Em Pedaços

Em Pedaços Lauren Layne


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Resenhas - Em Pedaços


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Tami 22/06/2018

"Quero Olivia. Só que, mais do que isso, quero que ela me queira."
Depois de ter lido e amado Mais Que Amigos, fui sedenta fazer a leitura de Em Pedaços. Infelizmente a experiência com este livro foi muito diferente, pois se em Mais Que Amigos me encantei com Parker e Ben, neste primeiro volume da série Recomeços a simpatia para com os protagonistas não deu as caras.

Para começar temos a motivação fraquíssima de Olivia para deixar tudo para trás. A reação foi muito desproporcional à ação e deixou tudo inverossímil demais. Para completar, logo que ela chega em seu novo local de trabalho, é só colocar os olhos em Paul para ficar com água na boca (o termo usado é literalmente esse). Autoras, não! Apenas parem com isso, por favor! A impressão que fica é que, no momento em que coloca os olhos em Paul, ela esquece o que a fez se mudar para o Maine.

Outra coisa que eu não engoli foi o fato de Olivia tentar justificar todas as atitudes estúpidas de Paul. Ele era uma pessoa marcada pela guerra? Sim, era, mas isso não justifica sua canalhice e o fato dela ser condescendente com tudo que ele fazia!

Ainda sobre Paul, compreendo o efeito de seus traumas, afinal, o cara veio da guerra, sofreu perdas e presenciou coisas muito difíceis, mas a impressão que eu tive é que a maior parte da sua revolta era por ter ficado "feio" e "manco", assim, entre aspas mesmo. Pelas descrições eu não consegui imaginar um estrago tão grande. Seu grande segredo, aquilo que fazia com que ele dependesse do dinheiro do pai, é algo praticamente esquecido dentro da trama, não há propósito algum...

Leia a resenha completa no blog! :)

site: https://www.meuepilogo.com/2018/06/resenha-em-pedacos-lauren-layne.html
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Rafa 05/06/2018

Amei amei amei
Este é apenas o segundo livro de Lauren que leio, e amei muito!

Com uma narrativa fluída, que prende o leitor, a autora conduz muito bem um reconto de A Bela e a Fera. Ela soube inserir romance, desejo, drama, comédia, tabu e amizade, em um livro com menos de 300 páginas.

Olivia está fugindo novamente do passado e de seus erros. Quem vê essa garota mimada do Uper East Side, mal sabe de sua dor. Então ela deixa família, amigos, amor, faculdade e um futuro para trás e parte para o Maine. Precisamente para ser uma cuidadora de um veterano de guerra abalado. Porém ela não sabe nada sobre como ajudá-lo, porque também não tem ideia de como esquecer suas marcas.

E por falar em marcas, conhecemos um terrível, cruel e marcado Paul, vivendo recluso a dois anos na propriedade do pai. Depois de expulsar seus antigos cuidadores e companhias, o pai faz um ultimato, última chance de tentar superar, ele lhe dá 3 meses, o esse último cuidador for embora, então ele também terá que se virar e arrumar outro lugar para morar.

Assim que Olivia chega ela se depara um homem bonito, mas com cicatrizes que vão além de físicas. É claro que ele vai tornar a vida dela um inferno, mas dessa vez, essa cuidadora vai ser diferente, mais persistente.

E entre tantas brigas e discussões, uma amizade e companheirismo sutilmente vai invadido o coração gelado de Paul.

Amei ver como um ajudou o outro. Paul é um dos personagens mais complexos que me deparei, mesmo com sentimentos bons ele insistia em mostrar o seu pior lado, e muitas vezes magoava Olivia. Já ela, sem dúvida, é a melhor personagem. Sim, aqui o mocinho nos emociona com tudo que viveu no Afeganistão, nos dramas e traumas das consequências que agora são sua realidade. Mas com Olivia tudo é um motivo para tentar, ter esperança. E adorei a força dela, como ela o motiva, como ela acredita nele!

O livro tem um conteúdo bastante sensual sim, aquela tensão entre personagens. E mesmo não havendo grandes reviravoltas, e focando somente neles dois, você não larga por nada esse livro.

Amei demais. É um amor que só vem realmente após toda a tempestade, após a cura dos dois, com perdão pelos erros e redenção. Cada uma vai colando seus pedaços, um vai colando os pedaços do outro. E vê-los se abrindo para as coisas boas, porque eles as merecem e muito, é maravilhoso. Fica a dica!
“Trinta segundos depois, estou sozinha no meio do estacionamento abandonado, me perguntando quanto mal posso ter feito a uma alma que já estava em pedaços”.

“Desejo por ela, por sua risada, pelo jeito simples como espera coisas boas de mim, só porque acha que sou bom”.

“Cheguei a conclusão de que o melhor que cada um de nós pode fazer é reparar da melhor forma possível os erros que cometemos com as pessoas que magoamos, e se esforçar mais no futuro. Um dia por vez e tudo o mais”.
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Mi - @respiropalavras 14/07/2018

Tentando escapar dos problemas que criou, Olivia abandona a faculdade e como medida de punição autoimposta, ela aceita trabalhar como cuidadora de um ex-soldado.

Paul Langdon nunca mais foi o mesmo depois da guerra. Essa experiência deixou marcas em seu corpo e na sua alma. Recluso, ele não permite que ninguém se aproxime.

Apesar de serem pessoas distintas em muitos pontos, há algo semelhante entre eles: ambos procuram por uma redenção.

Romantização da violência, abuso psicológico e emocional, agressão física e um relacionamento tóxico e abusivo. Essas são as características que baseiam a história. Tais elementos já são suficientes para que eu classifique um livro como ruim. Mas, surpresa! Não para por aí.

A autora tentou criar um instalove, porém, não funcionou. Ninguém sente uma "atração animalesca" por alguém que conheceu faz 2 minutos. E, mesmo no decorrer da trama, o romance não foi bem desenvolvido, tornando- se fraco e inconstante.

Lauren quis contar uma bela história sobre o poder transformador do amor. Mas errou feio ao decidir que para o bem de alguém, outra pessoa sofreria. A típica e equivocada ideia de que ?o amor cura tudo".

Eu poderia dizer que a única coisa """positiva""" nesse livro é a narrativa fluida, no entanto, mesmo esse ponto se perde no meio de tantos problemas. Parece que a autora quis embarcar na onda dos New Adults que romantizam situações inaceitáveis. E conseguiu. Mas eu não apoio esse tipo de livro.

Abaixo, alguns trechos que reforçam minha opinião:


"Ele agarra meu pulso antes de me puxar com força. Minhas omoplatas batem na porta e sua boca cola na minha, com força."

"Solto a mão e a empurro. Sem muita força, mas o bastante para Olivia cambalear."

"Mas é hora de lembrar a razão pela qual estou aqui. Antes de tudo, vim para curar Paul."
Mile Rodrigues 21/07/2018minha estante
comprei o livro ontem e não fazia ideia disso, estou chocada, sem menos, escrevo livros que rebatem essas coisas, ler algo sobre me faz querer chorar.




Caroline 12/06/2018

Amei demais!
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kiki.marino.1 31/07/2018

Uma perda de tempo
Eu gostei de Mais que amigos da mesma autora, não que ela srja uma grande escritora,mas esse livro é quase ridículo de inferior , parece uma fanfic interminada de uma adolescente,enfim personagens e estória pobremente desenvolvidas.Recomendo Making Faces um livro com tema parecido e bem melhor!
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Alex Nascimentto 03/07/2018

Oi, meus queridos! Hoje vim falar com vocês desse livro lindo que li, depois de ver tantos comentários maravilhosos, realmente não resisti e li dois dias. Para quem ainda não conhece Em Pedaços, se trata de uma releitura de A Bela e a Fera, onde temos Olivia, uma patricinha de 22 anos, e Paul London, um ex soldado de 24 anos. Olivia larga a sua boa vida e faculdade para cuidar de um soltado, que até então ela nunca viu nem sabe nada à respeito, porém uniu o útil ao agradável, já que ela quer fugir do seu passado, aceitando assim essa oportunidade de emprego que tem por contrato três meses. O Paul não quer saber de ninguém e nada, vive recluso em casa na companhia de seus whiskys. Ele após uma operação no Afeganistão tem uma perna machucada e um rosto desfigurado, porém continua sendo muito atraente. As pessoas que chegam para cuidar do rapagão acabam não durando mais de duas semanas, exceto a Olivia, que está disposta a aturar todas as grosserias e arrogâncias do duro Paul. Ah, ela é super linda também! ???????????????????
?? Então, você já deve imaginar o restante dessa estória maravilhosa, não é? Afinal, a autora traz aqui um clichê maravilhoso com personagens que é difícil não se apaixonar... Uma escrita simples, ágil e bem jovem. Já quero ler Mais Que Amigos!
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Laís - Mania de Livro 28/06/2018

[#resenhamaniadelivro] Em Pedaços - Lauren Layne
[#resenhamaniadelivro] Em pedaços – Lauren Layne

Olivia é a única herdeira de uma família super protetora e rica. Logo no último ano da faculdade, ela resolve largar tudo e investir em projetos voluntários. O que ela não esperava era que seus pais dariam um jeitinho dela não ir tão longe: seu “trabalho voluntário” seria cuidar de Paul, que lutou no exercito americano na guerra do Afeganistão e havia retornado para casa com sequelas físicas e muitas feridas emocionais.

Essa é à base da história que, a primeiro momento, promete proporcionar mais um clichê romântico desses que faz nosso coração suspirar de amores. Imagine a minha surpresa ao me deparar justamente com o oposto: um personagem extremamente machista e agressor.

Foi um verdadeiro misto de sensações! Comecei gostando bastante, mas terminei com um nó na garganta. A leitura lembra (não vagamente) uma mistura de Gossip Girl + Como eu era antes de você, naquele estilo bem clichê e gostosinho que a gente gosta. Até ai tudo ok. O problema pra mim foi o relacionamento nada saudável que a autora desenvolveu entre os personagens principais. E mais: o fato de, em nenhum momento, ela falar sobre isso.

Paul agride Olivia psicologicamente (com seu ‪temperamento‬ muito explosivo) e fisicamente. E a personagem não se dá conta disso nenhuma vez! Isso não é relatado na voz dela em suas partes, é ignorado.Na 3a e última vez em que ele a empurra, essa ação é seguida da frase: “Eu a empurrei, mas não foi para machuca-lá. Eu jamais a machucaria.” Papo de agressor, né?

Eu tenho costume de sempre destacar pontos positivos pra vocês, então aqui vai os de Em Pedaços: tem uma leitura bem fluida, fácil de concluir em poucas horas e, temos o Paul lidando com um visível stress pós-traumático decorrente das barbaridades que só quem presenciou uma guerra pode conhecer. Sua história é bastante sombria, apesar de não justificar nenhuma das atitudes escrotas ao longo do livro, claro.

Eu queria ter amado e me divertido com Em Pedaços assim como curti a leitura de Mais que amigos. Não rolou, infelizmente.
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PorEssasPáginas 11/07/2018

Em pedaços é o primeiro livro da série Recomeços de Lauren Layne. Cada livro vai recontar um conto, neste caso o de A Bela e a Fera. Não, ele não é um livro que tenta passar todos os acontecimentos da história original para o mundo moderno. Ao contrário, ele se baseia apenas na ideia geral do livro. Paul Landon é a “fera” – depois de sofrer os horrores da guerra do Afeganistão, que deixaram marcas físicas e psicológicas, ele vive recluso na sua mansão. O seu pai, com medo de que ele fique sozinho, tenta contratar um cuidador, mas todos eles são assustados por Paul e nenhum dura muito tempo. Por isso, ele dá um ultimato: ou Paul fica por 3 meses com a nova cuidadora ou ele não receberá mais nenhum dinheiro. E essa cuidadora é Olivia Middleton a “bela” nessa versão – a garota perfeita de Nova York que quer a todo custo fugir de algo que aconteceu no seu passado. E ela vai fazer tudo o que seja necessário, nem que seja ir para o meio do nada cuidar de um sobrevivente de guerra mesmo tendo zero experiência nisso.

Eu li outro livro da Lauren Layne recentemente e gostei bastante. Foi até bom eu ter lido nessa ordem porque eu não sei se ficaria tão animada em pedir outro livro da autora se fosse o contrário. Não, Em pedaços não é um livro ruim – ele é uma ótima leitura para aquele dia que você quer apenas ler um romance para se distrair. Porém, ele poderia ser um romance muito melhor se ele tivesse se aprofundado mais em alguns pontos, como explicarei posteriormente.

A primeira característica que me incomodou um pouco foi a caracterização dos personagens. Eu sei que a autora quis puxar muito esse lado da “Fera”, do personagem amargurado que não consegue se livrar dos seus demônios. Mas o Paul tem alguns atos muito rudes, o que tudo bem, podemos até dizer que é uma característica condizente com o enredo proposto. Mas o problema principal é que a Olivia aceita tudo MUITO facilmente. Ela praticamente sempre o perdoa! Não é que eu ache que o confrontar diretamente seja a forma certa de lidar com a situação, mas convenhamos, quem que tem sangue de barata? Ela acaba sendo uma personagem que lida com todos os problemas de uma forma muito boa, o que afasta a personagem do real. E isso mostra exatamente o que falta nesse livro: um desenvolvimento maior dos “demônios” dos personagens. Existem cenas muito lindas sim, e que eu adorei, mas faltou uma aprofundamento maior. É claro que pelo estilo da autora, ela não precisava também escrever um grande drama, mas ficou muito superficial. Esses personagens mereciam um livro com mais detalhes. Eu não sei se de repente é algum acordo com a editora do livro não ser muito extenso (ele tem mais ou menos o mesmo número de páginas que o anterior) porém eu senti realmente muita falta disso. O final então foi bem corrido, tanto é que faltavam poucas páginas e eu me perguntei se a autora realmente conseguiria terminar a história.
(...)
***Resenha completa no blog***

site: http://poressaspaginas.com/resenha-em-pedacos
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Carol 07/08/2018

Pois é, não rolou...
“ Em questão de segundos, a raiva e tensão desapareceram dos seus olhos, e ela aceitou o que tinha acontecido, como se ela merecesse sofrer esse tipo de humilhação.”

Olivia Middleton é um exemplo aos olhos das pessoas, aquela que sempre teve a vida dos sonhos que todos desejavam. Até que aos 22 anos resolve sair da boa faculdade em que estuda e fazer algo novo em sua vida: ser voluntária cuidando de Paul Langdon.
Paul carrega feridas de guerra, marcas que nunca conseguirá esquecer e por isso se tornou a pessoa odiosa que é hoje, que não deixa ninguém se aproximar. Ver Olivia é ainda pior, afinal olhar a sua beleza é como se lembrar de tudo o que perdeu e nunca mais voltará a ter.

Comecei esse livro achando que seria mais um clichê leve e gostoso de ler, fui achando que faltava profundidade nos personagens, mas gostando. Porém ao avançar na leitura dessa obra fui vendo coisas que para mim são imperdoáveis e nenhum romance considerado "fofo" é capaz de me fazer engolir.
A agressão psicológica em que Paul submete Olivia é sempre justificada pelos seus traumas de guerra e feridas internas, chegando a “pequenas” agressões físicas. E mesmo com tantos traumas NADA justifica esse tipo de comportamento.
Mas ainda pior que o comportamento é a romantização do mesmo, pois em nenhum momento esses abusos são questionados, ele é apenas aquele mocinho babaca sofredor que na verdade tem justificativa para o que faz, então a atração irresistível e explosiva apaga tudo em questão de segundos, tudo certo... Mas não está nada certo!
E dessa forma eu me pergunto: até quando teremos que encarar essa romantização do que deveria ser inaceitável?
Eu não sei até quando isso irá acontecer, mas, para mim, já passou da hora de acabar!
"Em pedaços" é um reconto moderno de “A Bela e a Fera” e o primeiro livro de "Recomeços", uma série que será inspirada em contos de fadas. Torço para que os próximos livros sejam diferentes.
Espero que leiam e tirem suas próprias conclusões.

site: www.instagram.com/nossaressacaliteraria/
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Carolina Durães 28/07/2018

"Em pedaços" é o primeiro livro da série "Recomeços" e é narrado em primeira pessoa pelos dois protagonistas: Olivia e Langdon. Olivia Middleton é uma socialite de 22 anos de idade, que vive sua vida glamourosa em Nova York com a família, amigos e namorados. Porém, ela comete um erro e decide que precisa ficar o mais longe possível de todos, para pensar no que fazer a seguir. Com a influência de seus pais, ela consegue um emprego de cuidadora de um veterano de guerra por três meses, mesmo sem ter experiência alguma.

Paul Langdon é um veterano que voltou tanto com marcas físicas quanto emocionais da guerra. Ele se tornou amargo, taciturno e se isolou completamente em uma das residências de seu pai. Após inúmeras tentativas do pai de Paul em contratar cuidadoras profissionais, ele acredita que o filho precise de alguém que irá tirá-lo de sua rotina. Paul alega que não precisa de ninguém, mas seu pai tem um trunfo e irá usá-lo para fazer com que Paul faça a sua vontade.

“Não se trata da sua perna ou do seu rosto”, ele diz, bruscamente. “É a forma como você lida com isso. Você sabe.”

Paul e Olivia começam trocando farpas, implicando por conta de tudo e se estressando constantemente, mas por baixo de toda essa atitude existe uma atração impossível de se negar. Mas será que apenas a atração será o suficiente?

“Essa garota continua despertando em mim a coisa mais perigosa do mundo. Esperança.”

Conforme a sinopse explica, a história é uma versão moderna de A Bela e a Fera, com um homem ferido e uma jovem que irá tirá-lo de sua amargura. Apesar da história ser fluida, alguns detalhes incomodaram durante a leitura, como por exemplo, o motivo que levou Olivia a sair de Nova York tão depressa. Quando o motivo é revelado, percebemos que foi um grande exagero da parte dela. A capa é belíssima, mas não traz elementos coerentes ao conteúdo.

“Não sou mais Paul Langdon, quarterback invejado e herói americano marchando para a guerra. Sou Paul Langdon, recluso desfigurado sem qualquer utilidade. Cara, não consigo nem ser útil para mim mesmo.”

site: http://viajenaleitura.com.br/
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Tashiro 20/07/2018

E aí, leu Em pedaços?
Olá, pessoas lindas do meu coração 💖

Um soldado com marcas no rosto + uma garota linda e "caridosa" = recontagem moderna de A Bela e a Fera 💛

O que adianta ter tudo, o mundo aos seus pés, mas estar despedaçado por dentro? Fugindo das dores, dos erros e de si? O quão longe você pode se afastar e quão longe você pode afastar as pessoas que se importam?

Olívia Middleton é uma mulher que tem tudo, mas que cometeu um erro que a afastou das duas pessoas mais importantes da sua vida. Ela decidi desistir da faculdade, arrumar suas coisas e trabalhar como cuidadora de um veterano. Contudo:

1. Olívia não sabe nada de cuidar de outro ser humano;

2. Paul Langdon é um cara quente e destrutivo;

3. Eles têm muita química!

Paul Langdon não precisa de um cuidador, não mesmo. Coitado, o pai o força a aceitar mais um por pelo menos três meses. Obviamente, Paul não estava preparado por Olívia, o tipo dele antes do Afeganistão.

Lembrem-se, Paul é destrutivo. Para ele, para o pai e para Olívia. A cabeça dele está pior do que a perna ferida. Ele é a prova viva de que palavras são mais dolorosas que tapas. Ser cruel é seu mecanismo de defesa. Ele está com muita raiva de tudo, do mundo e, principalmente, de si mesmo.

Eu amei a leitura, mas muitas vezes fiquei em dúvida. Paul é cruel, é a forma que ele tem de se proteger, e o relacionamento dele com a Olívia não teria como ser saudável desde o início. E, ainda assim, funcionou.

Eu fiquei extasiada com esse casal, grudada nas interações e sem saber sobre o que torcer: Paul se libertar da prisão que ele mesmo se impôs, Olívia se libertar dos próprios erros e do Paul ou eles ficarem juntos?

Só sei que vocês precisam ler Em pedaços também. Eu preciso de alguém para me ajudar a fazer sentido na bagunça que ficou na minha cabeça depois desse livro! Eu não deveria ter gostado tanto...

Até!

site: https://www.instagram.com/p/BleSmKOHm9S/?utm_source=ig_web_copy_link
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Book.Obsession 09/07/2018

Olivia Middleton sempre teve tudo o que desejava, até que aos seus vinte e dois anos vê sua vida virar de cabeça para baixo. Sua rotina se dividia em estudar em uma boa universidade, vista sempre como uma boa pessoa, essa fama aumenta quando Olivia decide largar os estudos para cuidar do veterano Paul Langdon.

O genioso Paul, foi ferido na guerra. Vivendo em Bar Harbor, seu pai Harry Langdon decide visitar seu filho. Desde então nunca uma pessoa conseguiu se aproximar tempo suficiente sem que ele aterrorizasse seus dias. Mesmo carregando tantas marcas daquele fatídico dia, seu pai faz de um tudo para que ele receba tratamento adequado, mas também já está cansado da tirania de seu filho e decide dar um ultimato a Paul. Claro que ele não queria perder a possibilidade de ter tratamento adequado e mesmo odiando essa situação resolve seguir o que Harry impõe.

“Não se trata da sua perna ou do seu rosto”, ele diz, bruscamente. “É a forma como você lida com isso. Você sabe.”

Passados alguns dias, uma nova pessoa é contratada para cuidar de Paul e sua surpresa se dá logo que a cuidadora chega. Seus olhos mal poderiam acreditar que a bela jovem que estava diante de si era Olivia.

“Não sou mais Paul Langdon, quarterback invejado e herói americano marchando para a guerra. Sou Paul Langdon, recluso desfigurado sem qualquer utilidade. Cara, não consigo nem ser útil para mim mesmo.”

Embasbacado com essa nova situação, Paul viaja em suas memórias amargas de quando era conhecido por andar com belas mulheres do tipo de Olivia e hoje não consegue nem ao menos sustentar a postura sem o auxílio de uma ajudante. Isso o frustra e também tem grande impacto na vida dele, assim como na de Olivia que quando se depara com Paul, fica impactada, mas também começa a sentir algo que não sabe definir. E nada melhor como o tempo para trazer as respostas. Mas será que Olivia irá aguentar o temperamento desse veterano?

“Essa garota continua despertando em mim a coisa mais perigosa do mundo.

Esperança.”


Resenha completa no blog.

site: http://www.bookobsessionblog.com/2018/07/resenha-em-pedacos-lauren-layne-editora.html
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GETTUB 17/06/2018

http://www.gettub.com.br/2018/06/em-pedacos.html
ALERTA: Este livro possui conteúdo adulto e é impróprio para menores de dezoito anos.

Olivia Middleton é uma jovem de 22 anos e moradora de Nova York. Ela é rica e tem uma vida maravilhosa, mas após certo acontecimento, a jovem abandona a faculdade e decide se tornar cuidadora de um ex-soldado que foi ferido em guerra. Essa atitude fez com que todos ao seu redor a vissem como uma garota bondosa, mas na verdade, o que ela quer mesmo é fugir para longe das duas pessoas que ela magoou e, talvez, ter a oportunidade de se redimir de alguma forma.

Sem muitas informações sobre o tal ex-soldado, Olivia vai para Bar Harbor, no Maine, encontrar com o que ela imagina ser um homem debilitado e que, de acordo com as poucos informações que recebeu, necessita de ajuda e companhia. Mas o que ela encontra é uma pessoa totalmente diferente do que imaginou. Paul é um jovem de belos olhos azuis, com cicatrizes que preenchem todo o lado direito do seu rosto e tem uma das pernas ferida, o que o leva mancar ao andar. Ele não quer ajuda, pois mesmo com esse problema, é totalmente capaz de se virar sozinho. O que ele precisa, na verdade, é de alguém que cure suas feridas internas e amoleça um pouco seu coração de pedra.

Bom, vou começar dizendo que essa é uma ótima releitura de A BELA E A FERA. Com elementos inusitados, a autora conseguiu criar uma história bem contemporânea, mas que lembra bastante essa história tão conhecida por todos nós. Pode ter até um certo clichê, mas os sentimentos dos personagens são bem explorados e há bastante drama, fazendo com que a leitura seja bem prazerosa.

O livro tem capítulos intercalados, narrados por Olivia e Paul, o que é muito bom, pois assim a autora conseguiu transmitir bem os sentimentos de ambos os personagens. O livro é bem curtinho, mas consegue passar sua mensagem. A história se passa em um curto período de tempo, mas é bem nítido o amadurecimentos dos protagonistas. A maior parte do livro se passa na casa de Paul, portanto não estão presentes tantos personagens, e os que aparecem, recebem pouco destaque, só aparecem em partes que são essenciais, e isso bastou para que a história de Olivia e Paul se desenrolasse de forma agradável.

Olivia e Paul são personagens feridos e assombrados pelo passado. Ambos tem medo de machucar outras pessoas, mas, ainda assim, acabam fazendo isso - Paul, principalmente. Tive uma relação de amor e ódio com Paul, ele é autodestrutivo e tem muita raiva acumulada dentro de si. Desde quando voltou da guerra, costuma maltratar as pessoas ao redor e não quer se ajudar, muito menos receber ajuda. Passa seus dias definhando em casa e sentindo pena de si mesmo. É certo que o trauma que ele sofreu foi muito sério, ele passou por coisas horríveis, mas a culpa não foi de ninguém de seu convívio, então não é justo o modo como age com as pessoas. Parecia que seu objetivo de vida era tornar a vida dos outros tão ruim quanto a sua. Paul, em diversos momentos, foi muito cruel com Olivia e isso foi o que mais me incomodou, já que, na verdade, ele queria estar com ela, queria compartilhar tudo o que estava sentindo, mas mesmo assim, continuava fechado.

Olivia foi uma personagem que me cativou pelas suas atitudes e características. Ela é muito calma e paciente, nunca vi personagem com tanto autocontrole! O que Paul faz com ela é péssimo, acho que qualquer outra pessoa que estivesse no lugar, não ficaria naquela casa por mais de um dia (na verdade, isso aconteceu com os cuidadores anteriores). Ela se culpa tanto pelo que aconteceu em seu passado, que se acha a pior pessoa do mundo e precisa fazer algo a respeito. Ela, sim, tem o desejo de melhorar, ao contrário de Paul.

Mesmo sendo completamente diferentes, Paul e Olivia sentem uma atração inevitável um pelo outro e é bom acompanhá-los nesse processo de descoberta e cura. A autora soube inserir algumas cenas quentes em momentos certos, assim como as partes de drama. A mistura funcionou muito bem, estou ansiosa para ler outras obras da autora!

site: http://www.gettub.com.br/2018/06/em-pedacos.html
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Kelly 16/08/2018

Segura o embuste
Depois de ter uma experiência maravilhosa com Mais que Amigos, aproveitei o embalo e resolvi me jogar na outra obra da autora, afinal leitura boa nunca é demais, ainda mais quando você tem uma pilha de obrigatórios para tirar da frente, porém, caí do cavalo e bati a bunda no chão com gosto, a leitura não foi tão boa assim.

Depois de cometer uma cagada das grandes, Olivia resolve abandonar a faculdade e se esconder do mundo em um lugar remoto, e para que isso aconteça de forma elegante, ela resolve virar cuidadora de um ex soldado, filha de pais ricos e mimada ao extremo, ela acredita que abandonar o problema
seja a melhor forma de resolvê-lo, e claro, que cuidar de um enfermo é castigo suficiente.

?Para mim, cuidar de veterano de guerra não é filantropia. É um tipo de penitência.?


Do outro lado temos Paul Langdon, o filhinho de papai ( mais um ) que resolveu se alistar no exercito em busca de um propósito na vida, mas depois de sofrer horrores na guerra do Afeganistão e ver todos os seus amigos morrerem, inclusive Alex, pai de uma garotinha doente, que morreu salvando sua vida, ele não quer mais contato com o mundo, e pretende ficar escondido na sua bela fazenda até que enfim o dia de sua morte chegue.

Só que Paul carrega um segredo, desde sua volta do Afeganistão, ele vem ajudando a família de Alex com os cheques que seu pai deposita como pensão para ele, mas quando o pai o ameaça de cortar seus suprimentos e joga-lo na rua caso não trate bem a nova cuidadora, ele se vê obrigado a aguentar a mesma por pelo menos três meses, mas Paul não está preparado para a emboscada que seu pai preparou, e talvez três meses sejam muito pouco para tudo que ele pretende fazer com sua mais nova e bela cuidadora.

Ao contrário de Mais que amigos, onde a química com os personagens foi instantânea, e a leitura foi magnânima, aqui lamento dizer que isso não aconteceu, e que apesar de alguns momentos terem sido divertidos, não valeu pelo todo, mas vamos por partes.

Já começo dizendo que a justificativa de Olivia foi bem falha, e que acreditar, que ajudar um homem ferido de guerra a se recuperar é uma boa forma de apagar seus próprios erros é o cúmulo do egocentrismo e falta de noção, já aí fiquei bem incomodada, mas por ela ser rica e mimada, deixei passar e prossegui, só que quando ela conhece Paul as coisas ficam bem piores!

O livro foi dito como uma adaptação de A Bela e a Fera, e tudo bem, a cicatriz de Paul pode ter transformado ele em uma fera que vive escondida e tem vergonha da própria aparência, porém, a Fera de verdade nunca foi cruel e maldosa, coisa que Paul é ao extremo, e confesso que não sabia se sentia mais raiva dele por ser tão cruel ou dela por aturar aquilo e não sentar a mão na cara dele.

?Em questão de segundos, a raiva e tensão desapareceram dos seus olhos, e ela aceitou o que tinha acontecido, como se ela merecesse sofrer esse tipo de humilhação.?

Paul é um mimado insuportável que acredita que pode tratar as pessoas de qualquer jeito porque não quer companhia, e até aí ok. O cara sofreu e quer ficar sozinho, só que as coisas que ele diz e faz com Olívia são extremamente agressivas e abusivas, e o fato dela permanecer tentando concertar ele me irritou profundamente, já teria mandado ele ir à merda a muito tempo.

Enfim, não houve simpatia alguma, eu entendo que muitas mulheres quando se apaixonam perdem o amor próprio e o bom senso, isso é real e nem o feminismo concerta, é sempre mais fácil perceber que o relacionamento é abusivo quando se está do lado de fora, e aqui fica bem claro.

No final o livro fica legal, ele toma rumo, ela toma vergonha na cara e tudo ok, mas como sei que tem muita gente que detesta esse tipo de romance já deixo o aviso que é abusivo e que você pode passar muita raiva antes que enfim as coisas se ajeitem.

Espero que os próximos livros da autora sigam o ritmo de Mais que Amigos, e que as próximas leituras sejam bem mais gostosas que essas, ainda sim se você não tem problemas com esse tipo de coisa, vale a leitura, afinal há alguns anos atrás eu li After e apesar de todas as críticas gostei, ou seja, gosto é gosto, e toda leitura tem seu tempo certo no nosso cronograma da vida.
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Mari Siqueira 01/08/2018

Uma releitura moderna de A Bela e a Fera, Em Pedaços é o tipo de livro que esbarra nos mesmos problemas de sua inspiração: o abuso romantizado. Um comportamento problemático que não pode mais ser visto como sinônimo de amor é o que norteia o romance e isso, infelizmente, pode ser fatal fora da ficção.



A escrita de Lauren Layne é deliciosa e se não fosse pelo romance e desenvolvimento de seus personagens, esse com certeza seria um livro muito bom. Alternando a narrativa entre seus protagonistas, a autora nos dá uma noção ampla dos dramas pessoais que eles enfrentam, infelizmente, isso não é o bastante para fazer com que criemos empatia por nenhum deles.



Olivia aceitou um emprego de cuidadora após abandonar a faculdade no último semestre. Sua decisão - por motivos nada altruístas - está diretamente ligada a uma tentativa de se redimir de um erro do passado. A futilidade e superficialidade da personagem bem como sua fraca motivação não convencem e, por isso, não consegui criar uma conexão com ela.



Paul é um ex-soldado ferido em missão que desistiu completamente da vida. Desfigurado pelas tragédias que viveu, ele se recusa a aceitar sua situação e afasta qualquer um que tente se aproximar dele. Forçado pelo pai a receber um acompanhamento terapêutico, ele é obrigado a aceitar que outro ser humano se aproxime: Olivia.



O comportamento agressivo de Paul faz com que ele humilhe, maltrate e agrida sua cuidadora. O abuso físico e psicológico se faz presente durante toda a narrativa e enquanto isso acontece eles se apaixonam. Inconscientemente, a jovem tenta se punir por seus erros e se submete a essa relação abusiva. Esse tipo de coisa faz parte da vida real, acontece todos os dias e não seria um problema ser retratado na literatura, o grande problema é romantizá-lo, idealizá-lo como se fosse uma linda história de amor. Não é.



Lauren Layne escreveu um romance imperfeito e em momento nenhum disse que isso era romântico ou aceitável, no entanto, seu público e sua editora o fizeram. Um relato cada vez mais frequente da realidade, Em Pedaços é o tipo de história que destrói nossa visão de relacionamento perfeito e nos faz questionar o que é, de fato, amor.

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