Em Pedaços

Em Pedaços Lauren Layne


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Resenhas - Em Pedaços


29 encontrados | exibindo 1 a 15
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Kelly 16/08/2018

Segura o embuste
Depois de ter uma experiência maravilhosa com Mais que Amigos, aproveitei o embalo e resolvi me jogar na outra obra da autora, afinal leitura boa nunca é demais, ainda mais quando você tem uma pilha de obrigatórios para tirar da frente, porém, caí do cavalo e bati a bunda no chão com gosto, a leitura não foi tão boa assim.

Depois de cometer uma cagada das grandes, Olivia resolve abandonar a faculdade e se esconder do mundo em um lugar remoto, e para que isso aconteça de forma elegante, ela resolve virar cuidadora de um ex soldado, filha de pais ricos e mimada ao extremo, ela acredita que abandonar o problema
seja a melhor forma de resolvê-lo, e claro, que cuidar de um enfermo é castigo suficiente.

?Para mim, cuidar de veterano de guerra não é filantropia. É um tipo de penitência.?


Do outro lado temos Paul Langdon, o filhinho de papai ( mais um ) que resolveu se alistar no exercito em busca de um propósito na vida, mas depois de sofrer horrores na guerra do Afeganistão e ver todos os seus amigos morrerem, inclusive Alex, pai de uma garotinha doente, que morreu salvando sua vida, ele não quer mais contato com o mundo, e pretende ficar escondido na sua bela fazenda até que enfim o dia de sua morte chegue.

Só que Paul carrega um segredo, desde sua volta do Afeganistão, ele vem ajudando a família de Alex com os cheques que seu pai deposita como pensão para ele, mas quando o pai o ameaça de cortar seus suprimentos e joga-lo na rua caso não trate bem a nova cuidadora, ele se vê obrigado a aguentar a mesma por pelo menos três meses, mas Paul não está preparado para a emboscada que seu pai preparou, e talvez três meses sejam muito pouco para tudo que ele pretende fazer com sua mais nova e bela cuidadora.

Ao contrário de Mais que amigos, onde a química com os personagens foi instantânea, e a leitura foi magnânima, aqui lamento dizer que isso não aconteceu, e que apesar de alguns momentos terem sido divertidos, não valeu pelo todo, mas vamos por partes.

Já começo dizendo que a justificativa de Olivia foi bem falha, e que acreditar, que ajudar um homem ferido de guerra a se recuperar é uma boa forma de apagar seus próprios erros é o cúmulo do egocentrismo e falta de noção, já aí fiquei bem incomodada, mas por ela ser rica e mimada, deixei passar e prossegui, só que quando ela conhece Paul as coisas ficam bem piores!

O livro foi dito como uma adaptação de A Bela e a Fera, e tudo bem, a cicatriz de Paul pode ter transformado ele em uma fera que vive escondida e tem vergonha da própria aparência, porém, a Fera de verdade nunca foi cruel e maldosa, coisa que Paul é ao extremo, e confesso que não sabia se sentia mais raiva dele por ser tão cruel ou dela por aturar aquilo e não sentar a mão na cara dele.

?Em questão de segundos, a raiva e tensão desapareceram dos seus olhos, e ela aceitou o que tinha acontecido, como se ela merecesse sofrer esse tipo de humilhação.?

Paul é um mimado insuportável que acredita que pode tratar as pessoas de qualquer jeito porque não quer companhia, e até aí ok. O cara sofreu e quer ficar sozinho, só que as coisas que ele diz e faz com Olívia são extremamente agressivas e abusivas, e o fato dela permanecer tentando concertar ele me irritou profundamente, já teria mandado ele ir à merda a muito tempo.

Enfim, não houve simpatia alguma, eu entendo que muitas mulheres quando se apaixonam perdem o amor próprio e o bom senso, isso é real e nem o feminismo concerta, é sempre mais fácil perceber que o relacionamento é abusivo quando se está do lado de fora, e aqui fica bem claro.

No final o livro fica legal, ele toma rumo, ela toma vergonha na cara e tudo ok, mas como sei que tem muita gente que detesta esse tipo de romance já deixo o aviso que é abusivo e que você pode passar muita raiva antes que enfim as coisas se ajeitem.

Espero que os próximos livros da autora sigam o ritmo de Mais que Amigos, e que as próximas leituras sejam bem mais gostosas que essas, ainda sim se você não tem problemas com esse tipo de coisa, vale a leitura, afinal há alguns anos atrás eu li After e apesar de todas as críticas gostei, ou seja, gosto é gosto, e toda leitura tem seu tempo certo no nosso cronograma da vida.
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Carol 07/08/2018

Pois é, não rolou...
“ Em questão de segundos, a raiva e tensão desapareceram dos seus olhos, e ela aceitou o que tinha acontecido, como se ela merecesse sofrer esse tipo de humilhação.”

Olivia Middleton é um exemplo aos olhos das pessoas, aquela que sempre teve a vida dos sonhos que todos desejavam. Até que aos 22 anos resolve sair da boa faculdade em que estuda e fazer algo novo em sua vida: ser voluntária cuidando de Paul Langdon.
Paul carrega feridas de guerra, marcas que nunca conseguirá esquecer e por isso se tornou a pessoa odiosa que é hoje, que não deixa ninguém se aproximar. Ver Olivia é ainda pior, afinal olhar a sua beleza é como se lembrar de tudo o que perdeu e nunca mais voltará a ter.

Comecei esse livro achando que seria mais um clichê leve e gostoso de ler, fui achando que faltava profundidade nos personagens, mas gostando. Porém ao avançar na leitura dessa obra fui vendo coisas que para mim são imperdoáveis e nenhum romance considerado "fofo" é capaz de me fazer engolir.
A agressão psicológica em que Paul submete Olivia é sempre justificada pelos seus traumas de guerra e feridas internas, chegando a “pequenas” agressões físicas. E mesmo com tantos traumas NADA justifica esse tipo de comportamento.
Mas ainda pior que o comportamento é a romantização do mesmo, pois em nenhum momento esses abusos são questionados, ele é apenas aquele mocinho babaca sofredor que na verdade tem justificativa para o que faz, então a atração irresistível e explosiva apaga tudo em questão de segundos, tudo certo... Mas não está nada certo!
E dessa forma eu me pergunto: até quando teremos que encarar essa romantização do que deveria ser inaceitável?
Eu não sei até quando isso irá acontecer, mas, para mim, já passou da hora de acabar!
"Em pedaços" é um reconto moderno de “A Bela e a Fera” e o primeiro livro de "Recomeços", uma série que será inspirada em contos de fadas. Torço para que os próximos livros sejam diferentes.
Espero que leiam e tirem suas próprias conclusões.

site: www.instagram.com/nossaressacaliteraria/
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Gy de Paula 02/08/2018

Se esquecer que é uma releitura de tão maravilhoso clássico, a leitura é boa.
Essa é uma releitura moderna do clássico A Bela e a Fera, do qual eu sou super fã.
Não vi muito do clássico nesse livro, na verdade quase nada. Mas é uma estória que trata de dores, prisões internas, superação e amor.
Ele até, talvez, tenha um pouco da Fera - mas bem pouco, tá. Já ela!!!!! Acho uma afronta comparar, mesmo que a quilômetros de distância, essa patricinha à Bela.
Bom, deixando isso de lado, a leitura é boa.
Olívia é filha de família rica, tem tudo na mão, namora o carinha bom partido da sociedade desde sempre. Até que comete um grande erro e decide fugir do mundo. Pra mim, nem era pra tanto, mas cada um sabe de sí, né.
Paul é um ex combatente do exército americano, gravemente ferido no Afeganistão. Depois da guerra, se fecha no seu próprio mundo, com seu mau humor e amargura.
Os dois acabam tendo que conviver por um período, no qual precisam aprender a lidar um com o temperamento do outro. É digo: eles se merecem.
No início não me simpatizei com nenhum dos dois, mas juntos, eles se completam e a trama fica envolvente. Mas nem tudo são flores entres eles. Aliás, o que não faltou foi espinhos nessa trama.
A narrativa se dá em primeira pessoa (gosto!!!) sendo alternada entre os dois personagens. Cada um conta um capítulo.
Por ser um New Adult, tem uma pegada mais caliente em alguns momentos, mas não chega a ser um hot.
Esse livro faz parte de uma série que, originalmente é uma trilogia. Esse volume, cujo título original é Broken, é o segundo da série. Mas por se tratar de casais diferentes, a ordem de leitura não interfere na compreensão.
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Mari Siqueira 01/08/2018

Uma releitura moderna de A Bela e a Fera, Em Pedaços é o tipo de livro que esbarra nos mesmos problemas de sua inspiração: o abuso romantizado. Um comportamento problemático que não pode mais ser visto como sinônimo de amor é o que norteia o romance e isso, infelizmente, pode ser fatal fora da ficção.



A escrita de Lauren Layne é deliciosa e se não fosse pelo romance e desenvolvimento de seus personagens, esse com certeza seria um livro muito bom. Alternando a narrativa entre seus protagonistas, a autora nos dá uma noção ampla dos dramas pessoais que eles enfrentam, infelizmente, isso não é o bastante para fazer com que criemos empatia por nenhum deles.



Olivia aceitou um emprego de cuidadora após abandonar a faculdade no último semestre. Sua decisão - por motivos nada altruístas - está diretamente ligada a uma tentativa de se redimir de um erro do passado. A futilidade e superficialidade da personagem bem como sua fraca motivação não convencem e, por isso, não consegui criar uma conexão com ela.



Paul é um ex-soldado ferido em missão que desistiu completamente da vida. Desfigurado pelas tragédias que viveu, ele se recusa a aceitar sua situação e afasta qualquer um que tente se aproximar dele. Forçado pelo pai a receber um acompanhamento terapêutico, ele é obrigado a aceitar que outro ser humano se aproxime: Olivia.



O comportamento agressivo de Paul faz com que ele humilhe, maltrate e agrida sua cuidadora. O abuso físico e psicológico se faz presente durante toda a narrativa e enquanto isso acontece eles se apaixonam. Inconscientemente, a jovem tenta se punir por seus erros e se submete a essa relação abusiva. Esse tipo de coisa faz parte da vida real, acontece todos os dias e não seria um problema ser retratado na literatura, o grande problema é romantizá-lo, idealizá-lo como se fosse uma linda história de amor. Não é.



Lauren Layne escreveu um romance imperfeito e em momento nenhum disse que isso era romântico ou aceitável, no entanto, seu público e sua editora o fizeram. Um relato cada vez mais frequente da realidade, Em Pedaços é o tipo de história que destrói nossa visão de relacionamento perfeito e nos faz questionar o que é, de fato, amor.

site: http://instagram.com/sobreamorelivros
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kiki.marino.1 31/07/2018

Uma perda de tempo
Eu gostei de Mais que amigos da mesma autora, não que ela srja uma grande escritora,mas esse livro é quase ridículo de inferior , parece uma fanfic interminada de uma adolescente,enfim personagens e estória pobremente desenvolvidas.Recomendo Making Faces um livro com tema parecido e bem melhor!
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LT 31/07/2018

"Em pedaços", como a autora define, é uma releitura moderna de "A Bela e a Fera", quem me conhece, sabe que eu não curto releituras de clássicos, o que achei desse livro?

Vem comigo descobrir...

No livro, temos dois extremos: Olivia, a menina rica e tida como um "princesinha" que comete um erro terrível e um clima nada suportável com seus melhores amigos de infância e com isso ela decide largar tudo e vai cuidar de um veterano de guerra em outro estado. Mesmo saindo da cidade assim, ela continua sendo bem vista por todos e eles não sabem que de fato, ela está fragilizada por dentro e o único motivo para tal decisão, é se livrar do peso que ela carrega.

Paul é um jovem soldado que sofreu muito enquanto estava em batalha defendendo seu país, dessas batalhas, ele trás muitas cicatrizes, inclusive as que recobrem o lado direito do seu rosto e o caminhar irregular por causa de fragmentos de bala na perna. Paul é um revoltado, a guerra fez um grande estrago, por dentro e por fora em Paul e a raiva que ele sente é destinada ao pai, mas devido ao seu estado ele depende desse pai e decide acatar o ultimato dele, que é continuar com a mesma cuidadora por três meses ou perder a mesada e algumas regalias.

Enquanto Bela, oops, Olivia precisa trabalhar para mostrar a Fera, digo, Paul que a vida não acabou e que sua aparência não é tão relevante, ela precisa curar suas próprias feridas e seguir em frente.

Ao contrário do livro em que ele se espelha, em "Em pedaços", temos o levantamento de um tema importante ao país de origem da autora, a guerra e os ex-combatentes, tentando mostrar um pouco dos traumas vividos pelos soldados que praticamente entregam suas vidas e futuro em uma guerra que parece não ter fim. E com relação a Olivia, ao invés de uma jovem sonhadora e cercada por livros, temos uma jovem também cercada de traumas e problemas que só quer fugir.

Não achei o livro de todo ruim, mas também não foi o suficiente para poder dizer que a "releitura" foi legal. Que foi original? sim, foi! Mas os elementos estão ai, e a autora tendo levantado a comparação, é inevitável não compararmos. No geral, eu não classificaria como a tal releitura e leria sem expectativas de encontrar os elementos base da história original.

Olivia e Paul trilham um caminho bonito de autoconhecimento e aos poucos os sentimentos entre eles vão se sobre-pondo aos traumas de cada um.

Os capítulos são intercalados entre os dois e pouco a pouco vamos conhecendo mais do passado de cada um, achei que se a autora tivesse levado por outro caminho, sem ser o romance entre os protagonistas, o livro ficaria mais legal. Quem disse que eles tinham que se apaixonar? Poderiam continuar amigos e se apoiarem, mas enfim...

A história é boa, mas não maravilhosa...

Resenhista: Aricia Aguiar.

site: http://livrosetalgroup.blogspot.com.br/
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Ana Isabel 30/07/2018

"Em Pedaços" narra a história de Paul, um veterano marcado física e emocionalmente pela guerra, que vive recluso em seu próprio mundo. Numa última tentativa de ajudar o filho, o pai de Paul contrata Olivia, uma jovem socialite para ser sua cuidadora.
Vamos aos pontos positivos. A escrita da autora é super envolvente, sério. No início não tava me prendendo, mas o ambiente que ela cria não te deixa largar a história. Os capítulos são narrados em primeira pessoa e alternados entre os personagens, o que torna a leitura mais dinâmica. Achei muito bacana a autora nos contar a história de um veterano de guerra, já que sabemos que a vida dessas pessoas pós-guerra não é fácil. Um dos meu romances favoritos tem uma temática parecida com essa, então esse foi um ponto positivo pra mim.
Agora vamos falar das coisas não tão boas assim. O que mais me irritou nessa leitura foi a imaturidade desses personagens. O motivo que leva Olivia a largar tudo em New York pra cuidar de um veterano no Maine pra mim foi totalmente nonsense, não era pra tanto. Além disso, o fato dela perdoar tudo o que Paul faz sem nem ficar chateada me deixava sem entender (miga comassim você vai não vai nem ficar brava?!?). Paul também me tirava do sério. Entendo que ele passou por muita coisa, mas ele tinha umas atitudes que não dava! Fora que ele mal pedia desculpas.
Me incomoda muito quando autores criam personagens desproporcionais, adultos feitos com atitudes totalmente imaturas.
Enfim, é uma leitura agradável, recomendo pra quem tá procurando algo pra sair da ressaca (o que foi o meu caso, rs) e quer um livro que dê um calorzinho no coração.
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Aricia 28/07/2018

A história é boa, mas não maravilhosa...
Ao contrário do livro em que ele se espelha, em "Em Pedaços", temos o levantamento de um tema importante ao país de origem da autora, a guerra e os ex-combatentes, tentando mostrar um pouco dos traumas vividos pelos soldados que praticamente entregam suas vidas e futuro em uma guerra que parece não ter fim. E com relação a Olivia, ao invés de uma jovem sonhadora e cercada por livros, temos uma jovem também cercada de traumas e problemas que só quer fugir.



Não achei o livro de todo ruim, mas também não foi o suficiente para poder dizer que a "releitura" foi legal. Que foi original? sim, foi! Mas os elementos estão ai, e a autora tendo levantado a comparação, é inevitável não compararmos. No geral, eu não classificaria como a tal releitura e leria sem expectativas de encontrar os elementos base da história original.



Olivia e Paul trilham um caminho bonito de autoconhecimento e aos poucos os sentimentos entre eles vão se sobre-pondo aos traumas de cada um.



Os capítulos são intercalados entre os dois e pouco a pouco vamos conhecendo mais do passado de cada um, achei que se a autora tivesse levado por outro caminho, sem ser o romance entre os protagonistas, o livro ficaria mais legal. Quem disse que eles tinham que se apaixonar? Poderiam continuar amigos e se apoiarem, mas enfim...



A história é boa, mas não maravilhosa...
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Carolina Durães 28/07/2018

"Em pedaços" é o primeiro livro da série "Recomeços" e é narrado em primeira pessoa pelos dois protagonistas: Olivia e Langdon. Olivia Middleton é uma socialite de 22 anos de idade, que vive sua vida glamourosa em Nova York com a família, amigos e namorados. Porém, ela comete um erro e decide que precisa ficar o mais longe possível de todos, para pensar no que fazer a seguir. Com a influência de seus pais, ela consegue um emprego de cuidadora de um veterano de guerra por três meses, mesmo sem ter experiência alguma.

Paul Langdon é um veterano que voltou tanto com marcas físicas quanto emocionais da guerra. Ele se tornou amargo, taciturno e se isolou completamente em uma das residências de seu pai. Após inúmeras tentativas do pai de Paul em contratar cuidadoras profissionais, ele acredita que o filho precise de alguém que irá tirá-lo de sua rotina. Paul alega que não precisa de ninguém, mas seu pai tem um trunfo e irá usá-lo para fazer com que Paul faça a sua vontade.

“Não se trata da sua perna ou do seu rosto”, ele diz, bruscamente. “É a forma como você lida com isso. Você sabe.”

Paul e Olivia começam trocando farpas, implicando por conta de tudo e se estressando constantemente, mas por baixo de toda essa atitude existe uma atração impossível de se negar. Mas será que apenas a atração será o suficiente?

“Essa garota continua despertando em mim a coisa mais perigosa do mundo. Esperança.”

Conforme a sinopse explica, a história é uma versão moderna de A Bela e a Fera, com um homem ferido e uma jovem que irá tirá-lo de sua amargura. Apesar da história ser fluida, alguns detalhes incomodaram durante a leitura, como por exemplo, o motivo que levou Olivia a sair de Nova York tão depressa. Quando o motivo é revelado, percebemos que foi um grande exagero da parte dela. A capa é belíssima, mas não traz elementos coerentes ao conteúdo.

“Não sou mais Paul Langdon, quarterback invejado e herói americano marchando para a guerra. Sou Paul Langdon, recluso desfigurado sem qualquer utilidade. Cara, não consigo nem ser útil para mim mesmo.”

site: http://viajenaleitura.com.br/
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Giiovannaayres 26/07/2018

Duas pessoas quebradas precisando recomeçar.
Descobri esse livro vendo uma booktuber falar super bem dele no stories e precisei ir atrás pra ler.

Depois de ler mais que amigos já mergulhei na leitura de em pedaços na sequência.
A trama me lembrou a bela e a fera. Depois de ir pra guerra no Afeganistão Paul Langdon retornou com muitas marcas, não apenas físicas, mais mentais. Dois anos após seu retorno ele já teve 7 cuidadores e todos foram embora completamente assustados com o temperamento instável dele, até que um dia a doce e bela Olivia aparece pra mudar tudo...
Do outro lado da moeda temos Olivia, uma patricinha que vem da nata de Nova York querendo fugir da situação complicada em que se meteu com seu ex e o melhor amigo dele, ela decide se isolar pra se punir e nada melhor do que cuidar de um aleijado pra se redimir dos seus próprios pecados, ela não estava preparada era pra atração que iria sentir por ele..

Bom, basicamente tudo no livro me agradou, eu adorei a relação "cão e gato" entre os dois, e gostei muito de como a Olivia conseguia chegar no Paul, a autora soube trabalhar na dinâmica entre eles e aos poucos a confiança que eles foram construindo foi formando o relacionamento dos dois.
O que me incomodou um pouco foi a forma como as coisas meio que aconteciam magicamente graças a Olivia, mas como disse foi pouco, tanto que dei 5 estrelas.
Tivemos algumas cenas previsíveis como o lance com o Michael mas nada que me fizesse gostar menos da estória.
No final das contas foi um livro que me fez sorrir, como disse na última resenha sobre mais que amigos, esse é um livro que você facilmente lê em uma sentada, recomendo pra quem está começando no gênero por ser rápido e gostoso de ler.
Vanessa 26/07/2018minha estante
Lembra um pouco "como eu era antes de vc"?


Giiovannaayres 27/07/2018minha estante
Mais ou menos, o protagonista masculino tb é bem grosso com a mocinha quando se conhecem, mas é só nesse sentido


Vanessa 28/07/2018minha estante
Que bom! Vou colocar na minha lista Então! ?




dayukie 24/07/2018

"Em Pedaços é um livro fofo. Depois de ler Mais Que Amigos, acabei ficando muito ansiosa para ler Em Pedaços, porém creio que neste livro, diferente do outro, precisava ser melhor trabalhado em alguns pontos.
Uma releitura diferente de A Bela e a Fera, conhecemos Olivia. Uma mulher doce, mas que cometeu erros. Querendo se redimir e fugir, ela aceitar cuidar de um veterano da guerra. Ela só não esperava encontrar grandes dificuldades, como lidar com o humor dele, o jeito birrento, a reclusão, a atração instantânea e com os sentimentos que ele acaba despertando.
(...)
Assumo que acabei me irritando com muitas das atitudes de Paul. Um homem feito, se comportando como um idiota birrento na maior parte do tempo. Da mesma forma que achei a Olivia meio idiota por perdoar algumas babaquices que o Paul cometeu e olha que em muitas idiotices que aconteceram, ele não teve a capacidade de pedir perdão. Senti raiva sim e talvez ainda sinta um pouco.
Porém, ainda me vi cativada por toda a história. É uma leitura rápida e fácil.
Falar sobre veteranos de guerra é um assunto que me agrada. Mostra as dificuldades que passam e as sequelas do que vivem. Creio que muitos dos problemas que Paul tinha, não era exatamente físico e sim psicológico ou melhor, emocionais.
Se eu gostei do livro? Em partes, sim. A imaturidade foi algo que me deixou bem irritada, principalmente vindo de um homem feito. Da mesma forma que perdão fácil de Olivia precisava ser melhor trabalhado. Precisava ser melhor trabalhado esses pontos? Com certeza, mas acho que a leitura fluida foi algo que me ajudou muito na hora de ler.
(...)
Se eu recomendo? Caso procure algo para sair da ressaca, sim. A autora tem uma escrita fluida e gostosa, mas achei sinceramente que faltou algumas coisas."

(Resenha completa no blog)

site: https://goo.gl/Cn2x6E
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Tashiro 20/07/2018

E aí, leu Em pedaços?
Olá, pessoas lindas do meu coração 💖

Um soldado com marcas no rosto + uma garota linda e "caridosa" = recontagem moderna de A Bela e a Fera 💛

O que adianta ter tudo, o mundo aos seus pés, mas estar despedaçado por dentro? Fugindo das dores, dos erros e de si? O quão longe você pode se afastar e quão longe você pode afastar as pessoas que se importam?

Olívia Middleton é uma mulher que tem tudo, mas que cometeu um erro que a afastou das duas pessoas mais importantes da sua vida. Ela decidi desistir da faculdade, arrumar suas coisas e trabalhar como cuidadora de um veterano. Contudo:

1. Olívia não sabe nada de cuidar de outro ser humano;

2. Paul Langdon é um cara quente e destrutivo;

3. Eles têm muita química!

Paul Langdon não precisa de um cuidador, não mesmo. Coitado, o pai o força a aceitar mais um por pelo menos três meses. Obviamente, Paul não estava preparado por Olívia, o tipo dele antes do Afeganistão.

Lembrem-se, Paul é destrutivo. Para ele, para o pai e para Olívia. A cabeça dele está pior do que a perna ferida. Ele é a prova viva de que palavras são mais dolorosas que tapas. Ser cruel é seu mecanismo de defesa. Ele está com muita raiva de tudo, do mundo e, principalmente, de si mesmo.

Eu amei a leitura, mas muitas vezes fiquei em dúvida. Paul é cruel, é a forma que ele tem de se proteger, e o relacionamento dele com a Olívia não teria como ser saudável desde o início. E, ainda assim, funcionou.

Eu fiquei extasiada com esse casal, grudada nas interações e sem saber sobre o que torcer: Paul se libertar da prisão que ele mesmo se impôs, Olívia se libertar dos próprios erros e do Paul ou eles ficarem juntos?

Só sei que vocês precisam ler Em pedaços também. Eu preciso de alguém para me ajudar a fazer sentido na bagunça que ficou na minha cabeça depois desse livro! Eu não deveria ter gostado tanto...

Até!

site: https://www.instagram.com/p/BleSmKOHm9S/?utm_source=ig_web_copy_link
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Bya/ @thebook_andthegirl 20/07/2018

A Bela e a Fera, e dois corações despedaçados
Olivia Middleton, uma jovem que sempre teve tudo o que quis aos seus pés, uma beleza de invejar, e um segredo que a corroía por dentro de maneira lenta e gradativa. Determinada a deixar seu passado para trás, ela abandona sua tão amada Nova York para ir cuidar de um veterano de guerra. Ela só não esperava se deparar com alguém tão semelhante a ela em diversos aspectos.
.
" Para mim, cuidar de um veterano de guerra não é filantropia. É uma forma de penitência."
.
Paul Langdon é um sobrevivente de uma guerra no Afeganistão; guerra esta marcou e mudou a vida deste jovem de maneira irremediável. Cicatrizes o marca e o envergonha, o faz desejar se isolar de todos, até mesmo de sua família, mas nada se iguala a dor e culpa que este sente, os pesadelos que quase o enlouquecem. Mas com a chegada de Olivia, sua nova cuidadora, ele verá que não é o único marcado pela vida e perceberá que contra todas as probabilidades do mundo, ela desperta nele um sentimento há muito desconhecido e que o pode arruinar futuramente: esperança.
.
? Lauren Layne mais uma vez consegue me arrebatar no decorrer da leitura. A história de Paul e Olivia (ambos narram ?) nos emociona, nos faz ter uma perspectiva diferente da vida: vemos o que a guerra faz com uma pessoa, o quanto o psicólogo desta pessoa é abalado.
.
? O mais importante: aqui vemos o quanto esses personagens anseiam para que sua vida volte a ser o que era no passado e isso acaba interferindo no seu hoje e no seu futuro. Não devemos nos prender a quem éramos, mas sim o que queremos ser. Vemos que não importa o quão belo podemos ser externamente, a maior beleza se encontra em quem somos.
.
? Vemos que por mais triste que seja as circunstâncias, devemos principalmente nos perdoar e ver o quanto a vida é bela e deve ser vivida de maneira intensa. O perdão e a esperança andam de mãos dadas com o amor, esperando a primeira oportunidade para se fazer presente. E no fim, só me resta falar para vocês: leiam e se apaixone por esse casal mega cabeça dura.
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Fabi 19/07/2018

NÃO CONSEGUI GOSTAR
Mais que amigos foi uma leitura divertida e boa de ler. Cheguei a adicionar ele a minha lista de favoritos. Porém, Entre pedaços foi difícil de aceitar.
Até tentei repensar minha nota de avaliação, mas tipo, não dá! Como aceitar um relacionamento abusivo? Ahhhhhh odeio livros que romantizam isso! O cara é um idiota, trata a mocinha de modo deplorável e a besta vai e aceita esse tratamento. Que raiva!
E o que foi aquela atração à primeira vista que Olívia tem por Paul? A garota fica doidinha pra dar uns pegas no cara desfigurado desde a primeira vez que o vê. E ele a trata de forma rude que só!
Tá, que Paul viu muita coisa na guerra, mas acho que não precisava agir de forma tão grosseira o tempo toda com ela. Tudo tem limite e moderação. E o que falta nele e muito é moderação.
Nem tanto pelas cicatrizes ele se parece com um monstro, mas sim pelo seu modo de ser. A leitura é fluída, entretanto o casal não é simpatizante não.
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Lorena 20/07/2018minha estante
Muita gente não gostou por causa disso. Esse tipo de coisa não deve ser romantizada, perpetua a máxima "ele me agride, mas ele me ama". O verdadeiro significado da palavra amor não chega nem perto da palavra agressão.




Mi - @respiropalavras 14/07/2018

Tentando escapar dos problemas que criou, Olivia abandona a faculdade e como medida de punição autoimposta, ela aceita trabalhar como cuidadora de um ex-soldado.

Paul Langdon nunca mais foi o mesmo depois da guerra. Essa experiência deixou marcas em seu corpo e na sua alma. Recluso, ele não permite que ninguém se aproxime.

Apesar de serem pessoas distintas em muitos pontos, há algo semelhante entre eles: ambos procuram por uma redenção.

Romantização da violência, abuso psicológico e emocional, agressão física e um relacionamento tóxico e abusivo. Essas são as características que baseiam a história. Tais elementos já são suficientes para que eu classifique um livro como ruim. Mas, surpresa! Não para por aí.

A autora tentou criar um instalove, porém, não funcionou. Ninguém sente uma "atração animalesca" por alguém que conheceu faz 2 minutos. E, mesmo no decorrer da trama, o romance não foi bem desenvolvido, tornando- se fraco e inconstante.

Lauren quis contar uma bela história sobre o poder transformador do amor. Mas errou feio ao decidir que para o bem de alguém, outra pessoa sofreria. A típica e equivocada ideia de que ?o amor cura tudo".

Eu poderia dizer que a única coisa """positiva""" nesse livro é a narrativa fluida, no entanto, mesmo esse ponto se perde no meio de tantos problemas. Parece que a autora quis embarcar na onda dos New Adults que romantizam situações inaceitáveis. E conseguiu. Mas eu não apoio esse tipo de livro.

Abaixo, alguns trechos que reforçam minha opinião:


"Ele agarra meu pulso antes de me puxar com força. Minhas omoplatas batem na porta e sua boca cola na minha, com força."

"Solto a mão e a empurro. Sem muita força, mas o bastante para Olivia cambalear."

"Mas é hora de lembrar a razão pela qual estou aqui. Antes de tudo, vim para curar Paul."
Mile Rodrigues 21/07/2018minha estante
comprei o livro ontem e não fazia ideia disso, estou chocada, sem menos, escrevo livros que rebatem essas coisas, ler algo sobre me faz querer chorar.




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