Miséria da Filosofia

Miséria da Filosofia Karl Marx




Resenhas - Miséria da Filosofia


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Lista de Livros 23/12/2013

Lista de Livros: A Miséria da Filosofia - Karl Marx
“Para os economistas só há duas espécies de instituições, as da arte e as da natureza. As instituições do feudalismo são instituições artificiais, as da burguesia são instituições naturais. Assemelham-se aos teólogos que também estabelecem duas espécies de religiões. Qualquer religião que não é a sua é uma invenção dos homens, ao passo que a própria religião é uma emanação de Deus."
*
“A condição de libertação da classe trabalhadora é a abolição de qualquer classe.”
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Mais em:

site: http://listadelivros-doney.blogspot.com.br/2008/01/lista-de-autores-e-livros.html
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Mariane 05/08/2013

Miséria da Filosofia da Miséria
Apesar das grandes críticas às suas obras, Marx foi o responsável por dividir a Europa – e o resto do mundo – em duas partes. Este já é o maior convite a sua leitura. Sua primeira obra pública, e uma das mais comentadas pelo próprio autor, Miséria da Filosofia é uma resposta à Filosofia da Miséria de Proudhon. Segundo Marx, este livro contém os germes da teoria desenvolvida em O Capital e, junto com o Manifesto do Partido Comunista, pode servir de introdução ao posterior trabalho. Para os que entenderam e gostaram do Manifesto, a linguagem não será um problema. Não é necessária a leitura de Filosofia da Miséria para sua interpretação; Marx usa as próprias palavras de Proudhon para consolidar suas afirmações. O livro bem interpretado pode se dar por base para o entendimento de todas as obras de Marx e Engels.
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Gabi Moquedace 05/01/2012

Difícil, mas bom
É difícil falar sobre este livro no momento que se entende pouco do que é falado nele, mas pelo que entendi o livro é bom.
Esta obra é uma resposta à obra "Filosofia da miséria", de Proudhon. Sendo assim, este livro de Marx é compreendido melhor quando contextualizado e seguido da leitura do pensador francês.
O próprio Marx afirmou, em outra ocasião, que "Miséria da Filosofia", juntamente com o "Manifesto do Partido Comunista" são suas obras que podem servir de introdução à sua obra-prima "O capital".
Marx discute na primeira parte de "Miséria da Filosofia" sobre o valor (valor de uso, valor de troca), e na segunda parte sobre o método, a divisão do trabalho, a concorrência, a propriedade da terra, greves e salários, entre outros.
"... Como o valor de uso se transforma em valor de troca?...”
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Pseudokane3 18/09/2010

Proudhon reabilitado!
É difícil abrir a boca para falar qualquer coisa de boa ou de má sobre Karl Marx, visto que sua relevância canônica está eternamente assegurada, mas... Ler este livro é algo que causa raiva: raiva de percebermos um gênio entregar-se mais ao ego rebatedor do que necessariamente à defesa de uma tese, raiva de percebemos que uma reprimenda insatisfatória engendra paixões inassumidas... Sempre desgostei do estilo alvoroçado proudhoniano, saí gritando aos quatro ventos que o que este tem de mais valoroso é o título de sua obra mais conhecida, mas, depois de ter contato com esta obra marxiana menor, quase virei fã do Proudhon, ingênuo e bem-intencionado em seus ataques anarquistas tão fervorosamente condenados por Marx... Depois disso aqui, A PROPRIEDADE É UM ROUBO é um clássico que merece nova e renovada chance!

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Glauber 22/01/2010

Prelúdio ao Capital
Esta obra é uma resposta à obra "Filosofia da miséria", de Proudhon. Sendo assim, este livro de Marx é melhor compreendido quando contextualizado e seguido da leitura do pensador francês.

O próprio Marx afirmou, em outra ocasião, que "Miséria da Filosofia", juntamente com o "Manifesto do Partido Comunista" são suas obras que podem servir de introdução à sua obra-prima "O capital".

Marx discute na primeira parte de "Miśeria da Filosofia" sobre o valor (valor de uso, valor de troca), e na segunda parte sobre o método, a divisão do trabalho, a concorrência, a propriedade da terra, greves e salários, entre outros.

Ele expõe os erros de Proudhon e apresenta em sua crítica seus princípios econômicos e filosóficos, refutando o economista francês diversas vezes de forma irônica, sarcástica e ácida, principalmente quando Marx, devido à sua grande erudição e vasta leitura, provava a Proudhon através de citações que vários economistas já tinham descoberto o que ele arrogava ser originalidade sua.

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