Leah Fora de Sintonia

Leah Fora de Sintonia Becky Albertalli




Resenhas - Leah Fora de Sintonia


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Aelita Lear 02/08/2020

Ácido e doce!
Confesso que gostei mais da Leah do que do Simon! Embora eu tenha amado Com amor, Simon, de longe, achei essa livro muito mais legal do que o outro. A Leah é muito verdadeira, uma personagem absurdamente mal humorada e cheia de defeitos, manias... Mas isso é o que a torna tão real. Me identifiquei com ela em diversos momentos.
Achei o casal formado muito sensacional! Não esperava isso... Me diverti demais lendo, li tão rápido que nem percebi!
E pela primeira vez, li um livro com uma personagem com a mesma estrutura física que a minha: gordinha. E isso faz tanta falta no mundo dos livros... Amei demais e recomendo a leitura!!
09/09/2020minha estante
Eu simplesmente amei!!!


Jhe 02/04/2021minha estante
Vc vai gostar de "os 27 crushs de molly" ??


02/04/2021minha estante
Eu abandonei "os 27 crushs de molly" kkkkkkk


Jhe 02/04/2021minha estante
Jura??? Terminei agora, achei tão sessão da tarde. Foi MT bacana Hehehe




biavillar 02/08/2021

Que livro incrível meu deus, desde o início sabia que iria amar simplesmente pelo fato da personagem principal ser 100% eu. Juro, nunca li um livro que me identificava tanto com um personagem; o humor dela, a raiva, os sentimentos tipo, meu deus, cadê a câmera?
É basicamente um segundo livro de "Com amor, Simon", só que ao invés dele narrando, é a melhor amiga. Eu não li o livro do Simon mas tranquilamente li esse aqui.
Os personagens são uns amores, as coisas que acontecem, é tipo um clichê narrado por uma pessoa que odeia clichês, amo.
Nunca vi ninguém falando sobre, então chegou a minha hora de indicar esse livro maravilhoso.
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Lizia.Yohanna 17/09/2020

Fofo
Foi muito legal ver o crescimento e amadurecimento tanto da Leah quanto da Abby e ver o nascer e um pouco do desenrolar desse amor. Amei muito ver mais de Simon e Bram porque eu amo esse casal e tô muito feliz com o desenrolar da história. Anciosa por mais livros sobre essa turma que me ganhou.
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Lauraa Machado 29/06/2018

Tão, tão perto de ser perfeito
Nota verdadeira: 4,5 estrelas.

Apesar de ter me apaixonado por essa capa, eu realmente não esperava gostar tanto desse livro, principalmente não esperava gostar mais do que gostei do livro do Simon, já que, no dele, eu achava a Leah chata e má desnecessariamente.

Nesse livro dela, dá para entender desde o começo por que ela parece ser assim com cada pessoa, e tenho que admitir que ela é uma personagem mais complexa e mais interessante que o Simon (mesmo que eu o ame!). Gostei bastante de ver a relação dela com os outros personagens, principalmente a mãe dela, e ver que a autora tinha deixado no outro livro detalhes a serem explorados nesse. Me diverti completamente com a leitura e teria terminado o livro de uma só vez se eu não tivesse que ir dormir para trabalhar no dia seguinte (é difícil não poder viver de leitura).

Quase coloquei este livro na minha lista de favoritos, mas, quando paro para pensar nele, tem algumas coisas que me impedem. Na verdade, são só duas críticas, teoricamente pequenas, mas que foram o suficiente para eu sentir que a autora deixou a desejar em alguns momentos.

Primeiro, sei que os livros da Leah e do Simon estão tendo um super hype e acho isso lindo, já que ele mostram tantas questões importantes a serem abordadas hoje em dia (a ponto de eu acreditar que deveria ser leitura obrigatória para todos adolescentes). Mas, ao mesmo tempo, muitas vezes durante esse livro, senti que a autora estava criando certas cenas e momentos só para completar uma cota que a faria ser adorada pelo leitores e que não foi natural. Uma dessas cenas (e a mais inofensiva e também inútil delas) é de quando a Abby tá lendo um livro e dobra o canto da página em vez de usar um marcador, o que faz a Leah brincar e dizer que ela é um monstro. Isso para mim foi desnecessário, claramente só existiu para ganhar a adoração de leitores (a maioria que concorda com a Leah). Outras cenas assim foram um pouco mais sociopolíticas (algumas eu ainda acho necessárias, mas, do jeito que a autora colocou, foi só uma menção nada explorada).

E minha última crítica é que, teoricamente, não tem enredo nesse livro! Se a história fosse contada pelo ponto de vista de quem é crush da Leah, teria sido bem mais interessante em questão de desenvolvimento. Do jeito que foi, a Leah só deixava as coisas acontecerem com ela, poucas delas eram o suficiente para formarem uma trama. Adorei a narrativa da Leah, adorei o jeito que ela pensa e me diverti com o livro, mas não tem como negar que não tem praticamente nada se desenvolvendo pelo ponto de vista dela.

De qualquer jeito, esse livro chegou perto o suficiente de ser perfeito para eu resolver até dar uma chance para o outro livro da autora (que dizem não ser tão bom quanto o da Leah e do Simon) e para todos que ela lançar no futuro!
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Queria Estar Lendo 21/03/2019

Resenha: Leah Fora de Sintonia
Hoje a resenha é de Leah Fora de Sintonia, um spin-off do sucesso Simon vs. a Agenda Homo Sapiens/Com Amor, Simon da Becky Albertalli, publicado por aqui pela editora Intrinseca. O livro se passa um ano após o termino da história de Simon e foca na vida de sua melhor amiga, Leah, que últimamente tem se sentindo meio fora de sintonia, especialmente quando não consegue tirar uma certa garota da cabeça.

O livro começa com poucos meses para o fim do ensino médio, quando todo o grupo de amigos que conhecemos no primeiro livro precisa lidar com a separação - em especial Leah, que não é muito boa com elas e tem problemas de abandono.

Mas tudo meio que se complica quando ela se vê cada vez mais próxima de Abby, a namorada muito hétero do seu melhor amigo, Nick. Mas Leah não consegue tirar a garota da cabeça, especialmente conforme elas vão se aproximando mais e mais. Além de tudo isso, Leah também se vê as voltas com o fato de ser bissexual e nunca ter contado aos seus amigos, além de suas inseguranças que constantemente fazem-na acreditar que ela não importa.

Quando comprei Leah Fora de Sintonia na Bienal eu estava muito empolgada. Apesar de não ter curtido a Leah no primeiro livro - quem não odeia pessoas que ficam bravas com os amigos e espera que eles simplesmente adivinhem as razões? - eu tinha esperanças de que ver um livro pelo ponto de vista dela fosse me fazer entendê-la melhor, entrar em seu mundo e apagar a má impressão que tive no livro de Simon - até porque, aquela era a versão dele para Leah, e aqui conhecemos ela por ela mesma.

Mas não funcionou. Eu queria tanto ter gostado desse livro e me parte ao meio que eu tenha detestado tão fortemente.

"Essa deve ser a melhor parte de estar apaixonado - a sensação de ter um lar na mente de outra pessoa."

Não é como se o livro só tivesse partes terríveis. A narrativa da Becky Albertally continua maravilhosa e fluída, a gente vai passando as páginas de forma muito natural. Os personagens secundários também são incríveis. Eu estava gritando em toda aparição do Simon, me apaixonei muito pela Abby e adoro ainda mais a Nora - que merecia um livro só dela, dona Becky!

O problema de verdade foi a Leah, que se mostrou uma pessoa que eu jamais queria ter como amiga.

E não me levem a mal, porque eu entendo muito dos problemas que a Leah estava enfrentando e simpatizo com todos eles.

Eu entendo porque ela se sente mal quando vai comprar vestidos com a mãe - que garota gorda nunca teve um pequeno colapso mental num provador? - e entendo como ela se sente deixada de lado pelos amigos, como ela não se sente bonita - oi, meu colegial inteiro - e como ela não sabe lidar com elogios e, ainda, como ela se sente estranha ao saber que um garoto possivelmente gosta dela.

Eu entendo o medo dela de rejeição e de abandono, como ela sente que seus amigos não se importam com ela, como se sente ansiosa por sua arte, como esconde seus verdadeiros sentimentos e não se abre facilmente.

Eu entendo tudo isso, 100%, eu simpatizo e eu sinto muito por ela e pelas situações que ela passou na vida que criaram esses problemas emocionais com os quais ela precisa aprender a lidar ao longo do livro. São sentimentos válidos e também construíram uma personagem bastante crível.

"Detesto quando canalhas tem um talento. Quero viver em um mundo onde pessoas boas se dão bem e os babacas se dão mal."

Mas Leah também é egocêntrica, às vezes é rude - em especial quando sente que seu gosto musical é tão superior ao dos outros e soa tão esnobe sobre isso - e, além de tudo, é bem passiva-agressiva. E isso realmente me deixou escaldada. Como eu disse no começo, no livro do Simon eu já não tinha curtido a Leah pela tendência que ela tinha de ficar chateada, não falar porque estava chateada e querer dizer que não estava quando continuava tratando os amigos mal. E aqui entra em peso minha bagagem emocional porque eu já tive uma "amigo" Leah e é terrível lidar com esse tipo de pessoa.

Os problemas emocionais são completamente compreensíveis e se você consegue lidar com limites, vai saber navegar e ajudar a pessoa. Mas a personalidade é terrível e faz com que você se sinta um bosta. E diversos pequenos detalhes - como quando ela diz que Abby a "provoca" só porque está tocando sua mão e zoando com um colega, que é um comportamento predatório que eu associo muito com abuso sexual ("ela estava me provocando") - junto de algumas outras situações me deixaram bem desconfotáveis com a Leah.

Ela estabelece que Abby é hétero e ninguém sabe que Leah é bi, mas todo vez que Abby age de uma maneira completamente normal (entre amigas) com ela, ela fica querendo saber "como interpretar" o comportamento de Abby. Como quando você é simpática e ri com os seus amigos, e acham que você está dando mole. Me incomodou muito, especialmente porque Leah se mostra feminista em algumas passagens, e aqui estava ela, repetindo um comportamento sexista.

Foram várias pequenas coisinhas que foram se acomulando e no, fim, não consegui gostar de Leah. Apesar de entendê-la, não acreditei que ela era uma boa pessoa ou que estava pronta para entrar em um relacionamento sem antes trabalhar em si mesma. Além disso, senti que não houve uma grande evolução da personagem ou um grande arco que ela precisava atravessar. No fim, ela parecia muito com a Leah do começo do livro ainda.

"Porque gorda é o contrário de maravilhosa. Entendi. Obrigada amiga da Jenna!"

Queria que Becky tivesse, então, focado em Abby, que passou por uma incrível jornada de auto-aceitação e descoberta, e que ficou muito relegado ao segundo ou terceiro plano - e que por diversas vezes foi distratada por Leah, o que me deixou ainda mais agoniada.

Acho que, no fim, se Leah Fora de Sintonia tivesse outra protagonista eu teria aproveitado muito mais. Queria adicionar também que, mesmo que uma pessoa bi esteja em um relacionamento com alguém do sexo oposto, ela continua sendo bi e seu livro continua sendo LGBTQ+, porque parece que muita gente só valida os bissexuais quando estão em relacionamentos com pessoas do mesmo sexo.

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2019/03/resenha-leah-fora-de-sintonia.html
Leticia.Gabriela 03/06/2020minha estante
Acho que a intenção da autora foi ver se a gente conseguiria gostar do livro mesmo não gostando da personagem principal. Pq eu concordo 100% contigo que a Leah é uma pessoa que eu não gostaria de ter como amiga (n sei como o Simon consegue), e acho que essa questão foi a que mais incomodou tanto quem leu esse livro. No primeiro é muito mais fácil se apaixonar, pq além da história ser um amor, o Simon também é. Mas a Leah não. Ela não vê que para os outros ela pode muito bem ser uma canalha com talento também, não vê as próprias qualidades mas também não enxerga os próprios defeitos. E gostar do livro é difícil pq a própria Leah é difícil. Pra mim a proposta acaba sendo entender o pq ela é assim e entender que pessoas como ela, que se acham superiores por N motivos e ao mesmo tempo não veem os próprios defeitos, existem em todo lugar, que dá pra conviver (ou não), mas que primeiro precisamos tentar entender.




osantosmari 30/08/2021

Esse livro é tudooo
Meo deos, que livro. Sério, eu amei ?Com Amor, Simon?, mas não se compara com o quanto eu estou completamente apaixonada por essa história. O jeito como a Leah e a Abby vão lidando com os sentimentos, principalmente a Leah, já que é ela quem conta a história. O quanto elas resistem e se sentem confusas ao mesmo tempo criam cenas incrivelmente fofas e de derreter qualquer coração.
Ler essa continuação com um enredo que eu nunca imaginaria lendo o primeiro livro é muito aargggg... Como eu disse em um dos históricos de leitura, eu não tenho psicológico para esse livro, nem pra essas meninas e amei o final que não é um final, adoraria ver essa história nas telas. Ótimo livro pra sair de uma ressaca literária, super recomendo e com certeza favoritíssimo.
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Wania Cris 07/10/2021

Prometeu muito, entregou foi nada!
Leah odeia demonstrações públicas de afeto. Odeia clichês adolescentes. Odeia quem odeia Harry Potter. Odeia o novo namorado da mãe. Odeia pessoas fofas e felizes. Ela odeia muitas coisas e não tem o menor problema em expor suas opiniões. Odeia, odeia, odeia. Por que? Porque sim.

Leah foi uma personagem incrível em Com Amor, Simon e gostei da ideia de um livro próprio para ela. Pena que o resultado foi sofrível. A autora, para inserir Leah na representatividade, descaracterizou todas as outras personagens, até mesmo Simon que se tornou imaturo e pedante. Nick, de um cara incrível passou a um babaca e até mesmo Abby foi totalmente desconstruída. Leah se mostrou absurdamente chata, mimada, azeda, negativista e não sei como ou porque as pessoas a tinham como amiga já que ela é incapaz de elaborar uma frase com mais de quatro palavras.

O desenvolvimento da trama foi pífio, não acrescentou absolutamente nada ao que já havia sido contado por Simon, não justificou a escrita de mais um livro do universo.

Olha, era bem melhor ter ido ver o filme do Pelé.
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Pedro Ivo 26/05/2020

Um fanservice ruim e sem sentido
A autora conseguiu a proeza de transformar uma personagem que já conhecíamos na protagonista menos gostável de todos os ya que já li.
A história não faz sentido e ficou forçadíssima.
Um livro que seria melhor se não existisse. Fuja!
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spoiler visualizar
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Ellen Rayane 23/08/2021

Já fazia tanto tempo que eu tinha lido um YA gostosinho!
Amei o escrita dessa autora e amei o romance e os dramas adolescentes...
Fofo!!!
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Marcelle 31/07/2021

Gostei mais do que Com Amor, Simon
É um livro parado e sem grande desenvolvimento, mas era isso o que eu estava querendo.

"É como se nem adiantasse eu gostar de meu corpo, porque sempre tem alguém para me lembrar de que eu não deveria gostar."
A leitura contínua ótima e fluída, só travei em momentos que pareciam querer ser profundos e não eram devido à personalidade da protagonista.

"- Quero saber de quem você gosta.
- Pergunta difícil. Odeio todo mundo."
Falando na protagonista, é 8 ou 80, ama ou não suporta. Eu gostei. Mas sim ela consegue ser um exagero de grosseria e julgamentos como forma de proteção.

"A coisa mais normal do mundo. E por isso mesmo eu não deveria me sentir excluída e rejeitada. Pois é."
Acredito que o motivo de eu ter realmente gostado foi que no primeiro livro já tinha simpatizando com a Leah e queria mais porque não acreditava na forma como o Simon a via.

Se mesmo assim está duvidando de ler aqui o ponto: é uma continuação então aparece mais do casal Simon x Blue (e as passagens são adoráveis).

" - Você precisa parar de fazer isso.
- De fazer o quê?
- De desistir das coisas quando algo dá errado"
(Essa parte em específico consegue definir beeeem a Leah)
bruna gama 31/07/2021minha estante
amei seus comentários!! 27 crushes de molly é o melhor da autora na minha humilde opinião


Marcelle 31/07/2021minha estante
Obrigada! Vou ler ele depois de Com Amor, Creekwood




zulemita 24/04/2021

estressante mas lindo
nunca li com amor simon, só assisti o filme, mas quis pular pra ler esse e acho que não teve problema porque, como eu assisti o filme, já tava sabendo do básico da história, então não fiquei boiando

de qualquer forma, é um livro muuuuito fácil rápido e gostosinho de ler, daqueles que vc nao cansa por nada, apesar de ser um pouco estressante. é uma história muito bonita e eu amei demais, o problema eu acho é que teve hm muita enrolação ? não tanta, e eu sei que foi necessária, mas sei la achei.

outro problema é que a protagonista é temperamental até demais que chega a dar ódio porque ela grita com TODO MUNDO. teve momentos que sim foi preciso, mas serio teve outros que ela surtou completamente desnecessariamente. mas tudo bem, gostei mesmo assim.

essa é a resenha adeus
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Wal 01/05/2021

Divertido
Esse livro surpreendentemente me divertiu, muito mais do que eu esperava, mais ainda sim minhas impressões do começo da leitura continuaram durante todo o livro.
A Estória foi leve e divertida o que eu já esperava pelo livro anterior da autora, com um cuidado maravilhoso na hora de falar sobre a bissexualidade o que me surpreendeu positivamente pois eu não esperava que esse assunto fosse ser tão bem trabalhado como foi, principalmente por eu não espera-lo no livro.
Apesar disso, acho que faltou algo na estória, faltou um plot para o desenrolar da trama, do jeito que ficou parece que não tem nada acontecendo porém tão criando espaço para acontecer mas nada acontece. Além disso acho que o Simon em alguns momentos se destacou de mais, tirando um pouco do protagonismo da Leah, o que poderia ter sido facilmente resolvido pela autora se ela tivesse apenas dozado mas o tanto de destaque dado ao Simon.
Apesar disso, o livro conseguiu me divertir e foi muito rápido de ler por ser bastante fluido e foi mais uma ótima experiência com a Becky Albertalli.
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selinakyle 04/07/2021

EU TO MUITO BOIOLINHA SIM PRECISAVA FALAR
Você venceu, Becky Albertalli, você sabe que venceu.
É muito gostoso ler um livro (livros né, Simon vs a agenda homo sapiens/ com amor, Simon estão inclusas nessa afirmação) onde adolescentes agem como adolescentes, digo isso no sentido de que eu me senti tão- ai não sei nem qual palavra usar (KKKKK) não creio que representada seria a palavra certa, mas assim me pegou de um jeito sabe eu realmente não sei explicar.

ENFIM,
A escrita da Becky Albertalli é tão gostosa de ler, sério. Quando você percebe você leu uns cinco capítulos e nem sentiu, fiquei muito envolvida com todo o plot o desenvolvimento da Leah da Abby sabe (tenho muitas coisas em comum com as duas quase chorei quando (piiiii) enfim. AMO quando uma autora/ um autor sabe trabalhar com a representatividade e não ser aquele clichê mal feito (PFVR ALGUEM FAÇA ALGUMA COISA DE GAYS TRABIQUEIRAS A COMUNIDADE ESPERA POR ISSO FERVOROSA)

Sério, eu amei cada segundo em que berrei e fiquei frustrada com a Leah, de entender mais a Leah de ver um poquinho mais da Abby. Fiquei boiolinha pelos meus OTPs sim (Simon e Bram, eu amo vocês! Leah e Abby, eu amo vocês!)
Tem alguns pontos que não vou me aprofundar (pq não quero dá spoiler) mas deixo registrado que até queria mencionar, mas deixa quieto.
Toma aqui o meu selo de recomendação de qualidade1!!!

ps, ei Beckyyyyyyyy que tal fazer um Com amor, Nora enfim um livro focado na Nora! com cameos dos OTPs mais amados desse mundo, pfvrrr tem gente que chora!!
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Aline || @itsme__line 23/10/2020

No começo demorei muito na leitura, não é cansativo, só que não me prendeu de primeira, mas depois o livro vai te conquistando, ainda mais com ?Referência de Harry Potter?.
Gostei dos personagem, eles te conquistam.
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