O Reino de Zália

O Reino de Zália Luiza Trigo




Resenhas - O Reino de Zália


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Ana.Oliveira 28/05/2019

A princesa que se tornou rainha
Esse livro tem a escrita leve e fluída de uma fanfic mas uma crítica social de grandes clássicos.
Você amadurece junto com a Zália e se apaixona com ela e também aprende a governar ao seu lado.

Terminei esse livro com grande euforia e querendo compartilha.

Ps. Não shippen errado
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Sofi - @sofiibooks_ on Instagram 08/05/2019

Resenha - O Reino de Zália
Esse livro vai contar a incrível história da Zália, que, por ser a segunda filha, não era a herdeira. Ela estudou a vida inteira em um colégio interno e tinha a sua paixão pela fotografia. Até aí tudo bem, mas seu irmão, Victor, (o herdeiro) sofre um atentado e antes que consiga lamentar a morte do irmão já tem que governar. No início, ela não se saiu muito bem pois estava com muita pressão e acabava às vezes sendo controlada pelo seu pai nas decisões. Mas, Zália começa a ouvir cada vez mais o povo e principalmente uma rebelião chamada Revolução, que não tem medo de ir às ruas protestar e defender sua opinião. Obviamente, o governo não gosta disso. Como se não bastasse, Zália vai ter que lidar com o amor: vai reviver um amor e antigo e descobrir um novo.
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Dreeh Leal 01/05/2019

O reino de Zália - Luly Trigo
O reino de Zália foi meu primeiro contato real com a Luly Trigo. Anos atrás eu li um conto seu, mas a experiência com um livro é sempre diferente. Sua narrativa é agradável, envolve o leitor na trama que está sendo construída e as mais de quatrocentas páginas nem são sentidas. Vocês sabem que romance juvenil sempre ganha meu coração e aqui temos dois possíveis romances: um fofo com o amor de infância e outro que me deixou com uma pulga atrás da orelha. Os odiadores de triângulos amorosos podem respirar aliviados, pois não chegamos a tanto.

Como uma boa distopia, precisamos de muitas explicações sobre a estrutura da sociedade e nesse ponto foi inevitável identificar referências ao nosso Brasil. Não somos o único país a lidar com revoltas populares e corrupção institucionalizada, mas sendo o livro uma crítica a tudo que há de ruim na política, tinha que rolar essa identificação. Por outro lado, a história nos faz querer acreditar em um futuro melhor, mas justo para todos.

Entre vários elogios, tenho apenas uma crítica: a ingenuidade da protagonista. Zália é das minhas. Seus sentimentos são cheio de intensidade e, quando decide confiar em uma pessoa, faz isso quase cegamente. Só que lhe faltou instinto! Quando sua intuição diz que algo está errado, de ouvidos a si mesma. Se bem que no caso dela foi mais do que isso... Coisas erradas saltavam aos seus olhos, mas eram simplesmente ignorados. Ela me encheu de orgulho em vários momentos e me fez passar raiva em outros. Acontece, né?

A Editora Seguinte arrasou muito na edição do livro. A reflete bem nossa protagonista e a diagramação está uma fofura. Os inícios de capítulos são enfeitados, temos troca de mensagens e um espaçamento bem confortável a leitura.

Uma história com belos cenários, que fala sobre família, amizade, responsabilidade e, acima de tudo, esperança. O reino de Zália é repleto de clichês, mas não tem como não conquistar o seu público alvo. Um young adult com conteúdo relevante para os jovens de hoje, ideal para dar presente.

site: http://www.maisquelivros.com/2019/03/resenha-o-reino-de-zalia-luly-trigo.html
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Daniela -@livroterapiamylife 16/04/2019

#resenhalivroterapia | O Reino de Zália | @companhiadasletras | @lulytrigo |@editoraseguinteoficial
.
. . "Ter meus amigos ao meu lado me fortalece. Eles não se importaram ao me ver chorar, isso não os afasta. Permanecem todos do meu lado. Com eles, as preocupações e o medo se tornam menores. Me sinto mais eu, e a coroa não parece tão pesada." .
Zália, é a princesa de Galdino, um dos seus sonhos é viajar e fotografar todos os lugares do mundo.
Sua vida seguia tranquilamente no internato, onde fora enviada para estudar e ficar longe de tudo que se referia ao Reino.

Infelizmente um atentado acontece e seu irmão Victor morre. E a vida da Zália vira drasticamente, e seus planos vão todos pelo ralo.
O Rei de Galdino, pai dela é muito rigoroso, e tudo tem que ser conforme as suas ordens. Por outro lado tem a Mãe que é uma mulher muito forte e da total apoio a filha.
Com a Insatisfação do povo de Galdino, Zália se ve entre a cruz e a espada. Respeitar as ordem do pai, ou fazer o melhor para o povo. .
“Não sei o que pensar sobre a Resistência. Parte de mim concorda com seus ideais, mas não me sinto bem assumindo isso. É como se estivesse apoiando os assassinos de Victor, o que me deixa enojada e furiosa"
.
O Reino de Zália vai muito além de um simples fantasia. A impressão que tive foi que a história se repete aqui no nosso Brasil.
Os governantes dessa fantasia, também infringiram leis, e o povo que se dane. Mas nem tudo está perdido. Zália você é uma menina muito forte, destemida. Me encantou e desencantou. E que sorte a sua em ter amigos como esses. Eu adorei o seu crescimento na trama. .
Fora que a autora abordou alguns temas de extrema importancia, como empoderamento feminino, representou sutilmente o mundo Lgbt o quanto a própria família, recrimina e não aceita.
E a base de como a política foi exposta aqui, achei o máximo.

site: https://www.instagram.com/p/BsbV59SgxBp/
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Paraíso das Ideias 01/02/2019

Um com enredo inspirador e inteligente
Quando solicitei o Reino de Zália, imaginei ser apenas mais uma fantasia para aumentar minha coleção, todo mundo sabe que sou louca pelo gênero e que nunca perco a oportunidade de ler mais um... mas fui surpreendida imensamente quando percebi que Zália era uma distopia fantástica que discute e aborda política de uma forma simples e jovial.

Nossa protagonista é uma jovem princesa que vê seu mundo e seus sonhos se perderem quando seu irmão mais velho e regente do Reino é assassinado. Acostumada a ser apenas uma princesa, e por ser a segunda na linha de sucessão, Zália nunca imaginou que chegaria ao trono, e assim teve uma vida quase comum, alimentada pelo sonho de um dia ser fotógrafa. Quando seu irmão falece ela precisa assumir a regência já que seu pai se encontra debilitado, é quando ela vê tudo descer pelo ralo e se encontra perdida num mundo desconhecido.

Me sinto egoísta por me preocupar com meu futuro quando deveria estar lamentando a morte do meu irmão. Mas os dois fatos estão tão entrelaçados que é impossível fugir. A morte de Victor é minha sentença.

O Reino de Galdino, a ilha onde nossa protagonista mora, está sofrendo atentados de uma resistência, inicialmente, Zália julga essas pessoas como ruins e baderneiras, quando enfim ela assume a regência descobre que eles estão lutando pelos direitos do povo, por um país melhor e com condições melhores para o povo. Isso te lembra algo?
Mesmo contra sua vontade, a jovem assume seu dever e decide lutar pelo seu povo, sendo uma regente melhor e mais justa, mas no seu Reino assim como no mundo existe corrupção, e lutar contra o mal não será fácil, e mais que isso, será perigoso!

Quando iniciei a leitura não havia me atentado que a autora é brasileira, e apesar das semelhanças e dos debates implantados na leitura, só fui ter certeza quando finalizei a história e vi a biografia da mesma.

Através de uma escrita jovial, com termos de fácil compreensão, Lucy criou um mundo bem parecido com a atual situação do nosso país, e colocou em debate coisas importantes como política e corrupção, a obra é um instrumento de aprendizado rico para jovens leitores que precisam aprender mais sobre nossa situação econômica para se tornarem cidadães inteligentes e bem informados.

Os personagens são cativantes e envolventes, e entre todos destaco o Gil, um dos amigos de Zália que se torna seu assessor politico de mídias, um jovem que acaba de descobrir sua homossexualidade e que se vê enfrentando o preconceito da própria família que o expulsa de casa. Tendo como apoio apenas os amigos, ainda sim, Gil mantém sua alegria e sua vontade de viver protagonizando os momentos mais divertidos da obra.

O Reino de Zália é uma leitura enriquecedora, com debates inteligentes, narrativa leve e jovial e personagens que cativam desde o início, a história com certeza deve ser lida pelos jovens e adultos. A autora está de parabéns por criar uma obra tão inteligente é tão importante nos dias de hoje.

É importante ensinar aos jovens o que é certo e errado e o quanto devemos lutar pelo nosso país e pelos nossos direitos. Uma obra que super indico e que me surpreendeu de inúmeras formas positivas.

site: https://www.paraisodasideias.com
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Lubug 18/01/2019

Resenha sem spoiler: O reino de Zália
Apesar de ser o primeiro livro de fantasia da autora, Luly Trigo surpreende o público com uma obra incrível juvenil feita em parceria com a editora Seguinte. O romance nos leva para Galdino, um arquipélago tropical governado por uma monarquia. Vitor, o príncipe regente da ilha, sofreu um atentado terrível. Sendo assim, sua única irmã, Zália, se tornou a herdeira do trono. Porém a princesa nunca se preparou para governar. Seu sonho sempre foi viajar o mundo e ser uma fotografa. Durante as 434 páginas, Zália terá que aprender a se comportar como uma rainha, controlar seus sentimentos amorosos por um soldado que partiu seu coração no passado e lidar com diversas acusações de corrupção dentro de seu próprio reino. A obra nos permite refletir sobre as questões políticas atuais do Brasil. Apesar disso, o romance não deixa de focar em outros temas, como: Romance, amadurecimento, responsabilidades, amizades e muito mais. Recomenda-se apreciar a obra preparado para
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Italo Bernardo | @wesleyliterario 17/01/2019

Nada de surpreendente ou grandioso, mas bem leve e com uma construção bacana
#WesResenha

"Estar acompanhada é definitivamente melhor. A dor parece menor quando compartilhada [...]"

Esse foi o meu primeiro contato com a escrita da Luly e começo dizendo que estou encantado.

A autora ambientou a obra de uma forma que nos faz querer conhecer o reino de tão real que ele se torna ao longo da leitura.

Zália é uma personagem que representa a força feminina de um modo incrível. No início ninguém acredita que ela seja capaz, mas não baixando a cabeça ela segue firme e mostra a todos que é mais do que capacitada, em alguns cenas ela tomou atitudes que me surpreenderam positivamente. Sendo o típico personagem que não faz querer entrar no livro para ora abraça-lo e conforta-lo ora dar uns gritos para ter alguma reação, ela não permanece passiva aos acontecimentos errôneos com os quais se depara e enfrenta a luta mesmo, dando sua cara tapa passando por cima do que for preciso para alcançar o seu objetivo.

A história mostra problemas sociais como pobreza, corrupção, descaso na educação e saúde entre outros. Esse foi uma das coisas que fez a obra ganhar mais pontos positivos comigo, pois é algo que faz parte da nossa realidade e a verossimilhança é muito forte nesse ponto. Ela deixa claro que o real problema não é a falta de dinheiro, mas sim o mal caratismo dos governantes (essa seria uma ótima dica de leitura para inúmeras pessoas desse nosso país, não ?) que usurpam a população para enriquecerem.

"O Reino de Zália" tem um enredo simples e até previsível, mas a trama é tão bem construída que ganha o leitor logo nos primeiros capítulos. Uma aventura moderna, com uma princesa que toma as rédeas de sua vida e segue em frente fazendo de tudo para alcançar seus objetivos. As discussões centrais dessa narrativa prometem cativar leitores de todas as idades e tenho certeza que Galdino será um reino que ganhará seu coração.
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C. Aguiar @coelhoobrancoo 11/01/2019

Zália tem dezessete anos e vive em um arquipélago chamado Galdino. A jovem passou boa parte da sua vida em um colégio interno na companhia de seus amigos e tem paixão por fotografia.
Victor - seu irmão - acaba vindo a falecer e a garota precisa retornar para casa, coisa que ela não faz com muita frequência.
O pai de Zália é o rei de Galdino e está com sérios problemas de saúde. Devido a morte de Victor, o rei precisa da ajuda de sua filha para colocar as coisas no seu devido lugar. Então Zália acaba sendo nomeada como regente.

A garota terá de tomar decisões muito difíceis. Existe uma resistência que está sendo acusada de planejar a morte de seu irmão e Zália precisa investigar mais a fundo, mas nem todos ficarão felizes com ela metendo-se onde não é chamada.
A nova regente terá de percorrer um longo caminho pela frente e juntamente com seus amigos - agora conselheiros - ela irá tentar resolver os problemas que assolam o reino e sua vida pessoal.

A mãe dela sempre desejou que a garota ficasse o mais afastada possível de todo esse mundo, talvez ela crescesse com uma personalidade distinta da personalidade do pai. No decorrer das páginas descobriremos se tê-la deixado afastada de tudo foi ou não uma boa ideia.
Enquanto várias coisas acontecem, a garota terá de lidar com seus sentimentos confusos em relação a Enzo.
Zália começa a ter provas/documentos suficientes para iniciar uma nova era em seu reino, mas isso não será nada fácil. A população parece estar do seu lado e começar uma revolução nem sempre é fácil, ainda mais quando isso envolve seu pai.

Zália é uma boa amiga, é inteligente, bastante empática e gentil, mas muitas vezes me vi irritada com alguns dramas e na falta de habilidade dela em colocar a razão ao invés da emoção. Ao invés de seguir conselhos valiosos, ela colocava a paixonite em primeiro lugar.
Eu consigo entender que Zália além de adolescente, cresceu privada de muitas coisas e por isso é bastante ingênua, mas não custa nada colocar o cérebro para funcionar em alguns momentos.

O enredo tem uma linguagem atual e bastante fácil de acompanhar, tenho certeza que agradará bastante o público alvo.
Eu gostei da leitura da medida do possível, mas infelizmente não consegui me conectar com os personagens.
Também não achei o início da história muito atraente, demorei para pegar o ritmo, mas no geral foi algo proveitoso.

O livro vem tocando em vários assuntos importantes e acho que vale a pena dar uma lida na história, talvez o leitor seja surpreendido. Pode não ter funcionado tanto para mim quanto eu gostaria, mas algumas pessoas apreciaram demais a leitura.
Não encontrei erros enquanto lia. Gostei da diagramação e da revisão, mas como li a edição em ebook, não posso falar sobre a edição física.

site: http://www.seguindoocoelhobrancoo.com.br/
Júlia 11/06/2019minha estante
Parece lembrar A Seleção... sabe me dizer se sim?


C. Aguiar @coelhoobrancoo 16/06/2019minha estante
pelo pouco que li da seleção esse parece ser bem superior.


C. Aguiar @coelhoobrancoo 16/06/2019minha estante
n me lembrou não, mas vai de cada um né.


Júlia 18/06/2019minha estante
Obrigadaaa!




ELB 22/12/2018

Acho que ainda estou sem palavras para descrever como me sinto ao terminar o livro da Luly Trigo, o Reino de Zália. Admito que não esperava metade do que ele me trouxe. Achava que seria apenas um conto de fadas fofo, romantizado e com dramas de uma adolescente assumindo o trono de um país problemático. Nunca havia lido nada da Luly, nem tido qualquer contato com ela, até o evento da CIA onde ouvi um pouco sobre a história e na hora tive certeza que precisava ler. Acho que ando meio na fase de querer ler mais sobre escritores brasileiros que se aventuram em fantasia. E o que eu posso dizer é que valeu a pena.

Na história, somos apresentados ao reino de Galdino e à segunda na linha de sucessão, Zália. Uma princesa de dezessete anos que durante toda sua vida nunca imaginou um dia ser rainha. Sempre teve sonhos de conhecer o mundo e tirar fotos, sua maior paixão. Até que seu irmão Victor sofre um atentado e acaba morrendo, deixando Zália diante do trono.

Galdino é um conjunto de 64 ilhas, divididas em 18 estados e com uma população de 80 milhões de pessoas, que foi fundada pela família de Zália e é desde então governada por ela. O atual rei, Humberto, está afastado de seu posto por causa de um AVC e nomeia Zália como sua Regente e futura Rainha no lugar de seu irmão, dando início a essa magnifica história.

Inicialmente, seu pai estabelece que ela não decidirá nada, apenas assinará documentos e fará visitas reais, enquanto ele continua à frente de tudo. Entretanto, sua mãe lhe incentiva a fazer aquilo que acha certo e buscar o melhor para o povo.

Galdino encontrava-se dividida pela Resistência, que não apoia mais a monarquia e os mais conservadores que acreditam que o país não precisa de mudanças. E Zália se vê metida em meio a esse caos, ainda mais com seu pai buscando incansavelmente os responsáveis pela morte de seu irmão.

“Me sinto egoísta por me preocupar com meu futuro quando deveria estar lamentando a morte do meu irmão. Mas os dois fatos estão tão entrelaçados que é impossível fugir. A morte de Victor é minha sentença.”

Desde o início do livro não tem como não se envolver pela narrativa escolhida pela Luly, é fácil se apaixonar pela simplicidade e confusão de Zália, suas inseguranças e forma de encarar a vida. É uma narrativa em primeira pessoa, que te faz se prender ainda mais à princesa regente.

Os personagens são cativantes, e não posso negar que amei do início ao fim o Gil, um dos três melhores amigos de Zália, juntamente com Julia e Bianca. Eles são meio que “gente como a gente”, presos num mundo novo e adorando cada dia no palácio ao lado da futura monarca.

A forma como Luly criou um reino longe de ser perfeito e cheio de magia, diferente do que estamos acostumados e esperamos dos contos de fada me chamou muita atenção. É um reino que sofre assim como nós sofremos atualmente, com a corrupção, governantes que sempre saem impunes e com o rico cada vez ficando mais rico, enquanto o pobre cada vez fica mais pobre. Adorei ver citações que remeteram a tanta coisa real que nosso país vem enfrentando. Como os problemas com as merendas nas escolas, ou os professores que não recebem salário, mas ainda assim continuam dando aula, pois sabem que aquelas crianças precisam deles.

Luly soube trazer a nossa realidade para um mundo fantasioso de forma perfeita e até mesmo assustadora. Ás vezes passamos por uma notícia de jornal sem nos importamos com o que realmente está acontecendo à nossa volta e ler O Reino de Zália foi um tapa na cara, ainda mais diante do que vivemos atualmente no nosso país com toda essa mudança política. Pode ser um livro de fantasia, mas os temas são mais reais do que gostamos de admitir. O que só me faz temer ainda mais o que pode estar por vir.

Zália é o tipo de personagem que me agrada, pois o tempo todo está disposta a mostrar sua força, ainda mais num reino onde todos os dezoito governantes são homens, assim como todos os prefeitos e conselheiros de seu pai. Para uma jovem de dezessete anos, impor suas vontades é um desafio realmente grande. Seja mudando um simples vestido ou ditando o que falará por si própria sem que ninguém lhe represente. E ela mostra um crescimento sem igual durante as páginas, mesmo ainda sendo uma adolescente insegura, não desiste diante dos desafios. É uma princesa feminista, disposta a seguir seus ideais e jamais baixar a cabeça por ser mulher. Para nós mulheres, é uma inspiração ter uma personagem tão forte assim como ela.

“Por que estou tão elétrica?, pergunto a mim mesma. E, como se existisse outra de mim, respondo: Porque acabei de sentir como é ter poder... e gostei.”

Amo romances e não podia faltar nesse livro, sendo que, para mim, ele ficou realmente no segundo plano. Luly o usou na medida certa, pois não tem como querer focar no romance enquanto o reino inteiro está prestes a desmoronar. Mas, não tem como não sentir o coração dividido, como a princesa, e sofrer a cada desilusão. Amar e odiar personagens e desejar que o final seja feliz. Antonio e Enzo são personagens intensos e com grande construção da autora, te fazendo ter a cada página uma visão diferente deles, assim como Zália, ao descobrir seus segredos.

Um livro que me surpreendeu, pois, como já disse, esperava que tomasse um rumo comum, como qualquer livro de princesa que já li, mas, quanto mais eu lia, mais percebia que estava longe de ser o esperado. Uma história de política ambientada num reino e envolvendo toda a trama de uma jovem que precisa abrir mão de sua liberdade e assumir as responsabilidades cedo demais. Mostra que não importa quem você é, seja uma menina de dezessete anos, uma mulher ou quem quer que seja, o destino do país está diante de seus olhos e em meio às com as dificuldades, todos podem fazer sua parte. Zália apenas nos mostra que não devemos ficar calados, que mesmo com as mãos atadas podemos buscar soluções e melhorias, só não devemos nos manter quietos e esperando que a mudança aconteça, nós somos a mudança.

Luly Trigo já havia me conquistado com seu jeito carismático, sua simpatia e forma como trata aqueles que estão ao seu redor, mas me ganhou ainda mais com sua escrita e forma revolucionaria de ver o mundo. Ela conseguiu me prender do início ao fim em suas páginas e me fez desejar que a história de Zália não tenha chegado ao fim. Um livro apaixonante, para quem gosta de política, ou não, e para aqueles que amam fantasia e personagens fortes. Ganhou meu coração e um destaque em minha prateleira.

site: http://www.everylittlebook.com.br/2018/12/resenha-o-reino-de-zalia-luly-trigo.html
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Nana 11/12/2018

Zália tem dezessete anos e é apaixonada por fotografia. Ela vive em um arquipélago chamado Galdino. A menina passou parte da vida num colégio interno, onde tem a companhia de seus melhores amigos Julia, Gil e Bianca. Contudo, toda essa calmaria está prestes acabar.

Após receber a notícia da morte de seu irmão, Victor, Zália precisa retornar para casa. Aquela em que pisa uma vez ou outra. Seu pai é o rei de Galdino, mas por problemas de saúde, a regência estava a cargo de Victor. Como Zália se torna a única herdeira, à contra gosto, o pai a nomeia regente. Assim, ela se vê aos olhos de toda população, caminhando para se tornar rainha. A mãe sempre desejou que Zália ficasse afastada de toda monarquia e tramites, crescendo num mundo real que tornasse sua personalidade mais empática, diferente do pai. No decorrer das páginas, descobriremos se foi uma boa ideia ou não...

Cumprindo sua agenda, Zália se aproxima de detalhes sobre a Resistência, grupo ativista acusado de planejar a morte de Victor, e que as situações que eles expõem não são tão esquecíveis quanto parece. Ela é a mudança e como tal, começa a se importar com o assunto e investigar o que há por trás das acusações. Mas, não é todo mundo que ficará feliz com isso, né? Com ajuda de seus amigos, agora conselheiros, a futura rainha de Galdino aprende a se impor e questionar.

Por outro lado, a vida de Zália também trás conflitos para uma moça de sua idade, como o primeiro amor e a superação dele. Há anos ela nutre uma paixonite por Enzo, que ela descobre que será seu guarda-costas. Revira sua mente por completo. Daí aparece Antonio, que lhe ajudará com toda burocracia e render boas conversas, histórias e sedução. Difícil. Quem não fica nada feliz com a aproximação de Antonio é sua amiga, Julia.

Certa de que tem documentos o suficiente para iniciar a caça às bruxas, Zália sabe que pode corromper todo trabalho do pai. Eles nunca tiveram um ótimo relacionamento e o fato de ser a única herdeira não amenizou em nada. Porém, o povo começa a confiar que ela é a mudança e Zália só precisa provar a eles.

"Em breve vou poder fugir para o quarto e deitar em posição fetal, fingindo estar no internato como a Zália que eu era antes."

O blog teve a oportunidade de receber a prova da primeira fantasia de Luly Trigo, através da plataforma NetGalley, e de cara fiquei encantada com toda construção da autora. É fácil saborear os detalhes do fictício reino de Galdino e outras localidades próximas ao arquipélago. A ilha tem sua própria cultura, regras, alimentos... e flores - notou a capa? Pois é, Luly é muito criativa e sua escrita nos prende, numa trama política acrescentando questões familiares, amizade, mistério e claro, romance.

Afastada de tudo relacionado ao governo do pai, Zália tem de fingir que está tudo bem de um dia para o outro. Ressente e muito pelo fato de que parece a única a se deixar sentir o luto do irmão. Ela é uma garota legal, empática e uma ótima amiga. Talvez seus tons dramáticos incomodem, mas em certa parte há razão. Só me decepcionou um pouco em não ouvir os conselhos de Julia. Mais uma que põe crushzinho na frente de um conselho vindo de uma amizade de anos. Eu odiava quando minhas primas faziam isso comigo, então me chateia em leituras também. Ha!

Quem é mais assíduo nas redes, principalmente o Twitter, nota que o jovem moderno não tem medo de debater sobre questões políticas. Em outros tempos, talvez fosse um assunto que causasse certo asco, mas hoje, eles mantêm uma opinião forte sobre tudo. Zália e seus amigos são como esses jovens. Quando Zália recebe a notícia de que será regente, a trama dá espaço para várias discussões sobre a monarquia e o reinado de seu pai e irmão. Muitos fatos bem atemporais. Julia é sua amiga que foi criada em meio ao ativismo e possui opiniões avessas, que decerto incomodam a amiga. A autora não subestima seu público e trás sua protagonista batendo de frente com quem for preciso.

"... Porque você lê jornais de má qualidade e acredita em tudo o que noticiam - rebate Julia, mais uma vez na defensiva. - Infelizmente, todos os movimentos, religiões e grupos idealistas têm extremistas, que querem ir muito além dos preceitos básicos, mas que não representam o todo."

O enredo ainda nos presenteia com alguns mistérios. Sobre a morte de Victor é mais nítido, porém ao assumir tal posição, Zália lidará com vários assuntos que seus pais desejariam manter em segredo. Não só dela, mas um do outro. E as manifestações da Resistência não são bobeira, como o pai e seus aliados tentam fazer parecer. Zália viveu boa parte de sua vida longe de toda movimentação no palácio e agora, precisa ser forte a cada nova descoberta e decepção. E claro, isso também a coloca na mira do perigo.

Não vamos esquecer que nossa protagonista é uma adolescente que cresceu com certas privações e isso trás ingenuidade no que se trata de relacionamento amoroso. Enzo foi sua primeira e única paixão, mas o rapaz a decepcionou. Agora, Zália acaba por chamar atenção de Antonio, mais experiente e a encanta com conversas predominadas pelo conhecimento; a educando como ser uma boa rainha. Mas será que Antonio é realmente confiável? Porém, Zália não foi privada em ter amizades e a trama explora momentos bem divertidos entre eles, além dos compromissos reais. Alguns bem lindos também, como a maneira que ela decide ajudar um deles que está em conflito com os pais.

Vamos a parte que me pegou de jeito nessa história: a relação de Zália com o pai. Já na dedicatória a autora deixa claro sua inspiração para todos os conflitos entre os dois. Bom, já comentei algumas vezes que meu pai e eu não temos um relacionamento maravilhoso. Vi e muito dele no pai de Zália. Há uma cena em que Zália questiona algo a mãe, sobre os sentimentos dele, que me lembrou uma conversa que tive com a minha tempo atrás. O final dos dois tem aquele gostinho doce amargo.

" Finalmente entendo que é importante se permitir sentir. Só assim podemos superar nossos traumas e crescer. Transformar os obstáculos em lições e não em fantasmas."

"Quando achei que tinha superado, você voltou ainda mais lindo, me seguindo dia e noite."

O Reino de Zália nos trás uma narrativa atual e jovial. Luly Trigo nos deixa encantados com seu cenário. Quem não nutre esperança por dias melhores? Quem não torce para que surja alguém que acabe com todo caos? Não sou muito habituada com livros do gênero, mas a escrita da autora é deliciosa. O final dá aquele gostinho de que terá uma continuação.

Lido em e-book e apesar de não ser a edição final, gostei da revisão, a leitura foi bem proveitosa e compreensível. Deu para ter um gostinho da edição física, com um mapa nos apresentando o cenário da narrativa. Florais presentes pelos capítulos, nesse caso sou meio suspeita porque amo demais. E mais uma vez, a editora trás interatividade, com formatação das mensagens trocadas entre os amigos (isso vi em fotos da edição física).

site: https://cantocultzineo.blogspot.com/2018/11/livro-o-reino-de-zalia-luly-trigo.html
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Silas Jr 30/11/2018

Resenha publicada no Leitor Compulsivo
http://leitorcompulsivo.com.br/2018/11/30/resenha-o-reino-de-zalia-luly-trigo/

Olá compulsivos, tudo bom? Hoje vamos falar um pouco sobre essa obra que eu considero uma distopia mais do que fantasia. Luly Trigo é uma autora nacional já muito conhecida entre o público adolescente com várias obras, como por exemplo, “Meus Quinze Anos” que ganhou adaptação para o cinema. Em sua estreia nas distopias, a autora consegue colocar elementos fortes e atraentes, no entanto, com alguns pontos muitos clichês dos romances adolescentes.

O Reino de Zália é uma história em que a visualização do começo, meio e fim é bem perceptível. Nela conhecemos Zália uma princesa que está se desenvolvendo humanamente longe do castelo, o que acaba lhe proporcionando uma visão de mundo um pouco distante das maravilhas de se fazer parte da realeza; mesmo que as regalias ainda caminhem com ela diariamente. Após seu irmão, o príncipe regente sofrer um acidente e vir a óbito, ela assume a responsabilidade de regente e volta a se residir no castelo, e é justamente nessa mudança de quadros que ela passa a sentir o peso de ser uma princesa.

O início do livro não é muito atraente e sua apresentação é pouco convincente para querer continuar a ler. O que realmente salva é o último paragráfo do primeiro capítulo que incendeia a história ali mesmo. Neste ponto temos a noção e a expectitativa de que não será uma história romântica de uma princesa e seus conflitos internos romantizados para assumir um trono, mas, testemunhamos o nascimento de uma governante.

Ao voltar para o castelo e aceitar a responsabilidade de ser a regente após uma séries de considerações, o sofrimento do luto e incesantes discussões com o rei seu pai, o seu início de regente é marcado por mudanças. Dentre elas e que são válidas a pontuação é a definição da troca dos conselheiros do pai, em que ela coloca seus três melhores amigos, Julia, Bianca e Gil, que são o grande suporte de Zália e o alívio real da história. É justamente nessa mudança, que Zália mostra todo seu pontecial.

Zália é marcada pelas feridas de um relacionamento mal sucedido com Enzo que era o segurança pessoal de seu irmão Victor e que agora torna o seu. Diante de dúvidas e medo, ela tenta levar sua vida como regente diante da presença dele e isso lhe traz confusão. As questões do coração ficam complicadas quando Antonio, o jovem acessor político do palácio, a atrai e sentimentos por ele nascem. No entanto, Zália não quer que isso a atrapalhe, pois, ela sabe que o reino não vai bem.

A morte do seu irmão foi marcada após um discurso sobre planos na previdência de Galdino e isso acabou inflando ainda mais a resistência por todo o país. Após uma séries de investigações influenciadas por sua mãe que age discretamente, Zália descobre os podres dos políticos que governam os estados de Galdino e isso acaba resultando em uma grande reviravolta política na trama.

Esse livro possui muitas coisas e informaçoes que são colocadas nos momentos certos e que trazem o total sentido para história. Sua trama política é quase uma movimentação real do que acontece em nosso país e as reformas trazidas por Zália, são na minha opinião, o modelo certo e que beneficia a população. Os romances não são de obrigatoriedade, mas, eles e as aventuras com os amigos de Zália conseguem trazer o alívio inocente para história.

É um livro especial, pois nele consegui enxergar a essência daquilo que me forma como pessoa e como eu imagino o mundo. Um lugar incrível em que conseguimos usufruir dele o respeitando e também a seus habitantes. Para quem não estava gostando do início ele se tornou um queridinho da minha estante. Leiam!
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GETTUB 25/11/2018

http://gettub.com.br/2018/11/25/o-reino-de-zalia/
Zália é a segunda filha do rei Galdino, e apesar de está diretamente ligada a família real, ela vive uma vida quase que normal, estudando em um colégio interno. Contudo, isso está prestes a mudar, quando o seu irmão e também herdeiro do trono é morto em um atentado político. Agora, cabe a Zália o dever de assumir o posto de regente e fazer o melhor pelo país.


Quanto mais se envolve na política do país, mais Zália percebe a carência do seu povo por uma saída. Zália começa a questionar a forma de governo do seu pai e a sua real culpa em relação às atitudes da resistência. Ela terá que escolher entre fazer o que é melhor pelo seu povo, independente das consequências, ou apoiar o seu pai, que demostra cada vez mais o seu verdadeiro caráter.

O REINO DE ZÁLIA foi o meu primeiro contato com a escrita da autora nacional Luly Trigo e apesar de o livro ter uma proposta muito boa, senti que a obra deixou muito a desejar. Zália é uma menina de 17 anos que teve que assumir um papel que nunca deveria ter sido seu, ela não estava preparada para o que viria a seguir, após o falecimento do seu irmão, e isso é óbvio durante a leitura. Contudo, ela cresceu bastante no decorrer da história e aprendeu a tomar as suas próprias decisões baseando-se no que acreditava ser o certo.

Em questão de personalidade, ela é uma personagem bem insossa, que não me passou confiança, e isso fez com que eu tomasse uma certa antipatia por ela. Outro ponto que me incomodou, foi o triângulo amoroso, que particularmente não fez diferença nenhuma na história. Os personagens não foram bem desenvolvidos e não existia química entre eles.

Os personagens secundários foram muitos importantes na trama, porém, mais uma vez, senti que faltava algo, principalmente na ligação de Zália e os seus amigos, que, através dos diálogos, demonstraram ter uma relação bastante superficial, que não apresentou sentido algum, levando em conta os papeis que eles tinham na sua vida e no seu reinado.

A escrita da autora é bem monótona e, infelizmente, demorei bastante para finalizar a leitura. Como ponto positivo, eu gostei dos questionamentos políticos feitos pela autora e da forma como ela trabalhou o tema: corrupção em meio às intrigas políticas, envolvendo a família real e a resistência. A resolução do problema me deixou com um pé atrás e eu confesso que espera algo diferente e menos previsível.

A edição está bem bonita, folhas amareladas e letras confortáveis, não encontrei nenhum erro de revisão, a capa está bem caprichada e eu adorei o jogo de cores utilizado. A narrativa é feita em primeira pessoa, pelo ponto de vista da Zália.

O REINO DE ZÁLIA foi uma leitura que apresentou uma boa proposta, mas que, infelizmente, não funcionou muito bem para mim.

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Lany (@confusoespoeticas) 25/11/2018

Virou um dos meus favoritos!
No livro "O reino de Zália" nós encontramos um reino passando por conflitos econômicos e consequentemente um povo revolto por conta da má gestão da monarquia para com o governo do reino de Galdino. Zália a filha mais nova do rei e da rainha vive num internato desde pequena - ideia que sua mãe teve, para que a filha mais nova não precisasse lidar com a pressão da monarquia, já que seu irmão mais velho Victor, que seria o herdeiro do trono. Por conta de alguns problemas de saúde, o pai de Zália precisa se afastar do trono, assim Victor assumi a regência, porém o mundo de Zália vira de ponta a cabeça após seu irmão sofrer um atentado. Com o assassinato de Victor, Zália se torna a única herdeira da coroa assim assumindo a regência do trono.

O livro é extremamente envolvente, eu o pegava rapidamente e lia cinquenta páginas sem nem perceber. A estória é maravilhosa, mesmo tendo sido previsível para mim em diversos aspectos, fato que não tirou nem um pouco a graça da leitura. Nesta obra temos política, romance, tragédia familiar e também uma protagonista extremamente empoderadora e - ao meu ver - totalmente feminista. É encantador acompanhar o crescimento de Zália, uma jovem que mesmo sendo tão inocente, transborda determinação, empatia e sabedoria, características essas que foram essenciais para o belo desfecho do livro.

Bom, também quero ressaltar o quão ampla é a escrita de Luly. Eu li um outro livro dela que ela escreveu em parceria com a Klara Castanho, o enredo do outro é bem mais juvenil que este e os temas abordados são bem menos problemáticos, e mesmo assim Luly traz uma escrita viciante em ambos os livros, sem contar a precisão em cada detalhe atribuído as estórias, enfim amei a leitura! Já está na lista de favoritos!
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Ana Luiza | Entre Páginas 16/11/2018

Resenha: O Reino de Zália - Entre Páginas
Ola minha gente, tudo bem com vocês? Hoje trago a resenha de uma das minhas melhores leituras de 2018, o livro O Reino de Zália! Luly Trigo criou uma história brilhante, que mescla romance, aventura, conspiração política, com personagens maravilhosos em um cenário real e cativante!

Zália é uma princesa de 17 anos, que como não é a sucessora ao trono (seu irmão mais velho sim), tem a oportunidade de viver fora do palácio, estudar em uma escola comum e fazer amigos.

Atualmente vivem em um cenário político onde o povo não está satisfeito com o reinado de seu pai, existe a Resistência que luta contra o governo, e em um suposto atentado promovido pela resistência o irmão de Zália morre, e ela se vê como Regente do Rei, tendo que fazer aparições políticas, tomar decisões, aprender sobre coisas que ela nunca imaginou.

Aos poucos, Zália começa a perceber que o Reino não é bem como ela imaginou, ou como foi levada a acreditar. A corrupção existe, a resistência pode não estar tão errada, e quando Zália decide lutar pelo povo, se vê envolta de uma conspiração muito maior do que imaginava.

Mas o livro não se trata só de política e conspirações! Enquanto Zália lida com todo o jogo político, ainda tem uma paixonite por um dos assessores de seu pai, tem que lidar com seu ex que agora é seu guarda-costas, a falta que sente da escola, dos amigos, enfim, todas as preocupações que uma garota de 17 anos tem (mesmo que não seja uma princesa!)

O Reino de Zália é aquele livro que você não consegue parar de ler. Você fica indignado com tudo o que acontece, sem saber em quem confiar, querendo saber o que vai acontecer. Zália é uma protagonista maravilhosa! Mesmo jovem, ela é forte, decidida, e quando percebe as coisas erradas e decide lutar pelo povo, ela não mede esforços e nem pensa nas consequências. Tudo no livro é na medida certa, o romance é bem leve, vem pra tirar um pouco o peso político do livro e descontrair, mas sem fugir a história.

É um livro extremamente atual é bem escrito, que recomendo para os leitores de todas as idades!
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EstanteColoridadaIsis 16/11/2018

#ResenhadaColorida
A jovem Zália é princesa de Galdino, mas sempre estudou em um colégio interno, onde conheceu seus melhores amigos e nutriu seus sonhos de sair fotografando pelo mundo. Os problemas e conflitos da monarquia nunca chegaram nela, até o dia em que Victor, seu irmão mais velho e herdeiro do trono, sofre um atentado. Zália retorna ao palácio e mesmo sofrendo pela perda do irmão, deve assumir as responsabilidades e tornar-se regente. Com isso, Zalía abandona todos os seus planos para o futuro e se vê cercada por intrigas e segredos que a fazem questionar as decisões do rei. Agora, ela tem que se comprometer com o trono para reconquistar o povo de toda Galdino. Nessa caminhada, Zália precisa aprender a escutar seu coração e confiar em si mesma para se tornar a rainha que nasceu para ser.
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"O Reino de Zália" foi uma leitura surpreendente, porque eu esperava um YA clichê e açucarado, ledo engano. Com uma narrativa fluída e instigante, Luly apresenta uma trama cheia de segredos, intrigas e muita corrupção. Zália passou de uma adolescente um pouco mimada e birrenta, para uma jovem mulher, cheia de ideais. Eu adorei ver seu desenvolvimento durante a estória e o modo como ela sempre encarou os desafios de frente, com a ajuda dos seus melhores amigos.

Luly aborda a politica de forma muito clara e bem interessante, além de assuntos como desigualdade, drama familiar e a força das mulheres, que assumem papéis muito importantes na estória. O romance não foi o foco, mas adorei o que aconteceu no final. Quem sabe não vem uma continuação por ai?

site: www.instagram.com/estantecoloridadaisis
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