela.
Mais ainda bem que conseguiu ver e sentir tudo que Sarah tinha para oferecer e assim viverem em paz.
Mais uma vez, obrigada pela estória linda que nos contou.

Até breve...

BN – Eu Sincerona
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Priscilla.Lorena 22/09/2020

Leitura rápida e leve
Não tem muita complexidade, o segredo desvendado não me empolgou mas é uma história boa pra distrair
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Laura A.M 24/01/2019

Confuso
O livro trás um enredo interessante com mulheres a frente do seu tempo, alguns conflitos políticos, problemas de família. Mas devido a escrita confusa e a pouca atenção aos detalhes, a história, embora tenha potencial, não consegue criar uma conexão com o leitor.
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Gih Cordeiro 10/06/2018

MARAVILHOSO!!!!
Sarah, jovem de família inglesa tradicional e de importância na época do reinado da Rainha Vitoria, descobre aos 13 anos que está prometida em casamento ao primo Thomas, primogênito da família Hervey e aspirante à político. A notícia frustra os sonhos da jovem, que sonhava se tornar a primeira ministra mulher da história britânica. Sabendo que a sociedade não vê com bons olhos as mulheres que se mostram à frente de seu tempo, ela toma para si a responsabilidade de ser a esposa perfeita para ajudar o marido a alcançar uma posição política de influência. Com o passar do tempo, Sarah continua desenvolvendo as habilidades intelectuais que a tornam conhecida entre os lordes mais importantes da cena londrina e ao mesmo tempo, se prepara para ser uma exímia anfitriã e esposa e tudo isso a leva a alimentar sentimentos pelo futuro marido, que a trata com distância e indiferença.

Thomas não deseja se casar, mas não consegue negar que Sarah pode ajudá-lo a se tornar uma voz a ser ouvida, já que não almeja defender os posicionamentos políticos conservadores de sua família, ele almeja fazer a diferença e para isso, precisa de apoio e influência que Sarah pode lhe conceder, afinal, ela sabe ser muito persuasiva e está acostumada a conquistar tudo que deseja. Mas, será que o maior desejo de seu coração poderá ser concedido?

Para tudo, Brasil! Que história foi essa? Estou muito, muito impressionada com a estrutura dessa história que não é só mais um romance de época, cujo objetivo é mostrar um romance piegas em outro tempo! Não mesmo! Nahra vai além, recompondo o período político de transição da revolução industrial e a quebra de paradigmas de uma sociedade até então, altamente conservadora nas questões sociais, através da vida de personagens principais e secundários, altamente bem construídos, com personalidades longe da perfeição e altamente humanos, reais, palpáveis! Todos os méritos a essa grande escritora, que soube como poucas, construir um enredo de romance que vai muito além do romantismo!
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Talita 27/11/2018

Perfeita até demais...
Sarah sabia desde os treze anos que iria se casar com o seu primo Thomas, então se preparou 4 anos á linguas estrangeiras, comportamentos perfeitos, vestimentas perfeitas, o problema é que Thomas não é o noivo perfeito, mal a vê e quando vai a sua casa presta total atenção a sua irmã mais velha Ann.
Thomas sabia desde criança que se tornaria o futuro marquês, e sabia que teria que se casar, só não sabia que seria com Sarah, preferia que fosse com Ann , mas por conta de sua saúde não é a noiva adequada, e seu avô tem o motivo certo para eles não se casarem, e só conta isso quando vê que seu neto está amando Ann.
Sarah já o amava por isso que aceita toda a rejeição dele, Thomas não é a melhor pessoa para se falar de amor, e seus motivos para se afastar se torna um pouco tedioso. Tudo bem que ser perfeita é bom, mas do jeito que Sarah faz tudo até o que não gosta para agrada-lo se tona chato e até um pouco repetitivo.
Fiquei me perguntando onde estava o romance, ou até mesmo o tema central do livro, pois se passa com tanta pressa que as vezes nos perdemos nos diálogos. O ponto positivo é que o livro a maioria das vezes trata do que chamaríamos mais tarde de Revolução Industrial, o que torna um pouquinho satisfatório em alguns casos.
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