A filha do pântano

A filha do pântano Karen Dionne




Resenhas - A filha do pântano


7 encontrados | exibindo 1 a 7


Rebecca 21/07/2021

Que premissa interessante!
A história é contada do ponto de vista da menina que cresceu no meio do mato, sem contato com o mundo exterior, sem saber que era fruto de estupros e o rapto da sua mãe, logo, sem saber que o pai que ela idolatrava era um monstro.
Achei super interessante mostrar a perspectiva da Helena, nós supomos que conhecemos a perspectiva de um sequestrador assassino, e até de uma adolescente raptada e violentada, mas a perspectiva de uma criança inocente que nasceu de tudo isso é difícil de ser encontrada em livros.
Helena ama o pai, despreza a mãe porque é o que ela aprendeu com a figura paterna, ela não conhece todos os fatos e até mesmo quando passa a conhecer, têm dificuldade pra compreender tudo o que houve, principalmente com a mãe.
Fiquei com o coração partido pela mãe dela, que vida sofrida, ela foi muito forte em amar a Helena e suportar a ignorância da filha em não lhe ser grata tantas vezes.
Eu achei a história um pouco enrolada, o assunto ?vida no mato? não me é interessante, então achei maçante muitas vezes, mas no geral, eu gostei do livro, da visão da Helena e com pena dela e da sua mãe.
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iammoremylrds 16/01/2021

que livro sensacional, o desenvolvimento, então, nem se fala, já ressalvo que ele tem gatilhos, desconfortáveis, existem algumas partes q não agregam em nada no livro mas nd q estrague a experiência
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Anna | @paraisoliterariooficial 23/03/2020

Se você tivesse nascido e crescido em isolamento total ... Será que saberia distinguir o bem do mal??
Uma menina que nasceu em cativeiro, e nunca pensou que fosse resultado do rapto de sua mãe. Helena aprendeu tudo com seu pai. Também sofreu muito ao longo dos anos, com os castigos brutais e cruéis que seu pai lhe dava. Mas isso a tornou mais forte. Quando Helena fugiu do pântano com sua mãe, pensava em fazer parte do mundo, que um dia sua mãe pertenceu. Mas ao conseguir isso, se decepcionou. As pessoas que conheceu após finalmente estar em sociedade, não à aceitaram. E Helena já não acreditava que poderia existir lugar para ela, e que não se encaixava no mundo. Alguns anos depois, Helena consegue entender sua mãe, mas perdoá-la é difícil. Mesmo depois de tanto sofrimento, Helena teve uma segunda chance em sua vida ... A família que construiu ao lado de marido Stephen.
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Eclipsenamadrugada 07/02/2020

4 estrelas é minha classificação, uma ótima história, só não a classifiquei com 5 estrelas porque existe momentos desnecessários, creio que para aumentar o número de páginas da história, coisa que acontece em quase todos os livros.
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Mari M. 11/09/2018

Outra visão de um cativeiro.
Sempre li narrativas onde a vitima de sequestro conta a convivência com o sequestrador, e desta vez, tive o ponto de vista da filha de um destes casos ( ficticio) e toda sua ignorância infantil, e um amor por um pai que só mais tarde entendeu que era um louco!
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Ca Agulhari @literario_universo 26/08/2018

PERTURBADOR!
O livro a seguir foi lido por mim (ah vá!) em português de Portugal. No começo você estranha um pouco algumas expressões como ''carrinha'' para carro, ''miúda'' para criança e etc mas é perfeitamente possível lê-lo todo sem que se comprometa o entendimento da história.

Desde já quero salientar: o desenvolvimento do livro é ótimo. Eu realmente adorei as idas e vindas da história narrada pela Helena, onde ela nos conta detalhes da sua infância. Eu confesso que não achei o plot crível: quem em sã consciência que sabe onde o pai (assassino e muito mais) se esconderia, não conta à polícia o que sabe e como encontrá-lo mas sim sai à procura dele sozinha? Essas personagens como síndrome de herói me irritam um pouco entende? Mas enfim, continuei lendo afinal esse é o enredo da autora, não tem como a gente fugir. Se assim ela quis, vamos acompanhar né?

Há uma surpresa no início de cada capítulo pra quem gosta de contos do Hans C. Andersen, há menções aos Vikings, porém nada que torne a história um livro de fantasia. Essas adições caíram muito bem dentro do enredo.

Helena é uma personagem intrigante. Ama o pai mais que tudo na vida. Se embevece com as palavras dele, suas histórias, as coisas que ele lhe ensina. Quando criança, agia por uma obediência cega ao pai, que via como um herói em sua vida. Já eu, às vezes a detestava, em outros momentos, tive pena dela. Mais pena ainda tive de sua mãe. Helena cresceu sem saber que era filha de um raptor e sua vítima. Suas emoções, muitas vezes primárias podem te fazer torcer o nariz. De fato, em muitos momentos, a tive tão cruel quanto o pai. Jacob me deu náuseas. Vale muito a pena você ler o livro se gosta de histórias bem amarradas, de uma dose de drama na medida certa, se você se interessa pela mente humana. E claro, se você gosta de livros na temática acima, com uma pitada de suspense, de leve nesse caso. Recomendo o livro? Sim! Embora como eu tenha dito, o plot de heroína tentando salvar a história me irrite, o que me fez gostar do livro foi seu desenvolvimento como um todo. O final foi até que condizente com tudo que aconteceu desde o começo da trama, embora eu ressalte pra vocês que achei muito triste tudo que aconteceu à mãe mais do que à filha em alguns momentos. A palavra que melhor define esse livro pra mim é ''perturbador''. Em algumas cenas, eu fiquei realmente angustiada, puta da vida com o pai. Que tipo de pessoa faz o que ele fez? Ele age numa dose de frieza fora da esfera do aceitável pra mim. Seria Jacob uma pessoa puramente sádica, doente ou refém das circunstâncias da vida que levou?

Resenha originalmente postada em ''Universo Literário''

site: https://cagulhari.wixsite.com/universoliterario
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