As filhas do Capitão

As filhas do Capitão María Dueñas




Resenhas - As filhas do Capitão


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Giuliana.Fiori 28/02/2020

Impossível parar de ler.
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Lucas.Jesus 12/05/2021

?Três irmãs, dois mundos, uma cidade?
Meu, que livro gostoso de ler ! Cada detalhe , cada personagem com suas personalidades, cada história vivida por eles dentro de um só lugar que nem sei.

Mona , Luz e Victoria, sempre vão ser personagens que levarei para a vida. Cada qual com o seus sonhos, medos, desejos e amores complicados rs. Tanto que seria difícil dizer qual é a minha favorita, apesar de ter sempre um lado puxando para a Mona. Ah, meninas, que vontade que da de ler uma história que contasse mais sobre o que aconteceu com a vida de vocês, e por onde mais vocês se aventuraram. Mas quem sabe eu mesmo não imagino algo que complete né ?


Para a escritora só tenho a agradecer por ter escrito algo tão válido. Por ter me feito ver o quão difícil é para as mulheres enfrentarem as adversidades da vida, com os medos que elas passam, com o preconceito enfrentado quase que diariamente por pequenos, médios e grandes atos de quem as cercam nesse mundo que tanto tem a aprender com elas

Se tem uma palavra que tenho a dizer sobre as lições desse livro é : gratidão


Se recomendo ?
Siiiiiiiiiiiiiimmmmmmmm !!!!!!!!



?????
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Serginho 22/07/2020

Desbravamento
Resolvi comprar o livro ao folheá-lo numa livraria . Não conhecia a autora mas a narrativa sobre tres irmãs unidas e de fibra me chamou a atenção.
É um livro sobre força feminina , amor , união , percalços , imigração tudo isso numa cidade grande como Nova York dos anos 1936 . Lembrei da trajetória da minha avó que foi também uma imigrante e passou por essas adaptações , e assim fui me encantando com as irmãs Arenas . Seus amores , seus humores , enfim o livro é interessante , e cativa .
Recomendo
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AnnaFernani (@maeefilhaqueleem) 05/04/2020

As filhas do capitão, da María Dueñas conta a história das irmãs Arenas q forçadas pelos pais, deixam a Espanha p/ se mudar p/ a colônia Espanhola de Nova York em 1936, onde seu pai q foi antes abriu a taberna El Capitán.
Acontece q um acidente tira a vida de Emilio Arenas e agora Victoria, Mona e Luz precisam tomar sérias decisões já q contas e dívidas precisam ser pagas e elas só conseguem pensar em voltar p/ o seu país e suas vidas. Elas decidem reabrir o El Capitán, mas de uma forma diferente, renovada e mais moderna, mesmo contra a vontade da mãe e durante esse caminho elas conhecerão uma Nova York cheia de adversidades e passarão por diversas situações q mudarão a vida de cada uma p/ sempre.

Maria Dueñas escreve de forma maravilhosa a personalidade dessas mulheres tão diferentes entre si, mas tão fortes. Amei as passagens onde elas brigam entre si, se batem, gritam, mas como protegem uma a outra apesar desse jeito feroz delas, rs!
Foi muito bom acompanhar a vida dos imigrantes em uma Nova York cheia de possibilidades e luta p/ sobreviver e crescer.
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Barbara Prass 15/09/2021

Las Hijas del Capitán
Foi uma leitura diferente, uma leitura incrivelmente profunda e imersiva.

Lendo As Filhas do Capitão tu tem a sensação de estar do lado das irmãs vendo elas crescendo e entendendo o novo mundo, tu chora junto com elas nos percalços, e se apaixona com elas, acompanhar as 3 irmãs Arenas foi muito gratificante, é uma leitura fantástica. Vou guardar a Victoria, Mona e Luz no coração pra sempre!
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Adri 26/06/2021

Um bom livro.
A trajetória de três irmãs, suas vidas, seus amores e desafetos, sua mãe difícil de lidar e o aprendizado da luta pela sobrevivência em uma sociedade tão cheia de obstáculos.
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Duda @pagesofduda 13/03/2021

Não é o melhor
Infelizmente está longe de ser o melhor livro da escritora. O tempo entre costuras supera de longe, muita prolixa na escrita, o livro atingiu o ápice quase no fim.
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Ladyce 14/11/2018

Este é o terceiro livro de Maria Dueñas que leio. O primeiro, "O tempo entre costuras", foi uma leitura excepcional. Rara obra de aventuras em que uma mulher tem a liderança. Foi também uma excelente maneira de relatar alguns detalhes da vida na Espanha na época de Franco. Nota dez. Li depois "O melhor está por vir". Não me encantou. A mim, pareceu um exercício forçado para a entrada no mercado americano. A história se passa na Califórnia, e está ligada às missões espanholas. Por isso não li nenhuma outra obra de Dueñas. Mas este mês meu grupo de leitura escolheu "As filhas do Capitão", para discussão.

Assim como seu primeiro livro – "O tempo entre costuras", sucesso mundial que virou uma série na televisão, muito boa por sinal — este é um livro de aventuras. Aqui,três jovens irmãs emigram para os Estados Unidos nos anos 30 do século XX. "As filhas do Capitão" tem capítulos pequenos e muitas situações de perigo, momentos críticos de decisões pessoais de cada personagem, refletindo com clareza e detalhe as vicissitudes, perigos, alegrias e sucessos dos recém-chegados ao EUA, momento que imigrantes têm como um segundo nascimento ao desfrutarem de liberdades em geral fora de seu alcance na terra natal. Sem dúvida a chegada ao país para onde se emigra pode ser um período de escolhas, e empreendedorismo sem igual. As irmãs, Victoria, Mona e Luz Arenas, que a princípio não queriam deixar a Espanha para acompanhar a mãe e se juntarem ao pai emigrante, logo despertam para novas possibilidades que são ainda mais sedutoras quando subitamente encontram-se órfãs de pai e responsáveis pela mãe camponesa, analfabeta, com visão do mundo limitada pela aldeia onde moravam naquele país ibérico.

Como grande parte dos imigrantes, a família encontra respaldo na comunidade de conterrâneos emigrados. Aqui foram espanhóis que ocupavam grande variedade de posições sociais, do trabalhador braçal, aos pequenos negociantes, profissionais liberais e até mesmo personagens da decadente família real do país. Para sobreviverem, se alimentarem, as irmãs jovens, atraentes e bonitas, decidem levar avante o pequeno restaurante endividado que o pai lhes deixara. Sem nunca terem trabalhado no ramo, sem qualquer conhecimento de inglês, as irmãs Arenas se empenham em encontrar maneiras de sobreviver e simultaneamente descobrir as próprias habilidades, opiniões, gostos, limites, moral e perseverança. Sem que se fale nas encrencas amorosas que pavimentam o caminho, este é um livro que descreve conquistas, erros, desavenças, decisões nem sempre acertadas, a vida repleta de aventuras numa terra estranha. Neste ponto "As filhas do capitão" é um livro tão excitante quanto "O tempo entre costuras". O que é diferente, é a enorme coletânea de dados históricos que vêm muitas vezes a troco de nada, e pesam no texto por absoluta falta de disciplina da autora e falta de algum bom editor que lhe aconselhasse a cortar muito dessas partes.

Depois do sucesso de "O tempo entre costuras" Maria Dueñas deixou a carreira de professora universitária para se dedicar exclusivamente à escrita. Tornou-se escritora por tempo integral. Enquanto escrever ficção era um hobby, uma segunda opção de vida, sua narrativa fluiu. Toda a pesquisa necessária para retratar a época de Franco na Espanha fez parte da narrativa de seu primeiro romance sem pesar no texto. Grande pesquisa histórica foi necessária para localizar este romance "As filhas do capitão" na mal conhecida imigração espanhola nos Estados Unidos. É evidente que Maria Dueñas se dedicou seriamente a levantar os detalhes da época e de toda a colônia espanhola em Manhattan nos anos 30 do século passado. Mas é exatamente por isso que há desconforto na leitura do texto. Apesar de abraçar a carreira de escritora de ficção, a autora não conseguiu se desfazer do hábito acadêmico de colocar tudo o que se sabe num documento para provar que a pesquisa foi feita. Maria Dueñas vestiu a toga de escritora sem se desfazer dos vícios da escrita acadêmica. Há momentos em que quase sentimos sua vontade de colocar uma nota de rodapé sobre a descoberta que fez. Há dezenas e dezenas de parágrafos sobre a família real espanhola; há detalhes sobre as ruas, sobre endereços, sobre hotéis, que não enriquecem necessariamente o texto, mas que servem de obstáculos para a leitura suave da história. Muito disso poderia ser cortado. Poderia também pertencer ainda a outro romance sobre espanhóis em Nova York. E muito também poderia ser revelado através de diálogos, através de reflexões de personagens para suas decisões, sem que ocasionalmente o leitor se sinta tendo uma aula sobre o assunto. Este é, sem dúvida, o grande defeito deste livro.
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Hester 16/02/2020

Achei bem fraquinho, embolado... Vale pela história dos emigrantes espanhóis nos USA.
Alcione 17/02/2020minha estante
Quero não...


Hester 17/02/2020minha estante
Tá certa...


Alcione 17/02/2020minha estante
Rsrs
Ainda recomenda o outro, né? Vou iniciar por ele.




Evangeline 25/01/2021

Quando vi o título do livro, imaginei que seria uma história maravilhosa de três mulheres. Porém, ao longo da leitura, percebi que, se a autora enxugasse o que foi escrito, restariam, no máximo, 200 páginas. Pensei em abandona-lo, mas decidir continuar.
Foi bom, pois, do meio para o final, a história ficou interessante, mas não encheu os meus olhos.
A história das Arenas deveria ter sido bem melhor, ao invés de detalhes demasiadamente desnecessários sobre questões que não acrescentaram. Enfim, não recomendo. ?
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gigi 25/05/2020

As filhas do capitão
Este livro é muito bom a história de desenvolve bem porém eu acho que não precisava acabar ali poderia continuar com o romance das irmãs Arenas, o final não me decepcionou só queria mais um pouquinho do mundo delas na Rua Catorze. Recomendo por falar de amor, imigração, estupro, abusos e tantas outras coisas expondo a verdade nua e crua. O começo não me prendeu muito e a apresentação foi meio entediante mas conforme a história foi indo, fui gostando cada vez mais um livro muito interessante mesmo que o final não tenho sido dos melhores.
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Mariana 09/07/2020

Romance histórico
María Dueñas conta a história de três irmãs: Victoria, Mona e Luz Arenas, e sua mãe, Remedios, imigrantes espanholas na Nova Iorque da década de 1930.
A autora se esmera em retratar o cenário da cidade naquela época, sobretudo a vida da comunidade espanhola. É, assim, um romance histórico.
No entanto, na minha opinião, a narrativa se estende demasiadamente no cenário e peca na construção das personagens, dificultando criar uma empatia com as irmãs Arenas.
Enfim, gostei do livro pelo aprendizado sobre a comunidade espanhola daquela época, mas não me encantei pelo romance.
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Isabel.Dornelles 26/08/2020

Envolvente
Uma história envolvente, cheia de altos e baixos que nos faz pensar sobre o poder das mulheres e as dificuldades da vida. Mesmo sendo longo, a leitura é fácil e prende até o fim. Adorei!
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Barbarella 18/04/2020

Muito bom
No início a história não me prendeu mas quando chegou na metade começou a ficar bem interessante. Achei a leitura rápida porém em algumas partes a autora se atenta a muitos detalhes ficando um pouco cansativo. O final poderia ter sido mais desenvolvido após o acontecimento mais chocante mas a história é bem interessante e a personagem que mais chamou minha atenção foi Mona que das três irmãs foi a única que pareceu acordar pro mundo mais cedo.
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Gabi 28/12/2020

Presente do destino
Eu ganhei esse livro enquanto trabalhava, e na capa estava escrito "leia e passe adiante" e um presente do destino, então obrigada destino.
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