O Rei das Cinzas

O Rei das Cinzas Raymond E. Feist




Resenhas - O Rei das Cinzas


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Elisangela 09/06/2020

Só o começo
Recebi esse livro através de u. Clube do livro e não estava animada para ler pois a história parecia mais do mesmo, guerras e batalhas para tomar o trono, um descendente escondido e distante voltando pra brigar por seu lugar... parecia uma história batida e não me animava a começar. Finalmente tomei coragem e o livro até que é bom, a história realmente não é muito original, mas o livro é bem escrito e acaba fazendo a leitura fluir bem, mas essas sagas que você tem que ficar esperando anos para ler a continuação estão me exasperando um pouco, as coisas acontecem muito devagar... Pra quem tem paciência de esperar a continuação vale a pena, mas eu só volto para ler a continuação da saga quando estiver completa.
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Vladia 24/05/2020

O rei das cinzas (Raymond E. Feist) ****
Toda uma família real é morta, e os reinos que estavam em guerra dividiram os espólios. Só que o bebê da família real foi salvo e levado escondido p ser criado por um povo. Esse povo é treinado para estar sempre as escondidas e bem armado. O bebê cresce e com mais dois amigos se destacam nesses treinamentos. Hatu é esse "bebê", mas tem um destino a ser cumprido.
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Terezinha 11/03/2020

Gostei muito
O Rei das Cinzas fala de uma aliança entre cinco reinos, sendo que um foi traído e destruído polos outros quatro, a intenção deles era não deixar nenhum sobrevivente da família real destruída, no entanto um recém nascido foi salvo e posto em segurança.
Esse é o primeiro livro de A Saga dos Jubardentes
Um livro de fácil leitura que prede a sua atenção
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Nara Andrade 01/03/2020

O Rei das Cinzas
A história já começa em meio a sangue, suor e lama, por causa de uma traição o que antes eram cinco reinos agora são apenas quatro.
Um rei é morto, uma linhagem é destruída, será?
A linhagem dos Jubardentes é rodeada de "lendas" a principal delas é, se o último Jubardente perecerá grandes catástrofes pode acontecer.
Um rei é morto, uma criança é salva.
O rei das cinzas é um livro sobre traições, alianças, disputa por poder, etc... A história vai sendo contada a partir do ponto de vista de três personagens, Daylon, Declan e Hatu, Daylon é uma incógnita, não se sabe ao sabe ao certo qual seu plano real, ou se sabe, Declan é um personagem que foi crescendo aos poucos e ficando interessante, Hatu é cansativo, assim como Boa parte da narrativa é um tanto cansativa, detalhes que são desnecessários, um exemplo de detalhes desnecessários é os intermináveis pensamentos de Hatu sobre o corpo de Hava e os sentimentos por ela, aliás, os relacionamentos aqui não foram cativam leitor, os casais não tem química nenhuma, conseguem ser piores que Harry e Gina, rsrs...
Enfim, claro que há revelações interessantes e um epílogo que deixa o leitor um pouco mais tranquilo quanto o que esperar da saga.
Ainda é cedo pra formar uma opinião, pois ainda é o primeiro livro de uma trilogia, e apesar de ser um pouco cansativo vale apena a leitura.
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Yuri Moreira 11/02/2020

Muito bom, porém com falhas.
Com personagens cativantes e uma história com bom enredo, o Rei das Cinzas é exatamente o tipo de livro que eu gosto, uma aventura fantastica e épica, ao acompanhar Hatu e Declan me vi muitas vezes lembrando de um dos meu livros favoritos que é Ordem Vermelha: Filhos da Degradação, adorei a leitura porém a editora aparentemente não revisou o livro, comprei minha versão na livraria e veio lacrado, então não tem como ser por conta de uma versão econômica (o que também não justificaria a quantidade de erros ortográficos no livro), mas isso não diminui a grandeza e a qualidade da história em si, meu primeiro livro do Raymond e já sei que quero logo o volume dois, esperando ansiosamente ...
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Neguim 26/12/2019

Um bom começo!!!
É a segunda série do autor q acompanho, então fica difícil não fazer comparações, pois na série do MAGO os livros são bem dinâmicos com ação do começo ao fim, já em Rei das cinzas achei a primeira metade do livro meio arrastada,porém quando engrena a história se torna muito interessante. Uma leitura muito gostosa e que te deixa ansioso pela continuação. RECOMENDO!!!!
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RafaSHE 20/01/2019

O Rei das Cinzas - A Saga dos Jubardentes #1
Só tenho uma coisa a dizer sobre esse livro: QUE LIVRO, MEUS AMIGOS!

O primeiro livro da Saga dos Jubardentes começa com uma traição organizada pelo rei Lodavico contra o rei de Itrácia, Steveren, e sua família, conhecidos como os Jubardentes por seus cabelos acobreados. Todo o reino foi destruído e toda a linhagem foi perdida, exceto por um bebê sobrevivente, que foi encontrado pelo barão Daylon, amigo do rei traído. O bebê é entregue a um bando de "mercenários" de Coaltachin com a promessa de que seria treinado e criado como filho de um dos mestres e, quando chegasse a maioridade, ele seria devolvido ao baronato de Daylon em segurança. É a partir daí que a história se desenvolve.

A história é divida entre três pontos de vista principais, o de Hatu, o bebê Jubardente crescido, o de Declan, um mestre ferreiro e o de Daylon. A maneira como a história dos três se conecta foi o que mais me agradou no livro, além dos aspectos fantásticos que, apesar de escassos, têm muito potencial na história.

O que mais me incomodou nesse livro foi o fato de o autor não dar muita profundidade aos personagens, o que me deixou muito curiosa com o que eles pensavam a respeito dos fatos que o cercavam, mas acredito que essa não tenha sido sua ideia principal e, por esse motivo, eu relevei.

Mas, mesmo assim, todos os capítulos são cheios de ação e de personagens novos que conquistam a atenção do leitor. Os personagens secundários também são muito bem apresentados e não ficam de fora da história, como em alguns livros. O autor sabia o que estava fazendo ao dar vida a tantos personagens e colocá-los em aventuras tão complexas.
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Paraíso das Ideias 25/12/2018

O Rei das Cinzas @happercollinsbrasil
Em o Rei das Cinzas seremos introduzidos em um mundo medieval e fantástico, O mundo de Garn era subdivido em 5 reinos, até que uma aliança nasceu e Atria foi derrubada, mas antes que todos os descendentes Jubardentes fossem assassinados, o príncipe recém nascido foi salvo e entregue para ser criado longe dos inimigos de seus pais.

16 anos se passaram e agora conheceremos Hatu, um jovem esperto e sagaz criado e treinado para ser um bandido habilidoso, mas apesar de todo seu treinamento Hatu sabe que não faz parte dos Membros do Reino da Noite, por algum motivo que ele ainda desconhece sua estadia ali é provisória, e quando enfim a hora da partida chega, segredos são revelados e perigos rondam o jovem.

Aqueles que sabem, não falam, e aqueles que falam, não sabem

Do outro lado temos Declan, um jovem órfão que foi criado e treinado por um mestre ferreiro, e apesar de não saber de seu passado Declan se orgulha do seu presente, mas quando sua aldeia é atacada por saqueadores que roubam jovens para escravizar, ele se vê fugindo para se proteger, agora longe de seu mestre, precisa amadurecer e criar sua própria família.

Apesar de possuírem duas histórias distintas, a vida dos rapazes se cruza quando os dois seguem para o mesmo caminho, as terras do barão Dylan Dumarch, e agora com seus segredos revelados, o que o futuro reserva para um bastardo e um príncipe perdido?

A história começa com guerra, e quando o menino Jubardende é entregue a Dylan e mandado para o Reino da Noite esperei uma reviravolta gigantesca, mas pra mim ela não aconteceu.

O autor gastou 500 páginas pra contar uma história que ao meu ver poderia ter sido resumida em 200, os personagens são inseridos sem explicação, e apesar de saber quem era o Hatu, fiquei quase o livro inteiro sem entender qual a importância de Declan. Não consegui me apegar aos personagens, e só não abandonei a história porque fiquei esperando que em algum momento a ação chegasse, que a tomada do trono tornasse a leitura eufórica.

Muita descrição e pouca ação, quando a magia enfim aparece não surpreende, apenas acrescenta uma característica ao personagem.

Li varias resenhas positivas sobre a obra, e por gostar de fantasia me aventurei na leitura, mas pra mim realmente não funcionou. A escrita do autor é fluida, porém o excesso de descrição e a longa viagem até as vias de fato me cansaram mais do que gostaria de admitir.

O livro é o primeiro de uma série que contará a história dos Juvardentes. Reymond E Fest é um autor reconhecido internacionalmente com uma série com mais de 30 livros lançados, aqui no Brasil alguns foram lançados anteriormente pela editora arqueiro como A Saga do Mago e a Saga do Império.

A série ainda está sendo escrita lá fora, por isso não tenho mais informações de capa e lançamento.

Se você curte leitura medieval ou já conhece a escrita do autor essa pode ser sua próxima leitura, se aventure e depois me conte o que achou.

site: http://www.paraisodasideias.com
Ma 08/09/2019minha estante
Eu cheguei na metade e já tava morrendo de preguiça. Achei muito chato e maçante, por isso abandonei.


Paraíso das Ideias 09/09/2019minha estante
Eu também achei maçante demais... uma sofrência pra história andar e quando finalmente pega ritmo acaba sem metade das explicações.




Gaby 13/12/2018

Rei das cinzas, mas rei mesmo assim.
Garn é um mundo governado por cinco reinos, mas não por muito tempo. Uma traição de quatro deles, liderada por Lodavico, regente de Sandura, dá início a uma sangrenta disputa pelo poder de Itrácia e sob as alianças do reino. A família real de Itrácia, conhecida como Jubardentes pelo tom único de vermelho de seus cabelos, é dizimada na guerra. Ou é isso que pensa o regente louco. Um bebê ruivo sobreviveu ao massacre e foi entregue por mãos misteriosas aos cuidados de Daylon Dumarch, barão de Marquensas e um os traidores do trono, que em um ímpeto resolve entregar a criança aos cuidados dos mestres da Nação Invisível, um lugar muito distante onde ele seria criado e treinado para se tornar guerreiro, e ali ele ficaria até seu décimo sétimo aniversário.

O jovem Hatu, não conhece a verdadeira identidade, mas sente dentro de si um fogo alimentado pela fúria constante, que tenta esconder sob vários treinamentos de controle e com a ajuda dos melhores amigos Donte e Hava.


“Rei das cinzas, mas rei mesmo assim.”



Do outro lado do mar, Declan é um jovem ferreiro que também desconhece suas origens, mas trabalha incansavelmente para construir uma vida digna e sair de Oncon, a vila onde foi criado como um filho pelo mestre-ferreiro Edvalt, que o ensinou tudo sobre o ofício.

O guerreiro e o mestre-ferreiro de armas têm seus caminhos entrelaçados no meio de uma perseguição imbatível onde vingança, política, poder e traição permeiam cada diálogo.

Este é um livro de fantasia épica recheado de boas intrigas políticas no vasto mundo fictício de Garn. É o primeiro da saga dos Jubardentes e um volume mais introdutório, porém não menos instigante. Apesar de suas 500 páginas a trama tem um ótimo ritmo, é envolvente e alimenta nossa curiosidade sobre os capítulos seguintes. Em quem confiar?

Esperava gostar da leitura, mas não imaginei me encontrar tão envolvida com essa narrativa e seus diversos e complexos personagens. Foi uma grata surpresa! Aos poucos o autor também introduz uma dose de magia que tornou o livro ainda mais difícil de largar, e sobre a qual espero mais detalhes nos próximos volumes da saga.

Leitura recomendada, principalmente aos fãs de fantasia épica, mundos novos, batalhas sangrentas e intrigas constantes. Se você gostou de A Guerra dos Tronos ou Mago - Aprendiz dê uma chance também à saga dos Jubardentes :)

site: https://umaleitoravoraz.blogspot.com/2018/12/resenha-o-rei-das-cinzas-de-raymond-e.html
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LT 20/11/2018

A partir de agora, vamos embarcar em um mundo novo!

O mais novo rei da literatura fantástica, nos trás o prelúdio de uma grande saga que promete bagunçar a predileção dos leitores da alta fantasia.

Vamos entender um pouco mais sobre a história?!

RESENHA: Vamos lá!

Entenda: temos em "O Rei das Cinzas" o mundo criado por Feist, Garn, ele é formado por reinos e baronatos, "Itrácia", é alvo de um grande ataque arquitetado e executado por todos os outros reinos, mas o líder foi o rei de "Sandura", Ludovico, que acusou, o rei de Itrácia de traição, entretanto, não foi dito qual seu ato.

Enfim, temos um reino antes conhecido como Reino das Chamas, agora reduzido a cinzas. Durante a batalha, uma criança é levada por uma sociedade secreta, conhecida como Nação Invisível, que circula pelos reinos, de cara nós já sabemos quem é a criança, em momento algum, a origem do menino é deixada em dúvida pelo autor.

O tempo passa e dezessete anos depois, temos, Hatushaly, ou Hatu, um garoto que é treinado pelos mestres de Coaltachin. Seus dois amigos, Hava e Donte, filho de um dos mestres mais poderosos da ordem. Declan, o aprendiz de ferreiro e Daylon, o barão de Marquensas, que escondeu último da linhagem dos Jubardentes.

Hatu tem seu papel declarado na história, é um menino enfurecido, treinado na arte da espionagem e assassinato, ele é tido como um forasteiro, e ele realmente é. Sua aparência, branco com cabelos ruivos, praticamente entrega sua origem.

Eu gostei que o personagem foi bem desenvolvido, ele aparece rebelde e meio sem sentido na história, mas vai crescendo e talvez por isso, seus capítulos se tornaram um pouco chatos de ler, porém, quase no fim do livro, nós percebemos o motivo do autor tê-lo descrito daquela forma. A única coisa que não funcionou para mim, foi seu relacionamento com Hava, achei forçado e totalmente desnecessário.

- Não existe farsa - sussurrou Rodrigo - quando o sangue é de verdade.

Declan é aquele personagem, o amigo do protagonista, que está ali para ser o apoio muitas vezes a cabeça pensante desse grupo inusitado. Seus capítulos são gostosos e rápidos de ler, acho que justamente por ele não ter tanto peso direto na história, pelo menos por hora.

Já Daylon, o barão, é aquele tipo de personagem, que a gente não sabe se ama ou odeia, é um personagem misterioso, e até diria inescrupuloso, que eu acredito piamente e boto fé de que vai crescer muito durante a saga. Quase não temos capítulos com ele, mas quando ele aparece é muito bem colocado e seu ar misterioso completa sua personalidade tornando assim, o personagem mais palpável.

O Rei das Cinzas é um livro que mexe com política, que está envolvido com os elementos básicos de um boa fantasia como sabemos que Raymond é capaz de fazer. A ambientação de todo o universo é abundante e extremamente crível! Existem cenas onde praticamente eu pude sentir o cheiro do ferro sendo fundido, tamanha riqueza de detalhes que o autor consegue transcrever. Ele consegue dosar muito bem o momento de detalhar uma cena ou não e isso torna a leitura um mar de sensações.

Enfim, O rei das cinzas é apenas o portão de entrada para esse mundo novo e que estamos começando a descobrir. Ficamos com mais perguntas do que respostas. O enredo não foi "fechado", justamente por englobar uma saga grande, muitas coisas ainda irão acontecer com essa turma e eu estou ávida por ler os demais livros da série.

Por favor, Harper, nunca te pedi nada...

A luta pelo poder está apenas começando, questões como fé e política foram levantadas, eu acredito que a igreja do Deus único que foi instituída ali, é um grande gancho para conspirações e maldade, estou louca para descobrir como Raymond desenvolveu a história.

E Hatu, ainda tem um longo caminho a percorrer se quiser vingar a família e reconquistar o que um dia lhe foi tirado.

Resenhista: Aricia Aguiar.

site: http://livrosetalgroup.blogspot.com.br/
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LT 20/11/2018

A partir de agora, vamos embarcar em um mundo novo!

O mais novo rei da literatura fantástica, nos trás o prelúdio de uma grande saga que promete bagunçar a predileção dos leitores da alta fantasia.

Vamos entender um pouco mais sobre a história?!

RESENHA: Vamos lá!

Entenda: temos em "O Rei das Cinzas" o mundo criado por Feist, Garn, ele é formado por reinos e baronatos, "Itrácia", é alvo de um grande ataque arquitetado e executado por todos os outros reinos, mas o líder foi o rei de "Sandura", Ludovico, que acusou, o rei de Itrácia de traição, entretanto, não foi dito qual seu ato.

Enfim, temos um reino antes conhecido como Reino das Chamas, agora reduzido a cinzas. Durante a batalha, uma criança é levada por uma sociedade secreta, conhecida como Nação Invisível, que circula pelos reinos, de cara nós já sabemos quem é a criança, em momento algum, a origem do menino é deixada em dúvida pelo autor.

O tempo passa e dezessete anos depois, temos, Hatushaly, ou Hatu, um garoto que é treinado pelos mestres de Coaltachin. Seus dois amigos, Hava e Donte, filho de um dos mestres mais poderosos da ordem. Declan, o aprendiz de ferreiro e Daylon, o barão de Marquensas, que escondeu último da linhagem dos Jubardentes.

Hatu tem seu papel declarado na história, é um menino enfurecido, treinado na arte da espionagem e assassinato, ele é tido como um forasteiro, e ele realmente é. Sua aparência, branco com cabelos ruivos, praticamente entrega sua origem.

Eu gostei que o personagem foi bem desenvolvido, ele aparece rebelde e meio sem sentido na história, mas vai crescendo e talvez por isso, seus capítulos se tornaram um pouco chatos de ler, porém, quase no fim do livro, nós percebemos o motivo do autor tê-lo descrito daquela forma. A única coisa que não funcionou para mim, foi seu relacionamento com Hava, achei forçado e totalmente desnecessário.

- Não existe farsa - sussurrou Rodrigo - quando o sangue é de verdade.

Declan é aquele personagem, o amigo do protagonista, que está ali para ser o apoio muitas vezes a cabeça pensante desse grupo inusitado. Seus capítulos são gostosos e rápidos de ler, acho que justamente por ele não ter tanto peso direto na história, pelo menos por hora.

Já Daylon, o barão, é aquele tipo de personagem, que a gente não sabe se ama ou odeia, é um personagem misterioso, e até diria inescrupuloso, que eu acredito piamente e boto fé de que vai crescer muito durante a saga. Quase não temos capítulos com ele, mas quando ele aparece é muito bem colocado e seu ar misterioso completa sua personalidade tornando assim, o personagem mais palpável.

O Rei das Cinzas é um livro que mexe com política, que está envolvido com os elementos básicos de um boa fantasia como sabemos que Raymond é capaz de fazer. A ambientação de todo o universo é abundante e extremamente crível! Existem cenas onde praticamente eu pude sentir o cheiro do ferro sendo fundido, tamanha riqueza de detalhes que o autor consegue transcrever. Ele consegue dosar muito bem o momento de detalhar uma cena ou não e isso torna a leitura um mar de sensações.

Enfim, O rei das cinzas é apenas o portão de entrada para esse mundo novo e que estamos começando a descobrir. Ficamos com mais perguntas do que respostas. O enredo não foi "fechado", justamente por englobar uma saga grande, muitas coisas ainda irão acontecer com essa turma e eu estou ávida por ler os demais livros da série.

Por favor, Harper, nunca te pedi nada...

A luta pelo poder está apenas começando, questões como fé e política foram levantadas, eu acredito que a igreja do Deus único que foi instituída ali, é um grande gancho para conspirações e maldade, estou louca para descobrir como Raymond desenvolveu a história.

E Hatu, ainda tem um longo caminho a percorrer se quiser vingar a família e reconquistar o que um dia lhe foi tirado.

Resenhista: Aricia Aguiar.

site: http://livrosetalgroup.blogspot.com.br/
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Karla Lima 19/11/2018

O Rei das Cinzas é o primeiro livro d'A Saga dos Jubardentes, de Raymond E. Feist, mesmo autor da já consagrada série A Saga do Mago.

Nesse prelúdio, somos apresentados ao mundo de Garn, antes composto por cinco grandes reinos: até que o rei da Itrácia, traído, foi derrotado e todos os membros de sua família executados.  Anos depois, os quatro grandes reinos remanescentes estão à beira de uma nova grande guerra.

As primeiras páginas dessa obra nos coloca no meio de um cenário  de devastação, morte e traição. Acompanhamos de perto um personagem angustiado pelo pesar, mas com uma faísca de esperança. É um início bastante promissor e, em minha opinião, a melhor parte do livro.

O restante da história se desenvolve em três  núcleos bem estruturados, ricos em detalhes e com uma excelente construção de personagens: Daylon, Barão de Marquesas; Declan, um ferreiro; Haru, um órfão.

Que a riqueza da saga está em seus detalhes e na construção desse universo, é inegável, porém achei que muito da história  de arrastou por suas mais de quinhentas páginas.

Diferentemente de outros livros longos que li, nesse fiquei com a sensação de ler parágrafos semelhantes em capítulos diferentes. Entenda: não estou falando de detalhamento de cenas e descrição de cenários. Sou fã de Tolkien, Martin e de Cornwell, descrições detalhadas nunca foram problema. Minha dificuldade foi a sensação constante de dejavu.

Capítulo após capítulo.

O livro é bom. O universo criado é maravilhoso e muitos dos conceitos presentes no livro são bem originais, mas realmente me incomodou o fato de que boa parte do cotidiano dos personagens foi exaustivamente repetido e a trama parecia não sair do lugar. Quando, finalmente, algo começou a acontecer o livro terminou? e aí bateu aquele desespero de querer saber urgentemente o que vem em seguida.

Estou desesperada para ler a continuação, pois, como disse, é uma boa história. E historia boas devem ser lidas! Vale a leitura, vale a paciência nas partes que parecem repetir cenas. No fim das contas, o que fica é o início de uma saga que promissora.
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EstanteColoridadaIsis 16/11/2018

#ResenhadaColorida
Garn era a junção de cinco reinos, até que a guerra iniciada pelo rei Lodavico de Sandura, para derrubar os Jubardentes e tomar o trono da Itrácia, acabou com uma aliança que já estava estremecida. Após uma traição, rei Lodavico executou todos os Jubardentes, pois achava que a lendária família de cabelos flamejantes eram um perigo para toda Garn.
Mas há rumores de que o caçula do rei da Itrácia sobreviveu, levado e escondido pelos Quelli Nacosti, uma sociedade secreta, onde homens são treinados para se tornarem letais. Eles vivem na ilha de Coaltachin, onde três amigos crescem juntos e aprendem tudo sobre espionagem e assassinato. Hava, Donte e Hatu, o estrangeiro de cabelos vermelhos como fogo.
Há também Declan, um aprendiz de ferreiro, que tem sua paz tirada após receber a visita de traficantes de escravos, os quais queriam levar todos os jovens da aldeia para servir ao exercito de Sandura. Ele consegue escapar e levar seu dom de ferreiro para Marquensas, onde o barão Daylon Dumarch comanda. Ele é o único homem com poder para enfrentar Lodavico, que está cada vez mais louco. Unido à igreja do Único, Lodavico espalha terror, impondo sua religião com extremismo.
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🗨Opinião: O primeiro livro da saga dos Jubardentes vem como uma introdução à uma fantasia que tem tudo para ser genial. Somos apresentados à três pontos de vista diferentes: Daylon, o poderoso barão, Declan, o aprendiz de ferreiro, Hatu, o orfão estrangeiro e a ligação de cada um na trama. A narrativa vai evoluindo de forma gradativa e não é tão fluida devido ao excesso de descrições, mas isso não foi um ponto negativo, pois foi fundamental para o entendimento da trama, Além de sermos apresentados a personagens bem construídos e um mundo vasto e maravilhoso.
Eu senti falta de ler uma fantasia mais adulta, por isso me deliciei com essa leitura, pois ela é recheada de intrigas, aventuras, traições, sede de poder, religião, politica e vingança. O desfecho de "O Rei das Cinzas" promete muito mais e aguça o leitor a querer mais.

site: www.instagram.com/estantecoloridadaisis
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Debyh 07/11/2018

Confesso ter demorado um pouco para começar a ler este livro, simplesmente porque eu sei o quanto eu me apego a personagens de livros medievais. Já que geralmente acompanhamos todo o crescimento do personagem e suas batalhas pelo caminho. O que lógico acontece aqui, com um diferencial para mim de acompanhar mais de um personagem por tanto tempo.
Desde que o reino de Itrácia foi destruído matando praticamente todos os Jubardentes (a nobreza de Itrácia), o rei de Sandura avança cada vez mais no seu plano de dominar todos os reinos. Porém desde então surgiu boatos que um dos Jubardentes escapou, e isso é algo que atormenta o rei de Sandura. Durante anos ninguém nunca encontrou esse herdeiro afinal tentaram o esconder muito bem até que ele completasse 17 anos. Este é o começo de uma saga de um garoto que é rei e que não sabe, afinal seu reino nem existe mais.

► continua no link: http://euinsisto.com.br/o-rei-das-cinzas-1-raymond-e-feist/

site: http://euinsisto.com.br/o-rei-das-cinzas-1-raymond-e-feist/
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