Procurando Gobi

Procurando Gobi Dion Leonard




Resenhas - Procurando Gobi


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Filipe 11/06/2021

Vale a pena
História de personagens fortes, praticantes de esportes fortes, e tendo que ser fortes mesmo fora do esporte (os protagonistas, corredor e cachorrinha). p.s.: esta 1ed. da Harper Collins para o portugues veio com MUITOS erros de digitação. MUITOS. Em vários pontos, durante o livro todo. A impressão que dá é que o livro não foi revisado depois de traduzido/digitado, mas vale muito a pena a leitura mesmo assim!
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lulu 26/05/2021

choremos
eu me desidratei com esse livro, leiam, leiam, leiam, por favor. quase morri com esse treco
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Cristina 13/12/2020

Dion é um ultramaratonista que durante uma corrida na China foi adotado por uma cachorrinha. O livro, entremeado de relatos autobiográficos, conta essa história de amor e de toda a luta para levar a Gobi para a Inglaterra.
Leitura fácil, gostosa.
O ponto negativo foi o descuido da editora Happer Collins Brasil com a publicação, que apresentou alguns erros de grafia, conjugação, concordância e até falhas na tradução. Nada muito grande, mas estamos falando de livros!
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Dea 21/11/2020

Impossível não me identificar com o autor!
Mais este pra conta... 38º livro do ano... impossível que eu não gostasse, porque mistura duas paixões minhas: cães e corridas. Identifiquei-me muito com o Dion Leonard, autor do livro, porque, guardadas as devidas proporções, eu também tenho um filho peludo (Urso Eduardo) que corre comigo e uma vez nos perdemos um do outro em uma corrida... quando eu já tinha orado bastante e estava em vias de começar a chorar (ainda mais pensando em como eu daria a notícia para o meu marido), o encontrei. Naquele dia eu quase enforquei o Urso com a força do meu abraço. O ser humano repugnante que abandonou o Urso nas proximidades do fórum não sabe o presente que acabou me dando. Ele apareceu pouco antes da minha Zebra morrer (e Deus já sabia que isso aconteceria e o quanto isso partiria meu coração, até hoje muito machucado pela falta dela, mas resignado e sabedor de que ainda tenho missões a cumprir com esses seres de 4 patinhas... difícil um dia em que eu não chore a falta daquela peluda maravilhosa). Hoje o Urso está entre os 10 seres vivos que mais amo na Terra, sobrepujando o lugar de muitos humanos. Enfim, recomendo a leitura. #tksGod #bookaholic #imissyouZebra #doglover #loverunning
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Gabi 04/04/2020

O tipo de leitura que faz você querer ter um cachorro. Boa narrativa.
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Claudia 08/10/2018

É um prato cheio para quem gosta de corrida em 1o lugar, e cães em 2o. Eu gosto dos 2 então já imaginava isso, que ia gostar do livro.
Impossível não pensar na tenacidade desse Dion; um corredor que disputa corridas extremas em que pessoas morrem, e que viu a morte de perto e ainda assim só pensava em continuar; é um tipo de gente diferenciada, claro como.gosto mto de lutas tracei outro paralelo tb são todos, pessoas que têm algo a mais do que as comuns.
E foi isso, acredito, (ser assim) que deu a ele força para perseverar e procurar essa cachorrinha numa cidade da China. Onde quase tudo ia contra ele o tempo todo. Um inferno!
Impossível não imaginar o que diabos aconteceu com ela enquanto esteve perdida. Esse livro me deixou angustiada, afinal tratava-se de uma cachorrinha fofa, torci o tempo todo por ela.
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Jessica Correa - Blog Modernagem 11/09/2018

Mais do que uma história de adoção, é uma verdadeira mudança de vida
PROCURANDO GOBI é um livro impactante que conquistou seu lugar na minha lista de melhores de 2018.

Comecei a leitura com expectativas bem baixas, pois esperava uma simples história sobre adoção de uma animal de estimação, mas encontrei uma narrativa inspiradora sobre uma cadela que conquistou corações pelo mundo e mudou a vida de uma família.

Baseado em fatos reais, narrados pelo próprio Dion Leonard, os leitores vivenciam intimamente a experiência de correr uma ultramaratona, seus desafios, conquistas e a expectativa de encontrar amizades entre seus oponentes.

Entretanto a amizade mais importante feita por Dion foi com Gobi, a cadela que simpatizou com ele logo nos primeiros dias de corrida e o acompanhou durante todo o desafio. Em respeito a lealdade e carinho com a nova amiga, ele resolve ingressar Gobi em sua família e levá-la da China para a Escócia.

A história me tocou de diferentes maneiras, primeiro pela determinação de Dion em relação a sua vida, trabalho e as corridas. Ele não teve uma infância fácil, mas não permitiu que isso influenciasse no adulto que se tornou.

Depois ele adotou as corridas como uma forma de se testar seus limites, criar disciplina e ser mais centrado - três metas extremamente difíceis de se alcançar -, mas sem perder seu senso de justiça, lealdade e companheirismo.

Todos esse atributos foram cruciais para que ele decidisse adotar Gobi, uma cadela da qual ele não sabia nada, mas com quem ele criou uma conexão instantânea.

Pouquíssimas pessoas - ou talvez quase nenhuma - moveria céus e terra para trazer um animal de outro continente para sua casa, mas Dion é mais uma vez a exceção. Toda a fama e mídia gerada através de seu projeto de financiamento coletivo não subiu a sua cabeça, permitindo que Gobi fosse sempre o centro das atenções.

Infelizmente todo seu trabalho não impediu que Gobi desaparecesse na China, iniciando mais uma batalha para encontrá-la em um país com uma língua desconhecida e repleto de cachorros de rua.

Toda a dedicação para encontrar a cadela foram únicos e extremamente belos, sendo reconhecida por jornalistas, apoiadores e muito bem retratada na obra da editora Harper Collins.

site: http://www.blogmodernagem.com.br/2018/08/resenha-procurando-gobi-dion-leonard.html
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Sissi Freire @dicasdasissi 05/09/2018

Encontrando o amor em Gobi
Dion Leonard estava em uma corrida em pleno Deserto de Gobi, na China, quando foi encontrado por uma simpática cachorrinha. Ela se encantou pelas polainas amarelas dele e o seguiu alegremente por todo o percurso extenuante. Nada mais justo do que adotá-la, chamá-la de Gobi e levá-la para o Reino Unido com ele.



Super justo! Porém uma tarefa nada fácil.



Dion é um ultramaratonista de 41 anos, nascido na Austrália e que atualmente mora em Edimburgo. Ele escolheu um percurso que exigia muito dele, tanto física como emocionalmente pois eram 250 km de condições extremas.



Desde que chegou a China, ele teve tudo menos uma vida fácil. Dion nos conta em detalhes como foi encarar a burocracia do aeroporto chinês, onde ficou trancado horas em uma sala, e também nos ensina que a tarefa de pegar um táxi não é nada fácil. E que mesmo quando você consegue sentar no banco de trás do veículo com sua bagagem acomodada, isso não garante que não vá ser largado no meio da rua para que um chinês tome seu lugar no carro.



Depois de vários percalços, ele consegue se juntar aos outros corredores e começa sua preparação. Dion não está ali para confraternizar, ele precisa completar o percurso e tem isso como uma meta pessoal. Só que no meio de toda essa certeza, ele encontra uma variável, a adorável Gobi, uma simpática vira-lata que o acompanha cruzando dunas e vilarejos enquanto cativa todos ao seu redor. E na hora em que Dion cruza a linha de chegada, é ela que está ao seu lado.



Assim está selado o destino dos dois, e sua verdadeira peregrinação começa quando ele descobre todos os desdobramentos dos trâmites burocráticos para trazer a cachorra para o ocidente. Não bastava colocar ela em uma caixinha e despachar de avião, nada disso! Estamos falando de consultas com veterinário, vacinas e uma quarentena no aeroporto de Heathrow na Inglaterra.



Ele não podia ficar na China, então conseguiu uma mulher chinesa para tomar conta de Gobi enquanto ele acertava da Inglaterra todos os detalhes. E ai Dion nos apresenta mais um detalhe: a barreira do idioma. E tudo isso toma proporções grandiosas quando ele descobre que a tal mulher perdeu Gobi.



E é ai que a história realmente se desenrola, quando ele volta para a China e nos brinda com um olhar mais atento sobre esse pais e seu povo. Sobre como é receber ajuda e apoio de quem você não conhece. Vamos acompanhando sua trajetória enquanto ele revê seus conceitos em relação a China e aprende costumes do país.



Você sabia que para ter um cachorro na China é necessário um registro obrigatório? Tipo uma certidão de nascimento? Nem ele sabia!



Conforme os dias vão se passando, Dion vai se envolvendo mais e mais com Gobi e também aprendendo a enxergar o povo e os costumes da China de outra forma. E



Procurando Gobi não é apenas mais uma história de cachorros, é uma historia de amor, de esperança e de superação.





site: www.youtube.com/dicasdasissi
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Duda Razzera 19/07/2018

Uma ótima história de superação!

Hoje vim falar sobre um livro da Editora Parceira, HarperCollins Brasil. O livro foi cedido para resenha, mas a opinião é minha e verdadeira. E, como gosto de biografias, me prontifiquei a lê-lo. Mas, na realidade, a história é muito mais do que uma cachorrinha e seu grande coração ou a experiência de um ultramaratonista experiente em meio ao Deserto de Gobi.




[Dion Leonard]



Eu não posso começar a falar sobre o enredo sem antes contar um pouco da história de Dion, que descobrimos ao longo do livro.



Ele é australiano, tem 47 anos, é casado com Lucja e tem uma gata chamada Lara. Ambos adoram correr, mas nem sempre tudo foi assim. Quando tinha nove anos algo muito intenso aconteceu e as coisas se complicaram a partir daí.




Um garoto perfeitamente ajustado, com uma família perfeita, pais amorosos e uma irmã bacana passa a ser alguém visto como má influência para os outros, é direcionado para o porão de casa pela mãe e nem quer mais saber de esportes. O motivo? Vocês terão que ler o livro para saber, mas são todas essas reflexões que ele faz durante a sua ultramaratona no Deserto de Gobi ao lado da cachorrinha que o escolheu, Gobi (por isso o nome).







[Gobi]



Para muitos pode parecer bobagem quando dizemos que um bichinho de estimação mudou a nossa vida, não é? Mas eu me identifiquei completamente. Em meados de outubro, do ano passado, a Pipoca apareceu na minha vida e me ajudou muito em uma fase difícil (tenho TAG, então encaro períodos difíceis, às vezes, infelizmente, são frequentes).



Animais de estimação são bons para autistas, pessoas com depressão, pessoas que não tem nada e são feliz (é claro!) e são bons para pessoas que estão correndo 250K em 7 dias. HAHAHA.



Mas Gobi realmente fez a diferença na vida de Dion. Não só durante a maratona, mas também depois, quando ele se coloca em uma jornada para reencontrá-la. Ele aprende mais sobre si mesmo, sobre as pessoas da China (sobre as quais estava sendo bem preconceituoso no início e isso me irritou, diga-se de passagem) e sobre os problemas da vida dele, dos quais Dion tentou se distanciar com a corrida, no entanto ele compreendeu que para realmente nos curarmos, é preciso encará-los de frente.



[QUOTE] Para ser sincero, quando cheguei à China para a prova no deserto de Gobi, minha visão era meio clichê. Eu achava que os chineses eram fechados, sisudos, rudes e indiferentes. No primeiro trajeto de Urumqi até a largada da competição, eu vi nas pessoas apenas o que eu esperava encontrar. Não é de se surpreender eu não ter gostado muito de lá. [...]



[O enredo]



Gostei de como o livro foi dividido em partes, ficou bem coerente e não me fez querer parar de ler nem um segundo. Outro ponto positivo foi a gente ir e voltar em alguns momentos da vida dele durante o período em que está correndo. Afinal, quando se está correndo sozinho no meio do deserto, deve-se ter muito tempo para pensar, não é? E foi o que Dion fez.



Outro ponto importantíssimo é o modo como todos se comoveram com a história de Gobi e Dion. O momento pelo qual as pessoas estavam passando, com ataques terroristas e tantas outras tragédias fez a história de Gobi tomar proporções inimagináveis, talvez porque todos precisassem de um pouco de esperança naquele momento.



E o financiamento coletivo foi fundamental para o desfecho dessa história, mas não é apenas sobre o dinheiro, é sobre como tantas pessoas ajudaram Dion sem esperar nada em troca, como as pessoas se movimentaram na China para ajudá-lo a encontrar Gobi e como com tudo isso Dion nunca mais foi o mesmo, porque depois de passar por uma experiência como essa, ele passou a ter outra perspectiva sobre tudo.



Gostei também de como ele duvida de si mesmo ao longo da vida, ao longo das corridas, ao longo da jornada para encontrar Gobi. Nós duvidamos de nós mesmos o tempo todo e fazemos “bullying” com a gente mesmo, nos envenenando com pensamentos tóxicos. E um atleta precisa ter calma, foco, treinar não só seu corpo como também sua mente – confesso que tirei várias lições desse aspecto do livro também.



[QUOTE] Se a Gobi me salvou? Não considero que eu estivesse perdido, mas com certeza ela me mudou. Eu me tornei mais paciente e tive de enfrentar os demônios do passado. Ela se somou às coisas positivas da minha vida, que começaram quando conheci a Lucja e, que se seguiram quando descobri a corrida. Talvez eu não precise mais disputar provas de longa distância para aclarar o meu passado problemático. Sob muitos aspectos, ao encontrar Gobi, eu descobri um pouco mais sobre mim. [...]


Postei uma foto no meu Instagram com o livro e o autor me respondeu. Fiquei bem feliz com essa interação dele, com esse cuidado e carinho, que mostram que ele realmente foi modificado após sua experiência contada no livro. Inclusive seu preconceito com os chineses, a continuação do quote que coloquei acima prova isso:



[QUOTE] Mas tudo pelo que a Gobi passou mudou meu ponto de vista. Agora eu sei que os chineses são um povo simpático, autêntico e acolhedor. Quando nos recebem em sua casa e em seu coração, eles se tornam incrivelmente generosos e gentis. [...]





Preciso dizer que gostei da capa, a diagramação não tem nada de especial, mas é de qualidade e trás o padrão HarperCollins Brasil. Só um aspecto que me surpreendeu: a quantidade de erros de digitação, palavras que foram “comidas” e frases descontinuadas, fazendo parecer que o livro foi feito às pressas. Nada que comprometa a qualidade do conteúdo e que seja motivo para não comprar o livro, mas que fiquei surpresa, fiquei. Nos agradecimentos, o próprio autor diz: “...da HarperCollins por trabalharem com tanto afinco e num prazo tão exíguo.”, então, talvez, tenha sido uma questão de prazo que gerou esses errinhos que normalmente não se encontram em um livro da editora.







Vocês gostam de biografias e jornadas de superação? Recomendo a leitura, com toda a certeza!

site: https://livrosetalgroup.blogspot.com/2018/06/resenha-procurando-gobi-dion-leonard.html
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Leitora Viciada 14/07/2018

Resenha para o blog Leitora Viciada www.leitoraviciada.com
Dion Leonard é australiano, mora na Escócia com a esposa Lucja e já esteve em vários países competindo em ultramaratonas, incluindo os lugares mais inóspitos da Terra. Participou duas vezes da Maratona das Areias, a mais difícil do planeta, percorrendo 250 quilômetros no Deserto do Saara (Marrocos). Enfrentou também 250 quilômetros no Deserto do Kalahari (África do Sul), dentre outras supercorridas. Mas foi em março de 2016, correndo pelos 250 quilômetros do Deserto de Gobi (China), que sua vida mudou.

Enquanto ele se concentrava para completar a competição duríssima entre os primeiros colocados, uma prova que demora dias e maltrata os participantes ao ponto de perderem em média dez por cento da massa corporal e onde a temperatura é muito agressiva, ele ganhou uma amiga. Uma amiga inusitada e que o escolheu: uma filhote de cachorro sem raça definida. Ela simplesmente surge no início da ultramaratona, brinca entre os pés dos atletas e funcionários da equipe organizadora e decide seguir Dion. Ele não compreende o motivo e a princípio pensa ser uma cadelinha de alguém de alguma aldeia próxima. Ela o acompanha intensa e animadamente, como se fosse uma brincadeira muito divertida.

Dion a nomeia Gobi, que significa deserto em mongol. E combina com ela, toda cor de areia. Se tornam então apegados e Gobi não o deixa desistir da competição, embora ele passe a se preocupar mais com ela do que com o pódio. Impressionante como uma cachorrinha pequena e de patinhas curtas foi tão forte e resistente para acompanhar Dion. E ainda por cima com um bom humor inabalável.

Ele decide adotá-la, todavia os obstáculos são muitos: burocracia exigente e alto custo. As leis e regras para sair com um cão da China e entrar no Reino Unido, além de distante e caro, é confuso, com muitas etapas de exames veterinários, quarentenas, documentação, tradução.

Para ler toda a resenha acesse o Leitora Viciada. -> leitoraviciada.com
Faço isso para me proteger de plágios, pois lá o texto não pode ser copiado devido a proteção no script. Obrigada pela compreensão.

site: http://www.leitoraviciada.com/2018/07/procurando-gobi.html
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Malucas Por Romances 04/07/2018

Resenha completa no blog
O mês de junho foi um dos mais fracos de leituras do ano até agora pra mim, sabe quando simplesmente nada te anima pra ler? Eu praticamente enrolei nas leituras o mês inteiro, peguei esse livro sem nenhuma intenção de ler e quando vi já tava acabando kkkkk. Procurando Gobi é uma autobiografia do maratonista Dion Leonard e toda sua luta pra poder ficar com a cachorrinha Gobi.

O autor quando começa a narrar o livro ele está casado com Lucja, que além de esposa também é sua companheira em diversas maratonas. Dessa vez ele está se preparando para correr sozinho uma maratona no deserto e dessa vez ele vai para a corrida de 250 KM deserto de Gobi (situado na região norte da República Popular da China e região sul da Mongólia). E é nessa maratona que ele encontra, ou melhor dizendo, que Gobi encontra Dion.



O autor durante a maior parte do livro intercala a história entre o presente e o passado, nos mostrando muito mais do que a sua luta em ficar com a cachorrinha Gobi, ele conta sua vida e todas as dificuldades, desde o falecimento do seu pai e a forma difícil que sua mãe teve pra superar o luto, das vezes em que os adultos desacreditaram dele entre muito mais coisas.


Dion Leonard, Lucja e Gobi

O livro foi todo narrado em primeira pessoa, dividido em seis partes e durante a leitura infelizmente encontrei alguns erros de digitação, mas nada que interfira na leitura. Eu fiquei apaixonada pela capa por ser simplesmente a cachorrinha do livro.

RESENHA COMPLETA NO BLOG

site: http://malucaspor-romances.blogspot.com/2018/07/resenha-procurando-gobi-dion-leonard.html#axzz5KETsIjm6
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Sweet-Lemmon 03/07/2018

Para aquecer o coração.
Quando eu terminei de ler Procurando Gobi, fiquei em dúvida em como deveria qualificar o livro. Auto-ajuda? Não. Biografia? Nãao exatamente. Memórias? Talvez.

Procurando Gobi é, sim, uma história de amor. O amor incondicional entre um homem e uma pequena cadela.

Ao contar a inusitada história do encontro (e reencontro) de um ultra-maratonista e uma cadelinha, o livro nos mostra o poder da transformação e como vidas podem mudar.

Narrado em primeira pessoa, conhecemos um pouco da vida de Dion Leonard, a difícil infância na Austrália e a descoberta das corridas. Até determinado momento, parecia até uma história igual a tantas outras. Bela, inspiradora, mas não totalmente original. Isso muda quando ele conhece Gobi, uma cadelinha que passa a acompanhá-lo na ultra maratona no Deserto de Gobi, na China.

Gobi acaba se transformando num divisor de águas. O que essa cadelinha passa a representar não só para Dion, mas para outras milhares de pessoas é incrível. Foi impossível não se emocionar com a corrente de solidariedade para que Dion e Gobi tivessem um final feliz, juntos, na Escócia, onde ele mora.

Numa mistura de memórias, aventura e um pouco de drama, a trama nos conduz para aquele lugar especial onde a esperança ainda existe- e talvez alguns anjos tenham quatro patas.

Gobi é realmente uma garota muito especial.

Claro que eu recomendo!


site: https://umaconversasobrelivros.blogspot.com
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Natalia.psico.literatura 01/07/2018

Resenha publicada no blog O Que Tem Na Nossa Estante
Sou uma completa apaixonada por literatura, isso não é segredo pra ninguém, mas existe algo nas histórias com animais que me tocam por inteira.

Dion Leonard traz em Procurando Gobi, uma história real de uma cachorrinha em uma incrível jornada. Bem, é isso (e muito mais). Na verdade, pra mim, é mais que apenas um livro. Maravilhosamente escrito, cheio de ritmo, tensão e sensibilidade, ilustra a jornada de Dion Leonard, um corredor de ultramaratonas solitário, experiente e altamente competitivo, empático e amistoso. Um jovem, aliás, que se torna muito mais motivado a cuidar do outro do que a necessidade de vencer. Ele tem que salvar Gobi, que, de muitas maneiras, o mudou ou até mesmo o salvou.

Nem todos os ultramaratonistas são humanos. Conheça Gobi, uma cachorrinha vira-lata de cor arenosa e robusta, com orelhas no estilo chihuahua, com um bigode engraçado, uma cauda que chama atenção e o olhar fixo em um corredor determinado a correr 250 quilômetros em sete dias, por mais difícil que eles possam ser.

Incrivelmente em algum lugar no meio do Deserto de Gobi, na China, essa cachorrinha apareceu, examinou os competidores e escolheu Dion Leonard como seu companheiro para os próximos 120 quilômetros de aventura. Ela corria ao lado dele, subia rochas e atravessava a areia. Ela não se cansava e ele começou a gostar de ter essa companheira na maratona. Com os perigos da parte mais difícil da corrida, Dion sabia que aquelas patas não seriam capazes de atravessar o deserto, e assim, no final de um dos dias da corrida, fez alguns arranjos para que ela fosse levada para o ponto seguinte.

Resenha completa no blog!
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Ivy (De repente, no último livro) 11/06/2018

Resenha do blog "De repente no último livro..."
Escrito por Ivy:

Procurando Gobi é um livro que não esperava ler este mês, chegou através de um envio da Harper Collins para o blog e cuja história me surpreendeu muito durante a leitura. Geralmente leio bem poucos livros de não-ficção. Acho até interessante algumas biografias ou mesmo certos livros que oferecem dicas e conselhos, mas realmente não é o tipo de livro que costuma reinar na minha estante. Não sabia o que esperar de Procurando Gobi, mas desde que comecei os primeiros capítulos fui sendo cada vez mais arrebatada pela narrativa gostosa e sincera de Dion Leonard, um corredor que superou uma vida inteira de desafios e ao final nos deixa outra lição com essa história linda que ele nos faz conhecer em detalhes. Uma lição de lealdade, de esperança, de retribuir o bem que nos foi dado.

Dion teve uma infância dificil demais. Perdeu o pai de criação, viu sua mãe se afundar no luto, não recebeu carinho ou atenção e terminou indo morar em um albergue. Desacreditado pelos familiares, pelos professores e até mesmo pelos próprios amigos que tinha, Dion teve a força pra ignorar tudo isso e superar à si mesmo, quando descobriu no esporte, mais precisamente disputando maratonas, uma maneira de vencer e provar que todos estavam errados sobre ele.

Eu adorei a honestidade de Dion enquanto nos narra em 249 páginas detalhes de sua própria trajetória e também nos conta com precisão e afeto como a cachorrinha Gobi entrou em sua vida, lá no meio de uma Ultra Maratona no Deserto de Gobi, na China, que ele disputou com outros grandes atletas.
Eu esperava encontrar um livro sobre uma cachorrinha dócil e seu dono. Porém, Procurando Gobi é muito mais do que isso.

Dion narra com simplicidade, é aquele tipo de livro onde parece que o autor está bem ali, diante de nós, tomando um café enquanto nos conta algum fato curioso de sua vida. Ao longo dos capítulos, Dion se torna amigo do leitor, a gente se afeiçoa à ele, mesmo quando ele nos conta seus próprios defeitos e medos, quando se assume uma pessoa arredia, desconfiada, alguém que prefere sempre manter as distâncias. Outro detalhe que adorei é como ele narra com facilidade o ambiente nas corridas. Claro que eu já sabia que tudo é competitivo, estamos falando de prêmios, medalhas, dinheiro e glória, mas poucos conhecem o por detrás dos bastidores desse tipo de ambiente, e aqui o autor nos dá um panorama preciso, usando de uma sinceridade brutal. Há corredores famosos que para manter o status são capazes de trapacear, há maratonas onde atletas se esforçam além de suas próprias forças, e muitos perecem no caminho. E há medo também. Não só o medo de perder uma corrida, mas o medo constante de fracassar de tal maneira que isso abale uma carreira inteira. Mas além de tudo há a história das grandes amizades que se formam justamente nesse ambiente competitivo, aqueles que abandonam tudo para ajudar ao próximo que não tem forças de prosseguir e uma lealdade extrema onde apesar de competirem entre si, ao mesmo tempo se apóiam e se protegem.
Dion é muito transparente à respeito de seus medos e lutas. E é por causa dessa transparência com relação à si mesmo que, como leitora, não pude mais do que me render ao seu carisma e também à doçura de Gobi, a cadelinha que o escolheu e perseverou no que acreditou, porque de alguma maneira impressionante, ela sabia que estava certa.

O livro é uma delicia de se ler. É rápido, como já disse, e possui uma narrativa gostosa, onde o leitor vai se sentindo cada vez mais íntimo do autor e de sua jornada.
Quando a cachorrinha Gobi se perde na cidade de Urumqi, um lugar grande na China, a gente sente aquele aperto no peito, e viramos as páginas em angústia esperando por um milagre.
Eu não conhecia a história de Gobi e Dion, então não sabia se ao final eles se reencontrariam ou não, e esse mistério tornou a minha leitura ainda mais prazeirosa, porque fiquei em alerta máximo esperando pelo desfecho.

Eu aconselho aqueles que, como eu, não conheciam a história à fundo, tentem não pesquisar na internet antes de ler o livro. Eu acho que a leitura se torna maravilhosa quando estamos totalmente no escuro, sem saber o que ocorrerá. Mas mesmo pra quem já conhece Gobi e Dion, eu super aconselho essa leitura também pois aqui é a história viva e detalhada de todos os fatos, além dos bastidores do mundo de Dion e sua realidade, e isso são coisas que não constam nas notícias comuns do caso.

Além de conhecermos a realidade do mundo das corridas através de Dion e sua profunda relação com a cadelinha Gobi, também somos introduzidos na verdadeira realidade da China.
Eu por exemplo não tinha a menor idéia de que em Urumqi havia uma divisão entre dois bandos distintos e que isso tornou a vida na cidade super difícil e perigosa à todos. Eu sabia que a China tinha um governo rígido, mas admito que nem me passava na cabeça que a vida dos chineses pudesse ser tão controlada pelos seus poderosos líderes. Então, além da jornada de Dion e Gobi, aprendemos também a dar um poquinho de valor à liberdade que gozamos aqui, vivendo em uma democracia, onde temos acesso ilimitado à internet e às noticias do mundo todo e ainda assim reclamamos sempre que temos a oportunidade (não adianta, o ser humano é assim!).

Depois que eu terminei o livro fui correndo na net procurar por mais fotos de Dion, Lucja, Gobi e também de seus amigos. Infelizmente, o livro não contém um acervo de fotos, e senti falta disso, pois eu fiquei tão imersa na história que queria muito saber como eram as pessoas que foram importantes no desenrolar dos fatos narrados. Poxa, Dion poderia ter liberado algumas fotos pessoais pra nós! No entanto, também entendo que muitas dessas pessoas talvez quisessem se resguardar e manter a privacidade, daí talvez a razão de não haver um álbum de fotos como epílogo para que o leitor pudesse saciar a curiosidade.

Eu queria tanto poder convencer todo mundo à ler Procurando Gobi. Eu tenho certeza que tem gente que vai olhar e dizer: Ah não, esse livro não é pra mim, não curto biografias / narrativas / relatos. Mas, eu juro, eu também pensava isso até ler o primeiro capitulo, e que grata surpresa foi mergulhar nessas páginas, porque além de descobrir sobre Dion, Gobi, Lucja, também descobri sobre mim, descobri que há livros que são tão bem escritos que independente de qualquer coisa merecem uma oportunidade.

Esse é um livro que a gente lê sem perceber que está acabando, pois mais parece uma conversa entre amigos do que uma narrativa de um desconhecido. Gobi é uma cachorrinha maravilhosa e rouba a cena cada vez que aparece, mas o legal aqui é que todo mundo foi fundamental, teve sua importância e deixa uma lição bonita ao leitor. Até mesmo aqueles que erraram, que agiram de má fé nos deixam uma lição e o grande lance da leitura é esse mesmo: ensinar o ser humano e nos ajudar a crescer em conhecimento.

Eu fiquei apaixonada pela realidade de Dion, ele é certamente um vencedor e merece todos os seus triunfos. E o maravilhoso também, é que aqui pude conhecer não só o grande maratonista vencedor, mas o ser humano Dion, que passou por várias batalhas pessoais e está aí, de pé, até hoje, provando que a derrota só acontece pra aquele que se rende.

Então fica aí a minha dica pra essa lição de vida que foi ler Procurando Gobi, um livro que indico à todos os leitores que amam uma história super bem narrada sobre lutas, perdas e muitas vitórias.

site: http://www.derepentenoultimolivro.com/2018/05/review-201-procurando-gobi.html
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LT 11/06/2018

Uma história real que nos toca.
Oi, gente! Tudo bem?

Hoje vim falar sobre um livro da Editora Parceira, HarperCollins Brasil. O livro foi cedido para resenha, mas a opinião é minha e verdadeira. E, como gosto de biografias, me prontifiquei a lê-lo. Mas, na realidade, a história é muito mais do que uma cachorrinha e seu grande coração ou a experiência de um ultramaratonista experiente em meio ao Deserto de Gobi.

[Dion Leonard] Eu não posso começar a falar sobre o enredo sem antes contar um pouco da história de Dion, que descobrimos ao longo do livro.

Ele é australiano, tem 47 anos, é casado com Lucja e tem uma gata chamada Lara. Ambos adoram correr, mas nem sempre tudo foi assim. Quando tinha nove anos algo muito intenso aconteceu e as coisas se complicaram a partir daí.

Um garoto perfeitamente ajustado, com uma família perfeita, pais amorosos e uma irmã bacana passa a ser alguém visto como má influência para os outros, é direcionado para o porão de casa pela mãe e nem quer mais saber de esportes. O motivo? Vocês terão que ler o livro para saber, mas são todas essas reflexões que ele faz durante a sua ultramaratona no Deserto de Gobi ao lado da cachorrinha que o escolheu, Gobi (por isso o nome).

[Gobi] Para muitos pode parecer bobagem quando dizemos que um bichinho de estimação mudou a nossa vida, não é? Mas eu me identifiquei completamente. Em meados de outubro, do ano passado, a Pipoca apareceu na minha vida e me ajudou muito em uma fase difícil (tenho TAG, então encaro períodos difíceis, às vezes, infelizmente, são frequentes).

Animais de estimação são bons para autistas, pessoas com depressão, pessoas que não tem nada e são feliz (é claro!) e são bons para pessoas que estão correndo 250K em 7 dias. HAHAHA.

Mas Gobi realmente fez a diferença na vida de Dion. Não só durante a maratona, mas também depois, quando ele se coloca em uma jornada para reencontrá-la. Ele aprende mais sobre si mesmo, sobre as pessoas da China (sobre as quais estava sendo bem preconceituoso no início e isso me irritou, diga-se de passagem) e sobre os problemas da vida dele, dos quais Dion tentou se distanciar com a corrida, no entanto ele compreendeu que para realmente nos curarmos, é preciso encará-los de frente.

[QUOTE] Para ser sincero, quando cheguei à China para a prova no deserto de Gobi, minha visão era meio clichê. Eu achava que os chineses eram fechados, sisudos, rudes e indiferentes. No primeiro trajeto de Urumqi até a largada da competição, eu vi nas pessoas apenas o que eu esperava encontrar. Não é de se surpreender eu não ter gostado muito de lá. [...]

[O enredo] Gostei de como o livro foi dividido em partes, ficou bem coerente e não me fez querer parar de ler nem um segundo. Outro ponto positivo foi a gente ir e voltar em alguns momentos da vida dele durante o período em que está correndo. Afinal, quando se está correndo sozinho no meio do deserto, deve-se ter muito tempo para pensar, não é? E foi o que Dion fez.

Outro ponto importantíssimo é o modo como todos se comoveram com a história de Gobi e Dion. O momento pelo qual as pessoas estavam passando, com ataques terroristas e tantas outras tragédias fez a história de Gobi tomar proporções inimagináveis, talvez porque todos precisassem de um pouco de esperança naquele momento.

E o financiamento coletivo foi fundamental para o desfecho dessa história, mas não é apenas sobre o dinheiro, é sobre como tantas pessoas ajudaram Dion sem esperar nada em troca, como as pessoas se movimentaram na China para ajudá-lo a encontrar Gobi e como com tudo isso Dion nunca mais foi o mesmo, porque depois de passar por uma experiência como essa, ele passou a ter outra perspectiva sobre tudo.

Gostei também de como ele duvida de si mesmo ao longo da vida, ao longo das corridas, ao longo da jornada para encontrar Gobi. Nós duvidamos de nós mesmos o tempo todo e fazemos “bullying” com a gente mesmo, nos envenenando com pensamentos tóxicos. E um atleta precisa ter calma, foco, treinar não só seu corpo como também sua mente – confesso que tirei várias lições desse aspecto do livro também.

[QUOTE] Se a Gobi me salvou? Não considero que eu estivesse perdido, mas com certeza ela me mudou. Eu me tornei mais paciente e tive de enfrentar os demônios do passado. Ela se somou às coisas positivas da minha vida, que começaram quando conheci a Lucja e, que se seguiram quando descobri a corrida. Talvez eu não precise mais disputar provas de longa distância para aclarar o meu passado problemático. Sob muitos aspectos, ao encontrar Gobi, eu descobri um pouco mais sobre mim. [...]

Postei uma foto no meu Instagram com o livro e o autor me respondeu. Fiquei bem feliz com essa interação dele, com esse cuidado e carinho, que mostram que ele realmente foi modificado após sua experiência contada no livro. Inclusive seu preconceito com os chineses, a continuação do quote que coloquei acima prova isso:

[QUOTE] Mas tudo pelo que a Gobi passou mudou meu ponto de vista. Agora eu sei que os chineses são um povo simpático, autêntico e acolhedor. Quando nos recebem em sua casa e em seu coração, eles se tornam incrivelmente generosos e gentis. [...]

Preciso dizer que gostei da capa, a diagramação não tem nada de especial, mas é de qualidade e trás o padrão HarperCollins Brasil. Só um aspecto que me surpreendeu: a quantidade de erros de digitação, palavras que foram “comidas” e frases descontinuadas, fazendo parecer que o livro foi feito às pressas. Nada que comprometa a qualidade do conteúdo e que seja motivo para não comprar o livro, mas que fiquei surpresa, fiquei. Nos agradecimentos, o próprio autor diz: “...da HarperCollins por trabalharem com tanto afinco e num prazo tão exíguo.”, então, talvez, tenha sido uma questão de prazo que gerou esses errinhos que normalmente não se encontram em um livro da editora.

Vocês gostam de biografias e jornadas de superação? Recomendo a leitura, com toda a certeza!

Já leram esse livro? Contem para mim nos comentários!

Um grande beijo e até a próxima!

site: http://livrosetalgroup.blogspot.com.br/
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