Édipo Rei

Édipo Rei Sófocles
Cegalla




Resenhas - Édipo Rei


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stellinha 27/12/2019

Esclarecedor
Foi muito interessante conhecer a história de Édipo. Conhecia parte do conteúdo dessa tragédia, porque ao fazer psicologia e estudar psicanálise aprendi um pouco sobre O Complexo de Édipo, onde Freud utilizou parte dessa tragédia para elaborar o conceito. Seria o desejo pela mãe e a inveja do pai e do que ele possui, que faz a mãe gostar desse pai.
Mas a tragédia de Édipo começa com ele sendo senhor de Tebas, e aos poucos são desvendados os seus "crimes". Chega fugido a Tebas, para ficar longe de seus pais, já que um oráculo dizia que Édipo iria matar seu pai e desposar sua mãe. Mas Édipo não fazia ideia que seus verdadeiros pais o haviam entregue a um homem para matá-lo, para evitar a tragédia, mas o homem em questão o dá a um senhor, o pai adotivo.
E tudo se esclarece quando Édipo, senhor do reino, e querido por todos, tenta encontrar uma solução para a devastação de sua cidade, e resolve saber tudo sobre os assassinatos que ocorreram nas redondezas.
Muito bem contado e escrito e de fácil leitura!
Recomendo!
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Roberto Ramalho 14/11/2019

Clássico acessível.
A tragédia grega Édipo Rei, ao contrário do que sempre pensei, e a exemplo de Antígona, passa longe daqueles textos complicados, difíceis de serem lidos pela linguagem antiga na qual foram escritos. Escrita há mais de 2500 anos, a tragédia que deu nome ao famoso e controverso estudo de Freud é acessível e choca pelo tema tratado, na época em que foi escrita: o filho que, sem saber, mata o próprio pai, se casa e tem filhos com a própria mãe. Tivesse sido escrita hoje, no século XXI, talvez fosse caçada nas Bienais brasileiras por algum prefeito.
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Matheus Oliveira 11/09/2019

Não é por menos que a obra resiste de 427 a.C até hoje. Não acredito que demorei tanto pra ler, sempre ouvimos falar de Sofocles e garanto: é muito melhor do que nos prometeram.

A peça é curta, mas o livro é brilhantemente acrescido de comentários de estudiosos do período helênico que nos levam até a Grécia Clássica, inclusive fazendo com que evitemos um erro advindo do topoi do nosso tempo que pode prejudicar toda a interpretação da tragédia: os gregos clássicos não partilhavam do nosso conceito de pecado e muito menos de preceitos escatológicos. Atenção a esses detalhes quando analisar o desfecho já muito conhecido de Édipo, Jocasta e de suas gerações...
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Carla 07/07/2019

Primeiro contato com tragédias gregas
Não sei porque, na minha escolaridade, nunca fui apresentada às tragédias gregas.
Como primeiro contato, quis ler a mais famosa de todas: Edipo Rei.
Essa história fala sobre Edipo e como ele descobre o seu triste infortúnio que o fez cumprir a profecia que muitos tentaram evitar.
Adoro a analogia com o destino que podemos traçar a partir dessa história. Podemos fazer de tudo para que um destino.nao se cumpra, no entanto, quando os deuses assim querem, tudo que fazemos é apenas a concretização do destino que queríamos evitar.
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Max Walter 01/07/2019

Nada escapa aos misteriosos "propósitos" superiores, nem mesmo o acaso.
Achei a narrativa parecida com uma que conta a Bíblia em 1 Reis capitulo 22 sobre a morte do rei Acabe, em que ao receber do profeta Micaias a informação de que morreria em campo de batalha, se recusou a dar crédito às palavras do profeta, e numa tentativa de burlar e escapar ao cumprimento deste evento, se disfarça de mero soldado. No entanto, registra o narrador, que um soldado adversário disparando ao acaso uma flecha, está termina atingindo o rei Acabe que inevitavelmente morre e assim tudo que foi predito a respeito dele acaba se cumprindo.
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Vitor.Canestraro 07/05/2019

Vinte e cinco séculos
São vinte e cinco séculos de história. E lendo vê-se porque. Simplesmente viciante. Lê-se em um tiro e a obra fica a sempre na carne!
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Luiz 20/04/2019

A excelência da tragédia grega
Uma das definições de obra “clássica” compreende sua capacidade de atravessar o tempo sem perder sua multiplicidade e atualidade de interpretações. Clássico é, pois, uma obra cujo tempo não destrói. Nesse sentido, Édipo rei é, sem dúvida, um grande exemplo. Lida, estudada e debatida desde sua publicação, considerada por Aristóteles na Poética a obra mais perfeita do gênero tragédia; reinterpretada e ressignificada na modernidade aos nossos dias, por estudiosos do teatro, da literatura, da filosofia, da psicologia; ela continua sendo para mim, que a leio e a releio desde adolescência, uma obra de redescoberta e espanto constante devido justamente essa sua capacidade de ressignificação de cada leitura. Portanto, não recomendo uma leitura, mas várias leituras ao longo da vida.
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Biahhy 06/04/2019

Entendendo a historia alem....
Particularmente eu conhecia alguns detalhes da historia de Édipo Rei, por causa das aulas de historia e filosofia, mas esse poucos detalhes não eram genuinamente o que descobri ao ler esse livro escrito em diálogos como uma peça, ja que pertence ao gênero Teatro.

Édipo Rei é uma historia que inicialmente pode parecer confusa, mas depois que você começa a ler ela como deve ser lida, imaginando os cenários e os personagens fica mais fácil prosseguir a leitura, imaginar o ambiente e entender todo esse contexto do qual Édipo rei tenta fugir do seu destino terrível que seria matar o pai e casar com a sua mãe , assim se concretizando a profecia.
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Dandara 15/03/2019

#desafioblogliteraturese
Li esse livro pro 2º mês do desafio literário do blog Literature-se, que consistiu em ler uma tragédia. Era pra eu ter lido em fevereiro, mas como fiquei enrolada, atrasaram todas as minhas leituras. Porém, o que importa e que consegui ler e me surpreendo muito positivamente. Confesso que nunca tive muito interesse em teatro, talvez por ignorância ou falta de costume e esse desafio é importante para justamente me tirar da zona de conforto. É um texto curto, como costumam ser todas as tragédias. A história é bastante conhecida. Depois de uma profecia dos deuses, Édipo é destinado a cometer parricídio contra o rei Laios e incesto com sua própria mãe, a rainha Jocasta. Embora tente escapar de seu destino, fica a reflexão: será que não podemos mesmo escapar das armadilhas trágicas do destino?
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Lorena 15/02/2019

Que comecem os jogos...
"A mais celebre de todas as tragédias"

É realmente uma tragédia. Édipo, pés-furados, literalmente, nasceu para cumprir um destino trágico. Será que não podemos mesmo escapar das armadilhas do destino?
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Desirrê 20/01/2019

Trágico.
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Aline Teodosio @leituras.da.aline 19/01/2019

"De que serve afligir-se em meio de terrores, se o homem vive à lei do acaso, e se nada pode prever ou pressentir! O mais acertado é abandonar-se ao destino."

É exatamente desse tal destino que Édipo, o protagonista da maior tragédia da história da humanidade, tenta fugir desesperadamente. Ele, um então jovem crescido em uma abastada família, escuta de um oráculo que seu destino será matar seu pai e, posteriormente, se casará e terá filhos com a sua própria mãe. Para evitar essa triste sina, ele larga tudo e parte mundo afora para refazer a vida.

Fuga. Édipo acredita que estando longe, todos os infortúnios previstos serão anulados. Mas será mesmo possível evitar algumas desgraças na vida? Ou será que o nosso destino está traçado desde que nascemos? O que é destino? Será ele algo fechado ou podemos escrevê-lo ao longo de nossa jornada? Édipo, coitado, se retrata como um parricida inescrupuloso, culpado, imperdoável. Mas não será ele também uma vítima das circunstâncias?

Essa tragédia grega, crua e dolorosa, que atravessou séculos e mais séculos e continua a nos fazer refletir sobre os percalços da vida. Até que ponto somos protagonistas do nosso próprio destino?
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Juliana 27/12/2018

Edição e história
Essa edição da Zahar é ótima, com uma boa tradução que não dificulta com termos muito antigos sobre os quais o leitor moderno não teria facilidade em entender o sentido. A leitura flui facilmente já que é um texto curto. Só senti falta de algumas notas explicativas, apesar do livro conter uma introdução sobre Sófocles e a história de Édipo em si.
Sobre a história, apesar de ser muito conhecida no seu plot principal, o enredo é cheio de ramificações sobre a "investigação" em torno da profecia que envolve Édipo e Jocasta e que também demonstra a personalidade (bem chatinha) do protagonista.
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